Amig@s do P! Hoje trago pra vocês meu segundo relato. Assim como no anterior, vou contar coisas que aconteceram na minha vida pessoal. Isso rolou especialmente no Natal passado.
O Natal tava rolando como qualquer outro. Eu sou do interior e tenho família e amigos lá, então nas festas tiro uns dias pra passar com eles. Nessa época, o calor tava insuportável, então não dava pra fazer outra coisa senão ficar na piscina. Nas festas, a gente sempre se junta religiosamente: meus pais, minhas irmãs, meus avós, meus tios e primos no sítio dos meus avós, porque lá tem um churrasqueiro maneiro e uma piscina boa. Todo mundo se reúne e fica dormindo na casa pra descansar um pouco.
No dia 24 à tarde, depois do almoço, me conectei e encontrei uma usuária dessa comunidade online, e a gente começou a trocar ideia e esquentar as coisas, como se o calor do dia já não bastasse. Eu tava conversando com ela pelo celular, sentado numa cadeira de praia na beira da piscina, enquanto alguns da família tiravam um cochilo e outros iam e vinham sem rumo – ou pelo menos eu não tava nem aí. A gente ficou batendo papo por um tempão, e quando decidi que não ligava mais pra nada, a internet caiu... Naquela hora, queria me matar, queria continuar conversando mais que tudo no mundo. Mas como não dava pra fazer nada, resolvi pular na piscina pra esfriar a cabeça. Óbvio que não adiantou nada... quanto mais nadava, mais eu ficava pilhado.
Enquanto tava na piscina, vi minha prima saindo de casa – ela é a outra protagonista da história. Vero tem 20 anos, é alta e, sinceramente, nunca tinha reparado nela porque é minha prima e a gente cresceu junto. Mas não sei se foi por causa da minha tesão, ou porque fazia tempo que não a via, que quando a vi atravessando de biquíni da calçada pra piscina, senti que o mundo ia desabar (ou melhor dizendo). Vou contar pra vocês que ela é morena, tem uns 1,70m mais ou menos, pernas bonitas, uns peitos nem grandes nem pequenos, daqueles que são na medida, e o mais gostoso é a bunda dela. Não é uma bunda exagerada, mas é redondinha e dava pra ver que era bem durinha.
Ficamos conversando um tempão na borda da piscina, contando sobre nossas vidas, a faculdade dela, histórias de quando éramos pequenos e outras coisas que se conversa quando você encontra um primo (prima, nesse caso) que não vê há muito tempo. Apesar da conversa ser legal, eu não conseguia me acalmar, nem parar de pensar na minha amiga de P!.
Peguei o celular de novo e vi que tinha sinal. Quando me conectei, tive a sorte de encontrar minha amiga de novo pra continuar o que a gente tava fazendo. Não percebi que minha prima estava ali e continuei trocando mensagens na espreguiçadeira. Quando me toquei, vi que não dava pra esconder minha excitação e que minha ereção tava aparecendo na sunga. Joguei uma toalha pra me cobrir e passar despercebido, enquanto continuava conversando. Tava realmente esperando que ninguém tivesse visto, principalmente porque quando levantei a vista de novo, não tinha mais ninguém na piscina, nem minha prima. Depois de alguns minutos de conversa, não aguentei mais e fui pro banheiro (enquanto ainda falava com minha amiga de P!) pra terminar o que tinha começado. Me tranquei no banheiro e me masturbei até gozar. Depois de terminar e me despedir da minha amiga, me preparei pra sair do banheiro. Quando abri a porta, foi aí que levei o susto. Atrás dela estava minha prima, com cara de quem tinha ouvido e espiado tudo.
- Então você tá se comportando mal, primo?
- Hmm, não sei do que você tá falando, falei.
- Qual é, dava pra ver na piscina que você não parava de olhar pros meus peitos.
- Pode ser, mas se eu me comportei mal, não foi por sua causa, haha.
Terminei de falar isso e tentei ir pro quarto, quando sinto que ela me agarra por trás e sussurra no meu ouvido:
- Vamos, primo, não me diga que você não tá afim de que... Vamos nos comportar mal
Foi aí que fiquei perplexo. Não saiu palavra da minha boca, mas admito que fiquei com uma vontade do caralho de transar, e não tava nem aí que ela fosse minha priminha…
Acho que ter ido embora sem responder deixou ela mais tarada do que eu, e a putinha não parou de me olhar com cara de safada o dia inteiro. Além disso, me seguia pra todo canto, aproveitava pra mostrar a raba ou o decote das tetas em qualquer oportunidade que tinha.
No começo tentei me segurar, porque no fim das contas é minha prima de sangue, e parecia errado. Mas com o passar das horas, já não pensava em outra coisa a não ser comer ela.
Chegou a hora da ceia de Natal e todo mundo tomou banho e se arrumou pra ocasião. Além disso, no interior é costume fazer festas em algum clube, pra ir depois do brinde. Nessas festas vai geral, então todo mundo se prepara bem pra essa noite. Eu vesti uma camisa listrada, justa, com uma calça branca, queria me arrumar bem, porque sabia que minha priminha com certeza ia.
Já sentado na mesa, petiscando algo, foi quando vi ela entrar… Tava com uma calça branca, apertada, que marcava todas as pernas e a raba, e uma regatinha bem decotada, soltinha… Não consegui tirar os olhos daquele decote, até que ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, como se não tivéssemos nos visto o dia inteiro.
A putinha sentou na minha frente, pra eu continuar olhando, e minha temperatura corporal só subia. Durante toda a ceia, tentei pensar em outra coisa, mas não conseguia…
Chegou meia-noite e geral brindando e se cumprimentando… Eu fui pra fora, porque gosto de ver os fogos de artifício. Parado na borda da piscina, vejo minha priminha parar do meu lado e falar:
- Feliz Natal, primo!
- Valeu, Vero. Pra você também (tentava manter distância)
- Imagino que hoje você vai pra festa, né?
- Claro, você vai?
- Com certeza, mas não tenho o que vestir… Minhas amigas vão com os namorados e eu Fiquei meio bitolada
Foi aí que vi minha chance e que seja o que for..
- Bom, mas eu vou sozinho, então vamos juntos.. Pra voltar é só me ligar e pronto.
- Gênio! Vamos tomar mais champanhe!!
A verdade é que eu não via a hora de a gente subir no carro… queria ter ela num lugar só meu, porque ali tava toda a nossa família.
Lá pelas 2h da manhã decidi que era hora de ir pra festa, senão ia complicar pra estacionar e depois fazer muita fila pra entrar (sim, nas cidades pequenas, mesmo sendo pouca gente, formam fila, perdem tempo com tudo). Chamei minha prima, nos despedimos dos outros e fomos pro carro.
Subimos e arrancamos, ninguém falava nada, eu dirigia e ela tava enfiada no celular. Chegamos na festa e ninguém disse uma palavra na viagem, queria me matar por não ter feito nada. Pensei que já não tinha chance, só se encontrasse ela pra voltar.
Na fila, fiquei atrás dela, tava tão excitado que não queria perder a chance de encostar um pouco. Pra minha sorte, a gente foi se apertando e não tive outra opção senão colar na Vero. Foi aí que senti o perfume do pescoço dela e não resisti a roçar minha cintura na dela. Cheguei perto do ouvido e falei:
- Ainda não respondi sua pergunta da tarde, prima… Quero ver o quanto você é safada.
Isso deixou ela louca… jogou a cintura pra trás e encostou a bunda toda no meu pau.
- Eu sou uma menina que sempre se comporta bem. Vamos pra casa que eu te mostro.
Sabia que os pais (meus tios) iam ficar no sítio, então a casa era nossa a noite toda. Subimos de novo no carro e aí nos beijamos, um beijo muito apaixonado que nos acendeu de vez. Não perdi a chance de colocar as mãos nos peitos dela, de roçar por cima da camiseta. Ela passava as mãos pelas minhas pernas, sem chegar no meu pau, que já mostrava minha excitação.
Nos separamos do beijo e saímos pra casa, acho que levamos uns 10 minutos pra chegar, mas pra mim foram 45 horas, queria chegar LOGO! Pra piorar, durante o caminho, a Vero passava as mãos do meu peito até minhas pernas, roçando meu pau já bem duro.
Entramos em casa, fechamos a porta e ali mesmo peguei ela pela cintura e comecei a beijar o pescoço, a orelha, o ombro, enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, das costas até a bunda. Tirei a camiseta dela e desci com meus beijos até os peitos, que tinham os bicos durinhos, sinal da excitação. Minha prima soltava gemidinhos baixinhos, mas que me deixavam louco.
Peguei ela pela mão e levei até o sofá da sala. Sentei ela e me ajoelhei na frente dela. Continuei beijando os peitos dela, enquanto minhas mãos percorriam as pernas. Subi com elas até a buceta dela, rocei por cima e senti a excitação. Aproveitei pra desabotoar e tirar, enquanto descia com meus beijos dos peitos até a barriguinha dela. Abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta por cima da calcinha fio dental branca, que já não aguentava mais a excitação nem a umidade. Minha prima gemia, isso me deixava a mil. Puxei a calcinha dela e passei um dedinho pela buceta dela de baixo pra cima, percorrendo milímetro por milímetro, juntando toda a umidade dela. Não me segurei e passei a ponta da língua, seguindo o caminho que meus dedos tinham feito. Tirei a calcinha dela e chupei toda a buceta dela a fundo, igual um desesperado. Ia de cima pra baixo, da bunda dela até a buceta, comia ela com a língua, lambia o clitóris, tudo. Coloquei um dos meus dedões no clitóris dela e comecei a pressionar enquanto chupava a buceta e a bunda dela.
- Ai, primo, como você chupa bem, continua assim que eu vou gozar... Ahhhh... continua...
Não aguentei mais e finalmente ela me deu o primeiro orgasmo dela.
Não quis parar de chupar e aproveitei pra meter um dedinho na buceta dela.. Agora meu dedinho entrava e saía enquanto minha língua dominava o clitóris dela..
- Mmmm, você vai me fazer gozar de novo!! Vaiiii que Amo demais, amo demais...
Depois de uns instantes assim, não demorou pra me dar o segundo orgasmo dela... Meu dedinho saiu ensopado, e a putinha pegou minha mão e começou a chupar e limpar.
Foi aí que eu levantei e a Vero me pegou pelo cinto. Passava as mãos pelas minhas pernas, encostava a boca no meu pau já duro por cima da calça. Soltou meu cinto, baixou minha calça até o tornozelo e pegou meu pau com a boca, prendendo a cabecinha entre os lábios e brincando com a língua na pontinha.
- Cê gosta que eu chupe assim?
- Amo, continua chupando...
- Mmmm que primo mandão que eu tenho...
Chupou minhas bolinhas, me bateu uma, passou a língua pelo meu pau inteiro, realmente me deixou louco, mas não queria gozar sem comer ela.
Sentei no sofá e mandei ela sentar em cima de mim, enfiando meu pau bem duro devagar, percorrendo a entrada da buceta dela centímetro por centímetro.
- Mmm como eu gosto do teu pau, me come toda...
Comecei com uns movimentos lentos e fui acelerando... não conseguia parar de agarrar a bunda dela, de tocar os peitos dela, ela cavalgava meu pau, cada vez mais forte.
- Vai primo vai, me come... Sim, assim, me come, como eu gosto do jeito que cê faz...
Depois de comer assim uns minutos, mandei ela levantar e se ajoelhar no sofá, empinando a bundinha pra fora e apoiando os peitos no encosto... Fiquei atrás dela e enfiei meu pau até o fundo com gosto. Peguei ela pela cintura e comecei a comer, metendo meu pau até o fundo e tirando tudo.
Meu dedão brincava com a bunda dela, enquanto não parava de comer... enquanto acelerava o ritmo e sentia que ia gozar, ela me deu o terceiro orgasmo dela, tudo no meu pau.
- Vai primo goza toda em mim, goza nas minhas costas e na bundinha! Quero teu gozo no meu corpo!!
Aí não aguentei mais, tirei meu pau e terminei tudo nas costas dela, escorrendo todo o gozo pela bundinha dela..
Ficamos sentados no sofá, conversando e morrendo de rir por um tempo... Quando fomos ver, já era tipo 6 da manhã, então a gente trocou de roupa e voltou pro sítio, feito dois primos qualquer.
Espero que vocês tenham gostado e que não tenha ficado muito longo.. Gosto de contar tudo que acontece, com detalhes…
O Natal tava rolando como qualquer outro. Eu sou do interior e tenho família e amigos lá, então nas festas tiro uns dias pra passar com eles. Nessa época, o calor tava insuportável, então não dava pra fazer outra coisa senão ficar na piscina. Nas festas, a gente sempre se junta religiosamente: meus pais, minhas irmãs, meus avós, meus tios e primos no sítio dos meus avós, porque lá tem um churrasqueiro maneiro e uma piscina boa. Todo mundo se reúne e fica dormindo na casa pra descansar um pouco.
No dia 24 à tarde, depois do almoço, me conectei e encontrei uma usuária dessa comunidade online, e a gente começou a trocar ideia e esquentar as coisas, como se o calor do dia já não bastasse. Eu tava conversando com ela pelo celular, sentado numa cadeira de praia na beira da piscina, enquanto alguns da família tiravam um cochilo e outros iam e vinham sem rumo – ou pelo menos eu não tava nem aí. A gente ficou batendo papo por um tempão, e quando decidi que não ligava mais pra nada, a internet caiu... Naquela hora, queria me matar, queria continuar conversando mais que tudo no mundo. Mas como não dava pra fazer nada, resolvi pular na piscina pra esfriar a cabeça. Óbvio que não adiantou nada... quanto mais nadava, mais eu ficava pilhado.
Enquanto tava na piscina, vi minha prima saindo de casa – ela é a outra protagonista da história. Vero tem 20 anos, é alta e, sinceramente, nunca tinha reparado nela porque é minha prima e a gente cresceu junto. Mas não sei se foi por causa da minha tesão, ou porque fazia tempo que não a via, que quando a vi atravessando de biquíni da calçada pra piscina, senti que o mundo ia desabar (ou melhor dizendo). Vou contar pra vocês que ela é morena, tem uns 1,70m mais ou menos, pernas bonitas, uns peitos nem grandes nem pequenos, daqueles que são na medida, e o mais gostoso é a bunda dela. Não é uma bunda exagerada, mas é redondinha e dava pra ver que era bem durinha.
Ficamos conversando um tempão na borda da piscina, contando sobre nossas vidas, a faculdade dela, histórias de quando éramos pequenos e outras coisas que se conversa quando você encontra um primo (prima, nesse caso) que não vê há muito tempo. Apesar da conversa ser legal, eu não conseguia me acalmar, nem parar de pensar na minha amiga de P!.
Peguei o celular de novo e vi que tinha sinal. Quando me conectei, tive a sorte de encontrar minha amiga de novo pra continuar o que a gente tava fazendo. Não percebi que minha prima estava ali e continuei trocando mensagens na espreguiçadeira. Quando me toquei, vi que não dava pra esconder minha excitação e que minha ereção tava aparecendo na sunga. Joguei uma toalha pra me cobrir e passar despercebido, enquanto continuava conversando. Tava realmente esperando que ninguém tivesse visto, principalmente porque quando levantei a vista de novo, não tinha mais ninguém na piscina, nem minha prima. Depois de alguns minutos de conversa, não aguentei mais e fui pro banheiro (enquanto ainda falava com minha amiga de P!) pra terminar o que tinha começado. Me tranquei no banheiro e me masturbei até gozar. Depois de terminar e me despedir da minha amiga, me preparei pra sair do banheiro. Quando abri a porta, foi aí que levei o susto. Atrás dela estava minha prima, com cara de quem tinha ouvido e espiado tudo.
- Então você tá se comportando mal, primo?
- Hmm, não sei do que você tá falando, falei.
- Qual é, dava pra ver na piscina que você não parava de olhar pros meus peitos.
- Pode ser, mas se eu me comportei mal, não foi por sua causa, haha.
Terminei de falar isso e tentei ir pro quarto, quando sinto que ela me agarra por trás e sussurra no meu ouvido:
- Vamos, primo, não me diga que você não tá afim de que... Vamos nos comportar mal
Foi aí que fiquei perplexo. Não saiu palavra da minha boca, mas admito que fiquei com uma vontade do caralho de transar, e não tava nem aí que ela fosse minha priminha…
Acho que ter ido embora sem responder deixou ela mais tarada do que eu, e a putinha não parou de me olhar com cara de safada o dia inteiro. Além disso, me seguia pra todo canto, aproveitava pra mostrar a raba ou o decote das tetas em qualquer oportunidade que tinha.
No começo tentei me segurar, porque no fim das contas é minha prima de sangue, e parecia errado. Mas com o passar das horas, já não pensava em outra coisa a não ser comer ela.
Chegou a hora da ceia de Natal e todo mundo tomou banho e se arrumou pra ocasião. Além disso, no interior é costume fazer festas em algum clube, pra ir depois do brinde. Nessas festas vai geral, então todo mundo se prepara bem pra essa noite. Eu vesti uma camisa listrada, justa, com uma calça branca, queria me arrumar bem, porque sabia que minha priminha com certeza ia.
Já sentado na mesa, petiscando algo, foi quando vi ela entrar… Tava com uma calça branca, apertada, que marcava todas as pernas e a raba, e uma regatinha bem decotada, soltinha… Não consegui tirar os olhos daquele decote, até que ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, como se não tivéssemos nos visto o dia inteiro.
A putinha sentou na minha frente, pra eu continuar olhando, e minha temperatura corporal só subia. Durante toda a ceia, tentei pensar em outra coisa, mas não conseguia…
Chegou meia-noite e geral brindando e se cumprimentando… Eu fui pra fora, porque gosto de ver os fogos de artifício. Parado na borda da piscina, vejo minha priminha parar do meu lado e falar:
- Feliz Natal, primo!
- Valeu, Vero. Pra você também (tentava manter distância)
- Imagino que hoje você vai pra festa, né?
- Claro, você vai?
- Com certeza, mas não tenho o que vestir… Minhas amigas vão com os namorados e eu Fiquei meio bitolada
Foi aí que vi minha chance e que seja o que for..
- Bom, mas eu vou sozinho, então vamos juntos.. Pra voltar é só me ligar e pronto.
- Gênio! Vamos tomar mais champanhe!!
A verdade é que eu não via a hora de a gente subir no carro… queria ter ela num lugar só meu, porque ali tava toda a nossa família.
Lá pelas 2h da manhã decidi que era hora de ir pra festa, senão ia complicar pra estacionar e depois fazer muita fila pra entrar (sim, nas cidades pequenas, mesmo sendo pouca gente, formam fila, perdem tempo com tudo). Chamei minha prima, nos despedimos dos outros e fomos pro carro.
Subimos e arrancamos, ninguém falava nada, eu dirigia e ela tava enfiada no celular. Chegamos na festa e ninguém disse uma palavra na viagem, queria me matar por não ter feito nada. Pensei que já não tinha chance, só se encontrasse ela pra voltar.
Na fila, fiquei atrás dela, tava tão excitado que não queria perder a chance de encostar um pouco. Pra minha sorte, a gente foi se apertando e não tive outra opção senão colar na Vero. Foi aí que senti o perfume do pescoço dela e não resisti a roçar minha cintura na dela. Cheguei perto do ouvido e falei:
- Ainda não respondi sua pergunta da tarde, prima… Quero ver o quanto você é safada.
Isso deixou ela louca… jogou a cintura pra trás e encostou a bunda toda no meu pau.
- Eu sou uma menina que sempre se comporta bem. Vamos pra casa que eu te mostro.
Sabia que os pais (meus tios) iam ficar no sítio, então a casa era nossa a noite toda. Subimos de novo no carro e aí nos beijamos, um beijo muito apaixonado que nos acendeu de vez. Não perdi a chance de colocar as mãos nos peitos dela, de roçar por cima da camiseta. Ela passava as mãos pelas minhas pernas, sem chegar no meu pau, que já mostrava minha excitação.
Nos separamos do beijo e saímos pra casa, acho que levamos uns 10 minutos pra chegar, mas pra mim foram 45 horas, queria chegar LOGO! Pra piorar, durante o caminho, a Vero passava as mãos do meu peito até minhas pernas, roçando meu pau já bem duro.
Entramos em casa, fechamos a porta e ali mesmo peguei ela pela cintura e comecei a beijar o pescoço, a orelha, o ombro, enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, das costas até a bunda. Tirei a camiseta dela e desci com meus beijos até os peitos, que tinham os bicos durinhos, sinal da excitação. Minha prima soltava gemidinhos baixinhos, mas que me deixavam louco.
Peguei ela pela mão e levei até o sofá da sala. Sentei ela e me ajoelhei na frente dela. Continuei beijando os peitos dela, enquanto minhas mãos percorriam as pernas. Subi com elas até a buceta dela, rocei por cima e senti a excitação. Aproveitei pra desabotoar e tirar, enquanto descia com meus beijos dos peitos até a barriguinha dela. Abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta por cima da calcinha fio dental branca, que já não aguentava mais a excitação nem a umidade. Minha prima gemia, isso me deixava a mil. Puxei a calcinha dela e passei um dedinho pela buceta dela de baixo pra cima, percorrendo milímetro por milímetro, juntando toda a umidade dela. Não me segurei e passei a ponta da língua, seguindo o caminho que meus dedos tinham feito. Tirei a calcinha dela e chupei toda a buceta dela a fundo, igual um desesperado. Ia de cima pra baixo, da bunda dela até a buceta, comia ela com a língua, lambia o clitóris, tudo. Coloquei um dos meus dedões no clitóris dela e comecei a pressionar enquanto chupava a buceta e a bunda dela.
- Ai, primo, como você chupa bem, continua assim que eu vou gozar... Ahhhh... continua...
Não aguentei mais e finalmente ela me deu o primeiro orgasmo dela.
Não quis parar de chupar e aproveitei pra meter um dedinho na buceta dela.. Agora meu dedinho entrava e saía enquanto minha língua dominava o clitóris dela..
- Mmmm, você vai me fazer gozar de novo!! Vaiiii que Amo demais, amo demais...
Depois de uns instantes assim, não demorou pra me dar o segundo orgasmo dela... Meu dedinho saiu ensopado, e a putinha pegou minha mão e começou a chupar e limpar.
Foi aí que eu levantei e a Vero me pegou pelo cinto. Passava as mãos pelas minhas pernas, encostava a boca no meu pau já duro por cima da calça. Soltou meu cinto, baixou minha calça até o tornozelo e pegou meu pau com a boca, prendendo a cabecinha entre os lábios e brincando com a língua na pontinha.
- Cê gosta que eu chupe assim?
- Amo, continua chupando...
- Mmmm que primo mandão que eu tenho...
Chupou minhas bolinhas, me bateu uma, passou a língua pelo meu pau inteiro, realmente me deixou louco, mas não queria gozar sem comer ela.
Sentei no sofá e mandei ela sentar em cima de mim, enfiando meu pau bem duro devagar, percorrendo a entrada da buceta dela centímetro por centímetro.
- Mmm como eu gosto do teu pau, me come toda...
Comecei com uns movimentos lentos e fui acelerando... não conseguia parar de agarrar a bunda dela, de tocar os peitos dela, ela cavalgava meu pau, cada vez mais forte.
- Vai primo vai, me come... Sim, assim, me come, como eu gosto do jeito que cê faz...
Depois de comer assim uns minutos, mandei ela levantar e se ajoelhar no sofá, empinando a bundinha pra fora e apoiando os peitos no encosto... Fiquei atrás dela e enfiei meu pau até o fundo com gosto. Peguei ela pela cintura e comecei a comer, metendo meu pau até o fundo e tirando tudo.
Meu dedão brincava com a bunda dela, enquanto não parava de comer... enquanto acelerava o ritmo e sentia que ia gozar, ela me deu o terceiro orgasmo dela, tudo no meu pau.
- Vai primo goza toda em mim, goza nas minhas costas e na bundinha! Quero teu gozo no meu corpo!!
Aí não aguentei mais, tirei meu pau e terminei tudo nas costas dela, escorrendo todo o gozo pela bundinha dela..
Ficamos sentados no sofá, conversando e morrendo de rir por um tempo... Quando fomos ver, já era tipo 6 da manhã, então a gente trocou de roupa e voltou pro sítio, feito dois primos qualquer.
Espero que vocês tenham gostado e que não tenha ficado muito longo.. Gosto de contar tudo que acontece, com detalhes…
5 comentários - Natal entre primos
Que relato!!!!
Se merece un +10
Yo me pregunto...quién será esa amiga suya??