Estoy cansado de escuchar essa cutie é fácil (em seu defeito flaco), NÃO, ASSIM NÃO!.
Que culpa temos alguns mortais de ser acessíveis a outras pessoas, o prazer não se lhe nega a ninguém.
Mas os DOBLEMORAL o veem mal, (incluindo as parceiras). por um que outro sim que demos em alguma etapa da vida, nos condenam com E QUE QUERES SE SOS RE FACIL, desmitifiquemos as palavras, se uma amiga tem calor vaginal e podemos dar-lhe uma mão (ou a língua), por que não fazer esse ato de humanidade. ¡¡¡quem não teve o pênis duro como o obelisco!!! e alguma boa pessoa nos ajudou prestando-nos sua mão ou boca para que podíamos caminhar sem problema de romper a calça, é ser solidário com o outro.
Para que vivemos em sociedade se não ajudamos ao outro com o que podemos ou sabemos. Todos alguma vez fomos Virgens e alguém nos deu sua experiência. E não são Velhas Putas, assaltam creches, são realmente Professoras no arte do prazer.
Deixemos de lado essas hipocrisias do mundo atual.
Por que não deixar que um saia livremente a passear sem ser tildado de Gatero pela parceira?(no caso feminino sair a machear).
Quando alguém comete o suicídio de casar, seu passado é a condena do seu futuro. te contam as faltas desde o dia que te conheceu até a atualidade.
E a dúvida não te deixa livre da condena, nesse caso aumenta a sentença, porque entra no mundo da hipótese e abre a porta de um subrealismo que nem Dalí se imaginou.
Seus amigos são complices e sequazes das suas fraquezas (como é um juízo são participes necessários). sua família te cobre as cagadas, A essa altura, você pensa se é uma brincadeira ou é sério o que está vivendo. E te desconecta da realidade. quando voltas ela está mais quente que antes e te diz a celebre frase -ves que nunca me des bola (coisa que é verdadeiro, porque sua libido fez eutanásia dois minutos após começar o julgamento)
Aceptemos que somos livres e que ser fácil não é a palavra, mas ACESSÍVEIS, e tratemos de não mudar o mais lindo que tem a vida O PRAZER seja dando ou recebendo. E lembrem-se A FODA QUE SE ACABA O MUNDO (se não passarmos bem, igual)
Que culpa temos alguns mortais de ser acessíveis a outras pessoas, o prazer não se lhe nega a ninguém.
Mas os DOBLEMORAL o veem mal, (incluindo as parceiras). por um que outro sim que demos em alguma etapa da vida, nos condenam com E QUE QUERES SE SOS RE FACIL, desmitifiquemos as palavras, se uma amiga tem calor vaginal e podemos dar-lhe uma mão (ou a língua), por que não fazer esse ato de humanidade. ¡¡¡quem não teve o pênis duro como o obelisco!!! e alguma boa pessoa nos ajudou prestando-nos sua mão ou boca para que podíamos caminhar sem problema de romper a calça, é ser solidário com o outro.
Para que vivemos em sociedade se não ajudamos ao outro com o que podemos ou sabemos. Todos alguma vez fomos Virgens e alguém nos deu sua experiência. E não são Velhas Putas, assaltam creches, são realmente Professoras no arte do prazer.
Deixemos de lado essas hipocrisias do mundo atual.
Por que não deixar que um saia livremente a passear sem ser tildado de Gatero pela parceira?(no caso feminino sair a machear).
Quando alguém comete o suicídio de casar, seu passado é a condena do seu futuro. te contam as faltas desde o dia que te conheceu até a atualidade.
E a dúvida não te deixa livre da condena, nesse caso aumenta a sentença, porque entra no mundo da hipótese e abre a porta de um subrealismo que nem Dalí se imaginou.
Seus amigos são complices e sequazes das suas fraquezas (como é um juízo são participes necessários). sua família te cobre as cagadas, A essa altura, você pensa se é uma brincadeira ou é sério o que está vivendo. E te desconecta da realidade. quando voltas ela está mais quente que antes e te diz a celebre frase -ves que nunca me des bola (coisa que é verdadeiro, porque sua libido fez eutanásia dois minutos após começar o julgamento)
Aceptemos que somos livres e que ser fácil não é a palavra, mas ACESSÍVEIS, e tratemos de não mudar o mais lindo que tem a vida O PRAZER seja dando ou recebendo. E lembrem-se A FODA QUE SE ACABA O MUNDO (se não passarmos bem, igual)
3 comentários - um não é fácil, é acessível!
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