No final da minha aula, aquele dia a gente tinha que ir pro pátio pra uma comemoração que os alunos iam fazer pro Dia do Professor. Quando tocou o sinal, todo mundo começou a sair, menos a Janeth, que falou que ia me ajudar a cobrir os computadores. Aceitei e comecei a guardar minhas coisas na mesa. Quando terminou, a Janeth chegou perto de mim e disse: "Pronto, profe, já cobri tudo..." Aí respondi: "Valeu, Janeth, não faltou nenhuma?" E ela: "Nenhuma, profe..." "Beleza, então, obrigado... Vamos pro pátio ou a gente fica sem os salgadinhos..." Mas aí ela me parou: "Profe, ainda não te dei meu presente..."
A Janeth tinha o costume, desde dois anos antes, desde o primeiro ano do ensino médio, de me dar uma caneta, um chaveiro, essas coisas, no Dia do Professor. Na hora, falei: "Não precisa se preocupar, Janeth." Mas ela insistiu: "Não, profe, nada disso. E como esse é meu último ano na escola, quero te dar um bem especial..." Respondi: "Pô, não fica gastando à toa, você já vai ter gastos pesados pela frente, tem que economizar..."
Dito isso, ela me abraçou, me parabenizou e, naquele momento, me beijou. Fiquei surpreso e me afastei, mas não porque não tivesse gostado, era porque a gente tava na escola. Aí ela me beijou de novo, e dessa vez eu correspondi, brincando com a língua dela, abraçando ela e massageando as costas dela. Ela se grudou mais em mim, acho que sentiu meu pau já duro, porque ela baixou uma mão e começou a apalpar ele. Na hora, agarrei os peitos dela de volta e apertei.
Achei que ia parar por aí, mas de repente ela abriu minha calça, enfiou a mão e puxou meu pau pra fora de uma vez. Doeu um pouco porque já tava durasso. Na sequência, ela começou a me bater uma punheta enquanto me beijava de novo, aí eu enfiei uma mão por baixo da A saia dela e um dos meus dedos abriu caminho por baixo da calcinha fio dental, dando pra sentir o quanto ela tava molhada. Com isso, ela só soltou um gemidinho e naquele momento, ela se ajoelhou, deu um beijo no meu pau, passou a língua devagar, como se tivesse saboreando um sorvete, e me olhava. Eu ainda tava surpreso, não conseguia acreditar no que tava rolando, a Janeth era muito desejada, pelo que eu sabia dos comentários dos caras da escola.
Eu tava ali parado, ela ajoelhada, que espetáculo! E assim, ela enfiava na boca, às vezes dava uma mordidinha de leve, várias vezes abriu os olhos pra me olhar de baixo, isso me excitava ainda mais enquanto minhas mãos brincavam com o cabelo longo, castanho e cacheado dela. Ela continuou me chupando por um bom tempo, já tava quase gozando até que eu levantei ela com cuidado, beijei ela com carinho e sentei ela na minha mesa.
Nessa posição, tirei a calcinha fio dental dela e me sentei na cadeira; aí abri e coloquei as pernas dela de um jeito que ficasse na minha frente, aquela bucetinha linda, quente, molhada e com um cheiro delicioso. Comecei a lamber as coxas dela, a barriga, depois desabotoei e abri a blusa dela, tirando os peitos do sutiã, que eram firmes, com umas auréolas grandes e morenas, de verdade, eram lindos, macios, durinhos, hipnotizantes.
Ela brincava com meu cabelo, não dizia nada, só suspirava ofegante, depois eu desci até a bucetinha dela e comecei a lamber, isso deixou ela ainda mais excitada e eu comecei a chupar aquele clitóris lindo, até brincava com ele com a língua, às vezes descia até o cu dela e dava uma lambida. Ela só gemia e começou a falar "assim, me dá tua língua, assimmm, quanto tempo desejei isssooo... quero que me coma toda, aaaaahhh..., sou suaaa...".
Eu não parava de meter minha língua na buceta dela e quando senti que ela não aguentava mais, acelerei o ritmo até que a Janeth explodiu num orgasmo que ela nunca tinha sentido, até puxou meu cabelo e gritou; por sorte, a sala de aula tava fechada e fica no último andar do prédio mais afastado. Depois, ela gemeu deliciosamente, se contorceu e soltou seus fluidos, que continuei lambendo com fervor enquanto ela ainda respirava ofegante, puta merda, como durou aquele gozo dela.
De repente, a Janeth desceu da mesa e se ajoelhou de novo, indo direto no meu pau e começou a chupar de novo, mamava com gosto, queria engolir tudo inteiro e quando deixou ele duro de novo, ela se levantou e falou "esse é o seu presente e, ao mesmo tempo, também é meu... sempre gostei de você e sonhei em transarmos juntos, você me encanta e quero ser sua, quero que você seja o primeiro".
Ainda mais surpreso, questionei de novo "mas... Janeth, tem certeza?" e ela respondeu "certezíssimaaaaa..., vem, me faz sua, quero ser sua..." e dizendo isso, ela montou em cima de mim, eu ainda estava sentado, e colocou meu pau na entrada da boceta dela, que como estava molhadíssima, a cabeça entrou sem muito problema. Ela só deu um gritinho e na hora eu segurei na cintura dela e ajudei, percebendo na hora o que já suspeitava, ela era virgem, então tinha que fazer com cuidado, não podia machucar, não podia traumatizar na primeira vez dela.
Assim, empurrei devagar pela cintura dela e meu pau entrou até a metade, então ela gritou, doeu e eu beijei ela dizendo "calma princesa, calma..." mas ela reclamou "é que dói..., aiiii...". Tentando acalmar, expliquei "eu sei, já vai passar o incômodo..., assim, devagar, assiim..., pega ele, é seu..." enquanto ela exclamava "siim, me dááá..., não ligo pro que acontecer, quero sentir você dentro de mim...".
Devagar e suavemente, enfiei até o fundo, ficamos ali uns instantes até que ela começou a se mexer devagar, eu acompanhei o ritmo enquanto ela dizia "assim, que gostoso, assim, mete tudo, quero sentir ele todinho dentro de mim..., aaahhhh, mmmhhhhhhhhhh, maaiss...". Ouvindo aquilo, eu perguntava "você gosta?, assim?, assim? pega ele..., é Suuuua, só sua mesmo..." e ela respondia "siimm, assiiim, coloca tudoooo".
Eu sentia meu pau entrando e saindo dela de verdade, tava curtindo pra caralho, ela gemia e suspirava, pedia mais e mais, a gente se beijava, eu mordia e lambia os peitos dela, acariciava as costas dela, era uma delícia o que tava rolando entre a gente. Depois de uns instantes, ela começou a se mexer mais enquanto dizia "ahhhh, siimm, que gostosoooo..., assiiim..., aaaaaahhhh, mmmhhhhhhhhhhh" e eu respondi "isso, assiiim..., aproveita, é seuuuu, assiiim, sente tudoooo, engole tudoooo, come tudoooo..." e ela gritava "siimm, me dá maaaiiiissssssssss, maaaiiiissssssssss, assiiim..., assiiimmm..., ahhhhhhhhhhh".
Naquela hora, ela gozou e não parou de rebolar enquanto eu ajudava, até senti meu pau molhando com os fluidos dela e beijei ela pra abafar um pouco os gemidos e os gritos; por outro lado, ela mordeu meu lábio mas mesmo assim continuou se mexendo.
Quando ela se acalmou um pouco, percebeu que eu não tinha gozado e por isso, tirou meu pau devagar e colocou de novo na boca dela, logo começou a chupar e mamar gostoso, até tirava e colocava uma das minhas bolas alternadamente, também lambia minha virilha e voltava a meter meu pau na boca, que chupada do caralho!, enquanto eu falava "assim princesa, assiiim, continua, não paraaa...".
Ela continuou até não aguentar mais, eu tinha segurado demais e ela se ajudava com a mão, isso fez com que de repente, eu jorrasse um gozão dentro da boca dela; pensei que ela ia parar de chupar mas continuou enquanto eu gritava "aaaahhhhh, que gostosoooo, come tudoooo, engole tudinho..., assiiim".
Janeth seguiu chupando e engolindo meu leite, até escorreu um pouco no canto da boca dela mas ela lambeu com a língua e engoliu também. Ela chupou e lambeu até deixar limpinho, depois se levantou, me deu um beijo e arrumou a roupa enquanto eu tava Ainda sentado, fiquei olhando pra ela e falei "valeu, gostosa, é a melhor coisa que já recebi... o que posso te dizer?". Janeth não disse nada, se aproximou de novo e me beijou com força, apertou meu pau que eu já tinha guardado e foi em direção à porta, mas antes disse "desejo realizado, parabéns de novo, te amo!".
Dito isso, ela abriu a porta e saiu, e eu vi ela passar e descer as escadas pela janela da sala; fiquei mais um tempo tentando processar aquilo tão maravilhoso que tinha acontecido comigo. Não vou negar que tem muitas alunas que me atraem, mas nunca imaginei que uma delas, a Janeth, fosse me dar algo tão lindo como a virgindade dela.COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E MAIS
10 comentários - A aluna Janeth, uma gostosa
Te felicito
El poder arbitrario constituye una tentación natural para un príncipe, como el vino o las mujeres para un hombre joven, o el soborno para un juez, o la avaricia para el viejo, o la vanidad para la mujer.
sigue así y jamas pierdas la humildad, solo los grandes dan las gracias.
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