La cola de mi cuñada...

Este post não é de minha autoria, mas estou compartilhando...

Aproveitem...

Meu nome é Alejandro, tenho 25 anos e vou contar o que aconteceu comigo há pouco tempo na casa dos meus sogros. Estou junto com minha namorada há 2 anos, e na primeira vez que ela me levou na casa dela, conheci a irmã dela, Cristina. Naquela época, a irmã dela tinha só 16 anos, mas já dava pra ver que quando crescesse ia ser uma garota muito gostosa. Eu, sinceramente, não dei muita atenção pra ela; pra mim só existia a Cinthia, minha namorada. Mas agora, depois desses anos, não consigo evitar de reparar como a irmãzinha dela está ficando uma delícia.

Agora que ela tem 18, o corpo dela se desenvolveu pra caralho. Ela tem uns 1,70m. Ficou mais gostosa que minha namorada, e agora a menininha tem um corpo de matar. Ela é de pele branca como a neve, com olhos verdes e cabelo preto na altura dos ombros. Tem uma cinturinha perfeita que faz destacar muito as nalgas enormes que se desenvolveram nela. Não tem muito peito, digamos que tem umas tetas de tamanho normal. Sempre que vou na casa da Cinthia, não consigo deixar de procurar uma oportunidade pra ver a rabuda da irmãzinha dela.

Outro dia fui buscar minha namorada e quem abriu a porta foi a Cristina. Ela disse que a Cinthia estava tomando banho, mas que eu entrasse e esperasse. Eu, sorrindo, entrei, e a Cristina foi pra cozinha. Como a sala dá direto na porta da cozinha, pude notar que ela estava lavando louça e estava de costas pra mim. Eu não perdi a oportunidade de pegar meu celular e gravar aquele cuzão delicioso que essa menina tem. Gravei e gravei, e não consegui evitar que meu pau ficasse duro. Ela estava usando uns jeans desbotados bem justinhos, com fiapos pendurados e rasgados nas pernas. Tinha uma camiseta branca bem curtinha que chegava na cintura. E no bolso de trás da calça, ela levava o celular dela. Era incrível ficar gravando aquelas nalgas enormes posando só pra mim. Comecei a gravar de baixo pra cima, e era inacreditável as pernas torneadas que ela tem de tanto andar. de bicicleta. Era uma delícia como a costura do meio da calça ia se enfiando naquele rabão suculento. Essa menina tem uma bunda de Deusa.

Eu ia começar a abrir o zíper da minha calça pra bater uma, porque já não aguentava mais, mas nisso minha namorada saiu e me disse que já estava pronta. Não tive escolha a não ser me segurar e tentar disfarçar minha respiração ofegante. Fomos pra festa e tudo ficou por isso mesmo.

Uns dias depois fui visitar a Cinthia de novo. Sempre tenho o costume de ligar pra ela antes de ir, mas dessa vez estava perto da casa dela e achei fácil passar pra dar um oi. Cheguei e, pra minha surpresa, parecia não ter ninguém em casa, mas quando eu estava indo embora, a Cristina abre a porta. Eu voltei na hora e, ao perguntar pela Cinthia, ela disse que não estava, que tinha ido com os pais visitar um tio que estava muito doente fora da cidade. Perguntei por que ela não tinha ido junto, e ela disse que estava esperando uma entrega de pacote muito urgente que o pai dela estava esperando, e que além disso amanhã tinha prova de matemática.

Bom, falei, então a gente se vê depois. Mas ela, apressada, me perguntou se eu podia ajudar ela a estudar alguns assuntos que não estavam indo muito bem. Eu acabei de me formar em engenharia e ela sabia muito bem que eu era uma ajuda excelente. Eu vi a ocasião como uma boa oportunidade de ficar um tempo sozinho com essa gostosa que me deixa duro toda vez que vejo. Fomos pra sala e, depois de ter resolvido todas as dúvidas dela, ela disse que estava exausta e que cairia bem algo gelado pra beber. Me ofereceu cerveja e ela tomou uma limonada com água mineral. Enquanto tomávamos nossas bebidas, ela me perguntou algo que eu não esperava. Ela disse:

C: Ei, Alejandro, você... Teve muitas namoradas antes da minha irmã?
A: Algumas... Por que pergunta?
C: É que a verdade é que você é muito gato e acho que devem sobrar garotas que queriam ser suas namoradas.
A: Bom, obrigado pelo elogio, mas Verdade, não reparo muito nisso (mentira)... Aí perguntei: E você, cunhadinha? Ainda não tem namorado?
C: Eu gosto de vários caras, mas ninguém tem coragem ainda, na verdade nem sei se repararam em mim.
A: Claro que repararam, é só se olhar, você é muito gostosa e tem um corpo lindo.
C: Sério que você acha? Quando você vê uma mulher, no que repara?
A: Até te falaria, mas como você é minha cunhada, não sei se tenho coragem.
C: Vai, me conta, juro que não conto pra ninguém.
A: Mmm... Então, eu gosto de mulheres com bundas grandes e redondas, acho uma delícia.
C: Nossa! Que isso! E eu aqui reclamando tanto da minha bunda hahaha! Já que estamos nessa, me diz, o que acha da minha?
A: Mmm... Bom, pra falar a verdade, gosto muito, demais até. Mais ainda, você podia se levantar pra eu ver?
C: Ai, Alejandro, que perguntas você faz... Tá bom, lá vou eu.

Quando vi ela parada na minha frente, exibindo aquela bundona gostosa nesses jeans tão justos, não consegui evitar me aproximar pra sentir o cheiro da bunda dela.

C: O que você tá fazendo, Alejandro? Perguntou Cristina, surpresa.
A: É que eu amo suas nádegas, cunhadinha. Tão deliciosas nessa calça jeans desbotada.
C: Quer ver elas um pouco mais?
A: Claro que sim, respondi apressado.

Nisso, ela começou a abaixar a calça devagar, e eu fui vendo uma calcinha branca de cetim em formato de V que parecia que ia estourar. Foi aí que não me segurei e comecei a agarrar a bunda dela com toda força, sentir o cheiro e comecei a lamber toda aquela bunda redonda. Meu pau já tava prestes a explodir quando perguntei: Você me deixaria meter?

C: Alejandro, olha... Bem, eu ainda sou virgem e quero continuar assim por mais um tempo... Mas se quiser, pode meter no meu cu. Por trás já coloquei coisas e meu cu é bem elástico...

Meu Deus!!! Não acreditei no que ela tava me dizendo. Isso era um sonho realizado. Eu tirei meu pau duro como pedra e deitei ela de barriga pra baixo nas cadeiras da sala de jantar. Mas ela me pediu pra correr até o quarto dela e pegar um pote de vaselina que tava na gaveta do criado-mudo esquerdo. Fui que nem um raio e voltei com o coração batendo a mil por hora. Aí comecei a passar vaselina na bunda redonda dela toda, massageando aquelas nádegas deliciosas, esperando minha pica dura e quente. Depois, ela abriu aquela bundona e pediu pra eu meter tudo. Comecei enfiando um dedo naquele cu rosado que tava uma delícia, e aí apontei a pica e fui enfiando devagar, de um jeito muito gostoso.

Quando enfiei tudo, ela apertou a bunda e a diversão aumentou. Comecei a comer ela de um jeito bestial, empurrando com força, quase querendo atravessar ela de tanto tesão que eu tava naquele cuzão quente. Era uma delícia como a bunda dela batia e fazia barulho a cada estocada que eu dava. Tava dando uma foda tão violenta que as cadeiras da sala de jantar começaram a chiar, parecendo que iam quebrar, mas a gente não tava nem aí.

Ela só queria sentir minha pica fervendo entrando naquele rabo, e eu só queria saborear cada segundo daquela buceta que o destino me deu. A gente ficou nessa por um bom tempo. Até que chegou a parte inevitável. Senti que ia gozar, quando de repente ouvimos um carro chegando lá fora. "São meus pais!", ela disse, assustada. E eu, sem parar de comer ela, vi pela janela da sala que minha namorada tava abrindo a garagem pro pai dela estacionar o carro. Aí falei pra Cristina: "Deixa eu terminar de gozar, já tô quase lá..."

Me apressei a meter e meter até começar a jorrar jatos de porra quente no cu dela. Tirei a pica pra deixar os jatos de leite escorrerem por toda a bunda dela, e na hora mandei ela correr pro quarto, que eu ia entreter a Cinthia e os pais dela. Cristina saiu correndo com a bunda cheia de porra, enquanto eu dava um beijo na minha namorada e cumprimentava meus sogros...

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