Este relato foi postado por mim no todorelatos.com na época. Espero que curtam.Uma Mão Solidária 3
Olá, queridos amigos. Espero que estejam muito bem e curiosos pra saber como continua a história que eu tava contando. Pra quem acabou de chegar, recomendo ler os dois relatos anteriores "Uma Mão Solidária 1 e 2", mas pra quem não leu, aqui vai o resto. Obrigado a todos pela atenção e especialmente a quem me escreveu contando o que achou da minha história, que sensação teve, se ficaram excitados com ela e o que acharam suas mulheres, se leram junto com elas. Mas quero agradecer de verdade a quem me mandou fotos. Ah! Também aceito sugestões de sites pra visitar que tenham relatos, fotos amadoras ou não, filmes (principalmente caseiros) e etc.
Continuo? Atenção!
A cena era inacreditável, R sentado numa pedra com a cara de M entre as pernas, ela chupando o pau dele com muita dedicação, como se tivesse medo de secar. Ou seja, colocava tanta saliva que começou a escorrer pelos colhões até que, contornando o espaço – já que o peito de M tava bem perto de R e por baixo das bolas dele – a saliva chegava até os peitos dela, que ficavam brilhando com aquilo. Ela parava de chupar só depois de lambuzar bem o membro de R e, com ele todo escorregadio de saliva, fazia uma punheta que ia da base do pauzão até a cabecinha.
M, de joelhos, toda safada, olhava pra R e empinava a bunda arqueando as costas de um jeito provocante, balançando de um lado pro outro como quem mexe uma galinha na frente de um jacaré, esperando o momento inevitável do bote pra fechar as mandíbulas na presa. E pra completar, ao fundo, uma cachoeira linda que desaguava num espelho d'água cristalino.
Eu não aguentei e, enquanto me ajoelhava, peguei ela de surpresa pela cintura, puxei a sunga dela e enfiei no cuzinho dela meu pau. Ela se assustou e, a princípio, tentou resistir, mas quando percebeu que era um erro, olhou pra mim e disse:
-Tá bom, se for assim... Você quer que isso se torne algo sexual, então assim será. - E olhando para R, enfiou a pica na boca.
Isso era definitivamente um ménage, minha mulher fazendo oral no meu amigo enquanto eu comia ela! Muito putaria.
Ah não, pra M isso era "ser solidária" com um amigo numa situação ruim. Acho que ela fingiu o tempo todo. O que vocês acham?
Ela me enganou feito um moleque pra realizar as fantasias mais obscuras dela, na real ela não tava fazendo nada que eu não tivesse sonhado antes, que a gente não tivesse conversado na segurança do quarto e na proteção de ser "só uma fantasia". Mais ainda, ela tava levando minha fantasia ao extremo porque na verdade era tudo que eu tinha planejado pra nós dois, mas turbinado ao máximo que M tava fazendo. Minha mulher tinha planejado isso pra me dar essa surpresa?
Mas como ela sabia que tudo que tava rolando ia me agradar e não acabar com o casamento?
Na real, quero acreditar que isso é tudo coincidência. Sim, é tudo coincidência! - Preciso lutar contra meus medos e aproveitar o momento - Pensei comigo mesmo e, agarrando M pelos peitos, com os mamilos dela durinhos entre meus dedos e esfregando eles pra dar prazer a ela, comecei a bombar ritmicamente e não de forma alucinada, tentando chegar até o fundo do útero dela, com força e disciplina.
Ela me olhou por cima do ombro com a boca entreaberta, brilhando de sucos, enquanto continuava masturbando R e começou a rebolando a bunda mais ritmicamente, como se estivesse se comendo, enquanto me perguntava:
M - Cê tá gostando, corno manso?! - E erguendo um pouco o tronco, enfiou a piroca de R entre os peitos dela, que começou a deslizar naquele canalzinho babado.
R, apoiado nos braços, levantou a pélvis e começou a comer os peitos de M. Eu vendo isso, não aguentei e gozei dentro de M. Quando M percebeu que eu já tinha gozado, ela se dedicou a acelerar a masturbação de R.
Eu saí de dentro da minha mulher e me sentei ao lado, e vi como quando a A enorme pica do R subia, mostrando a cabecinha entre os peitos da M, e ela, toda gulosa, lambia o "olhinho" do pau e, de vez em quando quando descia, cuspia um pouco de saliva pra lubrificar o "serviço". O que eu vi me deixou tão excitado que meu pau endureceu de novo quando R começou a gemer e, jogando a cabeça pra trás, soltou um jorro enorme de porra que acertou o lábio superior da M, com o resto caindo nos peitos dela. Ela acelerou a punheta pra ordenhar o pau do R por completo, e outro jorro saiu e acertou o pescoço dela, e outro se afogou entre os peitos dela. Quando R terminou, ela enfiou o pau inteiro na boca e limpou ele. Depois de fazer isso, ela me olhou e disse: — E aí, o que você acha agora? Espero que tenha aprendido a lição de hoje, corno, e entenda que tudo que a gente fala e faz tem consequências. Além disso, acho que você gostou. Ela se aproximou de mim de quatro, eu podia ver os peitos dela "envernizados" de saliva e porra, chegou o rosto perto do meu e disse: — Vai, me beija agora igual há um tempo atrás. Eu senti o cheiro de porra saindo da boca dela, isso me deixou muito confuso por causa do preconceito que isso envolvia. Dar um beijo nela? Eca, que nojo! Mas isso me excitou ainda mais. Ela encostou a boca na minha e me deu um beijo barulhento e rápido nos lábios. Depois se levantou, ainda com os peitos de fora e a saia levantada atrás, e se virou tranquilamente pra caminhar até o espelho d'água, quando eu pude ver a calcinha do biquíni puxada pro lado e um rio grosso de buceta saindo da ppk dela e chegando até o joelho, onde se cortava e continuava bem antes de chegar no tornozelo. Nessa hora, ela se virou, olhando pra gente por cima do ombro, enquanto segurava as próprias nádegas redondas e firmes com as mãos, abriu levemente as pernas e, nessa posição super sugestiva, deu uma gargalhada pra, agora sim, seguir em direção à água. Eu achei que ela fosse lavar as gozadas, mas não. Ela ajeitou a tanga, colocou o vestido no lugar e bebeu litros de água. Era lógico. A boca dela tinha secado. Ela se levantou e convidou a gente pra voltar pra cabana.
Eu e R estávamos perdidos, largados cada um onde tinha ficado, os dois de calça arriada e a pica mole. Olhei pro R e ele não quis me olhar, dava pra ver que tava muito envergonhado com o que rolou. Perguntei como ele tava e ele respondeu sem me encarar que tava bem.
Falei –Vamo pra casa- e ele respondeu só com um sim. A gente levantou, subiu as calças e começou a andar atrás de M, que já ia na frente, os dois em silêncio total. Falar de qualquer coisa significava que a gente ia ter que dar explicação do que tinha acontecido, e nenhum dos três queria fazer isso.
Quando alcançamos M, pude ver claramente as manchas nas pernas dela e isso me excitou de novo. A gente tava indo pro lago de onde viemos e lembrei que lá tinha gente. Como ela ia passar por lá naquele estado? Além disso, ela não tinha colocado o sutiã do biquíni e isso dava pra ver, acreditem, sem problema nenhum, e ela ainda tava molhada, o vestido ficava meio transparente.
Acho que ela só percebeu isso quando a gente chegou na beira do lago, onde tinha uma família um pouco afastada e um grupo de três moleques mais perto da gente. M foi na direção dos caras que, assim que notaram a presença dela, pararam o que tavam fazendo e olharam pra ela com "admiração", se essa palavra serve pro caso. A real é que M levantou a cabeça e, com um passo bem rápido, foi até os moleques e, passando por eles, cumprimentou eles, e eles fizeram o mesmo, enquanto, com cara de besta, seguiam ela com o olhar.
Eu acelerei o passo e fiquei do lado dela pra perguntar o que ela tava fazendo, e ela disse que eram os vizinhos da cabana e que era educação cumprimentar eles. Falei pra ela:
–Olha como você tá e passa assim do lado de uns moleques, o que você quer conseguir, que eles se acabem na punheta hoje à noite? Não tem vergonha?
Ela parou um instante de andar, me Ela me olhou indignada e disse:
—Mas como assim, e as suas fantasias que você tanto exaltava toda vez que a gente transava? Agora resulta que você está vivendo elas de verdade por minha culpa, porque eu sou uma sem-vergonha e uma puta qualquer? Mas você não, você é a vítima. Sabe de uma coisa? Você é o "doentinho" que encheu minha cabeça com todos esses sonhos eróticos, eu comecei a gostar deles e agora vou realizá-los. Se te incomoda, foda-se, mas te aconselho de coração a aproveitar o que estamos vivendo e tudo o que vamos viver nesses dias, te garanto.
A guerra estava declarada. Não havia mais nenhum mistério para resolver. Tudo o que aconteceu foi de propósito e nada do que passou nos últimos dias foi por "amor ao próximo", "serviço a um amigo em apuros" ou muito menos "sentimentos de abnegação". Tudo isso foi planejado por M e eu tinha ficado no meio da "traição" dela, embora, devo reconhecer, que apesar dos sentimentos angustiantes e desconcertantes de ciúmes que sentia, no fundo e nem tão no fundo assim, eu estava curtindo aquilo pra caralho. Na verdade, ela tinha dito uma grande verdade: eu tinha sonhado com tudo aquilo acordado, na minha intimidade. Não sabia o que tinha que fazer, mas isso não me preocupava muito e decidi deixar os acontecimentos rolarem como até agora.
Entramos no carro todos em silêncio e, ao chegar na cabana, ela entrou primeiro e nós atrás dela. Eu não conseguia parar de olhar como ela mexia aquele rabo enorme e as manchas de sêmen. Claro que isso também não passou despercebido por R, que não tirava os olhos da bunda da minha mulher. Ela, assim que entramos, disse: —Uffa, que calor! E sem dizer mais nada, tirou o vestido, ficando nua, só de fio dental. Isso fez meu pau subir na hora. Ela se virou para nos olhar, sabendo perfeitamente o que estava fazendo, e nos viu os dois com o "mastro" duro e disse: —Muito bem, vocês são incansáveis e eu, sinceramente, quero um pouco do que dei pra eles, então... Se aproximando de nós, ela pegou nossas mãos e nos levou até o sofá, nos empurrou pra lá e caímos sentados. Ela se ajoelhou entre nós dois, baixou nossas calças e os paus saltaram pra cima como se tivessem sido carregados por uma mola. Ela olhou pra nossa cara, cuspiu nas palmas das mãos, pegou um com cada mão e começou a nos masturbar. Depois, se aproximou do pau do R e, me olhando, enfiou ele inteiro na boca. O R soltou um suspiro alto enquanto jogava a cabeça pra trás, e eu abri os olhos como nunca tinha aberto. Ela tirou o pau da boca, deu uma risadinha debochada e, sem parar de nos masturbar, se aproximou de mim e fez a mesma coisa. Assim continuou com nós dois, alternando, até que a gozada dos dois foi inevitável. A M percebeu isso e nos soltou de repente, se afastando e sentando no sofá, e enquanto abria as pernas disse que queria curtir ela mesma. O R me olhou como quem pede permissão, eu olhei pra ele sem saber o que dizer, e ela disse pro R se aproximar. Ele se levantou e devagar se aproximou, se ajoelhando na frente dela, mas bem ereto; o pau dele ficava na altura da "gruta" da minha mulher. A M tinha as pernas abertas e flexionadas com os pés no sofá. Ela esticou uma mão por entre as pernas dele, pegou o membro e, enquanto o masturbava, perguntou se ele tava gostando e se queria mais. A cabeça do pau do R tava a cinco centímetros da buceta da M, e ele, bestificado com a proposta, balançou a cabeça que sim. Então a Mônica pegou ele pelos braços e, empurrando ele pra baixo, disse: — Se quer mais, primeiro você tem que me chupar. E ouvindo isso, o R afastou a calcinha fio dental dela e começou a fazer sexo oral na M, que, gemendo, me chamou e mandou eu apalpar os peitos dela. Eu rapidamente me virei pra ela e comecei a massagear os seios dela, e ela pegou meu pau pra masturbar até que depois colocou na boca dela. Eu não aguentei muito e gozei na boca dela, mas nem uma gota de sêmen escapou; ela tinha engolido tudo. Então ela começou a gemer e... Peguei R pela cabeça enquanto espremia ele contra a minha buceta pra explodir no orgasmo mais sonoro que eu lembro dela ter tido na vida. Ela começou a convulsionar e gemer enquanto afogava literalmente R na buceta dela. Quando acabou, R se afastou dela, com a cara toda molhada de sucos, e disse sem nenhum sinal de timidez: — Agora quero o meu — e tentou enfiar o pau duro dele na buceta da M, mas ela resistiu e guiou ele pro meio dos peitos dela, onde enfiou a vara do R e fez uma rápida e eficiente cubana que levou R ao orgasmo sem chance de escapar. Quando R sentiu o orgasmo chegando, tirou o pau de entre os peitos da M e enfiou sem permissão na boca dela e, do mesmo jeito que ela tinha feito, ele pegou ela pelos cabelos e segurou pra meter toda a pica na boca dela. Assim ele gozou dentro da M, e ela engoliu toda a porra. Fiquei caído no chão, exausto. Ela ficou me olhando espantada porque ele, definitivamente, tinha reagido, e tava claro que se continuasse assim, ele ia acabar comendo ela. Eu olhava e não sabia o que dizer. Finalmente ela se levantou e, indo pro chuveiro, falou: — Vou tomar uma ducha, preparem algo pra comer. E aí terminou essa história, pelo menos por enquanto.
Olá, queridos amigos. Espero que estejam muito bem e curiosos pra saber como continua a história que eu tava contando. Pra quem acabou de chegar, recomendo ler os dois relatos anteriores "Uma Mão Solidária 1 e 2", mas pra quem não leu, aqui vai o resto. Obrigado a todos pela atenção e especialmente a quem me escreveu contando o que achou da minha história, que sensação teve, se ficaram excitados com ela e o que acharam suas mulheres, se leram junto com elas. Mas quero agradecer de verdade a quem me mandou fotos. Ah! Também aceito sugestões de sites pra visitar que tenham relatos, fotos amadoras ou não, filmes (principalmente caseiros) e etc.
Continuo? Atenção!
A cena era inacreditável, R sentado numa pedra com a cara de M entre as pernas, ela chupando o pau dele com muita dedicação, como se tivesse medo de secar. Ou seja, colocava tanta saliva que começou a escorrer pelos colhões até que, contornando o espaço – já que o peito de M tava bem perto de R e por baixo das bolas dele – a saliva chegava até os peitos dela, que ficavam brilhando com aquilo. Ela parava de chupar só depois de lambuzar bem o membro de R e, com ele todo escorregadio de saliva, fazia uma punheta que ia da base do pauzão até a cabecinha.
M, de joelhos, toda safada, olhava pra R e empinava a bunda arqueando as costas de um jeito provocante, balançando de um lado pro outro como quem mexe uma galinha na frente de um jacaré, esperando o momento inevitável do bote pra fechar as mandíbulas na presa. E pra completar, ao fundo, uma cachoeira linda que desaguava num espelho d'água cristalino.
Eu não aguentei e, enquanto me ajoelhava, peguei ela de surpresa pela cintura, puxei a sunga dela e enfiei no cuzinho dela meu pau. Ela se assustou e, a princípio, tentou resistir, mas quando percebeu que era um erro, olhou pra mim e disse:
-Tá bom, se for assim... Você quer que isso se torne algo sexual, então assim será. - E olhando para R, enfiou a pica na boca.
Isso era definitivamente um ménage, minha mulher fazendo oral no meu amigo enquanto eu comia ela! Muito putaria.
Ah não, pra M isso era "ser solidária" com um amigo numa situação ruim. Acho que ela fingiu o tempo todo. O que vocês acham?
Ela me enganou feito um moleque pra realizar as fantasias mais obscuras dela, na real ela não tava fazendo nada que eu não tivesse sonhado antes, que a gente não tivesse conversado na segurança do quarto e na proteção de ser "só uma fantasia". Mais ainda, ela tava levando minha fantasia ao extremo porque na verdade era tudo que eu tinha planejado pra nós dois, mas turbinado ao máximo que M tava fazendo. Minha mulher tinha planejado isso pra me dar essa surpresa?
Mas como ela sabia que tudo que tava rolando ia me agradar e não acabar com o casamento?
Na real, quero acreditar que isso é tudo coincidência. Sim, é tudo coincidência! - Preciso lutar contra meus medos e aproveitar o momento - Pensei comigo mesmo e, agarrando M pelos peitos, com os mamilos dela durinhos entre meus dedos e esfregando eles pra dar prazer a ela, comecei a bombar ritmicamente e não de forma alucinada, tentando chegar até o fundo do útero dela, com força e disciplina.
Ela me olhou por cima do ombro com a boca entreaberta, brilhando de sucos, enquanto continuava masturbando R e começou a rebolando a bunda mais ritmicamente, como se estivesse se comendo, enquanto me perguntava:
M - Cê tá gostando, corno manso?! - E erguendo um pouco o tronco, enfiou a piroca de R entre os peitos dela, que começou a deslizar naquele canalzinho babado.
R, apoiado nos braços, levantou a pélvis e começou a comer os peitos de M. Eu vendo isso, não aguentei e gozei dentro de M. Quando M percebeu que eu já tinha gozado, ela se dedicou a acelerar a masturbação de R.
Eu saí de dentro da minha mulher e me sentei ao lado, e vi como quando a A enorme pica do R subia, mostrando a cabecinha entre os peitos da M, e ela, toda gulosa, lambia o "olhinho" do pau e, de vez em quando quando descia, cuspia um pouco de saliva pra lubrificar o "serviço". O que eu vi me deixou tão excitado que meu pau endureceu de novo quando R começou a gemer e, jogando a cabeça pra trás, soltou um jorro enorme de porra que acertou o lábio superior da M, com o resto caindo nos peitos dela. Ela acelerou a punheta pra ordenhar o pau do R por completo, e outro jorro saiu e acertou o pescoço dela, e outro se afogou entre os peitos dela. Quando R terminou, ela enfiou o pau inteiro na boca e limpou ele. Depois de fazer isso, ela me olhou e disse: — E aí, o que você acha agora? Espero que tenha aprendido a lição de hoje, corno, e entenda que tudo que a gente fala e faz tem consequências. Além disso, acho que você gostou. Ela se aproximou de mim de quatro, eu podia ver os peitos dela "envernizados" de saliva e porra, chegou o rosto perto do meu e disse: — Vai, me beija agora igual há um tempo atrás. Eu senti o cheiro de porra saindo da boca dela, isso me deixou muito confuso por causa do preconceito que isso envolvia. Dar um beijo nela? Eca, que nojo! Mas isso me excitou ainda mais. Ela encostou a boca na minha e me deu um beijo barulhento e rápido nos lábios. Depois se levantou, ainda com os peitos de fora e a saia levantada atrás, e se virou tranquilamente pra caminhar até o espelho d'água, quando eu pude ver a calcinha do biquíni puxada pro lado e um rio grosso de buceta saindo da ppk dela e chegando até o joelho, onde se cortava e continuava bem antes de chegar no tornozelo. Nessa hora, ela se virou, olhando pra gente por cima do ombro, enquanto segurava as próprias nádegas redondas e firmes com as mãos, abriu levemente as pernas e, nessa posição super sugestiva, deu uma gargalhada pra, agora sim, seguir em direção à água. Eu achei que ela fosse lavar as gozadas, mas não. Ela ajeitou a tanga, colocou o vestido no lugar e bebeu litros de água. Era lógico. A boca dela tinha secado. Ela se levantou e convidou a gente pra voltar pra cabana.
Eu e R estávamos perdidos, largados cada um onde tinha ficado, os dois de calça arriada e a pica mole. Olhei pro R e ele não quis me olhar, dava pra ver que tava muito envergonhado com o que rolou. Perguntei como ele tava e ele respondeu sem me encarar que tava bem.
Falei –Vamo pra casa- e ele respondeu só com um sim. A gente levantou, subiu as calças e começou a andar atrás de M, que já ia na frente, os dois em silêncio total. Falar de qualquer coisa significava que a gente ia ter que dar explicação do que tinha acontecido, e nenhum dos três queria fazer isso.
Quando alcançamos M, pude ver claramente as manchas nas pernas dela e isso me excitou de novo. A gente tava indo pro lago de onde viemos e lembrei que lá tinha gente. Como ela ia passar por lá naquele estado? Além disso, ela não tinha colocado o sutiã do biquíni e isso dava pra ver, acreditem, sem problema nenhum, e ela ainda tava molhada, o vestido ficava meio transparente.
Acho que ela só percebeu isso quando a gente chegou na beira do lago, onde tinha uma família um pouco afastada e um grupo de três moleques mais perto da gente. M foi na direção dos caras que, assim que notaram a presença dela, pararam o que tavam fazendo e olharam pra ela com "admiração", se essa palavra serve pro caso. A real é que M levantou a cabeça e, com um passo bem rápido, foi até os moleques e, passando por eles, cumprimentou eles, e eles fizeram o mesmo, enquanto, com cara de besta, seguiam ela com o olhar.
Eu acelerei o passo e fiquei do lado dela pra perguntar o que ela tava fazendo, e ela disse que eram os vizinhos da cabana e que era educação cumprimentar eles. Falei pra ela:
–Olha como você tá e passa assim do lado de uns moleques, o que você quer conseguir, que eles se acabem na punheta hoje à noite? Não tem vergonha?
Ela parou um instante de andar, me Ela me olhou indignada e disse:
—Mas como assim, e as suas fantasias que você tanto exaltava toda vez que a gente transava? Agora resulta que você está vivendo elas de verdade por minha culpa, porque eu sou uma sem-vergonha e uma puta qualquer? Mas você não, você é a vítima. Sabe de uma coisa? Você é o "doentinho" que encheu minha cabeça com todos esses sonhos eróticos, eu comecei a gostar deles e agora vou realizá-los. Se te incomoda, foda-se, mas te aconselho de coração a aproveitar o que estamos vivendo e tudo o que vamos viver nesses dias, te garanto.
A guerra estava declarada. Não havia mais nenhum mistério para resolver. Tudo o que aconteceu foi de propósito e nada do que passou nos últimos dias foi por "amor ao próximo", "serviço a um amigo em apuros" ou muito menos "sentimentos de abnegação". Tudo isso foi planejado por M e eu tinha ficado no meio da "traição" dela, embora, devo reconhecer, que apesar dos sentimentos angustiantes e desconcertantes de ciúmes que sentia, no fundo e nem tão no fundo assim, eu estava curtindo aquilo pra caralho. Na verdade, ela tinha dito uma grande verdade: eu tinha sonhado com tudo aquilo acordado, na minha intimidade. Não sabia o que tinha que fazer, mas isso não me preocupava muito e decidi deixar os acontecimentos rolarem como até agora.
Entramos no carro todos em silêncio e, ao chegar na cabana, ela entrou primeiro e nós atrás dela. Eu não conseguia parar de olhar como ela mexia aquele rabo enorme e as manchas de sêmen. Claro que isso também não passou despercebido por R, que não tirava os olhos da bunda da minha mulher. Ela, assim que entramos, disse: —Uffa, que calor! E sem dizer mais nada, tirou o vestido, ficando nua, só de fio dental. Isso fez meu pau subir na hora. Ela se virou para nos olhar, sabendo perfeitamente o que estava fazendo, e nos viu os dois com o "mastro" duro e disse: —Muito bem, vocês são incansáveis e eu, sinceramente, quero um pouco do que dei pra eles, então... Se aproximando de nós, ela pegou nossas mãos e nos levou até o sofá, nos empurrou pra lá e caímos sentados. Ela se ajoelhou entre nós dois, baixou nossas calças e os paus saltaram pra cima como se tivessem sido carregados por uma mola. Ela olhou pra nossa cara, cuspiu nas palmas das mãos, pegou um com cada mão e começou a nos masturbar. Depois, se aproximou do pau do R e, me olhando, enfiou ele inteiro na boca. O R soltou um suspiro alto enquanto jogava a cabeça pra trás, e eu abri os olhos como nunca tinha aberto. Ela tirou o pau da boca, deu uma risadinha debochada e, sem parar de nos masturbar, se aproximou de mim e fez a mesma coisa. Assim continuou com nós dois, alternando, até que a gozada dos dois foi inevitável. A M percebeu isso e nos soltou de repente, se afastando e sentando no sofá, e enquanto abria as pernas disse que queria curtir ela mesma. O R me olhou como quem pede permissão, eu olhei pra ele sem saber o que dizer, e ela disse pro R se aproximar. Ele se levantou e devagar se aproximou, se ajoelhando na frente dela, mas bem ereto; o pau dele ficava na altura da "gruta" da minha mulher. A M tinha as pernas abertas e flexionadas com os pés no sofá. Ela esticou uma mão por entre as pernas dele, pegou o membro e, enquanto o masturbava, perguntou se ele tava gostando e se queria mais. A cabeça do pau do R tava a cinco centímetros da buceta da M, e ele, bestificado com a proposta, balançou a cabeça que sim. Então a Mônica pegou ele pelos braços e, empurrando ele pra baixo, disse: — Se quer mais, primeiro você tem que me chupar. E ouvindo isso, o R afastou a calcinha fio dental dela e começou a fazer sexo oral na M, que, gemendo, me chamou e mandou eu apalpar os peitos dela. Eu rapidamente me virei pra ela e comecei a massagear os seios dela, e ela pegou meu pau pra masturbar até que depois colocou na boca dela. Eu não aguentei muito e gozei na boca dela, mas nem uma gota de sêmen escapou; ela tinha engolido tudo. Então ela começou a gemer e... Peguei R pela cabeça enquanto espremia ele contra a minha buceta pra explodir no orgasmo mais sonoro que eu lembro dela ter tido na vida. Ela começou a convulsionar e gemer enquanto afogava literalmente R na buceta dela. Quando acabou, R se afastou dela, com a cara toda molhada de sucos, e disse sem nenhum sinal de timidez: — Agora quero o meu — e tentou enfiar o pau duro dele na buceta da M, mas ela resistiu e guiou ele pro meio dos peitos dela, onde enfiou a vara do R e fez uma rápida e eficiente cubana que levou R ao orgasmo sem chance de escapar. Quando R sentiu o orgasmo chegando, tirou o pau de entre os peitos da M e enfiou sem permissão na boca dela e, do mesmo jeito que ela tinha feito, ele pegou ela pelos cabelos e segurou pra meter toda a pica na boca dela. Assim ele gozou dentro da M, e ela engoliu toda a porra. Fiquei caído no chão, exausto. Ela ficou me olhando espantada porque ele, definitivamente, tinha reagido, e tava claro que se continuasse assim, ele ia acabar comendo ela. Eu olhava e não sabia o que dizer. Finalmente ela se levantou e, indo pro chuveiro, falou: — Vou tomar uma ducha, preparem algo pra comer. E aí terminou essa história, pelo menos por enquanto.
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