Meu irmão vira modelo fotográfico pra gente

Era uma tarde quente de sexta-feira, eu estava com minha amiga e colega de trabalho Laura, tomando um refri e falando sobre o trabalho. Laura e eu temos um estúdio de fotografia e, além de fazer fotos sob encomenda, também fazemos ensaios que depois tentamos vender. Laura é a fotógrafa e eu cuido de todo o resto, desde as luzes, o styling até os dados de gestão. Eu me chamo Maria, tenho 22 anos, meço 1,70m, sou bem gostosa, cabelo castanho escuro comprido e liso, um corpão, sempre muito arrumada. Minha amiga Laura também é muito gostosa, é morena mas tem cabelo curto, é mais alta que eu e também tem um corpão. As duas estamos sempre na moda. Naquela tarde, estávamos comentando.

Maria – disse Laura – no final, parece que o José, o modelo que vinha mais tarde, está doente.

Não me diga – falei – que merda, e agora o que a gente faz? A gente tinha que mandar o ensaio praquela revista de moda.

Eu sei – respondeu Laura – olha aquele gostoso ali na frente, ele seria perfeito.

Qual? – perguntei olhando pra onde ela apontava com o dedo.

Ali, aquele moreno alto que... pussy, ele tá te cumprimentando!!

Kkkkkkk – ri – claro que ele me cumprimenta, é meu irmão Raul.

Seu irmão? Esse cara é seu irmão?

Sim, é meu irmão Raul, tem 19 anos, então não se empolga que ele é novinho kkkk.

Meu irmão Raul, um homem feito já com 19 anos, moreno, altíssimo e bem definido, muito gostoso e super popular entre as amigas dele, se aproximou e me deu dois beijos.

Oi irmãzinha, beleza? – disse Raul.

Tudo bem, anão, olha, essa é minha amiga Laura, a fotógrafa que te falei.

Ah sim, prazer. – e os dois trocaram beijos de apresentação.

E me diz, Raul, o que você tá fazendo por aqui? Acabei de voltar de uma entrevista de emprego, mas vamos ver se me chamam. Aliás, mana, você me convida??

— Nossa, Raul, que sem vergonha.

— É que tô sem grana e aproveito que você tá aqui, hehe.

— Então, Raul — disse Laura. — Se você quer ganhar uma graninha, a gente precisa de um modelo, e pelo que vejo, você pode ser perfeito.

— Caramba, Raul!!! — falei, surpresa. — É verdade, você caiu como uma luva pra gente. Temos que entregar um trabalho urgente e o modelo que tínhamos furou.

— Sei lá, eu de modelo?? Não sei se sirvo.

— Claro que sim, cara — insisti. — Você vai ficar perfeito e, além de nos fazer um favor, ainda ganha uns euros. Que tal?? O que me diz??

— Bom, tá — respondeu meu irmão. — Vamos ver no que dá.

Uma hora depois, estávamos os três no estúdio, já preparados. Raul tinha vestido a roupa que demos pra ele e começamos a sessão. Laura ia tirando as fotos e dizendo o que queria, eu estava do lado do meu irmão controlando a iluminação e ajudando ele a posar. A verdade é que tudo estava saindo muito bem e finalmente poderiam entregar o ensaio.

— Bom, vamos fazer uma pausa, galera — disse Laura. — Muito bem, Raul, perfeito.

— Isso, maninho — concordei. — Você tá se saindo um modelo perfeito, tudo tá dando certo. Vai, pega uma bebida e relaxa.

A pausa durou meia hora, onde tomamos umas cervejinhas e conversamos de boa. Depois disso, Laura falou:

— Raul, como estão seus músculos? Seu peito é definido ou mole?

— Mole nada — rebateu Raul. — Eu malho na academia. Por que perguntou?

— Pergunto porque queria tirar umas fotos suas de jeans, sem camisa, peito nu. Mas pra isso preciso que você esteja bem forte, senão não adianta.

— E você Pagamos mais, maninho – falei pra ele – vamo lá, tira a camisa pra ver se tu serve.

O Raúl tirou a camisa e ficou só de calça, mostrando um corpo musculoso e depilado, tava realmente trincado, todos os músculos aparecendo. A gente ficou pasma vendo aquele corpo perfeito, a Laura já pegou a câmera e começou a tirar foto que nem uma louca, aproveitando o momento de naturalidade.

Perfeito, Raúl – ela gritava – mexe assim, faz essa cara, mexe ali e sorri – o tempo todo mandando e clicando.

Muito bem, maninho – comecei a animar ele – perfeito, baixinho, salvou nossa tarde.

No fim da sessão, eu e meu irmão nos despedimos da Laura e fomos pra casa.

E aí, maninho, o que achou da experiência de modelo? – perguntei.

Foda, Maria, amei, e a grana caiu super bem, se quiser outro dia eu topo.

Então com certeza a gente te chama, tu é um modelo perfeito, mas me diz uma coisa, desde quando tu tem esse corpanzil??? Se no verão passado tu não tava assim.

Nesses últimos meses, entre a academia, a natação e o futebol, fiquei assim hahaha, e aí, Maria, já não pode mais me chamar de baixinho, hein?? Hahahaha

Pois é, verdade, me deixou de queixo caído, tu deve deixar suas amigas todas doidas hahahaha.

Nem tanto, cê sabe que sou muito ruim pra pegar mulher.

Então espera o verão e vê como as mulheres vão chover em cima de ti – falei rindo.

A gente tava sozinho em casa, nossos pais tinham viajado por uns dias, a gente tinha comido uma pizza e agora ia ver TV, meu irmão continuava pensando na parada de ser modelo, tinha visto um jeito de ganhar dinheiro sem fazer nada.

Mas, mana, e agora sério, quando vocês podem me chamar pra outra sessão?? Raúl, não sei, que eu saiba não temos nenhum trabalho igual ao de hoje.

— Mas vocês não fazem sempre a mesma coisa? — ele me perguntou.

— Não, maninho, não — eu disse — a gente faz de tudo, desde reportagens com pessoas comuns, famílias, etc., até trabalhos pra alguma revista ou site como hoje... mas isso quem sabe quase tudo é a Laura, se quiser pergunto pra ela se temos algo na agenda pra frente.

— Sim, Maria, por favor, pergunta pra ela, manda um WhatsApp.

— Ok, agora mesmo. — Passaram alguns minutos e finalmente a Laura respondeu.

— Olha, Raúl, ela disse que temos uma sessão amanhã de lingerie.

— Valeu!!! — ele respondeu.

— Calma, vaqueiro!!! — eu falei, levantando a mão — que nem todo mundo serve e além disso... tem certeza que quer posar de cueca???? Na minha frente?

— Não seja antiquada, maninha, qual é o problema??

— Não, Raúl, pra mim tanto faz, já tô cansada de ver modelos de cueca, mas tô falando caso você sinta vergonha na frente da sua irmã.

— Não, não, Maria, eu não sinto vergonha.

— Vou falar com a Laura que você tá interessado, mas não se empolga, que é ela quem decide.

— Olha, Raúl, a Laura disse pra eu ligar a webcam pra gente conversar.

— Cinco minutos depois, liguei o notebook com a webcam e do outro lado já dava pra ver a Laura acenando.

— Oi, brothers!!! — disse a Laura, acenando. — Então, Raúl, vou explicar, a Maria já me disse que você quer posar de cueca e que não tem vergonha da sua irmã te ver, beleza, mas saiba que tenho o Alfredo, um modelo que sempre vem com a gente, mais ou menos avisado, pra ser modelo de cueca você tem que... bem... tem que ter...

— O quê? — perguntou o Raúl.

— Um belo pacote, maninho, porra, parece que você é lerdo, meu filho, o que vai ser?? Pois —Um bom pacote que se destaque bem — falei, dando um tapinha no peito dele enquanto a Laura ria do outro lado.

Meu irmão ficou sem graça por uns segundos, sem dizer nada.

— Então, maninho, fala alguma coisa. Ainda quer seguir em frente?

— Sim e sim — ele disse —, quero sim e também tenho um bom pacote, dou o perfil perfeito.

— Olha, Raúl — disse a Laura —, se você topar, a gente vai com pressa, porque seria pra amanhã. Pra ver se você serve, vamos fazer o teste.

— Um teste?

— Sim, Raúl, bobinho — falei —, vai se trocar e traz umas cuecas que fiquem justas pra gente decidir se você serve.

Raúl foi buscar umas cuecas adequadas pra se trocar. Enquanto isso, eu e a Laura trocávamos ideias.

— Pô, Maria, o que tem seu irmão? Esse aí já vem de cueca pra fazer o teste.

— Não sei o que dá nesse cara — falei —, quer ganhar uma grana e não liga que eu esteja aqui, vai sair de cueca e tudo.

— É verdade, seu irmão não tem vergonha nenhuma. Se ele der o perfil e for verdade que tem um bom pacote, vou fazer ele me mostrar a rola, te aviso.

— Louca, o que você tá dizendo? Kkkkk — respondi —, não seja tão safada que é meu irmão.

— Qual é, se ele tiver uma grande, você também vai querer ver, eu te conheço kkkkk.

— A verdade é que meu irmão é bem gostoso. Bom, vamos ver o que ele faz.

Nesse momento, meu irmão chegou com umas cuecas pretas bem justas. Nós duas ficamos com o olhar fixo no volume que se marcava no meio da cueca.

— Nossa, maninho, vai ser verdade o que você diz, você é bem dotado — falei.

— Caralho, Raúl — disse a Laura —, que troço você deve ter escondido aí, né? Vira pra cá? Sim, sim, muito bom.

— Já estão Falei, meninas" – disse meu irmão, todo orgulhoso.

"Você tem um corpinho, maninho" – falei, passando a mão de leve nas pernas dele – "minha nossa."

"Olha, Raúl" – disse Laura pela câmera – "você é bem gostoso, mas pra eu tomar uma decisão, tenho que ver a pica."

"Mas, Laurrrra" – falei com cara de chocada – "que isso, ele é meu irmão!"

"Olha, Raúl, sua irmã vira de costas e você me mostra, ok?"

"Por mim, sem problema, Laura" – disse meu irmão – "vira aí, maninha, hehehe."

"Tá bom, tá bom, Raúl" – falei – "mostra a pica pra Laura que eu viro de costas" – terminei dizendo, e olha que eu também tava doida pra ver a pica do meu irmão.

"Guuuuuuuuuaaaaaaaauuuuuuu" – foi o que ouvi da Laura, tava na cara que a pica do meu irmão tinha impressionado minha amiga. "É pra tanto assim, garota?" – falei – "não é possível, né?"

"Como não é pra tanto, garota?" – disse Laura – "seu irmão tem uma pica de ator pornô."

"Já falei, meninas" – disse meu irmão, todo feliz, enquanto puxava a cueca de novo – "vira, maninha, já escondi meu super amigo, hahahaha."

"Te parabenizo, Raúl" – disse Laura – "você é bem dotado, e o trampo é seu."

"Te parabenizo, Raúl… te parabenizo, Raúl" – falei, imitando a voz da minha amiga de brincadeira – "você tem uma pica enorme… ha… ha… ha."

"Hahahahahaha" – riu meu irmão – "minha irmã tá com ciúmes, hahahaha… desculpa, maninha."

"Tô com ciúmes porque a Laura tomou a decisão sozinha de te contratar e esqueceu que somos uma equipe, que somos sócias e as decisões a gente toma junto."

"Você" – minha amiga me interrompeu – "você só quer ver a pica do seu irmão, ah, se eu não te conheço, minha filha."

"Eu não falei isso" – respondi. respondi, embora a verdade é que tava morrendo de vontade de ver ela - mas cê tem que me considerar, talvez o que pra você parece uma rola enorme, pra mim parece uma rolinha pequena ou simplesmente não acho bonita.

Acredita no que a Laura te fala, Maria – disse o Raul – é grande e grossa, é perfeita pras fotos hahahaha.

Então, maninho – respondi apontando pro pau dele com meu dedo indicador que terminava numa unha comprida e perfeita – se é assim, cê não vai ter problema nenhum em mostrar pro sua irmã, né? Se eu também gostar do trabalho, é teu.

Que loucura, Maria – falou o Raul – cê quer que eu te mostre a rola?

Ué, claro, Raul, agora quero ver sim, afinal, sou sua irmã, já te vi pelado um monte de vezes no passado, não vem me dizer que agora cê tá com vergonha de mostrar.

Pra mim, não tenho vergonha nenhuma de você me ver pelado, irmãzinha, tô nem aí, se quiser eu mostro agora mesmo – disse meu irmão enquanto se coçava e me deixava ainda mais excitada.

Raul – interferiu a Laura – sua irmã já viu centenas de paus, tá super acostumada a ver os modelos pelados, e como cê deve ter reparado, sua irmã cuida muito bem das mãos, tem uns dedos bem longos e o formato das unhas é perfeito, e ela sempre mantém a manicure impecável com essas unhas compridas, por isso eu uso ela direto como modelo de mãos pra fotos eróticas com caras como você, então já te adianto que sua irmã tá acostumada a pegar nos modelos e nem pisca.

Isso mesmo, maninho, já ouviu ela, tô mais que acostumada com isso, sou profissional, vai, abaixa a cueca.

Meu irmão obedeceu e em dois segundos tirou a cueca, ficando completamente pelado na minha frente, mostrando um pau comprido e grosso meio duro a uma palma do meu rosto, tinha uma aparência maravilhosa e por um momento imaginei que ele tocava e batia uma pra ele, na verdade, tava morrendo de vontade de pegar naquela pica, nunca imaginei que meu irmão tivesse uma assim.

Então, Maria – disse Laura pela tela do computador – você ficou muda?? Não vai falar nada??

O que eu vou falar, Laura – respondi sem tirar os olhos do meu irmão – esse meu irmão me deixou sem palavras kkkkk.

Olha só como você deixou sua irmã, Raúl – disse Laura –. Então, Maria, me diz, o que você tá esperando pra pegar nela??

Já já – falei – e olhando pro meu irmão da minha cadeira, disse – vou pegar um pouco pra ver como é que tá, e se além do ensaio de cueca a gente puder fazer umas fotos eróticas, mas nem pensa em ficar duro, hein?? Cuidado pra não se excitar.

Claro – respondeu Raúl – e como é que eu controlo isso? Mesmo sendo minha irmã, você continua sendo uma mulher gostosa.

Vai, Maria, me conta como é a pica do seu irmão.

Aproximei minha mão direita da pica do meu irmão e, primeiro com minhas unhas compridas e depois com a ponta dos dedos, comecei a acariciar o pau dele, desde a base até a cabeça, repetindo essas carícias umas vezes até colocar a palma inteira da mão no membro dele, pra finalmente fechar a mão e sentir aquela pica grande pulsando e quente dentro da minha mão. Foi inevitável, com a mão fechada, dar uns movimentos de sobe e desce no pau dele e, com a mão esquerda, tocar nas bolas grandes dele. Claro que meu irmão começou a se excitar, e aquela pica grande virou um mastro comprido e grosso apontando pra minha cara, mostrando uma cabeçona que, sem dúvida, ia jorrar uma porrada de porra com um pouco de estímulo.

Porra, Raúl – falei – olha como você ficou – disse soltando a pica dele dura e dando um tapinha – você é um safado, se excitou igual um cachorro só com um toque simples.

Desculpa, Maria – ele respondeu – mas eu Você acabou de tocar na pica, como quer que eu não fique excitado.

Leve como um elogio, Maria – disse Laura enquanto ria.

Isso eu vou levar como um elogio por ser tão gostosa hahaha. Pois é, não sei se faço uma sessão erótica com você, maninho.

Ah, mas a gente ia fazer uma sessão de fotos erótica, eu e você?

Pois é, essa é a ideia. Pra coisa das cuecas você serve e a gente poderia fazer uma sessão erótica porque paga muito bem, mas claro, eu tô acostumada a lidar com modelos e até com você, que é meu irmão, posso fazer a sessão. Mas você ficou todo duro só de tocar na pica. Aliás, olha pra você, ainda tá dura... – dito isso, eu não me segurei e, mesmo me fazendo de forte, tava com uma vontade imensa de pegar nela de novo, e peguei de novo, pra ver que ela tava pulsando que nem uma louca, realmente excitada. – Viu, irmão? Eu toco nela e como pulsa. Tenho certeza de que se eu fizer uma punhetinha em você, você não aguenta sem gozar... Não sei, Laura, se é uma boa ideia fazer a sessão com meu irmão – virei pro monitor pra falar com Laura enquanto continuava masturbando levemente meu irmão – se com isso ele já tá assim, imagina como vai ficar na sessão. Com certeza vai querer me foder, e somos irmãos, não podemos.

Pois vocês formam um casal perfeito, Maria, e como vocês se parecem um pouco, eu acho que essas fotos podem valer muito, vai ser genial.

E como eu seguro esse louco se ele quiser me foder? Lembra que ele não é profissional... olha ele, tá de olhos fechados, com certeza tá prestes a... – e naquele momento, Raúl ejaculou grandes quantidades de porra que foram parar no chão e na minha mão. Então, depois que esvaziei, soltei o pinto dele e limpei a mão.

Desculpa, maninha – disse Raúl – que forte, gozei com você, minha própria irmã.

Você é um tarado do caralho, é disso que eu tô falando. Se a gente fizer uma sessão, talvez você queira foder. E isso não vai acontecer, somos irmãos.
Então por que você tocou na minha pica?
Sua irmã já tocou em muitas picas, Raúl, pra ela isso não é nada.
Claro, irmão, o que você acha? Numa sessão erótica vou ficar te tocando o tempo todo, vamos nos acariciar e simular posições, e não quero que você infarte com a sua irmã hahahaha.
Bom, gente – disse Laura – vou desligar e a gente se vê amanhã às 10 da manhã no estúdio.
Tchau – respondemos eu e meu irmão.
Bom, irmãozinho, descansa e a gente se vê amanhã, não fica remoendo o que aconteceu, não é nada demais, vai dormir.

No dia seguinte acordei cedo como sempre e depois de tomar banho e me arrumar, fui tomar café e ler as notícias nos jornais digitais. Daqui a pouco meu irmão apareceu dando bom dia.
Fala, Raúl, já tá preparado? – falei com meio sorriso.
Preparado pra você me deixar a mil? Não sei se tô preparado pra isso, você é muito safada, irmãzinha.
A mil não, depois do que vi ontem, vou te deixar a um milhão, espero que você se controle.
Fala, María, você vai tocar na minha pica na sessão?
Claro, Raúl, mas isso não é nada, não significa nada…
Como assim nada – ele me interrompeu – somos irmãos, pelo amor de Deus.
E daí? – cortei de novo – somos irmãos, mas sempre te vi pelado quando pequeno e te toquei, isso não é nada, cara! Outra coisa seria foder, mas brincar um pouco eu não acho ruim, você é como qualquer outro homem.
Pois é, eu me masturbei duas vezes essa noite pra não ter tentações.
Ah, sim??? E me diz, pensando em mim?
Claro, depois do que aconteceu ontem, em quem mais eu ia pensar?
Vou levar como um elogio, Raúl, na verdade adoro, me lisonjeia… Olha, se você tiver vontade, pode Fazer uma agora enquanto eu te olho. – falei inocente, mas com uma vontade enorme de que ele topasse-

Você acha que é o melhor? Por vontade, eu tenho

Claro, vai, me diz se você não gosta de bater uma enquanto eu olho pra essa pica enorme que você tem.

A verdade é que a situação me excita muito.

Então vai logo, idiota, começa que a gente tem que ir. – Então meu irmão começou a se masturbar e puxou o pauzão já duro, um verdadeiro espetáculo para qualquer mulher, começou com movimentos suaves e terminou com uns rápidos enquanto eu não parava de olhar fixamente, finalmente em poucos minutos gozou soltando um jorrinho de porra quente que eu teria comido gostoso.

Fantástico, irmãozinho, realmente fantástico, tenho que admitir que adoro seu corpo e essa pica que você tem, suas amigas devem se divertir muito…

Sempre que quiser, eu bato uma na sua frente, irmãzinha.

Então acho que não vou dizer não, adoro te ver assim, por mim pode andar pelado em casa quando a gente tiver sozinho, adoro pica grande… pena que você é meu irmão e isso seja um freio pra foder, senão te deixava seco – e dito isso, fomos os dois pro estúdio onde a Laura nos esperava. Depois das saudações formais e de fazer a sessão de fotos com as diferentes cuecas, nos preparamos pra sessão picante pra um site, meu irmão foi vestido como um deus grego só com uma toalhinha e eu como uma deusa grega mal cobrindo minhas partes.

Bom, Raul, começa a parte boa – falei no ouvido dele – não surta e não pense que sou maluca, é trabalho e, mesmo sendo irmãos, temos que agir como profissionais. – dito isso, começamos a ser dirigidos pela Laura, nas fotos raramente aparecia algo, tudo era Provocador, eu olhando pro meu irmão pelado, acariciando o corpo dele, as nádegas apertadas pelos meus dedos longos e minhas unhas compridas cravando nelas enquanto mordo o mamilo dele ou passo a língua pelo torso musculoso. Meu irmão ficou de pau duro e eu tava ficando louca de tesão, continuamos a sessão e aí comecei a tocar no pau e nas bolas dele enquanto passo a língua na bochecha dele e termino mordendo a orelha esquerda, já com as mãos tapo o pau dele pra na foto parecer que meu irmão tá pelado e só minhas mãos cobrem a buceta dele, eu tava ficando doida. Por ordem da Laura, o Raúl se deitou no chão de barriga pra cima e eu sentei no pau dele, aí não me segurei e falei:

— Olha, Raúl, vamos passar um pouquinho do limite, eu afasto a calcinha e você passa o pau na fenda da minha bucetinha, mas sem penetrar, só roçar — e ele fez isso, o que me fez fechar os olhos na hora, gemer e gozar!!... Sim, gozei com meu irmão, mas verdade seja dita, eu curti e aproveitei… a Laura me tirou do meu sonho.

— Levantem, gente, vamos, arriba, que não acredito no que tô vendo.

— O que foi, Laura? — falei.

— Maria — disse minha amiga — eu te conheço e sei que você acabou de ter um orgasmo, né?

— Sim, Maria?? — disse o Raul sorrindo.

— Bom, verdade seja dita, sim, não vou negar.

— E — continuou Laura — por que vocês não se aliviam um pouco e continuamos depois??

— Nos aliviarmos? — falei.

— Sim, se aliviarem, deitarem, transarem como loucos até ficarem secos e aí continuamos.

— Que amiga doida kkkk

— Será que você não quer, Maria? Te conheço, amiga, te conheço.

— Porra, Laura — falei — você me conhece melhor que meus pais kkkkkk… e aí, Raúl, quer foder sua irmã?? — falei pro meu irmão.

— Como assim????

— Se quer Quer que a gente foda, seu idiota? Essa é a hora e o lugar, é agora que eu tô igual uma puta no cio, e é agora que eu quero que você meta essa pica toda na minha buceta e me foda como uma gostosa… me diz, a gente vai?

Porra, Maria, assim do nada não…

Interrompi meu irmão quando me aproximei e beijei ele igual uma puta, enfiando minha língua até o fundo da boca dele. Depois de uns segundos de beijo safado e antes dos aplausos da Laura, que tinha começado a se masturbar enquanto nos observava, peguei a pica do meu irmão e comecei a chupar ele, a encher de saliva, a passar minha língua por toda a superfície, a lubrificar bem antes de ele meter em mim.

Vamos, Raul – falei, me deitando no chão de pernas abertas e deixando minha buceta raspada e linda à mostra – o que você tá esperando pra meter?

Mete logo – disse a Laura, enfiando três dedos na própria buceta – vai, fode sua irmã incestuosa, fode essa gostosa.

Raul não me fez esperar muito e se posicionou em cima de mim, começou a acariciar meu clitóris com a cabeça enorme dele. Isso fez eu lubrificar pra caralho, e nem percebi quando ele me penetrou até o fundo. Mordi o lábio inferior e fechei os olhos, soltando um gritinho de prazer – vai, irmão, me fode, me fode, me fode. Meu irmão não parava de me empurrar com a pica grande dele. Não demorei pra gozar, e com tanta sacudida intensificada, ele também não demorou – goza dentro de mim, Raul, quero sentir todo seu leite dentro. Foi assim que meu irmão descarregou aquela quantidade enorme de esperma quente dentro de mim. Quando terminou, ficou deitado em cima de mim, cansado e suado, e eu respondi com um beijo longo na boca. Isso fez ele reagir na hora, era o que eu tava procurando. Raul ficou excitado de novo sem nem ter tirado a pica da minha buceta, e as sacudidas que me faziam gozar tanto voltaram. Eu tava cravando minhas unhas compridas nele. nas costas e quando senti que ele estava prestes a gozar de novo… —Raúl, Raúl, quero que você goze na minha boca, quero beber seu leite, quero provar… vai, vai —insisti, afastando ele. Raúl se levantou e, com a mão direita, começou a se masturbar rapidamente. Eu me ajoelhei, afastando minha longa cabeleira para o lado e abrindo a boca o máximo que pude, esperando aquele jorro de esperma quente que meu irmão ia me dar. Então veio, outro jorro enorme de esperma quente saiu da pica do meu irmão, dessa vez com destino à minha boca. Que quantidade de porra meu irmão tinha, mesmo tendo gozado antes. Encheu minha boca e, antes de engolir, fiz vários bochechos para aproveitar bem. Finalmente, engoli tudo entre os aplausos da minha amiga.

Caralho, que transa que vocês dois deram, seus irmãozinhos. Que incestuosa você é, Maria.

Essa foda foi incrível, irmãozinho.

E muito, Maria —disse Raúl—, na verdade, já estou com vontade de novo.

Então, se você tem mais vontade —falei, acariciando a pica lubrificada dele—, deixa sua irmãzinha te satisfazer uma e mil vezes.

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