O leitor é o mais importante que tem quem escreve. Por ele isso acontece, se materializa e vive. Sem os leitores, isso jamais passaria. Deixo aqui o primeiro de vários relatos desta nova série. Espero seus comentários para saber se gostam e continuar com o posteo. Se é fantasia ou realidade, isso, decidem Vds...
Meu nome é Fernando e com Gisela, minha esposa, nos conhecemos desde há 15 anos, desde a secundária quando compartíamos a classe no colégio, e quase desde esse mesmo tempo estamos juntos de maneira contínua havendo-nos separado apenas em duas oportunidades (produto da nossa adolescência), o que nos permitiu conhecer outras pessoas e experimentar novas sensações. Estamos casados há cerca de 10 anos, e o não ter filhos ainda nos permite explorar nossa intimidade ao máximo sem restrições de horários, lugar ou formas. No entanto, nunca havíamos superado, até o que estou por contar, a fronteira de estar sozinhos. O mais ousado foi filmarmo-nos alguma vez ou tirar fotos que haviam ficado em nossa intimidade.
A fantasia de estar com alguém mais estava nas nossas cabeças e se fazia presente cada vez que tínhamos sexo quando começávamos a fantasiar alguma situação que nos levasse ao tope. Por geral, sempre derivava em eu tomar um dos meus dedos e aproximá-los da boca dela para que começassem a lamber como se fosse o cock de alguém mais a quem terminava pedindo a cum em sua boca, sua cara ou suas tetas. Essa situação terminava desatando sempre um forte orgasmo para ambos que nos deixava extasiados até o cansaço.
Certa noite, o joguete com os dedos e a fantasia explodiu quando ainda não estávamos perdidos em plena furia, e ahí surgiu o plano, com uma mirada nos entendemos e assim foi que decidimos empreender a difícil tarefa de quem envolver e como consegui-lo. De plano descartamos amigos e conhecidos, porque seria de alguma maneira mais exposta publicar nossa privacidade, então recorremos a diferentes salas de chat para adultos. Vários candidatos passaram sem sucesso tanto seja porque fisicamente não se ajustavam ou porque bem não inspiravam confiança. Depois de muito procurar e descartar e Luego de um par de semanas, apareceu Alejandro, um garoto jovem de bom físico mas não exagerado, muito simpático e localizado. Algumas charlas pasaram, não muitas, até que saiu o tema e a proposta. Eu aceitei sem reparos dado que é uma fantasia que também queria ter. O intercambio de fotos não se fez esperar Gisela me passou uma nossa com as caras um pouco distorcidas e ele se surpreendeu com uma foto como Deus o trouxe ao mundo e ostentando uma ferramenta mais que considerável que acusava ser maior a uns 20cm com um grosso acordo que fez que minha mulher, se excitasse de maneira instantânea ao imaginá-la entre suas mãos e sua boca.
Como a segurança era o primeiro, pedimos como condição excluyente que nos demonstrasse que estava limpo de qualquer doença (não está para andar fodendo assim nomes pela vida) e nós por nossa parte fizemos o mesmo. Por outro lado, estabelecemos as regras do encontro, nossa fantasia era que outro homem este com ela, mas limitando-se apenas a receber sexo oral ou se masturbar e/ou ser masturbado. Aceito tudo isso, só resta pôr o dia e a hora.
A noite esperada chega. Gisela passou o dia se arrumando para deslumbrar completamente nosso convidado, seu pussy depilado por completo, sua roupa de encaixe nova e meias com liguero somado a uns tacos altos era a vestimenta fatal.
Às 9 pm, pontual, chega Alejandro com presença perfeita e um perfume que inunda o recepcionista. Eu o recebi e ao passar para o living encontrou-se com Gisela que lucia um vestido preto ceñido ao corpo que marcava sua cintura à perfeição, o pronunciado escote deixava adivinar seus peitos firmes e redondos e seu Booty (ao meu gosto, o melhor de ela) ressaltava dominante. Alejandro se quedou como embobado com a imagem e se podia ver que se havia empalmado mesmo por cima do jeans.
Minhas sensações recorreram desde o nervo e o ciúme instintivo de qualquer pessoa até o morbo mais profundo de ver materializada aquela imagem mental que desde faz tempo se faz presente noite após noite.
Servi uns tragos para ir relaxando, e para romper o gelo. Começamos a charlar um tempo nos conhecendo melhor os três, a pergunta dele sobre por que e como da fantasia não se fez esperar. Ao escutar a explicação, o brilho nos olhos dos três se tornou presente e um calor se tornou cortante na sala. Gisela, sentada no meio, foi para cima de mim e me comeu a boca, virando as costas para nosso convidado, para que ele pudesse observar melhor o monte sobre mim abrindo ao máximo minhas pernas. Comecei a procurar por aqueles peitos, mas me deteve, me levantei e lhes dei um mini strip-tease, ficando sozinho com o corpo, sua calcinha transparente, as meias mencionadas e os sapatos. Com seu bailado sugestivo (dedicado exclusivamente a Alejandro), terminei de pôr dura a bunda do nosso convidado que parecia pedir liberdade. Me arrodillei à frente dele e, sacando meu pênis já muito duro, comecei a dar uma mamada dedicada, recorrendo cada centímetro da minha bunda, enquanto com uma de suas mãos frotava sobre o pacote de Alejandro que estava prestes a explodir.
Voltei a montar sobre mim, dando lugar para ele comer-me, como eu sei que gosta, seus peitos rodeando seus mamilos para então mamar-nos dedicadamente, com uma das suas mãos Gise começou a me masturbar enquanto eu fazia o mesmo com ela. Fui subindo lentamente até ficar arrodillada à frente da minha cara, comecei a comer sua fofoca com dedicação, arrancando seus suspiros enquanto brincava com seu bumbum com meus dedos molhados dela, sabendo que esse era o limite para mim dado que muito poucas vezes havia podido entrar ali pelo dor que acusava. Os suspiros se transformaram em um longo orgasmo que encharcou a minha cara e a desvaneceu brevemente sobre mim.
Ela deixou definitivamente meu pênis para começar a brincar com sua fofoca, metia dois e até três dedos como desesperada após ter como louca, enquanto eu voltava a comer seus peitos. Ao virar a vista, encontramos nosso convidado já com o seu membro fora. Uma ferramenta bem mais grande e grossa, embora eu alcance uns respeitáveis 20cm, a qual balançava com a imagem que brigávamos. Com a mesma mão com que Gisela se estava dando prazer, tome essa dura ferramenta e começou a masturbar, os líquidos sumados às gotas do líquido pré-seminal dele faziam que essa cabeça vermelha brilhasse em seu esplendor.
A imagem me pôs a mil, tomei minha mulher e, num movimento assertivo, corri a thong e a penetrei de um único envio arrancando-lhe um gemido e um respingão do seu cu que denotava prazer contido. Começou a subir e descer sobre meu cock de maneira desaforada, seus peitos já livres de roupa rebatiam e sua thong emmarcava seu perfeito cu, ela seguia paguando Alejandro que também começou a se despir, ficando apenas com seu boxers com suas bolas fora e seu cock terrivelmente duro e ereto.
Gisela via e gozava do quadro de uma maneira única, até que, por instinto ou não sei, tomei um dos meus dedos e comecei a chupá-lo.
– Você vai se conformar com isso, tendo essa cock nas suas mãos? – perguntei-lhe.
Como caindo na realidade abriu os olhos, Alejandro tomou-a da nuca, beijou-a profundamente e em seguida acompanhou sua cabeça até que ela se hundir na entreperna, levantou o cabelo para que a imagem ficasse à descoberto, apoie a cabeça sobre uma de suas pernas enquanto começava a lamber e chupar suas bolas para em seguida ir subindo desde a base do seu pênis lambendo cada centímetro venoso daquela cock. Ao chegar à cabeça, com seus grossos lábios beijou-a escondendo o ponto e lambendo-o com o ponto de sua língua.
– ¡Cométela toda puta! – disse nosso convidado, e ela fazendo caso omiso a engoliu até onde pôde entrar-lhe. Um subir e descer furioso e o barulho da saliva que não parava de soar. A incomodidade da posição fez que se parasse um pouco a coisa, assim fomos direto para a cama. Ao entrar na habitação, tinha uma surpresa para os dois, uma filmadora de frente ao King size que nos dava espaço aos 3 sem problemas e estava a registrar tudo o que lá ocorria. Gisela se pôs de lado, dando-me as costas, e Alejandro se pôs ao nível da sua boca. A desesperação dela por continuar chupando-se era tão grande que mesmo antes de termos nos acomodado todos, ela já estava pendurada naquele pau, lambendo-o, não havia chegado a entrar novamente nele que já estava introduzindo seus dedos, o que eu crei ser um simples ato de desesperação, rapidamente penetrava novamente e o gemido abafado por essa cock fez-se sentir. Eu estava a mil, prestes a explodir, preso às suas nádegas, penetrando-a fortemente enquanto via como ela saboreava aquela cock e eram suas tetas manipuladas pelo tipo, ela lhe deu para chupar um dos seus dedos que tinham seus líquidos. Ele se deleitou e os lambi com desesperação – ¡Que sorte tem o seu marido de provar essa pussy deliciosa todos os dias!-. As palavras foram para ela um catalisador e foi-se em um novo orgasmo muito mais estrepitoso que o anterior, as contrações na sua vagina e o arqueamento do seu corpo eram intermináveis, ele não a deixava apartar-se da sua tarefa que cumpria dedicadamente. Alejandro olhou-a nos olhos, tirou a cock da boca e começou a passá-la pelos lábios. – ¡Pide la cum que tanto queres!-. Eu disse, ela me olhou sobre o seu ombro enquanto eu continuava penetrando-a, e esboçou um sorriso libidinoso como poucas vezes lhe havia visto. Enquanto tomava os testículos daquele cock e envolvia a cabeça com sua língua, disse-lhe .-Dame la cum é minha cum-. Começou a se masturbar ele, enquanto eu aumentava a força das minhas investidas, -¿Queres la cum puta?-. A simples palavra lograva levá-la ao cume do éxtase, -Sim, dai-me, dai-me, dai-me toda a cum-. Alejandro estava acariciando um dos seios, o que se converteu em uma apertura sinal de o que já vinha, ela abriu a boca obedientemente e ele começou a descarregar grandes e espessos jatos brancos sobre sua boca, seu mento e seus peitos, a imagem da minha mulher recebendo aquele longo cume me descontrolo e comecei também a largar quase ao mesmo tempo todo meu sêmen em seu pussy, os gemidos produto de um novo orgasmo que ela recebia preencheram a habitação enquanto limpava sua cara e seus peitos com o ponto da cock de Ale, para luego levá-la à boca e deixá-la lustrosa.
Isso provocou que eu ficasse completamente empalmado novamente. Gisela, que não mostrava cansaço em sua boca, começou a dar-lhe uma exquisita chupada novamente, mas essa vez estando o acostado com ela, o que fazia subir e descer com seu corpo, fazendo assim frotar aquela cock entre seus peitos. A coisa foi um pouco mais longe quando ela subiu para beijá-lo e pude ver claramente como, entre os lábios de seu pussy, acomodava-se ao longo daquela cock sem que a penetrasse, mas a frotava, fazendo desear a ambos essa sensação e ainda mais extrema quando tomei o cu da minha mulher e fiz o mesmo entre suas nádegas.
Ela voltou a baixar e continuou chupando-a com prazer frenético. Eu estava completamente excitado e bônus com a situação, ela se recostou e me guiou para que eu colocasse minhas pernas ao seu lado, acomodei aquela brutal ferramenta entre suas tetas preciosas agora brilhantes pelo suor e os restos de sêmen, e comecei a fazer-lhe uma Boobs fuck que, por causa do comprimento daquela cock, não saía nunca da boca. A cabeça daquele dick entrava e saía dos lábios da minha mulher – Veni Fer, também te amo aqui quero ter essas duas garotas lindas comigo.- me aproximei e comecei a pajear-me, o tipo parecia louco como pegava aquelas tetas e a boca da minha mulher, comecei a masturbar-me mesmo libertando assim a minha esposa para que desse prazer ao nosso convidado e eu aproveitar para dar-lhe prazer a ela.
–Uy puta, como te vou dar o cume de novo! Assim é. Siii... toma tudo…-
A cabeça daquela cock não saiu mais dos lábios da minha esposa, os jatos de sêmen pegaram na garganta e tentei tomar todo o que pude, mesmo quando mais de um fio de cume fresco se escapava comissuras. Lavei corretamente essa ferramenta que agora sim havia ficado mais calma. Comecei a masturbar-me também eu sobre ela, tomei a minha pênis, levei-a até a porta de seu clitóris e lá começou a masturbar-me, o jogo dos seus líquidos e o roçar de seus lábios e clitoris sobre meu glande fizeram que não pudesse conter-me e comecei a descarregar-me novamente como se fazia meses que não pegava. Depois de terminar de coitar, seguiu jogando com minha pênis semi-erecta, masturbandose, olhando para ele, mordendo os lábios, re-saborizando o gosto ao sêmen novo e seco que ainda havia sobre ela.
–Sim sim, toma este é para você, lindo, é para voooosss!!!-
E enquanto se terminava de masturbar com minha pênis, vi como minha mulher dedicava um orgasmo a outro tipo, isso fez que eu fosse embora novamente, já com pouco mais nada, enquanto nosso convidado aceitava a próxima convidação que havia sido pactuada sem dizer mais nada.
Meu nome é Fernando e com Gisela, minha esposa, nos conhecemos desde há 15 anos, desde a secundária quando compartíamos a classe no colégio, e quase desde esse mesmo tempo estamos juntos de maneira contínua havendo-nos separado apenas em duas oportunidades (produto da nossa adolescência), o que nos permitiu conhecer outras pessoas e experimentar novas sensações. Estamos casados há cerca de 10 anos, e o não ter filhos ainda nos permite explorar nossa intimidade ao máximo sem restrições de horários, lugar ou formas. No entanto, nunca havíamos superado, até o que estou por contar, a fronteira de estar sozinhos. O mais ousado foi filmarmo-nos alguma vez ou tirar fotos que haviam ficado em nossa intimidade.A fantasia de estar com alguém mais estava nas nossas cabeças e se fazia presente cada vez que tínhamos sexo quando começávamos a fantasiar alguma situação que nos levasse ao tope. Por geral, sempre derivava em eu tomar um dos meus dedos e aproximá-los da boca dela para que começassem a lamber como se fosse o cock de alguém mais a quem terminava pedindo a cum em sua boca, sua cara ou suas tetas. Essa situação terminava desatando sempre um forte orgasmo para ambos que nos deixava extasiados até o cansaço.
Certa noite, o joguete com os dedos e a fantasia explodiu quando ainda não estávamos perdidos em plena furia, e ahí surgiu o plano, com uma mirada nos entendemos e assim foi que decidimos empreender a difícil tarefa de quem envolver e como consegui-lo. De plano descartamos amigos e conhecidos, porque seria de alguma maneira mais exposta publicar nossa privacidade, então recorremos a diferentes salas de chat para adultos. Vários candidatos passaram sem sucesso tanto seja porque fisicamente não se ajustavam ou porque bem não inspiravam confiança. Depois de muito procurar e descartar e Luego de um par de semanas, apareceu Alejandro, um garoto jovem de bom físico mas não exagerado, muito simpático e localizado. Algumas charlas pasaram, não muitas, até que saiu o tema e a proposta. Eu aceitei sem reparos dado que é uma fantasia que também queria ter. O intercambio de fotos não se fez esperar Gisela me passou uma nossa com as caras um pouco distorcidas e ele se surpreendeu com uma foto como Deus o trouxe ao mundo e ostentando uma ferramenta mais que considerável que acusava ser maior a uns 20cm com um grosso acordo que fez que minha mulher, se excitasse de maneira instantânea ao imaginá-la entre suas mãos e sua boca.
Como a segurança era o primeiro, pedimos como condição excluyente que nos demonstrasse que estava limpo de qualquer doença (não está para andar fodendo assim nomes pela vida) e nós por nossa parte fizemos o mesmo. Por outro lado, estabelecemos as regras do encontro, nossa fantasia era que outro homem este com ela, mas limitando-se apenas a receber sexo oral ou se masturbar e/ou ser masturbado. Aceito tudo isso, só resta pôr o dia e a hora.
A noite esperada chega. Gisela passou o dia se arrumando para deslumbrar completamente nosso convidado, seu pussy depilado por completo, sua roupa de encaixe nova e meias com liguero somado a uns tacos altos era a vestimenta fatal.
Às 9 pm, pontual, chega Alejandro com presença perfeita e um perfume que inunda o recepcionista. Eu o recebi e ao passar para o living encontrou-se com Gisela que lucia um vestido preto ceñido ao corpo que marcava sua cintura à perfeição, o pronunciado escote deixava adivinar seus peitos firmes e redondos e seu Booty (ao meu gosto, o melhor de ela) ressaltava dominante. Alejandro se quedou como embobado com a imagem e se podia ver que se havia empalmado mesmo por cima do jeans.
Minhas sensações recorreram desde o nervo e o ciúme instintivo de qualquer pessoa até o morbo mais profundo de ver materializada aquela imagem mental que desde faz tempo se faz presente noite após noite.
Servi uns tragos para ir relaxando, e para romper o gelo. Começamos a charlar um tempo nos conhecendo melhor os três, a pergunta dele sobre por que e como da fantasia não se fez esperar. Ao escutar a explicação, o brilho nos olhos dos três se tornou presente e um calor se tornou cortante na sala. Gisela, sentada no meio, foi para cima de mim e me comeu a boca, virando as costas para nosso convidado, para que ele pudesse observar melhor o monte sobre mim abrindo ao máximo minhas pernas. Comecei a procurar por aqueles peitos, mas me deteve, me levantei e lhes dei um mini strip-tease, ficando sozinho com o corpo, sua calcinha transparente, as meias mencionadas e os sapatos. Com seu bailado sugestivo (dedicado exclusivamente a Alejandro), terminei de pôr dura a bunda do nosso convidado que parecia pedir liberdade. Me arrodillei à frente dele e, sacando meu pênis já muito duro, comecei a dar uma mamada dedicada, recorrendo cada centímetro da minha bunda, enquanto com uma de suas mãos frotava sobre o pacote de Alejandro que estava prestes a explodir.
Voltei a montar sobre mim, dando lugar para ele comer-me, como eu sei que gosta, seus peitos rodeando seus mamilos para então mamar-nos dedicadamente, com uma das suas mãos Gise começou a me masturbar enquanto eu fazia o mesmo com ela. Fui subindo lentamente até ficar arrodillada à frente da minha cara, comecei a comer sua fofoca com dedicação, arrancando seus suspiros enquanto brincava com seu bumbum com meus dedos molhados dela, sabendo que esse era o limite para mim dado que muito poucas vezes havia podido entrar ali pelo dor que acusava. Os suspiros se transformaram em um longo orgasmo que encharcou a minha cara e a desvaneceu brevemente sobre mim.
Ela deixou definitivamente meu pênis para começar a brincar com sua fofoca, metia dois e até três dedos como desesperada após ter como louca, enquanto eu voltava a comer seus peitos. Ao virar a vista, encontramos nosso convidado já com o seu membro fora. Uma ferramenta bem mais grande e grossa, embora eu alcance uns respeitáveis 20cm, a qual balançava com a imagem que brigávamos. Com a mesma mão com que Gisela se estava dando prazer, tome essa dura ferramenta e começou a masturbar, os líquidos sumados às gotas do líquido pré-seminal dele faziam que essa cabeça vermelha brilhasse em seu esplendor.
A imagem me pôs a mil, tomei minha mulher e, num movimento assertivo, corri a thong e a penetrei de um único envio arrancando-lhe um gemido e um respingão do seu cu que denotava prazer contido. Começou a subir e descer sobre meu cock de maneira desaforada, seus peitos já livres de roupa rebatiam e sua thong emmarcava seu perfeito cu, ela seguia paguando Alejandro que também começou a se despir, ficando apenas com seu boxers com suas bolas fora e seu cock terrivelmente duro e ereto.
Gisela via e gozava do quadro de uma maneira única, até que, por instinto ou não sei, tomei um dos meus dedos e comecei a chupá-lo.
– Você vai se conformar com isso, tendo essa cock nas suas mãos? – perguntei-lhe.
Como caindo na realidade abriu os olhos, Alejandro tomou-a da nuca, beijou-a profundamente e em seguida acompanhou sua cabeça até que ela se hundir na entreperna, levantou o cabelo para que a imagem ficasse à descoberto, apoie a cabeça sobre uma de suas pernas enquanto começava a lamber e chupar suas bolas para em seguida ir subindo desde a base do seu pênis lambendo cada centímetro venoso daquela cock. Ao chegar à cabeça, com seus grossos lábios beijou-a escondendo o ponto e lambendo-o com o ponto de sua língua.
– ¡Cométela toda puta! – disse nosso convidado, e ela fazendo caso omiso a engoliu até onde pôde entrar-lhe. Um subir e descer furioso e o barulho da saliva que não parava de soar. A incomodidade da posição fez que se parasse um pouco a coisa, assim fomos direto para a cama. Ao entrar na habitação, tinha uma surpresa para os dois, uma filmadora de frente ao King size que nos dava espaço aos 3 sem problemas e estava a registrar tudo o que lá ocorria. Gisela se pôs de lado, dando-me as costas, e Alejandro se pôs ao nível da sua boca. A desesperação dela por continuar chupando-se era tão grande que mesmo antes de termos nos acomodado todos, ela já estava pendurada naquele pau, lambendo-o, não havia chegado a entrar novamente nele que já estava introduzindo seus dedos, o que eu crei ser um simples ato de desesperação, rapidamente penetrava novamente e o gemido abafado por essa cock fez-se sentir. Eu estava a mil, prestes a explodir, preso às suas nádegas, penetrando-a fortemente enquanto via como ela saboreava aquela cock e eram suas tetas manipuladas pelo tipo, ela lhe deu para chupar um dos seus dedos que tinham seus líquidos. Ele se deleitou e os lambi com desesperação – ¡Que sorte tem o seu marido de provar essa pussy deliciosa todos os dias!-. As palavras foram para ela um catalisador e foi-se em um novo orgasmo muito mais estrepitoso que o anterior, as contrações na sua vagina e o arqueamento do seu corpo eram intermináveis, ele não a deixava apartar-se da sua tarefa que cumpria dedicadamente. Alejandro olhou-a nos olhos, tirou a cock da boca e começou a passá-la pelos lábios. – ¡Pide la cum que tanto queres!-. Eu disse, ela me olhou sobre o seu ombro enquanto eu continuava penetrando-a, e esboçou um sorriso libidinoso como poucas vezes lhe havia visto. Enquanto tomava os testículos daquele cock e envolvia a cabeça com sua língua, disse-lhe .-Dame la cum é minha cum-. Começou a se masturbar ele, enquanto eu aumentava a força das minhas investidas, -¿Queres la cum puta?-. A simples palavra lograva levá-la ao cume do éxtase, -Sim, dai-me, dai-me, dai-me toda a cum-. Alejandro estava acariciando um dos seios, o que se converteu em uma apertura sinal de o que já vinha, ela abriu a boca obedientemente e ele começou a descarregar grandes e espessos jatos brancos sobre sua boca, seu mento e seus peitos, a imagem da minha mulher recebendo aquele longo cume me descontrolo e comecei também a largar quase ao mesmo tempo todo meu sêmen em seu pussy, os gemidos produto de um novo orgasmo que ela recebia preencheram a habitação enquanto limpava sua cara e seus peitos com o ponto da cock de Ale, para luego levá-la à boca e deixá-la lustrosa.
Isso provocou que eu ficasse completamente empalmado novamente. Gisela, que não mostrava cansaço em sua boca, começou a dar-lhe uma exquisita chupada novamente, mas essa vez estando o acostado com ela, o que fazia subir e descer com seu corpo, fazendo assim frotar aquela cock entre seus peitos. A coisa foi um pouco mais longe quando ela subiu para beijá-lo e pude ver claramente como, entre os lábios de seu pussy, acomodava-se ao longo daquela cock sem que a penetrasse, mas a frotava, fazendo desear a ambos essa sensação e ainda mais extrema quando tomei o cu da minha mulher e fiz o mesmo entre suas nádegas.
Ela voltou a baixar e continuou chupando-a com prazer frenético. Eu estava completamente excitado e bônus com a situação, ela se recostou e me guiou para que eu colocasse minhas pernas ao seu lado, acomodei aquela brutal ferramenta entre suas tetas preciosas agora brilhantes pelo suor e os restos de sêmen, e comecei a fazer-lhe uma Boobs fuck que, por causa do comprimento daquela cock, não saía nunca da boca. A cabeça daquele dick entrava e saía dos lábios da minha mulher – Veni Fer, também te amo aqui quero ter essas duas garotas lindas comigo.- me aproximei e comecei a pajear-me, o tipo parecia louco como pegava aquelas tetas e a boca da minha mulher, comecei a masturbar-me mesmo libertando assim a minha esposa para que desse prazer ao nosso convidado e eu aproveitar para dar-lhe prazer a ela.
–Uy puta, como te vou dar o cume de novo! Assim é. Siii... toma tudo…-
A cabeça daquela cock não saiu mais dos lábios da minha esposa, os jatos de sêmen pegaram na garganta e tentei tomar todo o que pude, mesmo quando mais de um fio de cume fresco se escapava comissuras. Lavei corretamente essa ferramenta que agora sim havia ficado mais calma. Comecei a masturbar-me também eu sobre ela, tomei a minha pênis, levei-a até a porta de seu clitóris e lá começou a masturbar-me, o jogo dos seus líquidos e o roçar de seus lábios e clitoris sobre meu glande fizeram que não pudesse conter-me e comecei a descarregar-me novamente como se fazia meses que não pegava. Depois de terminar de coitar, seguiu jogando com minha pênis semi-erecta, masturbandose, olhando para ele, mordendo os lábios, re-saborizando o gosto ao sêmen novo e seco que ainda havia sobre ela.
–Sim sim, toma este é para você, lindo, é para voooosss!!!-
E enquanto se terminava de masturbar com minha pênis, vi como minha mulher dedicava um orgasmo a outro tipo, isso fez que eu fosse embora novamente, já com pouco mais nada, enquanto nosso convidado aceitava a próxima convidação que havia sido pactuada sem dizer mais nada.
4 comentários - Fernando e Gisela. Segunda série de relatos
Tremendo el trío que armaron !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
A mi parecer logras crear con tus palabras, que cada lector logre ingresar y ser observador dentro de la historia sigue así...
Espero la segunda parte 👍