Olá mais uma vez, comunidade. O último conto do ano. Que 2014 nos receba com mais e melhor sexo. Aproveitem e comentem! As opiniões de vocês são muito úteis.Segundo o último censo de 2010 da República Argentina, tem 1.069.564 mulheres a mais que homens. A gente tem uma vantagem enorme. É mentira que tem 7 pra cada um, mas mais de uma, sim. Não tenho estatísticas de lesbianismo, mas de qualquer jeito, com certeza a quantidade de mulheres hétero sozinhas significa que a gente tem muito menos chance de acabar a vida sozinho, ou mais chance de terminar acompanhado na cama qualquer noite, se o destino der uma forcinha. Vamos dar uma analisada nos números. Só vamos pegar as mulheres com idade pra se relacionar. Como a mulher costuma viver mais que o homem, é provável que do total, um monte sejam velhinhas, e mais um tanto do grupo que eu chamo deNEPTT(Nem Fudendo Eu Te Toco). Do mesmo jeito, pensando no pior cenário possível, não dá pra descartar que o tempo todo tem casais se separando, tem muita mulher infiel, turista, puta, carente, entregadora, bêbada; a matemática continua favorecendo a gente, se a gente não come ninguém, ou a gente tem muito azar ou realmente não quer (ou elas não querem). É uma equação simples de necessidade. Num concurso de insatisfação sexual, obrigatoriamente as mulheres deveriam ganhar. A mulher é um ser extremamente passional, precisa de amor pra dar sexo, a gente ao contrário, dá amor porque precisa de sexo. Isso, senhores, é, na minha opinião, uma grande vantagem. Como a mulher está em desvantagem demograficamente, tem medo de ficar sozinha, o que faz reduzir seu filtro na escolha masculina e a torna mais receptiva a relacionamentos casuais, ainda mais se uma mulher sai da zona de "desejabilidade" por causa de filhos, idade avançada, adiposidade, etc. E como saber é poder, eu me aproveitei desse recurso na história a seguir:
Paralelamente ao meu trabalho, passo algumas horas por semana ajudando numa ONG responsável por manter um colégio de ensino médio para adultos de baixa renda. Uma amiga, Yael, que é vitalícia do grupo NEPTT, é encarregada da tarefa organizacional e de vários eventos que fazem o instituto funcionar, tudo na base do esforço e com racionalização de recursos. Ela tem amizades por todo lado e a verdade é que sempre sabe se virar diante de qualquer adversidade. Um mês atrás surgiu a necessidade de adicionar um refeitório ao colégio e Yael soube se virar pra conseguir mesas, louça, utensílios de cozinha; o que sempre falta é grana, ou nesse caso alimentos, e alguém que cuide da cozinha de graça.
No domingo passado, Yael toca a campainha apesar das minhas reclamações e avisos de que domingo é sagrado pra mim, que não trabalho pra ninguém e só quero descansar. Pra Yael não existe as barreiras. Minha mulher abre e entra na minha casa com um jeito de pidona
e me diz:
_ Flaquito, você precisa me fazer um favor
Eu não respondi, olhei pra ela com ódio e ela continuou:
_ Arranjei uma cozinheira, é uma amiga velha do bairro e tá aqui fora. A parada é que juntei grana pra ir no mercado central... mas não consigo transporte, cê não dá uma mão com a caminhonete?
Ela faz méritos inigualáveis pra reerguer o colégio, consegue recurso de onde não tem e eu admiro ela pra caralho, mas domingo é domingo, meu único dia de preguiça. Ela completou:
_ Por favor, flaquito, a gente paga a gasolina_ Com os olhos marejados e as mãos juntas
_ Te odeio, mas beleza, vamos nessa
Ela pula de alegria, me despeço da minha mulher com um beijo e a Yael, depois de abraçar ela, me arrasta até a porta:
_ Te apresento a Sandra, a cozinheira. Sandra, esse é o flaquito, um amor de pessoa
Vejo uma mulher de no máximo 40 anos, magra, com dreads, óculos escuros e uma menina de uns 11 anos de mão dada, não prestei muita atenção
_ Oi, prazer, essa é minha filha Flor
_ O prazer é meu, bora logo pra gente voltar o mais rápido possível
Claro que elas duas falaram a viagem inteira igual papagaio de besteiras femininas, enquanto a menina pulava pra todo lado me deixando nervoso. Eu cantava baixinho: Que otáriooo, que otáriooo!!! A hora inteira que durou a viagem.
Chegamos e, claro, era uma zona de gente, pra estacionar, pra andar, pra comprar, eu não conseguia disfarçar a cara de bunda, enquanto a Yael me pegava carinhosamente pelo braço e falava:
_ Muito obrigada, flaquito, tem paciência que num piscar de olhos a gente vai embora, a Sandra manja muito.
Mentirosa cruel, iam e vinham consultando preços, pra economizar 2 reais atravessavam de uma ponta à outra, e pra completar, me enfiam a menina pra não atrapalhar elas enquanto compram. Que garota insuportável, parecia que só sabia falar "Cê me compra?". Eu andava atrás delas com a menina Arrastando os pés,
como um legionário no deserto, e pra mudar meu humor, comecei a olhar com mais
atenção pra Sandra, já que a Yael é impossível de olhar.
Não tinha muito o que destacar, era magra demais pro meu gosto, consequentemente quase
não tinha bunda, e muito menos peitos, claro. O que ela tinha de sobra era uma personalidade
muito avassaladora, daquelas fofinhas lutadoras que foram abandonadas pelos parceiros assim que
descobriram que estavam grávidas, que mostram demais o lado masculino, daquelas
que ficam fazendo piadas de sexo mesmo tendo uma menor de idade ouvindo.
Isso não me parece atraente, eu sendo homem não faço isso. Também não curto o cabelo
dela com dreads, associo com sujeira. O que me pareceu atraente nela primeiro
foi o jeito de andar, muito feminino, mexendo a bundinha pequena sutilmente,
acariciando o ar; mas o que realmente me deixou doido na Sandra foi quando ela tirou
os óculos de sol pra olhar melhor uma certa mercadoria. Parece mentira, mas ao tirar
os óculos eu finalmente pude contemplar as belas feições que ela tinha, primeiro claro os
olhos, castanhos claros, brilhantes, com um olhar capaz de derreter aço, maquiados
muito caprichados como poucas vezes vi, menos ainda no mercado central, finalizados com umas
sobrancelhas finas bem arqueadas, o que dava a ela uma cara de guerreira, de menina
má; um narizinho pequeno quase adolescente, e acima de tudo, uma boquinha bem
grossa, lábios salientes e macios que convidavam a morder, era uma trombinha pra chupar
inteira e passar a língua, mais tentadora que um doce de leite. A partir
daí ferrou, o instinto de macho não me deixou tirar o olho dela todo o tempo
que durou nosso passeio de compras. A única coisa que me distraía era a Flor, a filha inquieta
de 11 primaveras, que milagrosamente se acalmava com as piadas bobas que eu fazia.
Tenho um dom com crianças. Sandra de vez em quando me dava um olhar, e de vez em
quando um sorriso. Um pouco Fui deixando a raiva passar e fui me aproximando dela pra conversar, achei ela muito simpática também. Era inevitável que eu acabasse obcecado por ela, me conheço.
Um par de horas depois, exaustos, pegamos o caminho de volta, agora já conversávamos os 3 numa boa e se a menina ficava irritada, com umas palavras minhas ela se acalmava na hora. Consegui ganhar o respeito dela.
Chegamos no colégio e começamos a descarregar os pacotes, Flor ficou com uns meninos brincando, Yael seguiu com as coisas dela, que são demais, e eu fiquei ajudando Sandra na cozinha. Ela fala comigo entre risadinhas, sem me olhar:
_ Acho que Flor se apaixonou por você
_ É... meus pais me fizeram bonitão, não tenho culpa
_ Ahh... ha, ha, para, o cara se achou
_ Por acaso te parece estranho alguém se apaixonar por mim? Não sou gostoso?
_ Eu falo porque Flor tá crescendo muito rápido e nem percebo como o tempo passa
_ O que me preocupa no tempo passar é chegar o dia em que eu me arrependa por não ter feito coisas que já são tarde pra fazer
_ Por exemplo?
_ Que o dia termine sem eu ter nem sequer roçado com um dedo na sua boca_ me aproximando um pouco mais, fixando o olhar nela_ provar você seria o paraíso, adoro_ finalizei, aproximei meu polegar dos lábios dela e ela deixa eu tocar por um segundo, depois se afasta exaltada_ O que cê tá fazendo?_ grita baixinho_ Você é um cara casado!.
_ Eu nunca faço isso, mas também nunca tive tão perto uma mulher como você_ Me aproximo ligeiro e beijo ela com gosto, ela não demora pra embarcar na viagem e em um segundo eu já tava com o pau duro esfregando intenso na virilha dela por cima da roupa, enfio uma mão na bunda pequenina dela e sem demora ela pega no meu volume, dava pra ver que o corpo dela pedia uma boa pica há muito tempo, o instinto selvagem da necessidade sexual dela não conseguiu se segurar, e eu fui o sortudo da vez. Cuidando pra ninguém estar por perto, tiro meu pau e ela começa a bater uma punheta pra mim me olhando com uma fúria fingida.
Peço pra ela me chupar, e ela topa na hora. Como foi tudo muito espontâneo, a boca dela, carnuda e gostosa, dava umas chupadas tão suaves, e com o risco de sermos pegos, bateu uma vontade de gozar na mesma hora. Avisei, como manda o figurino, mas ela não sai. Toda minha porra foi pra boca dela, e juro por Deus que ela não fez nem careta de nojo. Continuou chupando devagar, como quem toma um sorvete, até deixar meu pau mole, saboreando cada segundo. Engoliu tudo, e nem uma gota caiu no chão. Me deixou de perna bamba e boca aberta. E pra coroar como a melhor chupada da minha vida, ela deu uns últimos chupões me olhando séria nos olhos. Se levantou, me encarou por mais um instante, e calada começou a separar uns pacotes que eram pra consumo pessoal, como se nada tivesse acontecido. Ela ficou super excitada, e eu, mesmo depois de ter gozado e me sentindo moralmente culpado pelo que tava fazendo, não deixei passar a oportunidade. Falei:
— Quer que te leve pra sua casa?
Ela faz um silêncio interminável e responde:
— Olha, não quero te decepcionar, tenho que te falar a verdade. Fiz o que fiz porque a gente prometeu te pagar a gasolina e ficamos sem um puto. Me sinto um lixo, me desculpa.
— (Essa Sandrinha era uma puta sensível pra caralho) Esquece, não fiz o favor por dinheiro. Sempre ajudo na escola. E longe de me sentir ofendido, me sinto super lisonjeado pelo momento que você me deu.
Ela não responde. Continuei:
— E como vai levar os pacotes se não tem grana?
— Andando, tô acostumada. São só dez quarteirões.
— Esquece, por dez quarteirões te levo de graça. Vamos, bora.
— Você é um amor. Vou avisar a Flor e a gente vai, assim não te faço perder mais tempo.
O jeito dela falar acabou com minha testosterona. Me senti meio usado... mas não seria nada mal ser usado assim mais vezes. Fim das contas, nem sei por que me prestei a fazer o favor se ela parecia querer. tira isso pra cima de mim o mais rápido possível. A masculinidade te obriga a fazer umas palhaçadas, tipo quando meu cachorro fica 3 dias na porta do vizinho na esperança de pegar a putinha dele quando entra no cio. Me senti exatamente igual ao meu cachorro quando carregava as sacolas na caminhonete enquanto as minas subiam. A Flor tava louca de tesão, insistia pra mim e pra mãe dela pra eu ficar pra jantar com elas, parecia que era verdade que a garota tinha se apaixonado por mim (se ela ficar tão gostosa quanto a mãe, daqui 6 anos vou buscar ela). A Sandra calava ela e respondia por mim recusando, dizendo que eu tava muito ocupado e cansado. De novo veio na minha cabeça a imagem do meu cachorro enquanto estacionava.
Elas moravam num primeiro andar de um prédio bem velho, sem elevador, numa situação bem precária, um conjugado com uma cama de casal pra duas, mal pintado, bem escuro, mas com enfeites e cores que davam um toque de alegria e personalidade. A Sandra manda a Flor comprar cigarro, ela aceita depois de umas súplicas e resmungos, enquanto eu arrumo as sacolas num canto. Não termino de me virar que a Sandra se pendura no meu pescoço e enfia a língua até minha garganta, me olha e fala:
_ O único boteco aberto fica a 3 quarteirões, então temos uns minutinhos até ela voltar _ Enquanto desabotoa minha calça e amassa minha piroca dura como pedra
_ Não tenho camisinha _ Falo com uma expressão trágica de derrota
_ Goza dentro de mim, de boa, fiz laqueadura, só não quero que a gente use a cama, porque a Flor também dorme ali _ Enquanto beijava meu pescoço. Ninguém falou mais nada, com a euforia de um gol de ponta a ponta, levantei a blusa dela, chupei bem os peitos enquanto ela deixava a calça cair. Ela gemia e me batia uma punheta, eu apertava a bunda dela com uma mão e com a outra ia tentando enfiar uns dedos na buceta que ia ficando molhada aos poucos. quando finalmente enfiei um dedo inteiro e ela apertava minha nuca de êxtase. Peguei ela no colo, aproveitando que era bem magrinha, e comecei a meter nela de pé com tudo. Ela franzia o rosto, com os olhos quase fechados e a boca bem aberta, colocando a língua pra fora, brincando com a minha, vários fios de saliva uniam nossas bocas numa cena bem hardcore. Na contra mão do tempo, comecei a meter bem forte, como se estivesse me vingando de como ela me usou e me fez sofrer o dia inteiro, pra valer a pena ela ter ferrado meu domingo, meu domingo, o jogo, o descanso. Eu subia e descia ela à minha vontade com meus braços, pra ela percorrer bem meu pau inteiro, da ponta até o saco, com a buceta dela ensopada, esfomeada de sexo, enquanto os dreads dela acompanhavam o ritmo. Não bastava, eu queria que ela sentisse, que sofresse de prazer, que nunca esquecesse aquele dia; fui tirando devagar, ela me olhava como um cordeiro prestes a ser degolado, fiquei parado um instante com metade da cabeça do pau dentro dela, quase saindo, e enfiei de repente, fazendo ela gritar estridente, e meti mais forte, e mais forte, ela colocou a mão na boca pra abafar os gritos incontroláveis, apertei bem a bunda dela com as duas mãos, querendo partir ela ao meio, rangendo os dentes, e deixei meu gozo encher ela, estocada após estocada, fundo, agora cada vez mais devagar e com o pau agonizante, suado, triunfante. Nos separamos exaustos. Ela, cambaleando, se lava na pia da cozinha e eu faço o mesmo no banheiro.
Ficamos em silêncio por um bom tempo, terminando de nos vestir, a última coisa que ela diz, sentada na cama, é: _Pelo amor de Deus, preciso de um cigarro_ Um minuto depois aparece a Flor com o tão esperado maço, eu, dada a ocasião, me retiro, aceno pra Sandra de longe, que não diz uma palavra, só levanta o braço, a Flor me abre a porta, me abraça e diz:
_ Tchau. Tomara que volte logo
_ É... tomaraValeu por ler!! Kiki
Paralelamente ao meu trabalho, passo algumas horas por semana ajudando numa ONG responsável por manter um colégio de ensino médio para adultos de baixa renda. Uma amiga, Yael, que é vitalícia do grupo NEPTT, é encarregada da tarefa organizacional e de vários eventos que fazem o instituto funcionar, tudo na base do esforço e com racionalização de recursos. Ela tem amizades por todo lado e a verdade é que sempre sabe se virar diante de qualquer adversidade. Um mês atrás surgiu a necessidade de adicionar um refeitório ao colégio e Yael soube se virar pra conseguir mesas, louça, utensílios de cozinha; o que sempre falta é grana, ou nesse caso alimentos, e alguém que cuide da cozinha de graça.
No domingo passado, Yael toca a campainha apesar das minhas reclamações e avisos de que domingo é sagrado pra mim, que não trabalho pra ninguém e só quero descansar. Pra Yael não existe as barreiras. Minha mulher abre e entra na minha casa com um jeito de pidona
e me diz:
_ Flaquito, você precisa me fazer um favor
Eu não respondi, olhei pra ela com ódio e ela continuou:
_ Arranjei uma cozinheira, é uma amiga velha do bairro e tá aqui fora. A parada é que juntei grana pra ir no mercado central... mas não consigo transporte, cê não dá uma mão com a caminhonete?
Ela faz méritos inigualáveis pra reerguer o colégio, consegue recurso de onde não tem e eu admiro ela pra caralho, mas domingo é domingo, meu único dia de preguiça. Ela completou:
_ Por favor, flaquito, a gente paga a gasolina_ Com os olhos marejados e as mãos juntas
_ Te odeio, mas beleza, vamos nessa
Ela pula de alegria, me despeço da minha mulher com um beijo e a Yael, depois de abraçar ela, me arrasta até a porta:
_ Te apresento a Sandra, a cozinheira. Sandra, esse é o flaquito, um amor de pessoa
Vejo uma mulher de no máximo 40 anos, magra, com dreads, óculos escuros e uma menina de uns 11 anos de mão dada, não prestei muita atenção
_ Oi, prazer, essa é minha filha Flor
_ O prazer é meu, bora logo pra gente voltar o mais rápido possível
Claro que elas duas falaram a viagem inteira igual papagaio de besteiras femininas, enquanto a menina pulava pra todo lado me deixando nervoso. Eu cantava baixinho: Que otáriooo, que otáriooo!!! A hora inteira que durou a viagem.
Chegamos e, claro, era uma zona de gente, pra estacionar, pra andar, pra comprar, eu não conseguia disfarçar a cara de bunda, enquanto a Yael me pegava carinhosamente pelo braço e falava:
_ Muito obrigada, flaquito, tem paciência que num piscar de olhos a gente vai embora, a Sandra manja muito.
Mentirosa cruel, iam e vinham consultando preços, pra economizar 2 reais atravessavam de uma ponta à outra, e pra completar, me enfiam a menina pra não atrapalhar elas enquanto compram. Que garota insuportável, parecia que só sabia falar "Cê me compra?". Eu andava atrás delas com a menina Arrastando os pés,
como um legionário no deserto, e pra mudar meu humor, comecei a olhar com mais
atenção pra Sandra, já que a Yael é impossível de olhar.
Não tinha muito o que destacar, era magra demais pro meu gosto, consequentemente quase
não tinha bunda, e muito menos peitos, claro. O que ela tinha de sobra era uma personalidade
muito avassaladora, daquelas fofinhas lutadoras que foram abandonadas pelos parceiros assim que
descobriram que estavam grávidas, que mostram demais o lado masculino, daquelas
que ficam fazendo piadas de sexo mesmo tendo uma menor de idade ouvindo.
Isso não me parece atraente, eu sendo homem não faço isso. Também não curto o cabelo
dela com dreads, associo com sujeira. O que me pareceu atraente nela primeiro
foi o jeito de andar, muito feminino, mexendo a bundinha pequena sutilmente,
acariciando o ar; mas o que realmente me deixou doido na Sandra foi quando ela tirou
os óculos de sol pra olhar melhor uma certa mercadoria. Parece mentira, mas ao tirar
os óculos eu finalmente pude contemplar as belas feições que ela tinha, primeiro claro os
olhos, castanhos claros, brilhantes, com um olhar capaz de derreter aço, maquiados
muito caprichados como poucas vezes vi, menos ainda no mercado central, finalizados com umas
sobrancelhas finas bem arqueadas, o que dava a ela uma cara de guerreira, de menina
má; um narizinho pequeno quase adolescente, e acima de tudo, uma boquinha bem
grossa, lábios salientes e macios que convidavam a morder, era uma trombinha pra chupar
inteira e passar a língua, mais tentadora que um doce de leite. A partir
daí ferrou, o instinto de macho não me deixou tirar o olho dela todo o tempo
que durou nosso passeio de compras. A única coisa que me distraía era a Flor, a filha inquieta
de 11 primaveras, que milagrosamente se acalmava com as piadas bobas que eu fazia.
Tenho um dom com crianças. Sandra de vez em quando me dava um olhar, e de vez em
quando um sorriso. Um pouco Fui deixando a raiva passar e fui me aproximando dela pra conversar, achei ela muito simpática também. Era inevitável que eu acabasse obcecado por ela, me conheço.
Um par de horas depois, exaustos, pegamos o caminho de volta, agora já conversávamos os 3 numa boa e se a menina ficava irritada, com umas palavras minhas ela se acalmava na hora. Consegui ganhar o respeito dela.
Chegamos no colégio e começamos a descarregar os pacotes, Flor ficou com uns meninos brincando, Yael seguiu com as coisas dela, que são demais, e eu fiquei ajudando Sandra na cozinha. Ela fala comigo entre risadinhas, sem me olhar:
_ Acho que Flor se apaixonou por você
_ É... meus pais me fizeram bonitão, não tenho culpa
_ Ahh... ha, ha, para, o cara se achou
_ Por acaso te parece estranho alguém se apaixonar por mim? Não sou gostoso?
_ Eu falo porque Flor tá crescendo muito rápido e nem percebo como o tempo passa
_ O que me preocupa no tempo passar é chegar o dia em que eu me arrependa por não ter feito coisas que já são tarde pra fazer
_ Por exemplo?
_ Que o dia termine sem eu ter nem sequer roçado com um dedo na sua boca_ me aproximando um pouco mais, fixando o olhar nela_ provar você seria o paraíso, adoro_ finalizei, aproximei meu polegar dos lábios dela e ela deixa eu tocar por um segundo, depois se afasta exaltada_ O que cê tá fazendo?_ grita baixinho_ Você é um cara casado!.
_ Eu nunca faço isso, mas também nunca tive tão perto uma mulher como você_ Me aproximo ligeiro e beijo ela com gosto, ela não demora pra embarcar na viagem e em um segundo eu já tava com o pau duro esfregando intenso na virilha dela por cima da roupa, enfio uma mão na bunda pequenina dela e sem demora ela pega no meu volume, dava pra ver que o corpo dela pedia uma boa pica há muito tempo, o instinto selvagem da necessidade sexual dela não conseguiu se segurar, e eu fui o sortudo da vez. Cuidando pra ninguém estar por perto, tiro meu pau e ela começa a bater uma punheta pra mim me olhando com uma fúria fingida.
Peço pra ela me chupar, e ela topa na hora. Como foi tudo muito espontâneo, a boca dela, carnuda e gostosa, dava umas chupadas tão suaves, e com o risco de sermos pegos, bateu uma vontade de gozar na mesma hora. Avisei, como manda o figurino, mas ela não sai. Toda minha porra foi pra boca dela, e juro por Deus que ela não fez nem careta de nojo. Continuou chupando devagar, como quem toma um sorvete, até deixar meu pau mole, saboreando cada segundo. Engoliu tudo, e nem uma gota caiu no chão. Me deixou de perna bamba e boca aberta. E pra coroar como a melhor chupada da minha vida, ela deu uns últimos chupões me olhando séria nos olhos. Se levantou, me encarou por mais um instante, e calada começou a separar uns pacotes que eram pra consumo pessoal, como se nada tivesse acontecido. Ela ficou super excitada, e eu, mesmo depois de ter gozado e me sentindo moralmente culpado pelo que tava fazendo, não deixei passar a oportunidade. Falei:
— Quer que te leve pra sua casa?
Ela faz um silêncio interminável e responde:
— Olha, não quero te decepcionar, tenho que te falar a verdade. Fiz o que fiz porque a gente prometeu te pagar a gasolina e ficamos sem um puto. Me sinto um lixo, me desculpa.
— (Essa Sandrinha era uma puta sensível pra caralho) Esquece, não fiz o favor por dinheiro. Sempre ajudo na escola. E longe de me sentir ofendido, me sinto super lisonjeado pelo momento que você me deu.
Ela não responde. Continuei:
— E como vai levar os pacotes se não tem grana?
— Andando, tô acostumada. São só dez quarteirões.
— Esquece, por dez quarteirões te levo de graça. Vamos, bora.
— Você é um amor. Vou avisar a Flor e a gente vai, assim não te faço perder mais tempo.
O jeito dela falar acabou com minha testosterona. Me senti meio usado... mas não seria nada mal ser usado assim mais vezes. Fim das contas, nem sei por que me prestei a fazer o favor se ela parecia querer. tira isso pra cima de mim o mais rápido possível. A masculinidade te obriga a fazer umas palhaçadas, tipo quando meu cachorro fica 3 dias na porta do vizinho na esperança de pegar a putinha dele quando entra no cio. Me senti exatamente igual ao meu cachorro quando carregava as sacolas na caminhonete enquanto as minas subiam. A Flor tava louca de tesão, insistia pra mim e pra mãe dela pra eu ficar pra jantar com elas, parecia que era verdade que a garota tinha se apaixonado por mim (se ela ficar tão gostosa quanto a mãe, daqui 6 anos vou buscar ela). A Sandra calava ela e respondia por mim recusando, dizendo que eu tava muito ocupado e cansado. De novo veio na minha cabeça a imagem do meu cachorro enquanto estacionava.
Elas moravam num primeiro andar de um prédio bem velho, sem elevador, numa situação bem precária, um conjugado com uma cama de casal pra duas, mal pintado, bem escuro, mas com enfeites e cores que davam um toque de alegria e personalidade. A Sandra manda a Flor comprar cigarro, ela aceita depois de umas súplicas e resmungos, enquanto eu arrumo as sacolas num canto. Não termino de me virar que a Sandra se pendura no meu pescoço e enfia a língua até minha garganta, me olha e fala:
_ O único boteco aberto fica a 3 quarteirões, então temos uns minutinhos até ela voltar _ Enquanto desabotoa minha calça e amassa minha piroca dura como pedra
_ Não tenho camisinha _ Falo com uma expressão trágica de derrota
_ Goza dentro de mim, de boa, fiz laqueadura, só não quero que a gente use a cama, porque a Flor também dorme ali _ Enquanto beijava meu pescoço. Ninguém falou mais nada, com a euforia de um gol de ponta a ponta, levantei a blusa dela, chupei bem os peitos enquanto ela deixava a calça cair. Ela gemia e me batia uma punheta, eu apertava a bunda dela com uma mão e com a outra ia tentando enfiar uns dedos na buceta que ia ficando molhada aos poucos. quando finalmente enfiei um dedo inteiro e ela apertava minha nuca de êxtase. Peguei ela no colo, aproveitando que era bem magrinha, e comecei a meter nela de pé com tudo. Ela franzia o rosto, com os olhos quase fechados e a boca bem aberta, colocando a língua pra fora, brincando com a minha, vários fios de saliva uniam nossas bocas numa cena bem hardcore. Na contra mão do tempo, comecei a meter bem forte, como se estivesse me vingando de como ela me usou e me fez sofrer o dia inteiro, pra valer a pena ela ter ferrado meu domingo, meu domingo, o jogo, o descanso. Eu subia e descia ela à minha vontade com meus braços, pra ela percorrer bem meu pau inteiro, da ponta até o saco, com a buceta dela ensopada, esfomeada de sexo, enquanto os dreads dela acompanhavam o ritmo. Não bastava, eu queria que ela sentisse, que sofresse de prazer, que nunca esquecesse aquele dia; fui tirando devagar, ela me olhava como um cordeiro prestes a ser degolado, fiquei parado um instante com metade da cabeça do pau dentro dela, quase saindo, e enfiei de repente, fazendo ela gritar estridente, e meti mais forte, e mais forte, ela colocou a mão na boca pra abafar os gritos incontroláveis, apertei bem a bunda dela com as duas mãos, querendo partir ela ao meio, rangendo os dentes, e deixei meu gozo encher ela, estocada após estocada, fundo, agora cada vez mais devagar e com o pau agonizante, suado, triunfante. Nos separamos exaustos. Ela, cambaleando, se lava na pia da cozinha e eu faço o mesmo no banheiro.
Ficamos em silêncio por um bom tempo, terminando de nos vestir, a última coisa que ela diz, sentada na cama, é: _Pelo amor de Deus, preciso de um cigarro_ Um minuto depois aparece a Flor com o tão esperado maço, eu, dada a ocasião, me retiro, aceno pra Sandra de longe, que não diz uma palavra, só levanta o braço, a Flor me abre a porta, me abraça e diz:
_ Tchau. Tomara que volte logo
_ É... tomaraValeu por ler!! Kiki
2 comentários - Domingo safado com a vizinha