Dividi a história em duas, achei muito longa.....
Depois daquele transaço foda, falei pra mina que tava louco pra inaugurar um cú e ela, com cara de bebê, colocando o dedo na boca, falou: "não vai doer, né!!". Eu fiquei de cabeça quente, pensando no que ela tava pensando, e a que não tava começou a se levantar na hora. Na minha cabeça, ficava rodando como ia fazer pra não machucar ela e depois ela não querer mais. Lembrei que a última vez que tinha desvirginado um cú — e não sei se foi a primeira também — foi o da minha EX quando a gente namorava, então tava fudido.
Fomos pra cozinha e ela sentou (na cozinha tinha umas banquetas altas tipo de bar). Servi algo pra ela comer e eu continuava pensando como ia fazer pra comer ela. Com o pau duro, me aproximei por trás, abracei ela e encaixei meu pau entre as nádegas, esfregando ele no meio da racha. Ela sacou na hora, empinou um pouco a bunda e enfiou na buceta. Eu de pé e ela sentada, começamos uma fodida gostosa.
Eu me agarrei que nem carrapato e comecei a bombar bem forte e rápido. Ela gemia enquanto falava: "ai, papai, o que que cê tem hoje, tomou alguma coisa? Porque outro dia cê gozou uma vez e ficou morto". Isso me incentivou a meter com mais vontade, já que tinha conseguido me deixar puto da vida (no mau sentido). "Assim, puta, outro dia tava morto, agora vai ver, toma, puta, toma, puta, toma..." E ela respondia: "assim, papai, assim, papai, rasga minha buceta". Como minha ideia era arrebentar o cú dela, parei e fui pra geladeira, peguei manteiga e comecei a besuntar a bunda dela e a ponta do meu pau. Tava gelada pra caralho e deu uma broxada, mas não importou. Do jeito que tava, fui entrando de pouquinho, mas entre a manteiga, meu pau e aquele cú apertado, foi impossível penetrar. Escorregava pra caralho, porque não tava dura o suficiente, era como bater num muro e não tava legal. Pra piorar, ela me pressionava um pouco: "vai, papai, cê vai... a meter?, ah no puedes... uff fue que me dijo eso y exploté. -vení, puta, chupa mi pija y ponmela bien dura, que te voy a romper todo ese culo-. y cambiamos, yo a la banqueta y ella parada chupándomela (antes me saqué a la mierda la beautiful). me la mojó bien, me chupó los huevos, me pajearon fuerte, así estuvo un rato hasta que se me paró bien, entonces volvimos a cambiar, pero esta vez la puse de frente a mí, ella recostada en la banqueta, abierta de piernas y yo me metí entre medio de ella, primero probé dilatarle el cu con los dedos, ya al meter el primer dedo le dolía, le dije que tenía que relajarse sino le iba a doler y no lo disfrutaría, lo intentamos de nuevo, la pajearon un poco, usé la palabra: buceta, le metía de a poco el dedo, me dijo: -sigue, sigue que me va gustando-. me di cuenta que el secreto era estimularla por la buceta, así soportaría o no se daría cuenta que le colaba los dedos de la calentura que estaba teniendo (ya les digo, hacía tanto tiempo). empecé a meter el segundo, costaba bastante pero se iba relajando y dejaba que entrara de a poquito, sentía que era muy estrecho y eso me asustaba pero ya me había obsesionado así que no pararía hasta cumplir mi cometido. saqué mis dos dedos, acerqué mi pija hasta la puerta, la cabeza quise meter y costaba que entrara pero entró, de a poquito iba metiendo, pero ella tenía cara de estar pasándola mal. -¿querés que pare?-, le dije, ella con la mejor cara que pudo poner me dijo: -no hay otra forma, me duele cuando entra, las piernas abiertas me está agarrando calambres-. yo al ver esto le agarré la mano y la llevé para la habitación, recordé que tenía aceite para bebé, le empecé a esparcir por el cu y en mi pija, la puse boca abajo, de a poco fui queriéndola meter, entró la punta pero me dolía hasta a mí, era muy apretado, seguí con mi jugueteo en la buceta, tratando que se relaje porque no había caso, intenté de nuevo y metí la cabeza, me quedé quieto a ver si ella encontraba la posición. e deixava que ele enterrasse mais, isso aconteceu depois de um tempo, continuei metendo um pouco mais e parava, ela me dizia: -você tá me fazendo ver estrelas, mas quero aquela foda no cu que minha irmã conta-. depois de um tempo com apenas metade da pica na bunda, comecei a me mexer devagar mas com ritmo, os gritinhos de dor que ela dava no começo, estavam se transformando em prazer. -assim, papai, você tá rasgando minha bunda, não vou conseguir sentar por uma semana, hahaha-. ela dizia, a safada, eu continuava me mexendo mais rápido e curtindo aquela bunda virgem, seguimos assim por um tempo até que ela pediu pra trocar, queria tentar uma coisa que viu num filme pornô (má ideia). eu deitei de barriga pra cima e ela, de costas pra mim, se ajeitou de cócoras, colocou na bunda e devagar começou a sentar em cima da minha pica, eu via estrelas, parecia que ela tava descascando minha pica e ela também sentia dor mas aguentava, se ouvia: -ahhhhh!!! como dói isso, tá rasgando minha bunda-. perguntei se queria parar e ela disse que não!!!! num momento ela não aguentou mais e sentou de uma vez em cima da minha pica, eu gritei: -para, burra, parece que teu cu tem dentes, sinto como se você tivesse arranhado minha pica, como se tivesse unhas-. ela levantou rápido e eu vi o espetáculo, meu pau todo ensanguentado e sujo, era sangue dela e meu, tinha rompido e machucado aquele cu, ela foi pro banheiro, eu fui pegar uma toalha e me limpei, juro que tava toda riscada e cortada, ela voltou e perguntou se a gente continuava, claro que eu disse sim. pedi pra ela me chupar, pra deixar bem molhada, eu coloquei óleo no cu dela de novo e comecei a enfiar os dedos pra ver se afrouxava de uma vez, só consegui enfiar um dedo e meio e ela começou a reclamar, já tava enchendo o saco um pouco, mas fazer o que, tinha que aguentar senão acabava tudo ali, ela conseguiu o que eu queria (deixar bem molhada e relaxada) coloquei ela de conchinha, empinando bem a bunda, eu me coloquei por trás dela, começando a meter a cabeça primeiro perguntava se doía e ela dizia que não, continuei metendo um pouquinho mais, ela dizia pra continuar que tava gostando, mais um pouco e já ia pela metade, ela dizia: — tô gostando disso Sweetie, começa a te mexer. E foi o que fiz, comecei a me mexer devagarzinho, partindo pra um movimento mais rápido e intenso, pra ajudar comecei a estimular o clitóris dela, sem querer tava tudo dentro e a gente tava gozando junto. — aiiii!!!! caralho como eu gosto disso, acho que vamos fazer mais vezes por aqui. Eu, louco do jeito que tava, dizia: — sim, sim, sim!!! cê gosta puta, como eu arrebento teu cu? puta vagabunda. Ela respondia: — assim papai, assim quero sentir todo esse leitinho quente no meu bum. Fazia uns meia hora que eu tava metendo naquele cu fantástico, que ela pedia: — assim, assim, mais forte viado, arrebenta bem minha raba, meu macho, sabe que vai ser só meu? Eu respondia: — meu amor só teu vou ser e o leite que vou te dar também, lá vou eu meu amor, lá vou eu Sweetie, lá vai o leite Sweetie, lá vaiiiiiii!!! toma puta todo o leite ahhhhhhh!!!! E comecei a esporrar tudo nos intestinos da mina, enquanto ela me segurava e arranhava dizendo: — meu amor assim, assim, assim ahhhhhhhh!!! ai que leitinho gostoso tô sentindo no meu cuzinho e que quentinho. Caindo os dois, eu sem sair da raba dela, sentindo o leite fazendo pressão pra sair, devagar, com paciência saía de dentro dela enquanto meu pau ia descendo, saindo assim o leite da raba, misturado com sangue e já sabem que... tava morto mas satisfeito pelo que tinha conseguido, levantei e fui tomar um banho, depois disso me deu na telha ver as horas e vi com horror que eram umas 5 da manhã, falei pra ela ficar pra dormir que depois levava ela em casa e ela me perguntou: e o trabalho? Eu respondi: — bem, obrigado. E me joguei na cama dormindo na hora. Quando acordei eram 10 da manhã, tinha uns cinco chamados e mensagens do trabalho. , perguntando o que tinha acontecido comigo, liguei e avisei que acordei com dor de barriga e que não ia. Falei pra ela que se quisesse que eu levasse ela, e ela confirmou que sim. A gente teve outros encontros e, no meio de tudo isso, a situação que eu tava vivendo...
Continua...
Depois daquele transaço foda, falei pra mina que tava louco pra inaugurar um cú e ela, com cara de bebê, colocando o dedo na boca, falou: "não vai doer, né!!". Eu fiquei de cabeça quente, pensando no que ela tava pensando, e a que não tava começou a se levantar na hora. Na minha cabeça, ficava rodando como ia fazer pra não machucar ela e depois ela não querer mais. Lembrei que a última vez que tinha desvirginado um cú — e não sei se foi a primeira também — foi o da minha EX quando a gente namorava, então tava fudido.
Fomos pra cozinha e ela sentou (na cozinha tinha umas banquetas altas tipo de bar). Servi algo pra ela comer e eu continuava pensando como ia fazer pra comer ela. Com o pau duro, me aproximei por trás, abracei ela e encaixei meu pau entre as nádegas, esfregando ele no meio da racha. Ela sacou na hora, empinou um pouco a bunda e enfiou na buceta. Eu de pé e ela sentada, começamos uma fodida gostosa.
Eu me agarrei que nem carrapato e comecei a bombar bem forte e rápido. Ela gemia enquanto falava: "ai, papai, o que que cê tem hoje, tomou alguma coisa? Porque outro dia cê gozou uma vez e ficou morto". Isso me incentivou a meter com mais vontade, já que tinha conseguido me deixar puto da vida (no mau sentido). "Assim, puta, outro dia tava morto, agora vai ver, toma, puta, toma, puta, toma..." E ela respondia: "assim, papai, assim, papai, rasga minha buceta". Como minha ideia era arrebentar o cú dela, parei e fui pra geladeira, peguei manteiga e comecei a besuntar a bunda dela e a ponta do meu pau. Tava gelada pra caralho e deu uma broxada, mas não importou. Do jeito que tava, fui entrando de pouquinho, mas entre a manteiga, meu pau e aquele cú apertado, foi impossível penetrar. Escorregava pra caralho, porque não tava dura o suficiente, era como bater num muro e não tava legal. Pra piorar, ela me pressionava um pouco: "vai, papai, cê vai... a meter?, ah no puedes... uff fue que me dijo eso y exploté. -vení, puta, chupa mi pija y ponmela bien dura, que te voy a romper todo ese culo-. y cambiamos, yo a la banqueta y ella parada chupándomela (antes me saqué a la mierda la beautiful). me la mojó bien, me chupó los huevos, me pajearon fuerte, así estuvo un rato hasta que se me paró bien, entonces volvimos a cambiar, pero esta vez la puse de frente a mí, ella recostada en la banqueta, abierta de piernas y yo me metí entre medio de ella, primero probé dilatarle el cu con los dedos, ya al meter el primer dedo le dolía, le dije que tenía que relajarse sino le iba a doler y no lo disfrutaría, lo intentamos de nuevo, la pajearon un poco, usé la palabra: buceta, le metía de a poco el dedo, me dijo: -sigue, sigue que me va gustando-. me di cuenta que el secreto era estimularla por la buceta, así soportaría o no se daría cuenta que le colaba los dedos de la calentura que estaba teniendo (ya les digo, hacía tanto tiempo). empecé a meter el segundo, costaba bastante pero se iba relajando y dejaba que entrara de a poquito, sentía que era muy estrecho y eso me asustaba pero ya me había obsesionado así que no pararía hasta cumplir mi cometido. saqué mis dos dedos, acerqué mi pija hasta la puerta, la cabeza quise meter y costaba que entrara pero entró, de a poquito iba metiendo, pero ella tenía cara de estar pasándola mal. -¿querés que pare?-, le dije, ella con la mejor cara que pudo poner me dijo: -no hay otra forma, me duele cuando entra, las piernas abiertas me está agarrando calambres-. yo al ver esto le agarré la mano y la llevé para la habitación, recordé que tenía aceite para bebé, le empecé a esparcir por el cu y en mi pija, la puse boca abajo, de a poco fui queriéndola meter, entró la punta pero me dolía hasta a mí, era muy apretado, seguí con mi jugueteo en la buceta, tratando que se relaje porque no había caso, intenté de nuevo y metí la cabeza, me quedé quieto a ver si ella encontraba la posición. e deixava que ele enterrasse mais, isso aconteceu depois de um tempo, continuei metendo um pouco mais e parava, ela me dizia: -você tá me fazendo ver estrelas, mas quero aquela foda no cu que minha irmã conta-. depois de um tempo com apenas metade da pica na bunda, comecei a me mexer devagar mas com ritmo, os gritinhos de dor que ela dava no começo, estavam se transformando em prazer. -assim, papai, você tá rasgando minha bunda, não vou conseguir sentar por uma semana, hahaha-. ela dizia, a safada, eu continuava me mexendo mais rápido e curtindo aquela bunda virgem, seguimos assim por um tempo até que ela pediu pra trocar, queria tentar uma coisa que viu num filme pornô (má ideia). eu deitei de barriga pra cima e ela, de costas pra mim, se ajeitou de cócoras, colocou na bunda e devagar começou a sentar em cima da minha pica, eu via estrelas, parecia que ela tava descascando minha pica e ela também sentia dor mas aguentava, se ouvia: -ahhhhh!!! como dói isso, tá rasgando minha bunda-. perguntei se queria parar e ela disse que não!!!! num momento ela não aguentou mais e sentou de uma vez em cima da minha pica, eu gritei: -para, burra, parece que teu cu tem dentes, sinto como se você tivesse arranhado minha pica, como se tivesse unhas-. ela levantou rápido e eu vi o espetáculo, meu pau todo ensanguentado e sujo, era sangue dela e meu, tinha rompido e machucado aquele cu, ela foi pro banheiro, eu fui pegar uma toalha e me limpei, juro que tava toda riscada e cortada, ela voltou e perguntou se a gente continuava, claro que eu disse sim. pedi pra ela me chupar, pra deixar bem molhada, eu coloquei óleo no cu dela de novo e comecei a enfiar os dedos pra ver se afrouxava de uma vez, só consegui enfiar um dedo e meio e ela começou a reclamar, já tava enchendo o saco um pouco, mas fazer o que, tinha que aguentar senão acabava tudo ali, ela conseguiu o que eu queria (deixar bem molhada e relaxada) coloquei ela de conchinha, empinando bem a bunda, eu me coloquei por trás dela, começando a meter a cabeça primeiro perguntava se doía e ela dizia que não, continuei metendo um pouquinho mais, ela dizia pra continuar que tava gostando, mais um pouco e já ia pela metade, ela dizia: — tô gostando disso Sweetie, começa a te mexer. E foi o que fiz, comecei a me mexer devagarzinho, partindo pra um movimento mais rápido e intenso, pra ajudar comecei a estimular o clitóris dela, sem querer tava tudo dentro e a gente tava gozando junto. — aiiii!!!! caralho como eu gosto disso, acho que vamos fazer mais vezes por aqui. Eu, louco do jeito que tava, dizia: — sim, sim, sim!!! cê gosta puta, como eu arrebento teu cu? puta vagabunda. Ela respondia: — assim papai, assim quero sentir todo esse leitinho quente no meu bum. Fazia uns meia hora que eu tava metendo naquele cu fantástico, que ela pedia: — assim, assim, mais forte viado, arrebenta bem minha raba, meu macho, sabe que vai ser só meu? Eu respondia: — meu amor só teu vou ser e o leite que vou te dar também, lá vou eu meu amor, lá vou eu Sweetie, lá vai o leite Sweetie, lá vaiiiiiii!!! toma puta todo o leite ahhhhhhh!!!! E comecei a esporrar tudo nos intestinos da mina, enquanto ela me segurava e arranhava dizendo: — meu amor assim, assim, assim ahhhhhhhh!!! ai que leitinho gostoso tô sentindo no meu cuzinho e que quentinho. Caindo os dois, eu sem sair da raba dela, sentindo o leite fazendo pressão pra sair, devagar, com paciência saía de dentro dela enquanto meu pau ia descendo, saindo assim o leite da raba, misturado com sangue e já sabem que... tava morto mas satisfeito pelo que tinha conseguido, levantei e fui tomar um banho, depois disso me deu na telha ver as horas e vi com horror que eram umas 5 da manhã, falei pra ela ficar pra dormir que depois levava ela em casa e ela me perguntou: e o trabalho? Eu respondi: — bem, obrigado. E me joguei na cama dormindo na hora. Quando acordei eram 10 da manhã, tinha uns cinco chamados e mensagens do trabalho. , perguntando o que tinha acontecido comigo, liguei e avisei que acordei com dor de barriga e que não ia. Falei pra ela que se quisesse que eu levasse ela, e ela confirmou que sim. A gente teve outros encontros e, no meio de tudo isso, a situação que eu tava vivendo...
Continua...
11 comentários - Dei pra novinha ter o 2º!!!!!
un capo relatando ! 😉
abrazo y puntos !
Muy buen relato
Salu2