Meu professor abusou de mim.Bom, vou começar dizendo que sempre me achei muito gostosa. Desde que entrei no ensino médio, meus peitos já eram bem grandes e sempre foi o que eu mais gostei em mim. Enfim, desde que entrei na escola, aquele professor já me olhava com uns olhos cheios de safadeza. Mas como no primeiro ano eu sempre fui muito aplicada, ele não tinha desculpa pra fazer nada comigo.
Só que quando a gente passou pro segundo ano, comecei a tirar notas baixas na matéria dele, porque era minha última aula e eu quase nunca entrava. Até que um dia, já quase nas últimas semanas, o professor disse que queria... conversar comigo. Foi quando a gente ficou sozinho, e ele falou que eu tinha que levar meus pais porque eu tava quase reprovando.
Eu implorei pra ele não chamar meus pais, que eu faria qualquer coisa. Meu primeiro erro. Ele só me olhou e disse:
— Qualquer coisa?
Eu só consegui responder que sim. Ele falou que no dia seguinte eu não entraria na escola, que ia me esperar numa loja que fica duas ruas abaixo da escola, mas que eu tinha que ir com meu uniforme e que lá ele me diria o que eu precisava fazer pra passar na matéria. Eu não imaginava o que me esperava.
O caso é que no dia seguinte cheguei com meu uniforme, que era: minha saia xadrez que cobria um pouco acima dos joelhos e uma blusa branca tipo polo bem justa que marcava muito meus peitões. Minha roupa de baixo era uma tanga preta de tecido e um sutiã da mesma cor. Levei o suéter da escola na mochila porque naquele momento tava fazendo muito calor, já que eu estudava à tarde. Assim que cheguei, ele já tava me esperando no carro dele. Aí ele mandou eu entrar, e eu obedeci sem reclamar. Ele disse que eu teria que fazer um trabalho especial na casa dele. Nessa época, eu era muito inocente, porque meus pais não me deixavam ter namorado e eu só tinha tido um, mas por pouco tempo, porque meus pais descobriram e me proibiram de ver ele de novo. O caso é que eu não imaginava o que vinha pela frente. que meu professor nojento queria fazer comigo.
Assim que chegamos na casa dele, bem pequena por sinal, ele me mandou sentar num sofá que tava na primeira sala. Eu obedeci e peguei meu caderno. Quando ele percebeu, falou:
— Cê acha que tá fazendo o quê com isso?
— Ué, vou preparar minhas coisas pra ver como vai ser o trabalho.
— Nãoooo, mocinha, não precisa disso não. Esse trabalho você vai fazer com o corpo.
Foi aí que eu entendi o que tava rolando. Ele chegou perto, sentou do meu lado, me segurou firme pela cintura. Eu baixei a cabeça e, chorando, falei:
— N-não, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, por favor, eu não quero.
Mas parecia que aquilo só animava ele, porque ele ficou doido, me pegou pelo pescoço, me jogou com força no sofá e começou a me beijar que nem um desesperado, enquanto apertava com força meus peitos por cima da blusa, lambia minha cara toda enquanto eu chorava e implorava pra ele parar. Eu tentava afastar ele com as mãos e os pés, mas ele era mais pesado que eu, já que era bem obeso.
Ele começou a falar que adorava meus peitos, que eu era uma puta de peitões, que desde o primeiro ano que entrei ele já tinha gostado de mim e que só tinha arrumado desculpas pra me ter e me fazer de puta dele, enquanto continuava passando a mão nos meus peitos e apertando, mas dessa vez por baixo da blusa e do sutiã. Eu falei que ia gritar, e ele respondeu que gritasse, que já não ligava mais pra nada. Então eu comecei a gritar que nem uma desesperada, mas ele rapidamente me levantou, me pegou pelos pés, tirou minha calcinha fio dental e enfiou na minha boca, abafando meus gritos. Tentei cuspir, mas ele me deu um tapa e um soco no estômago que doeram tanto que fiquei parada por um tempo. Ele aproveitou pra pegar uma fita adesiva que tava na mesa e enrolar bastante na minha cabeça, prendendo meu cabelo e tampando minha boca com a calcinha dentro. Quando terminou isso, ele tirou a blusa e tentei resistir, o que fez com que ela rasgasse por todos os lados até que ele finalmente conseguiu tirá-la. Ele começou de novo a apalpar meus peitos, chupava e mordia até que ficaram completamente vermelhos. Eu só continuava chorando de dor e humilhação, mas ele gostava que eu chorasse, porque me esbofeteava e batia na barriga a toda hora. Depois, ele amarrou minhas mãos nas costas com a mesma fita e tirou meu sutiã e minha saia.
Ele me levantou do sofá e sentou-se. Quando fez isso, pensei que era minha chance. Tentei correr, mas ele me deu uma rasteira e eu caí sem usar as mãos, já que estavam amarradas. Ele se jogou em cima de mim e, beliscando minhas nádegas, começou a sussurrar no meu ouvido:
— Olha, vagabunda, se não cooperar, vai ser pior pra você. Então é melhor se comportar. Entendeu?!
Eu só concordei com a cabeça. Ele se levantou e, enquanto eu ainda estava no chão, me deu dois chutes nas costelas com a ponta dos sapatos. Quase desmaiei de dor. Preferia ter desmaiado, mas não foi o que aconteceu.
Ele me levantou do chão e me levou de volta ao sofá, mas dessa vez ele sentou primeiro e me colocou no colo dele. Foi quando senti pela primeira vez um pau roçando minhas nádegas. Ele já não estava mais de calças — não sei quando as tirou — mas naquele momento ele encaixou o pau entre minhas pernas e começou a esfregar na minha buceta ainda virgem. Eu só conseguia sentir ele roçando na minha entrada, soltando tanto calor que quase me queimava, enquanto o pau dele soltava o lubrificante natural e molhava minha xereca. Sentia a respiração dele na minha nuca e uma das mãos beliscando meu mamilo esquerdo. Depois de alguns minutos, ele me levantou pela cintura e encostou o pau na minha buceta. Eu chorava e implorava para que não fizesse aquilo, mas só saíam murmúrios da minha boca por causa da mordaça que eu tinha.
Num segundo, ele me deixou cair sobre o pau dele, me penetrando por completo. Era enorme, e a dor que senti foi como se estivessem me rasgando por dentro. Fiquei imóvel por uns Instantes até que ele, apertando meus mamilos, me fez levantar de novo e depois puxando pra baixo antes de tirar completamente o pau de dentro de mim, me fez engolir de volta pela minha buceta, assim uma e outra vez, acelerando o ritmo cada vez mais. Durante uns 15 minutos a gente ficou nessa, quando de repente ele soltou meus mamilos doloridos e me segurou pela cintura, me apertando contra ele. De repente, senti um jorro quente inundando minha buceta, e outro, e outro, no total foram cinco jorros. Eu só fiquei imóvel, sentada nas pernas dele e recostada na barriga mole dele por uns minutos. De repente, ele me pegou pela cintura, me levantou bruscamente e tirou o pau mole de dentro de mim. Então eu virei pra baixo e vi minha buceta escorrendo porra e sangue pelas minhas pernas. Ele me jogou no chão como se eu fosse só uma boneca de pano. Eu fiquei ali, dolorida, chorando desconsolada, mas também meio aliviada porque pensei que tinha acabado, mas como eu estava enganada.
Quando ele voltou, trouxe uma faca com ele. Eu me assustei, pensei que ia me matar, mas ele só usou pra desamarrar minhas mãos. Me pegou pela mão, me levou até a mesinha que tava no centro do quarto, me deitou sobre ela de barriga pra cima, me amarrando pés e mãos nas pernas da mesinha, que, diga-se de passagem, era quase do meu tamanho, já que eu sou baixinha. Então ele saiu dali por quase meia hora.
Quando voltou, trouxe uma vara meio comprida com a qual se preparou pra me bater nas pernas, na barriga e em todas as partes do meu corpo que ele conseguia. Depois disso, ele me desamarrou da mesa, me virou sobre ela e me amarrou de novo, mas dessa vez só as mãos, assim de barriga pra baixo. Pegou a vara de novo e começou a açoitar minhas nádegas até sangrarem. Isso foi por mais meia hora. Depois, ele se ajoelhou atrás de mim e voltou a me empalar com o pau dele, mas dessa vez não foi na minha buceta, e sim no meu cu, no qual cuspiu bastante saliva e enfiou o pau. Começou a meter e tirar devagar. Primeiro só a pontinha, depois mais e mais, até que o pau enorme dele chegou na metade dentro de mim. Eu já tava bem rosada e sentia meu cu inteiro pulsar, quando de repente, sem mais nem menos, de uma só vez, ele enfiou o pau todo. Eu senti a pior dor da minha vida, foi tão forte que desmaiei. Devem ter sido uns dois ou três minutos, porque quando acordei, ele já tava me bombando bem forte e rápido. Meu cu ainda tava com uma dor latejante, mas não tão forte quanto no começo, ainda doía pra caralho. Depois de uns 10 minutos, ele gozou dentro de mim de novo, enchendo minhas entranhas com o esperma dele. Dessa vez foi menos que na minha buceta, mas quando ele tirou, senti escorrer bastante pelo meu cu.
Eu já tava exausta e dolorida de tanta porrada e abuso, quando de repente ele se aproximou, me pegou pelo cabelo, levantou minha cara com um puxão forte e disse quase sussurrando:
— Olha aqui, sua puta, vou tirar a mordaça da sua boca, mas se você tentar gritar, vou cortar sua língua com essa faca e depois vou cortar esses peitos lindos que você tem, entendeu?
Eu só balancei a cabeça de novo. Ele cortou a mordaça com a faca e, com um puxão, arrancou ela, levando alguns fios de cabelo, o que me fez soltar um "aiii". Ele me deu outro tapa, dizendo "cala a boca, puta". Aquele tapa me fez implorar:
— Por favor, professor, já deixa eu ir. Eu... eu... eu prometo que não... não vou contar pra ninguém...
— Olha, sua puta, já estamos quase acabando. Eu não tô aqui pra perder tempo com merda, então agora você vai me chupar até engolir todo o meu leite, hein?
Eu só continuei chorando, quando ele puxou meu cabelo de novo, fazendo eu tentar gritar, mas ele enfiou o pau na minha boca na mesma hora. Tava meio mole, mas ainda era enorme, me fazia engasgar e quase vomitar. Ele me segurou com as duas mãos no cabelo e começou a me comer pela boca, tão rápido e forte que batia no meu nariz e eu quase não conseguia respirar. Depois de me deixar assim por uns minutos, o pau dele não subia e ele se desesperou. Tirou o pênis ainda mole e me deu mais dois tapas, mas esses foram ainda mais fortes, tanto que dessa vez sangrou meu nariz e minhas bochechas incharam tanto que quase não conseguia abrir meu olho direito.
Naquele momento, ele estava tão frustrado que pegou uma vassoura que tava num canto, tirou a escova e começou a enfiar na minha buceta. Eu não aguentei mais e comecei a chorar.
— Poooooor favorrrrrrrrr!!!!!!! Jááááááááá, por favoooooooor, não faz issooooooo, me dói muuuuuuuuuuito, aiiiiiiiiiiii, jááááááááá!
Ele só ria e falava:
— Assim que você gosta, né, puta!!!!!!! Heeeee, você gosta, puta de peitão, heeeee heeeee, fala que você gosta, vagabunda, puta! Fala que é minha puta de peitão, que quer que eu te atravesse, fala logo!!!!!!!
— Aiiiiiiiiiiii, aaaa, jááááá, por por por favor, isso dó...
— Fala que você gosta, puta, se não quer que eu enfie tudo até te atravessar, gostosa!
— Aaaaahhhhuuuu!!!!!! Eu gugugosto, aiiii, sim, meme-me gusta muuuuuito, aiiii, jáááá, por por favorrrrr, haaaaaaaaiiiii!
— Isso, assim que eu gosto, uma puta obediente, hahahahaha!
Depois disso, ele soltou o cabo, mas não tirou ele de dentro de mim. Pegou a vara com que tinha me surrado e enfiou de uma vez no meu cu. E, se não era muito grossa, com certeza era comprida, porque senti como se atravessasse meu reto até a parede do meu intestino. Depois disso, amarrou minha blusa na minha boca como mordaça, mas não sem antes colocar minha calcinha fio dental de volta na minha boca. Ele disse que ia tirar uma soneca e me deixou bem empalada no cu e na buceta. Eu só me deixei vencer pelo cansaço e acabei dormindo de bruços, com as mãos amarradas naquela mesinha.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei com uma dor imensa no meu rabo. Quando comecei a recobrar a consciência, senti ele fazendo redemoinhos no meu cu com a vara, enquanto ria e gozava me fazendo aquilo. Eu já não aguentava mais. Ele tirou a vara e depois pegou o cabo da vassoura e começou a meter e tirar de novo. Quando ele tirou completamente, eu já não aguentava mais. Era umas 7 da noite e eu já queria ir pra casa e que tudo acabasse. Então ele percebeu a hora e rapidamente desamarrou minhas mãos e me levantou. Minhas pernas estavam dormentes e quase não me seguravam, eu estava quase caindo. Ele, me puxando pelo cabelo, me levou pra um banheiro pequeno que tinha só uma cortina como porta. Ele me empurrou e puxou pelo cabelo pra dentro, porque eu não queria entrar. Aí ele me jogou no chão sujo do banheiro, que cheirava horrível. Tirou minha mordaça improvisada, minhas meias e meus sapatos, que eu tinha usado o tempo todo, e me disse pra ficar bem quietinha e deitada de barriga pra cima, senão ele ia me chutar até quebrar minhas costelas. Eu já estava tão assustada e sabia que ele era capaz, então não tive escolha a não ser obedecer. Ele disse: "Abre bem a boca e fecha os olhos." Eu fiz isso, e ele começou a mijar na minha cara. Quando senti a urina quente dele, quis fechar a boca e me mexer, mas ele me deu outro chute que me fez gritar e engolir a urina dele. Era nojento, eu queria vomitar, e ele só ria de mim e me xingava, dizendo que era isso que eu merecia por ser uma puta. Eu só queria que tudo acabasse.
Depois que ele mijou no meu corpo todo, pegou um balde e encheu com água fria, e com uma concha começou a me molhar toda. A água estava gelada, tanto que meus bicos dos peitos ficaram durinhos na hora. Ele começou a me esfregar com uma bucha e sabão em barra. Me ensaboou toda e enfiou a bucha na minha buceta e no meu cu. Depois, quando meus buraquinhos já estavam bem abertos, ele despejava água neles e enfiava e tirava os dedos. Depois de me lavar bem toda, dos pés à cabeça, ele passou álcool em todos os ferimentos que tinha me causado com a vara. Logo depois, me deu meu sutiã, minha saia e minha blusa, que estava toda rasgada e não me cobria nada. Ele disse pra eu me vestir, que já era hora de ir embora, que ele ia me levar pra casa, mas que se... Fiquei com minha tanga de lembrança daquela tarde maravilhosa.
Então, como pude, me vesti, coloquei o suéter da escola pra não aparecer minha blusa toda rasgada. Saímos da casa dele, eu ia com o olhar perdido, já estava escuro. Subimos no carro dele, quando sentei, senti minhas nádegas ardendo das porradas da vara, e a dor no meu cu era ainda pior. Fiz caretas de dor, ele virou e disse: "Fica tranquila, putinha, você vai se acostumar."
No caminho pra minha casa, que durou uns trinta minutos, ele me fez tirar os peitos de novo e começou a beliscar meus bicos outra vez até chegarmos na frente da minha casa. Ele abaixou o zíper da calça e tirou o pauzão enorme dele de novo e disse:
— Achou que ia embora sem engolir meu leite?
Comecei a chorar de novo, já que tava a poucos passos da minha casa e ele queria que eu engolisse aquele pinto gigante e nojento dele. Ele me puxou pela cabeça até me colocar na frente dele, mandou eu abrir a boca. Eu, sem esperança, obedeci e comecei a chupar. Depois de uns 5 minutos, ele gozou na minha boca, enchendo ela toda sem avisar. Mandou eu engolir tudo, senão me bateria de novo. Assim fiz, engoli até a última gota e quase vomitei, mas aguentei. Depois de deixar a rola dele completamente limpa, ele guardou, saiu do carro e foi me abrir a porta. Quando desci, me dirigi como pude pra porta da minha casa. Mal tinha dado uns passos quando, de repente, ele me deu um tapa na bunda que me fez pular. Então continuei andando, e ele atrás de mim. Quando cheguei na frente da porta, fiquei esperando ele ir embora, e qual foi minha surpresa: ele tocou a campainha.
Eu sabia naquele momento que meus pais estavam lá dentro e fiquei paralisada ao saber que o homem que tinha me humilhado, estuprado e batido ia falar com eles. Na hora, minha mãe abriu a porta e me viu toda machucada e chorando, e perguntou:
— Mas o que aconteceu, filha? Quem fez isso com você, me diz?????
E antes que eu pudesse dizer qualquer coisa... Palavra, o professor interrompeu:
— Não se preocupe, senhora, não é nada, foi só uma briguinha entre colegas na escola.
— Mas como? Se minha filha nunca fez uma coisa dessas antes.
— Olha, eu não sei como foi isso. Pergunte pra sua filha explicar, porque não tô aqui por causa disso. Só vim deixar ela em casa pra dizer que sua filha tá quase reprovando na minha matéria por faltas.
Naquela hora, senti um balde de água fria descendo pelo meu corpo todo. Minha mãe fez o professor entrar pra explicar melhor e mandou eu ir tomar um banho. Quando desci, ela me deu uma bronca, dizendo como era possível eu ter virado tão rebelde. A partir dessa semana, o professor ia passar pra me buscar todo sábado e domingo pra me dar um curso de recuperação. Daí em diante, não escutei mais nada do que minha mãe falou, só pensava que ele ia me ter à disposição o fim de semana inteiro. Quase contei tudo pra minha mãe, mas não consegui. Toda vez que tentava, dava um nó na garganta.
A partir daquele momento, virei o brinquedo dele e minha vida mudou. Perdi meu valor próprio e, se qualquer cara tentasse me tocar, eu deixava. Mas isso já é outra história...
Muito obrigada por passar e comentar. Um abraço.
Só que quando a gente passou pro segundo ano, comecei a tirar notas baixas na matéria dele, porque era minha última aula e eu quase nunca entrava. Até que um dia, já quase nas últimas semanas, o professor disse que queria... conversar comigo. Foi quando a gente ficou sozinho, e ele falou que eu tinha que levar meus pais porque eu tava quase reprovando.
Eu implorei pra ele não chamar meus pais, que eu faria qualquer coisa. Meu primeiro erro. Ele só me olhou e disse:
— Qualquer coisa?
Eu só consegui responder que sim. Ele falou que no dia seguinte eu não entraria na escola, que ia me esperar numa loja que fica duas ruas abaixo da escola, mas que eu tinha que ir com meu uniforme e que lá ele me diria o que eu precisava fazer pra passar na matéria. Eu não imaginava o que me esperava.
O caso é que no dia seguinte cheguei com meu uniforme, que era: minha saia xadrez que cobria um pouco acima dos joelhos e uma blusa branca tipo polo bem justa que marcava muito meus peitões. Minha roupa de baixo era uma tanga preta de tecido e um sutiã da mesma cor. Levei o suéter da escola na mochila porque naquele momento tava fazendo muito calor, já que eu estudava à tarde. Assim que cheguei, ele já tava me esperando no carro dele. Aí ele mandou eu entrar, e eu obedeci sem reclamar. Ele disse que eu teria que fazer um trabalho especial na casa dele. Nessa época, eu era muito inocente, porque meus pais não me deixavam ter namorado e eu só tinha tido um, mas por pouco tempo, porque meus pais descobriram e me proibiram de ver ele de novo. O caso é que eu não imaginava o que vinha pela frente. que meu professor nojento queria fazer comigo.
Assim que chegamos na casa dele, bem pequena por sinal, ele me mandou sentar num sofá que tava na primeira sala. Eu obedeci e peguei meu caderno. Quando ele percebeu, falou:
— Cê acha que tá fazendo o quê com isso?
— Ué, vou preparar minhas coisas pra ver como vai ser o trabalho.
— Nãoooo, mocinha, não precisa disso não. Esse trabalho você vai fazer com o corpo.
Foi aí que eu entendi o que tava rolando. Ele chegou perto, sentou do meu lado, me segurou firme pela cintura. Eu baixei a cabeça e, chorando, falei:
— N-não, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, por favor, eu não quero.
Mas parecia que aquilo só animava ele, porque ele ficou doido, me pegou pelo pescoço, me jogou com força no sofá e começou a me beijar que nem um desesperado, enquanto apertava com força meus peitos por cima da blusa, lambia minha cara toda enquanto eu chorava e implorava pra ele parar. Eu tentava afastar ele com as mãos e os pés, mas ele era mais pesado que eu, já que era bem obeso.
Ele começou a falar que adorava meus peitos, que eu era uma puta de peitões, que desde o primeiro ano que entrei ele já tinha gostado de mim e que só tinha arrumado desculpas pra me ter e me fazer de puta dele, enquanto continuava passando a mão nos meus peitos e apertando, mas dessa vez por baixo da blusa e do sutiã. Eu falei que ia gritar, e ele respondeu que gritasse, que já não ligava mais pra nada. Então eu comecei a gritar que nem uma desesperada, mas ele rapidamente me levantou, me pegou pelos pés, tirou minha calcinha fio dental e enfiou na minha boca, abafando meus gritos. Tentei cuspir, mas ele me deu um tapa e um soco no estômago que doeram tanto que fiquei parada por um tempo. Ele aproveitou pra pegar uma fita adesiva que tava na mesa e enrolar bastante na minha cabeça, prendendo meu cabelo e tampando minha boca com a calcinha dentro. Quando terminou isso, ele tirou a blusa e tentei resistir, o que fez com que ela rasgasse por todos os lados até que ele finalmente conseguiu tirá-la. Ele começou de novo a apalpar meus peitos, chupava e mordia até que ficaram completamente vermelhos. Eu só continuava chorando de dor e humilhação, mas ele gostava que eu chorasse, porque me esbofeteava e batia na barriga a toda hora. Depois, ele amarrou minhas mãos nas costas com a mesma fita e tirou meu sutiã e minha saia.
Ele me levantou do sofá e sentou-se. Quando fez isso, pensei que era minha chance. Tentei correr, mas ele me deu uma rasteira e eu caí sem usar as mãos, já que estavam amarradas. Ele se jogou em cima de mim e, beliscando minhas nádegas, começou a sussurrar no meu ouvido:
— Olha, vagabunda, se não cooperar, vai ser pior pra você. Então é melhor se comportar. Entendeu?!
Eu só concordei com a cabeça. Ele se levantou e, enquanto eu ainda estava no chão, me deu dois chutes nas costelas com a ponta dos sapatos. Quase desmaiei de dor. Preferia ter desmaiado, mas não foi o que aconteceu.
Ele me levantou do chão e me levou de volta ao sofá, mas dessa vez ele sentou primeiro e me colocou no colo dele. Foi quando senti pela primeira vez um pau roçando minhas nádegas. Ele já não estava mais de calças — não sei quando as tirou — mas naquele momento ele encaixou o pau entre minhas pernas e começou a esfregar na minha buceta ainda virgem. Eu só conseguia sentir ele roçando na minha entrada, soltando tanto calor que quase me queimava, enquanto o pau dele soltava o lubrificante natural e molhava minha xereca. Sentia a respiração dele na minha nuca e uma das mãos beliscando meu mamilo esquerdo. Depois de alguns minutos, ele me levantou pela cintura e encostou o pau na minha buceta. Eu chorava e implorava para que não fizesse aquilo, mas só saíam murmúrios da minha boca por causa da mordaça que eu tinha.
Num segundo, ele me deixou cair sobre o pau dele, me penetrando por completo. Era enorme, e a dor que senti foi como se estivessem me rasgando por dentro. Fiquei imóvel por uns Instantes até que ele, apertando meus mamilos, me fez levantar de novo e depois puxando pra baixo antes de tirar completamente o pau de dentro de mim, me fez engolir de volta pela minha buceta, assim uma e outra vez, acelerando o ritmo cada vez mais. Durante uns 15 minutos a gente ficou nessa, quando de repente ele soltou meus mamilos doloridos e me segurou pela cintura, me apertando contra ele. De repente, senti um jorro quente inundando minha buceta, e outro, e outro, no total foram cinco jorros. Eu só fiquei imóvel, sentada nas pernas dele e recostada na barriga mole dele por uns minutos. De repente, ele me pegou pela cintura, me levantou bruscamente e tirou o pau mole de dentro de mim. Então eu virei pra baixo e vi minha buceta escorrendo porra e sangue pelas minhas pernas. Ele me jogou no chão como se eu fosse só uma boneca de pano. Eu fiquei ali, dolorida, chorando desconsolada, mas também meio aliviada porque pensei que tinha acabado, mas como eu estava enganada.
Quando ele voltou, trouxe uma faca com ele. Eu me assustei, pensei que ia me matar, mas ele só usou pra desamarrar minhas mãos. Me pegou pela mão, me levou até a mesinha que tava no centro do quarto, me deitou sobre ela de barriga pra cima, me amarrando pés e mãos nas pernas da mesinha, que, diga-se de passagem, era quase do meu tamanho, já que eu sou baixinha. Então ele saiu dali por quase meia hora.
Quando voltou, trouxe uma vara meio comprida com a qual se preparou pra me bater nas pernas, na barriga e em todas as partes do meu corpo que ele conseguia. Depois disso, ele me desamarrou da mesa, me virou sobre ela e me amarrou de novo, mas dessa vez só as mãos, assim de barriga pra baixo. Pegou a vara de novo e começou a açoitar minhas nádegas até sangrarem. Isso foi por mais meia hora. Depois, ele se ajoelhou atrás de mim e voltou a me empalar com o pau dele, mas dessa vez não foi na minha buceta, e sim no meu cu, no qual cuspiu bastante saliva e enfiou o pau. Começou a meter e tirar devagar. Primeiro só a pontinha, depois mais e mais, até que o pau enorme dele chegou na metade dentro de mim. Eu já tava bem rosada e sentia meu cu inteiro pulsar, quando de repente, sem mais nem menos, de uma só vez, ele enfiou o pau todo. Eu senti a pior dor da minha vida, foi tão forte que desmaiei. Devem ter sido uns dois ou três minutos, porque quando acordei, ele já tava me bombando bem forte e rápido. Meu cu ainda tava com uma dor latejante, mas não tão forte quanto no começo, ainda doía pra caralho. Depois de uns 10 minutos, ele gozou dentro de mim de novo, enchendo minhas entranhas com o esperma dele. Dessa vez foi menos que na minha buceta, mas quando ele tirou, senti escorrer bastante pelo meu cu.
Eu já tava exausta e dolorida de tanta porrada e abuso, quando de repente ele se aproximou, me pegou pelo cabelo, levantou minha cara com um puxão forte e disse quase sussurrando:
— Olha aqui, sua puta, vou tirar a mordaça da sua boca, mas se você tentar gritar, vou cortar sua língua com essa faca e depois vou cortar esses peitos lindos que você tem, entendeu?
Eu só balancei a cabeça de novo. Ele cortou a mordaça com a faca e, com um puxão, arrancou ela, levando alguns fios de cabelo, o que me fez soltar um "aiii". Ele me deu outro tapa, dizendo "cala a boca, puta". Aquele tapa me fez implorar:
— Por favor, professor, já deixa eu ir. Eu... eu... eu prometo que não... não vou contar pra ninguém...
— Olha, sua puta, já estamos quase acabando. Eu não tô aqui pra perder tempo com merda, então agora você vai me chupar até engolir todo o meu leite, hein?
Eu só continuei chorando, quando ele puxou meu cabelo de novo, fazendo eu tentar gritar, mas ele enfiou o pau na minha boca na mesma hora. Tava meio mole, mas ainda era enorme, me fazia engasgar e quase vomitar. Ele me segurou com as duas mãos no cabelo e começou a me comer pela boca, tão rápido e forte que batia no meu nariz e eu quase não conseguia respirar. Depois de me deixar assim por uns minutos, o pau dele não subia e ele se desesperou. Tirou o pênis ainda mole e me deu mais dois tapas, mas esses foram ainda mais fortes, tanto que dessa vez sangrou meu nariz e minhas bochechas incharam tanto que quase não conseguia abrir meu olho direito.
Naquele momento, ele estava tão frustrado que pegou uma vassoura que tava num canto, tirou a escova e começou a enfiar na minha buceta. Eu não aguentei mais e comecei a chorar.
— Poooooor favorrrrrrrrr!!!!!!! Jááááááááá, por favoooooooor, não faz issooooooo, me dói muuuuuuuuuuito, aiiiiiiiiiiii, jááááááááá!
Ele só ria e falava:
— Assim que você gosta, né, puta!!!!!!! Heeeee, você gosta, puta de peitão, heeeee heeeee, fala que você gosta, vagabunda, puta! Fala que é minha puta de peitão, que quer que eu te atravesse, fala logo!!!!!!!
— Aiiiiiiiiiiii, aaaa, jááááá, por por por favor, isso dó...
— Fala que você gosta, puta, se não quer que eu enfie tudo até te atravessar, gostosa!
— Aaaaahhhhuuuu!!!!!! Eu gugugosto, aiiii, sim, meme-me gusta muuuuuito, aiiii, jáááá, por por favorrrrr, haaaaaaaaiiiii!
— Isso, assim que eu gosto, uma puta obediente, hahahahaha!
Depois disso, ele soltou o cabo, mas não tirou ele de dentro de mim. Pegou a vara com que tinha me surrado e enfiou de uma vez no meu cu. E, se não era muito grossa, com certeza era comprida, porque senti como se atravessasse meu reto até a parede do meu intestino. Depois disso, amarrou minha blusa na minha boca como mordaça, mas não sem antes colocar minha calcinha fio dental de volta na minha boca. Ele disse que ia tirar uma soneca e me deixou bem empalada no cu e na buceta. Eu só me deixei vencer pelo cansaço e acabei dormindo de bruços, com as mãos amarradas naquela mesinha.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei com uma dor imensa no meu rabo. Quando comecei a recobrar a consciência, senti ele fazendo redemoinhos no meu cu com a vara, enquanto ria e gozava me fazendo aquilo. Eu já não aguentava mais. Ele tirou a vara e depois pegou o cabo da vassoura e começou a meter e tirar de novo. Quando ele tirou completamente, eu já não aguentava mais. Era umas 7 da noite e eu já queria ir pra casa e que tudo acabasse. Então ele percebeu a hora e rapidamente desamarrou minhas mãos e me levantou. Minhas pernas estavam dormentes e quase não me seguravam, eu estava quase caindo. Ele, me puxando pelo cabelo, me levou pra um banheiro pequeno que tinha só uma cortina como porta. Ele me empurrou e puxou pelo cabelo pra dentro, porque eu não queria entrar. Aí ele me jogou no chão sujo do banheiro, que cheirava horrível. Tirou minha mordaça improvisada, minhas meias e meus sapatos, que eu tinha usado o tempo todo, e me disse pra ficar bem quietinha e deitada de barriga pra cima, senão ele ia me chutar até quebrar minhas costelas. Eu já estava tão assustada e sabia que ele era capaz, então não tive escolha a não ser obedecer. Ele disse: "Abre bem a boca e fecha os olhos." Eu fiz isso, e ele começou a mijar na minha cara. Quando senti a urina quente dele, quis fechar a boca e me mexer, mas ele me deu outro chute que me fez gritar e engolir a urina dele. Era nojento, eu queria vomitar, e ele só ria de mim e me xingava, dizendo que era isso que eu merecia por ser uma puta. Eu só queria que tudo acabasse.
Depois que ele mijou no meu corpo todo, pegou um balde e encheu com água fria, e com uma concha começou a me molhar toda. A água estava gelada, tanto que meus bicos dos peitos ficaram durinhos na hora. Ele começou a me esfregar com uma bucha e sabão em barra. Me ensaboou toda e enfiou a bucha na minha buceta e no meu cu. Depois, quando meus buraquinhos já estavam bem abertos, ele despejava água neles e enfiava e tirava os dedos. Depois de me lavar bem toda, dos pés à cabeça, ele passou álcool em todos os ferimentos que tinha me causado com a vara. Logo depois, me deu meu sutiã, minha saia e minha blusa, que estava toda rasgada e não me cobria nada. Ele disse pra eu me vestir, que já era hora de ir embora, que ele ia me levar pra casa, mas que se... Fiquei com minha tanga de lembrança daquela tarde maravilhosa.
Então, como pude, me vesti, coloquei o suéter da escola pra não aparecer minha blusa toda rasgada. Saímos da casa dele, eu ia com o olhar perdido, já estava escuro. Subimos no carro dele, quando sentei, senti minhas nádegas ardendo das porradas da vara, e a dor no meu cu era ainda pior. Fiz caretas de dor, ele virou e disse: "Fica tranquila, putinha, você vai se acostumar."
No caminho pra minha casa, que durou uns trinta minutos, ele me fez tirar os peitos de novo e começou a beliscar meus bicos outra vez até chegarmos na frente da minha casa. Ele abaixou o zíper da calça e tirou o pauzão enorme dele de novo e disse:
— Achou que ia embora sem engolir meu leite?
Comecei a chorar de novo, já que tava a poucos passos da minha casa e ele queria que eu engolisse aquele pinto gigante e nojento dele. Ele me puxou pela cabeça até me colocar na frente dele, mandou eu abrir a boca. Eu, sem esperança, obedeci e comecei a chupar. Depois de uns 5 minutos, ele gozou na minha boca, enchendo ela toda sem avisar. Mandou eu engolir tudo, senão me bateria de novo. Assim fiz, engoli até a última gota e quase vomitei, mas aguentei. Depois de deixar a rola dele completamente limpa, ele guardou, saiu do carro e foi me abrir a porta. Quando desci, me dirigi como pude pra porta da minha casa. Mal tinha dado uns passos quando, de repente, ele me deu um tapa na bunda que me fez pular. Então continuei andando, e ele atrás de mim. Quando cheguei na frente da porta, fiquei esperando ele ir embora, e qual foi minha surpresa: ele tocou a campainha.
Eu sabia naquele momento que meus pais estavam lá dentro e fiquei paralisada ao saber que o homem que tinha me humilhado, estuprado e batido ia falar com eles. Na hora, minha mãe abriu a porta e me viu toda machucada e chorando, e perguntou:
— Mas o que aconteceu, filha? Quem fez isso com você, me diz?????
E antes que eu pudesse dizer qualquer coisa... Palavra, o professor interrompeu:
— Não se preocupe, senhora, não é nada, foi só uma briguinha entre colegas na escola.
— Mas como? Se minha filha nunca fez uma coisa dessas antes.
— Olha, eu não sei como foi isso. Pergunte pra sua filha explicar, porque não tô aqui por causa disso. Só vim deixar ela em casa pra dizer que sua filha tá quase reprovando na minha matéria por faltas.
Naquela hora, senti um balde de água fria descendo pelo meu corpo todo. Minha mãe fez o professor entrar pra explicar melhor e mandou eu ir tomar um banho. Quando desci, ela me deu uma bronca, dizendo como era possível eu ter virado tão rebelde. A partir dessa semana, o professor ia passar pra me buscar todo sábado e domingo pra me dar um curso de recuperação. Daí em diante, não escutei mais nada do que minha mãe falou, só pensava que ele ia me ter à disposição o fim de semana inteiro. Quase contei tudo pra minha mãe, mas não consegui. Toda vez que tentava, dava um nó na garganta.
A partir daquele momento, virei o brinquedo dele e minha vida mudou. Perdi meu valor próprio e, se qualquer cara tentasse me tocar, eu deixava. Mas isso já é outra história...
Muito obrigada por passar e comentar. Um abraço.
2 comentários - Que estranho, um professor com a aluna kkkk