Bom, como muitos sabem meu nome é Clara... tinha publicado há alguns meses essa história dividida em três partes, não sei o que deu e apaguei os posts. Vou publicar de novo com algumas pequenas modificações, tudo em uma parte só. Pra quem não leu, espero que curtam tanto quanto eu curti ao viver e depois ao contar.Clarita e Sofia, primeira vez juntas.Me apresento, meu nome é Clara, tenho 26 anos e sou de Acassuso, um bairro do norte da Grande Buenos Aires, Argentina.
No verão passado, no final de janeiro, recebi um e-mail com um convite para um encontro de ex-alunos do colégio (me formei em 2005), para passar 4 dias num country em Nordelta (de quinta a domingo). Um ex-colega, Martín Luro, disponibilizava a casa dele.
Não era a primeira vez que recebia esse tipo de convite, que eu sempre deixava passar por estar ocupada, de férias ou simplesmente sem vontade. Mas dessa vez, o remetente me chamou a atenção: Sofía.
A Sofi, que me encaminhou o e-mail, era minha melhor colega e amiga naqueles anos de colégio. Mesmo depois que a escola terminou, a gente ainda se via com certa frequência, mas depois veio o de sempre: a vida levando cada um para um lado, a ponto de eu não só não ver mais ela, mas também nenhum outro colega da turma. Isso também pode ser porque nunca fui particularmente amigável ou sociável.
Respondi que podiam contar comigo, passei meu celular e no dia seguinte ela me ligou. Anos sem conversar, a gente se atualizou um pouco. Ela tinha se formado em Relações Trabalhistas e há pouco tinha entrado para trabalhar numa empresa importante. O meu caso era um pouco menos ostentoso: recepcionista na mesma empresa fazia 4 anos e às vezes promotora. Acrescentei que isso me dava uma grana boa, numa tentativa de me dignificar em contraste com o presente promissor dela.
Não conseguimos achar uma resposta para o motivo de, morando a não mais de 30 quadras de distância, a gente ter parado de se ver. E combinamos que ela me buscaria na quinta seguinte às 8h30.
Chegou a quinta. Pra ser sincera, eu estava meio arrependida. No dia anterior, tinha pego uma promo e minhas pernas estavam dormentes.
A Sofía chegou num carro brilhante, exatamente como eu tinha imaginado. Logo que entrei, ela esclareceu que não era dela, mas da mãe. A família dela era de uma... Posição bem confortável, pra ser sincera, como a maioria da região.
Ela estava tão loira e divina como sempre. Eu, que sou morena, sempre odiei esse loiro com tom tão escandinavo que ela tem.
Ela notou que eu estava com cara de quem dormiu pouco, contei que na noite anterior tinha ido a uma promoção num hotel.
-Conta como é isso, boluda, de fazer promoções?
-Quando aparece, eu faço. A empresa onde sou recepcionista organiza eventos, então quando surge alguma coisa e me oferecem, eu aceito porque a grana que faço num dia é a mesma que faço como recepcionista numa semana.
-Que bom, e peraí, você fica nas corridas e tal? Um ex meu me obrigava a ver as corridas, nunca entendi como as promotoras podem estar "vestidas" assim (ela pôs ênfase em vestidas) e sorrir sem vergonha.
-Hahá, e você era mais boluda que deixava se obrigar! Não, corridas não faço, não me ofereceram, mas também não faria. É verdade, me daria vergonha.
-Ai, ela é putinha fina hahaha!
-Cala a boca, o que você tá dizendo, sua conchuda!
-Hahá, igual não esperava menos de você, mami, com esse rabão!
As duas rimos, e havia uma falsa modéstia da parte dela. A Sofia tranquilamente poderia ser promotora, das mais cotadas, e a alusão dela ao meu rabão me transportou para uma história que aconteceu quando cursávamos juntas a escola. Jogando hóquei, uma garota de outro colégio caiu em cima dela e fraturou o braço dela.
Naquele dia, eu a acompanhei à clínica e depois para casa. Passávamos muito tempo juntas, mas não era muito frequente dormirmos uma na casa da outra. Aquela noite foi uma exceção.
O braço dela doía muito, e ela me pediu para acompanhá-la ao banheiro porque doía tanto que ela não conseguia nem baixar a calcinha.
Dentro do que foi uma situação meio ridícula, em que eu a ajudava com a calcinha, quando finalmente a baixou e, num momento em que ela virou, eu vi aquele bumbum redondo, firme e empinado. A imagem me chocou e me causou uma invejinha saudável. O segundo choque foi quando ela... Vi de frente, sua buceta totalmente depilada. Nunca tinha visto outra buceta tão de perto e adorei como ficava assim toda lisinha. Na verdade, desde aquele dia eu também comecei a me depilar toda, já que até então não fazia.
Fiquei absorta por alguns segundos com toda aquela lembrança. Quando voltei a mim, não aguentei e desci do carro para olhar sua bunda.
A viagem continuou por mais meia hora, ficamos conversando sobre qualquer coisa, ela também não tinha ido às outras reuniões que haviam sido feitas, mas como este ano já estava formada e não tinha problemas de tempo, topou.
Chegamos. A casa era do Luro, um dos garotos, não dele exatamente, mas da família dele, que evidentemente também era abastada, mas a julgar pelo tamanho e quantidade de quartos que aquela quase mansão tinha, muito mais que o resto. As casas vizinhas também eram uma ode à ostentação. Me chamou a atenção que Luro era filho único, para que queriam todos aqueles quartos uma família de 3 pessoas que nem morava lá e usava a casa só nos finais de semana?
Enfim, de novo a bunda da Sofia me trouxe de volta à realidade, descemos do carro e pude olhar bem, ela estava com uma saia branca acima dos joelhos e dava até para adivinhar quando ela andava uma calcinha fio dental branca minúscula. Me perguntei por que motivo estava olhando a bunda da minha amiga com tanto detalhe, o certo é que o dia estava radiante, tinha uma piscina enorme e eu mal podia esperar para vê-la de biquíni. Estava me incomodando um pouco comigo mesma com essa fixação, sou heterossexual e sempre gostei de homens, só uma vez e zoando tinha dado um beijo curto em uma amiga, em uma situação etílica.
Luro nos recebeu, havia outros carros, mais da maioria dos que vi na corrente de e-mail que haviam confirmado presença já tinham chegado. Não tinha passado tanto tempo assim para não reconhecer os presentes, mas alguns estavam francamente muito mudados, aos Poucos minutos depois, chegaram mais dois carros. No total, éramos 15 pessoas: 8 caras e 7 minas — quase metade da turma daquele curso.
Alguns não tinham conseguido vir, outros não quiseram. Dos presentes, uns eram casados, outros solteiros. Pelo que deu pra perceber e pelo papo depois, Sofia e eu éramos as únicas garotas sem namorado.
Sendo sincera e deixando a falsa modéstia de lado, acho que, de todas as mulheres da reunião, as mais bem conservadas éramos Sofia e eu. Os caras, em sua maioria, também estavam bem mantidos.
Formou-se uma roda de mate e salgados, e fomos nos atualizando. Eu via os olhares dos caras fixos em Sofia… ou talvez fosse só minha obsessão falando mais alto.
Um dos rapazes perguntou se a piscina era só de enfeite. Luro se desculpou e disse que podíamos entrar quando quiséssemos.
— Martin, onde posso me trocar? — perguntou Sofia.
— Ah, sim, perdão. Vem que te mostro o quarto que você e Clara podem usar, se quiserem.
Sofia me agarrou pelo braço e o seguimos por aquele jardim enorme. Não aguentei a curiosidade e perguntei:
— Ei, Martin, pra que essa casa tão grande? São só três na sua família.
— É que meu pai faz reuniões de executivos aqui. Ele vem com gente do trabalho, que muitas vezes traz a família — explicou ele.
Por dentro, pensei que provavelmente faziam umas orgias loucas com troca de casais e sorri sozinha.
Seguimos caminhando por uma varanda e entramos na parte principal da casa. Tudo era decorado de um jeito bem minimalista. Imaginei que, se essa casa enorme fosse minha, decoraria tudo bem diferente — mas devia ser difícil preencher espaços tão grandes.
Luro interrompeu meu devaneio arquitetônico:
— Subam por aquela escada. A segunda porta à direita é o quarto de vocês.
Ele deu meia-volta e foi embora. Olhei pra escada — minhas pernas ainda doíam, e eu adoraria que ela fosse automática.
Mesmo assim, me preparei pra encarar a subida. No... Quarto ou quinto degrau, a Sofia, que vinha atrás, me deu um tapa na bunda, bem forte.
— Mexe essa bunda, vai!
Me virei e olhei pra ela.
— Foi mal, tinha que fazer isso. É que você tá mais forte que televisão de asilo!
Soltou uma risada com a comparação, perguntei de onde ela tinha tirado um "elogio" desses. Ela disse que uma vez falaram pra ela na rua, achou muita graça e ficou gravado.
O quarto era médio, confortável o suficiente pra duas pessoas, e tinha um banheiro pequeno, uma cama de casal, um guarda-roupas, duas mesinhas de cabeceira. Além disso, tinha ar-condicionado, uma TV LED de tamanho respeitável, um DVD e, sobre uma cômoda, estavam um notebook e os controles remotos dos aparelhos eletrônicos.
— Onde trabalha o pai desse cara? — perguntei pra Sofia.
— I have no idea (falou assim, em inglês), mas evidentemente é muito foda e tá nadando na grana. — completou.
— Pode crer.
Eu tinha me distraído uns segundos tentando ligar a LED, quando me virei a Sofia já estava de sutiã e calcinha. Me hipnotizou. Ela se agachou sobre a cama pra revirar a bolsa onde tava o biquíni, me oferecendo toda a sua bunda. Inexplicavelmente, senti um formigamento na minha buceta, como se fosse algo elétrico.
— Esse biquíni eu tenho desde o verão passado e nunca usei — ela disse enquanto tirava o sutiã.
Os peitos dela tinham o tamanho perfeito, os mamilos estavam duros, e ela acrescentou, enquanto tirava a calcinha fio-dental, algo sobre como precisava pegar sol urgentemente porque estava branquíssima, e que essa foi a razão principal por que tinha vindo pro encontro. As palavras me chegavam como um eco, como ditas de longe. O espetáculo de vê-la tirando a roupa de baixo, sua buceta depilada exatamente como eu lembrava daquela vez, sua bunda e peitos firmes que depois ela cobriu com aquele biquíni que ficou justinho, era impagável. Definitivamente, naquele ponto, senti que tinha ficado molhada e, quando me dei conta disso, me invadiu uma... uma sensação estranha de culpa e desorientação. Não entendia por que isso estava acontecendo comigo. Milhares de vezes fazendo promoções, eu tinha visto outras garotas se trocarem e sempre tinha sido indiferente pra mim.
— Você não vai colocar o maiô agora? — Ela me perguntou.
— Sim, já quero ir pra piscina, com esse calor que tá! — Menti. A única coisa em que conseguia pensar era na Sofia e na minha buceta. Peguei o biquíni e fui pro banheiro, deu vergonha que a Sofia pudesse perceber que eu tinha molhado a calcinha.
— Ai, que vergonha boba, vai pro banheiro? Olha que eu não saio daqui sem ver seus peitos, temos que pegar sol de topless, deixamos os caras com pau duro haha — Disse rindo de brincadeira, sabendo o quão provocativa estava sendo.
— Nem fodendo, além do mais vou ao banheiro pra fazer xixi — Menti de novo.
— Ok, te espero lá embaixo.
Entrei no banheiro e tirei rápido a calcinha, tinha molhado de verdade. Toquei minha buceta, senti ela toda melada, e me sentei no vaso. Abri os lábios e passei um dedo rápido desde o bumbum por toda minha buceta até o clitóris, fechei os olhos imaginando a Sofia pelada. Recostei pra trás e bati a cabeça na parede, o golpe me tirou do clima, pensei que estava louca, que não podia me masturbar pensando na minha amiga e que era melhor descer rápido. Tirei o sutiã que ainda estava usando e saí pro quarto pelada. Estava na dúvida se colocava o biquíni que tinha na mão ou outro que era menos nude, e aí a Sofia entrou.
— Esqueci o bronzeado... opa, que figura! Haha
— Bom, olha quem fala — retruquei, me cobrindo instintivamente as peitas.
— Sim, mas acho que você tem os melhores peitos, sempre tive inveja deles — Disse convencida, e acrescentou que eu me apressasse.
Decidi pelo biquíni que era um pouco menor, senão a Sofia ia roubar todas as atenções masculinas. Logo em seguida me dei conta de que não podia mentir pra mim mesma, não me importava muito com o olhar dos meus ex-colegas, tive que admitir que eu queria impressionar a Sofi.
Aquele quinta era um dia típico de janeiro nessa parte do hemisfério sul: quente, abafado e ensolarado ao extremo. Desci as escadas e, quando saía para o parque da casa, a Sofia se juntou a mim – ela ainda não tinha saído porque estava esquentando água para o mate. Quando aparecemos, fez-se um silêncio por um segundo, os caras nos olharam, a Sofia me olhou e sorrimos de forma cúmplice. Nos sentíamos duas supermodelos, a loira e a morena (admito que, nesse ponto, nossa faceta mais hedonista tinha aflorado, já que ambas sabíamos que estávamos gostosas naqueles biquínis).
– Ahhh, olha só o que a Clarita e a Sofia estavam escondendo! – exclamou um dos caras.
– É, do que a gente foi privado em todos esses encontros que vocês não vieram! – completou outro.
– Cala a boca, aleijado peniano! – a Sofia respondeu, passando por ele.
Essas frases da Sofia me davam umas boas risadas. Você via aquele rosto refinado, o narizinho levemente arrebitado que, combinado com o olhar azul, dava aquele ar meio adolescente, meio femme fatale, e não imaginava ela falando esses termos tão grosseiros.
– Mas nem dá pra elogiar vocês, né? – argumentou o Luro, com certa razão.
– Tá bom, Luro, obrigada pelos elogios – a Sofia respondeu, de forma brincalhona.
Eu tinha me concentrado em olhar as outras meninas. Elas não diziam uma palavra – quem sabe estavam com um pouco de inveja. Havia duas que não estavam, talvez ainda estivessem se trocando.
– Eu não entendo como vocês duas não têm namorado – disse o Cruz, outro dos caras.
– É que os homens estão muito imbecis ultimamente… – a Sofia se apressou em responder, de um jeito tão convincente que não deixou espaço para réplica.
Alguns caras começaram a chutar uma bola, outros entraram na piscina. Das meninas, três comentavam coisas sobre uma revista de design, outras tomavam mate. Com a Sofia, estávamos num canto da piscina, sentadas na borda com os pés na água.
– Não sei se entro primeiro e depois tomo sol, ou se faço o contrário. - Disse olhando para o céu, fazendo uma careta por causa do sol que batia direto no seu rosto.
- Vamos entrar primeiro porque tá quente, depois tomamos sol - respondi.
- É, tá certo, você tem razão.
Ela se levantou e mergulhou de uma vez, me respingando, e eu pulei atrás dela. A temperatura da água era mais do que agradável. Fazia sentido, tinha recebido a luz do sol há horas. Havia um patinho de borracha enorme e Sofia jogou ele na minha cabeça, me acertando em cheio. Eu revidei com uma bola que boiava perto de mim e começamos a brincar, nos respingando água, puxando o cabelo uma da outra e tentando afundar a outra como duas adolescentes; com certeza estávamos dando um espetáculo lindo para os caras. Em um momento, ela fez mais força do que eu e conseguiu me segurar pela cabeça; na tentativa dela de me afundar e na minha de não deixar, fiquei com o rosto enfiado no meio dos seus peitos por uns 5 ou 6 segundos, nos quais eu me abstraí de tudo. Cinco segundos em que tudo ao redor desapareceu, éramos só ela e eu imersas naquele mar de peitos macios, redondos, com mamilos rosados e duros. Me senti perturbadoramente excitada. Minha cabeça finalmente afundou.
- Ganei, te ganhei, vadiaaa! - Enquanto ela comemorava, vi seus peitos aparecendo e o top do biquíni levantando; no final, ela não tinha saído tão ilesa da batalha recente.
- Seu top desamarrou, Sofia!
- Ah, me cobre, idiota!
- Hahahaha, vira de costas que eu amarro.
Ela virou e levantou o cabelo na altura da nuca. Eu imaginei, não amarrando o top dela, mas sim desamarrando, seus peitos generosos preenchendo toda a extensão que minhas mãos pudessem abranger e beijando suavemente sua nuca. Esses pensamentos lésbicos já não me davam culpa, mas não deixavam de chamar minha atenção, porque, como já disse, mesmo Sofia sendo uma gostosa, eu sou heterossexual e sempre senti atração por homens.
Dois dos caras perceberam, embora não tenham visto nada, e uivaram como lobos.
Saímos da... Fomos para a piscina e nos preparamos para pegar um sol. A alguns metros, Luro junto com outros estavam preparando o churrasco e o cheiro já chegava até nossas narinas.
— Tô morrendo de fome, Clara, só tomei mate.
— Tinha uns doces, por que não comeu?
— Essa silhueta não se mantém sozinha, haha. — Respondeu rindo enquanto passava protetor nos braços e nas tetas. Virou na espreguiçadeira e se deitou de bruços, me oferecendo novamente a generosa vista de sua bunda esculpida.
— Passa protetor nas minhas costas — Ela pediu.
Por um segundo me pareceu entender que ela tinha percebido o que vinha provocando em mim desde a manhã e provocava toda essa provocação de propósito.
— Vai, Clarita! — Ela me apressou.
Peguei o protetor, coloquei um pouco na palma da minha mão e me preparei para esfregá-lo por toda as suas costas, aproveitando cada movimento. Eu teria gostado que ela estivesse de frente, de barriga para cima, assim eu poderia passar nas suas tetas redondas e duras.
— Pronto!
— Pronto o quê? Passa na minha bunda, idiota, nas pernas, ou você quer que minhas nádegas fiquem brancas? Haha.
Ela tinha razão. Naquele momento, acreditei que definitivamente a provocação era de propósito, não podia ser que ela estivesse brincando comigo dessa maneira.
Espalhei o protetor por toda a sua bunda perfeita, me senti privilegiada, sabendo que estava fazendo algo que muitos homens teriam adorado fazer e extasiada ao mesmo tempo.
— Agora deixa eu passar em você — Ela disse enquanto tirava o protetor da minha mão.
— Deita e joga o cabelo para trás.
Ela começou a passar o protetor sem nenhum cuidado em passar as mãos sobre minhas tetas, que ao primeiro contato já tinham ficado duras.
— Agora de costas — Ela ordenou novamente.
Virei e senti com muito prazer como ela apalpava toda a minha bunda. Instintivamente pressionei minha buceta contra a espreguiçadeira, já estava molhada.
— Nesse horário, o melhor é não pegar mais de uma hora de sol porque é o pior — Ela disse, fingindo não perceber o tesão que tinha acabado de me provocar e me deixando paralisada.
Ficamos um tempão tomando sol. Em cima da mesa tinha uma revista Cosmopolitan que uma das meninas tinha trazido, a Sofia se esticou e pegou pra folhear.
- É por esse tipo de revista que os homens acham que todas as mulheres são umas otárias – falou convicta, como quem expõe uma verdade universal.
- É, haha, as matérias são um cu de rir.
- Olha essa: “Autoprazer, o que fazer quando você está sozinha”… “Autoprazer” – repetiu indignada.
- E o que iam botar na capa de uma revista idiota, “bater uma”?
- Pois é haha, eu não dou “autoprazer”, eu me masturbo, e como!
De novo aquele formigamento percorrendo da espinha dorsal até minha buceta.
- É? Você se masturba muito? – perguntei, sinceramente intrigada.
- Óbvio, vai me dizer que você não? Quem não faz?
- É… sei lá… melhor é transar haha.
- Ah, você é uma cientista, quem te ensinou isso? Sério? Haha, óbvio, otária, que é melhor, mas quando os caras estão muito otários… melhor eu mesma me tocar.
É verdade que ultimamente os caras que eu vinha conhecendo, salvo algumas exceções, eram cada um mais otário que o outro. Dito isso, ela se levantou pra buscar algo pra beber e se ofereceu pra me trazer também, pedi uma Coca Light. Cinco minutos depois ela apareceu com os copos, e enquanto deixava o meu em cima da mesa perguntou de novo:
- Tô curiosa sobre as punhetas, qual é o seu jeito preferido?
A pergunta me pegou desprevenida.
- Sei lá, gosto de me tocar, né…
- Ai, Clari, que falta de imaginação!
- Não discuto…
- Eu adoro começar de bruços com a calcinha vestida, esfregando na cama. Quando já tô molhada, gosto primeiro de esticá-la e enfiar um pouquinho na buceta e depois puxar e me tocar suave, passar pelos lábios, separar devagar e dar leves batidinhas no clitóris. Com certeza nessa hora já tiro a calcinha pra me mexer melhor. Posso gozar em 5 minutos assim, é incrível… o que eu não sou muito expert é em enfiar dedos ou coisas, só de esfregar ela. Ela descreveu tudo com tanta precisão que me deixou literalmente encharcada até o cu, já queria me masturbar na frente dela e que ela me visse, não aguentava mais. Um relato daqueles não me deixou alternativa a não ser ser sincera: -Eu também me masturbo de bruços e começo me tocando por cima do fio dental, mas adoro puxar ele um pouco pra baixo e ficar meio desconfortável, sentir que ele aperta a circulação das pernas. -Ah filha da puta, você deve gostar de ser fodida amarrada, já fez isso alguma vez? -Sim, é o máximo! -Viu? Uma das últimas vezes que transei foi com um cara meio bobo, mas uma amiga tinha me passado a dica que ele tinha uma pica divina. Sabe que tão bobo ele não era, o cara me colocou de bruços e amarrou meus pulsos na cabeceira da cama com um cadarço de tênis! Que nojo, mas na hora não me importei com nada. Ele me comeu tão forte que cada vez que as bolas batiam na minha use the word: buceta eu pensei que ia sair algo pela minha boca… ainda por cima ele puxava meu cabelo, me dava uns tapas na bunda… aí eu percebi que adoro essa pegada hardcore, pena que depois ele não apareceu mais… -- Sentenciou sinceramente aflita, com um tom de nostalgia. Eu estava extasiada, era muito fácil imaginar tudo aquilo que ela contou, sentia que a calcinha do meu maiô estava inundada. -Faz muito tempo que você deu a última vez? Perguntou -Não, não tanto, um cara que conheci num evento faz uns 10 ou 12 dias -E, foi bom? Não me faça arrancar as palavras de você Clara! -Sim, foi bom!! -Você chupou a pica dele? -Óbvio -Uma chupada boa, ou você botou a mesma vontade que está botando no relato agora? -Si vadia, sisis!! Sim, toda, desde as bolas até a cabeça, esfreguei bem a pica na minha cara, cuspi nela, pedi pra ele me dar uns pirocadas, masturbei ele com os peitos… assim você gosta?? -Finalmente, tinha sangue Clarita, olha só! Hahaha, Bonito detalhe esse de masturbar ele com os peitos (disse isso enquanto agarrava os dela) E me conta, você engoliu tudo? -Tudooo, siiim (olhando para ela) fixo), não deixe nem uma gota e depois limpe com a língua… feliz?? Eu estava falando como uma ninfeta descontrolada, nem eu me reconhecia. Sofia soltou uma gargalhada —Hahaha sim, feliz, mas parece que você está ainda mais, nojenta! Hahá! Essa conversa me deixou com um tesão da porra. Diferente dela, eu era de meter os dedos e era exatamente isso que eu queria fazer naquele momento. Peguei a revista para ler algum artigo idiota que baixasse a excitação que eu estava sentindo. O dia transcorreu normalmente, com a ajuda do clima que estava se comportando maravilhosamente conforme o que exigia um dia de verão. Churrasco, piscina, mate, mais piscina, vôlei, risadas e conversas sem importância. Relax total, era pra isso que a gente tinha vindo afinal. O entardecer avançava e lentamente, mas progressivamente, ia escurecendo. Os olhares entre Sofia e eu ganhavam cada vez mais cumplicidade, ou talvez fosse minha imaginação. A noite estava prestes a cair. Aquele dia inteiro não tinha sido nem mais nem menos que o prólogo de uma noite que nem Sofia nem eu imaginávamos que seria tão maravilhosamente incrível como acabou sendo apenas algumas horas mais tarde... Estava chegando a hora do jantar e Sofia me pediu ajuda para fazer uma salada, fomos até a cozinha, que era enorme, como tudo naquela casa na qual, e sem ânimo de exagerar, se você não prestasse atenção, se perdia. —Vai precisar de uma tigela, vai perguntar pro Martín onde tem? Até eu encontrar entre todos esses armários pode virar meia-noite. De quebra, traz minhas havaianas — Sofia me pediu Acedi de má vontade. Quando cheguei na sala, me deparei com Luro, alguns dos outros jovens e dois caras que estavam carregando uma TV Sony enorme enquanto um terceiro dava instruções. Nunca tinha visto nada parecido, era três vezes maior que qualquer televisor que eu já tinha visto. A galera estava superanimada, um dos caras, o que dava ordens aos outros dois, estava absurdamente gostoso, tinha uns cabelos grisalhos quase imperceptíveis, vestia uma regata que cobria seu torso, que dava pra ver que era malhado, uma bermuda jeans e um par de havaianas. Não sei quem é esse cara – pensei – mas ele é muito comível. Eu vinha de um dia em que tinha ficado com tesão a maior parte do tempo e imediatamente imaginei ele enfiando o pau na minha boca. Acabou sendo o pai do Martín. O filho claramente não tinha herdado nem um quarto da presença do pai, coitado. Quem sabe era adotado.
-Imagina, filho, a Copa do Mundo ano que vem nessa tela gigante – Disse o pai do Luro.
Todos comentaram que esperavam ser convidados quando chegasse a data. Aí eu entendi quem ele era. De repente, Martín interrompeu:
-Ah, velho, essa é a Clara, uma das minas que você ainda não conheceu.
O cara me encarou de um jeito que me despiu com o olhar. Havia algo intimidador naquele homem. Um cara que ostentava porte e prestância vestindo bermuda e havaianas só podia emanar poder.
-Que tal, Clara? Sou o Alex, pai do Martín, prazer – cumprimentou de forma intencionalmente sedutora.
-Oi, eu sou a Clara, muito prazer. – Me aproximei e fiquei na ponta dos pés pra alcançar a bochecha dele. Se o cara estivesse cheirando a suor eu teria um motivo, a temperatura do dia justificaria, mas em vez disso ele cheirava divinamente bem.
Martín, fiel ao costume, interrompeu de novo, dessa vez o microclima que tinha se criado entre o pai dele e eu:
-E aquela que vem aí é a Sofia.
Alex e eu viramos o olhar pro corredor. Sofia vinha andando com aquele andar frágil e leve típico de modelo na passarela.
-O famoso Alex! – Disse Sofia num tom desbocado. O pai do Martín fez cara de surpreso.
-Se sou famoso não fiquei sabendo, mas se pelo menos a senhorita me conhecesse (referindo-se à Sofia) já ficaria feliz – respondeu ele.
"Uooou!" – exclamaram todos na sala, de brincadeira. Já pra mim, parecia que aqueles dois estavam falando bem sério. Sofia deu uma risada simpática.
-Sofia, encantada de conhecê-lo
- Quem está encantado sou eu, além disso não sabia que meu filho tinha amigas tão gostosas – Disse Alex enquanto me incluía com o olhar
- Parabéns pela casa que você tem, é linda – Acrescentei eu, fazendo Sofia participar do "parabéns".
- Sim, a única coisa que faltava numa casa como essa era uma TV daquelas, é como ter um cinema próprio! – Exclamou Sofia.
- Hahaha, é verdade, mas te conto que como trabalho na Sony consegui a TV um pouco mais barata
Isso explicava porque quase todos os aparelhos eletrônicos da casa eram da Sony
- Você trabalha na Sony ou é o dono da Sony? Porque pra ter essa casa... – Interrompeu Sofia atrevidamente enquanto abrangia toda a sala com o olhar
- Hahaha, não Sofia, quem me dera, levamos uns bons anos para construir esta casa – Disse Alex em tom divertido
- Incrível, a mim me levaria a vida toda para comprar só aquela TV – Respondeu Sofia rindo
Todos riram. Alex disse que tinha vindo deixar a televisão porque sabia que o filho estava com os amigos e queria que a testássemos, mas que já estava indo embora. Um amor. Deu ordem aos dois ajudantes que estavam com ele para esperarem lá fora e se despediu de todos um por um.
Quando se despediu de mim não sei se de propósito ou sem intenção, mas me deu um beijo quase no canto dos lábios, me deixou dura. Por último se despediu de Sofia. Antes de sair virou, tirou a carteira do bolso e deu um cartão a Sofia
- Ah! Se alguma vez quiser comprar uma TV como essa, me liga, posso te dar um desconto de 100 ou 200 pesos – Disse ele rindo
- Vou lembrar disso – Disse Sofia, zombeteira.
Perguntamos ao Luro a localização de alguns utensílios e voltamos para a cozinha para continuar com as saladas. As outras garotas tinham ido comprar bebida e o resto ficou mexendo na televisão enorme
De volta na cozinha o comentário de Sofia não demorou
- Você viu aquela coisa? – Me perguntou exaltada.
- Sim, enorme aquela televisão, não imaginei que existisse uma daquele tamanho.
- Quem tá falando da TV, doente? Tô falando do pai do Martin, o velho tá gostoso pra caralho!
- Ahh haha, sim, nessa eu tenho que te dar razão. Mas velho… duvido que ele tenha mais de 45 anos…
- É. Sei lá, de qualquer forma, a verdade é que ele tá bem pegável, será que ele trai a mulher?
- Não sei, Sofi, mas vamos deixar o assunto por aqui porque eu já te conheço…
- Hahaha! — Sofia deu uma risada malandra, sabia que eu tinha razão. Se ela gostava de um cara, no máximo levava dois dias pra tê-lo em cima (ou embaixo).
De repente, veio de longe um som ensurdecedor, música, parecia eletrônica num volume extremamente alto, vinha da sala. Fomos até lá. Tinham conectado uns woofers. As meninas estavam chegando com caixas de álcool que foram comprar e deixaram em cima da mesa — dava pra ver todo tipo de garrafa. Tudo estava meio escuro porque estavam trocando as lâmpadas por outras coloridas. No fundo, estava passando o canal Fox Sports na TV gigante, com um close de uma gatinha que sempre achei muito linda, Alina Moine.
Cruz estava em cima de uma escada trocando lâmpadas brancas por vermelhas, quando Martina, uma das meninas, chamou ele pra ajudar a abrir uma garrafa de vinho.
- Sofia, pode terminar com essas lâmpadas? — Cruz perguntou pra Sofia.
- Sim, pode deixar!
Dava pra ver no rosto de Sofia que ela adorava toda aquela parafernália que estavam montando.
- Vem, segura a escada pra mim, Clari — Sofia me pediu.
- Ok.
Ela subiu na escada. Era totalmente desnecessário eu segurar de baixo, mas acho que ela gostava de enfiar a bunda na minha cara. Em cima, ela estava com uma camiseta, mas embaixo continuava só de biquíni, então aquele bumbum redondo em todo seu esplendor dominou meu olhar. Senti meus peitos endurecerem. O ambiente estava meio escuro, mas mesmo assim dava pra ver de baixo como aquele fio dental minúsculo do biquíni se enfiava no cu dela. Tive impulsos de puxar a calcinha dela igual naquela vez… Cada vez que ela pedia ajuda para ir ao banheiro e eu lambia ela todinha, assim, naquela posição. Sem perceber, eu estava me tocando a buceta por cima do short. Um clarão de luz vermelha bateu no meu rosto.
- Pronto, essa vermelha já está, agora vai a azul.
- Sofia, a escada não vai cair, sobe tranquila que eu vou fazer xixi.
Não aguentava mais, só queria me tocar. Subi para o banheiro do quarto. Fechei a porta e tirei o short o mais rápido que pude. Baixei a tampa do vaso, sentei e abri as pernas. Comecei a tocar minha buceta devagarinho por cima da calcinha. Sentia ela toda molhada, definitivamente depois disso eu ia ter que trocar. Lembrei do que a Sofia tinha me contado, que ela gostava de enfiar no meio dos lábios. Experimentei, estiquei até que ficou toda incrustada na minha fenda, metendo e tirando, o êxtase era indescritível. Tinha muita vontade de fazer xixi mesmo e o fato de segurar me dava ainda mais prazer. O ar começou a ser invadido pelo meu próprio cheiro de mulher e isso me esquentou mais. Puxei a calcinha de lado e acariciei a buceta separando os lábios, estava molhadíssima, lambi a mão e me senti super safada. Com a mão esquerda levantei o sutiã e comecei a apertar devagar os mamilos, aqueles beliscões autoinfligidos eram uma delícia. Na minha cabeça desfilavam todas as imagens excitantes do dia, como fotos, uma atrás da outra: Sofia andando e seu fio-dental transparentando, Sofia se despindo para colocar o biquíni, Sofia apalpando minha bunda e meus peitos para passar protetor solar e eu apalpando os dela, o tapa que ela me deu subindo a escada, Sofia me contando como ela se masturbava. Já estava recostada no vaso apoiada na parede, faltava ar, era a masturbação mais intensa que eu tinha feito em anos, sem dúvida. Tirei a calcinha de uma perna só de tão apressada que estava e deixei meus dedos deslizarem para dentro, primeiro devagar, depois foi metendo e arrancá-los furiosamente. Levei os dedos à boca, saboreando meu próprio sabor de buceta, já não me importava com nada porque estava prestes a ter um dos orgasmos mais espetaculares da minha vida. Voltei a me tocar e, aproveitando a lubrificação dos meus dedos, enfiei um na bunda. O formigão vinha cada vez mais forte, sentia minha vagina latejando inchada, deitei-me ainda mais, quase no chão, para dar lugar à descarga elétrica final que era iminente, e de repente ouço a porta do quarto se abrir. Dei um pulo e subi a calcinha o mais rápido que pude, até a coloquei ao contrário. Enquanto vestia o shorts, ouvi Sofia:
— Ei, faz mais de 20 minutos que você está no banheiro, vai mijar tanto assim?
— Não, não, comecei a mandar umas mensagens e me distraí. — Menti enquanto abria a porta.
— Aposto que foi para aquele cara que você punhetou com os peitos. — Ela respondeu e, enquanto falava, foi tirando a camiseta que estava usando, e acrescentou:
— Lá embaixo já estão sentados para comer, compraram sushi, tem as saladas que fizemos e churrasco que sobrou do almoço. Por que não tomamos banho juntas assim a gente demora menos?
Fiquei em silêncio, pensando na masturbação que tinha acabado de fazer e que não pude terminar. Evidentemente demorei demais para responder. Sofia completou:
— Bom, se te incomoda, não, mas sai daí para eu tomar banho primeiro.
Obviamente não ia deixar passar essa oportunidade de ver a água escorrer por todo o corpo nu da Sofia, sua bunda redonda, seus peitos duros e o que mais eu gostava, sua buceta toda depilada.
— Não, doida, como vou ter problema?
— Ok, vou buscar duas toalhas.
No momento em que ela foi, aproveitei para me despir rápido, enrolei com cuidado a calcinha dentro do shorts, não queria que ela visse o tanto que eu tinha encharcado. Abri o chuveiro e fiquei nua vendo a água cair. Sofia entrou com duas toalhas e me deu uma. Entramos no chuveiro. Sofia tirou o fio dental do biquíni e o... Pendurei na torneira, agora estávamos as duas peladas, talvez pra ela fosse uma situação normal, mas pra mim era extremamente erótico.
Nos banhamos rápido. Me excitava observá-la de um jeito inimaginável. Quando ela levantava os braços pra lavar a cabeça, os peitos subiam ainda mais. Tudo era sensual, ou pelo menos era assim que eu via naquele momento. O jeito que ela ensaboava os peitos, esfregava a buceta e o cu, depois quando se vestiu, vê-la colocando o sutiã, a calcinha fio-dental, como ela ia enfiando na bunda enquanto terminava de subir, eu sentia que não aguentava mais aquela situação, queria dizer sério que fazia tempo que ninguém me excitava do jeito que ela tava me excitando. Se pelo menos eu tivesse um grama de certeza de que ela tava me provocando de propósito, eu teria feito, mas a Sofia era uma daquelas mulheres que emanava sensualidade desde que acordava até a hora de dormir, mesmo sem querer, então com ela nunca se sabia.
Descemos e me surpreendi ver que, embora alguns já estivessem comendo, faltava mais da metade da galera. Me perguntei se a Sofia não teria me apressado de propósito pra tomar banho comigo, mas logo descartei a ideia, era difícil que ela me visse do jeito que eu via ela.
Nos sentamos à mesa, depois foi chegando o resto, todo mundo banhado. O jantar foi divertido, muita comida, muita bebida, surgiram assuntos interessantes como futebol, política e religião, e conforme o consumo de álcool aumentava, a qualidade dos argumentos em cada tópico diminuía proporcionalmente. Era só risada, no final pedimos sorvete.
Senti que ia explodir e me recostei no encosto de uma poltrona, mas não deu tempo pra digestão, a maioria se levantou e foi pra sala, onde tinham montado aquela pseudo-balada com luzes coloridas, balões, música ensurdecedora, álcool, e aquela tela híbrida Sony entre TV e cinema que continuava no mudo no canal Fox Sports.
A noite Fui indo mais fundo, já devia ser umas duas e meia da manhã ou até mais. A música misturada com os drinks que iam sendo preparados era um convite pra soltar a imaginação. Ia adorar morar naquela casa. Um casal deitado num puff tava bolando um baseado. Depois de um tempo, Tobias, outro dos caras, passou do meu lado e me ofereceu ecstasy ou algo parecido. Tenho que admitir que outras vezes já tinha experimentado esse tipo de droga, mas baseado, nem pensar, não curto nada. Naquela noite, com o álcool que já tinha no corpo, nem precisava mais, a Sofia já era estímulo suficiente e eu não queria perder nada, mesmo que com o que já tinha tomado já estivesse ficando difícil. Minha amiga loira não era exceção, ela também tava super alegre. Não sou muito fã de música eletrônica, mas aquele ritmo empurrava a gente a se mexer meio que no automático, até involuntariamente. Num momento que fui pegar um drink, perdi a Sofia de vista. Com o copo na mão, fazendo equilíbrio pra não derrubar nada, procurei ela com o olhar. Ela tava em cima de uma poltrona que ficava meio escondida atrás de uma coluna, dançando no ritmo dela, como num tipo de transe, se mexendo do jeito mais sensual possível, provavelmente sem nem perceber. Cheguei perto e estendi o copo pra ela. Com um sorriso, ela recusou e me convidou pra subir, estendendo a mão. Deixei o copo no chão e subi junto com ela. Ela sorriu sem dizer nada, só ria e me olhava. Os peitos dela balançavam no compasso, de um jeito hipnótico. Ela me abraçou e sussurrou no meu ouvido pra gente dançar. Eu também abracei ela e entrei no ritmo.
—Pra você tá tudo girando também? — ela me perguntou.
—Sim, haha, pra falar a verdade, tá.
—É, haha, acho que sim, bebi demais... — disse com um tom de voz safado.
Abraçado com a Sofia, do ângulo em que eu estava, dava pra ver aquele telão de novo. De novo a Alina Moine, na verdade devia ser a reprise do programa que eu tinha visto horas antes. Aí o Luro chegou perto da TV e começou a tocar nele de De lado e por trás, achei que ela queria mudar de canal e fiquei chateada. Virei e me concentrei na Sofia, ela me encarou de novo e sorriu. Na posição em que estávamos, sua buceta tinha ficado diretamente sobre a minha perna. Ela fazia um movimento constante de subir e descer e, embora no início eu não quisesse acreditar, de repente percebi que ela estava esfregando a vagina dela contra a minha perna de propósito. Me deu um arrepio. Busquei o olhar dela com o meu, Sofia tinha um sorriso desenhado no rosto. De repente, do nada ela soltou uma exigência que me deixou dura:
— Me dá um beijo, Clara.
Quis acreditar que ela tinha dito qualquer outra coisa, embora soubesse que tinha ouvido bem.
— O que você disse, Sofia?
— Que quero que você me dê um beijo — respondeu.
— Você tá louca? Se sente bem?
Ela se aproximou do meu ouvido e com muita convicção exclamou:
— Se você não me der, eu te dou.
Olhei firme para ela. Não me deu tempo para pensar e de repente Sofia estava me devorando a boca. Toda a situação me tinha pego de surpresa, mas era o que eu tinha querido desde a manhã. Relaxei e me entreguei, estávamos no nosso mundo e não importava se alguém podia estar nos vendo. A língua dela brincava com a minha, eram beijos molhados, ela mordia minha língua, meus lábios, eu lambia os dentes dela, a situação tinha ficado selvagem. Senti minha calcinha de novo encharcada, minha buceta estava fervendo. Sofia meteu uma mão por baixo, não só da minha camiseta, mas do meu sutiã, levantando-o e amassou um dos meus peitos, com uma violência que me deixou delirante. De repente ela desgrudou a boca da minha:
— Tô tonta, vamos lá pra cima, please — me disse olhando nos meus olhos.
Fiquei absorta, sabia que lá em cima podia acontecer qualquer coisa…
Sofia me pegou pela mão. Eu estava plenamente consciente apesar de tudo que tinha bebido, mas tudo parecia muito estranho, como se eu não estivesse ali. A situação era surreal.
Passamos ao lado da televisão enorme e Alina Moine já não estava, tinham colocado um pornô. Bizarro.
Tinha uma gatinha deitada e outra que sentava na cara dela, adorei. De novo aquele choque elétrico na minha buceta, em outro momento teria ficado assistindo o filme.
Sofia apertava minha mão com firmeza e caminhava dando uns tropeços, abrindo caminho pela fumaça densa que viciava o ambiente. Chegamos ao pé da escada, Sofia se virou, me olhou e sorriu, tinha o rímel todo borrado, mesmo assim ficava sexy. Soltou minha mão para segurar com as duas na grade, eu estava tonta e me sentia pesada, mas conseguia subir bem. Enquanto ela subia eu podia ver de baixo seu bumbum fabuloso, por baixo da saia apareciam aqueles glúteos duros e contornados, de uma redondeza absoluta, dava vontade de morder. Abrimos a porta do quarto. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo. Sabia que naquele momento era a inveja de todos os homens do mundo. Não podia existir um único macho no universo que não quisesse possuí-la.
Fechei a porta, Sofia se apoiou contra a parede e começou a rir às gargalhadas. Uma risada contagiante, nunca a tinha ouvido rir assim.
Começou a dizer algumas incongruências misturadas com risos, ficamos assim uns minutos, eu ria contagiada por suas gargalhadas. Em um momento fez-se silêncio, Sofia suspirou fundo
— Claraaaaa, estou louca... estamos loucas hahahaha. — De novo começou a rir sem parar.
Sofia estava meio bêbada. Tinha que fazê-la reagir porque estava muito chapada, mas me veio a dúvida, talvez plenamente consciente o clima se dissipasse. Decidi que não importava, muitos indícios durante o dia me indicavam que o histeriqueiro era mútuo, agora estava convencida.
— Vamos tomar um banho, Sofi, o que acha?
— Simmmm, quero quero quero! — Começou a comemorar, falando ritmicamente
— Sim, eu também quero, fique assim como está que eu te tiro a roupa, você não se mexe, fique apoiada assim mesmo. Fomos ao banheiro, ela ficou se segurando na parede enquanto eu abria o chuveiro. Pensei que a água fria ia acordá-la melhor, mas pela temperatura saiu morna.
Me virei para a Sofia, levantei os braços dela e tirei a regata, ela continuava balbuciando idiotices, misturadas com outras coisas que escapavam do seu inconsciente relaxado, como que eu era uma delícia e outras coisas parecidas que me fascinavam.
Ela tinha um sutiã super delicado que apertava seus peitos macios e volumosos. Passei os braços por trás das costas dela para desabotoá-lo e meu rosto ficou colado no dela.
A Sofia obviamente lembrou porque havíamos subido, porque me beijou de novo, sua língua procurando a minha desesperadamente. Terminei de tirar o sutiã e seus peitos ficaram livres finalmente. Me afastei do corpo dela para poder contemplá-los melhor, não tinha mais volta. Seus mamilos estavam duros como os meus. Era uma delícia apertá-los, apalpar toda a superfície dos peitos dela enquanto ouvia seus gemidos abafados. Tirei minha camiseta e o sutiã também, queria apertar meus peitos contra os dela. O atrito dos mamilos dela com os meus foi maravilhoso, fechei os olhos e a beijei de novo.
Desci pelo pescoço dela, ela estava entregue. Finalmente ia poder ter esses peitos na boca. Afastei o cabelo e me inclinei, me dediquei ao peito esquerdo enquanto massageava o direito, era tão bom fazer isso quanto quando faziam em mim. Depois me dediquei ao direito. Chupei com devoção esses peitos, mordi, babeei, lambi. A Sofia não parava de gemer. Continuei descendo pelo abdômen dela até o umbigo. Tirei a saia. A Sofia estava extremamente excitante seminuazinha, só usando sua calcinha minúscula azul. Pensei que pela segunda vez em um banheiro eu tinha que baixá-la. Abri bem os olhos, não queria perder nada desse espetáculo. Peguei seu fio-dental pelas tirinhas laterais e baixei devagarinho, saboreando o momento. Sua buceta... buceta completamente depilada à mostra, com seus lábios bem fechados. Sua calcinha estava encharcada, desci ela um pouco mais, um fio grosso de lubrificação entre sua buceta e o tecido da sua roupa íntima era o vestígio do grau de excitação que ela tinha alcançado ao esfregar minutos antes contra minha perna. Terminei de descer a calcinha, ela deu um chute no ar para terminar de tirar. Fiquei alguns segundos embasbacada olhando sua vagina, era linda e delicada, como toda ela.
Tirei meu short e a calcinha também, igual a ela, estava encharcada. Entramos no chuveiro. Sofia começou a acariciar meus peitos. Nenhuma de nós proferia palavra, apenas gemidos. Era maravilhoso sentir ela amassando meus peitos, voltamos a nos beijar durante o banho enquanto massageávamos as bundas uma da outra, eu sentia fogo na buceta.
Nos olhávamos e sorríamos. De repente Sofia falou num tom um pouco mais claro, evidentemente a água e o tesão a tinham despertado um pouco.
— Estamos malucas Clara, mas eu amo isso, amo você...
— Sim, pode ser que estejamos, mas nunca ninguém me esquentou como você
— Mesmo assim é uma loucura.
Começamos a rir as duas às gargalhadas de novo. Nos sentíamos felizes de prazer.
— Nunca estive com outra gatinha, isso é incrível. — Disse Sofia
— Eu também não, mas amo que isso esteja acontecendo com você
Sofia me empurrou suavemente contra a parede e beijou meu pescoço. Tal como tinha acontecido há pouco, começou a esfregar sua vagina em mim de novo. Sentir o atrito direto de sua buceta quente contra a pele da minha perna era puro êxtase. Beijou meus peitos delicadamente, nunca tive os mamilos tão duros, pedi que ela os mordesse e ela atendeu meu pedido imediatamente, suas mordidas tinham a pressão certa, me provocavam uma dor que automaticamente virava prazer.
— Você gosta, né gata? — Perguntou desafiante
— Adoro, adoro tudo que você me faz
Tirei ela de cima de mim e a apoiei contra a parede. contra a parede, com um tom de violência, involuntário, mas provavelmente causado pelo tesão do momento
- Agora vou cuidar da sua buceta – disse com um sorriso
- Faz o que quiser comigo.
Enquanto apalpava e beliscava seus peitos ao mesmo tempo que a beijava, levei minha mão até sua vagina, acariciando suave, bem suave, sentindo na ponta dos meus dedos os lábios carnudos de sua buceta que pulsava de prazer como a minha. Com meus dedos percorri desde o buraquinho apertado de sua bunda até seu clitóris, por todo o caminho, esfregando e fazendo pressão. Sofia empinava a púbis para fora, querendo que naquela sobe e desce dos meus dedos, alguns a penetrassem diretamente, sua respiração vinha entrecortada, soltava gemidos abafados, enquanto me agarrava pelos cabelos na nuca e me puxava para sua boca para nos fundirmos naqueles beijos molhados intermináveis.
Descendo por um caminho de beijos desde sua boca, passando por seus peitos e abdômen, cheguei até sua púbis.
Afundei-me em sua entreperna e a primeira coisa que fiz foi cheirar sua buceta. Nunca tinha tido uma tão perto da minha boca. Ela levantou sozinha uma perna na borda da parede do chuveiro e com os dedos abriu os lábios da vagina. No início foi uma sensação estranha, como tudo que estava acontecendo naquele momento, que acontecia pela primeira vez, eram as sensações do desconhecido que geravam aquela adrenalina única.
Quando finalmente lambi sua buceta, pensei que era tão lindo quanto chupar um pau. O sabor da dela era sublime, salgado, e eu engolia com devoção todos seus sucos lubrificantes como se fosse sêmen. Chupei-a de todas as maneiras que pude, dei beijinhos, lambi desde os lábios até a bunda, enfiei a língua na buceta e chupei até minha mandíbula adormecer.
Depois me levantei e a beijei na boca, queria que ela sentisse na minha boca o gosto de sua própria xota. Ela me pediu para comê-la. -Me come, Clara
-Quer que eu te coma com os dedos? Pede por favor
-Por favor, Clara, me come com os dedos
Tive pena dela e enfiei dois dedos na sua buceta, foi uma sensação única, apalpar seu interior úmido, escorregadio e quente.
Sofia soltou um grito de prazer
-Me come, Clara. Me come com os dedos – Pedia desesperada
-Sim, toda viciada, quero sentir como você goza na minha mão, e depois você vai me comer – Respondi. Também estava possuída pela luxúria
Sofia subia e descia sozinha nos meus dedos, cada vez mais forte, gritava, xingava, me xingava, isso me deixava a mil, eu devolvia os xingamentos
-Filha da puta, nunca me comeram assim, você vai me matar
-Você que é mais filha da puta, adoro te fazer isso, quero ficar a noite toda assim
Em um momento Sofia diminuiu um pouco a intensidade daquele ritmo frenético de sobe e desce nos meus dedos
-Espera, Clara, não aguento, vou gozar – Disse agitada.
Eu não ligava pra nada, só queria continuar punhetando ela até sentir o orgasmo na minha mão, era a coisa mais excitante que já tinha feito. Continuei comendo ela ainda mais intensamente com os dedos, enfiei um terceiro
-Para, filha da puta, não me come mais assim – Me implorava quase soluçando de prazer
-Não importa, quero que você goze primeiro, puta, quero sentir seu orgasmo na minha mão
-Não aguento, Clara!! – disse em tom de súplica
Em um movimento brusco arqueou as costas e começou a se contorcer.
-Clara, agora vou gozar!! –Disse com a voz embargada
-Então goza, porque não vou parar de te punhetar
-To gozando, Clara, to gozando!
A safada estava gozando na minha mão. Eu voava naquele universo de luxúria, de cheiro de sexo.
Sofia estremeceu, tinha uma expressão de espanto no rosto, me olhava de boca aberta enquanto gemia longamente, achei por um segundo que ia chorar.
Se deixou cair contra a parede do chuveiro enquanto respirava ofegantíssima e me olhava ao mesmo tempo que ia escorregando pro chão. A banheira. Ela não tirava os olhos de mim, a expressão de espanto no rosto dela não desaparecia. Eu estava fascinada, com a buceta a ponto de explotar. Ela tinha ficado completamente no chão e eu a olhava de pé, lá de cima.
Passaram-se um ou dois minutos em que ficamos em silêncio.
Nos olhamos e rimos novamente. Clara quebrou o silêncio.
— Agora vou te comer — ajoelhou-se e me virou, fiquei olhando para a parede do box. Ela começou a chupar minha bunda de um jeito delicioso, sua língua brincava no meu cuzinho e com a ponta fazia pressão no meu ânus.
— Se masturba — disse em tom de ordem.
Não precisou repetir, comecei a me masturbar furiosamente enquanto ela chupava minha bunda freneticamente, lambia, separava minhas nádegas e cuspia. Minhas tetas estavam apoiadas contra o mármol frio da parede, o que deixou meus mamilos ainda mais duros.
— Que bunda gostosa você tem, vai deixar eu comer sua buceta agora?
— Sim, come agora — respondi, descontrolada.
— Coloca a bunda mais pra fora — ela pediu.
Inclinei-me para trás o máximo que pude. Quando senti sua língua contra minha buceta, achei que ia desmaiar. Ela brincava com meus lábios, os abria e, com muita maestria, começou a me comer com a língua, metendo e tirando. Enfiou um dedo na minha bunda enquanto não parava de chupar. Estava me comendo o cu com o dedo e eu delirando. De repente, senti um incômodo — a filha da puta estava tentando meter outro dedo na minha bunda. Como a estreiteza do meu buraquinho virgem não permitia, Sofia molhou um dedo na minha vagina, lambuzando-o com meu próprio lubrificante. Dessa vez, o dedo entrou quase sem dificuldade. Ela me comeu um tempo assim pelo cu enquanto continuava chupando minha vagina, me fazia delirar quando enfiava a língua e eu a sentia se mover dentro de mim.
— Agora quero que você goze como fez comigo — ela disse.
Levantou-se e agarrou meu cabelo. Mordia meus lóbulos das orelhas e O pescoço. Ela me fez empinar a bunda e começou a me masturbar por trás, enfiando e tirando os dedos com uma velocidade incrível. Eu tinha chegado a um nível de clímax inimaginável.
Sofia começou a intercalar a punheta com uns tapas bem fortes na bunda.
Ela me masturbava e batia na minha bunda, voltava a me masturbar e batia de novo na bunda.
Isso foi o que definitivamente me empurrou para o delírio total. Os tapas doíam, mas automaticamente se transformavam numa onda de prazer.
- Não aguento mais, Sofi, me masturba mais rápido, me come mais!!
- Vou te comer sempre, vou ser sua putinha e você vai ser a minha!
Ela me deu outro tapa sonoro e, quando enfiou os dedos de novo, eu gozei. Gozei como nunca tinha gozado antes. Gritei de alívio, foi um grito estridente, de alívio, de êxtase.
Naquele orgasmo estavam contidas todas as emoções do dia: a masturbação interrompida que eu tinha feito à tarde e toda a tesão acumulada desde o momento em que eu tinha visto a Sofia depois de anos.
Fiquei exausta, encostada na parede, respirando com dificuldade.
Sofia me abraçou por trás enquanto me dizia coisas lindas, como que nunca tinha sentido tanto prazer e que não imaginava que transar com outra gostosa pudesse ser tão bom.
As duas estávamos exaustas e embriagadas de luxúria.
Saímos da água e nos deitamos assim, molhadas como estávamos, abraçadas uma na outra enquanto nos beijávamos e acariciávamos.
Não conseguia precisar qual das duas adormeceu primeiro. O que posso precisar é que no outro dia, quando abri os olhos, eram 12h30 da tarde e Sofia já estava acordada, com o celular na mão. Quando viu que eu acordei, se inclinou e me deu o beijo mais doce do mundo na boca.
- São 12h30, Sofia, será que já almoçaram?
- Acho que não, senão teriam nos avisado – respondeu.
- Tudo bem? Aposto que tá naquele joguinho de merda no celular... não para...
- Hahaha, nada a ver, boba. Sabe com quem eu tô falando? - Não
- Com o pai do Martín, Alex!
Olhei para ela surpresa enquanto esfregava os olhos
- Sofia, pra que caralhos você quer uma televisão tão grande? Deve custar uma fortuna ainda!
- Hahaha, quando você fala essas coisas, Clarita, faz eu te amar ainda mais
- Olha – Disse enquanto me estendia o telefone
Quando olhei a tela e li, senti que ia desmaiar: “OI ALEX, AQUI É A SOFIA E A CLARA TE INFORMANDO QUE ESTA MESMA NOITE VAMOS TE COMER AS DUAS JUNTAS. ME LIGA, BEIJOS”
No verão passado, no final de janeiro, recebi um e-mail com um convite para um encontro de ex-alunos do colégio (me formei em 2005), para passar 4 dias num country em Nordelta (de quinta a domingo). Um ex-colega, Martín Luro, disponibilizava a casa dele.
Não era a primeira vez que recebia esse tipo de convite, que eu sempre deixava passar por estar ocupada, de férias ou simplesmente sem vontade. Mas dessa vez, o remetente me chamou a atenção: Sofía.
A Sofi, que me encaminhou o e-mail, era minha melhor colega e amiga naqueles anos de colégio. Mesmo depois que a escola terminou, a gente ainda se via com certa frequência, mas depois veio o de sempre: a vida levando cada um para um lado, a ponto de eu não só não ver mais ela, mas também nenhum outro colega da turma. Isso também pode ser porque nunca fui particularmente amigável ou sociável.
Respondi que podiam contar comigo, passei meu celular e no dia seguinte ela me ligou. Anos sem conversar, a gente se atualizou um pouco. Ela tinha se formado em Relações Trabalhistas e há pouco tinha entrado para trabalhar numa empresa importante. O meu caso era um pouco menos ostentoso: recepcionista na mesma empresa fazia 4 anos e às vezes promotora. Acrescentei que isso me dava uma grana boa, numa tentativa de me dignificar em contraste com o presente promissor dela.
Não conseguimos achar uma resposta para o motivo de, morando a não mais de 30 quadras de distância, a gente ter parado de se ver. E combinamos que ela me buscaria na quinta seguinte às 8h30.
Chegou a quinta. Pra ser sincera, eu estava meio arrependida. No dia anterior, tinha pego uma promo e minhas pernas estavam dormentes.
A Sofía chegou num carro brilhante, exatamente como eu tinha imaginado. Logo que entrei, ela esclareceu que não era dela, mas da mãe. A família dela era de uma... Posição bem confortável, pra ser sincera, como a maioria da região.
Ela estava tão loira e divina como sempre. Eu, que sou morena, sempre odiei esse loiro com tom tão escandinavo que ela tem.
Ela notou que eu estava com cara de quem dormiu pouco, contei que na noite anterior tinha ido a uma promoção num hotel.
-Conta como é isso, boluda, de fazer promoções?
-Quando aparece, eu faço. A empresa onde sou recepcionista organiza eventos, então quando surge alguma coisa e me oferecem, eu aceito porque a grana que faço num dia é a mesma que faço como recepcionista numa semana.
-Que bom, e peraí, você fica nas corridas e tal? Um ex meu me obrigava a ver as corridas, nunca entendi como as promotoras podem estar "vestidas" assim (ela pôs ênfase em vestidas) e sorrir sem vergonha.
-Hahá, e você era mais boluda que deixava se obrigar! Não, corridas não faço, não me ofereceram, mas também não faria. É verdade, me daria vergonha.
-Ai, ela é putinha fina hahaha!
-Cala a boca, o que você tá dizendo, sua conchuda!
-Hahá, igual não esperava menos de você, mami, com esse rabão!
As duas rimos, e havia uma falsa modéstia da parte dela. A Sofia tranquilamente poderia ser promotora, das mais cotadas, e a alusão dela ao meu rabão me transportou para uma história que aconteceu quando cursávamos juntas a escola. Jogando hóquei, uma garota de outro colégio caiu em cima dela e fraturou o braço dela.
Naquele dia, eu a acompanhei à clínica e depois para casa. Passávamos muito tempo juntas, mas não era muito frequente dormirmos uma na casa da outra. Aquela noite foi uma exceção.
O braço dela doía muito, e ela me pediu para acompanhá-la ao banheiro porque doía tanto que ela não conseguia nem baixar a calcinha.
Dentro do que foi uma situação meio ridícula, em que eu a ajudava com a calcinha, quando finalmente a baixou e, num momento em que ela virou, eu vi aquele bumbum redondo, firme e empinado. A imagem me chocou e me causou uma invejinha saudável. O segundo choque foi quando ela... Vi de frente, sua buceta totalmente depilada. Nunca tinha visto outra buceta tão de perto e adorei como ficava assim toda lisinha. Na verdade, desde aquele dia eu também comecei a me depilar toda, já que até então não fazia.
Fiquei absorta por alguns segundos com toda aquela lembrança. Quando voltei a mim, não aguentei e desci do carro para olhar sua bunda.
A viagem continuou por mais meia hora, ficamos conversando sobre qualquer coisa, ela também não tinha ido às outras reuniões que haviam sido feitas, mas como este ano já estava formada e não tinha problemas de tempo, topou.
Chegamos. A casa era do Luro, um dos garotos, não dele exatamente, mas da família dele, que evidentemente também era abastada, mas a julgar pelo tamanho e quantidade de quartos que aquela quase mansão tinha, muito mais que o resto. As casas vizinhas também eram uma ode à ostentação. Me chamou a atenção que Luro era filho único, para que queriam todos aqueles quartos uma família de 3 pessoas que nem morava lá e usava a casa só nos finais de semana?
Enfim, de novo a bunda da Sofia me trouxe de volta à realidade, descemos do carro e pude olhar bem, ela estava com uma saia branca acima dos joelhos e dava até para adivinhar quando ela andava uma calcinha fio dental branca minúscula. Me perguntei por que motivo estava olhando a bunda da minha amiga com tanto detalhe, o certo é que o dia estava radiante, tinha uma piscina enorme e eu mal podia esperar para vê-la de biquíni. Estava me incomodando um pouco comigo mesma com essa fixação, sou heterossexual e sempre gostei de homens, só uma vez e zoando tinha dado um beijo curto em uma amiga, em uma situação etílica.
Luro nos recebeu, havia outros carros, mais da maioria dos que vi na corrente de e-mail que haviam confirmado presença já tinham chegado. Não tinha passado tanto tempo assim para não reconhecer os presentes, mas alguns estavam francamente muito mudados, aos Poucos minutos depois, chegaram mais dois carros. No total, éramos 15 pessoas: 8 caras e 7 minas — quase metade da turma daquele curso.
Alguns não tinham conseguido vir, outros não quiseram. Dos presentes, uns eram casados, outros solteiros. Pelo que deu pra perceber e pelo papo depois, Sofia e eu éramos as únicas garotas sem namorado.
Sendo sincera e deixando a falsa modéstia de lado, acho que, de todas as mulheres da reunião, as mais bem conservadas éramos Sofia e eu. Os caras, em sua maioria, também estavam bem mantidos.
Formou-se uma roda de mate e salgados, e fomos nos atualizando. Eu via os olhares dos caras fixos em Sofia… ou talvez fosse só minha obsessão falando mais alto.
Um dos rapazes perguntou se a piscina era só de enfeite. Luro se desculpou e disse que podíamos entrar quando quiséssemos.
— Martin, onde posso me trocar? — perguntou Sofia.
— Ah, sim, perdão. Vem que te mostro o quarto que você e Clara podem usar, se quiserem.
Sofia me agarrou pelo braço e o seguimos por aquele jardim enorme. Não aguentei a curiosidade e perguntei:
— Ei, Martin, pra que essa casa tão grande? São só três na sua família.
— É que meu pai faz reuniões de executivos aqui. Ele vem com gente do trabalho, que muitas vezes traz a família — explicou ele.
Por dentro, pensei que provavelmente faziam umas orgias loucas com troca de casais e sorri sozinha.
Seguimos caminhando por uma varanda e entramos na parte principal da casa. Tudo era decorado de um jeito bem minimalista. Imaginei que, se essa casa enorme fosse minha, decoraria tudo bem diferente — mas devia ser difícil preencher espaços tão grandes.
Luro interrompeu meu devaneio arquitetônico:
— Subam por aquela escada. A segunda porta à direita é o quarto de vocês.
Ele deu meia-volta e foi embora. Olhei pra escada — minhas pernas ainda doíam, e eu adoraria que ela fosse automática.
Mesmo assim, me preparei pra encarar a subida. No... Quarto ou quinto degrau, a Sofia, que vinha atrás, me deu um tapa na bunda, bem forte.
— Mexe essa bunda, vai!
Me virei e olhei pra ela.
— Foi mal, tinha que fazer isso. É que você tá mais forte que televisão de asilo!
Soltou uma risada com a comparação, perguntei de onde ela tinha tirado um "elogio" desses. Ela disse que uma vez falaram pra ela na rua, achou muita graça e ficou gravado.
O quarto era médio, confortável o suficiente pra duas pessoas, e tinha um banheiro pequeno, uma cama de casal, um guarda-roupas, duas mesinhas de cabeceira. Além disso, tinha ar-condicionado, uma TV LED de tamanho respeitável, um DVD e, sobre uma cômoda, estavam um notebook e os controles remotos dos aparelhos eletrônicos.
— Onde trabalha o pai desse cara? — perguntei pra Sofia.
— I have no idea (falou assim, em inglês), mas evidentemente é muito foda e tá nadando na grana. — completou.
— Pode crer.
Eu tinha me distraído uns segundos tentando ligar a LED, quando me virei a Sofia já estava de sutiã e calcinha. Me hipnotizou. Ela se agachou sobre a cama pra revirar a bolsa onde tava o biquíni, me oferecendo toda a sua bunda. Inexplicavelmente, senti um formigamento na minha buceta, como se fosse algo elétrico.
— Esse biquíni eu tenho desde o verão passado e nunca usei — ela disse enquanto tirava o sutiã.
Os peitos dela tinham o tamanho perfeito, os mamilos estavam duros, e ela acrescentou, enquanto tirava a calcinha fio-dental, algo sobre como precisava pegar sol urgentemente porque estava branquíssima, e que essa foi a razão principal por que tinha vindo pro encontro. As palavras me chegavam como um eco, como ditas de longe. O espetáculo de vê-la tirando a roupa de baixo, sua buceta depilada exatamente como eu lembrava daquela vez, sua bunda e peitos firmes que depois ela cobriu com aquele biquíni que ficou justinho, era impagável. Definitivamente, naquele ponto, senti que tinha ficado molhada e, quando me dei conta disso, me invadiu uma... uma sensação estranha de culpa e desorientação. Não entendia por que isso estava acontecendo comigo. Milhares de vezes fazendo promoções, eu tinha visto outras garotas se trocarem e sempre tinha sido indiferente pra mim.
— Você não vai colocar o maiô agora? — Ela me perguntou.
— Sim, já quero ir pra piscina, com esse calor que tá! — Menti. A única coisa em que conseguia pensar era na Sofia e na minha buceta. Peguei o biquíni e fui pro banheiro, deu vergonha que a Sofia pudesse perceber que eu tinha molhado a calcinha.
— Ai, que vergonha boba, vai pro banheiro? Olha que eu não saio daqui sem ver seus peitos, temos que pegar sol de topless, deixamos os caras com pau duro haha — Disse rindo de brincadeira, sabendo o quão provocativa estava sendo.
— Nem fodendo, além do mais vou ao banheiro pra fazer xixi — Menti de novo.
— Ok, te espero lá embaixo.
Entrei no banheiro e tirei rápido a calcinha, tinha molhado de verdade. Toquei minha buceta, senti ela toda melada, e me sentei no vaso. Abri os lábios e passei um dedo rápido desde o bumbum por toda minha buceta até o clitóris, fechei os olhos imaginando a Sofia pelada. Recostei pra trás e bati a cabeça na parede, o golpe me tirou do clima, pensei que estava louca, que não podia me masturbar pensando na minha amiga e que era melhor descer rápido. Tirei o sutiã que ainda estava usando e saí pro quarto pelada. Estava na dúvida se colocava o biquíni que tinha na mão ou outro que era menos nude, e aí a Sofia entrou.
— Esqueci o bronzeado... opa, que figura! Haha
— Bom, olha quem fala — retruquei, me cobrindo instintivamente as peitas.
— Sim, mas acho que você tem os melhores peitos, sempre tive inveja deles — Disse convencida, e acrescentou que eu me apressasse.
Decidi pelo biquíni que era um pouco menor, senão a Sofia ia roubar todas as atenções masculinas. Logo em seguida me dei conta de que não podia mentir pra mim mesma, não me importava muito com o olhar dos meus ex-colegas, tive que admitir que eu queria impressionar a Sofi.
Aquele quinta era um dia típico de janeiro nessa parte do hemisfério sul: quente, abafado e ensolarado ao extremo. Desci as escadas e, quando saía para o parque da casa, a Sofia se juntou a mim – ela ainda não tinha saído porque estava esquentando água para o mate. Quando aparecemos, fez-se um silêncio por um segundo, os caras nos olharam, a Sofia me olhou e sorrimos de forma cúmplice. Nos sentíamos duas supermodelos, a loira e a morena (admito que, nesse ponto, nossa faceta mais hedonista tinha aflorado, já que ambas sabíamos que estávamos gostosas naqueles biquínis).
– Ahhh, olha só o que a Clarita e a Sofia estavam escondendo! – exclamou um dos caras.
– É, do que a gente foi privado em todos esses encontros que vocês não vieram! – completou outro.
– Cala a boca, aleijado peniano! – a Sofia respondeu, passando por ele.
Essas frases da Sofia me davam umas boas risadas. Você via aquele rosto refinado, o narizinho levemente arrebitado que, combinado com o olhar azul, dava aquele ar meio adolescente, meio femme fatale, e não imaginava ela falando esses termos tão grosseiros.
– Mas nem dá pra elogiar vocês, né? – argumentou o Luro, com certa razão.
– Tá bom, Luro, obrigada pelos elogios – a Sofia respondeu, de forma brincalhona.
Eu tinha me concentrado em olhar as outras meninas. Elas não diziam uma palavra – quem sabe estavam com um pouco de inveja. Havia duas que não estavam, talvez ainda estivessem se trocando.
– Eu não entendo como vocês duas não têm namorado – disse o Cruz, outro dos caras.
– É que os homens estão muito imbecis ultimamente… – a Sofia se apressou em responder, de um jeito tão convincente que não deixou espaço para réplica.
Alguns caras começaram a chutar uma bola, outros entraram na piscina. Das meninas, três comentavam coisas sobre uma revista de design, outras tomavam mate. Com a Sofia, estávamos num canto da piscina, sentadas na borda com os pés na água.
– Não sei se entro primeiro e depois tomo sol, ou se faço o contrário. - Disse olhando para o céu, fazendo uma careta por causa do sol que batia direto no seu rosto.
- Vamos entrar primeiro porque tá quente, depois tomamos sol - respondi.
- É, tá certo, você tem razão.
Ela se levantou e mergulhou de uma vez, me respingando, e eu pulei atrás dela. A temperatura da água era mais do que agradável. Fazia sentido, tinha recebido a luz do sol há horas. Havia um patinho de borracha enorme e Sofia jogou ele na minha cabeça, me acertando em cheio. Eu revidei com uma bola que boiava perto de mim e começamos a brincar, nos respingando água, puxando o cabelo uma da outra e tentando afundar a outra como duas adolescentes; com certeza estávamos dando um espetáculo lindo para os caras. Em um momento, ela fez mais força do que eu e conseguiu me segurar pela cabeça; na tentativa dela de me afundar e na minha de não deixar, fiquei com o rosto enfiado no meio dos seus peitos por uns 5 ou 6 segundos, nos quais eu me abstraí de tudo. Cinco segundos em que tudo ao redor desapareceu, éramos só ela e eu imersas naquele mar de peitos macios, redondos, com mamilos rosados e duros. Me senti perturbadoramente excitada. Minha cabeça finalmente afundou.
- Ganei, te ganhei, vadiaaa! - Enquanto ela comemorava, vi seus peitos aparecendo e o top do biquíni levantando; no final, ela não tinha saído tão ilesa da batalha recente.
- Seu top desamarrou, Sofia!
- Ah, me cobre, idiota!
- Hahahaha, vira de costas que eu amarro.
Ela virou e levantou o cabelo na altura da nuca. Eu imaginei, não amarrando o top dela, mas sim desamarrando, seus peitos generosos preenchendo toda a extensão que minhas mãos pudessem abranger e beijando suavemente sua nuca. Esses pensamentos lésbicos já não me davam culpa, mas não deixavam de chamar minha atenção, porque, como já disse, mesmo Sofia sendo uma gostosa, eu sou heterossexual e sempre senti atração por homens.
Dois dos caras perceberam, embora não tenham visto nada, e uivaram como lobos.
Saímos da... Fomos para a piscina e nos preparamos para pegar um sol. A alguns metros, Luro junto com outros estavam preparando o churrasco e o cheiro já chegava até nossas narinas.
— Tô morrendo de fome, Clara, só tomei mate.
— Tinha uns doces, por que não comeu?
— Essa silhueta não se mantém sozinha, haha. — Respondeu rindo enquanto passava protetor nos braços e nas tetas. Virou na espreguiçadeira e se deitou de bruços, me oferecendo novamente a generosa vista de sua bunda esculpida.
— Passa protetor nas minhas costas — Ela pediu.
Por um segundo me pareceu entender que ela tinha percebido o que vinha provocando em mim desde a manhã e provocava toda essa provocação de propósito.
— Vai, Clarita! — Ela me apressou.
Peguei o protetor, coloquei um pouco na palma da minha mão e me preparei para esfregá-lo por toda as suas costas, aproveitando cada movimento. Eu teria gostado que ela estivesse de frente, de barriga para cima, assim eu poderia passar nas suas tetas redondas e duras.
— Pronto!
— Pronto o quê? Passa na minha bunda, idiota, nas pernas, ou você quer que minhas nádegas fiquem brancas? Haha.
Ela tinha razão. Naquele momento, acreditei que definitivamente a provocação era de propósito, não podia ser que ela estivesse brincando comigo dessa maneira.
Espalhei o protetor por toda a sua bunda perfeita, me senti privilegiada, sabendo que estava fazendo algo que muitos homens teriam adorado fazer e extasiada ao mesmo tempo.
— Agora deixa eu passar em você — Ela disse enquanto tirava o protetor da minha mão.
— Deita e joga o cabelo para trás.
Ela começou a passar o protetor sem nenhum cuidado em passar as mãos sobre minhas tetas, que ao primeiro contato já tinham ficado duras.
— Agora de costas — Ela ordenou novamente.
Virei e senti com muito prazer como ela apalpava toda a minha bunda. Instintivamente pressionei minha buceta contra a espreguiçadeira, já estava molhada.
— Nesse horário, o melhor é não pegar mais de uma hora de sol porque é o pior — Ela disse, fingindo não perceber o tesão que tinha acabado de me provocar e me deixando paralisada.
Ficamos um tempão tomando sol. Em cima da mesa tinha uma revista Cosmopolitan que uma das meninas tinha trazido, a Sofia se esticou e pegou pra folhear.
- É por esse tipo de revista que os homens acham que todas as mulheres são umas otárias – falou convicta, como quem expõe uma verdade universal.
- É, haha, as matérias são um cu de rir.
- Olha essa: “Autoprazer, o que fazer quando você está sozinha”… “Autoprazer” – repetiu indignada.
- E o que iam botar na capa de uma revista idiota, “bater uma”?
- Pois é haha, eu não dou “autoprazer”, eu me masturbo, e como!
De novo aquele formigamento percorrendo da espinha dorsal até minha buceta.
- É? Você se masturba muito? – perguntei, sinceramente intrigada.
- Óbvio, vai me dizer que você não? Quem não faz?
- É… sei lá… melhor é transar haha.
- Ah, você é uma cientista, quem te ensinou isso? Sério? Haha, óbvio, otária, que é melhor, mas quando os caras estão muito otários… melhor eu mesma me tocar.
É verdade que ultimamente os caras que eu vinha conhecendo, salvo algumas exceções, eram cada um mais otário que o outro. Dito isso, ela se levantou pra buscar algo pra beber e se ofereceu pra me trazer também, pedi uma Coca Light. Cinco minutos depois ela apareceu com os copos, e enquanto deixava o meu em cima da mesa perguntou de novo:
- Tô curiosa sobre as punhetas, qual é o seu jeito preferido?
A pergunta me pegou desprevenida.
- Sei lá, gosto de me tocar, né…
- Ai, Clari, que falta de imaginação!
- Não discuto…
- Eu adoro começar de bruços com a calcinha vestida, esfregando na cama. Quando já tô molhada, gosto primeiro de esticá-la e enfiar um pouquinho na buceta e depois puxar e me tocar suave, passar pelos lábios, separar devagar e dar leves batidinhas no clitóris. Com certeza nessa hora já tiro a calcinha pra me mexer melhor. Posso gozar em 5 minutos assim, é incrível… o que eu não sou muito expert é em enfiar dedos ou coisas, só de esfregar ela. Ela descreveu tudo com tanta precisão que me deixou literalmente encharcada até o cu, já queria me masturbar na frente dela e que ela me visse, não aguentava mais. Um relato daqueles não me deixou alternativa a não ser ser sincera: -Eu também me masturbo de bruços e começo me tocando por cima do fio dental, mas adoro puxar ele um pouco pra baixo e ficar meio desconfortável, sentir que ele aperta a circulação das pernas. -Ah filha da puta, você deve gostar de ser fodida amarrada, já fez isso alguma vez? -Sim, é o máximo! -Viu? Uma das últimas vezes que transei foi com um cara meio bobo, mas uma amiga tinha me passado a dica que ele tinha uma pica divina. Sabe que tão bobo ele não era, o cara me colocou de bruços e amarrou meus pulsos na cabeceira da cama com um cadarço de tênis! Que nojo, mas na hora não me importei com nada. Ele me comeu tão forte que cada vez que as bolas batiam na minha use the word: buceta eu pensei que ia sair algo pela minha boca… ainda por cima ele puxava meu cabelo, me dava uns tapas na bunda… aí eu percebi que adoro essa pegada hardcore, pena que depois ele não apareceu mais… -- Sentenciou sinceramente aflita, com um tom de nostalgia. Eu estava extasiada, era muito fácil imaginar tudo aquilo que ela contou, sentia que a calcinha do meu maiô estava inundada. -Faz muito tempo que você deu a última vez? Perguntou -Não, não tanto, um cara que conheci num evento faz uns 10 ou 12 dias -E, foi bom? Não me faça arrancar as palavras de você Clara! -Sim, foi bom!! -Você chupou a pica dele? -Óbvio -Uma chupada boa, ou você botou a mesma vontade que está botando no relato agora? -Si vadia, sisis!! Sim, toda, desde as bolas até a cabeça, esfreguei bem a pica na minha cara, cuspi nela, pedi pra ele me dar uns pirocadas, masturbei ele com os peitos… assim você gosta?? -Finalmente, tinha sangue Clarita, olha só! Hahaha, Bonito detalhe esse de masturbar ele com os peitos (disse isso enquanto agarrava os dela) E me conta, você engoliu tudo? -Tudooo, siiim (olhando para ela) fixo), não deixe nem uma gota e depois limpe com a língua… feliz?? Eu estava falando como uma ninfeta descontrolada, nem eu me reconhecia. Sofia soltou uma gargalhada —Hahaha sim, feliz, mas parece que você está ainda mais, nojenta! Hahá! Essa conversa me deixou com um tesão da porra. Diferente dela, eu era de meter os dedos e era exatamente isso que eu queria fazer naquele momento. Peguei a revista para ler algum artigo idiota que baixasse a excitação que eu estava sentindo. O dia transcorreu normalmente, com a ajuda do clima que estava se comportando maravilhosamente conforme o que exigia um dia de verão. Churrasco, piscina, mate, mais piscina, vôlei, risadas e conversas sem importância. Relax total, era pra isso que a gente tinha vindo afinal. O entardecer avançava e lentamente, mas progressivamente, ia escurecendo. Os olhares entre Sofia e eu ganhavam cada vez mais cumplicidade, ou talvez fosse minha imaginação. A noite estava prestes a cair. Aquele dia inteiro não tinha sido nem mais nem menos que o prólogo de uma noite que nem Sofia nem eu imaginávamos que seria tão maravilhosamente incrível como acabou sendo apenas algumas horas mais tarde... Estava chegando a hora do jantar e Sofia me pediu ajuda para fazer uma salada, fomos até a cozinha, que era enorme, como tudo naquela casa na qual, e sem ânimo de exagerar, se você não prestasse atenção, se perdia. —Vai precisar de uma tigela, vai perguntar pro Martín onde tem? Até eu encontrar entre todos esses armários pode virar meia-noite. De quebra, traz minhas havaianas — Sofia me pediu Acedi de má vontade. Quando cheguei na sala, me deparei com Luro, alguns dos outros jovens e dois caras que estavam carregando uma TV Sony enorme enquanto um terceiro dava instruções. Nunca tinha visto nada parecido, era três vezes maior que qualquer televisor que eu já tinha visto. A galera estava superanimada, um dos caras, o que dava ordens aos outros dois, estava absurdamente gostoso, tinha uns cabelos grisalhos quase imperceptíveis, vestia uma regata que cobria seu torso, que dava pra ver que era malhado, uma bermuda jeans e um par de havaianas. Não sei quem é esse cara – pensei – mas ele é muito comível. Eu vinha de um dia em que tinha ficado com tesão a maior parte do tempo e imediatamente imaginei ele enfiando o pau na minha boca. Acabou sendo o pai do Martín. O filho claramente não tinha herdado nem um quarto da presença do pai, coitado. Quem sabe era adotado.
-Imagina, filho, a Copa do Mundo ano que vem nessa tela gigante – Disse o pai do Luro.
Todos comentaram que esperavam ser convidados quando chegasse a data. Aí eu entendi quem ele era. De repente, Martín interrompeu:
-Ah, velho, essa é a Clara, uma das minas que você ainda não conheceu.
O cara me encarou de um jeito que me despiu com o olhar. Havia algo intimidador naquele homem. Um cara que ostentava porte e prestância vestindo bermuda e havaianas só podia emanar poder.
-Que tal, Clara? Sou o Alex, pai do Martín, prazer – cumprimentou de forma intencionalmente sedutora.
-Oi, eu sou a Clara, muito prazer. – Me aproximei e fiquei na ponta dos pés pra alcançar a bochecha dele. Se o cara estivesse cheirando a suor eu teria um motivo, a temperatura do dia justificaria, mas em vez disso ele cheirava divinamente bem.
Martín, fiel ao costume, interrompeu de novo, dessa vez o microclima que tinha se criado entre o pai dele e eu:
-E aquela que vem aí é a Sofia.
Alex e eu viramos o olhar pro corredor. Sofia vinha andando com aquele andar frágil e leve típico de modelo na passarela.
-O famoso Alex! – Disse Sofia num tom desbocado. O pai do Martín fez cara de surpreso.
-Se sou famoso não fiquei sabendo, mas se pelo menos a senhorita me conhecesse (referindo-se à Sofia) já ficaria feliz – respondeu ele.
"Uooou!" – exclamaram todos na sala, de brincadeira. Já pra mim, parecia que aqueles dois estavam falando bem sério. Sofia deu uma risada simpática.
-Sofia, encantada de conhecê-lo
- Quem está encantado sou eu, além disso não sabia que meu filho tinha amigas tão gostosas – Disse Alex enquanto me incluía com o olhar
- Parabéns pela casa que você tem, é linda – Acrescentei eu, fazendo Sofia participar do "parabéns".
- Sim, a única coisa que faltava numa casa como essa era uma TV daquelas, é como ter um cinema próprio! – Exclamou Sofia.
- Hahaha, é verdade, mas te conto que como trabalho na Sony consegui a TV um pouco mais barata
Isso explicava porque quase todos os aparelhos eletrônicos da casa eram da Sony
- Você trabalha na Sony ou é o dono da Sony? Porque pra ter essa casa... – Interrompeu Sofia atrevidamente enquanto abrangia toda a sala com o olhar
- Hahaha, não Sofia, quem me dera, levamos uns bons anos para construir esta casa – Disse Alex em tom divertido
- Incrível, a mim me levaria a vida toda para comprar só aquela TV – Respondeu Sofia rindo
Todos riram. Alex disse que tinha vindo deixar a televisão porque sabia que o filho estava com os amigos e queria que a testássemos, mas que já estava indo embora. Um amor. Deu ordem aos dois ajudantes que estavam com ele para esperarem lá fora e se despediu de todos um por um.
Quando se despediu de mim não sei se de propósito ou sem intenção, mas me deu um beijo quase no canto dos lábios, me deixou dura. Por último se despediu de Sofia. Antes de sair virou, tirou a carteira do bolso e deu um cartão a Sofia
- Ah! Se alguma vez quiser comprar uma TV como essa, me liga, posso te dar um desconto de 100 ou 200 pesos – Disse ele rindo
- Vou lembrar disso – Disse Sofia, zombeteira.
Perguntamos ao Luro a localização de alguns utensílios e voltamos para a cozinha para continuar com as saladas. As outras garotas tinham ido comprar bebida e o resto ficou mexendo na televisão enorme
De volta na cozinha o comentário de Sofia não demorou
- Você viu aquela coisa? – Me perguntou exaltada.
- Sim, enorme aquela televisão, não imaginei que existisse uma daquele tamanho.
- Quem tá falando da TV, doente? Tô falando do pai do Martin, o velho tá gostoso pra caralho!
- Ahh haha, sim, nessa eu tenho que te dar razão. Mas velho… duvido que ele tenha mais de 45 anos…
- É. Sei lá, de qualquer forma, a verdade é que ele tá bem pegável, será que ele trai a mulher?
- Não sei, Sofi, mas vamos deixar o assunto por aqui porque eu já te conheço…
- Hahaha! — Sofia deu uma risada malandra, sabia que eu tinha razão. Se ela gostava de um cara, no máximo levava dois dias pra tê-lo em cima (ou embaixo).
De repente, veio de longe um som ensurdecedor, música, parecia eletrônica num volume extremamente alto, vinha da sala. Fomos até lá. Tinham conectado uns woofers. As meninas estavam chegando com caixas de álcool que foram comprar e deixaram em cima da mesa — dava pra ver todo tipo de garrafa. Tudo estava meio escuro porque estavam trocando as lâmpadas por outras coloridas. No fundo, estava passando o canal Fox Sports na TV gigante, com um close de uma gatinha que sempre achei muito linda, Alina Moine.
Cruz estava em cima de uma escada trocando lâmpadas brancas por vermelhas, quando Martina, uma das meninas, chamou ele pra ajudar a abrir uma garrafa de vinho.
- Sofia, pode terminar com essas lâmpadas? — Cruz perguntou pra Sofia.
- Sim, pode deixar!
Dava pra ver no rosto de Sofia que ela adorava toda aquela parafernália que estavam montando.
- Vem, segura a escada pra mim, Clari — Sofia me pediu.
- Ok.
Ela subiu na escada. Era totalmente desnecessário eu segurar de baixo, mas acho que ela gostava de enfiar a bunda na minha cara. Em cima, ela estava com uma camiseta, mas embaixo continuava só de biquíni, então aquele bumbum redondo em todo seu esplendor dominou meu olhar. Senti meus peitos endurecerem. O ambiente estava meio escuro, mas mesmo assim dava pra ver de baixo como aquele fio dental minúsculo do biquíni se enfiava no cu dela. Tive impulsos de puxar a calcinha dela igual naquela vez… Cada vez que ela pedia ajuda para ir ao banheiro e eu lambia ela todinha, assim, naquela posição. Sem perceber, eu estava me tocando a buceta por cima do short. Um clarão de luz vermelha bateu no meu rosto.
- Pronto, essa vermelha já está, agora vai a azul.
- Sofia, a escada não vai cair, sobe tranquila que eu vou fazer xixi.
Não aguentava mais, só queria me tocar. Subi para o banheiro do quarto. Fechei a porta e tirei o short o mais rápido que pude. Baixei a tampa do vaso, sentei e abri as pernas. Comecei a tocar minha buceta devagarinho por cima da calcinha. Sentia ela toda molhada, definitivamente depois disso eu ia ter que trocar. Lembrei do que a Sofia tinha me contado, que ela gostava de enfiar no meio dos lábios. Experimentei, estiquei até que ficou toda incrustada na minha fenda, metendo e tirando, o êxtase era indescritível. Tinha muita vontade de fazer xixi mesmo e o fato de segurar me dava ainda mais prazer. O ar começou a ser invadido pelo meu próprio cheiro de mulher e isso me esquentou mais. Puxei a calcinha de lado e acariciei a buceta separando os lábios, estava molhadíssima, lambi a mão e me senti super safada. Com a mão esquerda levantei o sutiã e comecei a apertar devagar os mamilos, aqueles beliscões autoinfligidos eram uma delícia. Na minha cabeça desfilavam todas as imagens excitantes do dia, como fotos, uma atrás da outra: Sofia andando e seu fio-dental transparentando, Sofia se despindo para colocar o biquíni, Sofia apalpando minha bunda e meus peitos para passar protetor solar e eu apalpando os dela, o tapa que ela me deu subindo a escada, Sofia me contando como ela se masturbava. Já estava recostada no vaso apoiada na parede, faltava ar, era a masturbação mais intensa que eu tinha feito em anos, sem dúvida. Tirei a calcinha de uma perna só de tão apressada que estava e deixei meus dedos deslizarem para dentro, primeiro devagar, depois foi metendo e arrancá-los furiosamente. Levei os dedos à boca, saboreando meu próprio sabor de buceta, já não me importava com nada porque estava prestes a ter um dos orgasmos mais espetaculares da minha vida. Voltei a me tocar e, aproveitando a lubrificação dos meus dedos, enfiei um na bunda. O formigão vinha cada vez mais forte, sentia minha vagina latejando inchada, deitei-me ainda mais, quase no chão, para dar lugar à descarga elétrica final que era iminente, e de repente ouço a porta do quarto se abrir. Dei um pulo e subi a calcinha o mais rápido que pude, até a coloquei ao contrário. Enquanto vestia o shorts, ouvi Sofia:
— Ei, faz mais de 20 minutos que você está no banheiro, vai mijar tanto assim?
— Não, não, comecei a mandar umas mensagens e me distraí. — Menti enquanto abria a porta.
— Aposto que foi para aquele cara que você punhetou com os peitos. — Ela respondeu e, enquanto falava, foi tirando a camiseta que estava usando, e acrescentou:
— Lá embaixo já estão sentados para comer, compraram sushi, tem as saladas que fizemos e churrasco que sobrou do almoço. Por que não tomamos banho juntas assim a gente demora menos?
Fiquei em silêncio, pensando na masturbação que tinha acabado de fazer e que não pude terminar. Evidentemente demorei demais para responder. Sofia completou:
— Bom, se te incomoda, não, mas sai daí para eu tomar banho primeiro.
Obviamente não ia deixar passar essa oportunidade de ver a água escorrer por todo o corpo nu da Sofia, sua bunda redonda, seus peitos duros e o que mais eu gostava, sua buceta toda depilada.
— Não, doida, como vou ter problema?
— Ok, vou buscar duas toalhas.
No momento em que ela foi, aproveitei para me despir rápido, enrolei com cuidado a calcinha dentro do shorts, não queria que ela visse o tanto que eu tinha encharcado. Abri o chuveiro e fiquei nua vendo a água cair. Sofia entrou com duas toalhas e me deu uma. Entramos no chuveiro. Sofia tirou o fio dental do biquíni e o... Pendurei na torneira, agora estávamos as duas peladas, talvez pra ela fosse uma situação normal, mas pra mim era extremamente erótico.
Nos banhamos rápido. Me excitava observá-la de um jeito inimaginável. Quando ela levantava os braços pra lavar a cabeça, os peitos subiam ainda mais. Tudo era sensual, ou pelo menos era assim que eu via naquele momento. O jeito que ela ensaboava os peitos, esfregava a buceta e o cu, depois quando se vestiu, vê-la colocando o sutiã, a calcinha fio-dental, como ela ia enfiando na bunda enquanto terminava de subir, eu sentia que não aguentava mais aquela situação, queria dizer sério que fazia tempo que ninguém me excitava do jeito que ela tava me excitando. Se pelo menos eu tivesse um grama de certeza de que ela tava me provocando de propósito, eu teria feito, mas a Sofia era uma daquelas mulheres que emanava sensualidade desde que acordava até a hora de dormir, mesmo sem querer, então com ela nunca se sabia.
Descemos e me surpreendi ver que, embora alguns já estivessem comendo, faltava mais da metade da galera. Me perguntei se a Sofia não teria me apressado de propósito pra tomar banho comigo, mas logo descartei a ideia, era difícil que ela me visse do jeito que eu via ela.
Nos sentamos à mesa, depois foi chegando o resto, todo mundo banhado. O jantar foi divertido, muita comida, muita bebida, surgiram assuntos interessantes como futebol, política e religião, e conforme o consumo de álcool aumentava, a qualidade dos argumentos em cada tópico diminuía proporcionalmente. Era só risada, no final pedimos sorvete.
Senti que ia explodir e me recostei no encosto de uma poltrona, mas não deu tempo pra digestão, a maioria se levantou e foi pra sala, onde tinham montado aquela pseudo-balada com luzes coloridas, balões, música ensurdecedora, álcool, e aquela tela híbrida Sony entre TV e cinema que continuava no mudo no canal Fox Sports.
A noite Fui indo mais fundo, já devia ser umas duas e meia da manhã ou até mais. A música misturada com os drinks que iam sendo preparados era um convite pra soltar a imaginação. Ia adorar morar naquela casa. Um casal deitado num puff tava bolando um baseado. Depois de um tempo, Tobias, outro dos caras, passou do meu lado e me ofereceu ecstasy ou algo parecido. Tenho que admitir que outras vezes já tinha experimentado esse tipo de droga, mas baseado, nem pensar, não curto nada. Naquela noite, com o álcool que já tinha no corpo, nem precisava mais, a Sofia já era estímulo suficiente e eu não queria perder nada, mesmo que com o que já tinha tomado já estivesse ficando difícil. Minha amiga loira não era exceção, ela também tava super alegre. Não sou muito fã de música eletrônica, mas aquele ritmo empurrava a gente a se mexer meio que no automático, até involuntariamente. Num momento que fui pegar um drink, perdi a Sofia de vista. Com o copo na mão, fazendo equilíbrio pra não derrubar nada, procurei ela com o olhar. Ela tava em cima de uma poltrona que ficava meio escondida atrás de uma coluna, dançando no ritmo dela, como num tipo de transe, se mexendo do jeito mais sensual possível, provavelmente sem nem perceber. Cheguei perto e estendi o copo pra ela. Com um sorriso, ela recusou e me convidou pra subir, estendendo a mão. Deixei o copo no chão e subi junto com ela. Ela sorriu sem dizer nada, só ria e me olhava. Os peitos dela balançavam no compasso, de um jeito hipnótico. Ela me abraçou e sussurrou no meu ouvido pra gente dançar. Eu também abracei ela e entrei no ritmo.
—Pra você tá tudo girando também? — ela me perguntou.
—Sim, haha, pra falar a verdade, tá.
—É, haha, acho que sim, bebi demais... — disse com um tom de voz safado.
Abraçado com a Sofia, do ângulo em que eu estava, dava pra ver aquele telão de novo. De novo a Alina Moine, na verdade devia ser a reprise do programa que eu tinha visto horas antes. Aí o Luro chegou perto da TV e começou a tocar nele de De lado e por trás, achei que ela queria mudar de canal e fiquei chateada. Virei e me concentrei na Sofia, ela me encarou de novo e sorriu. Na posição em que estávamos, sua buceta tinha ficado diretamente sobre a minha perna. Ela fazia um movimento constante de subir e descer e, embora no início eu não quisesse acreditar, de repente percebi que ela estava esfregando a vagina dela contra a minha perna de propósito. Me deu um arrepio. Busquei o olhar dela com o meu, Sofia tinha um sorriso desenhado no rosto. De repente, do nada ela soltou uma exigência que me deixou dura:
— Me dá um beijo, Clara.
Quis acreditar que ela tinha dito qualquer outra coisa, embora soubesse que tinha ouvido bem.
— O que você disse, Sofia?
— Que quero que você me dê um beijo — respondeu.
— Você tá louca? Se sente bem?
Ela se aproximou do meu ouvido e com muita convicção exclamou:
— Se você não me der, eu te dou.
Olhei firme para ela. Não me deu tempo para pensar e de repente Sofia estava me devorando a boca. Toda a situação me tinha pego de surpresa, mas era o que eu tinha querido desde a manhã. Relaxei e me entreguei, estávamos no nosso mundo e não importava se alguém podia estar nos vendo. A língua dela brincava com a minha, eram beijos molhados, ela mordia minha língua, meus lábios, eu lambia os dentes dela, a situação tinha ficado selvagem. Senti minha calcinha de novo encharcada, minha buceta estava fervendo. Sofia meteu uma mão por baixo, não só da minha camiseta, mas do meu sutiã, levantando-o e amassou um dos meus peitos, com uma violência que me deixou delirante. De repente ela desgrudou a boca da minha:
— Tô tonta, vamos lá pra cima, please — me disse olhando nos meus olhos.
Fiquei absorta, sabia que lá em cima podia acontecer qualquer coisa…
Sofia me pegou pela mão. Eu estava plenamente consciente apesar de tudo que tinha bebido, mas tudo parecia muito estranho, como se eu não estivesse ali. A situação era surreal.
Passamos ao lado da televisão enorme e Alina Moine já não estava, tinham colocado um pornô. Bizarro.
Tinha uma gatinha deitada e outra que sentava na cara dela, adorei. De novo aquele choque elétrico na minha buceta, em outro momento teria ficado assistindo o filme.
Sofia apertava minha mão com firmeza e caminhava dando uns tropeços, abrindo caminho pela fumaça densa que viciava o ambiente. Chegamos ao pé da escada, Sofia se virou, me olhou e sorriu, tinha o rímel todo borrado, mesmo assim ficava sexy. Soltou minha mão para segurar com as duas na grade, eu estava tonta e me sentia pesada, mas conseguia subir bem. Enquanto ela subia eu podia ver de baixo seu bumbum fabuloso, por baixo da saia apareciam aqueles glúteos duros e contornados, de uma redondeza absoluta, dava vontade de morder. Abrimos a porta do quarto. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo. Sabia que naquele momento era a inveja de todos os homens do mundo. Não podia existir um único macho no universo que não quisesse possuí-la.
Fechei a porta, Sofia se apoiou contra a parede e começou a rir às gargalhadas. Uma risada contagiante, nunca a tinha ouvido rir assim.
Começou a dizer algumas incongruências misturadas com risos, ficamos assim uns minutos, eu ria contagiada por suas gargalhadas. Em um momento fez-se silêncio, Sofia suspirou fundo
— Claraaaaa, estou louca... estamos loucas hahahaha. — De novo começou a rir sem parar.
Sofia estava meio bêbada. Tinha que fazê-la reagir porque estava muito chapada, mas me veio a dúvida, talvez plenamente consciente o clima se dissipasse. Decidi que não importava, muitos indícios durante o dia me indicavam que o histeriqueiro era mútuo, agora estava convencida.
— Vamos tomar um banho, Sofi, o que acha?
— Simmmm, quero quero quero! — Começou a comemorar, falando ritmicamente
— Sim, eu também quero, fique assim como está que eu te tiro a roupa, você não se mexe, fique apoiada assim mesmo. Fomos ao banheiro, ela ficou se segurando na parede enquanto eu abria o chuveiro. Pensei que a água fria ia acordá-la melhor, mas pela temperatura saiu morna.
Me virei para a Sofia, levantei os braços dela e tirei a regata, ela continuava balbuciando idiotices, misturadas com outras coisas que escapavam do seu inconsciente relaxado, como que eu era uma delícia e outras coisas parecidas que me fascinavam.
Ela tinha um sutiã super delicado que apertava seus peitos macios e volumosos. Passei os braços por trás das costas dela para desabotoá-lo e meu rosto ficou colado no dela.
A Sofia obviamente lembrou porque havíamos subido, porque me beijou de novo, sua língua procurando a minha desesperadamente. Terminei de tirar o sutiã e seus peitos ficaram livres finalmente. Me afastei do corpo dela para poder contemplá-los melhor, não tinha mais volta. Seus mamilos estavam duros como os meus. Era uma delícia apertá-los, apalpar toda a superfície dos peitos dela enquanto ouvia seus gemidos abafados. Tirei minha camiseta e o sutiã também, queria apertar meus peitos contra os dela. O atrito dos mamilos dela com os meus foi maravilhoso, fechei os olhos e a beijei de novo.
Desci pelo pescoço dela, ela estava entregue. Finalmente ia poder ter esses peitos na boca. Afastei o cabelo e me inclinei, me dediquei ao peito esquerdo enquanto massageava o direito, era tão bom fazer isso quanto quando faziam em mim. Depois me dediquei ao direito. Chupei com devoção esses peitos, mordi, babeei, lambi. A Sofia não parava de gemer. Continuei descendo pelo abdômen dela até o umbigo. Tirei a saia. A Sofia estava extremamente excitante seminuazinha, só usando sua calcinha minúscula azul. Pensei que pela segunda vez em um banheiro eu tinha que baixá-la. Abri bem os olhos, não queria perder nada desse espetáculo. Peguei seu fio-dental pelas tirinhas laterais e baixei devagarinho, saboreando o momento. Sua buceta... buceta completamente depilada à mostra, com seus lábios bem fechados. Sua calcinha estava encharcada, desci ela um pouco mais, um fio grosso de lubrificação entre sua buceta e o tecido da sua roupa íntima era o vestígio do grau de excitação que ela tinha alcançado ao esfregar minutos antes contra minha perna. Terminei de descer a calcinha, ela deu um chute no ar para terminar de tirar. Fiquei alguns segundos embasbacada olhando sua vagina, era linda e delicada, como toda ela.
Tirei meu short e a calcinha também, igual a ela, estava encharcada. Entramos no chuveiro. Sofia começou a acariciar meus peitos. Nenhuma de nós proferia palavra, apenas gemidos. Era maravilhoso sentir ela amassando meus peitos, voltamos a nos beijar durante o banho enquanto massageávamos as bundas uma da outra, eu sentia fogo na buceta.
Nos olhávamos e sorríamos. De repente Sofia falou num tom um pouco mais claro, evidentemente a água e o tesão a tinham despertado um pouco.
— Estamos malucas Clara, mas eu amo isso, amo você...
— Sim, pode ser que estejamos, mas nunca ninguém me esquentou como você
— Mesmo assim é uma loucura.
Começamos a rir as duas às gargalhadas de novo. Nos sentíamos felizes de prazer.
— Nunca estive com outra gatinha, isso é incrível. — Disse Sofia
— Eu também não, mas amo que isso esteja acontecendo com você
Sofia me empurrou suavemente contra a parede e beijou meu pescoço. Tal como tinha acontecido há pouco, começou a esfregar sua vagina em mim de novo. Sentir o atrito direto de sua buceta quente contra a pele da minha perna era puro êxtase. Beijou meus peitos delicadamente, nunca tive os mamilos tão duros, pedi que ela os mordesse e ela atendeu meu pedido imediatamente, suas mordidas tinham a pressão certa, me provocavam uma dor que automaticamente virava prazer.
— Você gosta, né gata? — Perguntou desafiante
— Adoro, adoro tudo que você me faz
Tirei ela de cima de mim e a apoiei contra a parede. contra a parede, com um tom de violência, involuntário, mas provavelmente causado pelo tesão do momento
- Agora vou cuidar da sua buceta – disse com um sorriso
- Faz o que quiser comigo.
Enquanto apalpava e beliscava seus peitos ao mesmo tempo que a beijava, levei minha mão até sua vagina, acariciando suave, bem suave, sentindo na ponta dos meus dedos os lábios carnudos de sua buceta que pulsava de prazer como a minha. Com meus dedos percorri desde o buraquinho apertado de sua bunda até seu clitóris, por todo o caminho, esfregando e fazendo pressão. Sofia empinava a púbis para fora, querendo que naquela sobe e desce dos meus dedos, alguns a penetrassem diretamente, sua respiração vinha entrecortada, soltava gemidos abafados, enquanto me agarrava pelos cabelos na nuca e me puxava para sua boca para nos fundirmos naqueles beijos molhados intermináveis.
Descendo por um caminho de beijos desde sua boca, passando por seus peitos e abdômen, cheguei até sua púbis.
Afundei-me em sua entreperna e a primeira coisa que fiz foi cheirar sua buceta. Nunca tinha tido uma tão perto da minha boca. Ela levantou sozinha uma perna na borda da parede do chuveiro e com os dedos abriu os lábios da vagina. No início foi uma sensação estranha, como tudo que estava acontecendo naquele momento, que acontecia pela primeira vez, eram as sensações do desconhecido que geravam aquela adrenalina única.
Quando finalmente lambi sua buceta, pensei que era tão lindo quanto chupar um pau. O sabor da dela era sublime, salgado, e eu engolia com devoção todos seus sucos lubrificantes como se fosse sêmen. Chupei-a de todas as maneiras que pude, dei beijinhos, lambi desde os lábios até a bunda, enfiei a língua na buceta e chupei até minha mandíbula adormecer.
Depois me levantei e a beijei na boca, queria que ela sentisse na minha boca o gosto de sua própria xota. Ela me pediu para comê-la. -Me come, Clara
-Quer que eu te coma com os dedos? Pede por favor
-Por favor, Clara, me come com os dedos
Tive pena dela e enfiei dois dedos na sua buceta, foi uma sensação única, apalpar seu interior úmido, escorregadio e quente.
Sofia soltou um grito de prazer
-Me come, Clara. Me come com os dedos – Pedia desesperada
-Sim, toda viciada, quero sentir como você goza na minha mão, e depois você vai me comer – Respondi. Também estava possuída pela luxúria
Sofia subia e descia sozinha nos meus dedos, cada vez mais forte, gritava, xingava, me xingava, isso me deixava a mil, eu devolvia os xingamentos
-Filha da puta, nunca me comeram assim, você vai me matar
-Você que é mais filha da puta, adoro te fazer isso, quero ficar a noite toda assim
Em um momento Sofia diminuiu um pouco a intensidade daquele ritmo frenético de sobe e desce nos meus dedos
-Espera, Clara, não aguento, vou gozar – Disse agitada.
Eu não ligava pra nada, só queria continuar punhetando ela até sentir o orgasmo na minha mão, era a coisa mais excitante que já tinha feito. Continuei comendo ela ainda mais intensamente com os dedos, enfiei um terceiro
-Para, filha da puta, não me come mais assim – Me implorava quase soluçando de prazer
-Não importa, quero que você goze primeiro, puta, quero sentir seu orgasmo na minha mão
-Não aguento, Clara!! – disse em tom de súplica
Em um movimento brusco arqueou as costas e começou a se contorcer.
-Clara, agora vou gozar!! –Disse com a voz embargada
-Então goza, porque não vou parar de te punhetar
-To gozando, Clara, to gozando!
A safada estava gozando na minha mão. Eu voava naquele universo de luxúria, de cheiro de sexo.
Sofia estremeceu, tinha uma expressão de espanto no rosto, me olhava de boca aberta enquanto gemia longamente, achei por um segundo que ia chorar.
Se deixou cair contra a parede do chuveiro enquanto respirava ofegantíssima e me olhava ao mesmo tempo que ia escorregando pro chão. A banheira. Ela não tirava os olhos de mim, a expressão de espanto no rosto dela não desaparecia. Eu estava fascinada, com a buceta a ponto de explotar. Ela tinha ficado completamente no chão e eu a olhava de pé, lá de cima.
Passaram-se um ou dois minutos em que ficamos em silêncio.
Nos olhamos e rimos novamente. Clara quebrou o silêncio.
— Agora vou te comer — ajoelhou-se e me virou, fiquei olhando para a parede do box. Ela começou a chupar minha bunda de um jeito delicioso, sua língua brincava no meu cuzinho e com a ponta fazia pressão no meu ânus.
— Se masturba — disse em tom de ordem.
Não precisou repetir, comecei a me masturbar furiosamente enquanto ela chupava minha bunda freneticamente, lambia, separava minhas nádegas e cuspia. Minhas tetas estavam apoiadas contra o mármol frio da parede, o que deixou meus mamilos ainda mais duros.
— Que bunda gostosa você tem, vai deixar eu comer sua buceta agora?
— Sim, come agora — respondi, descontrolada.
— Coloca a bunda mais pra fora — ela pediu.
Inclinei-me para trás o máximo que pude. Quando senti sua língua contra minha buceta, achei que ia desmaiar. Ela brincava com meus lábios, os abria e, com muita maestria, começou a me comer com a língua, metendo e tirando. Enfiou um dedo na minha bunda enquanto não parava de chupar. Estava me comendo o cu com o dedo e eu delirando. De repente, senti um incômodo — a filha da puta estava tentando meter outro dedo na minha bunda. Como a estreiteza do meu buraquinho virgem não permitia, Sofia molhou um dedo na minha vagina, lambuzando-o com meu próprio lubrificante. Dessa vez, o dedo entrou quase sem dificuldade. Ela me comeu um tempo assim pelo cu enquanto continuava chupando minha vagina, me fazia delirar quando enfiava a língua e eu a sentia se mover dentro de mim.
— Agora quero que você goze como fez comigo — ela disse.
Levantou-se e agarrou meu cabelo. Mordia meus lóbulos das orelhas e O pescoço. Ela me fez empinar a bunda e começou a me masturbar por trás, enfiando e tirando os dedos com uma velocidade incrível. Eu tinha chegado a um nível de clímax inimaginável.
Sofia começou a intercalar a punheta com uns tapas bem fortes na bunda.
Ela me masturbava e batia na minha bunda, voltava a me masturbar e batia de novo na bunda.
Isso foi o que definitivamente me empurrou para o delírio total. Os tapas doíam, mas automaticamente se transformavam numa onda de prazer.
- Não aguento mais, Sofi, me masturba mais rápido, me come mais!!
- Vou te comer sempre, vou ser sua putinha e você vai ser a minha!
Ela me deu outro tapa sonoro e, quando enfiou os dedos de novo, eu gozei. Gozei como nunca tinha gozado antes. Gritei de alívio, foi um grito estridente, de alívio, de êxtase.
Naquele orgasmo estavam contidas todas as emoções do dia: a masturbação interrompida que eu tinha feito à tarde e toda a tesão acumulada desde o momento em que eu tinha visto a Sofia depois de anos.
Fiquei exausta, encostada na parede, respirando com dificuldade.
Sofia me abraçou por trás enquanto me dizia coisas lindas, como que nunca tinha sentido tanto prazer e que não imaginava que transar com outra gostosa pudesse ser tão bom.
As duas estávamos exaustas e embriagadas de luxúria.
Saímos da água e nos deitamos assim, molhadas como estávamos, abraçadas uma na outra enquanto nos beijávamos e acariciávamos.
Não conseguia precisar qual das duas adormeceu primeiro. O que posso precisar é que no outro dia, quando abri os olhos, eram 12h30 da tarde e Sofia já estava acordada, com o celular na mão. Quando viu que eu acordei, se inclinou e me deu o beijo mais doce do mundo na boca.
- São 12h30, Sofia, será que já almoçaram?
- Acho que não, senão teriam nos avisado – respondeu.
- Tudo bem? Aposto que tá naquele joguinho de merda no celular... não para...
- Hahaha, nada a ver, boba. Sabe com quem eu tô falando? - Não
- Com o pai do Martín, Alex!
Olhei para ela surpresa enquanto esfregava os olhos
- Sofia, pra que caralhos você quer uma televisão tão grande? Deve custar uma fortuna ainda!
- Hahaha, quando você fala essas coisas, Clarita, faz eu te amar ainda mais
- Olha – Disse enquanto me estendia o telefone
Quando olhei a tela e li, senti que ia desmaiar: “OI ALEX, AQUI É A SOFIA E A CLARA TE INFORMANDO QUE ESTA MESMA NOITE VAMOS TE COMER AS DUAS JUNTAS. ME LIGA, BEIJOS”
Comentarios Destacados
72 comentários - Clara e Sofia, primeira vez juntas (Relato erótico real)
te felicito por esa experiencia con tu compañerita ejejej besos y dejo puntines....!!!!
Ademas me estoy haciendo la paja con el.
Me encanto!
Muuuy caliente!
Espero mas...
Gracias por compartr