Prima gostosa distante

Finalmente, depois de 5 anos duros pra caralho estudando psicologia, recebi o diploma que me habilitava pra trabalhar na área, profissão que me rendeu várias ofertas de emprego... isso me trouxe pra Misiones, terra de loiras argentinas gostosas pra dedéu. Decidi me instalar nessa província por uma oferta de trabalho na clínica do meu tio (irmão do meu pai). Acontece que quando a gente começa na profissão, depois de tanto tempo dedicado aos estudos, não se tem muita grana, a menos, claro, que se herde algo, o que não era meu caso. Por causa disso, fiquei hospedado na casa linda do meu tio, onde essa história acontece...

Fazia 9 anos que não visitava essa família e, pra minha surpresa, minha prima — aquela feia de óculos, aparelho, magrela e alta — tinha se transformado numa mulher do caralho: loira, olhos claros, 1,70 de altura, cabelo e um corpo que era a coisa mais infartante que eu já tinha visto. Claro que não ia deixar na cara o quanto tava louco por ela, ok.

Rapidamente me instalei no quarto em frente ao dela, com toda naturalidade e respeito familiar, e a confiança do meu tio depositada em mim, que, sendo da família, era impossível uma falta de respeito na casa e blá, blá, blá... hehe... ele não sabia o depravado em que eu tinha me tornado estudando psicologia e alcançando um nível de manipulação psicológica incrível... mas não era esse o perfil que eu mostrava, e sim um de seriedade...

Cada dia que passava, eu via minha prima e a desejava com todos os meus sentidos. Não podia acreditar como ela era gostosa e, como era óbvio, tinha vontade de comer ela até saciar minha tesão. Como poderia fazer com que ela sentisse desejo por mim sem correr o risco de parecer um depravado? Foi assim que estudei um jeito de manipular a situação. De conversa em conversa, fui introduzindo o assunto sexo, perguntando como era a confiança dela, sobre as experiências sexuais, se ela tinha se divertido, se as experiências foram agradáveis. E deu no que deu: ela só tinha tido um namorado, um nerd que só O que interessava ele eram os livros dele e que ela o conheceu na faculdade de engenharia, onde ela estudava pesado. E por causa da carga horária puxada desse curso, ela também não saía muito. Foi aí que eu vi minha chance: mal atendida, pouca experiência, precisando de sexo — dava pra ver nos olhos dela que, toda vez que ele mencionava sexo, ela engolia a saliva, ficava alterada, gaguejava e corava. Com todos esses sinais, comecei o ataque, sem piedade, dia após dia. Eu tinha que conseguir comer aquele docinho perfeito: aqueles peitões grandes e empinados, aquela bunda pequena que era um desenho dos sonhos, redondinha, empinadinha, perfeita!

Até que surgiu minha chance de arriscar todas as minhas estratégias no tudo ou nada: numa viagem de negócios, meu tio e minha tia deixaram a casa sob nossa responsabilidade por uma semana inteira, confiando na nossa responsabilidade. Desde o primeiro dia, comecei a deixar meu notebook aberto com vídeos pornôs na sala, me fazendo de desligado durante as noites. Quando ela voltava da faculdade, no primeiro dia passou despercebido. No segundo, ela começou a espiar se eu estava dormindo pra fuçar o notebook (e eu via tudo porque tinha instalado câmeras pela casa toda, até no quarto dela — tava decidido a tudo). No terceiro dia, ela não aguentou a curiosidade e abriu meu notebook. Como era de se esperar, a primeira coisa que abriu foi um vídeo caseiro que eu tinha feito com uma gostosa da universidade, que eu tinha deixado na área de trabalho. Notei como ela corava e tapava a boca, enquanto se certificava de que eu não estava acordado, abaixava o volume dos alto-falantes e, pra evitar qualquer problema, se trancou no quarto dela pra assistir o vídeo inteiro. É impressionante como ela ficou vidrada, prestando atenção em cada detalhe. E aí vi o que tanto esperava: ela apertou pausa, se despiu, ficou completamente peladinha e, finalmente, vi aqueles pedaços de peitão que ela tinha. Dei zoom no monitor e observei cada detalhe. Eu tava que não aguentava mais de tesão, com uma vontade selvagem de invadir o quarto dela. O quarto dela e despedaçar, mas não queria estragar o plano. Curti mais ainda quando vi que ela começou a acariciar o próprio corpo enquanto olhava o vídeo. Puta merda, como minha prima tava precisada. Começou a se masturbar com uma desesperação, tipo a falta de experiência que ela tinha. Eu não acreditava no que meus olhos viam. Depois que gozou, se vestiu e, disfarçadamente, deixou o computador onde estava e, sem mais, foi pro quarto dela. Eu aproveitei pra me pelar e abrir a porta do meu quarto pra ela me ver enquanto dormia nu, com o lençol deixando a cabeça do meu pau aparecendo, que tava durasso, espiando pela beirada do lençol. E foi o que aconteceu: ela passou pela porta do meu quarto e viu que eu tava dormindo, aí aproveitou e abriu um pouco mais a porta pra me espiar enquanto eu dormia. Vi ela se aproximar devagar e olhar, sem fazer barulho nenhum, como meu pau grosso, veiudo e comprido se destacava do lençol. Com todo cuidado e silêncio, ela puxou um pouco mais o lençol pra descobrir a pica toda. E não sei o que aconteceu, não sei o que foi, mas vi ela negar alguma coisa com a cabeça, como se a consciência impedisse ela de curtir, e se afastou devagar até o quarto dela. Quase consegui. Não importa, ainda tinha 4 dias. Já tinha ela, eu sabia que na mente dela tava o desejo, mas a moral segurava. No dia seguinte, quando ela voltou da faculdade, calculei um tempo antes dela chegar e fui tomar banho, obviamente com a porta aberta. Ela chegou, eu ouvi os passos dela e o coração batendo a mil, esperando a oportunidade. Ela se aproximou devagar e a traiu o subconsciente: chegou perto do banheiro e ficou me espiando pela fresta da porta e da dobradiça. Eu sabia que ela tava ali. Saí do chuveiro, depois de me secar me perfumei e fui nu até a porta do banheiro. E lá estava ela, tremendo, respirando ofegante e com a impressão de ter sido pega me espiando. Me aproximei e ela disse com a voz trêmula: "Desculpa, não consegui evitar, não sei o que deu em mim". E sem dizer mais nada, pegou minha mão e levou até a buceta dela. Buceta linda e ela me fez acariciar ela enquanto me olhava nos olhos, tremendo de nervosismo. Devagar, foi descendo e, sem esperar nada, abriu a boca o máximo que pôde e engoliu quase de uma vez, com uma sede de chupar o pau impressionante. Meu pau de uma vez na garganta estimulava minha glande, ela estava matando a vontade dela e eu conseguia o que tanto queria. Levei ela pro quarto, puxei as tetas dela pra fora e comecei a chupar elas desesperado, como se fosse minha primeira vez. Nunca antes tive o pau tão duro como naquele momento. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela um pouco mais desesperado do que nas tetas, e ela se contorcia de prazer até que eu penetrei ela com toda a fúria. Minha depravação estava no ponto máximo. Comi minha prima de um jeito e com tantas posições que acho que ninguém vai superar aquele momento. Desde aquele dia até voltar pra Buenos Aires, aproveitei cada trepada que tive com ela, quase todos os dias em segredo, sem deixar o menor sinal de suspeita.Prima gostosa distante

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