Clarita e Sofia: primeira vez juntas (Conto erótico real)

Bom, como muitos sabem, meu nome é Clara... tinha postado essa história há uns meses, dividida em três partes, não sei o que me deu e acabei apagando os posts. Tô postando de novo, com umas pequenas mudanças, tudo numa parte só. Pra quem não leu, espero que curta tanto quanto eu curti viver e depois contar.Clarita e Sofia, primeira vez juntas.Me apresento, meu nome é Clara, tenho 26 anos e sou de Acassuso, um bairro da zona norte da Grande Buenos Aires, Argentina.
No verão passado, no fim de janeiro, recebi um e-mail com um convite para um encontro de ex-alunos do colégio (me formei em 2005), para passar 4 dias num condomínio em Nordelta (quinta a domingo). Um ex-colega, Martin Luro, colocava a casa dele à disposição.

Não era a primeira vez que recebia esse tipo de convite, já tinha deixado passar por estar ocupada, de férias ou simplesmente sem vontade, mas dessa vez o remetente me chamou a atenção: Sofia.
Sofi, que tinha reenviado o e-mail, era minha melhor companheira e amiga naqueles tempos de colégio. Mesmo depois de terminar a escola, a gente ainda se via com certa frequência, mas depois veio o de sempre: a vida vai levando as pessoas por caminhos diferentes, a ponto de eu não só não ver mais ela, como ninguém mais da minha turma. Isso também pode ser porque nunca fui muito amigável ou sociável.

Respondi que podiam contar comigo, passei meu celular e no dia seguinte ela ligou. Anos sem nos falar, colocamos a conversa em dia. Ela se formou em Relações Trabalhistas e tinha acabado de entrar numa empresa importante. O meu lado era menos ostentoso: recepcionista na mesma empresa há 4 anos e, às vezes, promotora. Acrescentei que isso me deixava uma grana boa, numa tentativa de me valorizar em contraste com o presente promissor dela.

Não conseguimos achar uma resposta pra por que, morando a não mais de 30 quarteirões uma da outra, paramos de nos ver. Combinamos que ela passaria me buscar na quinta seguinte às 8:30.

Chegou a quinta. Pra ser sincera, eu estava meio arrependida. No dia anterior, tinha feito uma promo e minhas pernas estavam doloridas.

Sofia chegou num carro brilhante, exatamente como eu tinha imaginado. Assim que entrei, ela deixou claro que não era dela, e sim da mãe. A família dela era de uma posição bem confortável, pra falar a verdade, como a maioria da região.

Ela estava tão loira e divina como sempre. Eu, que sou morena, sempre odiei esse loiro dela, com um tom tão escandinavo.

Ela percebeu que eu estava com cara de quem tinha dormido pouco, contei que na noite anterior tinha ido fazer uma promoção num hotel.

— Me conta como é, burra, essa parada de fazer promoções?

— Quando aparece, eu faço. A empresa onde sou recepcionista organiza eventos, então quando surge algo e me oferecem, eu pego porque a grana que faço num dia é a mesma que ganho como recepcionista numa semana.

— Que legal, e peraí, você tá nas corridas e tal? Um ex meu me obrigava a ver as corridas, nunca entendi como as promotoras conseguem ficar "vestidas" assim (ela enfatizou "vestidas") e sorrir sem vergonha.

— Haha, e você era mais burra ainda por se deixar obrigar! Não, corridas eu não faço, não me ofereceram, mas também não toparia, é verdade, me daria vergonha.

— Ai, ela é uma putinha fina, hahaha.

— Cala a boca, que que você tá falando, sua filha da puta!

— Haha, mas também não esperava menos de você, mamãe, com essa raba!

Nós duas rimos, e havia uma falsa modéstia da parte dela. Sofia tranquilamente poderia ser promotora, das mais cobiçadas, e a menção dela à minha raba me transportou pra uma história que aconteceu quando a gente estudava junto na escola, jogando hóquei, uma menina de outro colégio caiu em cima dela e quebrou o braço dela.

Naquele dia, eu a acompanhei até a clínica e depois até em casa. A gente passava muito tempo juntas, mas não era tão frequente a gente dormir na casa uma da outra; aquela noite foi uma exceção.

O braço dela doía muito, e ela me pediu pra acompanhá-la ao banheiro porque tava doendo tanto que ela não conseguia nem abaixar a calcinha.

No meio de uma situação meio ridícula, onde eu ajudava ela com a calcinha, quando finalmente ela abaixou e num momento em que ela virou, eu vi aquela bunda redonda, firme e empinada. A imagem me chocou e me deu uma inveja saudável. O segundo choque foi quando ela vi de frente, a buceta dela completamente depilada. Nunca tinha visto outra buceta tão de perto e adorava como ela ficava assim toda depilada. Na verdade, desde aquele dia comecei também a me depilar toda, já que até então não fazia isso.

Me distraí uns segundos com toda essa lembrança. Quando voltei a mim, não aguentei descer do carro pra olhar a raba dela.

A viagem continuou por mais meia hora, a gente ia conversando sobre qualquer coisa, ela também não tinha ido nos outros encontros que rolaram, mas como esse ano já tava formada e não tinha problema de tempo, topou.

Chegamos. A casa era do Luro, um dos caras, não exatamente dele, mas da família dele, que claramente também era rica, mas pelo tamanho e quantidade de quartos que essa quase mansão tinha, muito mais que o resto. As casas vizinhas também eram uma ode à ostentação. Me chamou a atenção que o Luro era filho único, pra que querer todos esses quartos uma família de 3 pessoas que nem morava ali e usava a casa só nos fins de semana?

Enfim, de novo a bunda da Sofia me trouxe de volta à realidade, descemos do carro e pude olhar bem pra ela, tava com uma saia branca acima dos joelhos e até dava pra adivinhar quando ela andava uma calcinha fio dental branca minúscula. Me perguntei por que motivo eu tava olhando a bunda da minha amiga com tanto detalhe, a verdade é que o dia tava lindo, tinha uma piscina enorme e eu não aguentava ver ela de biquíni. Tava me sentindo meio desconfortável comigo mesma com essa fixação, sou hétero e sempre gostei de homens, só uma vez e de brincadeira tinha dado um beijo curto numa amiga, numa situação de bebedeira.

O Luro nos recebeu, tinha outros carros, a maioria dos que vi na corrente de e-mail que confirmaram presença já tinha chegado. Não tinha passado tanto tempo assim pra eu não reconhecer quem tava lá, mas alguns tavam francamente muito mudados, aos Poucos minutos depois chegaram mais dois carros, no final fomos 15 pessoas, 8 caras e 7 minas, quase metade do que éramos naquele curso.
Alguns não tinham conseguido, outros não tinham querido. Dos presentes, alguns eram casados, outros solteiros e, pelo que deu pra ver e pelo que se conversou depois, Sofia e eu éramos as únicas minas que não tinham namorado.
Sinceramente, sem falsa modéstia, acho que de todas as mulheres que estavam na reunião, as mais bem conservadas éramos eu e Sofia. Os caras, na maioria, estavam bem também.

Formaram uma roda de mate e facturas e fomos nos atualizando mais ou menos. Eu via os olhares dos caras fixos na Sofia, ou talvez fosse eu que tava ficando obcecada.
Um dos caras perguntou se a piscina era só de enfeite. Luro se desculpou e disse que a gente podia entrar quando quisesse.

— Martin, onde posso trocar de roupa? — perguntou Sofia.
— Ah, sim, desculpa. Vem que eu te mostro o quarto que vocês podem usar com a Clara, se quiserem.

Sofia me pegou pelo braço e a gente seguiu por aquele parque enorme. Eu quis matar a curiosidade e perguntei:

— Ei, Martin, pra que vocês têm essa casa tão grande? Se são só três na sua família.
— É que meu pai faz reuniões de executivos aqui, vem com mais gente do trabalho, que muitas vezes trazem as famílias — ele respondeu.

Por dentro, pensei que com certeza deviam fazer umas orgias fodidas com troca de casais e sorri.
Seguimos caminhando por uma galeria e entramos na parte principal da casa. Tudo era decorado de um jeito bem minimalista. Me veio à cabeça que, se essa casa enorme fosse minha, eu decoraria bem diferente, embora devesse ser difícil preencher espaços tão grandes.

Luro interrompeu meu devaneio arquitetônico:

— Subam por aquela escada, a segunda porta à direita. Esse quarto é pra vocês.

Ele deu meia-volta e foi embora. Olhei pra cima, minhas pernas ainda doíam e eu queria que a escada fosse rolante.
Mesmo assim, me preparei pra subir. Ao Quarto ou quinto degrau, Sofia, que vinha de trás, me deu um tapa na bunda, bem forte.

-Mexe essa raba, anda!

Me virei e olhei pra ela.

-Foi mal, precisava fazer isso, é que tu tá mais gostosa que televisão de asilo!

Ela me arrancou uma gargalhada com a comparação, perguntei de onde tinha tirado aquele "elogio", ela disse que alguém tinha falado uma vez na rua, achou muito engraçado e ficou gravado.

O quarto era médio, confortável o suficiente pra duas pessoas, e tinha um banheiro pequeno, uma cama de casal, um guarda-roupa, dois criados-mudos, além de ar-condicionado, uma TV LED de polegadas respeitáveis, um DVD e, sobre uma cômoda, um notebook e os controles remotos dos eletrônicos.

-Onde trabalha o pai desse cara? Perguntei pra Sofia.
-I have no idea (ela falou assim, em inglês), mas claramente é muito foda e ganha uma grana preta. – Completou.
-Pois é.

Eu tinha me distraído uns segundos tentando ligar a TV LED, quando me virei, Sofia já estava de sutiã e calcinha. Me hipnotizou. Ela se abaixou sobre a cama pra revirar a bolsa onde estava a sunga, me oferecendo a bunda toda. Inexplicavelmente, senti um formigamento na minha buceta, como se fosse algo elétrico.

-Essa sunga eu tenho desde o verão passado e nunca usei – Ela disse enquanto tirava o sutiã.

Os peitos dela tinham o tamanho perfeito, os bicos duros, e ela completou, enquanto tirava a fio dental, algo sobre como precisava pegar sol urgente porque estava branquíssima e que essa foi a razão principal de ter vindo pra reunião. As palavras chegavam como um eco, como ditas de longe, o espetáculo de vê-la tirando a roupa íntima, a buceta depilada exatamente como eu lembrava daquela vez, a bunda e os peitos firmes que ela cobriu com aquela sunga que ficava justíssima, era impagável. Definitivamente, naquele ponto, senti que tinha me molhado e, quando percebi isso, fui tomada por uma estranha sensação de culpa e desorientação. Não entendia por que aquilo tava acontecendo comigo. Milhares de vezes fazendo promoções, eu tinha visto outras minas trocarem de roupa e sempre tinha sido indiferente pra mim.

- Você não vai vestir o maiô agora? - Ela me perguntou.
- Vou sim, já quero ir pra piscina, com esse calorão! - Menti, a única coisa em que conseguia pensar era na Sofia. Peguei a bikini e fui pro banheiro, fiquei com vergonha da Sofia perceber que eu tinha molhado a calcinha.

- Ai, que vergonha boba, vai pro banheiro? Olha que não vou sair daqui sem ver suas tetas, a gente vai tomar sol de peitos, deixa os caras de pau duro, haha - Ela disse rindo de brincadeira, sabendo o quanto tava provocante.

- Nem fudendo, além disso vou no banheiro pra fazer xixi - Menti de novo.
- Ok, te espero lá embaixo.

Entrei no banheiro e tirei a calcinha rápido, tinha molhado de verdade. Toquei minha buceta, senti ela toda viscosa, e sentei no vaso. Abri meus lábios e passei um dedo rápido da bunda por toda minha buceta até o clitóris, fechei os olhos imaginando a Sofia nua. Me recostei pra trás e bati a cabeça na parede, o baque me tirou do clima, pensei que tava louca, que não podia me masturbar pensando na minha amiga e que era melhor descer logo. Tirei o sutiã que ainda tava vestindo e saí pro quarto pelada. Tava na dúvida se vestia a bikini que tinha na mão ou outra que era menos ousada, e nisso a Sofia entra.

- Esqueci o bronzeado... opa, que gostosa! Haha
- Olha quem fala - Retruquei, me cobrindo os peitos instintivamente.
- Sim, mas acho que você tem as melhores tetas, sempre tive inveja delas - Ela disse convicta, e mandou eu me apressar.

Decidi pela bikini que era um pouco menor, senão a Sofia ia roubar todas as olhadas dos caras. Na hora me disse que não podia mentir pra mim mesma, não tava nem aí pro olhar dos meus ex-colegas, tive que admitir que queria impressionar a Sofi.

Aquela quinta-feira era um dia típico de janeiro nessa parte do hemisfério sul: quente, pegajoso e ensolarado pra caralho. Desci as escadas e, quando tava saindo pro parque pela casa, a Sofia se juntou comigo — ela ainda não tinha saído porque tava esquentando água pro mate. Quando a gente apareceu, fez-se um silêncio por um segundo. Os caras nos olharam, a Sofia me olhou e a gente se sorriu cúmplice. A gente se sentia duas supermodelos: a loira e a morena (admito que nessa hora nossa faceta mais hedonista tinha aflorado, porque as duas sabiam que tava arrasando naquelas biquínis).

— Ahhh, olha só o que a Clarita e a Sofia estavam escondendo da gente! — exclamou um dos caras.
— Pois é, do que nos privaram todas essas reuniões que vocês não vieram! — emendou outro.
— Cala a boca, aleijado de pinto! — falou a Sofia enquanto passava por ele.

Essas frases da Sofia me faziam rir pra caramba. Você olhava pra cara refinada dela, o narizinho levemente empinado que, combinado com o olhar azul, dava aquele ar metade adolescente, metade femme fatale, e não imaginava ela falando daquele jeito tão grossa.

— Mas não dá nem pra elogiar, pô! — argumentou o Luro, com certa razão.
— Tá bom, Luro, valeu pelos elogios — respondeu a Sofia, brincando.

Eu tinha focado em olhar pras outras minas. Elas não falavam nada, sei lá, talvez estivessem com um pouco de ciúme. Tinha duas que não estavam, talvez ainda estivessem se trocando.

— Eu não entendo como vocês duas não têm namorado — disse o Cruz, outro dos caras.
— É que os homens tão muito babacas ultimamente… — a Sofia se apressou em responder, de um jeito tão convincente que não deu chance pra réplica.

Uns caras começaram a chutar uma bola, outros entraram na piscina. Das minas, três comentavam sobre uma revista de design, outras tomavam mate. Eu e a Sofia estávamos num canto da piscina, sentadas na borda com os pés na água.

— Não sei se entro primeiro e depois pego sol, ou o contrário. — Disse ela, olhando pro céu e fazendo careta por causa do sol que batia na cara dela.
— Vamos entrar primeiro, que tá calor, e depois a gente pega sol — respondi.
— É, bora, cê tem razão.

Ela se levantou e mergulhou de uma vez, me respingou toda e eu fui atrás dela. A temperatura da água tava mais que gostosa. Fazia sentido, tinha recebido sol por horas. Tinha um pato flutuante gigante e a Sofia me arremessou ele na cabeça, acertando em cheio. Devolvi com uma bola que tava boiando perto de mim e começamos a brincar, nos respingando, puxando o cabelo uma da outra e tentando afundar uma à outra que nem duas adolescentes. Com certeza a gente tava dando um show bonito pros caras. Num momento, ela fez mais força que eu e conseguiu me agarrar pela cabeça. Na tentativa dela de me afundar e na minha de não deixar, fiquei com a cara enfiada no meio dos peitos dela por uns 5 ou 6 segundos em que me abstive de tudo. 5 segundos em que sumiu tudo ao redor, éramos só ela e eu afundada naquele mar de tetas macias, redondas, com os bicos rosados e durinhos. Me senti perturbadoramente excitada. Minha cabeça finalmente afundou.

— Ganhei! Te venci, sua vadiazinha! — Enquanto ela comemorava, vi os peitos dela aparecendo e o corpete do biquíni levantando. No fim, ela não tinha saído tão ilesa da batalha.
— Seu corpete desatou, Sofia!
— Ué, me tapa, sua burra!
— Kkkkk, vira de costas que eu amarro.

Ela virou e levantou o cabelo na altura da nuca. Me imaginei, não amarrando o corpete, mas sim desamarrando ele, os peitões generosos dela preenchendo tudo que minhas mãos pudessem abarcar, e beijando devagar a nuca dela. Já não me sentia culpada por esses pensamentos lésbicos, mas eles ainda me chamavam atenção, porque, como já disse, apesar da Sofia ser uma gostosa, eu sou hétero e sempre senti atração por homens.

Dois dos caras perceberam, embora não tenham visto nada, e uivaram que nem lobos.
Saímos da piscina e nos preparamos pra pegar um sol. A uns metros, Luro com uns caras tava preparando o churrasco e o cheiro já tava chegando no nosso nariz.

-Tô morrendo de fome, Clara, só tomei mate.
-Tinha salgado, por que não comeu?
-Essa silhueta não se mantém sozinha, haha. -- Respondeu rindo enquanto passava bronzeador nos braços e nas tetas. Virou na espreguiçadeira e ficou de bruços, me oferecendo de novo a vista generosa daquele rabo esculpido.

-Passa bronzeador nas minhas costas -- Pediu

Por um segundo, pareceu que ela tinha sacado o que vinha provocando em mim desde de manhã e tava fazendo essa putaria de propósito.

-Vai, Clarita! -- Me apressou

Peguei o bronzeador, coloquei um pouco na palma da mão e comecei a espalhar nas costas dela, curtindo cada movimento. Queria que ela tivesse de frente, de barriga pra cima, pra poder passar nas tetas redondas e duras dela.

-Pronto!
-Pronto o quê? Passa na bunda, sua idiota, nas pernas, ou quer que eu fique com os queixos brancos? Haha

Ela tava certa. Naquela hora, tive certeza que a provocação era de propósito, não tinha como ela não estar brincando comigo daquele jeito.
Espalhei o bronzeador na bunda perfeita dela, me sentindo privilegiada, sabendo que tava fazendo algo que muitos caras iam querer fazer, e ao mesmo tempo toda excitada.

-Agora deixa que eu passo em você -- Falou enquanto tirava o bronzeador da minha mão

-Deita e joga o cabelo pra trás

Começou a passar o bronzeador sem nenhum pudor, passando as mãos nas minhas tetas, que já ficaram duras no primeiro toque.

-Agora de costas -- Mandou de novo

Virei e senti com muito prazer ela apalpando toda a minha bunda. Instintivamente, apertei a buceta contra a espreguiçadeira, já tava toda molhada.

-Nessa hora, o melhor é não pegar mais de uma hora de sol porque é a pior -- Falou, ignorando a tesão que tinha acabado de me dar me deixando paralisada.
Ficamos um tempão tomando sol. Em cima da mesa tinha uma revista Cosmopolitan que uma das meninas trouxe, Sofia se esticou e pegou pra folhear.

– Por causa desse tipo de revista que os homens nos tratam todas como umas idiotas – Falou convicta, como quem solta uma verdade universal.
– É, haha, as matérias são uma piada.
– Olha essa, “Autoprazer, o que fazer quando você está sozinha”… “Autoprazer” – Repetiu indignada.
– E o que vão colocar na capa de uma revista idiota, “bater uma”?
– Pois é, haha, eu não me dou “autoprazer”, eu bato uma, haha, e como!

De novo aquela cócega que subia da minha espinha até a minha buceta.

– É? Você bate muita? – Perguntei sinceramente curiosa.
– Claro, vai me dizer que você não? Quem não faz isso?
– É… sei lá… melhor é transar, haha.
– Ah, você é uma cientista, quem te ensinou isso? Sério? Haha, óbvio, idiota, que é melhor, mas quando os caras são uns babacas… melhor me tocar sozinha.

É verdade que ultimamente os caras que eu tava conhecendo, tirando algumas exceções, eram um mais idiota que o outro. Dito isso, ela se levantou pra pegar algo pra beber e se ofereceu pra trazer algo pra mim, pedi uma Coca Zero. Em 5 minutos apareceu com os copos, enquanto deixava o meu na mesa, perguntou de novo:

– Tô interessada nessa história de bater uma, qual é seu jeito favorito?

A pergunta me desconcertou.

– Sei lá, gosto de me tocar, que sei eu…
– Ai, Clari, que falta de imaginação!
– Não vou discutir…
– Eu adoro começar de bruços com a calcinha vestida, me esfregando na cama. Quando já tô molhada, gosto primeiro de esticar ela e enfiar um pouco na buceta, e depois deslizar e tocar a buceta bem de leve, percorrer os lábios, separá-los devagar e dar batidinhas suaves no clitóris. Com certeza aí já tiro a calcinha pra me mexer melhor. Consigo gozar em 5 minutos assim, é incrível… o que não sei fazer direito é enfiar os dedos ou coisas, só ficar esfregando ela.

Descreveu tudo com tanta precisão que me fez molhar até o cu, queria bater uma na frente dela e ela me ver, não aguentava mais. Um relato desses não me deixou outra escolha senão ser sincera:

— Eu também bato uma de bruços e começo me tocando por cima da tanga, mas adoro puxar ela um pouco pra baixo e ficar meio desconfortável, sentir apertando a circulação das pernas.
— Ah, filha da puta, você deve gostar de ser comida amarrada, já fez isso alguma vez?
— Sim, é o máximo!
— Viu? Uma das últimas vezes que transei com um cara meio burro, mas uma amiga tinha me passado a dica de que ele tinha uma pika divina. Sabe que não era tão burro assim, o filho da puta me colocou de bruços e amarrou meus pulsos na cabeceira da cama com um cadarço de tênis! Brega pra caralho, mas na hora não tava nem aí. Me comeu tão forte que cada vez que os ovos batiam na minha buceta eu pensei que ia sair alguma coisa pela boca… ainda puxava meu cabelo, me dava tapas na bunda… aí percebi que adoro essa onda hardcore, pena que depois não rolou mais… — Sentenciou sinceramente aflita, com um toque de nostalgia.

Eu estava extasiada, era muito fácil imaginar tudo que ela contou, sentia que a calcinha da minha sunga estava encharcada.

— Faz muito tempo que você transou pela última vez? Perguntou
— Não, não muito, um cara que conheci num evento uns 10 ou 12 dias atrás
— E, foi bom? Não me faz arrancar as palavras de você, Clara!
— Sim, foi bom!!
— Você chupou a pika dele?
— Óbvio
— Uma boa chupada, ou colocou a mesma vontade que tá colocando no relato agora?
— Sim, sua puta, sim, sim!! Sim, inteira, desde os ovos até a cabeça, esfreguei bem a pika na minha cara, cuspi nela, pedi pra ele me dar porradas de pau, bati uma com os peitos… assim que você gosta??
— Finalmente, tava com sangue nos olhos, Clarita! Olha só! Kkkk, detalhe bonito esse de bater uma com os peitos (disse isso enquanto pegava nos próprios) E me diz, engoliu tudo?
— Tudinho, sim (olhando pra ela) fijo), não deixou uma gota e depois limpou com a língua… feliz??

Eu tava falando igual uma ninfomaníaca desvairada, nem eu me reconhecia. Sofia deu uma gargalhada

-Jajaja sim, feliz, mas parece que você mais ainda, sua nojenta! Jajá!

Essa conversa tinha me deixado extremamente excitada. Diferente dela, eu era de meter os dedos mesmo, e era exatamente isso que eu queria fazer naquele momento.
Peguei a revista pra ler algum artigo idiota que me fizesse baixar a tesão que eu tava sentindo.

O dia passou normalmente, com a ajuda do clima que tava se comportando maravilhosamente bem pro que um dia de verão pedia. Churrasco, piscina, chimarrão, mais piscina, vôlei, risadas e conversas bestas. Relax puro, era pra isso que a gente tinha ido, afinal. O entardecer foi chegando e, devagar, mas gradualmente, ia escurecendo. Os olhares entre eu e Sofia cada vez ganhavam mais cumplicidade, ou talvez fosse minha imaginação. A noite tava caindo. Aquele dia todo não tinha sido nada mais nada menos que o prólogo de uma noite que nem eu nem Sofia imaginávamos que ia ser tão maravilhosamente incrível quanto acabou sendo poucas horas depois…

Tava chegando a hora do jantar e Sofia me pediu ajuda pra fazer uma salada. Fomos até a cozinha, que era enorme, como tudo naquela casa onde, sem exagero, se você não prestasse atenção, se perdia.

-Precisava de uma tigela, vai perguntar pro Martín onde tem? Até eu achar entre todos esses armários, pode dar meia-noite. De quebra, traz meus chinelos – me pediu Sofia.

Fui de má vontade. Quando apareci na sala, encontrei o Luro, alguns dos caras e dois tipos que estavam carregando uma TV Sony enorme enquanto um terceiro dava instruções. Nunca tinha visto nada igual, era três vezes maior que qualquer televisão que eu já tinha visto. Os caras tavam super animados. Um dos tipos, o que dava ordens pros outros dois, era estupidamente gostoso, tinha uns fios de cabelo branco quase imperceptíveis, vestia uma camiseta que cobria o torso dele, que dava pra ver que era bem trabalhado, uma bermuda jeans e umas havaianas. Não sei quem é esse cara – pensei – mas tá muito comível. Vinha de um dia que tinha passado a maior parte do tempo com tesão e na hora imaginei ele enfiando o pau na minha boca. Acabou que era o pai do Martín. O filho claramente não tinha herdado nem um quarto da presença do pai, coitado. Quem sabe era adotado.

-Imagina, filho, a Copa do Mundo ano que vem nessa tela gigante – falou o pai do Luro.
Todo mundo comentou que esperava ser convidado quando chegasse a data. Aí entendi quem era. De repente, Martín interrompeu:

-Ah, pai, ela é a Clara, uma das meninas que você ainda não conheceu.

O cara me encarou de um jeito que me despia com os olhos. Tinha algo intimidador naquele homem. Um cara que ostentava porte e presença vestido de bermuda e havaianas não podia fazer outra coisa senão emanar poder.

-E aí, Clara, sou o Alex, pai do Martín, prazer – cumprimentou com um tom intencionalmente sedutor.
-Oi, eu sou a Clara, prazer. – Me aproximei e fiquei na ponta dos pés pra alcançar a bochecha dele. Se o cara tivesse cheirado a suor, até faria sentido, a temperatura do dia justificava, mas em vez disso ele cheirava deliciosamente bem.

Martín, fiel ao costume, interrompeu de novo, dessa vez aquele microclima que tinha se criado entre o pai dele e eu:

-E aquela ali que vem chegando é a Sofia.

Alex e eu viramos o olhar pro corredor. Sofia vinha caminhando com aquele andar frágil e leve, típico de modelo numa passarela.

-O famoso Alex! – falou Sofia num tom sem vergonha. O pai do Martín fez cara de surpreso.
-Se sou famoso, não fiquei sabendo, mas só de a senhorita me conhecer (se referindo à Sofia) já tô feliz – respondeu.

“Uooooou!” – exclamaram todos na sala de brincadeira. Eu, por outro lado, achava que aqueles dois estavam falando bem sério. Sofia riu simpática.

-Sofia, Encantada de conhecer você
- Quem está encantado sou eu, além disso, não sabia que meu filho tinha amigas tão gostosas – Disse Alex enquanto me incluía com o olhar
- A gente te parabeniza pela casa que você tem, é linda – Completei eu, incluindo a Sofia no "a gente".
- Sim, a única coisa que faltava numa casa como essa era uma televisão igual aquela, é tipo ter um cinema próprio! – Exclamou Sofia.
- Kkkk, é verdade, mas vou te contar, como trabalho na Sony, consegui a TV um pouco mais barata

Isso explicava por que quase todos os eletrônicos da casa eram Sony

- Você trabalha na Sony ou é o dono da Sony? Porque pra ter essa casa... – Interpelou Sofia, atrevida, enquanto varria a sala com o olhar
- Kkkk, não, Sofia, quem dera, a gente levou uns bons anos pra construir essa casa – Disse Alex num tom divertido
- Demais, eu levaria a vida inteira só pra comprar aquela TV – Respondeu Sofia rindo

Todos riram. Alex disse que tinha ido deixar a TV porque sabia que o filho estava com os amigos e queria que a gente testasse, mas que já ia embora. Um amor. Deu ordem pros dois peões que estavam com ele esperarem lá fora e se despediu de todo mundo um por um.
Quando me cumprimentou, não sei se de propósito ou sem querer, mas me deu um beijo quase na comissura dos lábios, me deixou dura. Por último, se despediu da Sofia. Antes de sair, virou, tirou a carteira do bolso e deu um cartão pra Sofia

- Ah! Se algum dia quiser comprar uma TV igual a essa, me liga, posso dar um desconto de 100 ou 200 reais – Disse ele rindo
- Vou considerar – Disse Sofia, debochada.

Perguntamos pro Luro onde ficavam alguns utensílios e voltamos pra cozinha continuar com as saladas. As outras minas tinham ido comprar bebida e o resto ficou mexendo na televisão enorme
De volta à cozinha, o comentário da Sofia não demorou

- Você viu o que era aquilo? – Me perguntou exaltada.
- Sim, aquela TV enorme, não esperava que existisse uma daquele tamanho.
— Quem tá falando da TV, doida? Tô falando do pai do Martin, o véio é uma gostosa!
— Ahh haha, é, nessa eu tenho que concordar. Mas de véio... duvido que tenha mais de 45 anos...
— É. Sei lá, de qualquer forma, a verdade é que ele tá pedindo pra ser comido, será que ele mete chifre na mulher?
— Não sei, Sofi, mas vamos parar por aqui porque eu já te conheço...
— Kkkk! — Sofia riu safada, sabia que eu tava certa. Se um cara agradava ela, levava no máximo 2 dias pra ter ele por cima (ou por baixo).

De repente veio de longe um som ensurdecedor, música, parecia eletrônica num volume altíssimo, vinha da sala, fomos até lá. Tinham ligado uns woofers. As minas estavam entrando com caixas de bebida que tinham ido comprar e largaram na mesa, dava pra adivinhar todo tipo de garrafa. Tava tudo meio escuro porque estavam trocando as lâmpadas por outras coloridas. No fundo, tava passando o canal Fox Sports na TV gigante e um close de uma gatinha que sempre achei muito linda, a Alina Moine.

O Cruz tava em cima de uma escada trocando lâmpadas brancas por vermelhas, nisso a Martina, uma mina, chamou ele pra ajudar a abrir uma garrafa de vinho.

— Sofia, cê termina essas lâmpadas? — Perguntou o Cruz pra Sofia
— Pode deixar!

Dava pra ver na cara da Sofia que ela tava adorando toda essa parafernália que estavam montando.

— Vem, segura a escada pra mim, Clari — Pediu Sofia
— Ok.

Ela subiu na escada, era totalmente desnecessário segurar por baixo, mas acho que ela curtia enfiar a bunda na minha cara. Em cima, ela tava de camiseta, mas embaixo continuava só de biquíni, então a raba redonda dela no esplendor total tomou conta do meu olhar. Senti meus peitos endurecerem. O ambiente tava meio escuro e mesmo assim dava pra ver de baixo como aquela calcinha fio dental do biquíni se enfiava na bunda dela. Senti vontade de puxar a calcinha pra baixo igual naquela vez. uma vez que me pediu ajuda pra ir ao banheiro e lamber ela toda, assim, nessa posição. Sem perceber, eu tava me tocando a buceta por cima do short. Um clarão de luz vermelha bateu na minha cara.

- Pronto, essa vermelha já foi, agora a azul ali.
- Sofia, a escada não vai cair, sobe tranquila que eu vou fazer xixi.

Não aguentava mais, só queria me tocar. Subi pro banheiro do quarto. Fechei a porta e tirei o short o mais rápido que pude. Abaixei a tampa do vaso, sentei e abri as pernas. Comecei a me tocar a buceta devagar por cima da calcinha. Sentia ela toda molhada, com certeza depois disso ia ter que trocar. Lembrei do que a Sofia tinha me contado, que gostava de enfiar no meio dos lábios. Tentei, estiquei até que ficou toda encaixada na minha fresta, enfiando e tirando, o êxtase era indescritível. Tava com muita vontade de fazer xixi mesmo e segurar me dava ainda mais prazer. O ar começava a ser tomado pelo meu próprio cheiro de mulher e isso me excitou mais. Afastei a calcinha e acariciei a buceta separando os lábios, tava molhadíssima, chupei a mão e me senti super puta. Com a mão esquerda levantei o sutiã e comecei a apertar devagar os bicos, aqueles beliscões autoinfligidos eram uma delícia. Na minha cabeça desfilavam todas as imagens excitantes do dia, como fotos, uma atrás da outra, Sofia andando e a calcinha fio dental transparente, Sofia se despindo pra vestir o biquíni, Sofia apalpando minha bunda e peitos pra passar bronzeador e eu apalpando os dela, o tapa que ela me deu subindo a escada, Sofia contando como se masturbava. Tava já deitada no vaso encostada na parede, faltava ar, era a punheta mais intensa que eu tinha batido em anos, sem dúvida. Tirei a calcinha de uma perna só de tão apressada que tava e deixei meus dedos deslizarem dentro de mim, no começo devagar, depois foi enfiar e tirar eles furiosamente. Levei os dedos à boca, saboreando meu próprio gosto de pussy, já não me importava mais com nada porque estava prestes a ter um dos orgasmos mais espetaculares da minha vida. Voltei a me apalpar e, aproveitando a lubrificação dos meus dedos, enfiei um na bunda. O formigamento se aproximava cada vez mais poderoso, sentia minha buceta latejando inchada, me recostei ainda mais, quase no chão, para dar lugar à descarga elétrica final que era iminente, e de repente sinto a porta do quarto se abrir. Dei um pulo e subi a calcinha o mais rápido que pude, até coloquei ela ao contrário. Enquanto vestia o short, ouvi a Sofia:

— Ei, faz mais de 20 minutos que você tá no banheiro, vai mijar tanto assim?
— Não, não, comecei a mandar umas mensagens e me distraí. — Menti enquanto abria a porta.
— Certeza que foi praquele que você bateu punheta com as tetas. — Respondeu, e enquanto falava, ia tirando a camiseta que vestia, e completou:

— Lá embaixo já estão sentados pra comer, compraram sushi, têm as saladas que fizemos e o churrasco que sobrou do meio-dia, que tal a gente tomar banho juntas pra demorar menos?
Eu fiquei em silêncio, pensando na masturbação que tinha acabado de fazer e que não consegui terminar. Evidentemente, demorei demais pra responder. Sofia completou:

— Bom, se te incomoda, tudo bem, mas sai pra eu tomar banho primeiro.

Obviamente, não ia deixar passar aquela oportunidade de ver a água escorrendo pelo corpo nu de Sofia, a bunda redonda dela, os peitos duros e o que eu mais gostava, a pussy dela toda depilada.

— Não, idiota, como é que eu vou ter problema?
— Ok, vou pegar duas toalhas.

No momento em que ela saiu, aproveitei pra me despir rápido, enrolei com cuidado a calcinha dentro do short, não queria que ela visse como eu tinha molhado ela. Abri o chuveiro e fiquei nua vendo a água cair. Sofia entrou com duas toalhas e me deu uma. Entramos no chuveiro. Sofia tirou a tanga do biquíni e a pendurada na torneira, agora a gente tava as duas peladas, talvez pra ela fosse uma situação normal, mas pra mim era extremamente erótico.

A gente tomou banho rápido. Eu ficava excitada de um jeito que nem dá pra imaginar olhando pra ela. Quando ela levantava os braços pra lavar o cabelo, os peitos subiam ainda mais. Tudo era sensual, ou pelo menos era assim que eu via naquele momento. O jeito que ela ensaboava os peitos, esfregava a buceta e a bunda, depois quando se vestiu, ver ela colocar o sutiã, a calcinha fio dental, como ela ia enfiando na bunda dela enquanto terminava de subir, eu sentia que não aguentava mais aquela situação, queria falar sério que fazia tempo que ninguém me excitava do jeito que ela tava fazendo. Se eu tivesse pelo menos um grama de certeza de que ela tava me provocando de propósito, teria feito, mas a Sofia era uma dessas mulheres que exalava sensualidade desde que acordava até deitar, até sem querer, então com ela nunca dava pra saber.

A gente desceu e me surpreendeu ver que, embora alguns já estivessem comendo, faltava mais da metade do pessoal. Me perguntei se a Sofia não tinha me apressado de propósito pra tomar banho comigo, mas descartei a ideia logo, era difícil que ela me visse do jeito que eu via ela.

A gente sentou na mesa, depois o resto foi chegando, todo mundo banhado. O jantar foi divertido, muita comida, muita bebida, surgiram assuntos interessantes como futebol, política e religião, e conforme o álcool aumentava, a qualidade dos argumentos em cada tópico que surgia diminuía na mesma proporção. Tudo era risada, no final a gente pediu sorvete.

Senti que ia explodir e me recostei no encosto de um sofá, mas não deu tempo pra digestão, a maioria levantou e foi pra sala, onde tinham montado aquela balada falsa com luzes coloridas, balões, música ensurdecedora, álcool, e aquela tela híbrida Sony entre TV e cinema que continuava sintonizada no mudo no canal Fox Sports.

A noite ia avançando, já eram umas duas e meia da manhã ou talvez mais. A música misturada com os diferentes drinks que iam sendo preparados era um convite pra se deixar levar. Eu teria adorado morar naquela casa. Um casal que estava largado num puff estava bolando um baseado. Daí a pouco, Tobias, outro dos caras, passou do meu lado e me ofereceu ecstasy ou algo parecido. Tenho que admitir que outras vezes já tinha experimentado esse tipo de droga, mas não baseado, que não curto nem um pouco. Naquela noite, com a bebida que já tinha tomado, não precisava de mais nada, a Sofia já era estímulo suficiente e eu não queria perder nada, embora com o que já tinha bebido já tava difícil. Minha amiga loira não era exceção, ela também tava hiper alegre. Não curto muito música eletrônica, mas aquele ritmo fazia a gente se mexer meio que no automático, até involuntariamente. Num momento em que fui pegar um drink, perdi a Sofia de vista. Com o copo na mão, me equilibrando pra não derrubar nada, procurei ela com o olhar: ela estava em cima de um sofá meio escondido atrás de uma coluna, dançando no próprio ritmo, como se estivesse num transe, se movendo do jeito mais sensual possível, provavelmente sem nem perceber. Me aproximei de onde ela estava e estendi o copo. Com um sorriso, ela recusou minha oferta e me convidou pra subir, estendendo a mão. Deixei o copo no chão e subi junto com ela. Ela sorriu pra mim sem dizer nada, só ria e me olhava. Os peitos dela se mexiam no ritmo de um jeito hipnótico. Ela me abraçou e falou no meu ouvido pra dançarmos. Eu também abracei ela e me encaixei no ritmo dela.

— Você também tá tudo girando igual a mim? — Ela perguntou.
— Sim, haha, verdade, tô sim.
— Sim, haha, acho que sim, bebi demais... — Disse num tom safado.

Abraçado com a Sofia, do ângulo em que eu estava, dava pra ver aquela tela enorme. De novo a Alina Moine, na verdade devia ser a reprise do programa que eu tinha visto horas antes. Nisso, o Luro se aproximou da TV e começou a tocar nela. De lado e por trás, achei que ela queria mudar de canal e lamentei. Virei e me concentrei na Sofia, ela me olhou fixamente de novo e sorriu. Na posição em que estávamos, a buceta dela tinha ficado diretamente em cima da minha perna. Ela fazia um movimento de subir e descer constante e, embora no começo eu não quisesse acreditar, de repente percebi que ela estava esfregando a buceta na minha perna de propósito. Me deu uma espécie de arrepio. Busquei o olhar dela com o meu, Sofia tinha um sorrisinho desenhado no rosto. De repente, do nada, ela soltou uma exigência que me deixou dura:

— Me dá um beijo, Clara

Quis acreditar que ela tinha dito qualquer outra coisa, embora soubesse que tinha ouvido bem.

— O que você tá dizendo, Sofia?
— Que eu quero que você me dê um beijo — respondeu.
— Você é louca? Tá se sentindo bem?

Ela se aproximou do meu ouvido e, com muita convicção, exclamou:

— Se você não me der, eu te dou.

Olhei fixo pra ela. Não deu tempo de pensar e, de repente, Sofia tava me beijando de boca aberta. Toda a situação tinha me pegado de surpresa, mas era o que eu tinha desejado desde a manhã. Relaxei e me entreguei, estávamos no nosso mundo e não ligávamos se alguém pudesse estar nos vendo. A língua dela brincava com a minha, eram beijos molhados, ela mordia minha língua, meus lábios, eu lambia os dentes dela, a situação tinha ficado selvagem. Senti minha calcinha de novo encharcada, minha buceta fervia. Sofia enfiou a mão por baixo, não só da minha blusa, mas do meu sutiã, levantando ele, e amassou um peito meu, com uma violência que me fez delirar. De repente, ela descolou a boca da minha:

— Tô tonta, vamos pra cima, por favor — disse, me olhando nos olhos.

Fiquei absorta, sabia que lá em cima podia acontecer qualquer coisa…
Sofia pegou na minha mão. Eu tava totalmente consciente, apesar de tudo que tinha bebido, mas parecia tudo muito estranho, como se eu não estivesse ali. A situação era surreal.
Passamos do lado da televisão enorme. e a Alina Moine já não estava mais, tinham colocado um pornô. Bizarro.
Tinha uma gatinha deitada e outra sentando na cara dela, amei. De novo o choque elétrico na minha pussy, em outro momento eu teria ficado olhando o filme.
Sofia apertava minha mão com firmeza e andava meio cambaleando, abrindo caminho entre a fumaça grossa que viciava o ambiente. Chegamos no pé da escada, Sofia se virou, me olhou e sorriu, tinha o rímel todo borrado, mesmo assim ficava sexy. Soltou minha mão pra se segurar com as duas no corrimão, eu tava tonta e me sentia pesada, mas conseguia subir bem. Enquanto ela subia, de baixo dava pra ver aquele rabo fabuloso dela, por baixo da saia apareciam aqueles glúteos duros e torneados, de uma redondeza absoluta, dava vontade de morder. Abrimos a porta do quarto. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo. Sabia que naquele momento era a inveja de todos os homens do mundo. Não podia existir um único macho no universo que não quisesse possuir ela.
Fechei a porta, Sofia se apoiou na parede e começou a rir às gargalhadas. Uma risada contagiante, nunca tinha ouvido ela rir assim.
Começou a falar umas incoerências misturadas com a risada, ficamos assim uns minutos, eu ria contagiada pelas gargalhadas dela. Num momento fez silêncio, Sofia suspirou fundo

— Claraaaaa, tô doida... a gente tá doida hahahaha. — De novo começou a rir sem parar.

Sofia tava meio bêbada. Tinha que fazer ela reagir porque tava muito avoada, mas me deu uma dúvida, talvez se ela ficasse totalmente consciente o clima se perdesse. Decidi que não importava, muitos sinais durante o dia mostravam que o flerte era mútuo, agora tava convencida.

— Vamos tomar um banho, Sofi, que tal?
— Siiiiim, quero quero quero! — Começou a comemorar, falando ritmado
— Sim, eu também quero, fica aí do jeito que tá que eu vou te despir, você não se mexe, fica apoiada assim mesmo. Fomos pro banheiro, ela ficou se segurando na parede enquanto eu abria o chuveiro. Achei que a água fria ia acordar ela melhor, mas saiu morna.

Virei pra Sofia, levantei os braços dela e tirei a regata, ela continuava falando besteiras, misturadas com umas coisas que escapavam do inconsciente relaxado dela, tipo que eu era um tesão e outras assim que me fascinavam.

Ela tava com aquele sutiã super delicado prendendo os peitos macios e cheios dela. Passei os braços por trás das costas dela pra desabotoar, e minha cara ficou colada na dela.

Sofia claramente lembrou por que a gente tinha subido, porque me beijou de novo, a língua dela procurando a minha desesperadamente. Terminei de tirar o sutiã e os peitos dela ficaram livres finalmente. Me afastei do corpo dela pra poder contemplar melhor, não tinha mais volta. Os bicos dela estavam duros que nem os meus. Era uma delícia apertar eles, amassar a superfície toda dos peitos dela enquanto ouvia os gemidos abafados. Tirei minha camiseta e o sutiã também, queria apertar meus peitos contra os dela. O roçar dos bicos dela nos meus foi maravilhoso, fechei os olhos e beijei ela de novo.

Desci pelo pescoço dela, ela tava entregue. Finalmente ia poder ter aqueles peitos na boca. Afastei o cabelo e me inclinei, me dediquei ao peito esquerdo dela enquanto acariciava o direito, era tão gostoso fazer aquilo quanto quando faziam em mim. Depois fui pro direito. Chupei aqueles peitos com devoção, mordi, babbei, lambi. Sofia não parava de gemer. Continuei descendo pela barriga dela até o umbigo. Tirei a saia dela. Sofia tava excitante pra caralho seminua de peitos de fora, só de calcinha minúscula azul. Pensei que pela segunda vez num banheiro eu ia ter que tirar ela. Abri bem os olhos, não queria perder nada daquele espetáculo. Peguei a fio dental dela pelas tirinhas dos lados e fui descendo devagar, saboreando o momento. A buceta dela buceta totalmente depilada apareceu, com os lábios bem fechados. A calcinha dela estava encharcada, eu puxei um pouco mais pra baixo, um fio grosso de lubrificante entre a buceta dela e o tecido da calcinha era o vestígio do nível de excitação que ela tinha alcançado ao se esfregar minutos antes na minha perna. Terminei de puxar pra baixo, ela deu um chute no ar pra tirar de vez. Fiquei uns segundos besta olhando a buceta dela, era linda e delicada, como ela toda.
Eu também tirei o short e a tanga, igual a ela, estava toda molhada. Entramos no chuveiro. Sofia começou a acariciar meus peitos. Nenhuma das duas falava nada, só gemidos. Era gostoso ela amassar meus peitos, nos beijamos de novo no chuveiro enquanto massageávamos a bunda uma da outra, eu sentia fogo na buceta.
Nos olhávamos e sorríamos. De repente Sofia falou num tom mais claro, claramente a água e o tesão tinham despertado ela um pouco.

— A gente é doida, Clara, mas eu amo isso, amo você..
— É, pode ser que a gente seja, mas ninguém nunca me deixou com tanto tesão quanto você
— Mesmo assim é uma loucura.

Começamos a rir às gargalhadas de novo. Nos sentíamos felizes de prazer.

— Nunca fiquei com outra gostosa, isso é incrível. — Disse Sofia
— Eu também não, mas adoro que isso esteja acontecendo com você

Sofia me empurrou suavemente contra a parede e beijou meu pescoço. Assim como tinha acontecido um tempo atrás, ela começou a esfregar a buceta dela em mim de novo. Sentir o roçar direto da buceta quente dela na pele da minha perna era êxtase puro. Ela beijou meus peitos delicadamente, nunca tive os mamilos tão duros, pedi pra ela morder e ela topou na hora, as mordidas dela tinham a pressão certa, me causavam uma dor que virava prazer na hora.

— Você gosta, né gostosa? — Perguntou desafiadora
— Adoro, adoro tudo que você faz comigo

Eu tirei ela de cima de mim e encostei ela na parede. Contra a parede, com um toque de violência, involuntária, mas provavelmente causada pelo tesão do momento.

- Agora vou cuidar da sua pussy – falei com um sorriso.
- Faz de mim o que quiser.

Enquanto apalpava e beliscava as tetas dela, ao mesmo tempo que a beijava, levei minha mão até a buceta dela, acariciei suave, bem suave, sentia com a ponta dos meus dedos os lábios da pussy carnuda que pulsava de prazer como a minha. Com meus dedos, percorria desde o buraquinho apertado da Booty dela até o clitóris, tudo ao longo, esfregando e fazendo pressão. Sofia empurrava o púbis pra fora, buscando que, nesse sobe e desce dos meus dedos, alguns a penetrassem direto, a respiração dela saía entrecortada, soltava gemidos abafados, enquanto me agarrava pelos cabelos na nuca e me puxava pra perto da boca dela pra gente se fundir naqueles beijos molhados intermináveis.

Descendo por um caminho de beijos desde a boca dela, passando pelos peitos e pela barriga, cheguei até o púbis dela.
Afundei na virilha dela e a primeira coisa que fiz foi cheirar a pussy dela. Nunca tinha tido uma tão perto da minha boca. Ela levantou sozinha uma perna na borda da parede do chuveiro e com os dedos abriu os lábios da buceta. No começo foi uma sensação estranha, como tudo que tava acontecendo naquele momento, que acontecia pela primeira vez, eram as sensações próprias do desconhecido que geravam aquela adrenalina única.

Quando finalmente lambi a pussy dela, pensei que era tão gostoso quanto chupar uma cock. O gosto da dela era sublime, salgada, e eu engolia com devoção todos os sucos lubrificantes dela como se fossem porra. Chupei ela de todas as maneiras que consegui, dei beijinhos, lambi desde os lábios até a Booty, enfiei a língua na pussy dela e chupei até minha mandíbula ficar dormente.

Depois me levantei e beijei ela na boca, queria que ela sentisse na minha boca o gosto da própria buceta dela. Ela pediu pra eu comer ela. - Me fode, Clara
- Quer que eu te foda com os dedos? Me pede, por favor
- Por favor, Clara, me fode com os dedos

Tive pena dela e enfiei dois dedos na buceta dela, foi uma sensação única, sentir o interior molhado, escorregadio e quente.
Sofia deu um grito de prazer

- Me fode, Clara. Me fode com os dedos – pedia desesperada
- Sim, sua putinha viciada, quero sentir você gozar na minha mão, e depois você vai me foder – respondi. Eu também estava possuída pela luxúria

Sofia subia e descia sozinha nos meus dedos, cada vez mais forte, gritava, xingava, me xingava, isso me deixava louca, eu devolvia os xingamentos

- Filha da puta, nunca me foderam assim, você vai me matar
- Você mais filha da puta, adoro fazer isso com você, quero ficar a noite toda assim

Num momento, Sofia diminuiu um pouco a intensidade daquele ritmo frenético de subida e descida nos meus dedos

- Espera, Clara, não aguento, vou gozar – disse ofegante

Eu não ligava pra nada, só queria continuar punhetando ela até sentir o orgasmo dela na minha mão, era a coisa mais excitante que já tinha feito. Continuei fodendo ela ainda mais forte com os dedos, enfiei um terceiro

- Chega, filha da puta, não me fode mais assim – implorava quase soluçando de prazer
- Não me importa, quero que você goze primeiro, puta, quero sentir seu orgasmo na minha mão
- Não aguento, Clara!! – disse num tom de súplica

Num movimento brusco, arqueou as costas e começou a se contorcer.

- Clara, agora vou gozar!! – disse com a voz abafada
- Sim, goza, porque não vou parar de te punhetar
- Tô gozando, Clara, tô gozandooo!

A safada estava gozando na minha mão. Eu voava naquele universo de luxúria, de cheiro de sexo.
Sofia se estremeceu, tinha uma expressão de espanto no rosto, me olhava de boca aberta enquanto gemia longamente, por um segundo achei que fosse chorar.
Ela se deixou cair contra a parede do chuveiro, respirando ofegante, e me olhava enquanto escorregava para o chão. A banheira. Ela não tirava os olhos de mim, a expressão de espanto no rosto dela não passava. Eu estava fascinada, com a buceta prestes a explodir. Ela tinha ficado completamente no chão e eu olhava pra ela de pé, de cima.
Passaram um ou dois minutos em que ficamos em silêncio.
Nos olhamos e rimos de novo. Clara quebrou o silêncio:

– Agora vou te comer eu, viu?

Ela se ajoelhou e me virou, eu fiquei olhando pra parede do chuveiro. Começou a chupar meu cu de um jeito delicioso, a língua dela brincava no meu cuzinho e com a ponta fazia pressão no meu ânus.

– Bate uma – Ela disse num tom de ordem.

Não precisei ouvir duas vezes, comecei a me masturbar furiosamente enquanto ela chupava meu cu de um jeito frenético, lambia, separava minhas nádegas e cuspia nele. Eu tinha os peitos apoiados no mármore da parede, que tava frio e deixou meus bicos ainda mais duros.

– Que rabo gostoso você tem, vai me deixar comer sua buceta agora?
– Sim, come ela agora – Respondi, descontrolada.
– Empurra essa bunda mais pra fora – Ela pediu.

Me inclinei pra trás o máximo que pude. Quando senti a língua dela na minha buceta, achei que ia desmaiar. Ela brincava com meus lábios, abria eles e com muita maestria começou a me comer com a língua, enfiando e tirando. Enfiou um dedo no meu cu enquanto não parava de chupar. Tava me comendo o rabo com o dedo e eu delirava. De repente, senti um incômodo: a filha da puta tava tentando enfiar outro dedo no meu cu. Como a estreiteza do meu buraquinho virgem não deixava, Sofia molhou um dedo na minha buceta, lambuzando com meu próprio lubrificante. Dessa vez, o dedo entrou quase sem dificuldade. Me comeu um tempão assim pelo cu enquanto continuava chupando minha buceta, me fazia delirar quando enfiava a língua e eu sentia ela se mexer dentro de mim.

– Agora quero que você goze igual você me fez gozar – Ela disse.

Se levantou e me pegou pelo cabelo. Mordia meus lóbulos das orelhas e... O pescoço. Ela fez eu empinar a rabeta pra fora e começou a me bater uma por trás, enfiava e tirava os dedos numa rapidez absurda. Eu tinha chegado num nível de tesão que nem imaginava.
Sofia começou a intercalar a punheta com umas palmadas bem fortes na bunda.
Ela batia uma e me dava tapas na bunda, voltava a bater uma e me dava mais tapas na rabeta.
Foi isso que definitivamente me jogou no delírio total. As palmadas doíam, mas automaticamente viravam uma onda de prazer.

— Não aguento mais, Sofi, bate mais rápido, me come mais!!
— Vou te comer sempre, vou ser sua putinha e você a minha!

Ela me deu outra palmada sonora e, quando enfiou os dedos de novo, eu gozei. Gozei como nunca tinha gozado antes. Gritei de alívio, foi um grito estridente, de êxtase, de libertação.
Naquele orgasmo estavam todas as emoções do dia, a punheta interrompida que eu tinha tirado à tarde e todo o tesão que acumulei desde o momento em que vi Sofia depois de anos.

Fiquei exausta, apoiada na parede, respirando com dificuldade.
Sofia me abraçou por trás enquanto sussurrava coisas lindas, que nunca tinha sentido tanto prazer e que não imaginava que comer outra gatinha pudesse ser tão bom.
As duas estávamos exaustas e bêbadas de luxúria.
Saímos da água e nos deitamos molhadas do jeito que estávamos, abraçadas uma na outra, nos beijando e nos acariciando.
Não dava pra saber qual de nós dormiu primeiro. O que sei é que no dia seguinte, quando abri os olhos, era meio-dia e meia e Sofia já estava acordada, com o celular na mão. Quando viu que eu acordei, se inclinou e me deu o beijo mais doce do mundo na boca.

— São doze e meia, Sofia, já almoçaram?
— Acho que não, senão teriam avisado — respondeu.
— Tudo bem? Aposto que tá naquele joguinho de merda no celular... não para...
— Jajaja, nada a ver, bobinha, sabe com quem eu tô falando? - Não
- Com o pai do Martín, o Alex!

Olhei pra ela surpresa enquanto esfregava os olhos

- Sofia, pra que caralhos você quer uma televisão tão grande? Deve custar um olho da cara também!
- Kkkk, quando você fala essas coisas, Clarita, me faz gostar ainda mais de você

- Olha – Ela disse enquanto me estendia o telefone

Quando olhei pra tela e li, senti que ia desmaiar: "OI ALEX, SOMOS A SOFIA E A CLARA E TE AVISAMOS QUE AINDA HOJE À NOITE VAMOS TE COMER AS DUAS JUNTAS. ME LIGA, BEIJOS

Comentarios Destacados

72 comentários - Clarita e Sofia: primeira vez juntas (Conto erótico real)

me encanto divina sensacional segui escribiendo bechitos de pauli
wowowoww... excelente relato... tarde en leerlo pero valio la pena a fullll... tan minuciosamente detallado que me fue muy fácil representarme todas y cada una de las imágenes que describiste..!!!!
te felicito por esa experiencia con tu compañerita ejejej besos y dejo puntines....!!!!
Excelente relato y la prosa muy cuidada , te felicito.
Ademas me estoy haciendo la paja con el.
Impresionante relatooo!!! Me dejo la cabeza a full 🔥
ya lo habia leido en su momento y lo volvi a leer con el mismo interes de la vez anterior, esta barbaro y muy caliente jeje, espero q esta vez no nos dejes con las ganas de saber como terminaron con el viejo 😝
Lo leí la primera vez que lo publicaste y todavía estoy esperando la continuación. Que bien escribis putita!
no tengo mas de 3 puntos pero son tuyos, exelente relato, me dejo de las de 🤤 con ganas de leer mas 🤤
Excelente!!
Me encanto!
Muuuy caliente!
Espero mas...
Gracias por compartr
"Su concha enteramente depilada asomo, con sus labios bien cerrados. Su bombacha estaba empapada, se la baje un poco mas, un hilo espeso de flujo lubricante entre su concha y la tela de su prenda intima era el vestigio del grado de excitacion que habia alcanzado al frotarse minutos antes contra mi pierna." Cuando termine de leer este párrafo, mi pija ya estaba más dura que nunca. La paja que me acabo de hacer con este relato es la mejor que me hice en años. Muchas gracias.... Todavía tengo las imagenes de estas dos pendejas en mi cabeza, y mi pija vuelve a latir. Quiero leerlo de nuevo, y llegar una vez más!!!!
je, esta buenisimo que lo vakores asi y t haya calentado tanto, realmente fue excitante, besos!
y yo te dejo puntos otra vez, porque este es uno de los relatos mas excitantes que lei en mi vida. gracias por resubirlo pendeja.

Clarita y Sofia, primera vez juntas (Relato erotico real)
geniooo gracias 🙂
@toronjanet 🔥
Ufffff por favor... nenaaaaa... me encanto el "estas mas fuerte que televisor de geriatrico". Me hubiese encantado ser ducha para esos dos cuerpos franeleando pujando y batallando por tanto placer... te dejo mis puntos del dia... besos
toditos mis puntos para vos por las emociones que despertaste...en mi,.
Muy bueno. Muy caliente el relato. Espero continue....
Paaaawwwwww... el relato me dio asi en la frente y la ereccion que me provoco pedia paja en ese mismo momento. El mejor relato que lei hasta ahora, lejos. Muy descriptivo, no lleno de tantas metaforas innecesarias, bieeen calentorron. Leerlo es estar en el medio de ustedes dos. Rendido a tus piessssss.
PD: como chongo no soy nada pelotudo ! Y no me molesta mirar !!
Muy buen relato. Me puso al palo. Van los 3 puntines que puedo.
esteb71 +1
Largo pero valió la pena....esprero el siguiente ....nos calento mucho....van puntos
Esto no pudo haber pasado la re-concha de la lora... Che mostranos una sola foto de Sofía al menos 😞 no nos dejés con las ganas
@toronjanet Por Dios está mortal.... no puedo creer que uds dos existan. Un azulejo del baño, con ser un azulejo de ese baño tenia suficiente.. gracias por compartir... espero con ansias y al palo la prox parte 😃
@toronjanet Te recomiendo poner las imágenes al principio del post, una tuya y otra de ella así los próximos lectores tienen mas idea y mas con que imaginar
@toronjanet que buena esta!!! esa es sofi o parece a una mina asi?? quiero ver tu cuerpo......
noooo te comiste esa pendeja???? sos lo mas, me calentaste como pocas veces!
juanM_1 +1
EXCELENTE!!!!! lo lei la vez pasada y lo volvi a leer, porque la verdad que no me canso nunca!!! ajajjajaja en serio muy bueno, me re calente, espero la próxima parte!!!!!!
Buenisimo relato, me re cague a pajas, es mortal!!! dejo 3 puntos!
moneyco +1
Me encanta como contás toda la historia, una reconstrucción detallada y excitante, muy bueno
fauzy +1
oye para cuando la cogida del papa de alex? llevamos meses esperando xd
super relato me excito a full bb graxx te dejo puntos y seguir q relatas muy bien
tenia 3 puntos para dar y ya son tuyos, EXELENTE relato me encanto, no hay nada mas hermoso q una mujer y si dos juntas uffffffff lo mejor del mundo 🙂
muy pero muy buen relato...me calento al maximo..la pija mas dura no la puedo tener..
LLRoman +1
Terrible... me quede con la pija re dura... esto no puede ser real... 😳
Pero si lo fue jeje
increible el relato, lo lei las dos veces antes y ahora, excelente, tu amiga, es de las minitas q me gustan a mis chetitas, y preciosas, vos debes de ser igual, me encantan ese tipo de minas, obvio q a todos, pero es mi estereotipo digamos para q se entienda, quiero saber q paso con alex, jaja besos
Jejej gracias, a mi me podes ver en los shouts. Me alegra q t haya gustado, besos!
Muy buen relato, termine como el agua para el mate.... me imagino dos bombonazos matandose.... te dejo todos mis puntos
jporg
jeje buen relatoo muy bien escrito y detallado