O leitor é a coisa mais importante que quem escreve tem. Por ele, isso acontece, se materializa e vive. Sem os leitores, isso jamais aconteceria.
Deixo aqui o primeiro de vários contos dessa nova série. (Recomendo ler ele antes de ler este.)http://www.poringa.net/posts/relatos/2471614/Fernando-y-Gisela-Segunda-serie-de-relatos.html
Espero seus comentários pra saber se tão gostando e se continuo postando.
Se é fantasia ou realidade, isso, vocês decidem...
Depois da nossa primeira experiência, passamos umas duas semanas transando pra caralho, cheios de lembranças. O tesão ainda durava e comia nossa cabeça. Eu ainda tinha o vídeo que gravei quase escondido, sem a Gisela e o Alejandro saberem.
Em mim ficou a sensação, depois de ver como o Alejandro encaixou o pau entre os lábios da buceta dela e depois no cu, que a Gisela queria muito mais, mas não tinha coragem de pedir. Então, numa quinta depois do jantar, já na cama brincando de novo, falo:
— E se eu disser que você pode ver tudo que aconteceu?
A cara da Gisela se transformou. Não sabia se me matava no xingo ou pedia pra eu botar o DVD logo. Obviamente, rolou a segunda opção. Depois de alguns minutos vendo o vídeo, um já tava masturbando o outro, até que chegou "aquela cena". Dava pra ver em detalhe como subia e descia aquele pau entre os lábios da minha mulher, como roçava o clitóris dela e também como se encaixava na rabeta dela. Ela começou a gemer muito mais forte e, no ouvido, falei:
— Cê acha a gente repetir o encontro... e cê acha amanhã?
Só ouvi um "sim" como resposta, e um orgasmo que deixou a Gisela se recuperando por vários minutos, brincando com meu gozo que tinha espirrado no púbis dela.
No dia seguinte, combinei com o Alejandro a visita e, sem problemas, marcamos pras 21h, sem mudar nenhuma regra do encontro anterior. Ele só ia receber sexo oral ou dar sexo oral, no máximo.
A Gisela se preparou de novo com tudo, retocou cada centímetro do corpo, vestindo um vestido na altura da coxa com um decote lindo e solto embaixo. Às 20h45, tava tudo pronto e ela, feita uma deusa. A gente se beijou por uns minutos, esquentando o clima, e aproveitei pra sussurrar:
— Acho que você tava com muita vontade que, no outro dia, em vez de brincar, tivesse enfiado de verdade, né?
A cara de vergonha dela... culpa misturada com tesão me deu razão, mas o som da campainha desativou qualquer desculpa, "vai você" falei e foi ela quem atendeu dessa vez.
Ela abriu a porta e, ao fechá-la, cravou um beijo profundo que o pegou completamente de surpresa. A resposta dele não demorou, começaram a se devorar, os corpos colados se esfregando um no outro denunciavam o tesão mútuo. Alejandro segurava a cintura dela com uma mão enquanto a outra percorria suas costas e cabelos, pra depois descer e morar no começo da rabeta dele, empurrando ela contra si, apertando o púbis dele no dela.
A calça social denunciou o estado dele e dava pra ver o comprimento inteiro daquele instrumento. Minha esposa desceu a mão e se deparou com aquela dureza, tocou de leve primeiro e depois apertou forte contra a perna dele. Abriu o zíper da calça, puxou pra fora pra poder acariciar melhor. A mão dela subia e descia a pele daquela glande, enquanto Alejandro puxou o decote pra começar a chupar os peitos de Gisela, arrancando os primeiros gemidos.
Ela olhou fixo nos olhos dele, enquanto continuava o movimento, virou me procurando e ao me ver se deparou comigo na porta do hall com meu pau na mão, curtindo a cena. Na mesma hora, ela se ajoelhou na frente dele, engolindo com desespero cada centímetro possível daquele pau. Só tirava os olhos daquela ferramenta pra ver a cara de satisfação dele. Ele continuava acariciando os peitos dela, brincando com os bicos, apertando com força. Enquanto isso, com a boca e a mão direita, ela percorria aquele falo grosso que não conseguia rodear com os dedos. Com a mão livre, ela buscou a buceta dela e começou a se esfregar por cima da calcinha fio dental branca e transparente. Não demorou pra puxar ela, já toda molhada, pra poder acariciar o clitóris e amassar toda a gordura dos lábios inchados.
— Assim, putinha, chupa assim... tava com saudade desse pau, né? Isso, engole ele, mamãe...
Uma afirmação saindo da garganta abafada dava sinal verde pra continuar. descontrolada com o Alejandro.
- Você queria chupar essa rola? Essa rola te excita, né? Assim, vadia, assim, come ela toda..
As narinas dela bem abertas, sugando oxigênio como se fosse água, mostravam a excitação dela. Ela se levantou e se fundiram de novo num beijo, ela pegou no pau dele e, apoiando um joelho nos bancos de cimento da entrada, virou de costas se encostando na parede enquanto encaixava a rola do Alejandro entre os lábios da buceta dela, fazendo ele deslizar, esfregar e desejar aquela caverna gostosa e quente de novo. Ela colocou a mão por baixo e fechou o contato com aquela rola. Ele se mexia, entendendo o jogo, sem penetrar ela e curtindo aquela punheta gostosa, enquanto beijava o pescoço dela e, como podia, mordia os peitos dela, que já estavam no ar com as alças caídas.
Dava pra ver a cena a centímetros, minha esposa gozava sem parar "assim, buceta, assim, me faz sentir essa rola gostosa" "assim, vadia, assim, gostosa, assim se mexe que vai me fazer explodir", eles falavam um pro outro, se beijavam, se ofegavam no ritmo.
A cabeça do pau batia no clitóris e a mão da minha mulher prendia ele contra aquele botão inchado e esfregava como se um gênio fosse sair dali. A rola do Alejandro brilhava com os fluidos da minha mulher e inchava até quase estourar, os movimentos dele ficavam mais rápidos, e a respiração da Gisela também. Ela pressentiu, sentiu ele gozar. Deixou a mão firme pra ele fazer o movimento, apertava ele com força contra ela.
- Quer a porra, meu amor?
- Sim, me dá, me molha toda, me banha toda.
Ele empurrou forte, tirando a cabeça por cima da mão dela, e ao se afastar pra dar a estocada final e gozar na mão dela, a Gisela apertou a mão contra o púbis dela, fechando o espaço que sobrava, fazendo com que, no primeiro empurrão dele, a cabeça entrasse e começasse a soltar jatos de porra um atrás do outro.
Ao sentir que penetrou ela, ficou dentro e empurrou ainda mais forte, segurando ela pelos quadris, fazendo ela sentir o pau dele. púbis contra as nádegas dela, só podendo ver os testículos dele como se destacavam por baixo, bufando, apertando os glúteos dela em sinal claro da descarga dele, enquanto minha esposa, com restos do gosto dele e de sêmen na mão, limpava com a boca, sentindo o gosto da vara dele.
Não pude fazer nada além de gozar ao ver minha mulher sendo penetrada por outro homem, sendo aproveitada por outra pica. A menos de meio metro de distância, molhei só a perna dela, sabendo que era apenas um mero espectador de luxo do momento.
Ao terminar de gozar, os dois se beijaram, riram cúmplices, sabendo do desejo mútuo que sentiam. Ainda dentro dela, Alejandro disse:
—Você me fez me sujar todo…
Ela esboçou um sorriso e, saindo dela, ele se afastou, dando lugar para ela começar a limpá-lo. Gisela se ajoelhou mais uma vez na frente dele e, olhando nos olhos dele, deu umas lambidas em todo o comprimento e grossura, tirando até a última gota de sêmen e dos fluidos dela, se levantou e disse: “Pronto, aí está você todo limpinho”, dando passagem para ele ir ao banheiro.
Ele se virou e me viu. Me beijou, levei minhas mãos até a buceta dela, enfiei um par de dedos sentindo a umidade e o calor dela.
—Te encho toda…
Ela corou, como se caísse na real do que tinha acontecido, deixou escapar um “sim” nervoso enquanto apertava minha pica, que já tava recobrando as forças. Ao sentir ela molhada, percebeu minha gozada bruta na perna dela e no chão.
—Acho que você também gostou, hein…
Rimos cúmplices. Sabendo que a noite estava só começando.
Quando Alejandro voltou, fomos direto pro quarto. Minha mulher também tinha passado no banheiro, e isso fez com que Alejandro, ao vê-la de calcinha dedicada à minha pica e com as pernas abertas, se perdesse na buceta dela, comendo como um desesperado. Depois de uns instantes, a pica dele recobrou as forças, ele se levantou, arrancou a calcinha fio dental que ela tava usando e a penetrou de uma só estocada. A boceta dela já estava toda ensopada e recebeu ele sem impedimentos. Começou um vai e vem Saca furioso chupando os peitos dela enquanto ela ainda me dava um boquete delicioso.
-Que gostosa você é, que buceta linda você tem, que puta gostosa é a sua mulher, Fer.
Nos dizia Alejandro, a porrada infernal dele fazia Gisela gozar de novo, que sem tirar meu pau da boca só soltava sons guturais.
Mudei a posição, ela ficou de quatro na minha frente enquanto nosso convidado continuava aproveitando o corpo dela. Mordeu as nádegas dela, depois desceu de novo pra buceta e percorreu os lábios, enfiou uns dois dedos e a penetrava enquanto com o polegar brincava no cu dela. Eu via a cena e queria ver no que ia dar. Ela tirou meu pau da boca, eu, iludido, pensando em algum desafio pela brincadeira proibida, só esbocei:
-Pelo amor de Deus, mete logo!
Realizei os desejos dela, me levantei e como num passe de mágica fiz desaparecer aquele pau descomunal dentro da minha esposa enquanto me agarrava nas nádegas dela e já penetrava o cu dela com o polegar. Em minutos veio o indicador pra somar ao maior, e depois o anular.
-Isso, buceta, me arromba toda.
Cuspiu no cu dela, tirou o pau da buceta e enquanto continuava brincando na bunda dela, se aproximou do rosto dela e, apontando o pau, pediu pra ela lubrificar. Três chupadas bastaram, se posicionou de novo enquanto ela afundava a cara no travesseiro. A glande começou a pressionar e aos poucos foi abrindo caminho, centímetro por centímetro aquele falo foi sumindo. Quando entrou, ficou parado, mal se mexendo. Enquanto brincava com os peitos dela e com a buceta dela. Foi a Gisela quem começou a se mexer, metendo e tirando aquele troço.
-Chupa o pau do teu marido, me mostra como você chupa, puta
Ele disse enquanto pegava suavemente no cabelo dela como se fosse as crinas de uma gostosa. O vai e vem foi frenético, assim como a chupada que minha mulher me dava.
Ela tirou meu pau da boca só pra pedir que ele não parasse, que metesse mais. Não aguentei e Me masturbando e gozei no corpo da minha esposa, sujando os peitos dela de porra.
Alejandro continuava metendo forte na minha mulher, enquanto segurava os peitos dela. Ela gemia que nem uma louca, eu via ela extasiada e gozando como nunca.
— Já te comeram a bunda assim alguma vez? Encheram ela de porra?
— Nunca, nunca...
— Uau, que gostoso, vou encher ela pra você...
Ela começou a tremer num orgasmo forte, enquanto Alejandro bufava e apertava os dentes, gozando de novo uma quantidade enorme.
A cena toda me ativou de novo, fiquei me masturbando do lado enquanto via minha mulher se jogar de bruços na cama com o cu super dilatado. "Vem", consegui falar.
Ela se virou, me ofereceu a buceta dela bem aberta e comecei a comer ela com muita força. Mordiscava os peitos dela, segurava ela pela cintura, afundando meus dedos na carne dela.
— Preciso de outro pau, quero seu pau na minha boca.
Ela falava pro Alejandro, que via a cena do lado, se acariciando o membro meio duro. Ele se aproximou da Gisela de pé, deixando a centímetros da boca dela aquele pau ainda pingando porra. Minha esposa esticou o pescoço, colocou a língua pra fora e passou por baixo daquele pau, levando ele direto pra boca dela, e começou a chupar como se fosse um canudo entupido que você quer desentupir na força.
Em questão de segundos, eu via minha esposa devorar aquele pau inteiro, masturbando ele com uma mão e acariciando as bolas com a outra. Nós dois começamos a respirar acelerado, tanto eu quanto Alejandro estávamos prestes a gozar. Gisela então me surpreendeu mais uma vez.
— Eu quero você dentro de mim.
Ela falou quase desesperada pra ele. Sem outro jeito, eu saí de dentro dela pra que a buceta da minha esposa se abrisse completamente pra passagem daquele falo infernal.
— Vem, me dá sua porra. Goza vendo como ele me enche.
Ela falou pra mim. De novo, explodiu minha cabeça. Ela começou a me fazer um boquete único, enquanto eu via ele arremeter uma vez e outra. vez contra sua carne nosso convidado.
- Me dá, quero ficar com toda sua porra no corpo inteiro.
Era literalmente assim, a boca dela tinha provado, na bunda dela tinha uma grande descarga que ainda escorria, o rosto, o queixo e os peitos também tinham recebido parte de uma dessas gozadas e nas mãos dela estava o resto do que recebeu na entrada.
Alejandro apertou o ritmo, parecia querer se afundar, se fundir com minha mulher.
- Toma, aí tem tudo!
O grito encheu o quarto, os gemidos da Gisela acompanharam e em cada última investida saía um último jato de sêmen. Eu também comecei a gozar, me descarregando na boca da minha esposa, manchando com umas poucas e últimas gotas o queixo dela.
Meticulosamente, ela limpou de novo meu pau, que começou a perder o tamanho de vez. Alejandro saiu dela e se aproximou da cabeceira da cama para que ela fizesse o mesmo com ele.
Alejandro foi pro banheiro, eu fiquei exausto na cama olhando vidrado a porta do banheiro. De repente, a imagem da Gisela entrando no banheiro me surpreendeu pela última vez na noite. Ela sentou no vaso na frente dele, que estava prestes a mijar, também surpreendendo ele. Sentou quase no fundo do assento, abriu as pernas o máximo que pôde, e com a mão esquerda puxou a pele da glande dele, passou a língua no freio, deixou a boca aberta por uns segundos, e passando a ponta daquele pau pelos peitos dela disse: "Mija em mim". Incrivelmente, aquele pau monumental endureceu de novo, mas ele conseguiu descarregar uma mijada enorme nos peitos da minha esposa. A urina descia pelos peitos dela arrastando restos de sêmen, descia pela barriga e caía nos lábios da buceta dela, se juntando com a urina da Gisela que deixava uma mistura de mijo e porra lá dentro.
Ao terminar de mijar, incrivelmente o pau do Alejandro já estava quase duro. Gisela mordeu o lábio inferior, levou a mão direita pra buceta dela ainda pingando mijo próprio e alheio, e com a outra levou à boca aquele pau, começando um boquete. novinha que encolhia os ovos do Alejandro a cada chupada certeira da minha esposa.
O cara claramente era uma besta, podia transar o dia inteiro. Na minha mulher, despertou algo que estava adormecido e que talvez nunca tivesse vindo à tona. E eu, inacreditavelmente, conseguia ficar excitado com a imagem da chuva dourada até esse novo oral. Na minha vida, nunca tinha gozado 4 vezes e me surpreendia com a capacidade da minha esposa de me excitar, e de me excitar tanto com aquela situação.
Ela movia a cabeça no ritmo da exigência da mão dele. Novamente, em poucos minutos, ele se descarregava, logicamente bem menos que das outras vezes, na boca da minha esposa, que não deixava escapar nada, absolutamente nada, e eu, como um mero espectador de novo, sujava minhas mãos e os lençóis pobremente, como o fim de uma noite inesquecível para todos.
Deixo aqui o primeiro de vários contos dessa nova série. (Recomendo ler ele antes de ler este.)http://www.poringa.net/posts/relatos/2471614/Fernando-y-Gisela-Segunda-serie-de-relatos.html
Espero seus comentários pra saber se tão gostando e se continuo postando. Se é fantasia ou realidade, isso, vocês decidem...
Depois da nossa primeira experiência, passamos umas duas semanas transando pra caralho, cheios de lembranças. O tesão ainda durava e comia nossa cabeça. Eu ainda tinha o vídeo que gravei quase escondido, sem a Gisela e o Alejandro saberem.
Em mim ficou a sensação, depois de ver como o Alejandro encaixou o pau entre os lábios da buceta dela e depois no cu, que a Gisela queria muito mais, mas não tinha coragem de pedir. Então, numa quinta depois do jantar, já na cama brincando de novo, falo:
— E se eu disser que você pode ver tudo que aconteceu?
A cara da Gisela se transformou. Não sabia se me matava no xingo ou pedia pra eu botar o DVD logo. Obviamente, rolou a segunda opção. Depois de alguns minutos vendo o vídeo, um já tava masturbando o outro, até que chegou "aquela cena". Dava pra ver em detalhe como subia e descia aquele pau entre os lábios da minha mulher, como roçava o clitóris dela e também como se encaixava na rabeta dela. Ela começou a gemer muito mais forte e, no ouvido, falei:
— Cê acha a gente repetir o encontro... e cê acha amanhã?
Só ouvi um "sim" como resposta, e um orgasmo que deixou a Gisela se recuperando por vários minutos, brincando com meu gozo que tinha espirrado no púbis dela.
No dia seguinte, combinei com o Alejandro a visita e, sem problemas, marcamos pras 21h, sem mudar nenhuma regra do encontro anterior. Ele só ia receber sexo oral ou dar sexo oral, no máximo.
A Gisela se preparou de novo com tudo, retocou cada centímetro do corpo, vestindo um vestido na altura da coxa com um decote lindo e solto embaixo. Às 20h45, tava tudo pronto e ela, feita uma deusa. A gente se beijou por uns minutos, esquentando o clima, e aproveitei pra sussurrar:
— Acho que você tava com muita vontade que, no outro dia, em vez de brincar, tivesse enfiado de verdade, né?
A cara de vergonha dela... culpa misturada com tesão me deu razão, mas o som da campainha desativou qualquer desculpa, "vai você" falei e foi ela quem atendeu dessa vez.
Ela abriu a porta e, ao fechá-la, cravou um beijo profundo que o pegou completamente de surpresa. A resposta dele não demorou, começaram a se devorar, os corpos colados se esfregando um no outro denunciavam o tesão mútuo. Alejandro segurava a cintura dela com uma mão enquanto a outra percorria suas costas e cabelos, pra depois descer e morar no começo da rabeta dele, empurrando ela contra si, apertando o púbis dele no dela.
A calça social denunciou o estado dele e dava pra ver o comprimento inteiro daquele instrumento. Minha esposa desceu a mão e se deparou com aquela dureza, tocou de leve primeiro e depois apertou forte contra a perna dele. Abriu o zíper da calça, puxou pra fora pra poder acariciar melhor. A mão dela subia e descia a pele daquela glande, enquanto Alejandro puxou o decote pra começar a chupar os peitos de Gisela, arrancando os primeiros gemidos.
Ela olhou fixo nos olhos dele, enquanto continuava o movimento, virou me procurando e ao me ver se deparou comigo na porta do hall com meu pau na mão, curtindo a cena. Na mesma hora, ela se ajoelhou na frente dele, engolindo com desespero cada centímetro possível daquele pau. Só tirava os olhos daquela ferramenta pra ver a cara de satisfação dele. Ele continuava acariciando os peitos dela, brincando com os bicos, apertando com força. Enquanto isso, com a boca e a mão direita, ela percorria aquele falo grosso que não conseguia rodear com os dedos. Com a mão livre, ela buscou a buceta dela e começou a se esfregar por cima da calcinha fio dental branca e transparente. Não demorou pra puxar ela, já toda molhada, pra poder acariciar o clitóris e amassar toda a gordura dos lábios inchados.
— Assim, putinha, chupa assim... tava com saudade desse pau, né? Isso, engole ele, mamãe...
Uma afirmação saindo da garganta abafada dava sinal verde pra continuar. descontrolada com o Alejandro.
- Você queria chupar essa rola? Essa rola te excita, né? Assim, vadia, assim, come ela toda..
As narinas dela bem abertas, sugando oxigênio como se fosse água, mostravam a excitação dela. Ela se levantou e se fundiram de novo num beijo, ela pegou no pau dele e, apoiando um joelho nos bancos de cimento da entrada, virou de costas se encostando na parede enquanto encaixava a rola do Alejandro entre os lábios da buceta dela, fazendo ele deslizar, esfregar e desejar aquela caverna gostosa e quente de novo. Ela colocou a mão por baixo e fechou o contato com aquela rola. Ele se mexia, entendendo o jogo, sem penetrar ela e curtindo aquela punheta gostosa, enquanto beijava o pescoço dela e, como podia, mordia os peitos dela, que já estavam no ar com as alças caídas.
Dava pra ver a cena a centímetros, minha esposa gozava sem parar "assim, buceta, assim, me faz sentir essa rola gostosa" "assim, vadia, assim, gostosa, assim se mexe que vai me fazer explodir", eles falavam um pro outro, se beijavam, se ofegavam no ritmo.
A cabeça do pau batia no clitóris e a mão da minha mulher prendia ele contra aquele botão inchado e esfregava como se um gênio fosse sair dali. A rola do Alejandro brilhava com os fluidos da minha mulher e inchava até quase estourar, os movimentos dele ficavam mais rápidos, e a respiração da Gisela também. Ela pressentiu, sentiu ele gozar. Deixou a mão firme pra ele fazer o movimento, apertava ele com força contra ela.
- Quer a porra, meu amor?
- Sim, me dá, me molha toda, me banha toda.
Ele empurrou forte, tirando a cabeça por cima da mão dela, e ao se afastar pra dar a estocada final e gozar na mão dela, a Gisela apertou a mão contra o púbis dela, fechando o espaço que sobrava, fazendo com que, no primeiro empurrão dele, a cabeça entrasse e começasse a soltar jatos de porra um atrás do outro.
Ao sentir que penetrou ela, ficou dentro e empurrou ainda mais forte, segurando ela pelos quadris, fazendo ela sentir o pau dele. púbis contra as nádegas dela, só podendo ver os testículos dele como se destacavam por baixo, bufando, apertando os glúteos dela em sinal claro da descarga dele, enquanto minha esposa, com restos do gosto dele e de sêmen na mão, limpava com a boca, sentindo o gosto da vara dele.
Não pude fazer nada além de gozar ao ver minha mulher sendo penetrada por outro homem, sendo aproveitada por outra pica. A menos de meio metro de distância, molhei só a perna dela, sabendo que era apenas um mero espectador de luxo do momento.
Ao terminar de gozar, os dois se beijaram, riram cúmplices, sabendo do desejo mútuo que sentiam. Ainda dentro dela, Alejandro disse:
—Você me fez me sujar todo…
Ela esboçou um sorriso e, saindo dela, ele se afastou, dando lugar para ela começar a limpá-lo. Gisela se ajoelhou mais uma vez na frente dele e, olhando nos olhos dele, deu umas lambidas em todo o comprimento e grossura, tirando até a última gota de sêmen e dos fluidos dela, se levantou e disse: “Pronto, aí está você todo limpinho”, dando passagem para ele ir ao banheiro.
Ele se virou e me viu. Me beijou, levei minhas mãos até a buceta dela, enfiei um par de dedos sentindo a umidade e o calor dela.
—Te encho toda…
Ela corou, como se caísse na real do que tinha acontecido, deixou escapar um “sim” nervoso enquanto apertava minha pica, que já tava recobrando as forças. Ao sentir ela molhada, percebeu minha gozada bruta na perna dela e no chão.
—Acho que você também gostou, hein…
Rimos cúmplices. Sabendo que a noite estava só começando.
Quando Alejandro voltou, fomos direto pro quarto. Minha mulher também tinha passado no banheiro, e isso fez com que Alejandro, ao vê-la de calcinha dedicada à minha pica e com as pernas abertas, se perdesse na buceta dela, comendo como um desesperado. Depois de uns instantes, a pica dele recobrou as forças, ele se levantou, arrancou a calcinha fio dental que ela tava usando e a penetrou de uma só estocada. A boceta dela já estava toda ensopada e recebeu ele sem impedimentos. Começou um vai e vem Saca furioso chupando os peitos dela enquanto ela ainda me dava um boquete delicioso.
-Que gostosa você é, que buceta linda você tem, que puta gostosa é a sua mulher, Fer.
Nos dizia Alejandro, a porrada infernal dele fazia Gisela gozar de novo, que sem tirar meu pau da boca só soltava sons guturais.
Mudei a posição, ela ficou de quatro na minha frente enquanto nosso convidado continuava aproveitando o corpo dela. Mordeu as nádegas dela, depois desceu de novo pra buceta e percorreu os lábios, enfiou uns dois dedos e a penetrava enquanto com o polegar brincava no cu dela. Eu via a cena e queria ver no que ia dar. Ela tirou meu pau da boca, eu, iludido, pensando em algum desafio pela brincadeira proibida, só esbocei:
-Pelo amor de Deus, mete logo!
Realizei os desejos dela, me levantei e como num passe de mágica fiz desaparecer aquele pau descomunal dentro da minha esposa enquanto me agarrava nas nádegas dela e já penetrava o cu dela com o polegar. Em minutos veio o indicador pra somar ao maior, e depois o anular.
-Isso, buceta, me arromba toda.
Cuspiu no cu dela, tirou o pau da buceta e enquanto continuava brincando na bunda dela, se aproximou do rosto dela e, apontando o pau, pediu pra ela lubrificar. Três chupadas bastaram, se posicionou de novo enquanto ela afundava a cara no travesseiro. A glande começou a pressionar e aos poucos foi abrindo caminho, centímetro por centímetro aquele falo foi sumindo. Quando entrou, ficou parado, mal se mexendo. Enquanto brincava com os peitos dela e com a buceta dela. Foi a Gisela quem começou a se mexer, metendo e tirando aquele troço.
-Chupa o pau do teu marido, me mostra como você chupa, puta
Ele disse enquanto pegava suavemente no cabelo dela como se fosse as crinas de uma gostosa. O vai e vem foi frenético, assim como a chupada que minha mulher me dava.
Ela tirou meu pau da boca só pra pedir que ele não parasse, que metesse mais. Não aguentei e Me masturbando e gozei no corpo da minha esposa, sujando os peitos dela de porra.
Alejandro continuava metendo forte na minha mulher, enquanto segurava os peitos dela. Ela gemia que nem uma louca, eu via ela extasiada e gozando como nunca.
— Já te comeram a bunda assim alguma vez? Encheram ela de porra?
— Nunca, nunca...
— Uau, que gostoso, vou encher ela pra você...
Ela começou a tremer num orgasmo forte, enquanto Alejandro bufava e apertava os dentes, gozando de novo uma quantidade enorme.
A cena toda me ativou de novo, fiquei me masturbando do lado enquanto via minha mulher se jogar de bruços na cama com o cu super dilatado. "Vem", consegui falar.
Ela se virou, me ofereceu a buceta dela bem aberta e comecei a comer ela com muita força. Mordiscava os peitos dela, segurava ela pela cintura, afundando meus dedos na carne dela.
— Preciso de outro pau, quero seu pau na minha boca.
Ela falava pro Alejandro, que via a cena do lado, se acariciando o membro meio duro. Ele se aproximou da Gisela de pé, deixando a centímetros da boca dela aquele pau ainda pingando porra. Minha esposa esticou o pescoço, colocou a língua pra fora e passou por baixo daquele pau, levando ele direto pra boca dela, e começou a chupar como se fosse um canudo entupido que você quer desentupir na força.
Em questão de segundos, eu via minha esposa devorar aquele pau inteiro, masturbando ele com uma mão e acariciando as bolas com a outra. Nós dois começamos a respirar acelerado, tanto eu quanto Alejandro estávamos prestes a gozar. Gisela então me surpreendeu mais uma vez.
— Eu quero você dentro de mim.
Ela falou quase desesperada pra ele. Sem outro jeito, eu saí de dentro dela pra que a buceta da minha esposa se abrisse completamente pra passagem daquele falo infernal.
— Vem, me dá sua porra. Goza vendo como ele me enche.
Ela falou pra mim. De novo, explodiu minha cabeça. Ela começou a me fazer um boquete único, enquanto eu via ele arremeter uma vez e outra. vez contra sua carne nosso convidado.
- Me dá, quero ficar com toda sua porra no corpo inteiro.
Era literalmente assim, a boca dela tinha provado, na bunda dela tinha uma grande descarga que ainda escorria, o rosto, o queixo e os peitos também tinham recebido parte de uma dessas gozadas e nas mãos dela estava o resto do que recebeu na entrada.
Alejandro apertou o ritmo, parecia querer se afundar, se fundir com minha mulher.
- Toma, aí tem tudo!
O grito encheu o quarto, os gemidos da Gisela acompanharam e em cada última investida saía um último jato de sêmen. Eu também comecei a gozar, me descarregando na boca da minha esposa, manchando com umas poucas e últimas gotas o queixo dela.
Meticulosamente, ela limpou de novo meu pau, que começou a perder o tamanho de vez. Alejandro saiu dela e se aproximou da cabeceira da cama para que ela fizesse o mesmo com ele.
Alejandro foi pro banheiro, eu fiquei exausto na cama olhando vidrado a porta do banheiro. De repente, a imagem da Gisela entrando no banheiro me surpreendeu pela última vez na noite. Ela sentou no vaso na frente dele, que estava prestes a mijar, também surpreendendo ele. Sentou quase no fundo do assento, abriu as pernas o máximo que pôde, e com a mão esquerda puxou a pele da glande dele, passou a língua no freio, deixou a boca aberta por uns segundos, e passando a ponta daquele pau pelos peitos dela disse: "Mija em mim". Incrivelmente, aquele pau monumental endureceu de novo, mas ele conseguiu descarregar uma mijada enorme nos peitos da minha esposa. A urina descia pelos peitos dela arrastando restos de sêmen, descia pela barriga e caía nos lábios da buceta dela, se juntando com a urina da Gisela que deixava uma mistura de mijo e porra lá dentro.
Ao terminar de mijar, incrivelmente o pau do Alejandro já estava quase duro. Gisela mordeu o lábio inferior, levou a mão direita pra buceta dela ainda pingando mijo próprio e alheio, e com a outra levou à boca aquele pau, começando um boquete. novinha que encolhia os ovos do Alejandro a cada chupada certeira da minha esposa.
O cara claramente era uma besta, podia transar o dia inteiro. Na minha mulher, despertou algo que estava adormecido e que talvez nunca tivesse vindo à tona. E eu, inacreditavelmente, conseguia ficar excitado com a imagem da chuva dourada até esse novo oral. Na minha vida, nunca tinha gozado 4 vezes e me surpreendia com a capacidade da minha esposa de me excitar, e de me excitar tanto com aquela situação.
Ela movia a cabeça no ritmo da exigência da mão dele. Novamente, em poucos minutos, ele se descarregava, logicamente bem menos que das outras vezes, na boca da minha esposa, que não deixava escapar nada, absolutamente nada, e eu, como um mero espectador de novo, sujava minhas mãos e os lençóis pobremente, como o fim de uma noite inesquecível para todos.
3 comentários - Fernando e Gisela. Parte 2.
Tremendo este segundo encuentro !!!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Esperare los otros...