Tudo começou numa sexta à tarde. Antes de mais nada, vou contar que sou estudante de psicologia, tenho 22 anos, e essa história é totalmente real...
Quando a faculdade de psicologia da universidade celebrou o dia dela, 20 de maio, cheguei e todo mundo já tava ouvindo música e bebendo. Aí apareceu uma das meninas que tava mais adiantada no curso, chamada "Lucy", com quem eu já tinha atendido alguns pacientes junto. Quando vi ela, cumprimentei numa boa, sem imaginar o que ia rolar.
Vou descrever a mina fisicamente: ela tem altura média, pele clara, cabelo castanho e olhos pretos. Não é magérrima, mas também não é gorda (é bem fornida). Tem peitos pequenos, mas um quadril e uma bunda que compensam demais, fuuu! Aquela raba é um coração invertido lindo.
Uma das razões pelas quais decidi ser coterapeuta dessa gostosa era poder ver aquela bunda maravilhosa toda hora, que eu apreciei durante o processo, e de vez em quando via a calcinha dela quando ela descuidava. Foram bons dias...
Mas voltando à história...
As horas passaram e fui de sóbrio pra completamente bêbado. Mais tarde, vi ela de novo, fumando e bebendo alegremente, e chamei ela pra dançar. Ela topou na hora e dançamos um tempão. Continuamos bebendo e ela me desafiou a entrar na piscina que tava do nosso lado. Quando me toquei, ela já tava dentro, e eu fiquei só de cueca porque não tinha mais roupa. Quando entrei na piscina, nos beijamos um tempão e comecei a passar a mão naquela bunda linda, e ela não reclamou. Depois de alguns minutos, saímos. Eu tava com o pau pequeno por causa do frio do caralho, então minha ereção disfarçou na hora.
Quando saímos da piscina, vesti uma roupa seca e continuei bebendo e fumando maconha. Um tempo depois, a gente voltou a conversar e falei que não tinha onde dormir. O lugar era um sítio e tava um frio do cacete. Aí ela respondeu que eu podia... Dormir com ela, depois de um tempo ela sumiu do meu lado e eu continuei batendo papo com os amigos, então achei que a oferta dela não tinha sido verdade. Pouco depois, eu já tava doidão de bala e bebida, vi que uma barraca se abriu e lá estava ela, me chamando com a mão pra eu ir.
Quando entrei na barraca, ela tava lá com outras amigas conversando, e com um cara que era namorado de uma delas. Quase na hora, a Lucy me ofereceu maconha e a gente fumou mais um pouco. A barraca tinha umas divisórias pequenas dentro, e a gente começou a se separar em duplas. Obviamente, ficamos juntos, começamos a nos beijar, e na mesma hora minha mão foi pra blusa dela. Ela tava tão tesuda que começou a se esfregar na minha perna. Continuei apalpando os peitos dela até chegar nos bicos, que estavam duros e pontudos, e comecei a chupá-los enquanto minha mão direita acariciava a buceta carnuda dela por cima do short. Ela fazia força pra não gemer muito alto. Depois de tirar o sutiã dela, me preparei pra descer, tirar o short e beijar a buceta dela por cima da calcinha. Ela se contorcia e gemia quando eu fazia isso. Aí, baixei a calcinha dela e comecei a lamber a buceta inteira, tentando enfiar a língua na vagina dela enquanto enfiava os dedos na boca dela. Ela fazia cada vez mais barulho e eu tava pouco me fodendo.
Os sucos salgados dela estavam na minha boca e eu chupava com ainda mais gosto. Comecei a enfiar dois dedos nela e a beijei depois de um tempinho. Comecei a esfregar a pica na buceta encharcada dela, e ela respondeu com uma rebolada de quadril bem gostosa. Quando isso aconteceu, senti que a droga tinha baixado, e a buceta dela pulsava no tronco da minha pica. Não aguentei mais e me preparei pra entrar naquela caverna molhada. Então ela mordeu o osso da minha clavícula, o que me incentivou a penetrar ela com mais força e mais rápido, enquanto ela gemia e me abraçava com força, na posição tradicional de papai-e-mamãe. Ficamos assim por alguns minutos enquanto ela mordia os lábios pra não fazer mais barulho, as colegas do lado ficavam inquietas com o que a gente tava fazendo. Quando gozei, senti a vista escurecer e ela mal conseguia se mexer de tão cansada. A gente dormiu e eu nem me preocupei em pedir pra ela se vestir, mesmo com os outros ali dentro.
Já passava das 5 da manhã e eu tava congelando, enquanto a Lucy já tava do meu lado, toda encolhida com o cobertor dela. Fiquei puto, saí da barraca pra procurar minha jaqueta na mochila, que obviamente não achei, e não tive outra opção senão dormir lá dentro da barraca mesmo, congelando igual um cachorro. Aí vi a Jess (outra mina que dormia na barraca e que também foi minha co-terapeuta) e perguntei se podia me cobrir com ela, e a mulher respondeu que sim. Assim que me deitei, fiquei uns cinco minutos parado, e logo comecei a tocar de leve a barriga dela, devagar, e subi minha mão até os peitos quentinhos dela. Na sequência, minha mão foi descendo devagar o zíper daquele macacão ridículo que ela tava usando pra dormir, e comecei a acariciar delicadamente os bicos dos peitos dela, quando notei que a respiração dela ficou mais pesada e funda. Devagar, levei a mão até a buceta dela e toquei os lábios com ritmo e suavidade, e ela começou a ficar toda molhadinha. Enfiei meus dedos na buceta dela, e ela soltava gemidos suaves. Perguntei se ela não tinha um camisinha, e ela respondeu tristemente que não... Aí eu me virei pra fazer ela gozar só movendo meus dedos com energia até ela terminar... Era mais fácil pagar uma pílula do dia seguinte do que duas.
No dia seguinte, eu tinha uma boa anedota, os joelhos ralados e um motivo pra minha namorada da época terminar comigo.
Quando a faculdade de psicologia da universidade celebrou o dia dela, 20 de maio, cheguei e todo mundo já tava ouvindo música e bebendo. Aí apareceu uma das meninas que tava mais adiantada no curso, chamada "Lucy", com quem eu já tinha atendido alguns pacientes junto. Quando vi ela, cumprimentei numa boa, sem imaginar o que ia rolar.
Vou descrever a mina fisicamente: ela tem altura média, pele clara, cabelo castanho e olhos pretos. Não é magérrima, mas também não é gorda (é bem fornida). Tem peitos pequenos, mas um quadril e uma bunda que compensam demais, fuuu! Aquela raba é um coração invertido lindo.
Uma das razões pelas quais decidi ser coterapeuta dessa gostosa era poder ver aquela bunda maravilhosa toda hora, que eu apreciei durante o processo, e de vez em quando via a calcinha dela quando ela descuidava. Foram bons dias...
Mas voltando à história...
As horas passaram e fui de sóbrio pra completamente bêbado. Mais tarde, vi ela de novo, fumando e bebendo alegremente, e chamei ela pra dançar. Ela topou na hora e dançamos um tempão. Continuamos bebendo e ela me desafiou a entrar na piscina que tava do nosso lado. Quando me toquei, ela já tava dentro, e eu fiquei só de cueca porque não tinha mais roupa. Quando entrei na piscina, nos beijamos um tempão e comecei a passar a mão naquela bunda linda, e ela não reclamou. Depois de alguns minutos, saímos. Eu tava com o pau pequeno por causa do frio do caralho, então minha ereção disfarçou na hora.
Quando saímos da piscina, vesti uma roupa seca e continuei bebendo e fumando maconha. Um tempo depois, a gente voltou a conversar e falei que não tinha onde dormir. O lugar era um sítio e tava um frio do cacete. Aí ela respondeu que eu podia... Dormir com ela, depois de um tempo ela sumiu do meu lado e eu continuei batendo papo com os amigos, então achei que a oferta dela não tinha sido verdade. Pouco depois, eu já tava doidão de bala e bebida, vi que uma barraca se abriu e lá estava ela, me chamando com a mão pra eu ir.
Quando entrei na barraca, ela tava lá com outras amigas conversando, e com um cara que era namorado de uma delas. Quase na hora, a Lucy me ofereceu maconha e a gente fumou mais um pouco. A barraca tinha umas divisórias pequenas dentro, e a gente começou a se separar em duplas. Obviamente, ficamos juntos, começamos a nos beijar, e na mesma hora minha mão foi pra blusa dela. Ela tava tão tesuda que começou a se esfregar na minha perna. Continuei apalpando os peitos dela até chegar nos bicos, que estavam duros e pontudos, e comecei a chupá-los enquanto minha mão direita acariciava a buceta carnuda dela por cima do short. Ela fazia força pra não gemer muito alto. Depois de tirar o sutiã dela, me preparei pra descer, tirar o short e beijar a buceta dela por cima da calcinha. Ela se contorcia e gemia quando eu fazia isso. Aí, baixei a calcinha dela e comecei a lamber a buceta inteira, tentando enfiar a língua na vagina dela enquanto enfiava os dedos na boca dela. Ela fazia cada vez mais barulho e eu tava pouco me fodendo.
Os sucos salgados dela estavam na minha boca e eu chupava com ainda mais gosto. Comecei a enfiar dois dedos nela e a beijei depois de um tempinho. Comecei a esfregar a pica na buceta encharcada dela, e ela respondeu com uma rebolada de quadril bem gostosa. Quando isso aconteceu, senti que a droga tinha baixado, e a buceta dela pulsava no tronco da minha pica. Não aguentei mais e me preparei pra entrar naquela caverna molhada. Então ela mordeu o osso da minha clavícula, o que me incentivou a penetrar ela com mais força e mais rápido, enquanto ela gemia e me abraçava com força, na posição tradicional de papai-e-mamãe. Ficamos assim por alguns minutos enquanto ela mordia os lábios pra não fazer mais barulho, as colegas do lado ficavam inquietas com o que a gente tava fazendo. Quando gozei, senti a vista escurecer e ela mal conseguia se mexer de tão cansada. A gente dormiu e eu nem me preocupei em pedir pra ela se vestir, mesmo com os outros ali dentro.
Já passava das 5 da manhã e eu tava congelando, enquanto a Lucy já tava do meu lado, toda encolhida com o cobertor dela. Fiquei puto, saí da barraca pra procurar minha jaqueta na mochila, que obviamente não achei, e não tive outra opção senão dormir lá dentro da barraca mesmo, congelando igual um cachorro. Aí vi a Jess (outra mina que dormia na barraca e que também foi minha co-terapeuta) e perguntei se podia me cobrir com ela, e a mulher respondeu que sim. Assim que me deitei, fiquei uns cinco minutos parado, e logo comecei a tocar de leve a barriga dela, devagar, e subi minha mão até os peitos quentinhos dela. Na sequência, minha mão foi descendo devagar o zíper daquele macacão ridículo que ela tava usando pra dormir, e comecei a acariciar delicadamente os bicos dos peitos dela, quando notei que a respiração dela ficou mais pesada e funda. Devagar, levei a mão até a buceta dela e toquei os lábios com ritmo e suavidade, e ela começou a ficar toda molhadinha. Enfiei meus dedos na buceta dela, e ela soltava gemidos suaves. Perguntei se ela não tinha um camisinha, e ela respondeu tristemente que não... Aí eu me virei pra fazer ela gozar só movendo meus dedos com energia até ela terminar... Era mais fácil pagar uma pílula do dia seguinte do que duas.
No dia seguinte, eu tinha uma boa anedota, os joelhos ralados e um motivo pra minha namorada da época terminar comigo.
0 comentários - As psicoterapeutas e o aprendiz