Meu pai me vendeu pro maior pagante

Olá P!, essa é minha primeira postagem....... comentem umas dicas pra mais tarde 🙂 !!

Esta história é inventada, todos os personagens são maiores de idade.Tudo aconteceu no final de 1994, naquela época minha vida era a maior tranquilidade. Sabe como é, eu era a típica garota que vai de casa pra escola e da escola pra casa. Desde pequena eu era um pouco gordinha. Com o tempo, meu corpo foi se desenvolvendo e eu adquiri um corpo bonito, sem ser espetacular. Minhas medidas eram aproximadamente 98-69-94.

Bom, mas como eu tava dizendo, minha vida era a maior tranquilidade, diferente da dos meus pais, que estavam passando por um grave problema financeiro.

Papai e mamãe trabalhavam naquela época num shopping. Meu pai como auxiliar de contabilidade e minha mãe como supervisora. Juntos, eles tinham pego um financiamento imobiliário pra comprar a casa onde a gente morava. Papai tinha acabado de comprar um carro e, pelo menos, nunca faltava comida em casa. Isso até chegar a tal da crise.

A crise não fez nada além de trazer desgraça pra minha família. Papai teve que vender o carro e pedir vários empréstimos pra continuar pagando a casa.

Entre os agiotas, tinha um senhor de uns 65 anos chamado Augusto, mas apelidado de "rouba berço" (depois eu descobriria por que ele tinha esse apelido). O caso é que esse cara emprestou uma grana pesada pro papai pra ele não perder a casa, fazendo ele assinar um documento onde papai prometia pagamento incondicional antes do prazo que os dois tinham combinado.

Foram várias as vezes que o senhor visitava minha casa pra receber pagamentos parciais dos meus pais. Geralmente, as visitas eram em dias de quinzena, porque acho que era quando meus pais tinham dinheiro. Essas visitas me deixavam meio desconfortável, porque o velho não parava de olhar pra minha bunda ou pras minhas tetas (principalmente quando eu usava blusas decotadas), de longe ele sorria pra mim e eu não tinha escolha a não ser retribuir o sorriso. Várias vezes reclamei com minha mãe sobre o desconforto que sentia com as visitas desse senhor. mas minha mãe me pediu pra tolerar ele, mesmo que fosse um pouco, afinal ele tinha nos ajudado a não perder a casa.

As visitas do cara continuaram por mais uns dois meses e eu aprendi a lidar com isso.

A crise financeira na minha família só aumentava. Meu pai tinha perdido o emprego e tava desempregado sem conseguir arrumar outro, a idade dele e a crise do país não ajudavam nada, então minha mãe teve que ser o esteio da casa por um tempo.

Meus estudos exigiam cada vez mais dinheiro, na escola onde eu estudava não paravam de pedir livros caros e a mensalidade tava cada vez mais alta. A situação em casa tava realmente preta.

Um dia, quando eu tinha acabado de chegar da escola, me deparei com o seu Augusto em casa cobrando o pagamento dos meus pais, um pagamento que já tava atrasado há mais de 4 dias.

— Por favor, Augusto, me dá mais tempo pra pagar, minha esposa ainda não recebeu, mas se você esperar mais uma semana, juro que te pago. — implorava meu pai.

— Isso mesmo que você me disse da outra vez, e olha, já são 4 dias de atraso e nada. — disse Augusto.

— Por favor, nos dá uma chance, a gente realmente tá passando por um momento difícil.

Quando meu pai e o seu Augusto perceberam que eu tava ali, pararam de discutir e meu pai veio me cumprimentar. Já o seu Augusto não, ele ficou me olhando de longe com aquela cara de velho safado que me irritava tanto.

— Boa tarde, seu Augusto. — cumprimentei, só de leve, olhando nos olhos dele.

— Boa tarde, gostosa. — ele respondeu.

Assim que fui embora, eles continuaram discutindo a mesma coisa. Me tranquei no meu quarto, coloquei o walkman, que na época era moda, e fiquei surda por vários minutos. Era triste e ao mesmo tempo humilhante ver meu pai tendo que implorar e suplicar daquele jeito, mas... era a situação, e não tinha outra saída a não ser xingar o governo do país.

Depois de alguns minutos, meu pai entrou no meu quarto. Assim que vi ele entrar, tirei os fones e coloquei toda minha atenção nele.
-Me desculpa você ter que passar por tudo isso, filha, mas a situação não dá pra gente viver de outro jeito. Juro, sinto muito, filha.- disse meu pai, choramingando

Peguei as mãos dele e, depois de dar um beijo na bochecha, falei que ia ficar tudo bem e que ele não precisava se preocupar, que a gente ia sair dessa pesadelo juntos. Meu pai me agradeceu e desabou a chorar que nem um bebê nos meus braços.

-Filha, me perdoa, por favor. Juro, sinto muito mesmo.

-Pai, já te falei que não tem nada pra se preocupar. A gente vai dar a volta por cima, cê vai ver.

-Como eu sinto muito, meu amor…

Me dava uma tristeza danada ver meu pai chorar daquele jeito. No fim das contas, eles sempre se preocupavam em me dar o melhor e garantir que eu estivesse bem.

Quando passaram dois dias, mamãe nos deu a notícia de que tinha sido demitida. Aí sim a coisa foi de mal a pior. Tive que sair do colégio particular onde estudava e entrei numa escola pública. A mudança foi radical, mas eu tava disposta a fazer de tudo pelos meus pais. Em pouco tempo consegui me adaptar à nova escola. Um dia, quando voltava pra casa, encontrei meus pais já tinham saído e deixado um bilhete dizendo que tinha comida na geladeira e que voltariam em menos de 2 horas. Preparei a comida e, depois de comer, resolvi tomar um banho. Bem na hora que tava no banho, ouvi tocarem a campainha. Depois de um tempo, tocaram de novo. Como ninguém atendia, continuaram tocando várias vezes, mas não quis sair pra ver quem era — afinal, meus pais tinham chave e quem poderia ser tão importante assim pra ficar tocando tanto?

Depois de um tempo, cheia de curiosidade e vendo que o toque não parava, decidi me enrolar na toalha e sair pra perguntar quem era.

A porta da minha casa não dá vista pra rua, então pra descobrir quem é só tem dois jeitos: um é abrindo a porta e o outro é perguntando de dentro. Quem era. Optei pela segunda:
- Quem é?

Não responderam, mas continuaram tocando a campainha sem parar.

Irritada e achando que era uma brincadeira de mau gosto de algum vizinho, abri a porta e me deparei com o sorriso amarelado do seu Augusto, que parado na entrada da minha casa, sem parar de sorrir, perguntou:

- Seus pais estão em casa, gostosa?
- Não estão, seu Augusto. Se quiser, pode voltar daqui a meia hora, provavelmente já chegaram.

Exatamente quando eu me apressava para fechar a porta, seu Augusto a segurou com uma mão e, me olhando de cima a baixo, percorrendo meu corpo com aquele olhar tarado, disse:

- Posso entrar e esperar por eles? Deixei meu carro estacionado longe daqui e acho que até eu chegar lá, já deve ter passado meia hora. Você sabe, na minha idade a gente não anda como quando é jovem…

Deu vontade de chutar ele e fechar a porta na cara dele. Será que ele não percebia que eu tinha interrompido meu banho e estava enrolada numa toalha só pra ver quem era? Ai, fiquei com tanta raiva, mas na minha mente as palavras da minha mãe pedindo paciência ecoavam sem parar…

- Tá bom, seu Augusto, pode entrar…

O velho passou sem tirar os olhos do meu corpo, principalmente da parte que ficava nua, onde a toalha não conseguia cobrir direito.

Mal entrou e, com a maior cara de pau, sentou onde bem entendeu.
*Que folgado, só o que me faltava ter que aturar esse povo.* – pensei

- Gostosa, você podia me dar um copo d'água?

Só faltava essa, o velho me pedindo um copo d'água. Ele não achava que eu ia me trocar antes de atendê-lo, não?

- Já vou trazer, seu Augusto, só deixa eu colocar uma roupa e já trago.
- Gostosa, eu agradeceria se você me trouxesse a água primeiro. Lá fora está muito quente e estou me desidratando. Você não quer que esse velho se desidrate, quer?

*Por mim, morre.* – pensei – Sim, já vou trazer a água, seu Augusto.
- Isso mesmo. Gostosa, muito obrigada.

Fui pegar água na cozinha. Peguei um copo e me abaixei pra tirar um pouco de água do galão que tava no chão. Quando fiz isso, senti duas mãos enrugadas e duras passarem por baixo da toalha até chegarem e apertarem minhas duas bundinhas.

Na hora, dei um pulo igual mola e, quando me virei, dei de cara com seu Augusto ali na minha frente. O sem-vergonha tinha me seguido até a cozinha e, pior ainda, tinha pegado na minha bunda.

— O que é isso?!
— Calma, gostosa, não é nada não. Só vi aquele par de bundas e deu vontade de pegar um pouco, mas não é motivo pra fazer escândalo, linda.
— Não é nada? Com quem você pensa que tá falando?
— Vem cá, linda, vem comigo pra sala conversar um pouco.

Seu Augusto me pegou pelo ombro e me levou até a sala, onde sentamos e ele começou a falar:

— Você sabe muito bem o quanto eu gosto de você, linda. Eu sei disso porque meus olhares não passam despercebidos pra mulheres tão gostosas como você...
— Não sei do que o senhor tá falando...
— Bom, se não sabia, agora sabe. Também acho que você sabe que seu pai me deve muito dinheiro, neném.
— Eu sei, mas também sei que meu pai nunca atrasou os pagamentos e sempre pagou em dia pro senhor.
— Bom, isso até pouco tempo atrás, linda. Como você deve saber, sua mãe foi demitida há uns dias, então eles não tiveram como me pagar e já tão atrasados há vários dias. Sabia que se eu processar, posso fazer eles perderem a casa? Você ia gostar de ver seus pais perderem essa casa que, mesmo não sendo a mais chique, é pela qual eles trabalharam tanto pra te dar um lugar pra morar?
— Não — pensei, enquanto por dentro xingava aquele velho safado.
— Bom, linda, então eu tenho a solução pra seus pais não perderem a casa e todos nós vivermos felizes.

Baixei o olhar e comecei a chorar.

— Por que você tá chorando, linda? É que você não ama seus pais? Prefere ver eles perderem a casa?
— Não, não é isso...
— Bom, então tá resolvido. Vamos fazer o seguinte. Se você se comportar direitinho comigo e fizer tudo o que eu mandar, prometo que vou zerar a dívida dos seus pais. O que me diz? Tá disposta a ajudar seus pais a se reerguerem?

Foi tão difícil pra mim. Em poucas palavras, mesmo sem ter dito diretamente, ele tava me pedindo pra me prostituir em troca da dívida dos meus pais. Foi um golpe duro no meu orgulho como mulher. Mas, por outro lado, tinham meus pais, eles não mereciam perder a casa, ainda mais depois de tudo que passaram. Eles sempre fizeram tudo por mim e talvez fosse a hora de eu fazer algo por eles, mesmo que isso me custasse o orgulho e a dignidade como mulher.

Parei de chorar e, olhando com esforço nos olhos dele, falei:

— Tá bom, o que o senhor quer que eu faça?

— Isso, assim que eu gosto, vendo você se preocupar com o bem-estar dos seus pais. Me diz uma coisa, você é virgem?

— Senhor, claro que sou virgem. Eu mal tenho…

— Sim, eu sei, desculpa pela pergunta besta. Tá bem, prometo ser bonzinho com você, não precisa ter medo, linda.

Mal ele disse isso, baixou as calças até os joelhos. Depois pegou a cueca e baixou do mesmo jeito, deixando o pau dele de fora, que me pareceu monstruoso. Devia ser gigante, nunca na minha vida tinha visto um pau, mas aquele me pareceu enorme naquele momento, e pude confirmar que era grande mesmo quando comparei com o do meu marido, com quem sou casada hoje.

Na ponta do pau, duas bolas bem grandes também pendiam. Todas as bolas dele e em volta do pênis estavam cheias de pelos pubianos.

— Calma, não vai acontecer nada, gata.

Ele disse ao ver a cara que eu fiz quando o pau dele começou a crescer até ficar duro, enquanto ele massageava com as duas mãos.

— Quer tocar nele, linda? Vai, você vai ver que vai gostar.

Ele pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele. Tava morno e bem duro. Logo ele me ensinou a passar a mão de cima pra baixo, fazendo o pau dele ficar ainda mais ereto. Uma voz entrecortada.

- Aaaahhh é isso... pega com as duas mãos, vai...

Segurei com ambas as mãos e comecei a mexer de um lado para o outro, de cima para baixo, fazendo os olhos dele quase saltarem.

- Aaaahhh você faz muito bem... pra ser sua primeira vez, tá indo muito bem, bonequinha gostosa.

Depois de alguns minutos, com uma mão ele começou a acariciar meu peito esquerdo. No começo senti uma sensação estranha ao deixar alguém que não fosse eu tocar minha teta, mas com o tempo comecei a gostar.

- Hmmm...
- Aahhh que duras que elas tão. Cê gosta, né, gostosa?
- Sim... sinto uma coisa estranha, hmmm...
- Aahhh deixa eu te mostrar uma coisa que você vai gostar mais. Vem, aproxima teu rosto do meu pau sem medo, gostosa, já te falei que não vai acontecer nada de ruim.

Aproximei meu rosto do pau dele e ele disse:

- Cheira ele, gostosa...

Cheirei com meu nariz, fazendo ele bater na ponta do pau, o que fez o Dom Augusto se contorcer no sofá de prazer.

- Aaahhh com que que ele cheira, gostosa?
- Hmmm cheira estranho...
- Quer provar? Me disseram que é uma delícia. Não queria saber qual é o gosto?

Sem dizer mais nada, aproximei meu rosto do pau dele e, abrindo minha boquinha o máximo que pude, chupei a ponta do pau duro dele.

- OOOHHHHH!!!!

Ele gemeu forte e, assustada, me afastei, tirando o pau da minha boca.

- NÃOOOO O que cê tá fazendo, gostosa? Vem... chupa ele como tava fazendo.
- Pensei que tinha te machucado...
- Nãooo, de jeito nenhum, gostosa. Muito pelo contrário, eu gosto pra caralho. Vai, chupa ele.

Aproximei meu rosto do pau dele de novo e dessa vez chupei, colocando mais do pau na minha boca.

- Aaahhh!!! Assimmm!!! Mexe com tuas mãozinhas, como cê tava fazendo agora pouco, gostosa.

Enquanto chupava, comecei a mexer o pau dele com minhas duas mãozinhas, fazendo o Dom Augusto gritar de prazer.

- AAAHHHHH!!!!

Fiquei chupando o pau por vários minutos. Às vezes saía um líquido que achei o gosto bem gostoso, então isso me fez continuar e... continuar devorando o pau dele.
- AAAAHHHH Não para, gostosa...

Quando ele sentiu que ia gozar, me pegou pelo queixo e disse:
- Agora quero te mostrar algo mais gostoso. Algo que só as meninas que já são grandes fazem, mas você já tá pronta pra aprender a curtir um sexo bom com um homem maduro como eu, então...

Não passou nem um minuto e meio e ele já tinha me deixado pelada, de pernas bem abertas, deitada de costas no sofá, com a ponta da roça na entrada da minha buceta, pronto pra me penetrar.

- Talvez isso doa um pouco, mas com o tempo vai sarar e você vai ver que vai acabar gostando tanto quanto eu, boneca.

Ele apertou minha buceta com o pau duro, que começou a afundar nela, sumindo. Primeiro a cabeça desapareceu, depois o tronco foi sumindo aos poucos até bater no meu hímen. Foi aí que doeu um pouco.

- Aaagghhhh, tá doendo!!
- Aahhh, vai passar... aguenta mais um pouco...

Ele esperou um pouco e, quando viu que era a hora certa, me penetrou com força, fazendo a roça inteira sumir na minha buceta e rompendo meu hímen, que sangrou um pouco.

- Aaaagghhhhh!!!!!
- OHHHHH!! Que sensação deliciosa, boneca!! Fazia tempo que não comia uma bucetinha virgem. Quase esqueci como é bom! AAAHHHH

Nisso, me segurando pelas pernas pra eu levantá-las um pouco, começou a furar minha buceta com força, acelerando os movimentos várias vezes e parando só pra pegar um ar.

- AAAAAHHHHHHHHHH
- AAGHHHHH Tá doendo! Para, pelo amor, você vai me partir no meio!!!
- OOHHHH AAAHHHHH Aguenta mais um pouco... já tô quase terminando!

Ele continuou com as investidas, e logo a dor começou a passar, e um prazer imenso tomou conta do meu corpo.

- AAAHHHH Assim, me dá mais!!!
- Te falei que você ia gostar!!! AAAHHHH
- AAAHHHH Sinto que vou fazer xixi!!!
- Faz xixi, gostosa, faz xixi!! OHHHHH

Meu corpo começou a tremer. E senti uma explosão dentro de mim. Tava tendo meu primeiro orgasmo. Tava sentindo o que é ser mulher.

- AAAHHHHHHHHHHHH

- Isssooo!!! Gostosaaa!!!

Tava sentindo a coisa mais linda da minha vida quando, de repente, sinto um líquido quente inundar tudo lá dentro e o seu Augusto, que se mexia com fúria gemendo igual um louco, acaba se esvaziando dentro de mim.

- AAAHHHHHHHHHHHH

- HMMMMMMMMMMM

Mais três estocadas fazendo as últimas gotas do pau dele caírem dentro de mim, e o seu Augusto caiu do meu lado, exausto.

- Você é uma putinha gostosa, mocinha.

No fim das contas, não tinha sido tão ruim assim. Eu tinha ajudado meus pais a sair da dívida maior e tinha sentido pela primeira vez o que era um orgasmo.

Seu Augusto se levantou e, depois de se arrumar, me disse:

- Olha, quero que você entregue essa promissória pro seu pai. A dívida acabou.

Tirou da carteira uma quantia de notas e, jogando elas no sofá, disse:

- Isso é pra você dar pros seus pais. Afinal, eu é que fico devendo pra eles com o que me pagaram. Seu pai e eu combinamos que com isso a dívida estaria quitada, mas não tem dúvida que você vale isso e mais. Mil pesos são pros seus pais e outros mil pra você. Pra comprar roupinha bonita e tudo que quiser. Depois eu venho te dar outra surra de vara. - E antes de ir, agarrou uma das minhas bundas firmes e sacudiu como despedida.

Meu pai sabia disso. Meu pai tinha me vendido pro seu Augusto pra sair das dívidas dele... agora entendo porque naquele dia ele não parava de me pedir perdão...

Quando meus pais chegaram, entreguei a promissória pro meu pai. Ele me olhou nos olhos e disse:

- Filha, sua mãe e eu arrumamos trabalho numa fábrica, mas o dono quer pagar um salário muito baixo. Você acha que pode nos ajudar?

FIMESPERO QUE TENHAM GOSTADO!! UMA CRÍTICA CONSTRUTIVA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.... E SE TIVEREM DE BOM HUMOR, DEIXEM UNS PONTINHOS 😉 !!!! MUITO OBRIGADA POR PASSAREM NO MEU POST

5 comentários - Meu pai me vendeu pro maior pagante

jdhades +1
😃 😃 😃
buena historia, mmm, quizas te falto unpoco mas de la parte sexual pero si estuvo bien
estubo bueno .. muy inocente ..pero relamente exitante