Bom, essa é a primeira vez que vou compartilhar um relato real que aconteceu comigo uns anos atrás...
Era o aniversário de um dos meus amigos do colégio e, como de costume, à noite teve encontro: pizza, cerveja, jogo no computador, música, blablabla, sempre os mesmos caras do grupo, mas dessa vez ia rolar uma surpresa pra mim. Depois da meia-noite, chegou outro grupo de amigos do aniversariante (vamos chamar ele de Léo) que eu não conhecia, e entre eles tinha uma mina. Parecia que era um grupo meio emo, não falavam muito, mas entravam na onda da festa. A gente se cumprimentou e cada um seguiu na sua. Mais tarde, já com umas cervejas na cabeça, fiquei entediado e fui pra calçada. Tava chuviscando naquela noite, então entrei na caminhonete do pai do meu amigo, daquelas que têm a caçamba atrás e só uma porta que abre pra baixo... Espero que vocês entendam como é. Fiquei lá um tempão olhando a chuva cair e, pra minha surpresa, chega a mina (vamos chamar ela de Aluh, porque foi assim que ela disse que se chamava). Ela sentou do meu lado e a gente começou a conversar. Sendo que meu forte não era ser sociável e nem passou pela minha cabeça nenhuma intenção estranha com ela. Ela era bonita, admito, tinha cabelo curto, era baixinha e bem garota, não mostrava muito por causa das roupas largas, mas dava pra perceber que já era uma mulher feita e direita (só pra constar, eu tinha 17 na época, ela parecia ser um pouco mais velha). O tempo passou e, entre risadas e tudo, ela ficou com frio. Ela só estava com uma camiseta e uma jaqueta fina e grande, então fui buscar minha jaqueta dentro de casa pra cobrir ela. Não sei se ela ficou surpresa com minha atitude ou o quê... Mas foi instantâneo: ela chegou mais perto de mim e começou a falar mais perto do meu ouvido. Vocês vão me chamar de morto, e eu confirmo, até aquele momento eu ainda não tinha sacado que ela estava me provocando pra algo... Ela me beijou, o hálito de cigarro dela me matou, mas compensou com todo o resto. Ela se despiu até ficar só de camiseta, tudo dentro da caminhonete, onde, se os vizinhos da frente saíssem ou qualquer pessoa que passasse pudesse nos ver. Ela me deitou, desabotoou... calça, tirei meu pau pra fora (ainda mole, com a surpresa não consegui reagir como devia, aos poucos foi endurecendo)... Ela passou a mão toda nele com as mãozinhas pequenas e macias, me senti tão bem que esqueci onde estávamos. Ela não falava nada, só curtia me bater uma, depois de um tempo assim eu me toquei em puxar ela mais pra perto e tocar ela por baixo da roupa, aqueles peitinhos que já estavam durinhos e pontudos. Ela levantou um pouco, abaixou a calça jeans e me deixou ver aquela calcinha fio dental cor de pele que me enlouqueceu totalmente. Ela montou em mim e disse pra eu não me preocupar, que tomava pílula. Já tinha ela na entrada também, bem apertadinha, faltou um pouco mais de lubrificação pra entrar mais fácil no meu pau, mas depois de um tempo já não era problema. A gente curtiu transar dentro da caminhonete, o tesão de poderem nos ver estava ali, tanta coisa passou pela minha cabeça, entre elas pensei se um dos caras que chegou com ela era o namorado dela ou algo assim... Já não importava mais, ela era minha naquele momento que a gente decidiu ter, ela por começar o ato e eu por me deixar levar com uma completa estranha... Os movimentos dela eram suaves, parecia uma expert naquela posição, apoiada com as mãos no meu peito, levantando a bundinha e descendo pra todo o meu pau entrar na buceta molhada dela, totalmente depilada, vale dizer. Entre gemidos e puladas foi acelerando o ritmo, queria que a gente gozasse junto mas eu tomei o controle e coloquei ela de quatro... Notei um sorrisinho de puta no rosto dela e ela levantou mais a bundinha, só pra me dizer "aí não, continua na minha buceta que eu quero seu gozo quente dentro de mim"... Como negar, bombeei essa buceta como nunca, enfiava bem no fundo, fazendo ela arquear as costas e soltar uns gritinhos de prazer... Ela olhava pra trás pra confirmar que a gente continuava sozinho sem dar esse show pra mais ninguém, e era assim, me dava ânimo pra continuar mais e mais... Até chegar no ponto de gozar junto. Sentir o meu pau pulsando dentro da buceta dela que me apertava em cada espasmo, cada jato de porra enchendo o interior dela, era um prazer inexplicável, já que nunca tive a chance de fazer isso com alguém assim.
A gente se arrumou, deu uma espiada pra ver se tinha alguém lá fora, entramos na casa, ela foi direto pro banheiro, eu fingi que tava com sede pra acalmar minha putaria, a gente zoou mais um pouco até aquele grupo de amigos ir embora, eles saíram e ela me deixou o número do telefone num papel... Ninguém desconfiou de nada, por que iam desconfiar? Se eu era o cara mais tranquilo do grupo, que nunca tinha exposto minha vida sexual pra ninguém.
Até aí meu primeiro relato real, vejo se continuo postando mais pra frente.
Até aí.
Era o aniversário de um dos meus amigos do colégio e, como de costume, à noite teve encontro: pizza, cerveja, jogo no computador, música, blablabla, sempre os mesmos caras do grupo, mas dessa vez ia rolar uma surpresa pra mim. Depois da meia-noite, chegou outro grupo de amigos do aniversariante (vamos chamar ele de Léo) que eu não conhecia, e entre eles tinha uma mina. Parecia que era um grupo meio emo, não falavam muito, mas entravam na onda da festa. A gente se cumprimentou e cada um seguiu na sua. Mais tarde, já com umas cervejas na cabeça, fiquei entediado e fui pra calçada. Tava chuviscando naquela noite, então entrei na caminhonete do pai do meu amigo, daquelas que têm a caçamba atrás e só uma porta que abre pra baixo... Espero que vocês entendam como é. Fiquei lá um tempão olhando a chuva cair e, pra minha surpresa, chega a mina (vamos chamar ela de Aluh, porque foi assim que ela disse que se chamava). Ela sentou do meu lado e a gente começou a conversar. Sendo que meu forte não era ser sociável e nem passou pela minha cabeça nenhuma intenção estranha com ela. Ela era bonita, admito, tinha cabelo curto, era baixinha e bem garota, não mostrava muito por causa das roupas largas, mas dava pra perceber que já era uma mulher feita e direita (só pra constar, eu tinha 17 na época, ela parecia ser um pouco mais velha). O tempo passou e, entre risadas e tudo, ela ficou com frio. Ela só estava com uma camiseta e uma jaqueta fina e grande, então fui buscar minha jaqueta dentro de casa pra cobrir ela. Não sei se ela ficou surpresa com minha atitude ou o quê... Mas foi instantâneo: ela chegou mais perto de mim e começou a falar mais perto do meu ouvido. Vocês vão me chamar de morto, e eu confirmo, até aquele momento eu ainda não tinha sacado que ela estava me provocando pra algo... Ela me beijou, o hálito de cigarro dela me matou, mas compensou com todo o resto. Ela se despiu até ficar só de camiseta, tudo dentro da caminhonete, onde, se os vizinhos da frente saíssem ou qualquer pessoa que passasse pudesse nos ver. Ela me deitou, desabotoou... calça, tirei meu pau pra fora (ainda mole, com a surpresa não consegui reagir como devia, aos poucos foi endurecendo)... Ela passou a mão toda nele com as mãozinhas pequenas e macias, me senti tão bem que esqueci onde estávamos. Ela não falava nada, só curtia me bater uma, depois de um tempo assim eu me toquei em puxar ela mais pra perto e tocar ela por baixo da roupa, aqueles peitinhos que já estavam durinhos e pontudos. Ela levantou um pouco, abaixou a calça jeans e me deixou ver aquela calcinha fio dental cor de pele que me enlouqueceu totalmente. Ela montou em mim e disse pra eu não me preocupar, que tomava pílula. Já tinha ela na entrada também, bem apertadinha, faltou um pouco mais de lubrificação pra entrar mais fácil no meu pau, mas depois de um tempo já não era problema. A gente curtiu transar dentro da caminhonete, o tesão de poderem nos ver estava ali, tanta coisa passou pela minha cabeça, entre elas pensei se um dos caras que chegou com ela era o namorado dela ou algo assim... Já não importava mais, ela era minha naquele momento que a gente decidiu ter, ela por começar o ato e eu por me deixar levar com uma completa estranha... Os movimentos dela eram suaves, parecia uma expert naquela posição, apoiada com as mãos no meu peito, levantando a bundinha e descendo pra todo o meu pau entrar na buceta molhada dela, totalmente depilada, vale dizer. Entre gemidos e puladas foi acelerando o ritmo, queria que a gente gozasse junto mas eu tomei o controle e coloquei ela de quatro... Notei um sorrisinho de puta no rosto dela e ela levantou mais a bundinha, só pra me dizer "aí não, continua na minha buceta que eu quero seu gozo quente dentro de mim"... Como negar, bombeei essa buceta como nunca, enfiava bem no fundo, fazendo ela arquear as costas e soltar uns gritinhos de prazer... Ela olhava pra trás pra confirmar que a gente continuava sozinho sem dar esse show pra mais ninguém, e era assim, me dava ânimo pra continuar mais e mais... Até chegar no ponto de gozar junto. Sentir o meu pau pulsando dentro da buceta dela que me apertava em cada espasmo, cada jato de porra enchendo o interior dela, era um prazer inexplicável, já que nunca tive a chance de fazer isso com alguém assim.
A gente se arrumou, deu uma espiada pra ver se tinha alguém lá fora, entramos na casa, ela foi direto pro banheiro, eu fingi que tava com sede pra acalmar minha putaria, a gente zoou mais um pouco até aquele grupo de amigos ir embora, eles saíram e ela me deixou o número do telefone num papel... Ninguém desconfiou de nada, por que iam desconfiar? Se eu era o cara mais tranquilo do grupo, que nunca tinha exposto minha vida sexual pra ninguém.
Até aí meu primeiro relato real, vejo se continuo postando mais pra frente.
Até aí.
3 comentários - Primeira vez com uma gostosa estranha
conta mas de la mina !!
Hay 2 encuentro????
luego escribire otra aventura con otra mujer, nada q ver con Aluh