Tudo começou naquele dia em que conheci ele, um homem alto, magro, de olhos castanhos chamado Carlos. Foi num café onde o vi pela primeira vez, sozinho. Depois de um bom tempo, resolvi ir embora pra seguir pro meu trabalho. Naquele dia, eu tava usando uma minissaia com meia-calça preta, uma blusa bem justa e uns saltos de puta. Quando saí de lá, percebi que aquilo excitava ele e fazia o pau dele endurecer. Me fiz de desentendida e fui correndo pro banheiro, não aguentava o olhar dele, saber que tava com o pau duro por minha causa. E foi assim que passou uma semana inteira de olhares, até que um dia criei coragem pra falar com ele. Fui, cumprimentei, mal disse "oi" e ele já tava me beijando com tudo, foi algo muito repentino. Quando senti a mão dele no meu cu, Carlos falou: "Quero te foder, putinha." Eu nem sabia o que dizer, fiquei chocada, e pra ser sincera, já tava molhada, morrendo de vontade de sentir uma pica dentro de mim.
Ele me soltou. Os dias passaram, parei de ir no café. Um dia, olhando minha bolsa, percebi que tinha um papel com um número. Naquele dia, eu não tava trabalhando e tava muito, mas muito tesuda. Resolvi ligar pra ele, e foi aí que ele soube que era eu. Marcamos na minha casa. Tinha uma hora pra me arrumar. Entrei no banho na hora, peguei umas meias e ligas pretas, peguei umas sapatilhas vermelhas de salto 15, me maquiei e pintei meus lábios de vermelho bem forte. Coloquei um sutiã de renda preta. Nisso, tocaram a campainha. Saí correndo, abri a porta. Não pensei que fosse ele. De repente, senti me abraçarem por trás. Comecei a beijar ele até levar pro quarto. Ele me apalpava toda, toda, e eu, como a boa putinha que sou, comecei a gemer. De repente, ele tira a pica e enfia na minha boca. Eu pedia pra ele tirar, tava me matando. Era uma pica longa e grossa. Ele gozou na minha boca, e eu amei. Engoli todo o leite dele, limpei o pau dele. Depois disso, ele me disse:
"Posso te fazer de cadelinha, mamãe?"
Gente, os comentários de vocês me excitam. Espero que tenham gostado. Em breve, a segunda parte, mais quente que essa. nunca amei eles, espero seus comentários e pontos, beijos
Ele me soltou. Os dias passaram, parei de ir no café. Um dia, olhando minha bolsa, percebi que tinha um papel com um número. Naquele dia, eu não tava trabalhando e tava muito, mas muito tesuda. Resolvi ligar pra ele, e foi aí que ele soube que era eu. Marcamos na minha casa. Tinha uma hora pra me arrumar. Entrei no banho na hora, peguei umas meias e ligas pretas, peguei umas sapatilhas vermelhas de salto 15, me maquiei e pintei meus lábios de vermelho bem forte. Coloquei um sutiã de renda preta. Nisso, tocaram a campainha. Saí correndo, abri a porta. Não pensei que fosse ele. De repente, senti me abraçarem por trás. Comecei a beijar ele até levar pro quarto. Ele me apalpava toda, toda, e eu, como a boa putinha que sou, comecei a gemer. De repente, ele tira a pica e enfia na minha boca. Eu pedia pra ele tirar, tava me matando. Era uma pica longa e grossa. Ele gozou na minha boca, e eu amei. Engoli todo o leite dele, limpei o pau dele. Depois disso, ele me disse:
"Posso te fazer de cadelinha, mamãe?"
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3 comentários - Por andar de zorra me llenaron de leche la boca
puntitos 😉