Oi... Faz tempo que não escrevo nada por aqui, e como aconteceu umas coisas comigo desde então, resolvi me animar. Continuo tendo minhas experiências e a que conto hoje talvez junte várias situações que rolaram comigo. Desculpa não colocar os acentos.
Acordei. Tudo tava girando, eu tava meio tonta.. Senti algo estranho, um cheiro familiar.. Abri os olhos e vi uma coisa tampando minha vista. De repente, se aproximou, e aquilo esfregou na minha carinha. Então.. Lembrei.. Ontem à noite eu tinha saído pra festa e tinha ficado bem bebada. Lembro que acabei acompanhando alguém da balada até a casa dele, que me levou de carro.. Mas tudo era lembrança solta, imagens confusas.
Agora eu tava com as bolas de um desconhecido, que não lembrava o nome, na minha carinha, se esfregando no meu nariz.
— Tá cheirando bem? — o cara me perguntou. Eu, que tinha acabado de me tocar da situação, concordei com a cabeça, sentindo as bolas dele suadinhas roçando no meu nariz. Aí ele tirou elas do meu rosto por um segundo e eu consegui ver a cara dele. Era um homem mais velho que eu, uns vinte anos a mais, talvez. A verdade é que não era muito bonito, e com a boca aberta, a língua pra fora e me olhando de cima, parecia um tarado.
— Como você tinha apagado, pensei que seria uma boa ideia te acordar.
Aí, com o pau mole na mão, ele começou a bater na minha carinha. — Tá gostando? — ele perguntou. Enquanto dava uns tapinhas com o pau, eu sentia ele ficando mais duro. Enfiou a ponta na minha boquinha e tapou meu nariz com os dedos. — 'Eu te perguntei se você tá gostando, foxy.' Eu disse que sim, balançando a cabeça. — 'Assim que eu gosto, foxy.'
Ele aproximou a cara da minha e cuspiu em mim, depois pegou o pau dele e esfregou na minha cara com a saliva. Eu começava a ficar mais consciente de tudo, embora ainda não entendesse direito o que tava fazendo ali. Minha cabeça tava perto da borda da cama, e ele resolveu sentar no meu peito, apoiando os pés no chão. Assim, minha carinha ficou entre as duas bolas dele. pernas, me afogando se ela deixasse cair o peso. As bolas dela tampavam minha boquinha e meu nariz, eu não poderia dizer nada nem se quisesse. 'Maria...' Ela sabia meu nome, eu não sabia o dela. 'Você não imaginava assim quando saiu ontem, né, putinha?' Eu balancei a cabeça que não. 'Põe a língua pra fora e lambe minhas bolas, vadiazinha.' Fiz isso, coloquei a língua pra fora e comecei a lamber a parte mais baixa dos testículos dela enquanto ela me afogava com as duas pernas... Mal conseguia respirar porque as bolas dela esmagavam meu nariz.
Quando se cansou de me ter assim, ela se levantou, ficou de pé na frente da cama e me empurrou um pouco pra fora, pra minha cabeça sair da cama. Me deu um tapinha na cara e tentou estragar ainda mais a maquiagem que eu tinha feito pra noite anterior. Então, sem aviso, enfiou o pau na minha boca. De um puxão, tirou a parte de cima do meu vestido e o sutiã. Começou a apertar meus peitos, um por cima do sutiã e o outro sem nada. Isso me excitou. Tirou o pau e me mandou tentar pôr a língua pra fora pra lamber as bolas dela enquanto me comia a boquinha. Sim, eu disse. Ela falou: "Melhor: Sim, papai."
'Sim, papai.' Parece que aquilo devia excitá-la, e a verdade é que ela tinha idade suficiente pra ser meu pai. 'Muito bem, nenenzinha.' Pegou a parte de baixo da minha cabeça com a mão esquerda e com a direita agarrou minha garganta, e começou a enfiar o pau devagar, embora cada vez mais fundo. 'Não acredito que estou com uma putinha como você', dizia enquanto comia minha boquinha. 'A verdade é que quando te vi ontem na balada, bêbada que nem uma gambá e vestida como uma piranha, vi que era minha chance de me aproveitar de uma nenenzinha como você.'
Parou um momento e se ajoelhou no chão, pra ficar com nossas caras praticamente uma na frente da outra. Pegou minha cabecinha com as duas mãos e continuou me dizendo... 'Ontem, foi só chegar perto de onde você tava dançando pra você se aproximar de mim e começar a esfregar sua bunda no meu pau. sem nem olhar pra mim. "Me diz, putinha, teu pai sabe que tu se veste que nem uma vagabunda quando sai por aí?" "Não, ele não sabe", respondi, assustadinha. Acho que ao ver minha cara de assustada, ele se excitou ainda mais. "Não se assusta, nenenzinha. Além disso, tenho certeza de que não é a primeira vez que te tratam assim, porque tu me chupou que nem uma puta de verdade", disse rindo. Ele não tava errado, por algum motivo eu já tinha acabado em situações parecidas mais de uma vez. Ele se aproximou e começou a me beijar com língua que nem um tarado, lambendo minha carinha enquanto apertava meus peitos de novo. Me deu um tapinha na cara outra vez. "Fica de joelhos, putinha", me disse sério enquanto me puxava pelo cabelo pra mostrar o caminho. Desci pro chão e fiquei olhando pra ele. Os olhos dele tavam saindo das órbitas.
"Enfia teu nariz nas minhas bolas, nenenzinha" obedeci, e quando fiz isso, o pau dele ficou descansando em cima da minha carinha. "Valeu, papai", falei. Sabia o que dizer pra esquentar ele, e ele riu "muito bem, raposinha. Vejo que tu é bem educada." Coloquei minhas mãos nas costas e abri a boquinha, olhando pra ele e esperando. "Tu vai ter que pedir, putinha" "me dá piroca, papai?" Perguntei. Ele enfiou uma vez com violência na minha boca, chegando na minha garganta, e segurou minha cabeça. Quando viu que eu precisava respirar de novo, tirou. "Me diz, Maria, tu é uma putinha, né?" "Sim, papai" "não, não... Tu tem que responder com meu pau na tua boquinha" Enfiou o pau de novo, e aí eu falei: "sou uuma puutinha".. mal conseguia falar com a boca cheia. Rindo, ele disse que não entendeu e mandou repetir. Uma lagriminha escorria de um olho meu, mas mesmo assim repeti.
Ele era um tarado. Sentou na cama, e me fez deitar em cima do colo dele, com minha bunda pra cima. Ele mesmo não acreditava no que tava acontecendo. "Quem diria, uma noite que só ia tomar um drink e acabo com uma nenenzinha que mal tem 18 anos, fazendo com ela o que eu quiser" comentava enquanto acariciava minha bunda por cima do vestido. Levantou ele, descobrindo minha bunda e minha Fio dental, e ele me deu um tapa forte e barulhento com a mão aberta. Doeu um pouco, e ele adorou ver aquela reação na minha carinha. Pra ver de novo, pegou no meu cabelo com a outra mão pra virar minha cabeça na direção dele e me dar outro tapa na sequência. ZAS! Ele disse que eu tinha uma pele branquinha e que a mão dele ficava bem marcada.
"Maria", ele disse... "cê acha que seu pai ficaria orgulhoso de te ver assim, feito uma putinha?" Ele acariciava minha bunda. "Não sei", respondi. "Não sabe?" ZAS! "Cê não acha que seu pai pensaria que cê é uma vagabunda qualquer? Já não seria mais a filhinha do papai, mas a puta do bairro." "Cê tem razão", respondi, "acho que ele teria vergonha de mim." Ele levantou a mão, mas dessa vez ficou olhando pra minha bunda, não pro meu rosto. ZAS!
Ele puxou meu fio dental e soltou pra estralar na minha bunda. Enquanto ele falava tudo aquilo, eu me sentia confusa, mas ao mesmo tempo, tinha ficado com tesão. Ele me fazia sentir como uma puta, uma vagabunda, e mesmo com vergonha, eu não conseguia evitar de me molhar. Por isso, quando ele enfiou a mão entre minhas pernas, percebeu que minhas coxas e minha bucetinha estavam molhadinhas, ensopadas. Ele ficou esfregando a mão na minha buceta por uns instantes enquanto com a outra mão continuava puxando meu cabelo pra cima, porque eu ainda tava deitada em cima dele. "Cê gosta, putinha?" Ele perguntava. Eu já tava voando em outro mundo, praticamente na mão dele. "Uff... Sim..." Ele parou de puxar meu cabelo e tapou minha boquinha com a mão, apertando meu nariz com os dedos, sem cuidado. Começou a me masturbar enfiando os dedos, e adorava me ver assim, com tesão, na frente dele. Não parava de me xingar... "Cê é uma chupadora de rola, uma puta", tudo enquanto terminava de tirar toda a roupa que ainda tava em mim.
Ele se levantou e eu caí no chão. Quando isso aconteceu, encostei minha cabeça no carpete e levantei minha bunda, porque tinha ficado tão com tesão que queria que ele me fodesse com força agora. Ele sabia disso e por isso ficou parado, esperando eu pedir como uma vadia. Eu balançava minha bunda de um lado pro outro. Olhando pra ele, com as costas bem arqueadas e fazendo carinha de pidona. "Por favor, arrebenta essa puta..." Não teve reação, então corrigi: "por favor, me fode como uma cachorra gostosa, Papai."
"Muito melhor" ele flexionou as pernas pra ficar na altura da minha bucetinha, e sem pensar, começou a me foder. Um velho tarado, que eu nem sabia o nome, que tinha me acordado no meio da noite esfregando os ovos na minha carinha, e que ainda por cima agora colocava o pé na minha cara, tava se aproveitando de mim e eu não tava nem aí. "Porra, putinha." Eu gemia e ele batia na minha bunda.
"Você acha que meu pai teria orgulho de mim?" Aquela pergunta pegou ele de surpresa e ele parou. Aquele comentário que ele tinha feito sobre meu pai antes devia ter ficado no meu subconsciente e voltou. "Você acha que meu pai teria vergonha de me ver assim, com seu pé na minha carinha?" Insisti. Ele começou a rir... "Porra, neném, você é uma verdadeira vadia. Acho que seu pai concordaria comigo, se te visse assim. Sem dúvida nenhuma. Nunca imaginei que você seria tão gostosa, quando te trouxe pra minha casa ontem. Vem, putinha, me acompanha." Eu segui ele andando de quatro. Passou pela cozinha e pegou uma cerveja. Depois foi pra sala, sentou no sofá confortavelmente, abrindo as pernas. Eu demorei um pouco mais, mas quando cheguei fiquei na frente dele de quatro, no chão, olhando pra ele.
"Quero que você me faça um boquete, enquanto eu vejo e bebo minha cerveja. Mas quero que você imagine que sou seu pai, entendeu?"
"Mas... Eu, não sei... me dá..." Zás! Ele me deu um tapa na cara. "Tá bom, desculpa" falei.
"Assim que eu gosto, neném. Agora começa."
Eu me sentia envergonhada e confusa, mas o fato daquele senhor ser um desconhecido me permitiu ousar um pouco mais. "Oi, papai... Trabalhou muito hoje?" Perguntei, aproximando minha cabecinha por baixo dos ovos dele, devagarzinho. Ele bebeu da cerveja e ficou ainda mais confortável no sofá, se ajeitando melhor. "Você parece cansado." Um ovo caía mais que o outro e comecei chupando ele, olhando pra ele. Tão meio suadinhos" ele disse, balançando o rabo um pouquinho pra ver bem minha cara. "Não importa, papai.. Sei que é porque você trabalha o dia todo. Além disso, gosto do gosto." Começo a chupar o outro, devagar. "E ainda cheiram melhor." Afundo o nariz entre as duas bolas, elas me tapam, e você só vê meus olhinhos. Inspiro pelo nariz. "Cê gosta, papai?" Começo a lamber o espaço entre o rabo dele e a perna, primeiro um lado, depois o outro.
"Muito bem, filhinha. Você é uma puta autêntica, nunca imaginei. É assim com todos os seus amigos?"
"Sim, papai. Gosto de chupar. Sou uma comedora de pica."
"Tenho vergonha de você. Você é uma vagabunda. Mas já não tem jeito, puta, então não posso fazer nada. Espero que sua mãe não descubra." Sem usar as mãos, começo a chupar o pau daquele homem que está se passando pelo meu pai, ele está mais duro do que nunca. Olho pra ele, viro levemente a cabeça e sinto o pau dele empurrar minha bochecha, onde ele dá uns tapas com a mão. Ele joga um pouco de cerveja no meu rosto, me pega pelo cabelo, tira o pau, e se aproxima pra lamber minha carinha e cuspir na minha boca. "Sabe, filhinha, sempre que você sai de casa vestida como uma putinha, imagino o que você anda fazendo por aí, mas nunca pensei que fosse tão vagabunda. Pelo menos você admite, né?"
"Não fica bravo, papai. Desculpa. É.. você tem razão. Não me comporto muito bem, e gosto de ser uma puta. Gosto de ficar de joelhos, chupando.. comendo pica."
Ele me puxa pelo cabelo e começa a foder minha boquinha. "Então é isso que acontece com putas como você" ele diz, "fodem a boca delas como vadias." Ele tá ficando muito excitado, e eu, imaginando que é meu pai, já tô me tocando há um tempo, me masturbando. Quando consigo falar alguma coisa, peço: "papai, queria te pedir uma coisa" "cê viola minha bunda??"
Sem dizer nada, ele me fode com força, me joga no sofá, onde fico de quatro apoiando as mãos no encosto, e sorrio. Ele me dá um tapa forte na bunda, e me faz perguntar de novo. "Papai, sei que Você trabalha duro a semana toda, seu chefe tá sendo muito duro com você ultimamente sem motivo nenhum... E você tá puto. Papai, quero que você descontar tudo em mim e arrebentar minha bunda, por favor.
'Muito bem, princesinha. Você quem pediu.' Coloca a pontinha na entrada da minha bunda, e com os dedos das duas mãos estica meu buraquinho, aí eu fico olhando pra frente quando de repente ele enfia o pau. Dói, me excita. Ele mais ainda do que eu. Ele me fode com força... Praticamente me estupra. Eu gemo como uma puta de verdade, enquanto ele me maceta uma vez atrás da outra, sem piedade. Eu mereço, me comportei como uma vagabunda e pedi isso explicitamente. Opa... por uns momentos quase esqueço que não é meu pai que tá me fodendo... Que é um desconhecido, um tarado.
'Me fode, papai. Ahhhh.'
'Puta.'
Ele me puxa pelo cabelo, me empurra. 'Fica de joelhos, rabuda, rápido. Olha pra mim. Me pede.'
'Papai, me dá meu leite.'
'Sorri, puta.' Ele dá um tapa forte na minha cara.
Eu sorrio.
Sinto o leite quente dele cair no meu rosto... Vai enchendo meus olhos, minha testa, minha boquinha, minhas bochechas, meu nariz. Não consigo abrir os olhos. Escorre pros meus peitos.
'Não terminamos. Você vai engolir até a última gota, puta.' Ele passa o pau pelos meus peitos, pra pegar o leite dele, e enfia na minha boquinha. Passa as bolas dele pela minha testa, meus olhos, e deixa cair na minha boquinha, pra eu limpar. Assim, até não sobrar nada, e eu consigo abrir os olhos.
'Você é uma puta, Maria.'
'Eu sou uma puta...' Poxa, percebo que ainda não sei o nome dele.
Acordei. Tudo tava girando, eu tava meio tonta.. Senti algo estranho, um cheiro familiar.. Abri os olhos e vi uma coisa tampando minha vista. De repente, se aproximou, e aquilo esfregou na minha carinha. Então.. Lembrei.. Ontem à noite eu tinha saído pra festa e tinha ficado bem bebada. Lembro que acabei acompanhando alguém da balada até a casa dele, que me levou de carro.. Mas tudo era lembrança solta, imagens confusas.
Agora eu tava com as bolas de um desconhecido, que não lembrava o nome, na minha carinha, se esfregando no meu nariz.
— Tá cheirando bem? — o cara me perguntou. Eu, que tinha acabado de me tocar da situação, concordei com a cabeça, sentindo as bolas dele suadinhas roçando no meu nariz. Aí ele tirou elas do meu rosto por um segundo e eu consegui ver a cara dele. Era um homem mais velho que eu, uns vinte anos a mais, talvez. A verdade é que não era muito bonito, e com a boca aberta, a língua pra fora e me olhando de cima, parecia um tarado.
— Como você tinha apagado, pensei que seria uma boa ideia te acordar.
Aí, com o pau mole na mão, ele começou a bater na minha carinha. — Tá gostando? — ele perguntou. Enquanto dava uns tapinhas com o pau, eu sentia ele ficando mais duro. Enfiou a ponta na minha boquinha e tapou meu nariz com os dedos. — 'Eu te perguntei se você tá gostando, foxy.' Eu disse que sim, balançando a cabeça. — 'Assim que eu gosto, foxy.'
Ele aproximou a cara da minha e cuspiu em mim, depois pegou o pau dele e esfregou na minha cara com a saliva. Eu começava a ficar mais consciente de tudo, embora ainda não entendesse direito o que tava fazendo ali. Minha cabeça tava perto da borda da cama, e ele resolveu sentar no meu peito, apoiando os pés no chão. Assim, minha carinha ficou entre as duas bolas dele. pernas, me afogando se ela deixasse cair o peso. As bolas dela tampavam minha boquinha e meu nariz, eu não poderia dizer nada nem se quisesse. 'Maria...' Ela sabia meu nome, eu não sabia o dela. 'Você não imaginava assim quando saiu ontem, né, putinha?' Eu balancei a cabeça que não. 'Põe a língua pra fora e lambe minhas bolas, vadiazinha.' Fiz isso, coloquei a língua pra fora e comecei a lamber a parte mais baixa dos testículos dela enquanto ela me afogava com as duas pernas... Mal conseguia respirar porque as bolas dela esmagavam meu nariz.
Quando se cansou de me ter assim, ela se levantou, ficou de pé na frente da cama e me empurrou um pouco pra fora, pra minha cabeça sair da cama. Me deu um tapinha na cara e tentou estragar ainda mais a maquiagem que eu tinha feito pra noite anterior. Então, sem aviso, enfiou o pau na minha boca. De um puxão, tirou a parte de cima do meu vestido e o sutiã. Começou a apertar meus peitos, um por cima do sutiã e o outro sem nada. Isso me excitou. Tirou o pau e me mandou tentar pôr a língua pra fora pra lamber as bolas dela enquanto me comia a boquinha. Sim, eu disse. Ela falou: "Melhor: Sim, papai."
'Sim, papai.' Parece que aquilo devia excitá-la, e a verdade é que ela tinha idade suficiente pra ser meu pai. 'Muito bem, nenenzinha.' Pegou a parte de baixo da minha cabeça com a mão esquerda e com a direita agarrou minha garganta, e começou a enfiar o pau devagar, embora cada vez mais fundo. 'Não acredito que estou com uma putinha como você', dizia enquanto comia minha boquinha. 'A verdade é que quando te vi ontem na balada, bêbada que nem uma gambá e vestida como uma piranha, vi que era minha chance de me aproveitar de uma nenenzinha como você.'
Parou um momento e se ajoelhou no chão, pra ficar com nossas caras praticamente uma na frente da outra. Pegou minha cabecinha com as duas mãos e continuou me dizendo... 'Ontem, foi só chegar perto de onde você tava dançando pra você se aproximar de mim e começar a esfregar sua bunda no meu pau. sem nem olhar pra mim. "Me diz, putinha, teu pai sabe que tu se veste que nem uma vagabunda quando sai por aí?" "Não, ele não sabe", respondi, assustadinha. Acho que ao ver minha cara de assustada, ele se excitou ainda mais. "Não se assusta, nenenzinha. Além disso, tenho certeza de que não é a primeira vez que te tratam assim, porque tu me chupou que nem uma puta de verdade", disse rindo. Ele não tava errado, por algum motivo eu já tinha acabado em situações parecidas mais de uma vez. Ele se aproximou e começou a me beijar com língua que nem um tarado, lambendo minha carinha enquanto apertava meus peitos de novo. Me deu um tapinha na cara outra vez. "Fica de joelhos, putinha", me disse sério enquanto me puxava pelo cabelo pra mostrar o caminho. Desci pro chão e fiquei olhando pra ele. Os olhos dele tavam saindo das órbitas.
"Enfia teu nariz nas minhas bolas, nenenzinha" obedeci, e quando fiz isso, o pau dele ficou descansando em cima da minha carinha. "Valeu, papai", falei. Sabia o que dizer pra esquentar ele, e ele riu "muito bem, raposinha. Vejo que tu é bem educada." Coloquei minhas mãos nas costas e abri a boquinha, olhando pra ele e esperando. "Tu vai ter que pedir, putinha" "me dá piroca, papai?" Perguntei. Ele enfiou uma vez com violência na minha boca, chegando na minha garganta, e segurou minha cabeça. Quando viu que eu precisava respirar de novo, tirou. "Me diz, Maria, tu é uma putinha, né?" "Sim, papai" "não, não... Tu tem que responder com meu pau na tua boquinha" Enfiou o pau de novo, e aí eu falei: "sou uuma puutinha".. mal conseguia falar com a boca cheia. Rindo, ele disse que não entendeu e mandou repetir. Uma lagriminha escorria de um olho meu, mas mesmo assim repeti.
Ele era um tarado. Sentou na cama, e me fez deitar em cima do colo dele, com minha bunda pra cima. Ele mesmo não acreditava no que tava acontecendo. "Quem diria, uma noite que só ia tomar um drink e acabo com uma nenenzinha que mal tem 18 anos, fazendo com ela o que eu quiser" comentava enquanto acariciava minha bunda por cima do vestido. Levantou ele, descobrindo minha bunda e minha Fio dental, e ele me deu um tapa forte e barulhento com a mão aberta. Doeu um pouco, e ele adorou ver aquela reação na minha carinha. Pra ver de novo, pegou no meu cabelo com a outra mão pra virar minha cabeça na direção dele e me dar outro tapa na sequência. ZAS! Ele disse que eu tinha uma pele branquinha e que a mão dele ficava bem marcada.
"Maria", ele disse... "cê acha que seu pai ficaria orgulhoso de te ver assim, feito uma putinha?" Ele acariciava minha bunda. "Não sei", respondi. "Não sabe?" ZAS! "Cê não acha que seu pai pensaria que cê é uma vagabunda qualquer? Já não seria mais a filhinha do papai, mas a puta do bairro." "Cê tem razão", respondi, "acho que ele teria vergonha de mim." Ele levantou a mão, mas dessa vez ficou olhando pra minha bunda, não pro meu rosto. ZAS!
Ele puxou meu fio dental e soltou pra estralar na minha bunda. Enquanto ele falava tudo aquilo, eu me sentia confusa, mas ao mesmo tempo, tinha ficado com tesão. Ele me fazia sentir como uma puta, uma vagabunda, e mesmo com vergonha, eu não conseguia evitar de me molhar. Por isso, quando ele enfiou a mão entre minhas pernas, percebeu que minhas coxas e minha bucetinha estavam molhadinhas, ensopadas. Ele ficou esfregando a mão na minha buceta por uns instantes enquanto com a outra mão continuava puxando meu cabelo pra cima, porque eu ainda tava deitada em cima dele. "Cê gosta, putinha?" Ele perguntava. Eu já tava voando em outro mundo, praticamente na mão dele. "Uff... Sim..." Ele parou de puxar meu cabelo e tapou minha boquinha com a mão, apertando meu nariz com os dedos, sem cuidado. Começou a me masturbar enfiando os dedos, e adorava me ver assim, com tesão, na frente dele. Não parava de me xingar... "Cê é uma chupadora de rola, uma puta", tudo enquanto terminava de tirar toda a roupa que ainda tava em mim.
Ele se levantou e eu caí no chão. Quando isso aconteceu, encostei minha cabeça no carpete e levantei minha bunda, porque tinha ficado tão com tesão que queria que ele me fodesse com força agora. Ele sabia disso e por isso ficou parado, esperando eu pedir como uma vadia. Eu balançava minha bunda de um lado pro outro. Olhando pra ele, com as costas bem arqueadas e fazendo carinha de pidona. "Por favor, arrebenta essa puta..." Não teve reação, então corrigi: "por favor, me fode como uma cachorra gostosa, Papai."
"Muito melhor" ele flexionou as pernas pra ficar na altura da minha bucetinha, e sem pensar, começou a me foder. Um velho tarado, que eu nem sabia o nome, que tinha me acordado no meio da noite esfregando os ovos na minha carinha, e que ainda por cima agora colocava o pé na minha cara, tava se aproveitando de mim e eu não tava nem aí. "Porra, putinha." Eu gemia e ele batia na minha bunda.
"Você acha que meu pai teria orgulho de mim?" Aquela pergunta pegou ele de surpresa e ele parou. Aquele comentário que ele tinha feito sobre meu pai antes devia ter ficado no meu subconsciente e voltou. "Você acha que meu pai teria vergonha de me ver assim, com seu pé na minha carinha?" Insisti. Ele começou a rir... "Porra, neném, você é uma verdadeira vadia. Acho que seu pai concordaria comigo, se te visse assim. Sem dúvida nenhuma. Nunca imaginei que você seria tão gostosa, quando te trouxe pra minha casa ontem. Vem, putinha, me acompanha." Eu segui ele andando de quatro. Passou pela cozinha e pegou uma cerveja. Depois foi pra sala, sentou no sofá confortavelmente, abrindo as pernas. Eu demorei um pouco mais, mas quando cheguei fiquei na frente dele de quatro, no chão, olhando pra ele.
"Quero que você me faça um boquete, enquanto eu vejo e bebo minha cerveja. Mas quero que você imagine que sou seu pai, entendeu?"
"Mas... Eu, não sei... me dá..." Zás! Ele me deu um tapa na cara. "Tá bom, desculpa" falei.
"Assim que eu gosto, neném. Agora começa."
Eu me sentia envergonhada e confusa, mas o fato daquele senhor ser um desconhecido me permitiu ousar um pouco mais. "Oi, papai... Trabalhou muito hoje?" Perguntei, aproximando minha cabecinha por baixo dos ovos dele, devagarzinho. Ele bebeu da cerveja e ficou ainda mais confortável no sofá, se ajeitando melhor. "Você parece cansado." Um ovo caía mais que o outro e comecei chupando ele, olhando pra ele. Tão meio suadinhos" ele disse, balançando o rabo um pouquinho pra ver bem minha cara. "Não importa, papai.. Sei que é porque você trabalha o dia todo. Além disso, gosto do gosto." Começo a chupar o outro, devagar. "E ainda cheiram melhor." Afundo o nariz entre as duas bolas, elas me tapam, e você só vê meus olhinhos. Inspiro pelo nariz. "Cê gosta, papai?" Começo a lamber o espaço entre o rabo dele e a perna, primeiro um lado, depois o outro.
"Muito bem, filhinha. Você é uma puta autêntica, nunca imaginei. É assim com todos os seus amigos?"
"Sim, papai. Gosto de chupar. Sou uma comedora de pica."
"Tenho vergonha de você. Você é uma vagabunda. Mas já não tem jeito, puta, então não posso fazer nada. Espero que sua mãe não descubra." Sem usar as mãos, começo a chupar o pau daquele homem que está se passando pelo meu pai, ele está mais duro do que nunca. Olho pra ele, viro levemente a cabeça e sinto o pau dele empurrar minha bochecha, onde ele dá uns tapas com a mão. Ele joga um pouco de cerveja no meu rosto, me pega pelo cabelo, tira o pau, e se aproxima pra lamber minha carinha e cuspir na minha boca. "Sabe, filhinha, sempre que você sai de casa vestida como uma putinha, imagino o que você anda fazendo por aí, mas nunca pensei que fosse tão vagabunda. Pelo menos você admite, né?"
"Não fica bravo, papai. Desculpa. É.. você tem razão. Não me comporto muito bem, e gosto de ser uma puta. Gosto de ficar de joelhos, chupando.. comendo pica."
Ele me puxa pelo cabelo e começa a foder minha boquinha. "Então é isso que acontece com putas como você" ele diz, "fodem a boca delas como vadias." Ele tá ficando muito excitado, e eu, imaginando que é meu pai, já tô me tocando há um tempo, me masturbando. Quando consigo falar alguma coisa, peço: "papai, queria te pedir uma coisa" "cê viola minha bunda??"
Sem dizer nada, ele me fode com força, me joga no sofá, onde fico de quatro apoiando as mãos no encosto, e sorrio. Ele me dá um tapa forte na bunda, e me faz perguntar de novo. "Papai, sei que Você trabalha duro a semana toda, seu chefe tá sendo muito duro com você ultimamente sem motivo nenhum... E você tá puto. Papai, quero que você descontar tudo em mim e arrebentar minha bunda, por favor.
'Muito bem, princesinha. Você quem pediu.' Coloca a pontinha na entrada da minha bunda, e com os dedos das duas mãos estica meu buraquinho, aí eu fico olhando pra frente quando de repente ele enfia o pau. Dói, me excita. Ele mais ainda do que eu. Ele me fode com força... Praticamente me estupra. Eu gemo como uma puta de verdade, enquanto ele me maceta uma vez atrás da outra, sem piedade. Eu mereço, me comportei como uma vagabunda e pedi isso explicitamente. Opa... por uns momentos quase esqueço que não é meu pai que tá me fodendo... Que é um desconhecido, um tarado.
'Me fode, papai. Ahhhh.'
'Puta.'
Ele me puxa pelo cabelo, me empurra. 'Fica de joelhos, rabuda, rápido. Olha pra mim. Me pede.'
'Papai, me dá meu leite.'
'Sorri, puta.' Ele dá um tapa forte na minha cara.
Eu sorrio.
Sinto o leite quente dele cair no meu rosto... Vai enchendo meus olhos, minha testa, minha boquinha, minhas bochechas, meu nariz. Não consigo abrir os olhos. Escorre pros meus peitos.
'Não terminamos. Você vai engolir até a última gota, puta.' Ele passa o pau pelos meus peitos, pra pegar o leite dele, e enfia na minha boquinha. Passa as bolas dele pela minha testa, meus olhos, e deixa cair na minha boquinha, pra eu limpar. Assim, até não sobrar nada, e eu consigo abrir os olhos.
'Você é uma puta, Maria.'
'Eu sou uma puta...' Poxa, percebo que ainda não sei o nome dele.
13 comentários - Acordei de buceta
Pasa por nuestro post,porfa
http://www.poringa.net/posts/imagenes/2453323/Primer-post-de-blanco-y-negro.html?notification#last