Minha História
Ainda me pego lembrando, no consultório de um psicólogo, analisando minha situação...
Parece que, sem querer, sou... Ninfomaníaco.
Vou contar minha história...
Talvez eu estivesse no momento perfeito para o que aconteceu. Eu estava desolado por causa de uma situação sentimental foda. Nunca imaginei que chegaria a esse ponto depois de tudo que ela me prometeu. Pra ser sincero, tava de saco cheio. Queria pagar ela com algo bem comum, mas que sabia que ia fazê-la sofrer...
Procurava um jeito de transar com quantas mulheres pudesse. Não seria fácil, mas sabia que conseguiria.
#Isabel
Vamos chamar essa pessoa de Isabel. Ela foi a primeira a cair... A aparência dela... pfff, o que dizer de uma loira. Talvez não com grandes dotes, mas é daquelas minas que você queria na sua cama de qualquer jeito...
Ela apareceu de um jeito tão casual que eu sabia que seria a primeira da minha vingança.
Um dia igual a todos. Uma viagem casual no metrô. As dezenas de pessoas que entraram nos vagões fizeram com que ela ficasse na minha frente... Os movimentos inevitáveis do vagão e da galera faziam com que a bunda celestial e bem torneada dela balançasse no meu pau. Por razões óbvias, isso fez ele ficar duro rapidinho. O estranho pra mim foi começar a sentir as mãos de Isabel no meu pau ereto. Assim que senti o toque, olhei pra Isabel. Era impossível voltar atrás. No meio da multidão, Isabel e eu começamos uma luta pra ver quem realmente sabia usar as mãos... Isso eu deixo pra vocês imaginarem.
Isabel
23 anos.
Estudante de Enfermagem.
Loira.
Olhos cinzas.
Vegetariana.
Uns peitos dignos de uma fisiculturista, e a bunda também.
Ela entrou na minha vida no momento certo. Tenho que admitir que, naquele toque curto, mas magnífico, eu sabia que ia acabar quando chegássemos nas respectivas paradas...
O que eu não esperava era que ela se oferecesse pra... emprestar o apartamento dela pra terminar o que a gente tinha começado, ela falava que o apê dela era a poucas quadras do terminal do metrô.
cheguei no meu destino agora... chamei um táxi saindo do terminal, enquanto chegávamos no apê da Isabel, me encarreguei de percorrer o corpo dela centímetro por centímetro, beijos que nunca recebi da minha parceira.
chegamos no apê depois de 10 minutos, paguei o táxi, subimos de elevador até o andar indicado, ela abriu a porta e eu joguei ela com uma puta fúria sexual, ela tava usando o uniforme de enfermeira, um dos maiores fetiches do sexo.
comecei pela blusa branca apertada dela, tirei com os dentes enquanto dedava ela devagar. ela não queria ficar pra trás, ajoelhou e começou a tirar minha calça, começou a tocar meu pau, a língua dela, nunca imaginei que fosse capaz de fazer aquele tipo de oral, chupava minhas bolas enquanto eu enfiava os dedos no cu dela, eu tava no talo, não aguentava mais, precisava meter, levantei ela na altura da minha cintura e meti selvagem, sem piedade, ela gemia que nem uma cachorra, eu chupei os bicos dos peitos dela até deixar roxos.
depois de repetir a mesma ordem tantas vezes, decidi gozar na cara dela, quando terminei, simplesmente obriguei ela a limpar meu pau veiudo, mas ainda duro...
hoje em dia, toda vez que quero um sexo brutal, ligo pro número dela e em 30 minutos ela já tá na minha casa gemendo que nem uma puta...
[Esse é o primeiro capítulo, desculpa se não é tão descritivo, adoraria ouvir a opinião de vocês, talvez seria foda fazer relatos com voz, se tem mulheres lendo isso, por favor me chamem pra fazer o trampo se tiverem interesse]
Ainda me pego lembrando, no consultório de um psicólogo, analisando minha situação...
Parece que, sem querer, sou... Ninfomaníaco.
Vou contar minha história...
Talvez eu estivesse no momento perfeito para o que aconteceu. Eu estava desolado por causa de uma situação sentimental foda. Nunca imaginei que chegaria a esse ponto depois de tudo que ela me prometeu. Pra ser sincero, tava de saco cheio. Queria pagar ela com algo bem comum, mas que sabia que ia fazê-la sofrer...
Procurava um jeito de transar com quantas mulheres pudesse. Não seria fácil, mas sabia que conseguiria.
#Isabel
Vamos chamar essa pessoa de Isabel. Ela foi a primeira a cair... A aparência dela... pfff, o que dizer de uma loira. Talvez não com grandes dotes, mas é daquelas minas que você queria na sua cama de qualquer jeito...
Ela apareceu de um jeito tão casual que eu sabia que seria a primeira da minha vingança.
Um dia igual a todos. Uma viagem casual no metrô. As dezenas de pessoas que entraram nos vagões fizeram com que ela ficasse na minha frente... Os movimentos inevitáveis do vagão e da galera faziam com que a bunda celestial e bem torneada dela balançasse no meu pau. Por razões óbvias, isso fez ele ficar duro rapidinho. O estranho pra mim foi começar a sentir as mãos de Isabel no meu pau ereto. Assim que senti o toque, olhei pra Isabel. Era impossível voltar atrás. No meio da multidão, Isabel e eu começamos uma luta pra ver quem realmente sabia usar as mãos... Isso eu deixo pra vocês imaginarem.
Isabel
23 anos.
Estudante de Enfermagem.
Loira.
Olhos cinzas.
Vegetariana.
Uns peitos dignos de uma fisiculturista, e a bunda também.
Ela entrou na minha vida no momento certo. Tenho que admitir que, naquele toque curto, mas magnífico, eu sabia que ia acabar quando chegássemos nas respectivas paradas...
O que eu não esperava era que ela se oferecesse pra... emprestar o apartamento dela pra terminar o que a gente tinha começado, ela falava que o apê dela era a poucas quadras do terminal do metrô.
cheguei no meu destino agora... chamei um táxi saindo do terminal, enquanto chegávamos no apê da Isabel, me encarreguei de percorrer o corpo dela centímetro por centímetro, beijos que nunca recebi da minha parceira.
chegamos no apê depois de 10 minutos, paguei o táxi, subimos de elevador até o andar indicado, ela abriu a porta e eu joguei ela com uma puta fúria sexual, ela tava usando o uniforme de enfermeira, um dos maiores fetiches do sexo.
comecei pela blusa branca apertada dela, tirei com os dentes enquanto dedava ela devagar. ela não queria ficar pra trás, ajoelhou e começou a tirar minha calça, começou a tocar meu pau, a língua dela, nunca imaginei que fosse capaz de fazer aquele tipo de oral, chupava minhas bolas enquanto eu enfiava os dedos no cu dela, eu tava no talo, não aguentava mais, precisava meter, levantei ela na altura da minha cintura e meti selvagem, sem piedade, ela gemia que nem uma cachorra, eu chupei os bicos dos peitos dela até deixar roxos.
depois de repetir a mesma ordem tantas vezes, decidi gozar na cara dela, quando terminei, simplesmente obriguei ela a limpar meu pau veiudo, mas ainda duro...
hoje em dia, toda vez que quero um sexo brutal, ligo pro número dela e em 30 minutos ela já tá na minha casa gemendo que nem uma puta...
[Esse é o primeiro capítulo, desculpa se não é tão descritivo, adoraria ouvir a opinião de vocês, talvez seria foda fazer relatos com voz, se tem mulheres lendo isso, por favor me chamem pra fazer o trampo se tiverem interesse]
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