Isidora e o aluguel

O prédio era maravilhoso. Cercado de árvores e jardins lindos. As ruas eram silenciosas e tinha uns comércios pequenos nas quadras que lembravam aqueles bairros antigos e tranquilos do passado. O melhor era que ficava perto do centro da cidade. Era tipo um paraíso escondido atrás de um morro, bem ao lado de um parquezinho de bairro. Isidora e Alejandro estavam felizes pra caralho. Tinham encontrado o apartamento dos sonhos deles.

O único problema do apartamento era o preço alto do aluguel. Passava muito do orçamento deles e iam ter que fazer uns cortes fodidos pra pagar o Senhor Martínez. O "caseiro", como ele mesmo se chamava, era um homem maduro e bonachão, mas bem feio. Alejandro não gostava muito dele porque tinha descoberto o caseiro olhando com cara de tesão pra mulher dele. Mesmo assim, era o cara que podia alugar aquele apartamento foda pra eles.

— Não fica puto à toa — disse Isidora. — O apartamento é muito bonito e espaçoso.

— Mas você viu como aquele sem-vergonha olhou pra sua bunda, mulher! — gritou Alejo.

— Calma, amor — acalmou a mulher dele. — Ele só olhou. Um homem como ele nunca vai me ter. Porque eu sou só sua.

Deixaram pra lá aquela falta de respeito do velho proprietário e assinaram contrato por um ano. Aí, começou uma vida dos sonhos. Compraram móveis e decoraram o lugar de um jeito que o apartamento ficou perfeito. Era o lugar que Isidora sonhava depois de ter morado três meses com os pais de Alejandro. Aquilo não tinha sido ruim, mas Ana adorava a privacidade e liberdade que era ter a própria casa.

Mas essa felicidade logo acabou. Os pais de Alejandro fizeram um investimento merda e se foderam feio financeiramente. Mas a solução não veio e a situação se arrastou por mais um mês. Alejandro fazia tudo que podia, mas Isidora percebia que o marido dela tava no limite.

Uma tarde quente pra caralho, enquanto Isidora memorizava uma anotação pra uma testava e lutava para afastar os problemas da mente, a campainha tocou. Ao abrir a porta, descobriu o senhor Martínez esperando pacientemente com uma carta na mão. O homem maduro virou-se para cumprimentá-la, mas deu um pulo ao vê-la devorando-o com o olhar.

- Bom dia, senhora – disse o homem, recuperando a compostura -. Com certeza sabe por que estou aqui.

- Sim, eu sei – a voz de Isidora soou culpada.

- Trago a segunda notificação de despejo – anunciou -. Quando trouxer a terceira notificação no próximo mês, estarei acompanhado pela polícia. É melhor que tenham pago o que me devem ou desocupado o apartamento até essa data.

- Claro, talvez possamos encontrar uma forma alternativa de pagar os meses que me deve. Não acha, senhora Novik?

- Como? – perguntou Isi.

Isidora queria ouvir. Nervosa como estava, ainda não imaginava que proposta o senhor Martínez faria. Mas quando a ouviu, sentiu-se indignada.

- Mas o que é isso?! – saltou no assento com o grito no ar -. O que quer que eu faça o quê?

- Quero que me alegre o dia.

O senhor Martínez era um bom negociador que sabia usar as palavras. Não queria assustar a moça nem se meter numa enrascada. Ninguém sabia quando estava sendo gravado. No entanto, sabia que tinha se feito entender para Isidora.

- Velho maluco, sai da minha casa – clamou ameaçadora Isi.

Isidora fechou a porta e ficou ali por um longo tempo. Não podia acreditar no que aquele velho tinha proposto. Voltou ao escritório e começou a ler seus apontamentos, mas não conseguia se concentrar. Pegou o cartão e pensou em rasgá-lo em mil pedaços. No entanto, se arrependeu. Com pesar, guardou o cartão numa gaveta. Com certeza Alejo faria algo e ela nunca mais veria a cara daquele velho tarado, desejou Isidora.

No entanto, as semanas passaram e o fim do mês se aproximou. Isidora não conseguia encontrar um emprego e seu marido não achava uma forma de gerar mais dinheiro. Alejandro desligou o telefone, acabara de falar com o senhor Martínez.

- O O velho diz que se não pagarmos o valor total, ele vai vir com a polícia pra nos tirar daqui no fim do mês.

- Meu Deus, o que a gente vai fazer? – a voz de Isidora mostrava medo.

- Vou dar um jeito. Não se preocupa – o marido tentou acalmá-la.

- Alô – atendeu o velho proprietário.

- Seu Martinez – Isidora engoliu seco antes de continuar –. Sou a Isidora Novik. Queria conversar com o senhor.

- Oi, Dona Novik. Tô ocupado agora. Que tal se eu passar no meu apartamento no meio da tarde?

Meu apartamento, disse aquele desgraçado, pensou Isidora. Não, essa é a minha casa. Vou defender o que é meu custe o que custar.

- Tá bem, seu Martinez. A gente se vê hoje à tarde – ela se despediu.

Almoçou sozinha e depois tomou um banho. Sem pensar, vestiu o mesmo short e a camiseta de academia que tinha usado na última visita do proprietário. Umas sandálias de salto baixo completaram o look. Depois, pegou um livro de geriatria e tentou se concentrar nas provas finais. Queria se formar em enfermagem o mais rápido possível e ajudar nas contas de casa. Preciso me concentrar, pensou. A campainha interrompeu seus pensamentos.

- Boa tarde, Dona Novik – cumprimentou seu Martinez quando Isi abriu a porta.

O proprietário tinha chegado mais cedo do que o esperado.

- Boa tarde, seu Martinez.

Isidora fez o proprietário entrar. Levou ele até a sala e convidou pra sentar no sofá. A mulher notou o olhar do velho na bunda dela e depois nas pernas quando ela sentou na frente dele.

- Dona, a senhora que manda. Do que quer falar?

- Gostaria que o senhor nos desse mais um tempinho. Os pais do Alejandro tiveram uns problemas e meu marido teve que ajudar eles. Mas eles vão nos devolver o dinheiro logo e a gente vai poder pagar o aluguel inteiro.

- Sabe, Dona Novik – o proprietário interrompeu –. Acho que já dei tempo demais pra vocês. Seis meses de aluguel é muita grana. Esse apartamento era um bom investimento até seu marido ocupar ele. Tem muita procura. a área.
- Mas lhe garanto que pagaremos logo – suplicou Isidora.
- Todo mundo diz a mesma coisa e no fim é sempre a mesma história… – o velho proprietário não mostrava misericórdia.

Isidora tentou, mas não sabia o que dizer ao senhor Martínez para que perdoasse o aluguel por mais um tempo. Estava tentando pensar em algo que pudesse amolecer o coração do velho quando notou o olhar dele em suas pernas. O tarado do proprietário parecia hipnotizado pelas coxas brancas e femininas de Isidora.

- Olha, senhor Martínez – chamou a atenção daquele velho safado -. O senhor não pode nos dar mais um ou dois meses, por favor?
- Sinto muito, senhora – garantiu o proprietário -. Negócios são negócios. A menos que tenha algo para negociar comigo, é impossível cancelar o despejo.

A expressão do velho proprietário foi sugestiva. Isidora ficou em silêncio; milhares de imagens passavam por sua mente. O marido, os pais, o apartamento dos sonhos, a carreira de enfermagem e o dinheiro que não tinham. Tudo isso é culpa do Alejandro, recriminou o marido em silêncio. Ele devia ter pensado nos problemas que o empréstimo que pediu para os pais traria, pensou Isi.

- Que tal tomarmos uma taça de vinho e conversarmos sobre minha proposta do outro dia? – a voz do senhor Martínez a surpreendeu.

No começo, Isidora pensou em recusar. Mas, em vez disso, ficou calada. Precisava fazer alguma coisa.

- Ok, vou ouvir – Isi aceitou saber da proposta.

Enquanto servia duas taças de vinho, Isidora não acreditava no que estava prestes a discutir. Nervosa, voltou com as taças e a garrafa de vinho.

- Pode me lembrar da sua proposta, senhor Martínez? – suplicou Isidora.
- Muito bem.

O sorriso do velho e feio proprietário deixou ver os dentes tortos. Para Isidora, aquela abertura parecia muito com a boca de um lobo.

- Quero que você alegre o meu dia – orou o velho como se fosse um anúncio -. Para ser mais claro, deixe-me explicar.

Isidora ouviu com as mãos e a taça. vazia no colo.

- Muitos homens vão a casas noturnas para ver mulheres, observá-las dançar e se insinuar para eles. Essas mulheres mostram seus corpos e fingem ser "namoradas de mentira" para esses caras: "alegrando o dia deles". Em troca, claro, recebem dinheiro. Eu não costumo frequentar lugares assim por causa dos meus escrúpulos e da minha vergonha besta, mas sempre tive a fantasia de que alguém me desse esse tipo de atenção. Estou velho, minha esposa morreu há um ano e me sinto sozinho. Talvez você pudesse me fazer sentir menos sozinho, Senhora Novik, não acha?

Isidora serviu mais vinho. Bebeu vários goles antes de deixar a taça na mesa. Milhares de imagens se sucediam em sua mente. O senhor Martínez encheu a taça dela e serviu a sua própria.

- Não sei. Isso é estranho demais – explicou Isidora, nervosa.

- Olha. Permita-me sugerir um período de teste para o nosso acordo – sugeriu o senhorio.

Isidora bebeu de sua taça antes de responder.

- Ok. O que você sugere?

- Tente uma vez. Só quero que você faça um striptease. Nada mais. Em troca, vou reduzir um mês do aluguel e dar mais um mês de carência para vocês me pagarem. É uma oferta muito boa, não acha?

Isidora não tinha certeza. Terminou sua taça e bebeu o resto do vinho da garrafa antes de responder.

- Tá bom. Aceito – Isidora tinha o rosto vermelho de vergonha enquanto pronunciava essas palavras.

- Muito bem. Vamos começar – anunciou o velho senhorio, todo motivado.

- Agora? – perguntou a mulher, surpresa.

- Claro. Não vamos perder tempo. Você sabe, faltam menos de duas semanas para o fim do mês. Quer esperar mais para começar a resolver seus problemas, Senhora Novik?

Não. Isidora não queria esperar mais. Precisava ter a tranquilidade que sentia antes de toda essa loucura começar.

- O que você quer que eu faça? – perguntou a mulher de Alejandro.

O senhorio se levantou do assento, moveu uma mesinha e alguns sofás. Uma área de uns dois metros quadrados ficou livre na sala de estar. O O senhor Martínez se sentou no sofá.

- Quero que você dance um pouquinho e comece a se despir – pediu o velho.

- O que o senhor vai fazer? – perguntou Isidora, preocupada.

- Não vou fazer nada que você não queira – garantiu o pervertido do proprietário. – Vou ficar aqui neste sofá, te observando.

Isidora não tinha certeza do que estava fazendo ou se o senhor Martínez cumpriria a palavra, mas não via outro jeito de resolver ou pelo menos adiar o despejo. Começou a se mexer desajeitadamente. Estava nervosa. Além disso, as taças de vinho não ajudavam. Sentia-se meio tonta. Enquanto girava, percebeu o olhar lascivo daquele velho. Deus, não quero que ele me toque. Continuou dançando, sem se atrever a fazer outra coisa.

- Vamos, dona Novik – a voz do proprietário a fez estremecer. – Já está na hora de começar a tirar a roupinha.

Isidora observou o velho. Não tinha notado que ele se acomodara no sofá de um jeito que parecia observá-la de baixo pra cima. Sem querer, a estudante de enfermagem notou um volume na virilha do proprietário. Meu Deus, o velho tá excitado. Desviou o olhar e, sem se dar conta, começou a tirar a regata. O rosto ficou vermelho quando ficou só no sutiã branco que usava naquele dia. Os peitos brancos pareciam mal contidos na taça do sutiã.

- Muito bem, dona Novik! – exclamou o proprietário. – Muito bem!

Por alguma razão, o nervosismo e a vergonha cederam. Queria terminar logo aquela humilhação e começou a tirar o shortinho. Quando a calcinha fio dental branca apareceu, Isidora sentiu o calor subir pelo corpo todo. Não lembrava de ter vestido uma fio dental tão pequena, pensou. O tecido se enfiava entre suas nádegas carnudas e redondas, deixando pouco pra imaginação. O triângulo pequeno da calcinha envolvia justinho seus lábios da buceta.

- Vai, gatinha – disse o proprietário, perdendo a compostura. – Mexe essa bunda.

Por alguma razão estranha, o descontrole do proprietário a afetou. Isidora fez o que o senhor Martínez dizia com uma... Sensação estranha no baixo ventre. Ela mexeu a bunda e rebolou no lugar. O vinho tinha subido à cabeça e ela sentia que perdia o equilíbrio. Quando caiu em si, levou um baita susto. O senhor Martínez tinha baixado as calças. O proprietário procurou algo escondido debaixo de uma cueca cinza antiga. De repente, um pau de tamanho considerável veio à tona.

Surpresa com o comportamento do velho locador e o tamanho daquele pinto, Isidora ficou paralisada no lugar, observando o senhor Martínez se masturbar.

- Continue, por favor, Isabella – pediu o proprietário.

Isabella continuou. Estava confusa. Tentava não olhar pro velho tarado, mas era impossível. Os olhos iam pro sofá. Nunca tinha visto um pau daqueles ao vivo e a cores. Tinha transado com três homens na vida e nem sempre tinha curtido. Nem tinha certeza se já tinha gozado de verdade. Por algum motivo, estar ali, com o velho se tocando, a deixou com tesão.

- Vai, gata – a voz do velho saía ofegante –. Me dá esse sutiã.

Isidora começou a procurar o fecho do sutiã. Estava nervosa. Custou a achar e soltar. Quando os peitos ficaram nus e ela jogou o sutiã no sofá, perto do velho, uma descarga elétrica percorreu o corpo todo até a buceta. O velho pegou o sutiã branco e limpinho dela. Cheirou como um bicho enquanto a olhava. Sorrindo, o velho pegou o pano que cobria os peitos dela e enrolou no pau pra continuar se masturbando. O pau tinha ficado num tamanho impossível.

Meu Deus. É enorme, pensou Isidora. Era maior que o do Alejandro. É maior que o pau do César ou até mais grosso que o pau do Roberto. Tava com uma vontade imensa de se tocar. Queria meter os dedos na boceta. Faz quanto tempo que não transo?, se surpreendeu pensando Isidora. Eram meses. Desde que os problemas começaram. Por causa do estresse. Ou o Alejandro tava cansado ou eu não queria.

- Você pode Tocar você – disse o senhor Martínez, lendo a mente dela –. Pode se tocar, dona Isidora.

Seminua, com a calcinha cobrindo a buceta e as sandálias de salto baixo, a mulher de Alejandro começou a tocar os peitos primeiro. Eram roçadas leves que provocavam arrepios na pele toda. Isidora não sabia o que estava fazendo. Ela apertava os seios e esticava os bicos enquanto o senhorio se masturbava no sofá. Deus, por quê? Alejandro vai me matar, pensava. Mas continuava esticando um bico e depois o outro.

– Coloca um pouco de saliva no seu bico – ordenou o senhor Martínez.

Isidora levou vários dedos à boca e chupou eles antes de levar aos bicos.

– Muito bem – elogiou o velho, com a pica na mão –. Agora leva essa mesma mãozinha por baixo da sua calcinha. Toca a sua buceta, dona Novik.

Isidora observou a mão do velho no pau. O movimento era constante, fazendo a glande enorme se destacar. Não queria perder de vista aquela pica. Isidora levou os dedos por baixo da calcinha fio dental e com o indicador começou a dar uma massagem suave no clitóris. Estava molhada como nunca. A recém-casada começou a mexer os dedos na mesma velocidade que a mão do senhor Martínez no pau dele.

– Vamos, gatinha… – interrompeu de repente o velho senhorio –. Você deve estar cansada. Senta aqui do meu lado. Aqui vai ficar mais confortável.

Isidora já não pensava mais. Andou os três ou quatro passos que a separavam do senhor Martínez e sentou ao lado dele. Aí continuou com o que estava fazendo. O pênis magnífico do senhorio estava bem perto. Realmente se sentia quente. Não sabia como tinha acabado se masturbando junto com o senhorio odioso. O marido dela odiava ele e Isidora odiava o jeito que ele olhava pra ela. Aquele homem tinha feito ela passar o pior tempo da vida dela. Mesmo assim, estava praticamente nua se masturbando ao lado dele. Só a minha calcinha fio dental me protege desse velho pervertido, pensou rapidamente. Como se tivesse lido a mente dela, o homem maduro pediu que ela tirasse a calcinha pequena.

– Me dá essa fio dental, Isidorita – disse com a ponta do pau dele apontando pra ela.
Isidora, com uma mão brincando na própria buceta e a outra apertando o peito, não soube como recusar esse pedido safado. Levantou a raba e, se esticando, começou a tirar a calcinha. Quando a peça chegou na altura dos joelhos, o senhor Martínez ajudou e terminou de puxar a tanga branca. A buceta brilhante e molhada de Isidora ficou exposta.

- Tá bem aparadinha essa sua xereca, gostosa – observou o caseiro, cheirando a tanga de Isidora. – De quanto em quanto tempo você aparece esses pelinhos, minha filha?

- Uma vez por mês eu depilo e apareço a buceta – respondeu Isidora automaticamente.

- Muito bem – elogiou o senhor Martínez. – Me deixa dar uma olhada no trabalho de depilação na sua periquita?

A pergunta não teve resposta. O senhor Martínez não precisava dela. Esticou a mão e acariciou a buceta da inquilina. Tava bem molhada.

- Não, senhor Martínez. Não me toca – pediu Isidora, num súplica fraca.

O corpo feminino e sensual parecia incapaz de parar. Os dedos dela se afundavam na própria buceta, acompanhando as carícias do safado do caseiro. Quando o velho se esticou pra prender um mamilo na boca, Isidora perdeu o juízo. A visão ficou turva e ela deixou as coisas rolarem. Isidora se sentiu apertada nos braços do velho, com a língua daquele infeliz lambendo os peitos dela e uma mão apertando a bunda dela. O que eu tô fazendo?, se perguntou de novo. Percebeu que a boca do homem subia pelo pescoço dela. Beijinhos que se aproximavam do rosto dela. Se deparou com a cara feia do caseiro bem na frente dela.

- Vou te foder, sua putinha.

A afirmação do velho excitou Isidora. Beijou o velho, emprestando a língua. Deixou ele lamber a boca e o rosto dela. Não sabia por que tava tão excitada. Continuaram se beijando enquanto ela sentia o corpo ser apalpado e violentado. Uma mão se enfiou na buceta dela e a masturbou com raiva.

- Chupa minha pica, gostosa – ordenou o caseiro.

Como se fosse movida por um desejo incontrolável, Isidora se ajeitou no sofá. para fazer o que lhe era ordenado. Ela queria ter aquela pica nas mãos desde a primeira vez que a viu. Pegou nela com a mão e, tremendo, a contemplou. O toque era diferente do do marido, sem falar no tamanho. Comprida, grossa e cheia de veias. A cabeça parecia enorme. De perto, tinha certeza de que era a pica mais grande que já tinha segurado. Meteu na boca com fome, bateu uma com uma e duas mãos. Era enorme. Ela gostava. A excitava. Passou a língua pela cabecinha e desceu, passando os lábios pelo tronco grosso e venoso. A cada lambida, parecia maior e mais grossa. Cuspiu na pica igual as putas fazem antes de meter na boca. Queria ter ela toda dentro, mas era impossível.

O senhor Martínez estava muito satisfeito. Estava aproveitando. Quando teve a ideia, pensou em curtir o striptease de uma mulher linda e bater uma boa punheta. Um homem como ele não podia comer mulheres como Isidora sem colocar um bom maço de notas em cima da mesa. Sempre sonhou em comer uma mulher no estilo daquelas atrizes sensuais de série ou novela, como Jennifer Love Hewitt ou Marlene Favela. Sempre sonhou que um anjinho caía do céu para ele. Nunca pensou que seu desejo se realizaria. Mas estava acontecendo. Não tinha certeza de como tinha rolado, mas vendo o entusiasmo da garota no boquete, começava a acreditar que aquela tarde seria inesquecível.

- Vamos, boneca – ordenou, levantando-se. - Vamos para o seu quarto.

Eles se levantaram. Ele a levava pelo braço. Paravam para se apalpar e dar uns amassos bem gostosos. Isidora sentia que apertavam forte a bunda dela, e ela aproveitava para dar umas sacudidas naquela pica que a deixava louca de tesão. Chegaram ao quarto de casal. Isidora caiu na cama e o velho aproveitou para chupar bem a buceta dela por um bom tempo. Isidora gozava. Não lembrava de estar tão excitada na vida. O senhor Martínez começou a chupar os peitos dela enquanto batia uma ou enfiava dois dedos. no buceta.
- Que peitos… adoro eles – sussurrava no ouvido dela enquanto com um dedo acariciava o clitóris dela

Isidora começou a gemer e gritar. Suspirava e puxava o ar. Às vezes um beijo do senhorio a surpreendia e, submisso, ela devolvia toda a paixão acariciando o pau dele. A cena era dantesca: uma mulher linda, jovem e sensual se revirando com um homem de corpo flácido, velho e decrépito. Eles se beijavam e se acariciavam. Se tocavam como se a vida dependesse disso.

- Vamos, gatinha… agora vou te foder.

As palavras do senhorio provocaram um monte de emoções e sensações em Isidora. Sem pensar, ela virou e mostrou a bunda imponente. Isidora preferia o Doggie Style como posição pra foder. Queria ser fodida bem fodida. O senhor Martinez observou aquele par de glúteos redondos e a buceta molhada. Tudo daquele corpo estava exposto pra ele. Sentiu o pau ficar bem duro. Com uma mão, acariciou os lábios vaginais enquanto a outra mão acariciava a bunda desejável.

- Você tá bem molhada, putinha.

Isidora moveu a bunda pra trás. Queria ser penetrada. Já desejava aquilo. Queria encher a buceta. O senhorio colocou a ponta do pau gordinho na entrada da buceta da mulher sensual e esperou.

- Vai, gatinha. Busca o que você quer – convidou o velho pervertido.

Isidora estava muito tesuda e, com os olhos fechados, moveu o corpo pra trás. Com certa dificuldade, conseguiu pegar o pau e, aos poucos, fez o velho penetrá-la. O pênis começou a se abrir espaço no corpo dela. Era muito grosso. Ela sentia que pressionava todo o seu ser. Sensações estranhas percorriam todo o corpo dela, desde o colo do útero até as vísceras e dali pro resto da pele. Quando teve boa parte daquele pau alojado dentro dela, tirou de imediato pra rapidamente cravar de novo mais fundo na buceta. Foi uma sensação maravilhosa. O corpo inteiro de Isidora tremia.

Ela sentiu as mãos do Senhor Martinez segurando sua cintura. Ele começou a meter com força. Isidora começou a sentir um pouco de dor, mas o prazer conseguia abafar toda sensação, tornando a experiência uma das mais satisfatórias e sensuais em sua limitada vida sexual. No quarto, por um bom tempo, só se ouviu seus gemidos e o som do pau batendo na sua buceta.

- Mais... Mais... Um pouco mais... - pedia Isidora.

O velho caseiro a pegava pelos peitos firmes e a penetrava cada vez mais forte e mais fundo. Na vida dele, nunca tinha se esforçado tanto para satisfazer uma mulher. Na falecida esposa, jamais tinha penetrado tão profundamente. Se sentia no paraíso. Essa buceta é divina, pensou o caseiro depravado.

- Que buceta gostosa, boneca - a voz do veterano saiu entrecortada. - Continua assim. Ordenha meu leite, bebê.

Isidora parecia fora de controle. Se mexia desenfreadamente. Tinha sentido coisas que jamais pensou sentir. Primeiro, um prazer imenso que a tomava por completo. Depois, todo o corpo dela se apagava até voltar a sentir as sensações e o prazer renascia no corpo. Era um ciclo que ia e voltava. Maravilhoso. O prazer ia crescendo até um clímax, uma e outra vez. Era incrível e único. Isidora precisava gritar. Precisava extravasar tudo que sentia.

- Aaahhhhh... Mais... ah... ah ah ah... deus... oh... - gemia e clamava com o rosto no travesseiro.

Os corpos estavam cobertos de suor. Mas era impossível parar. Deram uma pausa só para Isidora se virar na cama e o senhor Martínez penetrá-la de novo. Frente a frente, na posição de missionário, Isidora não conseguiu evitar beijar seu amante. As línguas se entrelaçavam num beijo de língua.

- Eu preciso disso - sussurrou a mulher no ouvido do velho. - Quero que me foda sempre.

Por alguma razão inexplicável, aquelas palavras causaram um efeito enorme no veterano amante. Sem conseguir se segurar, começou a gozar. Foi uma gozada intensa. Isidora sentiu um líquido abundante inundar sua buceta e aconteceu que um prazer intenso percorreu seus sentidos até o ponto de colapsar seu corpo e mente. Tinha tido um orgasmo. Pela primeira vez, Isidora teve certeza de que tinha gozado de verdade.

- Aahhhaahhahhah.. deus… aaaagggghhhhhh…. Eu te amo… - gemeu Isidora com a voz rouca.

Os últimos espasmos e o resto da porra do velho caíram na barriga da mulher. Eram gotas brancas como leite. Isidora pegou o pau do amante e bateu uma até esvaziar ele de sêmen.

Quando o senhor Martínez foi embora, pouco antes do Alejandro chegar, Isidora se sentiu satisfeita e cansada. Trocou os lençóis e arrumou a casa. Se sentiu agitada e com tesão ao lembrar das horas de putaria com o proprietário.

- Deus, o que eu fiz? - se perguntou, quando a culpa finalmente apareceu.

Mesmo assim, lembrou da sessão intensa de sexo que tinha resolvido em parte o problema do aluguel. Sentiu os bicos dos peitos endurecerem.

- A gente vai dar um jeito no seu problema, Isidora - o proprietário tinha dito antes de ir embora. - A gente se vê logo, sua putinha.

Isidora tinha muitas dúvidas, mas esperava com todos os sentidos pelo próximo encontro.

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