COMO É QUE TUDO COMEÇOU? Não sei ao certo, mas a gente tava lá, nós três. Eu tive a chance de escolher um lugar bom, que nenhum de nós conhecia. Marquei num cantinho aconchegante, num bairro legal, com três pufes, uma mesinha de centro e um som no fundo. Isso já deixou o clima no ponto desde que a gente entrou.
Comprei bastante tequila antes, com vários refrigerantes diferentes. Eu e Dan compramos um Moët & Chandon juntos — champanhe de verdade, que a gente guardou pra essa ocasião tão especial e esperada. Começamos a falar de besteiras, faculdade, trabalho, e entre um copo e outro, a gente ia colocando mais tequila e menos refrigerante. Pedimos uma pizza hut, uma especial e uma mexicana. Enquanto a gente bebericava, o sol foi dando lugar ao crepúsculo. O som começou a tocar uma música que, do nada, fez a Winona começar a rebolar no ritmo do Ricky Martin, "living la vida loca!" — pasmos e vidrados, eu e Dan ficamos babando naquele movimento primeiro, tímido, de quadril. O sorriso dela era meio nervoso, mas a cara mostrava que ela já tinha um plano pra nós. A gente era a presa dela. O objetivo dela: simples! Nos provocar, fazer a conversa mudar de rumo. Os movimentos foram ficando cada vez mais quentes. Aí, o que eu e Dan mais queríamos: ela virou a bunda redonda e firme na nossa direção, olhou de canto e falou enquanto levantava o último gole do copo: "Espero que vocês gostem desse espetá...culo" (fazendo uma pausa na palavra) e virou o tequila de uma vez, como quem toma coragem. Os movimentos dela ficaram mais intensos. Ela tava usando um vestido justo, com estampa de leopardo meio marrom e vermelho, que parava uns 10cm acima do joelho. Mas quando ela começou a rebolar, largou o copo vazio, pegou as duas mãos e, no balanço do quadril gostoso, começou a levantar o vestidinho...
Mais surpresos do que Excitados, Dan e eu nos olhamos! Naquele momento, ela se arqueou na nossa direção e disse: "Vem! Quero que você, Dan, fique na frente, e você, Man, atrás de mim." Eu, por minha vez, não hesitei em obedecer essa dama suculenta. Era o que eu desejava há um ano e dois meses. Segurei firme sua bunda, encostei minha arma entre as nádegas dela, tudo isso por cima das nossas roupas. Enquanto Dan fazia o mesmo, mas com muito mais atrapalhação, ela soltou um suspiro profundo e depois um gemido gostoso. Ela me disse: "Man, você tem uma arma de calibre grosso, parece que usa pouco! E você, Dan, não está tão mal." Tudo foi com calma, sem pressa. Comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela chupava a língua de Dan. Ele acariciava os peitos dela, agora firmes e duros, e os mamilos estavam duríssimos, prestes a explodir. Para nos assegurar, com uma mão ela abraçou Dan e com a outra me segurou. Como se quisesse se soltar! De jeito nenhum! Era o momento que eu ansiava há tanto tempo, então como eu ia vacilar? Acompanhamos o ritmo. Depois de um beliscão, desabotoei o vestido dela. Falei para Dan: "Beija os ombros dela." Ele fez isso e, com os dentes, sem morder, tirou o sutiã do vestido pelos ombros. Tudo caiu no chão. A música continuava, já tinham passado umas 4 ou 5 músicas, não lembro. Paramos de dançar sem nos desgrudar nem um segundo. Agora a gente focava em brincar com nossos corpos... no estilo David Copperfield, nossas roupas, as de Dan e as minhas, desapareceram. Dan é alto, atlético e fortão, loiro; eu sou moreno, forte e ágil. Naquela altura, ela só queria ser amada, realizar a fantasia dela. Então, nós dois focamos em vários pontos: enquanto ele brincava com os peitões dela, tocando, beijando, acariciando, depois subia para o pescoço e mais acima, nos lábios, beijava e dizia: "Aaaai, Winona, você é uma escultura! Seus peitos são sensacionais!" E quando ele beijava, ela gemia. Ao mesmo tempo, ela... Ela se contorcia pra eu conseguir ir mais fundo, bem lá no fundo. Por que tô falando isso? Porque com a boca eu tirei a calcinha fio dental dela, era preta com listrinhas brancas, ela já tava completamente pelada. Sempre achei a bunda dela bonita do meu jeito, era uma bundinha bonita, empinada, redonda, branca, mas agora tava na minha frente. Pra ser sincero, é maior e mais gostosa do que eu imaginava. Eu enfiava minha língua em toda a bunda dela, em círculos, abri com meus dedos ávidos os glúteos dela e meti a língua no cuzinho dela. Aí tá a resposta: no começo, me deu uma sensação meio desagradável, mas quando ouvi um gemido enorme de prazer, criei coragem pra atacar de novo aquela parte dela. Uma vez ela tinha me falado que ninguém tinha tido coragem de lamber o cu dela, eu disse: disso eu cuido! Não podia falhar com ela. Ela gritou de novo: Assiiiiim, papito!!!! Enquanto isso, o Dan tava tirando a pistolinha 9mm dele, que já não era mais uma pistolinha, não vou negar que até eu me surpreendi, calibre 22!
Isso não me desanimou, eu continuei na minha. Eu ainda tava de cueca boxer, e nisso ela também se surpreendeu ao ver e disse: Dan, quero te fazer um boquete gostoso. Aí o Dan ficou de pé, enquanto ela se ajoelhava num puff e começou a dar um prazer delicioso pra ele. Enquanto isso, com minha língua, eu tô chupando as nádegas da Winona, mordendo de leve, fazendo mil desenhos com a ponta da língua (enquanto com minhas mãos acaricio essa bunda enorme, redonda, lisinha e durinha). Adoro ver como vou separando devagar os lábios grossos e os internos. Adoro pousar minha boca neles e deixar minha língua acariciar devagar as bordas até roçar no seu clitóris. Chego perigosamente perto da sua buceta enquanto você abre as pernas já excitada. Beijo seu púbis e brinco com meu nariz nele, enquanto minha língua pousa na superfície da buceta. Aperto com a ponta da língua pra separar os lábios e abri-los, percorrendo de cima pra baixo e vice-versa, aproveitando o seu sabor. fluxos que encharcam minha boca enquanto faço isso. Ela tá dando pra Dan a melhor mamada da vida dele, aí eu fiquei só observando. Daí ela tira a boca do pau de Dan e me fala: "Cara, não fica aí parado, aqui tá minha buceta pra você, aproveita!" Enquanto dava uns tapas na própria bunda. Aí eu falei: "Winona, lubrifica meu pau!" Ela tirou a boca de onde tava grudada e cuspiu no meu Magnum 37 especial, umas três ou quatro engolidas até quase a garganta! Aí, já lubrificado, me firmei naquele rabo gostoso que ela tanto queria, sem dó nenhuma. Separei as pernas dela, que escondiam uma buceta mais morena que o resto da pele, apontei a espada pro buraquinho dela e falei: "Quero ver meu pau sumir nessa sua bunda..." enquanto metia e destruía o cu dela em 360 graus. Isso fez ela gritar de prazer, e também gritou porque meu pau era um pouco maior do que ela tinha comido em outras vezes... enquanto Dan começava a ofegar... "Já! Já!" ele dizia. Ela, meio irritada, falou: "Nãooo ainda nãooo, estúpido! Segura aí!" A bronca funcionou, ele se segurou. Aí ela puxou ele, deitou ele e, feito uma borboleta, abriu as asinhas e zaaaaz!!!! Lá dentro. Depois me disse: "Por favor, cara! Por favor, realiza minha fantasia! Sabe qual é! A gente já conversou sobre isso..."
Eu sabia o que ela queria, então penetrei ela de novo sem remorso nenhum, tudo até o fundo. Comecei a tirar devagar e depois mais e mais rápido, enquanto ela rebolava num vai e vem sem freio: "Assim, papais, assim, isso era tudo que eu sempre quis, aaaaah mais, cara, mais!" Eu acariciava os peitos dela com as duas mãos, beijava a nuca dela. "Jáááá!" ela gritou! "Não aguento mais..." enquanto Dan se apressava pra tirar e gozar, ela também gozou. Eu não podia perder a chance de meter naquela bucetinha bem dilatada...
Tirei ela de cima do Dan, coloquei ela de quatro na minha frente, enquanto ela via meu piru sumir na rachadura dela!!! Hoooo Siiim! Tava falando, isso é um sonho, caralhooooo, porra, mano!!! Você é super dotadooooo, por que não me comeu antes??..... você é um verdadeiro conhecedor!!!!!!, foi assim que meu amor me disse! Até não ver, oooo sim, papai!!!, quero sentar no seu pau todinho!!!! Aahhhh oooo siiiim!!!! eu tava pegando fogo, quase não conseguia me segurar….ele gozou dentro de mim de novo mas…. Não foi só isso, ele encheu minhas pernas todas de mijo, tinha conseguido o que eu tinha pedido uma vez! Que ele ia gozar até mijar….Meu olhar nos olhos dele foi de satisfação tipo: Sempre consigo o que quero!, abracei ele forte e comecei a rebolar no ritmo dele, Dan tava todo exausto, ela me disse quando você gozar me avisa, quero que seu leite quente molhe minhas tetonas…. Continuei me mexendo com frenesi até que nós dois gritamos no momento que tirei meu pau da bucetinha dela encharcada, e comecei a banhar ela com meu líquido viscoso e quente, caiu nas mãos dela, nos peitos, um pouco no rosto…. A gente tava exausto, satisfeito, com vontade de mais….Era a primeira vez que eu comia ela, então…. Eu sabia que a gente ia ter uma tarde noite inteira selvagem, pegamos a garrafa de champanhe, ela arrancou a rolha no teto e saiu a espuma característica daquela bebida, ela aproximou da pele dela e, nos provocando, com vontade de mais, perguntou…. querem??? Então tá aqui no meu corpo, com isso, ela começou a se banhar com aquele líquido espumoso e nós dois corremos pra beber do mel dela….
Minha colega, a Advogada
Comentários (1) 06.07.2009. 16:27
Nunca vou esquecer aquele lugar. O melhor quarto, o N°42, do mais luxuoso e recém-inaugurado hotel de alta rotatividade da nossa cidade. E muito menos esquecer a Laura, com quem compartilhamos aquele dia lá uma garrafa Magnum de champanhe Brut bem gelada. Mas pra ir aos fatos, a gente também precisa se situar no tempo. Era uma manhã nublada de outono com uma chuvinha fria e insistente, que convidava aos berros a não ficar ao relento. A garrafa em questão era um presente que um tempo atrás uma Cliente do nosso escritório de advocacia, em razão do resultado favorável do julgamento no qual a havíamos patrocinado.
Tanto eu quanto a Laura somos apaixonados por essa bebida e sempre concordamos que a melhor ocasião para apreciá-la é quando a compartilhamos em nossos encontros amorosos. E a oportunidade surgiu. Embora não fosse a primeira vez que ficaríamos juntos intimamente, essa havia sido planejada com muito cuidado e atenção especial a todos os detalhes. O plano era ficarmos até a noite, a partir do horário habitual de início da nossa jornada de trabalho no escritório, pela manhã. Durante todo aquele dia, "nosso escritório" seria aquele lugar tão diferente do de todas as manhãs.
A Laura também estava diferente. Não que ela se vestisse e se arrumasse com mau gosto no dia a dia — muito pelo contrário. Mas naquela manhã ela estava radiante, mais gostosa do que de costume, o que não era nada fácil. Ela se maquiou com muito capricho, destacando seus profundos olhos cor de mel e acentuando o volume dos seus lábios carnudos, que ela sabia serem um detalhe bem provocante no seu rosto cativante. Subida naqueles sapatos de salto fino, era daquelas mulheres que, ao caminhar rebolando, como bem sabe fazer, não passam despercebidas — muito pelo contrário, fazem mais de um desviar o olhar para o seu corpo bem proporcionado.
Naquela manhã, assim que cruzamos a porta do quarto, entramos em um mundo criado pura e exclusivamente para o prazer da sensualidade em todas as suas formas. Uma doce melodia de fundo nos recebeu em um ambiente levemente perfumado, com uma iluminação suave, mas que permitia observar todos os detalhes, já que a visão é um dos sentidos essenciais em qualquer relação de casal. A temperatura estava ideal em todo o quarto, o que permitia dispensar confortavelmente não só as roupas habituais daquela época do ano, mas qualquer outra peça de roupa, exatamente como tínhamos planejado. fazer. Tirando nossos casacos às pressas e colocando a garrafa Magnum que Laura trazia aninhada nos braços no frigobar, nos entregamos ao jogo de observar o lugar, nos refletindo nos inúmeros espelhos que rodeavam o ambiente, assim como naquele estrategicamente posicionado sobre a cama enorme. Enorme também era a banheira de hidromassagem, que logo estaria cheia de água quente borbulhante. Não conseguíamos parar de nos beijar e acariciar, enquanto descrevíamos, entre gemidos, as mil e uma coisas que íamos fazer um com o outro. Ela estava magnífica naquele vestido preto justo que me enlouquece. Ao passar a mão sobre o tecido fino, pude apreciar todas as curvas e reentrâncias do seu corpo maravilhoso de mulher, que sabia que em pouco tempo veria todos os seus desejos lascivos realizados. E era assim que ela gostava de se mostrar para mim, com toda a paixão à flor da pele e sem nenhum pudor, sabendo que se oferecendo para mim como uma verdadeira puta, sem frescuras, me fazia o homem mais feliz, ao mesmo tempo que eu sabia que ela não se importava nem um pouco e não lhe custava nada agir daquela forma, mas era algo natural para ela, enquanto curtia o jogo tanto quanto eu.
Ligamos a TV de tela grande, que mostrava um vídeo de um homem deitado de costas e duas loiras gostosas se deliciando lambendo e disputando fingidamente o pauzão dele, que apontava para o teto como se em poucas horas fossem proibir boquetes. Foi nesse momento que ela me abraçou por trás e começou a esfregar minhas costas com os peitos durinhos, enquanto sussurrava no meu ouvido: "Te prometo que para comemorar seu aniversário, vou te dar uma festa dessas." Não aguentei e a virei de frente, nos fundindo num duelo de línguas bem quente, como prelúdio de tudo o que íamos usar elas no resto do dia. Ali comecei a procurar nas costas dela o zíper do vestido. mas não chegou nem na metade do caminho, ela se soltou do meu abraço e com um sorriso entre infantil e safado, que insinuava sem dúvida nenhuma um tesão enorme, me disse: “Hoje quem manda sou eu. Você só tem que me esperar com as taças servidas e sentado no sofá”, dito isso, pegou a bolsa e foi rapidamente pro banheiro.
Sem perder tempo, servi duas taças cheias de champanhe gelado, deixei elas numa mesinha e fiquei curtindo o DVD onde aquelas duas gostosas estavam dando uma mamada de duas línguas daquelas num cara sortudo.
A visão que tive quando a porta do banheiro se abriu devagar ficou gravada a fogo na minha mente. Além das sandálias pretas de salto altíssimo presas nas panturrilhas lindas dela com tirinhas finas de couro, subindo o olhar e no final daquelas pernas maravilhosas, ela usava uma micro calcinha fio dental da mesma cor, com a parte de trás sumindo dentro da bunda linda dela. O torso dela só estava coberto por uma camisa de seda branca bem curta, totalmente desabotoada, que ao se abrir deixava ver aquele par de peitos lindos. Mas pra completar a obra, no pescoço ela usava um lacinho preto pequeno, que dava um toque de putaria impressionante.
Com um andar felino que só de olhar já me tirava o fôlego, ela deu um giro lento em si mesma pra eu poder admirar. E olha se eu não admirei... Pegando as duas taças na mesinha, ela caminhou sedutoramente até onde eu estava sentado, enquanto me dizia me oferecendo uma delas: -“Fica quietinho que hoje quem vai te servir sou eu... E vou te satisfazer em tudo além de te servir,” completou num tom de voz rouco combinando com o olhar cheio de tesão e os movimentos voluptuosos carregados de uma safadeza até então reprimida que eu bem sabia que ela ia extravasar comigo.
E ali começamos nosso brinde: -“Pela melhor mulher da minha vida”, falei eu. -“Pelo melhor homem que já comi”, disse ela. Seguimos nessa... termos, ela me livrando da gravata e da camisa e eu da dela, com o que ela ficou só de fio dental e lacinho, me oferecendo aqueles dois peitos que pediam aos berros pra serem comidos. Não fiz elas esperarem porque derramei de propósito um pouco de champanhe nelas e comecei a lamber como se minha vida dependesse disso. Eu continuava deitado no sofá enquanto ela passava os biquinhos dos peitos no meu roito de brincadeira, ao mesmo tempo que mexia no meu cinto, que desabotoou rápido pra se abaixar e tirar minha calça. Assim, eu de cueca e ela de fio dental, começamos a dançar e, mais que dançar, a nos esfregar desesperadamente, aí eu virei ela e comecei a mostrar meu pau na bunda minúscula dela. Pra quê... agarrada por trás como eu tava, ela deu uns passos pra frente até ficar parada na frente de um dos espelhões que mostravam a gente de corpo inteiro, onde continuou se requebrando enquanto passava as mãos no próprio corpo. Tirei a cueca na hora e me aproximei por trás, abraçando ela. Quando sentiu eu pelado nas costas dela, foi aí que levou minhas mãos pra cima pra eu apalpar melhor os peitos dela, enquanto ela mexia a bunda contra meu pau já durasso nessa altura, e eu descia uma mão pra acariciar a pussy dela, já toda molhada nessa hora. Meu pau se deliciava com o roçar da bunda dela, porque a tirinha minúscula do fio dental não atrapalhava nada, já que tinha deslizado pra dentro. Ela praticamente sentava no meu pau, dizendo como eu tava gostoso e que ia me chupar daqui a pouco. Impossível continuar assim, aí eu me ajoelhei e comecei a morder as bordas do fio dental com os dentes até puxar pra baixo, até as canelas dela, enquanto minha língua se deliciava em todos os poros, lambendo ela por todo lado e fazendo ela gemer feito uma gostosa no cio. Enquanto isso, o resto da champanhe ela derramava nos peitos e no umbigo, e eu saboreava quando escorria até a entrada da pussy. palavra: buceta. Que prazer saborear essa buceta quente com gosto de champanhe enquanto ouvia minha mulher dizer todas as putarias inimagináveis. Minha língua se perdia nas profundezas dela, comendo ela de língua literalmente. Pra terminar essa parte, devo dizer que finalmente ela levantou a perna direita, apoiando na borda do sofá, e eu me dediquei a essa fodida de língua até ela explodir num orgasmo profundo, barulhento e molhado, depois do qual ela não teve mais forças nem pra ficar de pé, e eu tive que ajudá-la a andar até a cama pra ficar lá deitada, repetindo "Que delícia de foda, buceta". Agora era minha vez de servir outra taça de champanhe pra cada um, brindando pela próxima gozada...
Quando a Laura ia na metade da dela, deixou a taça na mesinha ao lado da cama e com um sorriso safado me disse: "Vou te mostrar que minha língua também sabe dar muito prazer". E começou a lamber meu peito, e quando fechei os olhos, ela jogou o resto da taça em cima de mim, o que me fez dar um pulo. Agora eu tava com o pau e as bolas encharcados de champanhe, então tava tudo pronto pra festa começar. E já que ela era imbatível como festeira, começou a usar a língua do jeito que só ela sabe. Começou secando meu corpo bem devagar, sugando cada gota de champanhe, e usando o corpo todo esticado sobre mim pra me excitar com movimentos lentos de felina. Era uma visão de glória poder ver a imagem dela refletida no espelho grande do teto, como numa tela de TV gigante, parecendo que eu tava assistindo a projeção de um filme erótico, onde eu era protagonista em tempo real. Sentir os peitos bem formados dela deslizando por todo o meu corpo, enquanto ela usava magistralmente a língua comprida e eu via no espelho os movimentos eróticos da bunda dela, era uma verdadeira loucura, tanto que meu pau começou a endurecer como nunca. Depois que ela fez com as... tetas, todas as perversões inimagináveis no meu rosto e no meu pau, ela começou a chupar com uma suavidade enorme, enquanto tentava falar todas as sacanagens que sabia e outras que inventava. E digo tentava, porque com a boca cheia só saíam uns gemidos guturais muito eróticos e entrecortados que me excitavam cada vez mais. Quem falava e a dirigia enquanto gozava era eu, já que ela fica com tesão ouvindo certas coisas. Sem tirar meu pau da boca dela, começou a girar devagar com a intenção de que eu também saboreasse a buceta dela e assim fazermos um 69, coisa que sempre gostamos de praticar na posição eu embaixo e ela em cima de joelhos. Depois de lamber por uns instantes, falei que ia fazer o mesmo que ela, então deixei escorrer o resto da minha taça sobre a bunda dela, o que a molhou toda e deixou bem gostosa. Voltei a entrar na bunda dela com minha língua, pra depois descer pela buceta dela, me ajudando também com a língua e os lábios e com meu queixo bem barbeado. Nisso tudo, enquanto ela gozava gemendo como uma boa puta, o trabalho dela no meu pau começava a dar resultado. Já não tava só duro, mas com o trabalho de língua dela nas minhas bolas também, me deixou a ponto de gozar. E assim conseguimos fazer em dupla, eu tomando todos os sucos deliciosos dela com um toque de champanhe e ela fazendo o mesmo com toda a porra que jorrava do meu membro, sugando como se a vida dependesse disso, sem tirar da boca nem por um momento e sem deixar escorrer uma gota pra fora. Ficamos nisso não sei quanto tempo, onde só ouvíamos os sons entrecortados das coisas que tentávamos dizer mas não dava pra entender por estarmos com as bocas ocupadas. Depois de eu engolir todos os sucos dela e ela toda a minha porra, que foi abundante por ser a primeira foda, nos soltamos e aí sim dissemos tudo que veio na mente depois dessa gozada simultânea foda. — “Assim que eu gosto, que você seja minha garota gostosa e puta…” —"Tô cada vez mais piranha contigo, me enlouquece ser sua putinha, adoro como você me esquenta e depois como tira esse tesão todo..." Depois de um beijo apaixonado, onde a gente trocou nossos próprios sabores, tomamos um banho juntos, nos esfregando ensaboados até nos buracos mais escondidos, sem antes abrir as torneiras da hidromassagem pra ir enchendo de água, pra ser nosso próximo lugar de putaria.
Comprei bastante tequila antes, com vários refrigerantes diferentes. Eu e Dan compramos um Moët & Chandon juntos — champanhe de verdade, que a gente guardou pra essa ocasião tão especial e esperada. Começamos a falar de besteiras, faculdade, trabalho, e entre um copo e outro, a gente ia colocando mais tequila e menos refrigerante. Pedimos uma pizza hut, uma especial e uma mexicana. Enquanto a gente bebericava, o sol foi dando lugar ao crepúsculo. O som começou a tocar uma música que, do nada, fez a Winona começar a rebolar no ritmo do Ricky Martin, "living la vida loca!" — pasmos e vidrados, eu e Dan ficamos babando naquele movimento primeiro, tímido, de quadril. O sorriso dela era meio nervoso, mas a cara mostrava que ela já tinha um plano pra nós. A gente era a presa dela. O objetivo dela: simples! Nos provocar, fazer a conversa mudar de rumo. Os movimentos foram ficando cada vez mais quentes. Aí, o que eu e Dan mais queríamos: ela virou a bunda redonda e firme na nossa direção, olhou de canto e falou enquanto levantava o último gole do copo: "Espero que vocês gostem desse espetá...culo" (fazendo uma pausa na palavra) e virou o tequila de uma vez, como quem toma coragem. Os movimentos dela ficaram mais intensos. Ela tava usando um vestido justo, com estampa de leopardo meio marrom e vermelho, que parava uns 10cm acima do joelho. Mas quando ela começou a rebolar, largou o copo vazio, pegou as duas mãos e, no balanço do quadril gostoso, começou a levantar o vestidinho...
Mais surpresos do que Excitados, Dan e eu nos olhamos! Naquele momento, ela se arqueou na nossa direção e disse: "Vem! Quero que você, Dan, fique na frente, e você, Man, atrás de mim." Eu, por minha vez, não hesitei em obedecer essa dama suculenta. Era o que eu desejava há um ano e dois meses. Segurei firme sua bunda, encostei minha arma entre as nádegas dela, tudo isso por cima das nossas roupas. Enquanto Dan fazia o mesmo, mas com muito mais atrapalhação, ela soltou um suspiro profundo e depois um gemido gostoso. Ela me disse: "Man, você tem uma arma de calibre grosso, parece que usa pouco! E você, Dan, não está tão mal." Tudo foi com calma, sem pressa. Comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela chupava a língua de Dan. Ele acariciava os peitos dela, agora firmes e duros, e os mamilos estavam duríssimos, prestes a explodir. Para nos assegurar, com uma mão ela abraçou Dan e com a outra me segurou. Como se quisesse se soltar! De jeito nenhum! Era o momento que eu ansiava há tanto tempo, então como eu ia vacilar? Acompanhamos o ritmo. Depois de um beliscão, desabotoei o vestido dela. Falei para Dan: "Beija os ombros dela." Ele fez isso e, com os dentes, sem morder, tirou o sutiã do vestido pelos ombros. Tudo caiu no chão. A música continuava, já tinham passado umas 4 ou 5 músicas, não lembro. Paramos de dançar sem nos desgrudar nem um segundo. Agora a gente focava em brincar com nossos corpos... no estilo David Copperfield, nossas roupas, as de Dan e as minhas, desapareceram. Dan é alto, atlético e fortão, loiro; eu sou moreno, forte e ágil. Naquela altura, ela só queria ser amada, realizar a fantasia dela. Então, nós dois focamos em vários pontos: enquanto ele brincava com os peitões dela, tocando, beijando, acariciando, depois subia para o pescoço e mais acima, nos lábios, beijava e dizia: "Aaaai, Winona, você é uma escultura! Seus peitos são sensacionais!" E quando ele beijava, ela gemia. Ao mesmo tempo, ela... Ela se contorcia pra eu conseguir ir mais fundo, bem lá no fundo. Por que tô falando isso? Porque com a boca eu tirei a calcinha fio dental dela, era preta com listrinhas brancas, ela já tava completamente pelada. Sempre achei a bunda dela bonita do meu jeito, era uma bundinha bonita, empinada, redonda, branca, mas agora tava na minha frente. Pra ser sincero, é maior e mais gostosa do que eu imaginava. Eu enfiava minha língua em toda a bunda dela, em círculos, abri com meus dedos ávidos os glúteos dela e meti a língua no cuzinho dela. Aí tá a resposta: no começo, me deu uma sensação meio desagradável, mas quando ouvi um gemido enorme de prazer, criei coragem pra atacar de novo aquela parte dela. Uma vez ela tinha me falado que ninguém tinha tido coragem de lamber o cu dela, eu disse: disso eu cuido! Não podia falhar com ela. Ela gritou de novo: Assiiiiim, papito!!!! Enquanto isso, o Dan tava tirando a pistolinha 9mm dele, que já não era mais uma pistolinha, não vou negar que até eu me surpreendi, calibre 22!
Isso não me desanimou, eu continuei na minha. Eu ainda tava de cueca boxer, e nisso ela também se surpreendeu ao ver e disse: Dan, quero te fazer um boquete gostoso. Aí o Dan ficou de pé, enquanto ela se ajoelhava num puff e começou a dar um prazer delicioso pra ele. Enquanto isso, com minha língua, eu tô chupando as nádegas da Winona, mordendo de leve, fazendo mil desenhos com a ponta da língua (enquanto com minhas mãos acaricio essa bunda enorme, redonda, lisinha e durinha). Adoro ver como vou separando devagar os lábios grossos e os internos. Adoro pousar minha boca neles e deixar minha língua acariciar devagar as bordas até roçar no seu clitóris. Chego perigosamente perto da sua buceta enquanto você abre as pernas já excitada. Beijo seu púbis e brinco com meu nariz nele, enquanto minha língua pousa na superfície da buceta. Aperto com a ponta da língua pra separar os lábios e abri-los, percorrendo de cima pra baixo e vice-versa, aproveitando o seu sabor. fluxos que encharcam minha boca enquanto faço isso. Ela tá dando pra Dan a melhor mamada da vida dele, aí eu fiquei só observando. Daí ela tira a boca do pau de Dan e me fala: "Cara, não fica aí parado, aqui tá minha buceta pra você, aproveita!" Enquanto dava uns tapas na própria bunda. Aí eu falei: "Winona, lubrifica meu pau!" Ela tirou a boca de onde tava grudada e cuspiu no meu Magnum 37 especial, umas três ou quatro engolidas até quase a garganta! Aí, já lubrificado, me firmei naquele rabo gostoso que ela tanto queria, sem dó nenhuma. Separei as pernas dela, que escondiam uma buceta mais morena que o resto da pele, apontei a espada pro buraquinho dela e falei: "Quero ver meu pau sumir nessa sua bunda..." enquanto metia e destruía o cu dela em 360 graus. Isso fez ela gritar de prazer, e também gritou porque meu pau era um pouco maior do que ela tinha comido em outras vezes... enquanto Dan começava a ofegar... "Já! Já!" ele dizia. Ela, meio irritada, falou: "Nãooo ainda nãooo, estúpido! Segura aí!" A bronca funcionou, ele se segurou. Aí ela puxou ele, deitou ele e, feito uma borboleta, abriu as asinhas e zaaaaz!!!! Lá dentro. Depois me disse: "Por favor, cara! Por favor, realiza minha fantasia! Sabe qual é! A gente já conversou sobre isso..."
Eu sabia o que ela queria, então penetrei ela de novo sem remorso nenhum, tudo até o fundo. Comecei a tirar devagar e depois mais e mais rápido, enquanto ela rebolava num vai e vem sem freio: "Assim, papais, assim, isso era tudo que eu sempre quis, aaaaah mais, cara, mais!" Eu acariciava os peitos dela com as duas mãos, beijava a nuca dela. "Jáááá!" ela gritou! "Não aguento mais..." enquanto Dan se apressava pra tirar e gozar, ela também gozou. Eu não podia perder a chance de meter naquela bucetinha bem dilatada...
Tirei ela de cima do Dan, coloquei ela de quatro na minha frente, enquanto ela via meu piru sumir na rachadura dela!!! Hoooo Siiim! Tava falando, isso é um sonho, caralhooooo, porra, mano!!! Você é super dotadooooo, por que não me comeu antes??..... você é um verdadeiro conhecedor!!!!!!, foi assim que meu amor me disse! Até não ver, oooo sim, papai!!!, quero sentar no seu pau todinho!!!! Aahhhh oooo siiiim!!!! eu tava pegando fogo, quase não conseguia me segurar….ele gozou dentro de mim de novo mas…. Não foi só isso, ele encheu minhas pernas todas de mijo, tinha conseguido o que eu tinha pedido uma vez! Que ele ia gozar até mijar….Meu olhar nos olhos dele foi de satisfação tipo: Sempre consigo o que quero!, abracei ele forte e comecei a rebolar no ritmo dele, Dan tava todo exausto, ela me disse quando você gozar me avisa, quero que seu leite quente molhe minhas tetonas…. Continuei me mexendo com frenesi até que nós dois gritamos no momento que tirei meu pau da bucetinha dela encharcada, e comecei a banhar ela com meu líquido viscoso e quente, caiu nas mãos dela, nos peitos, um pouco no rosto…. A gente tava exausto, satisfeito, com vontade de mais….Era a primeira vez que eu comia ela, então…. Eu sabia que a gente ia ter uma tarde noite inteira selvagem, pegamos a garrafa de champanhe, ela arrancou a rolha no teto e saiu a espuma característica daquela bebida, ela aproximou da pele dela e, nos provocando, com vontade de mais, perguntou…. querem??? Então tá aqui no meu corpo, com isso, ela começou a se banhar com aquele líquido espumoso e nós dois corremos pra beber do mel dela….
Minha colega, a Advogada
Comentários (1) 06.07.2009. 16:27
Nunca vou esquecer aquele lugar. O melhor quarto, o N°42, do mais luxuoso e recém-inaugurado hotel de alta rotatividade da nossa cidade. E muito menos esquecer a Laura, com quem compartilhamos aquele dia lá uma garrafa Magnum de champanhe Brut bem gelada. Mas pra ir aos fatos, a gente também precisa se situar no tempo. Era uma manhã nublada de outono com uma chuvinha fria e insistente, que convidava aos berros a não ficar ao relento. A garrafa em questão era um presente que um tempo atrás uma Cliente do nosso escritório de advocacia, em razão do resultado favorável do julgamento no qual a havíamos patrocinado.
Tanto eu quanto a Laura somos apaixonados por essa bebida e sempre concordamos que a melhor ocasião para apreciá-la é quando a compartilhamos em nossos encontros amorosos. E a oportunidade surgiu. Embora não fosse a primeira vez que ficaríamos juntos intimamente, essa havia sido planejada com muito cuidado e atenção especial a todos os detalhes. O plano era ficarmos até a noite, a partir do horário habitual de início da nossa jornada de trabalho no escritório, pela manhã. Durante todo aquele dia, "nosso escritório" seria aquele lugar tão diferente do de todas as manhãs.
A Laura também estava diferente. Não que ela se vestisse e se arrumasse com mau gosto no dia a dia — muito pelo contrário. Mas naquela manhã ela estava radiante, mais gostosa do que de costume, o que não era nada fácil. Ela se maquiou com muito capricho, destacando seus profundos olhos cor de mel e acentuando o volume dos seus lábios carnudos, que ela sabia serem um detalhe bem provocante no seu rosto cativante. Subida naqueles sapatos de salto fino, era daquelas mulheres que, ao caminhar rebolando, como bem sabe fazer, não passam despercebidas — muito pelo contrário, fazem mais de um desviar o olhar para o seu corpo bem proporcionado.
Naquela manhã, assim que cruzamos a porta do quarto, entramos em um mundo criado pura e exclusivamente para o prazer da sensualidade em todas as suas formas. Uma doce melodia de fundo nos recebeu em um ambiente levemente perfumado, com uma iluminação suave, mas que permitia observar todos os detalhes, já que a visão é um dos sentidos essenciais em qualquer relação de casal. A temperatura estava ideal em todo o quarto, o que permitia dispensar confortavelmente não só as roupas habituais daquela época do ano, mas qualquer outra peça de roupa, exatamente como tínhamos planejado. fazer. Tirando nossos casacos às pressas e colocando a garrafa Magnum que Laura trazia aninhada nos braços no frigobar, nos entregamos ao jogo de observar o lugar, nos refletindo nos inúmeros espelhos que rodeavam o ambiente, assim como naquele estrategicamente posicionado sobre a cama enorme. Enorme também era a banheira de hidromassagem, que logo estaria cheia de água quente borbulhante. Não conseguíamos parar de nos beijar e acariciar, enquanto descrevíamos, entre gemidos, as mil e uma coisas que íamos fazer um com o outro. Ela estava magnífica naquele vestido preto justo que me enlouquece. Ao passar a mão sobre o tecido fino, pude apreciar todas as curvas e reentrâncias do seu corpo maravilhoso de mulher, que sabia que em pouco tempo veria todos os seus desejos lascivos realizados. E era assim que ela gostava de se mostrar para mim, com toda a paixão à flor da pele e sem nenhum pudor, sabendo que se oferecendo para mim como uma verdadeira puta, sem frescuras, me fazia o homem mais feliz, ao mesmo tempo que eu sabia que ela não se importava nem um pouco e não lhe custava nada agir daquela forma, mas era algo natural para ela, enquanto curtia o jogo tanto quanto eu.
Ligamos a TV de tela grande, que mostrava um vídeo de um homem deitado de costas e duas loiras gostosas se deliciando lambendo e disputando fingidamente o pauzão dele, que apontava para o teto como se em poucas horas fossem proibir boquetes. Foi nesse momento que ela me abraçou por trás e começou a esfregar minhas costas com os peitos durinhos, enquanto sussurrava no meu ouvido: "Te prometo que para comemorar seu aniversário, vou te dar uma festa dessas." Não aguentei e a virei de frente, nos fundindo num duelo de línguas bem quente, como prelúdio de tudo o que íamos usar elas no resto do dia. Ali comecei a procurar nas costas dela o zíper do vestido. mas não chegou nem na metade do caminho, ela se soltou do meu abraço e com um sorriso entre infantil e safado, que insinuava sem dúvida nenhuma um tesão enorme, me disse: “Hoje quem manda sou eu. Você só tem que me esperar com as taças servidas e sentado no sofá”, dito isso, pegou a bolsa e foi rapidamente pro banheiro.
Sem perder tempo, servi duas taças cheias de champanhe gelado, deixei elas numa mesinha e fiquei curtindo o DVD onde aquelas duas gostosas estavam dando uma mamada de duas línguas daquelas num cara sortudo.
A visão que tive quando a porta do banheiro se abriu devagar ficou gravada a fogo na minha mente. Além das sandálias pretas de salto altíssimo presas nas panturrilhas lindas dela com tirinhas finas de couro, subindo o olhar e no final daquelas pernas maravilhosas, ela usava uma micro calcinha fio dental da mesma cor, com a parte de trás sumindo dentro da bunda linda dela. O torso dela só estava coberto por uma camisa de seda branca bem curta, totalmente desabotoada, que ao se abrir deixava ver aquele par de peitos lindos. Mas pra completar a obra, no pescoço ela usava um lacinho preto pequeno, que dava um toque de putaria impressionante.
Com um andar felino que só de olhar já me tirava o fôlego, ela deu um giro lento em si mesma pra eu poder admirar. E olha se eu não admirei... Pegando as duas taças na mesinha, ela caminhou sedutoramente até onde eu estava sentado, enquanto me dizia me oferecendo uma delas: -“Fica quietinho que hoje quem vai te servir sou eu... E vou te satisfazer em tudo além de te servir,” completou num tom de voz rouco combinando com o olhar cheio de tesão e os movimentos voluptuosos carregados de uma safadeza até então reprimida que eu bem sabia que ela ia extravasar comigo.
E ali começamos nosso brinde: -“Pela melhor mulher da minha vida”, falei eu. -“Pelo melhor homem que já comi”, disse ela. Seguimos nessa... termos, ela me livrando da gravata e da camisa e eu da dela, com o que ela ficou só de fio dental e lacinho, me oferecendo aqueles dois peitos que pediam aos berros pra serem comidos. Não fiz elas esperarem porque derramei de propósito um pouco de champanhe nelas e comecei a lamber como se minha vida dependesse disso. Eu continuava deitado no sofá enquanto ela passava os biquinhos dos peitos no meu roito de brincadeira, ao mesmo tempo que mexia no meu cinto, que desabotoou rápido pra se abaixar e tirar minha calça. Assim, eu de cueca e ela de fio dental, começamos a dançar e, mais que dançar, a nos esfregar desesperadamente, aí eu virei ela e comecei a mostrar meu pau na bunda minúscula dela. Pra quê... agarrada por trás como eu tava, ela deu uns passos pra frente até ficar parada na frente de um dos espelhões que mostravam a gente de corpo inteiro, onde continuou se requebrando enquanto passava as mãos no próprio corpo. Tirei a cueca na hora e me aproximei por trás, abraçando ela. Quando sentiu eu pelado nas costas dela, foi aí que levou minhas mãos pra cima pra eu apalpar melhor os peitos dela, enquanto ela mexia a bunda contra meu pau já durasso nessa altura, e eu descia uma mão pra acariciar a pussy dela, já toda molhada nessa hora. Meu pau se deliciava com o roçar da bunda dela, porque a tirinha minúscula do fio dental não atrapalhava nada, já que tinha deslizado pra dentro. Ela praticamente sentava no meu pau, dizendo como eu tava gostoso e que ia me chupar daqui a pouco. Impossível continuar assim, aí eu me ajoelhei e comecei a morder as bordas do fio dental com os dentes até puxar pra baixo, até as canelas dela, enquanto minha língua se deliciava em todos os poros, lambendo ela por todo lado e fazendo ela gemer feito uma gostosa no cio. Enquanto isso, o resto da champanhe ela derramava nos peitos e no umbigo, e eu saboreava quando escorria até a entrada da pussy. palavra: buceta. Que prazer saborear essa buceta quente com gosto de champanhe enquanto ouvia minha mulher dizer todas as putarias inimagináveis. Minha língua se perdia nas profundezas dela, comendo ela de língua literalmente. Pra terminar essa parte, devo dizer que finalmente ela levantou a perna direita, apoiando na borda do sofá, e eu me dediquei a essa fodida de língua até ela explodir num orgasmo profundo, barulhento e molhado, depois do qual ela não teve mais forças nem pra ficar de pé, e eu tive que ajudá-la a andar até a cama pra ficar lá deitada, repetindo "Que delícia de foda, buceta". Agora era minha vez de servir outra taça de champanhe pra cada um, brindando pela próxima gozada...
Quando a Laura ia na metade da dela, deixou a taça na mesinha ao lado da cama e com um sorriso safado me disse: "Vou te mostrar que minha língua também sabe dar muito prazer". E começou a lamber meu peito, e quando fechei os olhos, ela jogou o resto da taça em cima de mim, o que me fez dar um pulo. Agora eu tava com o pau e as bolas encharcados de champanhe, então tava tudo pronto pra festa começar. E já que ela era imbatível como festeira, começou a usar a língua do jeito que só ela sabe. Começou secando meu corpo bem devagar, sugando cada gota de champanhe, e usando o corpo todo esticado sobre mim pra me excitar com movimentos lentos de felina. Era uma visão de glória poder ver a imagem dela refletida no espelho grande do teto, como numa tela de TV gigante, parecendo que eu tava assistindo a projeção de um filme erótico, onde eu era protagonista em tempo real. Sentir os peitos bem formados dela deslizando por todo o meu corpo, enquanto ela usava magistralmente a língua comprida e eu via no espelho os movimentos eróticos da bunda dela, era uma verdadeira loucura, tanto que meu pau começou a endurecer como nunca. Depois que ela fez com as... tetas, todas as perversões inimagináveis no meu rosto e no meu pau, ela começou a chupar com uma suavidade enorme, enquanto tentava falar todas as sacanagens que sabia e outras que inventava. E digo tentava, porque com a boca cheia só saíam uns gemidos guturais muito eróticos e entrecortados que me excitavam cada vez mais. Quem falava e a dirigia enquanto gozava era eu, já que ela fica com tesão ouvindo certas coisas. Sem tirar meu pau da boca dela, começou a girar devagar com a intenção de que eu também saboreasse a buceta dela e assim fazermos um 69, coisa que sempre gostamos de praticar na posição eu embaixo e ela em cima de joelhos. Depois de lamber por uns instantes, falei que ia fazer o mesmo que ela, então deixei escorrer o resto da minha taça sobre a bunda dela, o que a molhou toda e deixou bem gostosa. Voltei a entrar na bunda dela com minha língua, pra depois descer pela buceta dela, me ajudando também com a língua e os lábios e com meu queixo bem barbeado. Nisso tudo, enquanto ela gozava gemendo como uma boa puta, o trabalho dela no meu pau começava a dar resultado. Já não tava só duro, mas com o trabalho de língua dela nas minhas bolas também, me deixou a ponto de gozar. E assim conseguimos fazer em dupla, eu tomando todos os sucos deliciosos dela com um toque de champanhe e ela fazendo o mesmo com toda a porra que jorrava do meu membro, sugando como se a vida dependesse disso, sem tirar da boca nem por um momento e sem deixar escorrer uma gota pra fora. Ficamos nisso não sei quanto tempo, onde só ouvíamos os sons entrecortados das coisas que tentávamos dizer mas não dava pra entender por estarmos com as bocas ocupadas. Depois de eu engolir todos os sucos dela e ela toda a minha porra, que foi abundante por ser a primeira foda, nos soltamos e aí sim dissemos tudo que veio na mente depois dessa gozada simultânea foda. — “Assim que eu gosto, que você seja minha garota gostosa e puta…” —"Tô cada vez mais piranha contigo, me enlouquece ser sua putinha, adoro como você me esquenta e depois como tira esse tesão todo..." Depois de um beijo apaixonado, onde a gente trocou nossos próprios sabores, tomamos um banho juntos, nos esfregando ensaboados até nos buracos mais escondidos, sem antes abrir as torneiras da hidromassagem pra ir enchendo de água, pra ser nosso próximo lugar de putaria.
0 comentários - mi Amiga y Yo