Eu tinha me divorciado uns meses atrás. Tempo suficiente pra ter superado tudo. Levava bem, embora ainda fosse relutante em começar qualquer relacionamento, e também não tava afim de ter aventuras casuais. Por tudo isso, morava sozinha, já que meu único filho, Adrián, por sua vez, já tava casado há dois anos.
Não gostava da Paula. Sempre achei que o relacionamento do meu filho com ela não ia durar muito, por isso, quando falei com ele e ele disse que estavam pensando em terminar, soube que ela tinha conhecido outro cara, e o Adrián ia sofrer.
Sempre fomos muito unidos, e sei que meu ex-marido teve ciúmes dele, desde o dia que ele nasceu. Na real, era normal que tivesse, porque ninguém podia se intrometer no que eu sentia pelo Adrián, talvez algo mais que um amor de mãe.
Quando naquele dia ele me ligou pra dizer que tinha terminado com a Paula, me senti aliviada, e também com pena dele, porque ele tava abalado. Embora tivesse a própria casa, ofereci pra ele vir pra minha pra se sentir mais acompanhado. Ele não aceitou, mas começou a me visitar com frequência e até nosso contato se intensificou, conversando por telefone e, principalmente, pelo WhatsApp.
Tudo isso, mas sobretudo através das mensagens, fez com que aumentássemos a confiança. Eu fazia piadas relacionando que os dois agora estavam sem parceiros. Às vezes no começo, e depois com mais frequência, esquecíamos que éramos mãe e filho, parecendo mais um casal brincando.
Às vezes, as mensagens subiam de tom. A gente se autoflagelava pra explicar que não teria mais parceiros, sempre esperando que o outro levantasse o moral. Eu dizia que a próxima namorada dele seria muito sortuda, e ele respondia que não sabia o que o pai dele tava perdendo e que se eu não tava com nenhum homem era porque eu não queria.
Isso último era verdade. Nunca me faltaram oportunidades, embora sempre tivesse sido fiel ao meu marido. Apesar de já ter passado dos cinquenta, me conservava muito bem, e provavelmente aparentava menos. pelo menos cinco anos a menos do que eu tinha. Depois da minha separação, só tinha tido um par de rolos esporádicos que me deixaram muito insatisfeita.
Era terça-feira, e naquele dia os whatsapps ficaram um pouco mais eróticos. Ele falou do tamanho dos meus peitos, e disse que sempre tinha amado eles, desde quando, ainda adolescente, tinha me visto com eles. Me lembrou do Pablo, aquele amigo inseparável da infância dele, que chegou junto na adolescência e que um dia disse que eu era muito gostosa.
Filho. Isso foi há mil anos. Talvez, naquela época eu fosse gostosa, hoje já sou velha.
Mãe, você está melhor do que nunca. Ainda usa saias curtas pra ir trabalhar. Poucas mulheres da sua idade podem dizer o mesmo, e com certeza, eu não conheço nenhuma mais bonita que você. Seus peitos são o sonho de qualquer homem.
Paula devia se sentir satisfeita. Lembro que era proporcionalmente muito maior que o do seu pai.
Minha resposta me deixou depois envergonhada, porque também fiz referência ao tamanho, mas do pau dele. Sempre foi grande, mesmo já fazendo muitos anos que não o via nu. Tudo aquilo fez com que à noite eu me sentisse ridícula e envergonhada, porque esses comentários não eram próprios de mim.
Na quarta-feira, no começo da tarde, ele me ligou. Estava mal, a voz falhava. Chorava. Me contou que a Paula tinha conhecido outro homem, algo que eu já desconfiava. Ele esperava que a separação fosse temporária, só uma crise, mas os motivos da esposa significavam que a relação tinha acabado. Decidiu tirar uns dias de férias e vir pra minha casa pra não ficar sozinho.
A casa onde morava com a mulher era dela. Ele tinha um apartamentinho de solteiro que tinha mantido, mas agora não era hora de ficar sozinho. Falei pra ele ir pra minha casa, me esperar lá. Eu tentaria sair o mais rápido possível do escritório onde trabalhava.
Quando cheguei, ele já tinha chegado. Estava na sala. Sentado no sofá. Eu notei que ele estava abatido e muito triste.
Você comeu? – perguntei.
Não tô com fome.
Preparei um sanduíche e sentei ao lado dele. Tentei animá-lo, mas acho que ele não me escutava. Tentava, apesar da minha timidez, mandar mensagens como no celular. Dizia pra ele não se preocupar, que logo superaria e encontraria outra mulher. Animava ele elogiando com cantadas, algo que nunca tinha feito.
Eu me mexia de forma erótica. Tentando me mostrar sensual e gostosa. Procurava não desviar meus olhos dos dele. Só queria ter ele do meu lado.
Tentava misturar o papel de mãe com o de mulher. Cruzei minhas pernas e fiz meu vestido subir um pouco mais, mostrando até a metade das coxas. Naquele dia, eu tava usando um vestido jeans, meio curto. Não tinha trocado de roupa, mas antes de sentar ao lado dele, desabotoei o primeiro botão do decote, pra tentar parecer mais próxima. Embora o Adrián estivesse com o olhar perdido, curiosamente ele olhava pra baixo, dirigindo os olhos pras minhas pernas. Sem dúvida, aquelas armas de mulher que eu não usava há tantos anos começavam a dar resultado.
Notei que os olhos dele iam pra lá, então aquilo me deu asas. Comecei a mexer as pernas, a me abaixar e levantar, querendo que ele reparasse no meu corpo, algo que com certeza eu conseguia.
Conseguia chamar a atenção dele e, mesmo com a moral baixa, os olhos dele reagiam. Falei que logo nós dois encontraríamos outra pessoa, e se não rolasse, sempre teríamos um ao outro.
Logo meus flertes foram ficando mais evidentes, e o Adrián não ficava indiferente. Afastei um pouco mais meu decote, fingindo que tava muito calor em casa. Na verdade, eu sentia um pouco de sufoco e mexia a parte da frente do vestido, tentando me arejar enquanto mostrava as copas dos meus peitos.
Sem perceber, eu ia me aproximando cada vez mais do meu filho. Gostava que ele me olhasse como mulher. Sempre achei ele muito bonito. e era endossado pelas minhas amigas, muitas delas divorciadas, que me diziam a raiva que sentiam por eu não ter vinte anos a mais, ou elas, vinte a menos.
Não sei em que momento troquei o papel de mãe pelo de mulher. Só sei que quando me dei conta, estava colada no Adriano, ombro com ombro. Sem perceber, nossos ombros estavam grudados, e fui eu quem tinha se mexido. O próximo passo foi abraçá-lo, dar um beijo na bochecha. Não tinha mais volta e dei o último passo, que já seria definitivo.
— Você vai ver como não demora nada pra usar isso. — Falei enquanto apoiava meus dedos na virilha dele.
Ele ficou vermelho, mas não fez nenhum gesto de se afastar de mim. Isso me fez continuar. Me sentia tranquila e quente. Começava a me sentir mais mulher do que mãe. Na verdade, acho que já não sentia mais que aquele jovem ao meu lado era meu filho.
Aos poucos, me aproximei dele. Rindo e brincando, me permitia chegar mais perto. Beijei ele na bochecha de novo, só que dessa vez, o primeiro beijo veio seguido de muitos outros, mais curtos e sensuais, até que nossos lábios se encontraram.
Ele respondeu na hora, levando a mão aos meus botões, desabotoando o primeiro do vestido que eu usava, e passando a mão por baixo dele até chegar no meu peito.
Continuou desabotoando um segundo botão, enquanto os dedos dele se enfiavam entre meu sutiã, beliscando direto meu mamilo.
Nessa altura, já me sentia muito excitada. Queria avançar. Desabotoei completamente meu vestido e tirei o cinto que o prendia. Adriano fez o mesmo, ficando totalmente nu. Me surpreendi com o tamanho do pau dele, que eu não via há muitos anos. Desde que ele era criança.
Acariciei ele brevemente, com carinho, e na mesma hora levei à boca. Meu vestido estava aberto. Me sentia mulher. Queria transar com o homem que estava na minha frente, mesmo que esse homem tivesse sido parido por mim.
Chupei o pau dele com puro desejo. Estava Excitado, e eu queria dar a ele tudo aquilo que ele jamais teria com uma mulher, por mais que já estivesse casado há um tempo. Chupava gostosa o pênis ereto dele. Tinha um tamanho considerável, e eu sabia que aquela situação era provocada por mim, mas também não queria que ele gozasse tão cedo. Eu também queria a minha parte.
Resolvi me despir por completo. Ele já estava nu, e eu, embora aberta, ainda estava de vestido. Tirei ele. Depois, fiz o mesmo com minha calcinha fio dental.
Tentava ser e estar o mais sexy possível. Ficava de costas e de perfil para que ele não visse o que eu oferecia até o final. Por último, tirei o sutiã, deixando meus peitos enormes nus.
Mãe. Você é uma gostosa!!! Tem umas tetas enormes!!!
Lembra que você mamou nelas. – Respondi brincando.
Ele passou a mão nas minhas costas. Era tudo muito erótico, muito sensual. Foi descendo até acariciar minha bunda. Eu ainda estava de costas. Embora excitada, me sentia um pouco envergonhada, e não conseguia me virar de frente para o Adrián, que continuava sentado no sofá.
Me sentei em cima dele, mas ainda de costas. Eu estava molhada, e ele não teve dificuldade em enfiar o pênis de primeira.
A sensação era estranha, a primeira vez que a gente transava e a posição escolhida era sentada em cima dele, no sofá, de costas. Nunca imaginaria algo assim, embora reconheça que em algum momento fiquei excitada pensando em ter uma relação com meu filho.
Quando me sentei nele, ele segurou minha cintura e começou a me guiar do jeito dele. Agarrou meus peitos, minhas coxas... enquanto eu me levantava toda excitada, tentando e conseguindo que o pênis dele entrasse e saísse sem escapar em nenhum momento.
Não pensava nem por um segundo na relação de mãe e filho que tinha com o Adrián, só no prazer, e talvez também no amor.
Eu podia ouvir o barulho da penetração se misturando com meus fluidos. Sentia ele dentro de mim, sentia como eu brincava com meus peitos e minha excitação fazia com que eu mesma brincasse com meu clitóris, buscando ainda mais prazer.
Faz de quatro. Estilo cachorro. – Sugeri pro meu filho, oferecendo uma posição que sempre gostei.
Levantei e me posicionei no sofá, na posição que pedi. Ele não demorou pra me penetrar. Ainda lembro do formigamento trêmulo quando ele buscava de novo minha buceta.
Sentia o pau do Adrián ainda mais duro que na posição anterior. Ele me cobria por completo e eu adorava. Os movimentos dele começaram a ficar bruscos por causa da excitação. Ele começou a puxar meu cabelo, fazendo de mim uma gostosa que ele montava.
Tô quase gozando. – Ele disse preocupado. – Mas queria fazer do jeito tradicional.
Eu ainda não tinha gozado, então pensei na chance de atrasar um pouco. Também queria dar todo o prazer que pudesse e fazer essa ser a melhor foda da vida dele. Ele se afastou um pouco de mim. Levantei e me coloquei no canto da chaise longue, onde tinha mais espaço, e me deitei com as pernas bem abertas.
Aqui estou. Faz comigo o que quiser. Hoje sou sua escrava sexual e tô aqui pra te fazer feliz. – Falei rindo pra não pensar que aquele era meu filho.
Ele não respondeu. Acho que ao parar uns instantes, ele também pensou em quem era a mulher que estava com as pernas totalmente abertas na frente dele.
Eu observava ele atenta. Nessa posição, ele podia ver meu rosto, contemplar meus peitos, e percebi que a cena era excitante.
Sem dizer uma palavra, notei que meu corpo não só agradava, mas também deixava meu filho louco.
De novo comecei a me excitar. Deixava o Adrián me manejar do jeito que ele quisesse. Eu não conseguia parar e, enquanto ele me penetrava, comecei de novo a me tocar, acariciando meu clitóris e meus peitos.
Aquela posição me trazia algo diferente: era poder ver meu filho enquanto ele me penetrava, ao mesmo tempo que via meu corpo, até minha buceta. totalmente depilado enquanto o pau do Adrián abria caminho entre ele.
Tava no ponto de caramelo. Sabia o que queria e entre o membro dele e minhas mãos, meus gritos começaram a encher a sala. Apertei meus pezões, algo que sem dúvida era o que eu mais sempre curti no sexo. Também as estocadas do meu filho, que eu sentia cada vez mais forte, me fizeram ter um dos orgasmos mais marcantes da minha vida.
Filho, filho, assim, assim. Você me faz muito feliz. Me enche de você. Te amo, Adrián, te amo loucamente, como mãe, como mulher, como sua puta!!!! – Gritei perdendo o controle.
Fiquei relaxada, mas com as pernas abertas. Olhava pro Adrián, que quase desmontado de prazer tentava finalizar a relação.
Filho. Não goza dentro de mim. Tira pra fora. – Falei sabendo que, apesar da minha idade, ainda podia engravidar.
Calma, mãe. Não se preocupa. Não vou fazer dentro. Com a Paula também era assim. – Comentou enquanto percebia que naquele momento não devia ter falado o nome de outra mulher.
Fingi que não notei o comentário dele. Que não tinha ouvido. Não queria que o nome de nenhuma mulher aparecesse naquele momento, mas também sabia que meu filho ainda era apaixonado pela esposa.
Foi quase na hora que ele puxou bruscamente o pau da minha buceta e apontou pro meu peito, enchendo ele de porra. Mesmo depois de ter tomado uma boa dose de sexo, eu ainda tava excitada, então passei o dedo pra pegar um pouco e levei à boca.
Me sentia feliz e muito satisfeita. Não pensava nas consequências que poderia ter transado com meu filho. Levantei, tomei banho e fui cuidar das tarefas de casa. Adrián saiu de casa e voltou tarde. Não ligava pro que ele fazia ou com quem, mas não queria que ele encontrasse a mulher dele.
No dia seguinte acordei confusa. Tava excitada pelo que tinha rolado, mas também me sentia responsável como mãe. Quase não tinha dormido e de madrugada ouvi o Adrián abrindo a porta. Pensei que talvez viesse dormir na minha cama, mas não foi. Ouvi ela fechar a porta do banheiro e depois a do quarto dela. Fiquei meio decepcionada e também frustrada. Pensei que talvez tivesse ficado com a Paula, e fiquei puta com isso.
Como eu podia sentir ciúmes do meu filho ter estado com quem ainda era a esposa dele?
Falei com ele por telefone do escritório. Ele confirmou que tinha visto a mulher dele. Apertei os lábios ao ouvir. Tava irritada, como se tivessem enfiado uma pimenta no meu cu.
— Você transou com ela? — Perguntei esperando uma resposta negativa.
— Mãe. De onde vem essa pergunta?
O Adrián tinha razão. Não fazia sentido eu perguntar essas coisas. Ficava parecendo uma namorada ciumenta e, no fim das contas, eu era só a mãe dele. Uma mãe que na noite anterior tinha dado pro filho, mas ainda assim uma mãe, que sempre se manteve de fora das decisões dele, mesmo sabendo que ele tava errando, igual quando ele decidiu casar com aquela mulher.
Quando cheguei em casa, vi que a Paula tava lá. Me surpreendi, porque o normal era eles terem ido conversar na casa dela, não na minha.
A Paula me cumprimentou friamente. Nunca nos demos muito bem, e agora eu não a engolia. Ela devia achar que o Adrián tinha me contado sobre a separação e que eu tinha criticado ela. Tudo aquilo era verdade, mas do mais importante ela não sabia nada. Não podia saber o que o marido dela e eu tínhamos vivido na noite anterior.
Falei que ia ao supermercado fazer compras. As regras de educação me obrigariam a convidar a Paula pra jantar, mesmo desejando que quando eu voltasse ela já tivesse ido embora.
Quando voltei, não ouvi barulho. Tive medo que os dois tivessem ido embora, mas o Adrián ainda tava lá, cabisbaixo e bem destruído.
Troquei de roupa e vesti um roupão azul, de cetim, que costumava usar em casa. Cheguei perto dele e pedi pra ele me contar como foi. encontrava. Queria arrancar dele a conversa que ele tinha tido com a mulher dele.
A Paula tinha começado um novo relacionamento e ele ainda não sabia que passos dar. Queria ter respondido todas as perguntas que na noite anterior não teve coragem de fazer.
Efetivamente, a Paula tinha conhecido outro homem. Ainda duvidava da decisão que ia tomar, e preferia ficar sozinha até clarear as ideias.
Ela tá com outro, mãe, ela tá com outro. – Me contou chorando. – Ela tá dando pra outro, e eu, em vez de mandar ela pra puta que pariu, continuo aqui, desejando que isso acabe e ela volte pra mim. Sou patético, né?
Não, filho. Você está apaixonado. Anima. Se vocês não voltarem, pensa que tem muitas mulheres que vão te fazer feliz.
Eu continuava desejando meu filho como homem. Sentei do lado dele e, enquanto ouvia, tentava me mostrar o mais erótica possível. Acariciava a perna e o braço dele. Sussurrava no ouvido dele de forma sensual e, principalmente, cada vez mais me aproximava até que, no final, encostei meus lábios nos dele e nos fundimos num beijo profundo de casal.
Senti que ele estava excitado, e, principalmente, ao aceitar meu beijo, sabia que ia ter outra sessão de sexo com meu filho. Sentei, com as pernas cruzadas na cama, puxei um pouco meu decote e levei as mãos dele pros meus peitos, apertando-os com força.
Comecei a respirar de forma ofegante, enquanto meus mamilos voltavam a endurecer. O Adrián, sem dúvida, sabia como tocar uma mulher, e mostrava isso com a mãe dele. Minha mão foi em direção à calça dele, mas ele a afastou e começou a tirá-la. Sem dúvida, estava muito excitado. O pau dele mostrava isso.
Estávamos os dois impacientes. Assim que ele ficou nu da cintura pra baixo, minha boca foi direto pro pau dele e comecei a chupar sem controle. Tava com vontade de sexo, e saber que meu filho ficava louco com aquilo me contagiava.
Tava toda molhada. Sentia a umidade na minha calcinha. Parei e me coloquei de novo na cama, de joelhos, mas mantendo-os separadas. Abri a bata toda e convidei o Adrián pra conferir, colocando a mão dele por baixo da minha calcinha.
Tava me deixando louca. Ele começou a brincar com meu clitóris. Eu adorava e adorava me ver tão gostosa, com meus peitos aparecendo por cima da bata totalmente desamarrada e aberta.
Não aguentei mais e fui pra cima do Adrián. Peguei o pau dele e comecei a masturbar ele também, igual ele tava fazendo comigo.
Minha cabeça girava, balançando de um lado pro outro, enquanto minha boca soltava sussurros de prazer.
Tinha chegado a hora. Queria tirar a roupa. Ele já tava quase. Comecei a tirar a bata de um jeito sensual, sempre tentando deixar meus peitos bem à mostra.
Passei a mão no cabelo, ficando nua da cintura pra cima. Só queria parecer sexy e apetitosa pro Adrián. Tava só de calcinha, a que tinha vestido minutos antes, depois do banho. Deitei na cama e na hora, meu filho começou a tirar ela de mim.
Posso parecer uma puta contando isso, mas só queria transar com meu filho. Por isso, quando abri minhas pernas e ele se colocou entre elas, me sentia excitada, e principalmente me mostrava muito gostosa.
O pau dele entrou de primeira dentro de mim. Tava muito molhada e ele, durasso. Comecei a mexer a cabeça, pedindo mais, enquanto ele me tocava, acariciava meus peitos e continuava com a metida e tirada.
Mãe. Tô quase gozando. – Ele falou com a voz trêmula de tesão.
Espera, não goza ainda. Vou virar e você faz por trás.
Me virei e fiquei de joelhos. Apoiei as mãos e fiquei de quatro. Estilo cachorra, porque era assim que me sentia. Como uma puta no cio.
Na real, só queria atrasar um pouco a gozada do Adrián. De novo ele se enfiou dentro de mim, e de novo eu comecei a gemer igual uma louca.
Meus gritos começaram a ficar tão altos que talvez os vizinhos ouvissem, mas ele tava me fazendo sentir coisas que eu nunca tinha sentido com com o pai dela, nem com nenhum outro homem. Meus braços não aguentaram mais e meus peitos caíram sobre os lençóis. Minhas mãos se torciam e minha boca ficava ofegante.
Adrián agarrou meu cabelo e fez minha cabeça se levantar. Instintivamente, coloquei as mãos de novo nos lençóis e me levantei um pouco. Foi aí que percebi que ele queria tocar meus peitos enormes.
Vi que a hora tinha chegado, então voltei à posição de antes. Deitada, olhando pra cima. Ele se meteu de novo entre minhas pernas.
Eu tava tão excitada que não conseguia parar de me acariciar. Minhas mãos iam dos peitos ao meu clitóris em questão de segundos. Comecei a gritar, sabendo que era o fim do ato. Os movimentos dele mostravam que ele também tava prestes a gozar.
Eu me observava no espelho do armário. Acho que nunca tinha me visto assim. Minhas pernas totalmente abertas, com um homem por cima, mesmo sendo meu filho, e mostrando meu corpo nu, o que me excitava ainda mais.
Vou gozar, mamãe!!!
A expressão dele me fez voltar à realidade. Eu tinha tido meu orgasmo uns segundos antes e só consegui dizer:
Filho. Goza fora.
Ele tirou o pau e um jato de sêmen caiu na altura do meu umbigo. Adrián saiu de cima de mim e se deitou do meu lado. Eu acariciei ele como se fosse a namorada dele. Me sentia feliz.
Não gostava da Paula. Sempre achei que o relacionamento do meu filho com ela não ia durar muito, por isso, quando falei com ele e ele disse que estavam pensando em terminar, soube que ela tinha conhecido outro cara, e o Adrián ia sofrer.
Sempre fomos muito unidos, e sei que meu ex-marido teve ciúmes dele, desde o dia que ele nasceu. Na real, era normal que tivesse, porque ninguém podia se intrometer no que eu sentia pelo Adrián, talvez algo mais que um amor de mãe.
Quando naquele dia ele me ligou pra dizer que tinha terminado com a Paula, me senti aliviada, e também com pena dele, porque ele tava abalado. Embora tivesse a própria casa, ofereci pra ele vir pra minha pra se sentir mais acompanhado. Ele não aceitou, mas começou a me visitar com frequência e até nosso contato se intensificou, conversando por telefone e, principalmente, pelo WhatsApp.
Tudo isso, mas sobretudo através das mensagens, fez com que aumentássemos a confiança. Eu fazia piadas relacionando que os dois agora estavam sem parceiros. Às vezes no começo, e depois com mais frequência, esquecíamos que éramos mãe e filho, parecendo mais um casal brincando.
Às vezes, as mensagens subiam de tom. A gente se autoflagelava pra explicar que não teria mais parceiros, sempre esperando que o outro levantasse o moral. Eu dizia que a próxima namorada dele seria muito sortuda, e ele respondia que não sabia o que o pai dele tava perdendo e que se eu não tava com nenhum homem era porque eu não queria.
Isso último era verdade. Nunca me faltaram oportunidades, embora sempre tivesse sido fiel ao meu marido. Apesar de já ter passado dos cinquenta, me conservava muito bem, e provavelmente aparentava menos. pelo menos cinco anos a menos do que eu tinha. Depois da minha separação, só tinha tido um par de rolos esporádicos que me deixaram muito insatisfeita.
Era terça-feira, e naquele dia os whatsapps ficaram um pouco mais eróticos. Ele falou do tamanho dos meus peitos, e disse que sempre tinha amado eles, desde quando, ainda adolescente, tinha me visto com eles. Me lembrou do Pablo, aquele amigo inseparável da infância dele, que chegou junto na adolescência e que um dia disse que eu era muito gostosa.
Filho. Isso foi há mil anos. Talvez, naquela época eu fosse gostosa, hoje já sou velha.
Mãe, você está melhor do que nunca. Ainda usa saias curtas pra ir trabalhar. Poucas mulheres da sua idade podem dizer o mesmo, e com certeza, eu não conheço nenhuma mais bonita que você. Seus peitos são o sonho de qualquer homem.
Paula devia se sentir satisfeita. Lembro que era proporcionalmente muito maior que o do seu pai.
Minha resposta me deixou depois envergonhada, porque também fiz referência ao tamanho, mas do pau dele. Sempre foi grande, mesmo já fazendo muitos anos que não o via nu. Tudo aquilo fez com que à noite eu me sentisse ridícula e envergonhada, porque esses comentários não eram próprios de mim.
Na quarta-feira, no começo da tarde, ele me ligou. Estava mal, a voz falhava. Chorava. Me contou que a Paula tinha conhecido outro homem, algo que eu já desconfiava. Ele esperava que a separação fosse temporária, só uma crise, mas os motivos da esposa significavam que a relação tinha acabado. Decidiu tirar uns dias de férias e vir pra minha casa pra não ficar sozinho.
A casa onde morava com a mulher era dela. Ele tinha um apartamentinho de solteiro que tinha mantido, mas agora não era hora de ficar sozinho. Falei pra ele ir pra minha casa, me esperar lá. Eu tentaria sair o mais rápido possível do escritório onde trabalhava.
Quando cheguei, ele já tinha chegado. Estava na sala. Sentado no sofá. Eu notei que ele estava abatido e muito triste.
Você comeu? – perguntei.
Não tô com fome.
Preparei um sanduíche e sentei ao lado dele. Tentei animá-lo, mas acho que ele não me escutava. Tentava, apesar da minha timidez, mandar mensagens como no celular. Dizia pra ele não se preocupar, que logo superaria e encontraria outra mulher. Animava ele elogiando com cantadas, algo que nunca tinha feito.
Eu me mexia de forma erótica. Tentando me mostrar sensual e gostosa. Procurava não desviar meus olhos dos dele. Só queria ter ele do meu lado.
Tentava misturar o papel de mãe com o de mulher. Cruzei minhas pernas e fiz meu vestido subir um pouco mais, mostrando até a metade das coxas. Naquele dia, eu tava usando um vestido jeans, meio curto. Não tinha trocado de roupa, mas antes de sentar ao lado dele, desabotoei o primeiro botão do decote, pra tentar parecer mais próxima. Embora o Adrián estivesse com o olhar perdido, curiosamente ele olhava pra baixo, dirigindo os olhos pras minhas pernas. Sem dúvida, aquelas armas de mulher que eu não usava há tantos anos começavam a dar resultado.
Notei que os olhos dele iam pra lá, então aquilo me deu asas. Comecei a mexer as pernas, a me abaixar e levantar, querendo que ele reparasse no meu corpo, algo que com certeza eu conseguia.
Conseguia chamar a atenção dele e, mesmo com a moral baixa, os olhos dele reagiam. Falei que logo nós dois encontraríamos outra pessoa, e se não rolasse, sempre teríamos um ao outro.
Logo meus flertes foram ficando mais evidentes, e o Adrián não ficava indiferente. Afastei um pouco mais meu decote, fingindo que tava muito calor em casa. Na verdade, eu sentia um pouco de sufoco e mexia a parte da frente do vestido, tentando me arejar enquanto mostrava as copas dos meus peitos.
Sem perceber, eu ia me aproximando cada vez mais do meu filho. Gostava que ele me olhasse como mulher. Sempre achei ele muito bonito. e era endossado pelas minhas amigas, muitas delas divorciadas, que me diziam a raiva que sentiam por eu não ter vinte anos a mais, ou elas, vinte a menos.
Não sei em que momento troquei o papel de mãe pelo de mulher. Só sei que quando me dei conta, estava colada no Adriano, ombro com ombro. Sem perceber, nossos ombros estavam grudados, e fui eu quem tinha se mexido. O próximo passo foi abraçá-lo, dar um beijo na bochecha. Não tinha mais volta e dei o último passo, que já seria definitivo.
— Você vai ver como não demora nada pra usar isso. — Falei enquanto apoiava meus dedos na virilha dele.
Ele ficou vermelho, mas não fez nenhum gesto de se afastar de mim. Isso me fez continuar. Me sentia tranquila e quente. Começava a me sentir mais mulher do que mãe. Na verdade, acho que já não sentia mais que aquele jovem ao meu lado era meu filho.
Aos poucos, me aproximei dele. Rindo e brincando, me permitia chegar mais perto. Beijei ele na bochecha de novo, só que dessa vez, o primeiro beijo veio seguido de muitos outros, mais curtos e sensuais, até que nossos lábios se encontraram.
Ele respondeu na hora, levando a mão aos meus botões, desabotoando o primeiro do vestido que eu usava, e passando a mão por baixo dele até chegar no meu peito.
Continuou desabotoando um segundo botão, enquanto os dedos dele se enfiavam entre meu sutiã, beliscando direto meu mamilo.
Nessa altura, já me sentia muito excitada. Queria avançar. Desabotoei completamente meu vestido e tirei o cinto que o prendia. Adriano fez o mesmo, ficando totalmente nu. Me surpreendi com o tamanho do pau dele, que eu não via há muitos anos. Desde que ele era criança.
Acariciei ele brevemente, com carinho, e na mesma hora levei à boca. Meu vestido estava aberto. Me sentia mulher. Queria transar com o homem que estava na minha frente, mesmo que esse homem tivesse sido parido por mim.
Chupei o pau dele com puro desejo. Estava Excitado, e eu queria dar a ele tudo aquilo que ele jamais teria com uma mulher, por mais que já estivesse casado há um tempo. Chupava gostosa o pênis ereto dele. Tinha um tamanho considerável, e eu sabia que aquela situação era provocada por mim, mas também não queria que ele gozasse tão cedo. Eu também queria a minha parte.
Resolvi me despir por completo. Ele já estava nu, e eu, embora aberta, ainda estava de vestido. Tirei ele. Depois, fiz o mesmo com minha calcinha fio dental.
Tentava ser e estar o mais sexy possível. Ficava de costas e de perfil para que ele não visse o que eu oferecia até o final. Por último, tirei o sutiã, deixando meus peitos enormes nus.
Mãe. Você é uma gostosa!!! Tem umas tetas enormes!!!
Lembra que você mamou nelas. – Respondi brincando.
Ele passou a mão nas minhas costas. Era tudo muito erótico, muito sensual. Foi descendo até acariciar minha bunda. Eu ainda estava de costas. Embora excitada, me sentia um pouco envergonhada, e não conseguia me virar de frente para o Adrián, que continuava sentado no sofá.
Me sentei em cima dele, mas ainda de costas. Eu estava molhada, e ele não teve dificuldade em enfiar o pênis de primeira.
A sensação era estranha, a primeira vez que a gente transava e a posição escolhida era sentada em cima dele, no sofá, de costas. Nunca imaginaria algo assim, embora reconheça que em algum momento fiquei excitada pensando em ter uma relação com meu filho.
Quando me sentei nele, ele segurou minha cintura e começou a me guiar do jeito dele. Agarrou meus peitos, minhas coxas... enquanto eu me levantava toda excitada, tentando e conseguindo que o pênis dele entrasse e saísse sem escapar em nenhum momento.
Não pensava nem por um segundo na relação de mãe e filho que tinha com o Adrián, só no prazer, e talvez também no amor.
Eu podia ouvir o barulho da penetração se misturando com meus fluidos. Sentia ele dentro de mim, sentia como eu brincava com meus peitos e minha excitação fazia com que eu mesma brincasse com meu clitóris, buscando ainda mais prazer.
Faz de quatro. Estilo cachorro. – Sugeri pro meu filho, oferecendo uma posição que sempre gostei.
Levantei e me posicionei no sofá, na posição que pedi. Ele não demorou pra me penetrar. Ainda lembro do formigamento trêmulo quando ele buscava de novo minha buceta.
Sentia o pau do Adrián ainda mais duro que na posição anterior. Ele me cobria por completo e eu adorava. Os movimentos dele começaram a ficar bruscos por causa da excitação. Ele começou a puxar meu cabelo, fazendo de mim uma gostosa que ele montava.
Tô quase gozando. – Ele disse preocupado. – Mas queria fazer do jeito tradicional.
Eu ainda não tinha gozado, então pensei na chance de atrasar um pouco. Também queria dar todo o prazer que pudesse e fazer essa ser a melhor foda da vida dele. Ele se afastou um pouco de mim. Levantei e me coloquei no canto da chaise longue, onde tinha mais espaço, e me deitei com as pernas bem abertas.
Aqui estou. Faz comigo o que quiser. Hoje sou sua escrava sexual e tô aqui pra te fazer feliz. – Falei rindo pra não pensar que aquele era meu filho.
Ele não respondeu. Acho que ao parar uns instantes, ele também pensou em quem era a mulher que estava com as pernas totalmente abertas na frente dele.
Eu observava ele atenta. Nessa posição, ele podia ver meu rosto, contemplar meus peitos, e percebi que a cena era excitante.
Sem dizer uma palavra, notei que meu corpo não só agradava, mas também deixava meu filho louco.
De novo comecei a me excitar. Deixava o Adrián me manejar do jeito que ele quisesse. Eu não conseguia parar e, enquanto ele me penetrava, comecei de novo a me tocar, acariciando meu clitóris e meus peitos.
Aquela posição me trazia algo diferente: era poder ver meu filho enquanto ele me penetrava, ao mesmo tempo que via meu corpo, até minha buceta. totalmente depilado enquanto o pau do Adrián abria caminho entre ele.
Tava no ponto de caramelo. Sabia o que queria e entre o membro dele e minhas mãos, meus gritos começaram a encher a sala. Apertei meus pezões, algo que sem dúvida era o que eu mais sempre curti no sexo. Também as estocadas do meu filho, que eu sentia cada vez mais forte, me fizeram ter um dos orgasmos mais marcantes da minha vida.
Filho, filho, assim, assim. Você me faz muito feliz. Me enche de você. Te amo, Adrián, te amo loucamente, como mãe, como mulher, como sua puta!!!! – Gritei perdendo o controle.
Fiquei relaxada, mas com as pernas abertas. Olhava pro Adrián, que quase desmontado de prazer tentava finalizar a relação.
Filho. Não goza dentro de mim. Tira pra fora. – Falei sabendo que, apesar da minha idade, ainda podia engravidar.
Calma, mãe. Não se preocupa. Não vou fazer dentro. Com a Paula também era assim. – Comentou enquanto percebia que naquele momento não devia ter falado o nome de outra mulher.
Fingi que não notei o comentário dele. Que não tinha ouvido. Não queria que o nome de nenhuma mulher aparecesse naquele momento, mas também sabia que meu filho ainda era apaixonado pela esposa.
Foi quase na hora que ele puxou bruscamente o pau da minha buceta e apontou pro meu peito, enchendo ele de porra. Mesmo depois de ter tomado uma boa dose de sexo, eu ainda tava excitada, então passei o dedo pra pegar um pouco e levei à boca.
Me sentia feliz e muito satisfeita. Não pensava nas consequências que poderia ter transado com meu filho. Levantei, tomei banho e fui cuidar das tarefas de casa. Adrián saiu de casa e voltou tarde. Não ligava pro que ele fazia ou com quem, mas não queria que ele encontrasse a mulher dele.
No dia seguinte acordei confusa. Tava excitada pelo que tinha rolado, mas também me sentia responsável como mãe. Quase não tinha dormido e de madrugada ouvi o Adrián abrindo a porta. Pensei que talvez viesse dormir na minha cama, mas não foi. Ouvi ela fechar a porta do banheiro e depois a do quarto dela. Fiquei meio decepcionada e também frustrada. Pensei que talvez tivesse ficado com a Paula, e fiquei puta com isso.
Como eu podia sentir ciúmes do meu filho ter estado com quem ainda era a esposa dele?
Falei com ele por telefone do escritório. Ele confirmou que tinha visto a mulher dele. Apertei os lábios ao ouvir. Tava irritada, como se tivessem enfiado uma pimenta no meu cu.
— Você transou com ela? — Perguntei esperando uma resposta negativa.
— Mãe. De onde vem essa pergunta?
O Adrián tinha razão. Não fazia sentido eu perguntar essas coisas. Ficava parecendo uma namorada ciumenta e, no fim das contas, eu era só a mãe dele. Uma mãe que na noite anterior tinha dado pro filho, mas ainda assim uma mãe, que sempre se manteve de fora das decisões dele, mesmo sabendo que ele tava errando, igual quando ele decidiu casar com aquela mulher.
Quando cheguei em casa, vi que a Paula tava lá. Me surpreendi, porque o normal era eles terem ido conversar na casa dela, não na minha.
A Paula me cumprimentou friamente. Nunca nos demos muito bem, e agora eu não a engolia. Ela devia achar que o Adrián tinha me contado sobre a separação e que eu tinha criticado ela. Tudo aquilo era verdade, mas do mais importante ela não sabia nada. Não podia saber o que o marido dela e eu tínhamos vivido na noite anterior.
Falei que ia ao supermercado fazer compras. As regras de educação me obrigariam a convidar a Paula pra jantar, mesmo desejando que quando eu voltasse ela já tivesse ido embora.
Quando voltei, não ouvi barulho. Tive medo que os dois tivessem ido embora, mas o Adrián ainda tava lá, cabisbaixo e bem destruído.
Troquei de roupa e vesti um roupão azul, de cetim, que costumava usar em casa. Cheguei perto dele e pedi pra ele me contar como foi. encontrava. Queria arrancar dele a conversa que ele tinha tido com a mulher dele.
A Paula tinha começado um novo relacionamento e ele ainda não sabia que passos dar. Queria ter respondido todas as perguntas que na noite anterior não teve coragem de fazer.
Efetivamente, a Paula tinha conhecido outro homem. Ainda duvidava da decisão que ia tomar, e preferia ficar sozinha até clarear as ideias.
Ela tá com outro, mãe, ela tá com outro. – Me contou chorando. – Ela tá dando pra outro, e eu, em vez de mandar ela pra puta que pariu, continuo aqui, desejando que isso acabe e ela volte pra mim. Sou patético, né?
Não, filho. Você está apaixonado. Anima. Se vocês não voltarem, pensa que tem muitas mulheres que vão te fazer feliz.
Eu continuava desejando meu filho como homem. Sentei do lado dele e, enquanto ouvia, tentava me mostrar o mais erótica possível. Acariciava a perna e o braço dele. Sussurrava no ouvido dele de forma sensual e, principalmente, cada vez mais me aproximava até que, no final, encostei meus lábios nos dele e nos fundimos num beijo profundo de casal.
Senti que ele estava excitado, e, principalmente, ao aceitar meu beijo, sabia que ia ter outra sessão de sexo com meu filho. Sentei, com as pernas cruzadas na cama, puxei um pouco meu decote e levei as mãos dele pros meus peitos, apertando-os com força.
Comecei a respirar de forma ofegante, enquanto meus mamilos voltavam a endurecer. O Adrián, sem dúvida, sabia como tocar uma mulher, e mostrava isso com a mãe dele. Minha mão foi em direção à calça dele, mas ele a afastou e começou a tirá-la. Sem dúvida, estava muito excitado. O pau dele mostrava isso.
Estávamos os dois impacientes. Assim que ele ficou nu da cintura pra baixo, minha boca foi direto pro pau dele e comecei a chupar sem controle. Tava com vontade de sexo, e saber que meu filho ficava louco com aquilo me contagiava.
Tava toda molhada. Sentia a umidade na minha calcinha. Parei e me coloquei de novo na cama, de joelhos, mas mantendo-os separadas. Abri a bata toda e convidei o Adrián pra conferir, colocando a mão dele por baixo da minha calcinha.
Tava me deixando louca. Ele começou a brincar com meu clitóris. Eu adorava e adorava me ver tão gostosa, com meus peitos aparecendo por cima da bata totalmente desamarrada e aberta.
Não aguentei mais e fui pra cima do Adrián. Peguei o pau dele e comecei a masturbar ele também, igual ele tava fazendo comigo.
Minha cabeça girava, balançando de um lado pro outro, enquanto minha boca soltava sussurros de prazer.
Tinha chegado a hora. Queria tirar a roupa. Ele já tava quase. Comecei a tirar a bata de um jeito sensual, sempre tentando deixar meus peitos bem à mostra.
Passei a mão no cabelo, ficando nua da cintura pra cima. Só queria parecer sexy e apetitosa pro Adrián. Tava só de calcinha, a que tinha vestido minutos antes, depois do banho. Deitei na cama e na hora, meu filho começou a tirar ela de mim.
Posso parecer uma puta contando isso, mas só queria transar com meu filho. Por isso, quando abri minhas pernas e ele se colocou entre elas, me sentia excitada, e principalmente me mostrava muito gostosa.
O pau dele entrou de primeira dentro de mim. Tava muito molhada e ele, durasso. Comecei a mexer a cabeça, pedindo mais, enquanto ele me tocava, acariciava meus peitos e continuava com a metida e tirada.
Mãe. Tô quase gozando. – Ele falou com a voz trêmula de tesão.
Espera, não goza ainda. Vou virar e você faz por trás.
Me virei e fiquei de joelhos. Apoiei as mãos e fiquei de quatro. Estilo cachorra, porque era assim que me sentia. Como uma puta no cio.
Na real, só queria atrasar um pouco a gozada do Adrián. De novo ele se enfiou dentro de mim, e de novo eu comecei a gemer igual uma louca.
Meus gritos começaram a ficar tão altos que talvez os vizinhos ouvissem, mas ele tava me fazendo sentir coisas que eu nunca tinha sentido com com o pai dela, nem com nenhum outro homem. Meus braços não aguentaram mais e meus peitos caíram sobre os lençóis. Minhas mãos se torciam e minha boca ficava ofegante.
Adrián agarrou meu cabelo e fez minha cabeça se levantar. Instintivamente, coloquei as mãos de novo nos lençóis e me levantei um pouco. Foi aí que percebi que ele queria tocar meus peitos enormes.
Vi que a hora tinha chegado, então voltei à posição de antes. Deitada, olhando pra cima. Ele se meteu de novo entre minhas pernas.
Eu tava tão excitada que não conseguia parar de me acariciar. Minhas mãos iam dos peitos ao meu clitóris em questão de segundos. Comecei a gritar, sabendo que era o fim do ato. Os movimentos dele mostravam que ele também tava prestes a gozar.
Eu me observava no espelho do armário. Acho que nunca tinha me visto assim. Minhas pernas totalmente abertas, com um homem por cima, mesmo sendo meu filho, e mostrando meu corpo nu, o que me excitava ainda mais.
Vou gozar, mamãe!!!
A expressão dele me fez voltar à realidade. Eu tinha tido meu orgasmo uns segundos antes e só consegui dizer:
Filho. Goza fora.
Ele tirou o pau e um jato de sêmen caiu na altura do meu umbigo. Adrián saiu de cima de mim e se deitou do meu lado. Eu acariciei ele como se fosse a namorada dele. Me sentia feliz.
8 comentários - Ajudando meu filho (Relato real da internet)