Compras ou sexo?

Quem diria que uma simples tarde de segunda-feira se tornaria um dos dias mais memoráveis da nossa vida sexual?

Bem óbvio, era uma tarde de segunda, e a gente tinha planos de ir ao shopping comprar presentes. Vaidosa como toda mulher bonita, minha mulher tinha caprichado no visual pra essa tarde. Um pouco informal, mas com o mesmo resultado de sempre: simplesmente radiante, mesmo vestindo uma calça jeans, uma blusa com um decote discreto, maquiagem leve e um penteado que, sem ser de salão nem nada complicado, acentuava ainda mais, se é que era possível, aquela beleza natural do rosto dela.

Depois de se arrumar, ela esperou eu trocar de camisa. Enquanto esperava, tirou os sapatos e se deitou no sofá maior da sala. Quando eu saí, arrumando minha camisa pela última vez, não pude evitar admirar ela e pensar comigo mesmo como sou sortudo de ter encontrado ela no meu caminho. Lembrando dos encontros que a gente teve nas noites anteriores, me aproximei e, agachando ao lado do sofá, dei um beijo apaixonado enquanto minha mão percorria o abdômen dela. Minha paixão foi mais que correspondida, ela me devolveu o beijo com ainda mais vontade.

— Espera! — eu disse. — Lembra como eu fico com tesão por você e a gente tem que ir ao shopping. Se me beijar assim mais uma vez, você sabe que vou acabar fazendo amor com você e lembra que a gente não vai ter outra chance de ir às compras tão cedo.

Como resposta, ela só sorriu e, enquanto acariciava minha nuca, me puxou pra perto e me deu outro beijo, dessa vez deixando a língua dela travar uma batalha por território com a minha. Enquanto com uma mão eu abria o botão da calça dela e começava a baixar o zíper, ela reclamou, sem nenhuma convicção:

— Ei! Eu não disse que sim.

— Não, mas eu avisei. Se me beijasse assim, você sabia muito bem que eu não ia parar.

— Mmmhh… Tá bom…

— Sabe do que eu tô com vontade? De uma coisa que a gente não conseguiu fazer direito da outra vez…

— Mmhh? Sexo oral… Mas dessa vez eu quero fazer em você, quero lamber, morder e chupar seus lábios vaginais.

-É? Bom…

-Mas você sabe que eu adoro quando você pede, quero que você me diga o que quer que eu faça, farei o que você quiser, só pede.

E dizendo isso bem perto do seu ouvido num sussurro muito sugestivo. Pegou meu rosto entre suas mãos e me puxou para ela, começou a me beijar e morder meus lábios sabendo que eu faria o mesmo com ela. Assim que comecei a prender seus lábios entre os meus e meus dentes, ela deixou, me permitindo agir numa entrega incomum ao meu beijo, sem responder, me deixando me deliciar com sua boca. Chupei, lambi e puxei seus lábios, passando minha língua entre eles. Só quando paramos para respirar que entendi o motivo de sua submissão:

-Assim - disse num sussurro, quase um ronronar felino - assim como você fez na minha boca, quero que faça na minha buceta…

Basta dizer, como dizem por aqui.

Dessa vez não fui delicado ao puxar sua calça, embora não tenha sido tão grosso com a blusa.

Afinal, essa e as que ela tinha usado nesses dias, comprei pro meu gosto.

Ainda deitada no sofá, deixei ela só de calcinha o tempo suficiente para admirar seu corpo gostoso. Beijar seus lábios foi só o começo. Devagar, sem pressa, torturando-a, fui descendo pelo seu pescoço e entre seus peitos até seu abdômen para ir ainda mais ao sul. Enfiei meus dedos entre sua pele e o elástico da sua calcinha: preta, com um pouco de renda na frente. Desci ela dos seus quadris e tirei de debaixo da sua bunda, enrolando até seus pés e a tirei completamente. Me ajoelhei no chão, me apoiando no sofá entre suas pernas. Bastou o toque dos meus dedos para que ela as abrisse um pouco para mim. Meus lábios foram beijando a parte interna de suas coxas, se aproximando lentamente da sua vagina. Torturei um pouco sua vontade beijando e lambendo alternadamente em volta da sua buceta. Comecei como ela pediu, com beijos apaixonados nela. lábios vaginais como se fossem sua boca.

Minha língua passeava entre seus lábios, penetrando entre eles de vez em quando, subindo em direção ao seu clitóris, que inchava cada vez mais por minha causa, para mim. Quanto mais excitado eu ficava, mais forte eu atacava seus lábios vaginais, mordendo, chupando, lambendo e puxando com meus lábios. Alguns dedos se adentravam de vez em quando em sua vagina. Era minha vez, depois de tantas vezes que ela me deu prazer com sua boca. Era minha vez de fazê-la tocar o céu e presentear com pelo menos um pouco do prazer do sexo oral. Às vezes, enquanto eu entrava com a ponta da língua em sua vagina como se fosse um substituto pobre para um pênis, eu posicionava a ponta do meu nariz bem em cima do seu clitóris, acariciando de um lado para o outro, de cima para baixo, tomando cuidado para não pressionar muito forte; muita força e eu arruinaria o prazer, substituindo-o por desconforto ou até dor… De vez em quando eu olhava para cima, para seu rosto, para ver sua expressão tão lasciva que conheço bem. Os lábios entreabertos e sua língua molhando-os continuamente. Seus olhos fechados e seu cabelo despenteado. Respiração ofegante que fazia subir e descer aqueles seios lindos e grandes, já sem sutiã.

Quando ela já estava à beira do orgasmo, dei lugar ao próximo prato do cardápio.

Subi pelo seu corpo, me coloquei entre suas pernas pronto para penetrá-la. Peguei meu pau com uma mão e me apoiei com a outra ao lado de sua cabeça. Deitei sobre ela e a beijei enquanto direcionava meu pau para a entrada de sua buceta.

— Você quer? Já quer ele dentro?
— SIM! Você sabe que sim… me dá agora.
— Você sabe que eu gosto quando você pede.
— ME DÁ AGORA!

Meu pau não precisou mais da ajuda da minha mão. Com um único movimento de quadril, lento mas decisivo, entrei até que meu púbis não me deixasse entrar mais nela.

Há algo, uma menção especial que me permito fazer para interromper meu relato por um momento, que me deixou louco por ela desde a primeira vez que a penetrei, há anos já: A expressão do rosto dela. Quando está excitada, adoro o gesto dela. O rosto inteiro se transforma da garota doce, a moça bonita e bem-comportada, no de uma Mulher, feita por e para o prazer. É excitante. Mas a expressão do rosto dela no momento exato em que eu entro nela é... indescritível. Então não vou gastar palavras tentando explicar o indescritível. Acho que esse pequeno detalhe vou guardar ciosamente para mim. Escrevo isso por prazer dela e um pouco de morbidez minha e de presunção de ambos.

Voltando àquela tarde de segunda-feira...

O movimento tradicional, mas não menos excitante, de pistão me manteve ocupado um tempo e aos dois perto do orgasmo, mas não ia ser uma tarde de sexo comum, não. Estávamos muito excitados para isso e sabíamos que o avião dela partiria no dia seguinte e que, por razões alheias a nós, seria muito tempo antes de estarmos juntos de novo. Como já sei, ela gosta que eu mude de posição para ter sensações diferentes se sou eu quem está no controle. E eu pensava em ter.

Puxei-a de modo que o corpo dela ficasse sobre o sofá, com o quadril bem perto da borda, e o pé esquerdo dela descesse para o chão. Apoiei um joelho no chão, junto ao pé dela, e posicionei minha coxa com a perna dobrada embaixo da perna dela. Segurei-a pelos quadris, acariciando-a perto do púbis com os polegares e a cintura com os dedos restantes. Comecei a penetrá-la nessa posição de maneira rápida, parando de vez em quando para me ajustar de novo, porque meu suor começava a escorrer pelas minhas pernas e, ao pingar no meu joelho, deixava o chão embaixo dele muito escorregadio.

- O que mais você quer.

- Não sei... - dizia com os olhos semicerrados - não sei...

- Se quer alguma coisa, só pede. Hoje sou seu, só pede o que quer que eu faça e eu farei.

- Hmmm! Não sei!

Obviamente estava pedindo muito dela naquele momento. Se é que tinha algo em mente antes de eu beijá-la, isso era coisa do passado. Para então, sua... ela estava concentrada no prazer que meus embates proporcionavam. Então senti meu orgasmo se aproximando, então, com o pretexto de mudar de posição, dei uma pausa. Saí dela e indiquei que se virasse, ficando de quatro no sofá. Apoiei um pé ao lado dela e o outro no chão. A posição de cachorrinho é nossa favorita, assim como qualquer uma de suas variações. O prazer que sinto ao vê-la submissa a mim, assim, dessa maneira, é tão excitante. Ver suas nádegas enquanto a penetro e poder acariciá-la, passando minhas mãos por suas coxas, suas costas, agarrar seus seios se me inclino para frente, puxar seus quadris para penetrá-la mais forte, mais rápido, tudo isso junto, além da maneira como sua buceta aperta meu pau nessa posição, faz dela de longe nossa favorita. Tudo isso teve seu efeito em mim em poucos minutos. Mais uma vez tive que mudar de posição. Saí dela, sentei bem na beirada do sofá e pedi que ela sentasse em mim, dando-me as costas. Recostei-me para trás de modo que minhas pernas formassem um ângulo reto com as panturrilhas, meus pés no chão e minhas nádegas no ar, meus rins na beirada do sofá. A luxúria, que pensei não poder ser maior, estava prestes a entrar em erupção em seu corpo de maneira mais que física. Ela me deu as costas, colocou suas pernas de cada lado das minhas e começou a baixar sua buceta pouco a pouco em direção à minha... Ou foi o que pensei. Ao baixar seus quadris em minha direção, ela pegou meu pau com a mão esquerda. Eu estava embasbacado com a visão de suas costas nuas e suas nádegas ligeiramente abertas pela separação de suas pernas, quando de repente... apontou a ponta do meu pau para seu cu! Ainda não me recuperava da surpresa de que fosse ela que, do nada, iniciasse esse tipo de penetração, quando ela se deixou cair quase de uma só vez no meu pau. Em apenas duas sentadas ela o enfiou completamente, primeiro até cerca de um quarto e depois, olhando para cima e fechando os olhos, ela se levantou um pouco... pouco até quase tirar e, sem mais, num segundo movimento, ela se deixou cair até que meus testículos roçassem seu clitóris, toda até o fundo! Só pela excitação que a sensação me causou, quase perdi o controle e gozei na hora. Ela ficou parada por apenas alguns segundos, depois começou um sobe e desce passeando o anel apertado do seu cu por todo o tronco da minha pica dura, roxa e com as veias bem marcadas. Uma das visões mais sexy que posso imaginar é ver suas nádegas, seus quadris enquanto a penetro por trás, mas essa imagem, sendo ela mesma quem controlava a penetração anal, superava e por muito qualquer imagem anterior. Isso sim era excitante. Via como cada centímetro do meu tronco era percorrido na totalidade quase até a ponta e totalmente até a base, ela cansou logo e se deixou cair por completo mas não parou de se mexer. Começou um movimento de quadris circular às vezes, e de vai e vem para trás e para frente outras. Ela estava decidida a me espremer, não havia dúvida. Mantivemos essa posição por um bom tempo, até que ela me indicou que as pernas estavam cansando. Pedi que se ajoelhasse no chão, bem na frente do sofá. Sem nem consultar, me coloquei atrás dela e, segurando-a pelos quadris, enfiei novamente meu pau pelo último buraco que tinha estado. Os gemidos de prazer de ambos enchiam o ambiente, mas principalmente os dela. Mais forte, aos poucos, eu arremetia contra suas nádegas dando às vezes uma palmada ou cravando meus dedos em seus quadris, controlando o movimento da penetração. De novo o suor começou a encharcar meu corpo por completo. Estava cada vez mais difícil manter o ritmo e o equilíbrio. Quando disse que estava escorregando no chão por causa do suor, saí dela e, ao se virar, ela viu meu corpo brilhando de suor. —Uau...! Que sexy meu macho fica todo molhado de suor. —Hehehe! Minha gatinha não fica atrás, você tem as costas e as nádegas todas molhadas. E essa... Esse suor é por sua causa. -Sério? Mmmh… Adoro provocar esse suor, que seja porque você está comendo essa sua putinha… -Quero continuar comendo essa sua bunda, gata. -Ah, é? Então come, papai, ela é toda sua. -Sobe de novo no sofá, de frente pra parede, vou comer seu cuzinho de novo. -Isso, arromba, é seu, amor. Ei… Sério que você gosta da minha bunda? -Adoro… é quase tão gostosa quanto sua buceta. Enquanto falávamos, ficamos de pé, peguei ela pela cintura e puxei pra perto pra beijar ela com gosto, forte, quase devorando a boca dela. Girei e empurrei ela contra o sofá, fiz ela se ajoelhar nele e apoiar as mãos na parede. Peguei meu pau com uma mão e coloquei a outra no ombro dela. O controle era todo meu de novo. -Sabe o que eu mais gosto na sua bunda? -Mmmh? -Que ela é minha… E dizendo isso, enfiei até o fundo, empurrando meus quadris pra frente e puxando o corpo dela pelo ombro contra o pau que ela tanto adora e que a enche de prazer. O uivo de dor e prazer foi instantâneo, e cada vez que eu chegava até o fundo, por mais rápido que fosse, arrancava um gemidinho extra dela. -Ah! Ah! AH!! -Tá doendo! Né? Que eu te coma pelo cu… -Ah! Sim… mas é muito gostoso, gato, continua… sou sua putinha, come sua putinha pelo cu, dá pau pra essa puta que quer pau no cu, Ah! Com cada empurrada dos meus quadris eu sentia meu orgasmo se aproximando… Tentei acelerar e parei por apenas um segundo, depois, sem aviso, enfiei até o fundo jogando todo meu peso nas nádegas dela, dando um pouquinho a mais de pau no seu cuzinho já tão machucado. Repeti a mesma coisa várias vezes. Bombeei o cu dela bem rápido e parava, deixando ir até o fundo de uma vez assim do nada, deixando ela assim por alguns segundos. Percebi que machucava, mas também provocava algo estranho, gostoso, que ela nunca tinha experimentado antes: Aquela sensação de prazer e dor forte misturados. Cada movimento assim, deixar o pau até o fundo por alguns segundos, acompanhado por um gemido delicioso de prazer e dor. De alguma forma, segurar tanto meu orgasmo me deixou numa situação meio estranha; não conseguia me concentrar para gozar. Minha ereção não baixava, mas a explosão não vinha.

Ambos perdemos a conta de quantos orgasmos ela já tinha tido. O primeiro que causei nela com o oral, outro com meu pau na buceta… Ou foram dois? E os que ela conseguiu com vários minutos chupando meu pau pelo cu. E olha… que rabo gostoso!

Comecei a me concentrar no meu orgasmo e quase consegui, quis admirar o cuzinho dela recebendo meu mastro para apressar minha gozada quando notei algo que me assustou um pouco… Eu tinha prometido arrombar o cu dela e consegui, vi um pouco de sangue no ânus dela e no meu pau, então decidi que era melhor deixarmos isso pra lá. Mas… poxa, transar com ela tão gostoso sem gozar, bem, não era justo.

Sem mencionar a verdadeira razão, parei e saí dela, argumentando que queria ficar mais confortável no quarto e que queria gozar na buceta dela para encharcá-la com minha porra. Ela adorou, e segundo me diria depois, o cuzinho dela agradeceu.

Fui direto para o chuveiro para lavar meu pau (é muito gostoso foder pelo cu, mas tem coisas que você não quer levar pra buceta) com cuidado, enquanto ela esperava no quarto.

Ao sair, ela me esperava deitada de bruços. Deus… que visão: o corpo dela nu na minha cama, as nádegas fazendo uma curva e os pés levantados, brincando entre si. Os seios a apenas alguns centímetros do colchão, ela apoiada nos cotovelos.

— Como o seu macho quer a mim?

(Ainda numa situação super erótica, ela tem a capacidade de flertar comigo um pouco mais…)

— Uau… Hmmm, sabe, eu gostaria de terminar de cachorrinho, quero te comer olhando suas nádegas.

— Então vem aqui, você tem sua putinha disposta a ser comida pelo seu macho.

Ajoelhando-se no colchão, ela me presenteou mais uma vez com a visão maravilhosa da sua bundinha empinada, suas nádegas à minha completa vontade. Este é o momento, sempre é. De novo meu pau encontrou caminho naquele buraquinho que tanto prazer me dá.

Coloquei um joelho ao lado de suas pernas e plantei meu outro pé do outro lado de seus pés. Comecei a meter na sua bucetinha gostosa de maneira desesperada, segurando seus quadris. Seus gemidos eram mais fortes que no sofá. Isso acabou por me excitar ao máximo possível e senti meu orgasmo se aproximando da ponta do meu pau, literalmente. Comecei a descarregar um atrás do outro os jatos de porra que tanto havia estado tentando extrair. Senti que meu orgasmo inundava meus sentidos por completo, tomando meu corpo até as últimas fibras. Meus músculos, minha mente, estavam curtindo aqueles espasmos que acompanharam minha ejaculação, e ela ronronava como uma gatinha satisfeita. Foi um orgasmo longo, prazeroso, grandioso... Depois de sentir os últimos estragos do meu prazer, desabei sobre seu corpo cobrindo-a com o meu.

Essa tarde foi até hoje a sessão mais longa de sexo que já tivemos. Estávamos cansados fisicamente, mas muito satisfeitos de poder saciar nossa tesão mutuamente.

Ela sorria satisfeita, me beijando com ternura e acariciando meu rosto. Passou uma perna sobre mim, nos abraçando de frente. Senti meu sêmen escorrer de sua vagina em direção à minha perna, algo que segundo ela me disse, ela gosta.

O sono, depois da longa e prazerosa batalha que acabara de acontecer, começou a nos envolver aos dois.

Dormir dessa maneira depois de fazer amor, abraçado à mulher que amo tanto e que me satisfaz como nunca ninguém o fez, que eu faço feliz e sacio, é a melhor maneira de dormir.

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