Fala, galera querida! Tô devendo visita há um tempão, né?
Dessa vez, queria contar uma experiência que tive com uma mulher que era uns 10 anos mais velha que eu. Isso foi lá por 2004, quando eu tinha 21 anos. Tava jogando num site galego e conheci uma mina. Começamos a conversar, e por coincidência, os dois eram de La Plata. Enquanto jogávamos, com o tempo, passamos pro saudoso MSN. Daí, eram papos longos, interessantes, sem nenhuma intenção. Passaram meses e anos, chegando em 2006. Óbvio que nunca perdemos contato. Vamos chamar ela de Sandra. Ela tava num relacionamento de 10 anos e era feliz, mas com o tempo foi desgastando e terminou separando. Foi morar sozinha, e nossas conversas continuavam, até que um dia ela me chama pra tomar uma cerveja.
Chegou o dia... Quando vi ela, foi estranho porque fisicamente ela me atraía e ao mesmo tempo não. Tomamos algo num bar conhecido de La Plata e nos despedimos perto das 22h. As conversas seguiram normalmente, a gente jogando Chinchón e zoando.
Combinamos de comer na casa dela. Ela fazia umas tortas incríveis, e eu sempre insistia pra provar. Cheguei na hora marcada com uns vinhos bons pra acompanhar a comida (os dois curtem um vinho de qualidade). O jantar foi normal, rindo e bebendo sem problema nenhum. Ela contava umas histórias de cantora, e eu, como bom jovem, escutava e olhava atento pra voz forte e firme dela. Chegou a hora de jogar... no Play 2, haha, morrendo de rir das besteiras que a gente fazia. Ela, toda animada com seus 38 anos, e eu, um grandão de 23. O vinho continuava descendo como água em cascata, e os efeitos começavam a aparecer. Jogamos até encher o saco.
Terminamos sentados no sofá, conversando e bebendo. Num momento, a conversa vira, e ela começa a perguntar sobre as namoradas ou relacionamentos que tive. Contei que foram poucas por causa da minha timidez e bem convencionais. Isso pareceu chamar a atenção dela. O olhar mudou, começou a ter um certo brilho nos olhos... Olhos que, mais que brilho, eram o fogo da própria paixão. Tem uma imagem que tenho bem viva que descreve tudo: nós dois estávamos de lado no sofá, nos olhando sem dizer nada, tomando vinho. O simples olhar de ambos dizia tudo, o brilho nos olhos deixava claro tudo o que a gente queria. O álcool fez efeito pra gente relaxar e dar vazão aos desejos. Ela coloca a mão delicadamente no meu rosto e diz: "Isso que a gente tá fazendo é muito errado, a gente tem vários anos de diferença..." Eu respondi: "Não importa, a gente tem que aproveitar esse momento."
Suavemente, ela vai se aproximando do meu rosto. Por dentro, mil coisas passavam na minha cabeça, não acreditava que aquilo tava acontecendo. Num instante, sinto a boca dela roçando a minha, despertando um monte de sensações que tomavam conta da minha mente. Ela, delicadamente, me guia por um caminho que eu pouco conhecia e, com toda dedicação e paixão, vai me ajudando.
Os beijos que ela me dava eram de sentir com o corpo e a alma inteiros. Ela guiava minhas mãos pelo rosto dela, pelo cabelo, me fazia acariciá-la e ver a reação que isso causava no corpo e no rosto dela. Como tudo ia aumentando e a gente não ficava pra trás, ela guiava minhas mãos por todo o corpo dela, e eu cumpria e obedecia aquela ordem sem nenhum preconceito.
Ela leva minha mão por baixo da saia dela pra eu sentir o quanto ela tava quente. Acaricio suavemente a buceta dela, e ela suspira de prazer. Sutilmente, tiro a calcinha dela sem descuidar da boca e dos peitos dela com minhas mãos, que estavam no auge. Como toda pessoa tímida, ela coloca a boca no meu ouvido e sussurra:
"Desce e brinca delicadamente comigo, que eu te guio." Isso me deu um alívio e, ao mesmo tempo, me deixou com muito mais tesão. Comecei beijando os lados das pernas, como ela me indicava, passava minhas mãos, brincava com a buceta dela e roçava o clitóris dela com minha língua. Nessa hora, ela já tava gozando muito e gemendo, falava meu nome entre sussurros e dizia as putarias que ia fazer comigo, me xingava e me chamava de tudo por causa do que eu tava fazendo com ela. fazendo. Nós dois estamos muito tarados, eu tava com a pica dura e não aguentava mais.
Do sofá fomos pra cama como deu e ali continuei minha aula de Sexo Oral I, ela sempre mandando o que fazer e me explicando onde tinha que pegar pra mulher ficar molhada, minha língua ia aprendendo num ritmo gostoso, ali começou meu tesão por sexo oral.
Seguindo com o que rolou, ela me faz brincar com a bunda dela, algo tranquilo que alternava língua e dedos, tudo muito limpo e sem pressa.
Nessa altura ela já tinha gozado várias vezes e me avisava com cada grito que dava, naquela noite, sem exagerar, fiquei 2 horas praticando sexo oral naquela senhora que soube ensinar os prazeres da vida.
Graças a Deus veio a retribuição da parte dela, praticando um boquete digno de qualquer campeão, logicamente gozei em menos de 5 minutos por causa da excitação que eu tava.
Ela pega minha cara e leva pro rosto dela pra gente se fundir num beijo apaixonado, ficamos deitados um tempo nos olhando sem falar nada, de novo nossos olhares diziam tudo, eram um livro aberto que não tinha fim.
Chegou a hora de ir embora, então do jeito que cheguei fui saindo assobiando baixinho.
Essa experiência marcou algo novo em mim, essa mulher soube ensinar os prazeres que naquela idade ainda me eram negados. Nos próximos relatos vou contar os outros encontros e as coisas que ela soube ensinar.
Espero que vocês gostem, a gente se vê.
Beijos.
Dessa vez, queria contar uma experiência que tive com uma mulher que era uns 10 anos mais velha que eu. Isso foi lá por 2004, quando eu tinha 21 anos. Tava jogando num site galego e conheci uma mina. Começamos a conversar, e por coincidência, os dois eram de La Plata. Enquanto jogávamos, com o tempo, passamos pro saudoso MSN. Daí, eram papos longos, interessantes, sem nenhuma intenção. Passaram meses e anos, chegando em 2006. Óbvio que nunca perdemos contato. Vamos chamar ela de Sandra. Ela tava num relacionamento de 10 anos e era feliz, mas com o tempo foi desgastando e terminou separando. Foi morar sozinha, e nossas conversas continuavam, até que um dia ela me chama pra tomar uma cerveja.
Chegou o dia... Quando vi ela, foi estranho porque fisicamente ela me atraía e ao mesmo tempo não. Tomamos algo num bar conhecido de La Plata e nos despedimos perto das 22h. As conversas seguiram normalmente, a gente jogando Chinchón e zoando.
Combinamos de comer na casa dela. Ela fazia umas tortas incríveis, e eu sempre insistia pra provar. Cheguei na hora marcada com uns vinhos bons pra acompanhar a comida (os dois curtem um vinho de qualidade). O jantar foi normal, rindo e bebendo sem problema nenhum. Ela contava umas histórias de cantora, e eu, como bom jovem, escutava e olhava atento pra voz forte e firme dela. Chegou a hora de jogar... no Play 2, haha, morrendo de rir das besteiras que a gente fazia. Ela, toda animada com seus 38 anos, e eu, um grandão de 23. O vinho continuava descendo como água em cascata, e os efeitos começavam a aparecer. Jogamos até encher o saco.
Terminamos sentados no sofá, conversando e bebendo. Num momento, a conversa vira, e ela começa a perguntar sobre as namoradas ou relacionamentos que tive. Contei que foram poucas por causa da minha timidez e bem convencionais. Isso pareceu chamar a atenção dela. O olhar mudou, começou a ter um certo brilho nos olhos... Olhos que, mais que brilho, eram o fogo da própria paixão. Tem uma imagem que tenho bem viva que descreve tudo: nós dois estávamos de lado no sofá, nos olhando sem dizer nada, tomando vinho. O simples olhar de ambos dizia tudo, o brilho nos olhos deixava claro tudo o que a gente queria. O álcool fez efeito pra gente relaxar e dar vazão aos desejos. Ela coloca a mão delicadamente no meu rosto e diz: "Isso que a gente tá fazendo é muito errado, a gente tem vários anos de diferença..." Eu respondi: "Não importa, a gente tem que aproveitar esse momento."
Suavemente, ela vai se aproximando do meu rosto. Por dentro, mil coisas passavam na minha cabeça, não acreditava que aquilo tava acontecendo. Num instante, sinto a boca dela roçando a minha, despertando um monte de sensações que tomavam conta da minha mente. Ela, delicadamente, me guia por um caminho que eu pouco conhecia e, com toda dedicação e paixão, vai me ajudando.
Os beijos que ela me dava eram de sentir com o corpo e a alma inteiros. Ela guiava minhas mãos pelo rosto dela, pelo cabelo, me fazia acariciá-la e ver a reação que isso causava no corpo e no rosto dela. Como tudo ia aumentando e a gente não ficava pra trás, ela guiava minhas mãos por todo o corpo dela, e eu cumpria e obedecia aquela ordem sem nenhum preconceito.
Ela leva minha mão por baixo da saia dela pra eu sentir o quanto ela tava quente. Acaricio suavemente a buceta dela, e ela suspira de prazer. Sutilmente, tiro a calcinha dela sem descuidar da boca e dos peitos dela com minhas mãos, que estavam no auge. Como toda pessoa tímida, ela coloca a boca no meu ouvido e sussurra:
"Desce e brinca delicadamente comigo, que eu te guio." Isso me deu um alívio e, ao mesmo tempo, me deixou com muito mais tesão. Comecei beijando os lados das pernas, como ela me indicava, passava minhas mãos, brincava com a buceta dela e roçava o clitóris dela com minha língua. Nessa hora, ela já tava gozando muito e gemendo, falava meu nome entre sussurros e dizia as putarias que ia fazer comigo, me xingava e me chamava de tudo por causa do que eu tava fazendo com ela. fazendo. Nós dois estamos muito tarados, eu tava com a pica dura e não aguentava mais.
Do sofá fomos pra cama como deu e ali continuei minha aula de Sexo Oral I, ela sempre mandando o que fazer e me explicando onde tinha que pegar pra mulher ficar molhada, minha língua ia aprendendo num ritmo gostoso, ali começou meu tesão por sexo oral.
Seguindo com o que rolou, ela me faz brincar com a bunda dela, algo tranquilo que alternava língua e dedos, tudo muito limpo e sem pressa.
Nessa altura ela já tinha gozado várias vezes e me avisava com cada grito que dava, naquela noite, sem exagerar, fiquei 2 horas praticando sexo oral naquela senhora que soube ensinar os prazeres da vida.
Graças a Deus veio a retribuição da parte dela, praticando um boquete digno de qualquer campeão, logicamente gozei em menos de 5 minutos por causa da excitação que eu tava.
Ela pega minha cara e leva pro rosto dela pra gente se fundir num beijo apaixonado, ficamos deitados um tempo nos olhando sem falar nada, de novo nossos olhares diziam tudo, eram um livro aberto que não tinha fim.
Chegou a hora de ir embora, então do jeito que cheguei fui saindo assobiando baixinho.
Essa experiência marcou algo novo em mim, essa mulher soube ensinar os prazeres que naquela idade ainda me eram negados. Nos próximos relatos vou contar os outros encontros e as coisas que ela soube ensinar.
Espero que vocês gostem, a gente se vê.
Beijos.
1 comentários - La Madura que me enseño a gozar