Carly: E é isso aí, galera do !Carly Sam: E lembrem-se...
Carly: SE virem um cara mascando casca de banana...
Sam: amadurece antes que ele te olhe com cara de doido.
Freddy: E... Fechamos, bom show, meninas.
E com essas palavras, terminava mais um episódio do !Carly. Como sempre, Carly e Sam se cumprimentavam do mesmo jeito, junto com Freddy, embora Sam sempre enchesse o saco dele com qualquer coisa que pudessem dizer ou que ele dissesse.
Carly: Me diz, Sam, o que você vai fazer esse fim de semana?
Sam: Mmm... vou ter que ir com minha mãe tirar aquele caroço na bunda dela.
Com essa resposta, Carly e Freddy tiveram a mesma reação de nojo, era típico entre Sam e a mãe dela.
Sam: E você, o que vai fazer?
Carly: Bom, já que o Spencer foi com o Calceto ajudar ele com uma escultura de lápis no Museu do Lápis... vou ficar sozinha; e você, Freddy?
Freddy: Vou ficar aqui arrumando o site do !Carly e fazer umas melhorias pro nosso próximo episódio...
Sam: Melhor você arrumar uma namorada em vez de ser um nerd.
Como sempre, Sam adorava encher o saco do Freddy, e ele só podia colocar aquela cara de decepção e irritação, e também dava pra ouvir uma risadinha da Carly.
Depois de uma conversinha, Sam foi embora se despedindo às pressas dos dois. Freddy disse pra Carly que também ia, mas voltava em algumas horas pra fazer as melhorias. Um momento depois, Carly ficou sozinha no quarto do web show.
Carly: Bom... é melhor eu descer logo.
Ela dizia enquanto se aproximava da escada meio rápido, chegando na sala foi até a porta pra trancar com o cadeado enquanto soltava um suspiro de alívio. Foi em direção ao quarto dela e agora se deitou, olhando pro teto por uns minutos. Em seguida, começou a desabotoar a calça e puxá-la até os joelhos, abriu as pernas o máximo que podia e começou a se esfregar com os dedos. Ela começou a se masturbar devagar, imaginando a primeira vez dela. Desde sempre, o sonho dela desde que começou a se masturbar. Aos poucos, ela aumentava mais a esfregada, tocando os peitos por cima da blusa; já estava no limite e logo chegou ao orgasmo, soltando um gemido. Ela sentiu um pouco do líquido escorrendo da buceta enquanto o olhar se perdia num ponto do quarto, pensando sempre na primeira vez. Esse era o desejo da Carly: perder a virgindade com quem fosse, não importava se fosse um estuprador ou o próprio irmão.
Pouco depois, o som de alguém batendo na porta a trouxe de volta à realidade. Ela não percebeu quanto tempo ficou viajando. Ouviu de novo as batidas na porta, puxou a calça pra cima e arrumou o cabelo. Desceu rápido e abriu a porta, se deparando com o Freddy.
Freddy: Oi, Carly.
Carly: Oi, pensei que você fosse voltar mais tarde.
Freddy: Bem, são seis da tarde.
Carly se surpreendeu com a hora. Sabia que tinha se perdido nos pensamentos enquanto se masturbava, mas não imaginava que fosse tanto tempo.
Freddy: Tá bem, Carly? Você parece meio exausta.
Carly: Hum... Não, tô bem, não fica imaginando coisas, hehehe...
Freddy franziu um pouco a testa, olhando pra Carly por uns segundos, como se tentasse entender o que estava rolando.
Carly: Vai logo fazer suas coisas de nerd antes que fique tarde e sua mãe se preocupe como se você tivesse seis anos.
Freddy: Ok, desculpa. Mas lembra que minha mãe não tá, foi visitar minha tia. Mas cê tem razão, quanto mais rápido, melhor.
Ele falou enquanto subia no elevador. Carly suspirou aliviada. Sentou no sofá pra ligar a TV e ver o programa dela. Mas pouco depois de se acomodar, sentiu uma umidade na parte de baixo da cintura com a mão. Quando olhou, tava molhada. Ficou alarmada: como não tinha visto aquele rastro da masturbação? E se o Freddy, quando olhou pra ela, tivesse visto a parte molhada? Logo, várias ideias passaram pela cabeça dela, mas em pouco tempo pensou de novo no desejo de não ser mais virgem. Imaginando que Freddy estava a desvirgando ela, ela estava prestes a se tocar de novo, mas sua reação foi parar. Ela não podia acreditar que seu desejo estava aumentando, num segundo estava assustada e de repente excitada.
Ela desligou a televisão e subiu para o quarto, fechando a porta, se olhando no espelho sem pensar em nada.
Carly: Vou parar com essa fantasia agora mesmo, não aguento mais.
E depois dessas palavras, ela começou a se despir, tirando a roupa, a calcinha e o sutiã, para depois pegar outra roupa, dessa vez do guarda-roupa. Tirou um vestido curto branco, com um cinto rosa na cintura, um sutiã decotado e uma calcinha pequena da mesma cor do vestido. Arrumou o cabelo e, ao se ver no espelho, sabia que era o suficiente. De uma caixa de sapatos, tirou uns saltos altos também brancos e os calçou para ir encontrar Freddy.
Ao chegar, Carly olhou pela janela da porta e viu Freddy fazendo o trabalho que ele disse que faria. Estava nervosa, mas decidida a fazer aquilo. Com uma respiração profunda, ela abriu a porta.
Carly: Oi.
Freddy: O que foi, Carl... Uau.
Ao ver Carly, ele arregalou os olhos para a imagem que via: uma Carly linda, mas ao mesmo tempo gostosa e sexy aos olhos dele, já que nunca tinha visto aquele vestido.
Freddy: E agora, por que você trocou de roupa? Vai ter uma festa?
Carly: Não, só quis vestir esse vestido. Me diz, você gostou?
Freddy só balançou a cabeça, mas Carly via os olhos dele olhando para as pernas dela à mostra. Carly se aproximou mais dele com uma expressão provocante.
Carly: Me diz, posso te ajudar em alguma coisa?
Freddy: Hum... Não... Não se preocupa.
A voz dele falhava um pouco porque Carly não parava de olhar para ele, mas Freddy sabia que ela queria alguma coisa.
Carly: Ei, sua mãe vai voltar quando?
Freddy: Vai voltar amanhã à noite.
Carly: Então você vai ficar sozinho.
Freddy balançou a cabeça de novo, e Carly tinha uma oportunidade de ouro: a amiga dela não estava, o irmão também não, e a mãe de Freddy também não. então não perdeu tempo e foi direto ao ponto, se aproximando mais de Freddy cara a cara enquanto tocava o cabelo dele.
Carly: Posso te perguntar uma coisa?
Freddy: Ahm... Sim, fala?
Carly: Você já fantasiou comigo?
Com essa pergunta, Freddy largou uma das coisas que segurava de repente, como se a pergunta viesse com um empurrão desconfortável. Ele ficou olhando para Carly, nervoso como se ela tivesse descoberto que era verdade. Freddy fantasiava com ela quando se masturbava.
Freddy: Ahm... Eu... Digo... Por que...
Carly: Porque eu fantasio muito, sempre imagino as pessoas que conheço me comendo, principalmente com você.
Freddy ficou muito nervoso cada vez que ela contava suas fantasias, sem perceber que Carly, ao tocar o peito dele, o empurrava mais até encurralá-lo no porta-malas do carro do show. Passava pela cabeça dele que Carly queria transar com ele. Depois de encurralá-lo, Carly colou mais o corpo no dele, e com a mão roçou o volume da calça de Freddy, o que fez Carly olhar para baixo.
Carly: Freddy, você tem uma coisa dura dentro da sua calça, é por isso que tá nervoso?
Ele só ficava olhando para ela, mas sua reação foi de surpresa quando Carly se ajoelhou, deixando o rosto na altura da cintura dele e desabotoando a calça.
Freddy: Carly... mas o que você está?...
Carly: Shhh... calma, só quero ver o que ficou duro aí.
Ela agia como se não soubesse de nada, como se fosse uma menina inocente, e ao terminar de desabotoar a calça e abaixar o zíper, o pau de Freddy saltou para fora. Carly arregalou os olhos de impressão, nunca imaginou que ele tivesse grande, agora ela ficou mais excitada do que nunca, nunca tinha tido um pau na frente do rosto.
Carly: Ah não, Freddy, seu pau, tá duro, e é por minha culpa, não quis fazer isso, agora vou ter que fazer ele baixar.
As palavras dela deixavam Freddy mais tesudo, ele não conseguia agir, nem falar, só via a melhor amiga dele agindo como uma putinha inocente. Momentos depois, ele estremeceu quando Carly começou a masturbar o pau dele. Pouco a pouco.
Carly sabia bem o que estava fazendo, ela estava provocando o melhor amigo dela, mas não ligava. Tinha algo nela que vinha à tona cada vez que isso avançava. Freddy não falava nem impedia, parecia que ele gostava e ela sabia disso, principalmente com seu papel de garota inocente. Alguns minutos se passaram enquanto ela masturbava o pau dele, e decidiu agora lamber. Nunca tinha chupado uma rola antes, mas quando via filmes pornô, no computador que de vez em quando baixava.
E foi assim que fez. Ela começou a lamber devagar enquanto tentava olhar para Freddy para ver o rosto de prazer dele. Mas ele estava com a cabeça jogada para trás, e ela entendeu que estava indo bem. De uma vez, colocou na boca a ponta do pau enquanto só lambia por alguns segundos até enfiar mais e mais. Carly teve dificuldade, sentiu ele crescer um pouco mais dentro da boca dela, mas não ligou, só começou a chupar a rola subindo e descendo a cabeça, enquanto ouvia os gemidos de Freddy curtindo a cena, e massageava as bolas dele, até que de repente ela sentiu um líquido grosso e quente sair, que a fez tirar a boca, e o resto que saiu do pau dele bateu no rosto dela e em parte do cabelo.
Era porra, mas essa porra não era como diziam. Embora fosse grossa e quente, algumas garotas que ela ouvia falar diziam que tinha um gosto estranho, mas essa porra tinha um sabor doce que as papilas gustativas de Carly faziam parecer gosto de morango. Ao olhar de novo para o pau dele, tinha crescido mais, e ela ficou com vergonha ao ver que pulsava em momentos aleatórios e ouvia Freddy respirando pesado de excitação.
Carly: Freddy, você já gozou, mas continua mais duro e maior do que antes, o que eu fiz de errado?
Ela ainda atuava no papel dela, mas ao ver o rosto de Freddy, parecia que ele era um predador acorrentado. Ela sabia que ele ia foder ela, e o melhor que fez foi deitar no chão, abrindo as pernas só um pouco para ele ver a calcinha dela.
Carly: Freddy, não sei como fazer seu pau voltar ao normal, então pega meu corpo, vou deixar você fazer o que quiser comigo.
Aquilo foi sinal verde pra Freddy, e como um leão faminto, ele se jogou em cima da Carly. Abrindo mais as pernas dela, foi direto na buceta dela e começou a fazer sexo oral: Carly esquentou na hora ao sentir e ver o que Freddy tava fazendo. Não ligou que ele rasgou a calcinha dela, o que sentia era gostoso e mágico, e cada vez mais Freddy devorava a buceta dela.
Depois, ele deixou a buceta dela cheia de saliva e fluidos dela mesma, e se preparou pra descobrir os peitos dela, puxando o vestido pra baixo por cima, deixando ele na cintura. Em seguida, começou a chupar os mamilos dela, tocando os peitos dela e, sem parar, com a outra mão passava dois dedos na buceta dela. Carly não imaginava o que ele tava fazendo, foi de 100% pra 200% de tesão, a ponto de ela gozar. Depois disso, acabou: ele parou de lamber e tocar os peitos dela e tirou os dedos da buceta dela, mas o descanso durou só uns segundos.
Freddy abriu as pernas da Carly, levantando elas um pouco, baixando mais a calça dele e tirando a camiseta. Carly nem teve tempo de ver o corpo do Freddy meio definido, só queria sentir mais e mais, até que sentiu algo roçando a buceta dela de novo, e era o pau dele preparado pra entrar; o nervosismo e a vontade aumentaram, ela não aguentava esperar.
Carly: Sim, Freddy, enfia tudo, quero sentir ele dentro...
Mas antes dela terminar, ele enfiou de uma vez, fazendo a Carly soltar um gemido e um grito enquanto arqueava as costas. A sensação de ter um pau dentro do corpo dela era indescritível, mas a dor era muito forte, claro, era a primeira vez dela. Aos poucos, Freddy começou a se mexer enquanto segurava as mãos dela com as dele. Ela sentia dor e prazer ao mesmo tempo, o pau do Freddy não tinha entrado por completo, só um pouco mais da metade, mas parecia que inteiro...
Carly: Ahh... mmm Freddy, dói, mas eu gosto, que gostoso que é.
Ela falava toda gostosa. mas sem receber resposta. Depois de quase 10 minutos comendo ela naquela posição, ele se separou dela por um momento pra tirar completamente a calça dele. Carly viu o pau do Freddy cheio de sangue, o sangue dela... mas isso não importou pra ela, já que ele se colocou atrás dela, levantando a saia do vestido e subindo a perna direita dela. Freddy se ajeitou o máximo possível e novamente enfiou o pau nela, embora não de uma vez dessa vez, mas sim mais devagar. Carly estava muito excitada, o desejo dela tinha sido realizado, e ela não queria que aquilo acabasse.
Freddy aumentava a velocidade e a força um pouco mais. Carly sentia dor, mas não ligava muito de novo, ela só queria que estivessem fodendo ela, e Freddy massageava, beliscava os peitos dela, beijava o pescoço dela, enfim, tudo o que pudesse fazer, já que o corpo de Carly estava à mercê de Freddy.
Tinham se passado minutos ou horas, e Freddy continuava comendo ela em qualquer posição que ele conhecesse, mas Carly não aguentava mais. Ela tinha gozado mais duas vezes, a buceta dela estava muito dolorida das investidas selvagens que Freddy dava de vez em quando, a dor e a excitação não paravam de se misturar. Embora Carly pedisse pra ele ser mais carinhoso, ele não ligava.
Carly: Freddy, não aguento mais, tô cansada, por favor.
Embora fosse a última coisa que queria dizer, não tinha outra escolha a não ser pedir piedade de uma vez.
Freddy: Já já, tudo vai acabar.
Era um milagre Freddy falar, nunca disse nada durante o tempo todo que passou fodendo a amiga dele. Ele tirou o pau e agora levantou Carly com cuidado e pressa, a levou até o porta-malas do carro do show, e colocou o corpo dela deitado, pra que a bunda dela ficasse levantada, fazendo ela abrir um pouco mais as pernas. Ele apalpava as nádegas dela e se posicionou, enfiando de novo, e mais limpo já que os saltos ainda nos pés de Carly faziam com que a buceta dela e o pau dele estivessem na mesma altura. Mas dessa vez mais fundo do que nas outras vezes. Carly soltou um gritinho e um Gemido de excitação, mas ela não aguentava mais, e apoiou o peso do corpo no capô do carro.
E sem perder tempo, Freddy começou a foder ela de novo rapidamente, de um jeito descomunal que Carly pedia pra ele parar, com lágrimas escorrendo. Ela pensou que ele tinha mentido sobre terminar logo, mas sentiu o peso do Freddy se apoiar nas costas dela, e o que veio depois a sacudiu: sentiu o esperma grosso e quente jorrando dentro dela.
Carly: Fre... Freddy, você... tirou... dentro de mim.
Parecia que uma sábia sabia que isso ia incomodar, até assustar uma mulher, mas Carly gostava. Sentir o gozo entrando a jatos fez ela ter o último orgasmo daquele dia. O pau do Freddy não parava de soltar porra, minutos se passaram, até que ele finalmente tirou. Ela sentia escorrer todo o sêmen que entrou nela, e passou os dedos sentindo a porra e os fluidos dela. Meio assustada, virou pra olhar Freddy, com cara de satisfação e exaustão, e o pau dele coberto de gozo e dos fluidos dela, mas já no tamanho normal.
Carly: Freddy, não quero engravidar na minha primeira vez. O que a gente vai fazer?
Freddy: Vem na minha casa, tem pílula do dia seguinte. Minha mãe guarda umas no quarto dela.
Aliviada com as palavras dele, Carly se acalmou. Queria ainda sentir a satisfação da foda, mas com aquele pensamento de gravidez, esqueceu, sumiu completamente. Ela ia vestir o vestido, mas Freddy tocou o ombro dela, fazendo sinal pra parar. Ele virou ela pra desabotoar o que restava do vestido que cobria o corpo dela, até deixar cair.
Freddy: Fica assim um pouco.
Com um sorriso de resposta, Carly obedeceu sem problema. Desceram do elevador pelados e saíram no corredor dos apartamentos. Carly sentiu um pouco de vergonha, com medo de alguém passar e ver ela nua, ainda com gozo na buceta.
Entraram no apartamento sem demora. Freddy disse pra ela esperar na sala, e foi pro quarto da mãe dele. Uns segundos depois, voltou com o remédio e algo pra tomar. Sem pensar duas vezes, ela tomou.
Carly: Ninguém pode saber disso, nem a Sam, ok? Se você fizer isso, a gente continua.
Freddy: Se é um acordo, aceito sem hesitar.
Carly: Valeu.
Ficou um minuto de silêncio, os dois se olhando. Freddy olhou de novo pro relógio da sala, que marcava meia-noite, e Carly fez o mesmo quase ao mesmo tempo.
Carly: Melhor a gente ir dormir, mas não quero dormir sozinha. Quer passar a noite comigo?
Freddy: Claro, isso não se recusa por nada.
Carly sorriu com a resposta dele. Ela pegou ele pelo braço e foram de volta pro apartamento dela, direto pro quarto, meio escuro com a ajuda da luz da lua. Carly foi a primeira a entrar na cama, e Freddy logo atrás, enquanto ela virava de costas.
Carly: Se você ficar duro de novo, não vou te ajudar a voltar ao normal.
Freddy: Já vou dar um jeito, mas te garanto que você vai me ajudar.
FIM
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