Quem é mais tarado, ela ou eu? Parte 2

Continuando o relato, chegou sábado, que como todo sábado daquele ano, eu tive que trabalhar. Fiquei tão ocupado com meus afazeres que não consegui ir vê-la para marcar o encontro que a gente tinha combinado. Mandei uma mensagem pra ela, e ela, furiosa, respondeu que não queria me ver mais... que eu não ligasse nem escrevesse, que ela tinha ido toda gostosa pra mim e que eu tinha quebrado a promessa porque já tinha conseguido o que queria... transar com ela, usar ela e largar, só isso..!!!!! Fiquei atônito, mas disse que tudo bem, pedi desculpas e falei que entendia.

Chegou segunda-feira à tarde e eu recebi uma ligação. Era ela (desculpa, não contei o apelido dela: Vicky), se desculpando comigo e querendo conversar sobre o que aconteceu no sábado. Eu aceitei, mas falei que estava muito puto por algo que, por mais que ela tivesse razão, não devia ter me dito aquilo. Ela respondeu: "Deixa eu te explicar." Chegou no meu escritório na hora da saída, a gente caminhou por ali até pegar um táxi pra ir na casa dela. Quando chegamos no parque, a umas quadras da casa dela, sentamos e ela me contou algo que me deixou pasmo e que eu não conseguia acreditar que uma mulher preparada e inteligente tivesse caído naquilo... Com a voz trêmula e ao mesmo tempo cheia de raiva, ela me contou o seguinte:

"Minha raiva de você é porque um cara que saía comigo antes de você foi me visitar no sábado. Eu esperando você ligar pra ele ir embora, e você nada. Ele começou a se exaltar, a me olhar dos pés à cabeça e a lembrar de quando a gente tava junto. Num descuido, ele entrou no meu escritório. Eu me assustei, mas não podia fazer nada nem pedir ajuda porque ele podia ficar violento, arrumar confusão, e eu não queria que isso acontecesse. Pedi pra ele se acalmar, e ele meio que me ouviu. Tentei fazer ele esquecer de me olhar, ignorando ele e dizendo que esperava alguém que ia chegar, ou seja, você (eu). Nos movimentos que eu fazia pra não dar tempo dele pensar besteira... ele começou a levantar minha saia e a falar que a bunda... cresceu e ficou gostosa pra caralho com essa roupa, e num descuido meu ele me encurralou na parede, me empurrou com força e me dominou com o corpo. Ele baixou minha calcinha e, sem avisar, meteu o pau dele no meu cu. Eu implorava pra ele parar, que tava doendo, mas ele só disse que sabia que era isso que eu queria, e meteu mais forte. Depois, me empurrou pra escrivaninha sem tirar o pau do meu cu, me colocou de quatro e gozou dentro de mim. Ele me olhou e disse que eu era dele quando ele quisesse, que aquele cu era pra ele comer e que não ia ser de mais ninguém. Saiu do escritório como se nada tivesse acontecido. Eu me senti suja e lembrei de tudo de ruim que ele me fez, e vou te contar. Cheguei em casa, joguei fora o vestido que tinha usado pra ficar bonita pra você, e fiquei com mais raiva ainda do que já tava.

Eu fiquei mal e perguntei por que ela tinha deixado aquilo acontecer... ela responde:
Tudo começou há 8 anos atrás. Eu tava trabalhando numa empresa fora da cidade e tava indo muito bem. Eu gostava de um cara que trabalhava comigo lá, mas pra ele eu era só amiga, nada mais, ele não me via como mulher. Enquanto isso, eu chamava a atenção de alguns caras, especialmente o Jonathan. Numa noite de bebedeira, eu tava muito bêbada e ele me levou pro hotel onde eu tava hospedada, e a gente dormiu junto, mas não rolou nada naquela vez. Eu acordei, vi ele pelado e imaginei que tinha acontecido alguma coisa. Fiquei assustada porque era virgem, mas ele disse que não tinha rolado nada, porque ele também tinha dormido. Depois disso, por causa da rejeição daquele outro cara que não me dava bola e por causa das atenções do Jonathan, com os presentes e os detalhes, ele chamou minha atenção. Decidi, pensando que ele era um cavalheiro, ser namorada dele. No começo, a relação foi legal, mas depois de alguns meses tudo mudou, porque ele queria transar comigo e eu tava com muito medo, já que tinha 27 anos e nunca tinha tido essas experiências com homem nenhum. Pra tentar acalmar os apetites dele sem que me penetrasse, a gente começou a ter uns jogos sexuais na casa dele e em hotéis. Foram tão frequentes que pareciam normais, e com isso eu mantinha o Jonathan controlado. Tudo começou um dia que fui visitar ele na casa dele, e ele tava no quarto sozinho e pelado. Quando me viu, me jogou no chão e me despiu. Pensei que ia me estuprar, mas ele só fez eu fazer sexo oral nele e passar a mão no pau dele, que por sinal era grande e grosso. Cheguei a pensar que todos os homens tinham o pau assim e que esses paus machucavam pra caralho. Naquele dia doeu porque ele enfiou o pau branco e grosso dentro de mim, mas no final ele gozou e ficou por isso. Outro dia, enquanto a gente tava no ônibus, sentamos nos últimos bancos e ele fez eu colocar a mão dentro da calça dele e pegar no pau, que sempre ficava duro quando eu tocava. A gente desceu do ônibus e pegou um táxi pra um hotel, onde de novo começamos os jogos, que cada vez eram mais brutos, mas não terminavam em penetração. Eu pensei que era assim que ia manter ele controlado, então toda vez que ele pedia, a gente ia praquele hotel e eu fazia sexo oral nele e ele fazia em mim. Mas de tanto a água bater na pedra, até que ela quebrou. Um dia ele tava muito calmo, foi me visitar em casa, a gente saiu, pegou um táxi e foi pro hotel de sempre. Ele vendeu meus olhos, e eu imaginei que ele tinha uma surpresa pra mim. Quando comentei, ele disse: "Essa é a sua surpresa", e meteu o pau na minha boca de um jeito bruto. Depois me despiu e eu deitei. Ele subiu em cima de mim e, de repente, enquanto fazia sexo oral, ele tirou o pau da minha boca de uma vez e meteu ele dentro de mim. O momento que devia ser lindo pra uma mulher foi o mais horrível pra mim. Pedi pra ele tirar aquilo da minha buceta, mas ele disse: "Tarde demais pra se arrepender". Tentei tirar ele de cima de mim, mas não consegui, ele era mais forte que eu. Ele enfiou o pau todo dentro de mim, e eu senti uma dor sem fim. Ao ver que eu sangrava muito, o cara falou pra eu me acalmar que ia passar, mas não parava. A gente foi embora e ele me deixou em casa. Eu me senti estuprada. Depois dessa experiência, ele ficava me pedindo pra ir pro hotel de novo, mas eu sempre falava que tava menstruada e, pra ele não duvidar, eu colocava um absorvente. Isso irritava ele, então ele se afastou de mim por um tempo. Eu tentei não deixar isso me fazer pensar mal dos homens e que uma hora chegaria alguém que eu pudesse amar e transar, mas não era naquele momento. Dias depois, quase um mês depois, o cara que eu gostava me chamou pra sair, tipo um rolê em grupo. Eu vi aquilo como uma chance de fazer ele reparar em mim, quando a mãe dele, uma senhora muito educada e que demonstrava interesse em que eu ficasse com o filho dela, fez uma festa surpresa que eu ajudei a organizar. A festa ia rolar depois do rolê em grupo com os caras do escritório... mas não era um rolé qualquer. Ele, o cara que me tirava o sono, tava apresentando a namorada e futura esposa pra gente. Eu me senti muito mal vendo ele tão feliz com aquela mina, mas não podia fazer nada, já tava tudo resolvido. Então eu pensei: "foda-se, vou dar uma chance pro Jonathan. Se eu me esforçar, pode dar certo." Peguei minhas coisas, uma mala com umas roupas, e fui visitar ele onde ele trabalhava, num lugar a horas da cidade. Quando cheguei e ele me viu, perguntou o que eu tava fazendo ali, e eu falei que vim vê-lo. Ele respondeu que se eu ficasse, eu sabia o que ia rolar, e eu disse que sim, sabia. Rapidinho ele mandou eu entrar, fomos pro quarto dele, sentamos e ele começou a me acariciar devagar, me despiu e se despiu, quando de repente disse: "É isso que você queria desde o começo, se fazendo de difícil e de durona. Mas hoje vou te abrir toda, todinha, tudo o que não pude fazer naquela vez que te comi." Ele colocou a pica na minha boca, fez eu chupar ele por um bom tempo, aquilo crescendo e crescendo. depois me mandou ficar de quatro e sem avisar enfiou aquele pau todo duro dentro de mim, pensei que ia me despedaçar, doía tudo e eu pedia pra ele ir devagar que não tinha pressa, mas ele disse que queria me deixar bem fodida e com o buraco largo de uma vez pra não doer mais..... Continuou e depois falou vira, e quando virei colocou minhas pernas nos ombros dele e me penetrou toda…. não parava de repetir que ia me foder gostoso, que esperou tanto tempo por isso e que agora tinha que descontar, de repente gozou, gozou fora de mim e eu falei já passou, fui pro banheiro com uma culpa me dominando, dizendo que tinha sido o pior erro ter ido com Jonathan, enquanto tava no banheiro ele entrou de surpresa e me fodeu por trás, me colocou de quatro e falou se eu já tava pronta pra próxima, eu pedi pra ir devagar que ainda doía, mas pra ele isso era desculpa, me colocou de quatro de novo e meteu, se movendo forte e repetindo que como era a segunda vez essa ia durar mais, depois fomos pro quarto junto com o dele, aquele quarto era de um dos amigos dele e lá tinha um DVD com filmes pornô, ele colocou um enquanto continuava me penetrando com força, eu cada vez mais resignada aguentava e esperava ele cansar pra conversar com ele..... enquanto olhava o filme ele falou: quer que eu meta no seu cu? eu respondi assustada, não, não, por favor, ele ironicamente respondeu tá bom, até porque como eu reclamava muito, com certeza não aguentaria, mas que com o tempo eu ia até pedir pra ele arrebentar meu cu..... minutos depois gozou e falou toma banho que meus amigos tão chegando e não quero que vejam que a gente tava fazendo algo.

Depois à noite saímos pra dar uma volta pela cidade, entramos numa balada tipo urbana onde tocava música muito velha e o clima era só beber e beber; não gostamos do lugar, então voltamos pra casa, deitamos pra dormir, eu coloquei um roupão normal como pijama e ele ficou Deitou de cueca, enquanto a gente pegava no sono, ele começou a me pegar de novo. Usa a palavra: buceta, minha xereca que ele adorava porque era peluda, ele dizia, e suculenta; chupava fundo. Eu não gostava, mas ele sempre falava que se eu queria que desse certo, tinha que fazer minha parte pra funcionar. Depois me colocou em todas as posições que existem, fez comigo o que anos depois descobri que era a carriola, me deixou de quatro, pernas no ombro, abriu minhas pernas como se fosse rasgar e metia e metia. Eu só pedia pra ele ir devagar, que não tinha pressa, que a gente podia aproveitar, enquanto ele sussurrava no meu ouvido "chupa-pau", eu tô aproveitando sim porque sua dor me faz gozar. Ele continuou até gozar de novo e deitou pra dormir. Eu, cansada também, deitei junto pedindo um abraço, e ele disse que não gostava disso, pra eu ficar mais pra lá. Enquanto a gente dormia de madrugada, senti algo mexendo na minha buceta, era ele de novo fazendo sexo oral, chupava com força e dizia que eu era uma buceta gostosa e suculenta, que ia continuar até se cansar e deixar bem aberta, que era isso que ele sonhava em fazer há muito tempo. De novo ele enfiou o pau grosso e grande na minha buceta, mas dessa vez senti algo gostoso porque ele me fez sentar em cima dele e o pau grande dele roçava nas paredes da minha buceta, um prazer que pela primeira vez senti gosto e até comecei a gemer igual uma puta... Ele imediatamente mandou eu calar a boca, que não gostava que eu fizesse barulho porque os colegas de quarto estavam dormindo. Calei porque ele até quis levantar a mão pra me bater. De novo me abaixou, me colocou de quatro, que era a posição favorita dele porque podia abrir minha xereca do jeito que queria e meter aquele pau até o fundo, com força... Agarrou meus peitos com força e me deu umas palmadas na bunda que deixaram a mão marcada... Assim continuou mudando de posição até que ele só subiu em cima. Em cima de mim, com todo o peso do corpo dele, se apoiando na cama e metendo o mais forte possível até me esmagar, e você termina assim...!!!!
Amanheceu, e ele só fez isso pela última vez de um jeito normal, só pra eu ir pra casa bem fudida, ele dizia, e que já tava contando as horas pra eu voltar no fim de semana seguinte. Me deixou o café da manhã e falou pra eu fechar bem a porta quando fosse embora e deixar as chaves com a vizinha, porque ele tinha que ir trabalhar...!!!!
Assim que ele foi embora, tomei banho, comi alguma coisa, e enquanto fazia isso, me senti a mulher mais idiota do mundo e falei pra mim mesma que nunca mais voltaria com ele, muito menos ficaria com aquele bruto e porco...!!!! Que nunca soube me fazer feliz e que quando quase conseguiu me fazer sentir alguma coisa, me fez calar a boca...!!!! VOCÊ É UMA BESTA, JONATHAN.

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