BOM... ESSA É A MINHA PRIMEIRA POSTAGEM, ENTÃO ESPERO QUE NÃO SEJAM TÃO CRUÉIS COM OS COMENTÁRIOS :D
OUTRO DIA NAVEGANDO, ENCONTREI ESSA HISTÓRIA QUE ME DEIXOU MUITO EXCITADA E QUIS COMPARTILHAR COM VOCÊS. SEM MAIS DELONGAS, AÍ VAI!
Dando serviço pra mulher de um amigo
Conhecia ele desde criança, porque embora eu tivesse nascido na Espanha, nós dois crescemos em Martínez de la Torre, uma cidadezinha de Veracruz. E agora o fato de ele estar morto não muda o fato de que eu considerava o Alberto um cara do caralho. Como amigo, não tinha igual. Carinhoso, atencioso, divertido. Se você tinha um problema, ele era o primeiro a correr pra te ajudar. Mas sendo uma pessoa maravilhosa, ele tinha um problema:
"Era um puta desastre!"
Sendo um cara inteligente e trabalhador, também era um gastador em níveis impensáveis. Do mesmo jeito que entrava dinheiro, ele gastava. Nunca pensou no amanhã até o dia em que foi diagnosticado com câncer, mas aí já era tarde.
Enquanto estava saudável, com o salário dele dava pra dar pra mulher um padrão de vida mais que digno. A Linda tinha nascido numa família abastada, dona de uma fábrica de sucos cítricos, mas que infelizmente tinha quebrado. Sabendo como ela tinha sido criada, ele se virou pra que ela não faltasse com nada: se queria um vestido, ia numa loja e comprava. Se perdia o celular, arrumava o último modelo. Resumindo, tratava ela como uma rainha, mas esbanjava o resto em bebida e puta. Por isso, quando ele ficou doente, vivia de aluguel e a conta corrente tava no vermelho.
Ainda lembro do sábado em que fui visitar ele na clínica. Foi foda ver ele ligado naqueles aparelhos todos. Do homem vital e divertido só restava uma casca de pele e osso. Quando entrei no quarto, ele pediu pra eu chegar perto e, pegando minha mão entre as dele, confessou que tava cagado de medo.
— Te entendo — respondi, achando que ele tava falando da morte. Morrer aos trinta anos é uma merda.
Meu amigo percebeu como eu tinha interpretado e, sussurrando pra ninguém ouvir, me tirou do engano.
— Não tô preocupado em bater as botas. O que me fode é deixar a Linda sem um puto — e, me fazendo uma confidência, disse: — Minha vida não importa, mas não sei o que vai ser dela.
Tentando Tirando o peso da situação, respondi na brincadeira que ele valia mais morto do que vivo, porque quando a mulher dele morresse, ela receberia a pensão de viúva.
— Esse é o problema. Não contribuí os anos suficientes, e com o que vai sobrar pra ela, não dá nem pra pagar um quartinho miserável — respondeu quase chorando.
Ver ele sofrendo pelo destino da mulher não foi nada agradável, e agindo como um verdadeiro irresponsável, soltei:
— Alberto, como você sabe, minha situação financeira é boa. Me comprometo a arrumar um trabalho pra ela, com o qual ela possa viver folgadamente.
Minhas palavras, longe de acalmá-lo, o deixaram mais agitado, e levantando o tom de voz, ele explicou que a mulher nunca tinha trabalhado fora de casa e, embora fosse uma ótima cozinheira, não a via trabalhando num restaurante.
Deveria ter mordido a língua naquele instante, mas já que tinha me jogado, ofereci que eu mesmo poderia dar trabalho a ela:
— Você sabe, tenho uma fazenda velha no interior e me faria bem ter alguém de confiança pra cuidar dela. Os caseiros de sempre se aposentaram, e por isso venho pouco, já que não tenho ninguém pra cozinhar pra mim. Estaria me fazendo um favor!
Ao me ouvir, ele se agarrou à minha oferta como a uma tábua de salvação e me fez jurar que cumpriria. Se estivesse vivo, jamais teria decepcionado aquele amigo, mas na antesala da morte dele, me vi incapaz de recusar e, sem saber na enrascada que estava me metendo, prometi que cumpriria a palavra dada. Naquele momento, não percebi que, do sofá, a tal mulher não tinha perdido nada da nossa conversa. Mas uma hora depois, quando já estava indo embora, ela se aproximou de mim e, agradecendo, perguntou quando teria que começar a trabalhar.
Sabendo da situação ruim dela, respondi:
— Considere-se contratada a partir de agora — e pegando no braço dela, sussurrei no ouvido: — Eu só venho nos fins de semana, mas se for muito apressado, cuide do seu marido e, se infelizmente ele falecer, você terá tempo de começar a trabalhar quando se recuperar.
A mulher ficou Pensando por uns segundos no que era melhor pra ela e depois de refletir, perguntou:
— O cargo inclui a casa onde moravam “os jarochos”?
Percebi que ela tava falando de um pequeno pavilhão que ficava num canto da propriedade. Apesar de eu ter planos de transformar aquele barraco numa garagem, e vendo por onde os tiros vinham daquela mulher, respondi:
— Tá bem deteriorada, mas se você precisar, podia morar lá.
Sem conseguir me olhar na cara, ela respondeu:
— Ia me ajudar muito, porque como meu marido disse, a gente tá apertado e se o senhor me emprestar essa casa, não ia precisar pagar aluguel.
— Pra mim, sem problema.
— Então, D. Manuel: queria começar de imediato porque “La Floresta” fica a cinco minutos do hospital e eu poderia cuidar do Alberto sem dificuldade.
Percebi que ela tava me tratando de senhor. E entendendo que era o jeito certo de se dirigir a mim, já que ela ia passar a fazer parte do meu serviço, decidi deixar pra outro dia corrigir isso. Soava estranho que aquela mulher que eu conhecia desde pequena não me tratasse por “você”, mas como era besteira, apertei a mão dela fechando o acordo.
Linda se muda pra morar em “La Floresta”
Ainda não expliquei pra vocês que, embora eu sempre me referisse à propriedade da família como o casarão, na verdade era uma fazenda de dez hectares no meio da cidade. Entre seus muros de pedra, além da casa dos patrões e da casa dos caseiros, tinha uma piscina, um jardim imenso e uma horta grande. Foi meu pai que, vendo que sobrava terreno, decidiu cercar uma parte pra produzir verduras. Infelizmente, como eu morava em Veracruz, tinha deixado aquilo de lado e naquela época não passava de um criadouro de mato.
Voltando à história que eu tava contando. Naquela noite jantei com uns conhecidos e exagerei nas bebidas. Resumindo, cheguei em casa bêbado pra caralho. Por isso, na manhã seguinte, quando tocaram a campainha, levantei assustado e com uma baita dor de cabeça. de cabeça.
“Quem é a piranha que vai ficar horas aqui? Num sábado ainda!” pensei ao ver que meu relógio marcava nove.
Putasso, vesti um roupão e, descalço, desci pra abrir a porta pra visita inoportuna. Foi quando vi a esposa do meu amigo na porta que lembrei que tinha contratado ela no dia anterior. A mala enorme que ela trouxe me fez perceber que a Linda vinha pra ficar, então deixei ela entrar e pedi quinze minutos pra mostrar a casa.
— Não esperava que você viesse tão cedo — falei, meio sem graça — vou me trocar e já desço.
— Pode ficar tranquilo, seu Manuel — respondeu ela, olhando em volta.
Sabendo da bagunça, tentei me desculpar pelo estado deplorável:
— Tô com vergonha de você ver essa merda toda, mas desde que os jarochos se aposentaram, ninguém cuida disso.
— Pra isso que eu tô aqui. Vai tomar um banho que enquanto isso eu vejo o que posso fazer.
Cagalhão de rir porque minha nova empregada tava me mandando pro chuveiro, subi as escadas e entrei no banheiro. Foi debaixo d’água que comecei a pensar se tinha feito certo em contratar aquela mina. Mesmo sendo esposa do meu amigo, ela não deixava de ter vinte e cinco anos, e conhecendo a fofoca que o povo da cidade adora inventar, fiquei com medo de que, depois que o marido morresse, a reputação dela ficasse queimada. Por outro lado, eu tava acostumado a trazer minhas conquistas de uma noite pra casa, e com ela ali, nenhuma das minas da cidade ia se atrever a aceitar por causa do que iam dizer. Foi a primeira vez que percebi que a presença dela ia mudar meu estilo de vida, mas como tinha dado minha palavra, decidi que, se surgissem problemas, daria tempo de tomar providências depois.
Já vestido, desci pra encontrar ela. A Linda tinha resolvido meter a mão na massa, e quando a encontrei limpando a cozinha, não só tinha me preparado o café da manhã como também já tinha colocado minha roupa pra lavar. Quando entrei no cômodo, minha empregada tava em cima de uma escada tentando tirar a sujeira de um estante. A posição forçada me permitiu apreciar as pernas daquela mulher.
“A desgraçada é gostosa pra caralho”, pensei, e disfarçando enquanto servia um café, dei uma boa olhada na anatomia dela.
Alheia a ser objeto do meu exame, a moça parecia contente e, tentando que continuasse me presenteando de graça com a visão daquele par de coxas, sentei em silêncio.
“Mas que rabo!” avaliei da minha cadeira. Nunca tinha reparado que a esposa do Alberto tinha uma bunda digna de museu. Duas nádegas duras e bem colocadas tornavam aquela parte do corpo dela muito desejável.
Sentir meu pau endurecer por baixo da calça me fez sentir vergonha da minha atitude e, deixando esses pensamentos de lado, perguntei se ela queria visitar a casa. Embora tenha achado estranho, a Linda se mostrou encantada em me acompanhar.
Como a casa é enorme, perguntei por onde ela queria começar:
— Se o senhor não se importa, gostaria de deixar a mala no meu quarto.
Pode soar mal, mas agradeci o desejo dela porque assim veria aquele maldito barraco antes do resto e não o contrário, de modo que não parecesse tão deprimente em comparação com onde eu morava. Porque, embora não tivesse entrado nos últimos três anos, sabia que era uma merda. Meus piores pressentimentos se confirmaram assim que entrei, porque ao abrir a porta me deparei com uma parte do teto desabada, tornando o lugar inabitável.
Se minha cara era de espanto, a da Linda não ficou atrás e, chorando, me explicou que naquela manhã tinha falado com o senhorio e ele disse que em uma semana ela teria que deixar o apartamento que estava alugando. Vendo a desolação no rosto dela, cometi outra idiotice e, tentando acalmá-la, ofereci que ficasse na casa grande enquanto mandava arrumar aquela masmorra.
— O senhor tem certeza? — perguntou, aliviada.
— Claro, aqui não dá pra morar — comentei e, me fazendo de bonzinho, disse: — O casarão é grande demais pra mim sozinho, não me importo que você fique aí enquanto consigo alguém pra consertar o teto e dar um jeito no resto. A mulher do meu amigo recebeu minha oferta com tanta felicidade que, se eu não fosse um conhecido antigo, ela teria me agradecido beijando minhas mãos. A gratidão dela me fez perceber o tamanho das dificuldades daquele casamento e, achando que seria questão de uns dois meses, não vi problema nisso.
Foi quando mostrei o quarto de hóspedes, que ficava ao lado do meu, que entendi a real dimensão da minha proposta. Como a casa era antiga, eu teria que dividir o banheiro com ela. Meus pais, na reforma, colocaram o banheiro com entrada para os dois quartos, então eu teria que fechar a porta de interligação para manter minha privacidade. Reconheço que não falei nada porque parecia elitismo da pior espécie, mas, acostumado a viver sozinho, a ideia de alguém usar o mesmo chuveiro que eu não me deu a menor puta graça.
Já Linda estava toda animada, porque, ao lado do apartamentinho que dividia com o marido, minha herança parecia um palácio. Depois de deixar a mala dela no quarto, mostrei o resto da casa, enquanto, no fundo, ia me putiando comigo mesmo.
"Que idiota que eu sou!" resmunguei comigo mesmo no final e, pra me acalmar, resolvi dar uma volta.
Já estava saindo quando ela perguntou se eu ia voltar pra almoçar:
— Não, obrigado — respondi, embora não fosse verdade; eu tinha combinado algo.
Mentir daquele jeito tão idiota me tirou do sério, e por isso, assim que entrei no carro, liguei o motor e saí fugindo sem rumo. Não conseguia acreditar que, aos trinta e cinco anos, tinha mentido pra não admitir que preferia ficar sozinho. Fiquei duas horas dando voltas pela serra e, com fome, parei pra comer num bar de estrada.
O azar fez eu entrar num lugar horrível; a comida era uma bosta, então deixei metade no prato. Quando voltei pra casa, não vi a Linda e, achando que ela devia estar limpando outra parte da casa, não liguei e fui direto pro meu quarto. Quarto. Como tantas vezes, estava abrindo a porta que dava pro banheiro quando ouvi o barulho da água do chuveiro. Cortei, fechei e me deitei na cama.
A partir daí, reconheço minha culpa. A mulher do meu amigo estar se banhando a poucos metros me fez lembrar da maravilha de pernas que a natureza tinha dado a ela e, agindo como um porco, decidi me aproveitar dessa circunstância. Como já expliquei, a casa era antiga, e as portas também. Então, aproveitando o buraco da fechadura, me abaixei pra espiar ela. A primeira coisa que vi foram a calcinha e o sutiã dela em cima da pia. Saber que a Linda estava nua foi suficiente pro meu pau sair do torpor. Juro que já tava excitado antes mesmo de ver a silhueta dela através do box transparente do chuveiro. Como se fosse um filme pornô, curti o jeito tão sensual com que ela se ensaboava.
Se as pernas dela eram espetaculares, o que dizer dos peitos que descobri espiando. Grandes, duros e inchados, eram os melhores que eu já tinha visto até então e, já sem nenhum pudor, desabotoei a braguilha e, puxando meu membro, comecei a me masturbar em homenagem a ela.
— Que maravilha! — exclamei baixinho quando ela se virou e pude ver tanto os bicos pretos que decoravam as tetas dela quanto a buceta bem cuidada que aquela mulher exibia entre as pernas.
Do meu posto de observação, me surpreendi não só com o tamanho dos peitos dela, mas também com a beleza requintada do resto do corpo dela e, por isso, desde aquele momento, invejei meu amigo.
“Porra! Como ele escondia isso!”, pensei, lembrando que o Alberto nunca tinha mencionado a gostosa que tinha na cama dele.
Fiquei de boca aberta quando a mulher abriu as pernas pra se ensaboar a virilha, deixando minha vista se deliciar na boceta dela. A Linda tinha a buceta completamente depilada, o que a tornava estranhamente atraente. Criado à moda antiga, eu gostava de pelos na xota, mas tenho que reconhecer que minha respiração acelerou ao contemplar aquela maravilha.
Se não fosse impossível, pelo jeito tão lento e sensual com que se ensaboava, teria achado que ela estava se exibindo e que o que aquela mulher realmente queria era me deixar de pau duro. Completamente absorto olhando pra ela, me masturbei com mais força ao admirar em detalhes todos os seus movimentos. Naquela altura, queria ser eu quem a ensaboasse e percorresse assim todo o seu corpo. Me imaginava sendo eu quem estivesse apalpando seus peitos, acariciando suas costas, mas principalmente lambendo sua buceta. Mas a gota d'água que fez meu pau explodir foi vê-la se inclinar pra pegar o sabão que tinha escapado das mãos dela. Ao fazer isso, me permitiu me maravilhar novamente com aquele rabo e descobrir entre suas nádegas, seu rosado e virginal esfíncter. Me imaginar sendo eu quem desvirginasse a entrada traseira da esposa do meu amigo me deixou ainda mais excitado e, descarregando minha porra no tapete, gozei em silêncio.
Com medo de que ela descobrisse as manchas brancas e entendesse que eu a tinha espionado, limpei tudo e, depois disso, desci pra sala, tentando esquecer sua silhueta molhada. Coisa que se mostrou impossível, sua pele nua tinha se gravado na minha mente e jamais se apagaria. Naquela tarde, Linda foi visitar o marido no hospital, o que me deu a oportunidade de revistar o quarto dela. Sei que foi algo imoral, mas aquela mulher me tinha obcecado e, por isso, quando a vi sair, esperei dez minutos antes de entrar.
A primeira coisa que fiz foi garantir que não fosse pego de surpresa e, por isso, tranquei a porta da frente da casa antes de me enfiar como um voyeur no quarto onde ela ia dormir. Já lá dentro, abri o guarda-roupa dela, onde descobri mais uma prova do quanto aquele casal estava passando mal. Tinha muita roupa, mas tudo velho. Dava pra ver que fazia anos que ela não comprava nenhuma peça nova. Mas o que realmente me deixou encantado foi descobrir numa gaveta a sua Coleção de calcinhas fio dental. Calcinhas minúsculas e quase transparentes. Só de imaginar aquela gostosa usando essas peças, minha imaginação já foi longe. Me vi separando aquelas duas bandas e enfiando minha língua lá dentro.
Mas o melhor veio no final. Ao revirar a mesinha de cabeceira dela, descobri que a Linda tinha companhia à noite. Não importava que o marido estivesse de cama há meses, a esposa querida aliviava a ausência dele com um consolador enorme.
“Porra, a mulherzinha do Alberto!” pensei enquanto cheirava o brinquedo.
Foi aí que percebi que ele tinha sido usado agora pouco. Ainda tinha vestígios de umidade e aquele cheiro adocicado que soltava era inconfundível.
– Acabou de se masturbar! – exclamei em voz alta, claramente excitado.
Colocando tudo no lugar, tive que ir ao banheiro bater uma punheta e, enquanto aliviava minha tensão, decidi que de algum jeito aquela bunda seria minha. Aproveitando a situação financeira dela e que com certeza devia estar há meses sem o marido comer ela, aquela mulher, querendo ou não, passaria pela minha cama. Tentaria primeiro seduzi-la, mas se fosse impossível, usaria todo tipo de artimanha pra conseguir foder ela.
O tempo até ela voltar, usei pra planejar meus próximos passos e, por isso, assim que ela entrou pela porta, perguntei como o Alberto estava. Linda desabou a chorar ao me ouvir perguntar pelo marido e, com lágrimas nos olhos, respondeu:
– Muito mal. Os médicos me disseram que não tem mais de um mês.
Exagerando a pena que as palavras dela me causaram, abracei ela e, acariciando o cabelo dela, falei:
– Vou sentir falta dele.
A esposa se deixou consolar por cinco minutos, soluçando contra meu ombro. Agindo como um bom amigo, servi de ombro amigo quando, na verdade, ao sentir o corpo dela contra o meu, não conseguia parar de pensar em como seria tê-la entre minhas pernas. Quando vi que ela tinha se acalmado, me afastei e, aproveitando a dor dela, Perguntei por que não saíamos pra jantar fora.
— Cê não tá a fim de cozinhar — insisti quando ela recusou.
— Juro que não tô nem aí, e olha a cara que eu tô.
A resposta dela, nada definitiva, me deu ânimo e, com voz meiga, respondi:
— Não vou aceitar um não. Espero você enquanto se troca.
Cedendo, ela entrou no quarto. Satisfeito por ter vencido essa primeira batalha, fiquei pensando onde levá-la. Se fosse a qualquer lugar da cidade, a saída noturna dela poderia render fofoca, mas se a levasse pra outro lugar, ela poderia ficar bolada. Por isso, enquanto esperava, decidi que ela mesma escolheria. Não me surpreendi ao vê-la descer vestida de forma recatada. Enfiada num terno cinza horrível, podia passar perfeitamente por uma beata indo pra missa.
“Que desperdício!” pensei ao vê-la.
Mesmo assim, aquela fantasia de freira não conseguiu esconder dos meus olhos a firmeza das curvas dela. A bunda grande e dura se recusava a ficar enterrada debaixo da saia grossa. Avaliando como merecia o espécime que ia me acompanhar no jantar, galantemente, cedi passagem. Linda agradeceu o gesto com um sorriso e perguntou pra onde íamos. Demorei a responder porque minha mente já viajava pensando em como e quando atacá-la, mas quando ela insistiu, respondi:
— Que tal a gente ir pra Papantla?
Sair do clima opressor da nossa cidade pareceu uma boa ideia pra ela, então pegamos a estrada e fizemos os vinte quilômetros que nos separavam daquele lugar. Já dentro da área urbana, fui direto pra um restaurante charmoso onde costumava levar minhas conquistas.
— Conhece esse lugar? — perguntei enquanto abria a porta pra ela.
A moça balançou a cabeça que não e, com passos tímidos, deixou o maître nos levar até a mesa. Quando ficamos sozinhos, ela soltou:
— Por que a gente não vai pra outro lugar? Esse é muito caro.
Entendi os receios de Linda e, sem dar muita importância, respondi: -Então não se preocupa. Você merece tudo isso e mais.
Meu elogio quebrou as resistências dela, e quando o garçom chegou com o vinho, ela não fez objeção em aceitar uma taça. Durante o jantar, a loira foi relaxando e, sem perceber, começou a beber mais do que devia. Depois do vinho e da janta, vieram três cubas-libres, de modo que, ao sair do restaurante, a mulher já estava mais que alterada. Vendo naquela embriaguez uma oportunidade mais que plausível para a esposa do Alberto fazer uma besteira, perguntei se ela queria tomar mais um drink em outro lugar.
— Só um — respondeu, já com dificuldade pra articular as palavras.
Esse foi o primeiro, e depois vieram mais dois, então, já de madrugada, ela me confessou que estava apavorada com o futuro e me agradeceu por ter acolhido ela debaixo do meu braço. Agindo como a típica bêbada, me abraçava enquanto dizia que me devia a vida e que podia contar com ela pra tudo.
“Se você soubesse pra que eu quero você!” pensei em silêncio enquanto pagava a conta.
Na volta pra casa, a Linda apagou de tão bêbada que tava, e quando chegamos, eu segurei ela por debaixo dos braços e, subindo as escadas, levei ela até o quarto dela. Lá, deixei ela cair na cama. Totalmente inconsciente, ficou na mesma posição que caiu. A saia dela tinha subido, deixando meus olhos se deliciarem com aquelas pernas morenas e grossas. Aquela imagem me bateu forte, porque, alheia ao meu exame, minha nova funcionária mostrava a bunda quase nua — e digo quase porque só a tira da calcinha fio dental enterrada entre as nádegas impedia que eu visse tudo.
Sentei numa poltrona de frente pra cama dela e fiquei olhando. A tentação de tocar aqueles peitos maravilhosos que eu tinha visto no banheiro era forte demais, e depois de cinco minutos debatendo o que fazer, me animei, pensando que se fizesse com cuidado, ninguém ia ficar sabendo. Querendo confirmar o estado real dela, me Aproximei-me dela e dei uns tapinhas leves no rosto dela.
“Tá grogue!” confirmei ao ver que ela não tava percebendo nada.
Sem pensar duas vezes, fui desabotoando a camisa dela, botão por botão. Quanto mais eu abria, mais excitado ficava ao ver pessoalmente as duas maravilhas que a natureza tinha dado a ela. Quando a blusa já tava totalmente desabotoada, me deliciei apalpando aqueles peitos que me deixavam obcecado. Agindo como um viciado que a primeira dose não satisfaz, levei minha boca até os mamilos dela e comecei a mordiscar. Minhas manobras passaram totalmente despercebidas pela minha vítima, que, como se estivesse em transe, continuava dormindo a ressaca.
Nessa altura, já tava dominado pela luxúria e, virando ela no colchão, coloquei ela de barriga pra cima com as pernas abertas. Só o tecido fininho da calcinha fio-dental me separava da buceta dela, e por isso, com cuidado pra não acordar, fui puxando até tirar pelos pés. Novamente conferi pessoalmente o que já tinha visto pelo buraco da fechadura.
“Que buceta gostosa que essa foxy tem”, sentenciei ao contemplar.
Totalmente depilada, não tinha nenhum pelo me impedindo de ver tanta beleza e, agindo como um porco, passei um dos meus dedos pela rachinha que tava à minha inteira disposição. Fiquei surpreso ao perceber que tava molhada, e por isso olhei pro rosto dela pra ver se tinha algum sinal de que ela tava percebendo que eu tava passando dos limites naquele momento. Mas tudo indicava que ela continuava num sono profundo, então abaixei a cabeça entre as coxas dela e passei a língua pelos lábios.
“Que gostosa que é!” pensei comigo mesmo e, mais confiante, comecei a mordiscar o clitóris dela. O gosto de mulher insatisfeita inundou minhas papilas, e, totalmente excitado, me distraí chupando a boceta dela até que, dentro da calça, meu pau pediu mais.
O tesão que tomava conta de mim era tanto que até doía de tão duro que tava. Sem conseguir me segurar, baixei a calça e tirei meu pau. Pau do meu cativeiro, comecei a brincar com aquela buceta. A umidade que tomava conta daquela preciosidade facilitou minha penetração e, devagar, enfiei até o fundo. Tava comendo ela quando percebi que devia aproveitar ainda mais aquela situação feliz e, tirando com muito pesar, fui no meu quarto pegar meu celular.
Com ele na mão, comecei a tirar fotos dos peitos e da buceta esplêndida da garota e, não satisfeito, fiz várias colocando minha glande na boca dela, como se ela tivesse me chupando. Em seguida, afastei os joelhos dela e, me metendo entre as coxas dela, imortalizei o jeito que meu pau ia tomando conta do interior dela. Naquela hora, a Linda suspirou, e eu fiquei paralisado achando que ela tinha acordado e ia me pegar estuprando ela, mas até hoje agradeço por ter sido só um susto e a esposa do meu amigo continuava roncando a bebedeira dela. Mesmo assim, tenho que confessar que meu coração a mil e, sem me mexer, esperei uns segundos.
“Imagina se ela acorda e me pega com meu pau dentro dela?” pensei assustado.
Depois de um tempo, vendo que ela não se mexia, comecei a me mover devagar, penetrando o interior dela com meu estranho. O aperto do canal dela e minha tesão fizeram o resto e, depois de cinco minutos, entendi que ia gozar. Não querendo deixar rastro, tirei e gozei nas pernas dela.
Então, satisfeito e embora quisesse repetir, preferi deixar pra outro dia e, limpando os restos na pele dela, eliminei toda evidência da minha passagem pela cama dela. Já tava quase na porta quando lembrei que não tinha colocado a calcinha fio dental nela, então, voltando uns passos, peguei a calcinha dela. Infelizmente pra ela, lembrei do vibrador dela e, pensando no dia seguinte, decidi que se ela acordasse com ele na mão, qualquer ardor na buceta dela ela ia culpar a bebedeira e achar que tinha usado ele.
Improvisando na hora, enfiei até o fundo pra ter vestígios do fluxo dela deixando em cima do colchão, liguei no mínimo.
“Em duas ou três horas, aquele zumbido vai acordar ela e ela vai achar que foi isso que aconteceu”.
Morrendo de rir, fechei o quarto dela e fui pra minha cama. Nem preciso dizer que peguei as fotos que tinha tirado, mandei pro meu e-mail pra ficarem em segurança, depois apaguei tudo e capotei.
Reconheço que sou um oportunista…
Naquela manhã acordei cedo e, quando fui tomar café, trombei com a Linda na escada. Esquecendo que era domingo, a mulher tava lavando os degraus agachada, o que me deixou dar uma geral no decote dela.
“Essa mina tem mais que uma sentada”, pensei, lembrando como tinha abusado dela no dia anterior.
A confirmação de que ela não lembrava de nada veio quando ouvi ela me cumprimentar alegremente e falar que tinha o café pronto. Fiquei totalmente tranquilo quando ela riu da bebedeira que tinha pegado e me perguntou como tinha chegado no quarto dela.
Obviamente, menti:
— Cambaleando.
Minha resposta satisfez ela, e se levantando do chão, foi esquentar meu café sem saber que, ao olhar pra rabeta dela pelo corredor, era outra coisa que tinha esquentado meu sangue. Infelizmente, depois de tomar, tive que me despedir porque ao meio-dia tinha um compromisso.
— Quando você volta? — perguntou com um tom de pena.
— Sexta-feira — respondi sem perceber que ela tinha me tratado por “você” de novo.
Já no carro, quase virei pra voltar, mas assumindo que, se queria transformar aquela mulher na minha amante, tinha que ser um trabalho de formiguinha. Devagar, iria fechando o mundo dela até que não tivesse escolha a não ser abrir as pernas. A partir daquele momento, não consegui tirar ela da cabeça. Os dias trancado no escritório só aumentaram a vontade de meter de novo.
Na sexta, assim que cheguei no escritório, liguei pra confirmar que chegava na hora do almoço. A mulher ficou encantada com o detalhe de que Se eu tivesse avisado, e cruzando um limite até então impensável, ela me disse:
— Senti sua falta. Sem você, não tenho ninguém pra conversar.
A confissão dela me deixou perplexo e sem saber o que responder, marquei com ela às três.
— Vou te esperar com a mesa posta —
Enquanto dirigia até a vila, fui me esquentando. Precisava daquela mulher. Embora a conhecesse desde criança, nunca reparei nela como uma mulher pra jogar meu laço, e por isso agora estava desnorteado.
— Porra, é só uma buceta — gritei, aproveitando que tava sozinho no carro.
Mas algo me dizia por dentro que, se conseguisse levá-la pra cama, dificilmente deixaria ela ir embora.
— Como ela e tchau, nem me lembro mais — sentenciei, sem nem acreditar no que tava falando.
Quando cheguei em “La Floresta”, tava tremendo que nem um moleque idiota no primeiro encontro. Não sabia o que me esperava depois daquele deslize verbal da mulher do meu amigo, e por isso cumprimentei discretamente da porta.
Linda respondeu que tava na cozinha. Seguindo a voz dela, entrei no cômodo e a encontrei preparando a comida. Fiquei alucinado olhando pra ela. O calor dos fogões tinha elevado a temperatura do ambiente, e o suor do corpo dela fazia a blusa grudar no peito. A sensualidade da cena se amplificava pela ação dos mamilos dela, grandes e duros, marcando por baixo do tecido. Tenho certeza de que ela adivinhou meus pensamentos quando me pegou olhando fixamente pra aquele par de maravilhas da porta, mas longe de se assustar ou se encolher, ela sorriu pra mim.
“Deus! Ia derrubar ela em cima da mesa!” pensei, tentando segurar meus instintos.
Foi a esposa do Alberto quem teve que quebrar o silêncio constrangedor que se instalou entre nós, pedindo pra eu sentar à mesa. Da minha cadeira, contemplei aquela mulher me servindo a sopa enquanto deixava meus olhos se deliciarem de novo no decote dela. Juro que se eu tivesse a coragem que precisava, teria me jogado no pescoço dela, mas em vez disso... Bom, tive que me contentar com a colher. Sabia que a Linda estava brincando comigo e que essa mudança devia ter um motivo, então, sondando o terreno, comentei que também tinha sentido falta dela.
Sentando-se à mesa, ela começou a comer sem parar de me provocar, de um jeito que, na sobremesa, eu já sabia que ia me pedir alguma coisa. Primeiro, me contou que o marido dela estava de mal a pior e que os médicos já tinham desistido, e na sequência explicou que, naquela manhã, quando foi pegar as coisas no antigo apartamento, o proprietário avisou que ela estava devendo dois meses de aluguel.
— Quanto é? — perguntei.
— Quinze mil pesos — e, indo direto ao ponto, me pediu o dinheiro emprestado, implorando para que eu descontasse do salário dela.
— Com isso não se preocupa, que eu dou um jeito de me pagar — soltei, como se fosse nada.
Aí a boba, sem pensar nas minhas palavras, me abraçou e me deu um beijo na bochecha, momento que aproveitei pra dar uma boa apalpada na bunda dela.
— O que cê tá fazendo! — protestou ao sentir minhas mãos percorrendo as nádegas dela.
— Pegando um adiantamento — falei, sem soltar ela.
A mulher, assustada com minha atitude, se debateu um pouco, mas vendo que eu não ia além, deixou que eu apalpasse a bunda dela por um minuto, depois, indignada, saiu do quarto. Soltei uma gargalhada ao vê-la ir embora e, tirando o dinheiro da carteira, deixei em cima da mesa. Eu tinha mostrado minhas cartas e não podia mais voltar atrás. Do que aquela mulher fizesse na próxima hora, dependia não só de eu conseguir comer ela, mas até minha reputação, porque um escândalo tornaria meus fins de semana naquele lugar insuportáveis.
Dando tempo pra ela pensar, saí pro jardim e, enquanto andava por lá, percebi que precisava de mais cuidados. Quando voltei pra casa, a Linda não estava, mas o dinheiro tinha sumido e, com medo de que ela tivesse ido embora de vez, entrei no quarto dela. Ao descobrir a roupa no armário, sorri, sabendo que aquela mulher tinha assinado a própria sentença.
Não ia demorar pra ela vir ronronando até mim. cama!
Decidido a tomar as rédeas da vida dela, liguei pro Doutor Heredia, o médico que cuidava do Alberto na clínica. Depois de me apresentar, ele me reconheceu como o velho amigo do paciente e, me interessando por ele, perguntei como ia o tratamento do doente.
— Mal — respondeu — nesse hospital a gente pouco pode fazer. Recomendei pra mulher dele que leve ele pra uma clínica particular onde possam dar cuidados paliativos. Ele não vai melhorar, mas pelo menos não ia continuar sofrendo.
— E o que ela respondeu?
— A coitada me confessou que não tinha grana pra isso.
— Quanto custaria? — perguntei, interessado.
— Uns noventa mil.
A quantia era pesada, mas felizmente não era absurda, e depois de pensar duas vezes, avisei que eu ia bancar, mas exigi sigilo, ninguém podia saber. O médico ficou estranhando, mas vendo que era o melhor pro Alberto, aceitou minha explicação. Me fazendo de bom amigo, justifiquei minha decisão na amizade que me ligava ao paciente. Depois de resolver esse detalhe pequeno, mas caro, me deitei no sofá da sala e liguei a TV.
Só me restava esperar!
Oito e meia da noite, a Linda chegou feito uma fúria e, mal largou a bolsa, veio se encarar comigo:
— Quem porra você pensa que é pra organizar minha vida?
Dava pra ver que ela tava bem alterada, e por isso esperei ela soltar um monte de desaforo da boca dela. Quando terminou, sem tirar os olhos da TV, respondi:
— Tá falando de evitar que seu marido continue sofrendo? Quer que eu ligue pro médico e cancele minha oferta?
Bem como eu tinha previsto, ela não conseguiu me pedir isso e, com lágrimas nos olhos, perguntou:
— O que você quer em troca?
Soltei uma gargalhada e, me levantando, fui até ela. Adorei ver como ela tremia já sabendo das minhas intenções. Já do lado dela, peguei ela pela cintura e, dando um beijo indesejado, respondi:
— Você já sabe.
Destroçada, ela saiu correndo do quarto enquanto eu ouvia. do corredor, minha risada. Qualquer outro teria tomado posse da propriedade dele naquele momento, mas eu não. Preferia que, com o passar do tempo, minha vítima fosse se acostumando com a ideia, que quando eu a tomasse, já tivesse assimilado que ia ser minha.
Como era de se esperar, a Linda se trancou no quarto dela pra chorar por uma hora, e só quando chamei ela pra me servir o jantar é que saiu do esconderijo. Assim que a vi, não foi difícil reconhecer a rendição total dela, porque, criando coragem, quis me mostrar o desprezo dela saindo completamente nua.
A ousadia dela me fez chegar perto e, pegando um dos peitos dela entre minhas mãos, perguntei:
— Quantas vezes você se tocou essa tarde imaginando que eu te possuía?
— Nenhuma! — respondeu sem se afastar, mas com uma cara de nojo.
Encantado com a rebeldia dela, peguei seu queixo e forcei ela a olhar pra careta de deboche que se formava no meu rosto.
— Já te disse alguma vez que você é uma puta muito gostosa?
Ignorando meu insulto, ela ficou me encarando com desprezo.
— Vou deixar você me tomar com a condição de que ajude o Alberto!
Parecia que ainda queria enfrentar mim, e, seguindo meus instintos mais baixos, levei um dos mamilos dela até minha boca e percorri com minha língua todas as bordas.
— Minha querida Linda, quem diria que você tinha essas maravilhas escondidas?
Tentando evitar que eu a tomasse, ela me perguntou se eu não tinha chamado ela pra me servir o jantar, mas aí eu já tava excitado e, pegando ela nos meus braços, levei ela até minha cama.
Assustada com o que vinha pela frente, ela me pediu pra não machucar ela. Uma gargalhada foi minha resposta e, forçando ela a abrir os joelhos, fiquei olhando pra buceta dela. Chorando de raiva, a loira viu que eu sentava do lado dela no colchão. Embora soubesse o que ia rolar, não conseguiu segurar um gemido quando passei minha mão por uma das coxas dela.
Tremendo de medo, ela teve que aguentar meus dedos percorrendo toda a pele dela. Enquanto olhava nos olhos dela, buscando alguma reação. Mantendo-se impassível, ela suportou minhas carícias sem fazer nenhum gesto. Ao notar que eu beliscava um dos mamilos dela, ela juntou forças da desesperação e, com voz seca, soltou:
— Desgraçado, faz rápido.
Inclinando-me sobre o rosto dela, lambi suas bochechas e, forçando sua boca, introduzi minha língua lá dentro. A falta de resposta da garota me irritou e, agarrando-a pelo cabelo, sussurrei no ouvido dela:
— Amanhã, você vai me pedir pra te pegar de novo. Sua putinha!
Em seguida, ignorando os choros dela, desci pelo pescoço e, me deliciando no peito dela, mordisquei novamente aqueles mamilos que me deixavam obcecado. Nessa altura, embora ela nunca admitisse, o calor já tinha tomado conta das bochechas dela e os gemidos tinham diminuído. Percebendo que eu precisava mostrar quem mandava, belisquei a auréola dela com força, fazendo com que um grito escapasse da garganta dela.
— Por favor! Não me machuca!
— Vou fazer o que eu quiser, porque você é uma puta e eu te comprei!
Incapaz de aceitar que era verdade, ela desviou o olhar de mim e se concentrou no teto pra evitar o meu. Vendo a reação dela, não me importei e, me abaixando entre as pernas dela, coloquei a língua pra fora e, com ela, recolhi um pouco do fluxo da buceta dela. Ao sentir a carícia molhada na vulva, ela fechou os punhos enquanto duas lágrimas grossas escorriam pelo rosto.
— Não! — murmurou baixinho ao perceber que eu tinha me apossado do clitóris dela.
O lamento dela se intensificou ao sentir que o corpo não era imune às minhas carícias e, quando enfiei um dedo dentro da caverna dela, ela teve que segurar um gemido pra eu não perceber que tava começando a gostar daquele tratamento doentio.
— Tá gostando, né?
— Não!!! — gritou com todas as forças.
Retomando minhas manobras, enfiei o segundo dedo. A respiração da loira ficou ofegante ao sentir. Decidido a conseguir a rendição dela, lentamente comecei a tirar e a colocar os dedos enquanto minha boca cuidava do botãozinho dela.
— Faz logo Já, deixa comigo.
Morrendo de rir, levei minha mão até a boca dela e, abrindo seus lábios, forcei ela a lamber o próprio fluxo enquanto dizia:
— Você é uma promíscua e, como tal, tá toda molhada. Pode negar de boca, mas sua buceta diz que você tá excitada.
Sem poder negar o óbvio, ela tentou me morder. Como eu já esperava, não conseguiu e, jogando ela contra o colchão, dei um tapa nela.
— Quer que eu seja violento? — perguntei e, levantando da cama, fui até o quarto dela pegar o vibrador.
Quando voltei, mostrei o que tinha nas mãos, dizendo:
— Reconhece seu brinquedo? Acha que não sei que você se masturba pensando em mim?
Embora fosse um blefe, nos olhos dela vi que eu tinha acertado e, já convencido do que estava fazendo, forcei ela a abrir a boca.
— Chupa ele e não se faz de difícil.
Descoberta, Linda não teve escolha senão abrir a boca e obedecer. Nem preciso dizer que adorei ver ela lambendo aquele falo de plástico enquanto eu imortalizava o momento com a câmera do meu celular.
— Pensei em mandar imprimir essa foto e colocar no meio da sala — falei, largando o telefone na mesinha de cabeceira.
— Não faz isso, por favor. Todo mundo vai saber que sou sua putinha — disse ela, sem perceber o que tava falando.
Embora não tivesse notado, a loira já aceitava a condição dela e só pedia que fosse algo entre nós. Pra recompensá-la, peguei o brinquedo, liguei e enfiei até o fundo da buceta dela. Ao sentir a vibração nas entranhas, a esposa do meu amigo soltou um gemido que logo interpretei como o primeiro de prazer.
— Por favor! — protestou suavemente, enquanto os quadris a traíam, balançando no ritmo do meu pulso.
O tesão dela era óbvio, mas tentando aprofundar a submissão, não falei nada e continuei penetrando o corpo dela com o vibrador.
— Você tá com tesão, sua putinha! — sussurrei no ouvido dela — Não vai demorar pra gozar.
Assumindo que a rendição dela não ia demorar, a beijei à força a boca dela.
— Reconhece, sua puta. Diz que você gosta de ser tratada assim.
— Nunca! — uivou enquanto o corpo tremia, sendo dominado pelas sensações que brotavam da sua entreperna.
Tirando o vibrador da sua boceta, substituí ele pela minha língua e, percorrendo a caverna dela, encontrei ela já toda encharcada. Pela minha experiência, soube que a Linda ia gozar e, por isso, levantando o olhar, ordenei que ela gozasse.
O orgulho dela fez com que negasse, mas a voz já saía apagada.
— Faz isso, sua putinha minha. Goza pra mim!
Linda estava tão gostosa que não conseguiu articular palavra e, se contorcendo no lençol, negou o óbvio, embora na mente dela reinasse a confusão. A mulher sabia que eu tava deixando ela louca, mas ainda era incapaz de admitir.
— Não me faz ficar puto. Goza agora.
Naquele momento, Linda não aguentou mais e, levantando a bunda, não só colaborou comigo como ainda enfiou mais o vibrador pra dentro. O orgasmo dela foi brutal, mordendo os lábios pra não gritar, se retorceu em silêncio enquanto o prazer inundava o corpo dela. Sabendo que tinha conseguido, acelerei o ritmo de meter e tirar o vibrador, com a intenção de prolongar o clímax dela.
— Viu como você é uma puta obediente? — falei no ouvido dela sem parar de foder a boceta dela.
Chorando pra caralho, ela juntou um orgasmo com o outro enquanto eu ria na cara dela por ter sido tão fácil.
— Continua, por favor! — esquecendo da minha zoeira por estar dominada pela paixão.
Ao ouvir ela, entendi que tinha alcançado meu objetivo e, saindo da cama, deixei ela sozinha no quarto. Do corredor, ouvi os choros dela porque, quando a excitação parou, a vergonha voltou com mais força. Não só tinha se entregado pra mim, como ainda por cima tinha gostado!
Cinco minutos depois, ela desceu pra sala onde eu tava servindo uma dose e, com a voz trêmula, me perguntou se já arrumava a mesa.
— Perfeito. Tô com fome — respondi, seguindo ela até a sala de jantar.
O jantar: Satisfeito com como os acontecimentos estavam se desenrolando, sentei na mesa enquanto minha empregada-vadia-amante ia preparar meu jantar. Com minha taça na mão, fiquei pensando em como ia aproveitar minha nova aquisição e por isso estava sorrindo quando a Linda chegou com a comida.
Ela estava linda vestida só com um avental, os peitões enormes dela se destacando dos dois lados do pano, dando uma sensualidade difícil de aguentar. Tendo todo o tempo do mundo pra domá-la, decidi primeiro comer e depois me divertir com ela. Tava terminando minha taça, quando a loira chegou e, ao colocar o prato na mesa, derrubou ele em cima de mim. Sabia que ela tinha feito de propósito quando vi um sorriso na cara dela.
“Essa é uma filha da puta!” pensei.
Sem fazer escândalo e sentado, afastei minha cadeira e falei:
— Limpa com a sua boca.
A garota não respondeu rápido o suficiente e, puxando ela pelos cabelos, forcei ela a se abaixar entre minhas pernas.
— Limpa essa merda que você fez.
A violência calma com que reagi tirou ela do sério e, aos berros, ela se recusou a cumprir minhas ordens.
— Você quem quis! — falei, levantando da cadeira e, aproveitando a recusa dela, decidi usá-la pra fazer algo que queria desde que vi aquele rabo dela no chuveiro. Ia castigar ela arrombando aquela bunda maravilhosa.
A Linda não viu chegando. Ela ainda tava com o sorriso no rosto quando levantei ela do chão, mas quando virei ela e botei a bunda dela na mesa, ela entendeu o que ia rolar:
— Não, por aí não! Não! — gritou, morrendo de medo.
Enquanto segurava ela pela cintura com uma mão, usei a outra pra me livrar da calça e baixar a cueca. Meu pau, que já tava duro desde antes, saiu totalmente ereto do esconderijo e, com gosto, apertei ele na fenda da bunda dela.
Assustada com o tamanho do pau que roçava a racha do cu dela, a Linda começou a gritar, implorando pra eu não sodomizar ela, mas ignorando os gemidos dela, passei minha mão na buceta dela em busca de fluxo. Ao notar logo que estava seco, decidi que aquilo não ia ser suficiente pra me fazer mudar de ideia e, separando as duas nádegas dela, cuspi no esfíncter dela.
Minha empregada tentou escapar ao sentir minha cusparada, mas segurando ela com força, coloquei minha glande na entrada dela. A cara de terror da mulher me confirmou que ela era virgem naquele buraco e, me deliciando com os medos dela, soltei:
— Pode gritar: quanto mais gritar, melhor!
E olha que ela gritou! Ao sentir meu pau rompendo a resistência do cu dela, os olhos dela se arregalaram e da garganta dela saiu um berro, na mesma altura da dor dilacerante que minha intrusão causou:
— Pelo amor de Deus, para! Tá doendo pra caralho!
Sem ceder aos pedidos dela, centímetro por centímetro, fui enfiando minha espada na bunda dela. A investida lenta não deixava ela nem respirar e, fechando os punhos, ela tentou não apertar o buraco, mas foi impossível.
— Não! — gritou batendo na mesa.
O sofrimento dela me deu asas e, ao sentir a base do meu pau batendo nas nádegas dela, comecei um vai e vem doloroso com meu corpo. A dor foi aumentando e a esposa do meu amigo, numa tentativa vã de aguentar, pegou um guardanapo, enfiou na boca e mordeu. A tentativa dela de não gritar foi em vão, porque então pressionei com toda força meus quadris e enfiei até o fundo.
— Aaaaaaahhhh!!!
O berro dela deve ter sido ouvido a quarteirões de distância e, com muito mau gosto, sussurrei no ouvido dela:
— Quem sabe até seu marido ouviu.
Mencionar o doente deixou ela nervosa e, tirando uma força que não tinha, respondeu chorando:
— Não mete o Alberto nisso!
Aprofundando na ferida, forcei de novo com violência o cu fodido dela e ri da desgraça dela dizendo:
— Ele é o culpado de você ter me dado essa bunda.
Linda não teve forças pra me responder, já tinha o suficiente pra se acostumar a sentir minha grossura rasgando o esfíncter dela e aguentar o sofrimento indescritível que aquilo causava. O A inação me deixou agarrar ela pelas nádegas e começar uma série de estocadas tão violentas e rápidas que fizeram ela quicar na mesa.
– Acha que esse castigo já basta ou quer mais?
A loira se segurava na toalha da mesa pra aguentar o tranco forte, enquanto o cu dela ardia como se tivesse sendo esfaqueado com um punhal. Infelizmente, mesmo querendo continuar fodendo aquela mulher no rabo, a tesão acumulada a tarde inteira me fez gozar cedo demais. Por isso, quando senti que ia explodir, peguei ela pelos ombros, puxei pra perto e despejei minha porra dentro do intestino dela. O suspiro que escapou da garganta dela ao sentir o cu enchendo me fez sorrir. Depois de terminar de gozar, tirei meu pau e observei com cuidado os rasgos que tinha feito e meu sêmen escorrendo de dentro dela.
Mergulhada na humilhação que sentia, deixei ela sozinha e, da porta, ordenei:
– Vai se limpar. Daqui a meia hora te quero na minha cama!
4 comentários - Dando serviço pra mulher do amigo