Depois de tanto ler relatos, vou me animar a contar um dos vários que tenho.
Na época em que morava sozinho, entrava no chat pra fazer amizades. Um dia, já era tarde e não encontrava ninguém pra conversar. Mandei um "oi" pra ela (vamos chamar de Alexa). Quando vi que ela não respondia, decidi sair do chat, mas bem na hora que tava quase saindo, ela respondeu. Começamos a conversar, nos demos bem e, depois de algumas horas, nos despedimos, combinando de falar no dia seguinte.
Ela não quis me passar o telefone, porque disse que ainda não confiava tanto em mim. Mesmo assim, eu passei o meu, caso ela quisesse ligar, mas ela falou que não ia ligar, que só faria isso quando me conhecesse melhor.
Bom, continuamos nossa amizade só no chat. Conversávamos horas todo dia — aliás, eu dormia tarde pra caralho. Mas não ligava, porque ela realmente me agradava.
Umas duas semanas depois, insisti pelo número de telefone dela. Na marra, ela me passou, mas disse que ia me falar quando e a que horas eu podia ligar, e que se eu não obedecesse, nunca mais conversaria comigo. E foi assim que fiz. Agora nossas conversas eram sempre por telefone.
A gente falava sobre tudo, tínhamos um monte de coisas em comum: os dois eram divorciados, tínhamos filhos e até vários gostos eram quase os mesmos. As conversas começaram a esquentar, e ela dizia: "Vocês, homens, só querem uma coisa, e quando conseguem, esquecem da gente."
Mas mesmo assim, com o tempo, nossas conversas iam pro lado sexual e a gente falava abertamente, como adultos que somos. Ela me perguntava o que mais me excitava no sexo. Eu dizia: "Lógico que é sexo oral, levar um boquete bem dado. E além disso, sou muito bom em fazer um oral também." Ela respondia: "Sério?" Eu falava: "Se quiser, eu te mostro." E ela só dizia: "Um dia, um dia."
Bom, pra não prolongar, esse dia chegou. Eu tava no trabalho quando recebi a ligação da Alexa:
— Oi, boneco. Como você está? O que tá fazendo?....
— Tô pensando em você, gostosa, e além disso trabalhando, princesa.
— Então, vim pra Los Angeles resolver um assunto pendente que tenho, e tava me perguntando se você queria vir me conhecer, o que me diz?
— Tô com muita vontade de te conhecer, mas, olha, eu saio só às 5:00 da tarde (eram umas 3:00 da tarde), e daqui até chegar em casa, me arrumar e depois ir pra Los Angeles, e se ainda tiver trânsito, vou chegar só lá pras 7 ou 8 da noite. Que tal? Seria muito tarde, mas tenho uma ideia melhor: por que você não vem direto pro meu apartamento (em Anaheim)? Assim a gente chega quase ao mesmo tempo, e te convido pra jantar, e depois pro cinema ou pra onde você quiser, gostosa. O que acha?????
— Hummm, você é bem safado. Fiz 1h30min pra chegar em Los Angeles e ainda quer que eu dirija mais uma hora e pouco até onde você mora? Melhor você vir...
— Olha, princesa, não vai se arrepender, te prometo. Pensa comigo: se eu for, o que você vai fazer daqui até as 7 ou 8? Se você vier, nessa hora a gente já até comeu. Vai nessa, e eu pago a gasolina.
— Ok, boneco, me diz como chego na sua casa.
Depois de dar todos os detalhes de como chegar no meu apartamento, a gente se despediu, e eu continuei trabalhando, mas já meio animado, imaginando como ela seria. Como ela nunca quis me contar direito como era fisicamente, eu pensava comigo: "Tomara que não seja muito feia."
Saí meia hora mais cedo, inventando que tinha que resolver algo urgente.
Me apressei pra chegar em casa e fazer a barba (tava uma semana sem fazer) e também dei um trato no Willi, já que ele também ia conhecer uma amiguinha nova.
Bem quando eu tava terminando de tomar banho, meu celular tocou.
— Boneco, o que cê tá fazendo?
— Aqui me arrumando pra ficar bonito pra você, gostosa, e também tô dando um jeito no Willi.
— Kkkkkkk... E pra quê arrumar ele, se você não vai usar?
Fiquei meio triste.
— E por que você diz isso, se hoje é nosso oportunidade de nos conhecermos bem a fundo.
— Não, olha, vou esperar. Até te conhecer melhor, e se você tiver mentindo pra mim?
— Como assim, cê vai ver por si mesma.
— Ok, quando eu chegar na frente da sua casa, te ligo pra você sair.
— Ok, princesa, tchau.
Aí terminei de me arrumar, e uns 5 minutos depois, meu celular tocou. Era ela.
— Alô, princesa, cadê você?
— Tô estacionada aqui na rua, sai pra gente ir.
Saí e fui procurar ela. Tava dentro de um carro novo, deduzi que era ela porque ficou me olhando, e aquele carro era a primeira vez que eu via ali. Acenei pra ela, e ela também. Fui até o carro, ela abaixou o vidro do lado do passageiro. Era simpática, um sorriso bonito, não era uma gostosona, mas não era feia. Cumprimentei ela e ela disse que eu tava bem (a gente nem se conhecia por foto, ela não tinha querido), que pensava que eu era muito feio (bom, eu me acho feio, mas ela dizia o contrário). Ela tava com um vestido daqueles de tecido fininho, dava pra ver um peitão bem formado, e um decote meio grande. Eu não tirava os olhos daquele par de tetas lindas, e falei: "cê tem uma personalidade muito boa". Ela só riu e falou: "sobe logo". Entrei e cumprimentei ela com um beijo na bochecha, que perfume gostoso ela tava usando.
Logo depois me apresentei formalmente pra ela.
— Bom, muito prazer, é uma honra te conhecer, e me sinto sortudo de estar aqui com você, princesa.
— O prazer é meu.
— Então, pra onde cê quer ir? Quer que a gente vá no meu carro?
— Não, vamos no meu, e me leva pra onde você quiser, mas pra comer, não se empolga.
— Vou te levar num lugar que você vai gostar.
Chegamos no restaurante, e eu desci pra abrir a porta pra ela, feito um cavalheiro. Dei a mão pra ela, e quando ela desceu, começou a andar na minha frente pra entrar no restaurante. Eu olhei ela por trás: uma rabeta linda, as nádegas se mexendo dentro do vestido. Do vestido enquanto ela caminhava, como o tecido era fino, dava pra ver perfeitamente, redondas e duras, eu molhei a boca, engoli saliva, deu vontade de apalpar pra ver se eram reais, ela olha de canto e percebe que eu tô bobão com a bunda dela, e só dá um sorrisinho e me fala: "Ei, parece que vim sozinha, anda junto comigo." Fui. Sentamos pra comer e eu quase não comia, tava hipnotizado com o decote dela, porque quis sentar na frente dela, pra ficar olhando de frente. Ficamos conversando super de boa, ela disse que se sentia muito à vontade comigo, que tinha gostado de mim desde que nos conhecemos no chat.
Quando terminamos de comer, convidei ela pro cinema, já que era perto dali, e ela topou. Fomos comprar os ingressos, mas o filme que íamos ver só começava daqui a 40 minutos. Perguntei: "O que você quer fazer?" Ela respondeu: "E se a gente ficar no carro conversando?" Falei ok.
Subimos no carro, já tava quase escuro. Ela colocou uma música romântica e comecei a dizer que gostava dela, que ela era muito gostosa, ela só sorria. Peguei a mão dela com a mão direita, e com a outra comecei a abraçar devagar e sentir o perfume no pescoço dela. Coloquei a mão dela em cima da perna e lentamente comecei a acariciar a coxa dela, a pele era muito macia. Ela empurrava minha mão pra baixo, eu movia devagar pra cima, enquanto beijava o pescoço dela com beijos suaves, quase sem tocar. Ela se arrepiava e virava o pescoço, como se quisesse que eu parasse, mas eu, habilmente, quando ela fazia isso, buscava a boca dela, e quando ela se esquivava, deixava o caminho livre pro pescoço, que eu beijava com mais paixão. Quando ela virava, eu beijava do lado da boca, aos poucos ela cedia, e então se afastava, me lembrando que eu tava indo muito rápido. Eu fingia que não entendia e partia pra cima de novo. Já tava acariciando as duas pernas dela, mas ela não deixava eu ir mais pra cima, dizia que alguém podia ver a gente. Eu falava: "Então você fica de olho pra não vir ninguém", enquanto dava uns beijinhos nela. Sua coisinha, e aí fazia aquele movimento que ia descendo, mas quando chegava na altura da barriga dela, ela me puxava e me colava nos peitos dela. Eu beijava eles por cima do vestido, os biquinhos já estavam bem durinhos. Ela me puxava pra cima e eu abraçava ela de vez, ela já colaborava se virando pra mim, mas ainda resistia pra eu beijar ela na boca, só roçava os lábios. Mas o pescoço e os lóbulos das orelhas já deixava beijar bem gostoso.
Eu acariciava as pernas dela todas, mas ela segurava minha mão se eu tentava subir. Peguei a mão dela e coloquei na minha pica, que já naquela hora eu sentia que ia explodir. Ela não falou nada, mas não apertava, então eu com a minha mão por cima da dela fazia ela apertar e acariciar. Enquanto isso, continuava beijando o pescoço dela. Depois tirei minha mão de cima da dela, e ela não tirou a dela. Aos poucos, ela começou a apertar minha pica e a acariciar. E depois começou a se deixar beijar, beijava deliciosamente. Continuei tentando enfiar a mão, e ela não me impediu mais. Toquei ela e já tava bem molhadinha. Levei a mão ao nariz e falei: "cheira gostoso, hmmm", e ela só riu. Falei: "você vai deixar eu dar uns beijinhos aí? Quero provar". E ela respondeu: "não, como é que pode, se eu falei que não ia rolar nada. Melhor a gente ir logo pro cinema. Você parece um polvo, não fica quieto nem um minuto". Aí eu falei: "e te incomoda eu parecer um polvo?" Ela corou e disse: "na verdade não, mas vamos logo pro cinema".
Bom, entramos na sala de cinema e fomos lá pra cima, onde não tinha ninguém. Como eu escolhi um filme meio ruim, foi de propósito pra sala não ficar cheia.
Quando a gente tava andando, abracei ela por trás e encostei minha pica bem dura, e com as mãos agarrei os peitos dela, e comecei a beijar o pescoço. Ela parou, não falou nada, baixou uma mão e começou a acariciar minha pica, e com a outra segurou minha cabeça pra eu continuar beijando o pescoço dela. Depois virou como deu e a gente se beijou na boca. Ela começou a gemer, soltou minha pica, e... Acaricia minhas mãos que acariciam os peitos dela, e começa a rebolando a bunda esfregando na minha pica, nunca esqueço aquela cena, os peitos dela eram bem formados, durinhos e os bicos bem duros, e ainda sentir aquela bundona esfregando na minha pica, e eu beijando o pescoço dela, uma delícia, a gente teria continuado assim, se não fosse porque começou a entrar mais gente, e ela ficou com vergonha de como nos viram.
A gente sentou lá em cima, não tinha ninguém, o filme começou e eu não parava de acariciar ela, e ela até tentava me parar, mas não fazia, era tipo um jogo, onde ela fingia que resistia, então falo: "Fica de olho, hein, se alguém vier me avisa". Ela pergunta: "O que você vai fazer?" Falo: "Vou te fazer um oral aqui mesmo". E me ajoelho na frente dela. Ela diz: "Você é louco? Alguém pode aparecer". E eu falo: "Isso é contigo, se alguém vier me avisa e eu saio rápido, mas te garanto que não vem ninguém. Esse filme é muito ruim, além disso é meio de semana, acho que não entra mais ninguém. E lá de baixo não dá pra ver porque o encosto das poltronas não deixa olhar. Se alguém virar pra cima, só vai te ver sentada. Então vou nessa, mamãe". E ela fala: "Você é meio maluco". Falo que sim.
Levanto o vestido dela, ela coopera levantando um pouquinho, sinto o cheiro da bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, e começo a dar pequenas lambidas. Ela se entrega e as mãos dela acariciam minha cabeça, como se dissesse que tô indo bem.
Empurro a calcinha dela pro lado e começo a beijar, que gostosa era a bucetinha dela, tinha pouco cabelo, bem aparadinho. Puxo ela mais pra borda da poltrona pra ficar confortável, passo minha língua de cima pra baixo, e sinto ela tremer. Mordisco de leve o clitóris dela, que já tava bem durinho, e ela aperta meu cabelo. Isso me diz que ela tá gostando. Continuo no clitóris, massageando com a língua e chupando, enquanto com as mãos acaricio os peitos gostosos dela. Ela começa a gemer de prazer, então desço minha mão direita. e começo a meter um dedo bem devagar, mas sem parar de chupar o clitóris dela. Com a mão esquerda, vou acariciando o que dá das nádegas, das pernas, alternando com os peitos, e mesmo eu estando numa posição bem desconfortável, não me importei, verdade, tava adorando aquilo. Os gemidos dela aceleravam e eu me esforçava ainda mais. Começo a meter dois dedos e vou movendo eles, acertei alguma coisa lá dentro que a deixou mais excitada e ela falou: "continua aí, papai, não para". Ela não parava de gemer, mesmo se esforçando pra não fazer muito barulho. Eu continuava no meu trabalho, que tanto amo. Aí ela começa a ficar rígida e apertar minha cabeça contra a bucetinha dela. Teve um orgasmo daqueles, não parava de apertar minha cabeça contra a boceta dela. Aos poucos foi relaxando, e eu só deixei minha língua no clitóris dela até ela terminar de gozar. Uns segundos depois, ela me puxa pra cima e me beija apaixonadamente, dizendo que fazia muito tempo que não tinha um orgasmo assim. Eu falei: "lembra que eu te disse no telefone que você não ia se arrepender se viesse? E viu que não menti."
Ela ajeita o vestido, senta direitinho e, já mais calma, fala: "agora é minha vez de te recompensar." Eu não digo nada. Ela começa a beijar minha orelha e geme bem sexy no meu ouvido, falando: "papai, como você é gostoso, isso que vou fazer com você você nunca vai esquecer." Agora me beija no pescoço, enfia a mão debaixo da minha camiseta, acaricia meus mamilos e belisca eles. Levanta minha camiseta, eu ajudo a puxar o mais pra cima que dá. Ela beija todo o meu peito, apertando e dizendo como eu tô duro: "assim que eu gosto." Beija meus mamilos, eu já tô explodindo. Ela desce a mão e começa a esfregar e apertar minha rola. Depois começa a soltar meu cinto, e eu ajudo. Ela desabotoa minha calça, abaixa o zíper, enfia a mão e tira minha rola pra fora, que tá mais dura que tudo. Ela olha, passa a língua nos lábios e fala: "que rola bonita que você tem, papai, que bonita. que gostoso, ela acaricia meu pau, masturbando devagar e apertando forte, continua beijando meu peito mas agora descendo aos poucos, até chegar no meu pau, onde passa a língua na cabeça fazendo círculos, e dando beijinhos, vira pra me olhar e diz... que pau gostoso. Leva ele pra boca e começa a chupar de um jeito muito sexy, eu diria, porque não era uma chupada desesperada, mas calma, como se tivesse todo o tempo do mundo, enquanto segurava com uma mão e chupava. Com a outra mão, passava as unhas nas minhas bolas como se fosse uma coçadinha, suave. Só as unhas, desde a base das bolas até o começo do pau, que delícia que é sentir isso, cara. Enquanto ela tava abaixada chupando meu pau, aproveitei pra acariciar aquela bundona, que eu tanto gostei, ela adorava como eu passava a mão, e como o vestido era de tecido fininho, eu quase sentia que acariciava ela sem roupa nenhuma, enfiava o dedo no meio da bunda e ela fazia força pra apertar as nádegas o máximo que podia, mas nunca perdeu o ritmo da chupada. De repente parou e me disse: papai, não quero que você goze, tá? Se sentir vontade de gozar, me avisa, por favor... eu era escravo dela naquele momento, falei: o que você mandar, minha rainha. Ela acelerou um pouco as chupadas e continuava fazendo aquilo nas minhas bolas. Depois de alguns minutos, falo que tô sentindo que vou gozar. Ela para de chupar e aperta forte a base do meu pau com três dedos, eu sinto uma dorzinha, que não dura muito, e depois a vontade de gozar passa. Ela era uma mestra mesmo. Depois continua me dando umas chupadas fodas, mas agora mais rápidas, como se quisesse que eu gozasse. Não demora muito e sinto que vou gozar de novo, aviso ela, e ela faz a mesma coisa. Mas dessa vez para de vez, se endireita no banco, e fala no meu ouvido:... papai, vamos embora daqui, quer? O que você mandar, minha rainha, arrumei minha calça. Minha camiseta e a gente se levantou, deu um beijo muito apaixonado, já tava ficando tarde pra eu meter o pau naquela bunda enorme.
Saímos do cinema, e pergunto se ela quer ir pro meu apê ou pra outro lugar. Ela fala: "Me leva pra onde você quiser, papacito"... ok, então pro meu apê. Chegamos em uns 10 min... entramos no meu quarto, e apontando pra cama falo: "Fica à vontade", e ela responde: "Você também, papi". Começamos a nos despir numa velocidade do caralho. Quando olhei ela pelada, que peitos lindos, uns bicos escuros, porque ela era moreninha, os peitos nada caídos, bem formados. A cintura não era muito fina, mas que importava, com aquela rabuda, ela podia ter mais defeitos que eu nem notaria. Umas pernas torneadas, sem celulite.
Ela me olha e fala: "Papacito, você fica muito melhor sem roupa". Começamos a nos beijar agora com uma desesperação. Ela pega no meu pau e começa a me masturbar, e eu pego na buceta dela que tá muito molhada. Deito ela na cama sem parar de beijar, abro as pernas dela e começo a passar a cabeça do pau nos lábios vaginais. Coloco na entrada, meto um pouco a cabeça, tiro e passo de novo nos lábios, e assim mais uma vez. Ela fala: "Já, pussy, já mete, já mete, por favor". Ignorei, me afastei e chupei bem o clitóris dela. Ela tá louca, gemendo de prazer, e não para de pedir pra eu meter logo. Levanto, puxo ela pra beirada da cama, abro bem as pernas, acaricio a buceta com meu pau e começo a meter devagar. Que lindo ver meu pau entrando naquela buceta gostosa, mmmmmmm ela geme de prazer. Seguro ela pelos ombros e puxo pra mim, começo a bombar devagar mas com força, puxando pelos ombros, como se quisesse me enfiar dentro dela. Ela me puxa de qualquer lugar, dos braços, da cintura, crava as unhas nas minhas costas, treme, me aperta com as pernas na cintura, e sozinha começa a acelerar o ritmo. as investidas, instantes depois ela tem um orgasmo forte, seguido de outros, já que a cada um ela se estremecia e me apertava com as pernas, eu já sinto que quero gozar e tento me controlar, então faço o que ela fez comigo no cinema, aperto a base da minha pica com os dedos até perder a vontade de gozar.
Então mudo ela de posição, coloco ela de quatro no tapete, beijo as nádegas dela, meto a língua no meio das nádegas e beijo o cu dela, ela se estremece
-----…que gostoso, papi….mmmmmm….continua….que gostoso você me faz….você gosta das minhas nádegas, né papi?.
-----me enlouquecem, mamacita, como você é gostosa.
Aquela vista das nádegas dela empinadas apontando pra mim e ela abrindo as nádegas com as mãos deixando ver aquele cuzinho lindo, quase me fez gozar, aperto minha pica de novo, então me ajoelho e começo a meter na bucetinha dela, ela me apertava com a boceta, conforme eu ia metendo, e virando pra me olhar diz…
-----você gosta do meu cachorrinho, love, mmmmm que gostoso…você gosta de como eu aperto você, papacito..mmmmm
-----que gostoso você me faz, mamacita, por que não fez isso antes?
-----porque eu guardei pra quando você me tivesse de quatro….mmmmm
-----pois obrigado, mamacita.
Ela sozinha começou a ditar o ritmo das investidas, eu acariciava as nádegas dela, não me cansava de olhar, tava enlouquecido vendo como minha pica entrava nela, era um espetáculo lindo, nádegas grandes, redondas, duras e assim empinada fazia a cintura dela parecer menor, e isso fazia a bunda dela parecer maior e melhor, agarrei ela pelos ombros pra meter mais forte
-----que gostoso, papacito…aggggghhhhh, mete forte assimmm…assimmmm mmmmmm
Desci minha mão direita até a boceta dela, me estiquei o máximo que pude, e acariciei o clitóris dela, e com a outra mão acariciava um peito, só que assim minhas investidas perdiam força, mas fazia ela se estremecer mais, e ela sozinha se jogava pra trás com mais força Os gemidos dela ficaram mais fortes..
----aaaaaaaggggggghhhhh….mmmmmmm vai amor não para por favor mmmmmmmm que gostoso você faz
Parei de acariciar o clitóris dela e comecei a acariciar o cu dela.
-----mmmmmmm que que cê tá fazendo, pai
-----você gosta?
------mmmmm sim
Comecei a enfiar um dedo bem devagar, já que minhas mãos são muito grandes e meus dedos muito grossos.
-----Que gostoso mmmmm, que dedão pai...... mmmmmm.
Eu sentia que não ia aguentar muito mais assim, então comecei a enfiar o dedo inteiro, e com a outra mão segurei ela pelo ombro esquerdo, pra meter mais forte…enquanto meu dedo já entrava e saía como se nada. Ela tava enlouquecida e a ponto de gozar, igual eu.
-----pai não para……quero seu gozo .mmmmmm me enche de seu gozo.
-----mmmm claro mamãe ……..vou te encher toda.
Minhas metidas já estavam muito aceleradas, sentia um prazer enorme, o som da bunda dela batendo em mim, meu dedo entrando e saindo no cu dela, os gemidos fortes dela, a vista que eu tinha de ver meu pau entrando naquela bunda enorme…… já não aguentava mais. Comecei a sentir que ia gozar, tirei meu dedo do cu dela, e com as duas mãos segurei ela pela cintura, e dava umas metidas violentas com toda minha força, ela tremia e gemia, começou a ficar tensa e explodiu num orgasmo do caralho, logo senti os líquidos dela saírem.
------aaaggggggghhhhh mmmmmm que gostoso,,,,, papai.
Eu também tava terminando, mas não parei de me mexer.
------ mmmmmm que delícia que é sentir seu gozo meu amor aggggggghhhhh que gostoso.
------ahhhhh mmmm você gostou mamãe?
------mmmmm amei buceta mmmmm que gostoso foi tudo.
Continuávamos na mesma posição, ela espremia meu pau com a bucetinha dela, eu suava, meu suor caía naquela bunda enorme, ela apertava as mãos no tapete e balançava a cabeça…..
------mmmm mas que delícia, aaaaaggggggghhhhhh não acredito, fazia muito tempo que não sentia algo assim…mmmmmmm…..mmmmmmm.mmmm
Eu continuei Acariciando ela desde a bunda até os ombros, voltava pra bunda e depois pras pernas dela, meu pau foi ficando mole aos poucos... até que eu tirei ele... tava todo banhado nos líquidos dela, escorrendo pelas minhas bolas e parte das pernas. Ela tava com a buceta toda molhada e os sucos escorrendo pelas pernas dela, no tapete ficou a mancha dos fluidos dela.
Deitei do lado dela, minha respiração ainda meio ofegante, ela virou pra mim e se encostou no meu peito, eu abracei ela, dava pra sentir a respiração acelerada dela que foi se acalmando aos poucos, ela me acariciava suavemente...
----- Papai, que gostoso você faz, valeu a pena ter dirigido tanto pra te conhecer.
----- Mamãe, com esse corpo que você tem, principalmente essa bunda, não dava pra ser diferente, fiquei doidão mesmo.
----- Agora sim eu comprovei o que você disse. Que eu não ia me arrepender se viesse.
----- Te falei, mas a verdade é que quem ficou mais surpreso fui eu, não esperava que você fosse ter esse corpanzil.
Falei isso acariciando a bunda e as pernas dela, enquanto beijava ela com paixão... a gente continuou conversando por um tempinho e acabamos dormindo, do jeito que estávamos, no tapete...
Vou continuar com a segunda parte, porque ali não terminou tudo...
Na época em que morava sozinho, entrava no chat pra fazer amizades. Um dia, já era tarde e não encontrava ninguém pra conversar. Mandei um "oi" pra ela (vamos chamar de Alexa). Quando vi que ela não respondia, decidi sair do chat, mas bem na hora que tava quase saindo, ela respondeu. Começamos a conversar, nos demos bem e, depois de algumas horas, nos despedimos, combinando de falar no dia seguinte.
Ela não quis me passar o telefone, porque disse que ainda não confiava tanto em mim. Mesmo assim, eu passei o meu, caso ela quisesse ligar, mas ela falou que não ia ligar, que só faria isso quando me conhecesse melhor.
Bom, continuamos nossa amizade só no chat. Conversávamos horas todo dia — aliás, eu dormia tarde pra caralho. Mas não ligava, porque ela realmente me agradava.
Umas duas semanas depois, insisti pelo número de telefone dela. Na marra, ela me passou, mas disse que ia me falar quando e a que horas eu podia ligar, e que se eu não obedecesse, nunca mais conversaria comigo. E foi assim que fiz. Agora nossas conversas eram sempre por telefone.
A gente falava sobre tudo, tínhamos um monte de coisas em comum: os dois eram divorciados, tínhamos filhos e até vários gostos eram quase os mesmos. As conversas começaram a esquentar, e ela dizia: "Vocês, homens, só querem uma coisa, e quando conseguem, esquecem da gente."
Mas mesmo assim, com o tempo, nossas conversas iam pro lado sexual e a gente falava abertamente, como adultos que somos. Ela me perguntava o que mais me excitava no sexo. Eu dizia: "Lógico que é sexo oral, levar um boquete bem dado. E além disso, sou muito bom em fazer um oral também." Ela respondia: "Sério?" Eu falava: "Se quiser, eu te mostro." E ela só dizia: "Um dia, um dia."
Bom, pra não prolongar, esse dia chegou. Eu tava no trabalho quando recebi a ligação da Alexa:
— Oi, boneco. Como você está? O que tá fazendo?....
— Tô pensando em você, gostosa, e além disso trabalhando, princesa.
— Então, vim pra Los Angeles resolver um assunto pendente que tenho, e tava me perguntando se você queria vir me conhecer, o que me diz?
— Tô com muita vontade de te conhecer, mas, olha, eu saio só às 5:00 da tarde (eram umas 3:00 da tarde), e daqui até chegar em casa, me arrumar e depois ir pra Los Angeles, e se ainda tiver trânsito, vou chegar só lá pras 7 ou 8 da noite. Que tal? Seria muito tarde, mas tenho uma ideia melhor: por que você não vem direto pro meu apartamento (em Anaheim)? Assim a gente chega quase ao mesmo tempo, e te convido pra jantar, e depois pro cinema ou pra onde você quiser, gostosa. O que acha?????
— Hummm, você é bem safado. Fiz 1h30min pra chegar em Los Angeles e ainda quer que eu dirija mais uma hora e pouco até onde você mora? Melhor você vir...
— Olha, princesa, não vai se arrepender, te prometo. Pensa comigo: se eu for, o que você vai fazer daqui até as 7 ou 8? Se você vier, nessa hora a gente já até comeu. Vai nessa, e eu pago a gasolina.
— Ok, boneco, me diz como chego na sua casa.
Depois de dar todos os detalhes de como chegar no meu apartamento, a gente se despediu, e eu continuei trabalhando, mas já meio animado, imaginando como ela seria. Como ela nunca quis me contar direito como era fisicamente, eu pensava comigo: "Tomara que não seja muito feia."
Saí meia hora mais cedo, inventando que tinha que resolver algo urgente.
Me apressei pra chegar em casa e fazer a barba (tava uma semana sem fazer) e também dei um trato no Willi, já que ele também ia conhecer uma amiguinha nova.
Bem quando eu tava terminando de tomar banho, meu celular tocou.
— Boneco, o que cê tá fazendo?
— Aqui me arrumando pra ficar bonito pra você, gostosa, e também tô dando um jeito no Willi.
— Kkkkkkk... E pra quê arrumar ele, se você não vai usar?
Fiquei meio triste.
— E por que você diz isso, se hoje é nosso oportunidade de nos conhecermos bem a fundo.
— Não, olha, vou esperar. Até te conhecer melhor, e se você tiver mentindo pra mim?
— Como assim, cê vai ver por si mesma.
— Ok, quando eu chegar na frente da sua casa, te ligo pra você sair.
— Ok, princesa, tchau.
Aí terminei de me arrumar, e uns 5 minutos depois, meu celular tocou. Era ela.
— Alô, princesa, cadê você?
— Tô estacionada aqui na rua, sai pra gente ir.
Saí e fui procurar ela. Tava dentro de um carro novo, deduzi que era ela porque ficou me olhando, e aquele carro era a primeira vez que eu via ali. Acenei pra ela, e ela também. Fui até o carro, ela abaixou o vidro do lado do passageiro. Era simpática, um sorriso bonito, não era uma gostosona, mas não era feia. Cumprimentei ela e ela disse que eu tava bem (a gente nem se conhecia por foto, ela não tinha querido), que pensava que eu era muito feio (bom, eu me acho feio, mas ela dizia o contrário). Ela tava com um vestido daqueles de tecido fininho, dava pra ver um peitão bem formado, e um decote meio grande. Eu não tirava os olhos daquele par de tetas lindas, e falei: "cê tem uma personalidade muito boa". Ela só riu e falou: "sobe logo". Entrei e cumprimentei ela com um beijo na bochecha, que perfume gostoso ela tava usando.
Logo depois me apresentei formalmente pra ela.
— Bom, muito prazer, é uma honra te conhecer, e me sinto sortudo de estar aqui com você, princesa.
— O prazer é meu.
— Então, pra onde cê quer ir? Quer que a gente vá no meu carro?
— Não, vamos no meu, e me leva pra onde você quiser, mas pra comer, não se empolga.
— Vou te levar num lugar que você vai gostar.
Chegamos no restaurante, e eu desci pra abrir a porta pra ela, feito um cavalheiro. Dei a mão pra ela, e quando ela desceu, começou a andar na minha frente pra entrar no restaurante. Eu olhei ela por trás: uma rabeta linda, as nádegas se mexendo dentro do vestido. Do vestido enquanto ela caminhava, como o tecido era fino, dava pra ver perfeitamente, redondas e duras, eu molhei a boca, engoli saliva, deu vontade de apalpar pra ver se eram reais, ela olha de canto e percebe que eu tô bobão com a bunda dela, e só dá um sorrisinho e me fala: "Ei, parece que vim sozinha, anda junto comigo." Fui. Sentamos pra comer e eu quase não comia, tava hipnotizado com o decote dela, porque quis sentar na frente dela, pra ficar olhando de frente. Ficamos conversando super de boa, ela disse que se sentia muito à vontade comigo, que tinha gostado de mim desde que nos conhecemos no chat.
Quando terminamos de comer, convidei ela pro cinema, já que era perto dali, e ela topou. Fomos comprar os ingressos, mas o filme que íamos ver só começava daqui a 40 minutos. Perguntei: "O que você quer fazer?" Ela respondeu: "E se a gente ficar no carro conversando?" Falei ok.
Subimos no carro, já tava quase escuro. Ela colocou uma música romântica e comecei a dizer que gostava dela, que ela era muito gostosa, ela só sorria. Peguei a mão dela com a mão direita, e com a outra comecei a abraçar devagar e sentir o perfume no pescoço dela. Coloquei a mão dela em cima da perna e lentamente comecei a acariciar a coxa dela, a pele era muito macia. Ela empurrava minha mão pra baixo, eu movia devagar pra cima, enquanto beijava o pescoço dela com beijos suaves, quase sem tocar. Ela se arrepiava e virava o pescoço, como se quisesse que eu parasse, mas eu, habilmente, quando ela fazia isso, buscava a boca dela, e quando ela se esquivava, deixava o caminho livre pro pescoço, que eu beijava com mais paixão. Quando ela virava, eu beijava do lado da boca, aos poucos ela cedia, e então se afastava, me lembrando que eu tava indo muito rápido. Eu fingia que não entendia e partia pra cima de novo. Já tava acariciando as duas pernas dela, mas ela não deixava eu ir mais pra cima, dizia que alguém podia ver a gente. Eu falava: "Então você fica de olho pra não vir ninguém", enquanto dava uns beijinhos nela. Sua coisinha, e aí fazia aquele movimento que ia descendo, mas quando chegava na altura da barriga dela, ela me puxava e me colava nos peitos dela. Eu beijava eles por cima do vestido, os biquinhos já estavam bem durinhos. Ela me puxava pra cima e eu abraçava ela de vez, ela já colaborava se virando pra mim, mas ainda resistia pra eu beijar ela na boca, só roçava os lábios. Mas o pescoço e os lóbulos das orelhas já deixava beijar bem gostoso.
Eu acariciava as pernas dela todas, mas ela segurava minha mão se eu tentava subir. Peguei a mão dela e coloquei na minha pica, que já naquela hora eu sentia que ia explodir. Ela não falou nada, mas não apertava, então eu com a minha mão por cima da dela fazia ela apertar e acariciar. Enquanto isso, continuava beijando o pescoço dela. Depois tirei minha mão de cima da dela, e ela não tirou a dela. Aos poucos, ela começou a apertar minha pica e a acariciar. E depois começou a se deixar beijar, beijava deliciosamente. Continuei tentando enfiar a mão, e ela não me impediu mais. Toquei ela e já tava bem molhadinha. Levei a mão ao nariz e falei: "cheira gostoso, hmmm", e ela só riu. Falei: "você vai deixar eu dar uns beijinhos aí? Quero provar". E ela respondeu: "não, como é que pode, se eu falei que não ia rolar nada. Melhor a gente ir logo pro cinema. Você parece um polvo, não fica quieto nem um minuto". Aí eu falei: "e te incomoda eu parecer um polvo?" Ela corou e disse: "na verdade não, mas vamos logo pro cinema".
Bom, entramos na sala de cinema e fomos lá pra cima, onde não tinha ninguém. Como eu escolhi um filme meio ruim, foi de propósito pra sala não ficar cheia.
Quando a gente tava andando, abracei ela por trás e encostei minha pica bem dura, e com as mãos agarrei os peitos dela, e comecei a beijar o pescoço. Ela parou, não falou nada, baixou uma mão e começou a acariciar minha pica, e com a outra segurou minha cabeça pra eu continuar beijando o pescoço dela. Depois virou como deu e a gente se beijou na boca. Ela começou a gemer, soltou minha pica, e... Acaricia minhas mãos que acariciam os peitos dela, e começa a rebolando a bunda esfregando na minha pica, nunca esqueço aquela cena, os peitos dela eram bem formados, durinhos e os bicos bem duros, e ainda sentir aquela bundona esfregando na minha pica, e eu beijando o pescoço dela, uma delícia, a gente teria continuado assim, se não fosse porque começou a entrar mais gente, e ela ficou com vergonha de como nos viram.
A gente sentou lá em cima, não tinha ninguém, o filme começou e eu não parava de acariciar ela, e ela até tentava me parar, mas não fazia, era tipo um jogo, onde ela fingia que resistia, então falo: "Fica de olho, hein, se alguém vier me avisa". Ela pergunta: "O que você vai fazer?" Falo: "Vou te fazer um oral aqui mesmo". E me ajoelho na frente dela. Ela diz: "Você é louco? Alguém pode aparecer". E eu falo: "Isso é contigo, se alguém vier me avisa e eu saio rápido, mas te garanto que não vem ninguém. Esse filme é muito ruim, além disso é meio de semana, acho que não entra mais ninguém. E lá de baixo não dá pra ver porque o encosto das poltronas não deixa olhar. Se alguém virar pra cima, só vai te ver sentada. Então vou nessa, mamãe". E ela fala: "Você é meio maluco". Falo que sim.
Levanto o vestido dela, ela coopera levantando um pouquinho, sinto o cheiro da bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, e começo a dar pequenas lambidas. Ela se entrega e as mãos dela acariciam minha cabeça, como se dissesse que tô indo bem.
Empurro a calcinha dela pro lado e começo a beijar, que gostosa era a bucetinha dela, tinha pouco cabelo, bem aparadinho. Puxo ela mais pra borda da poltrona pra ficar confortável, passo minha língua de cima pra baixo, e sinto ela tremer. Mordisco de leve o clitóris dela, que já tava bem durinho, e ela aperta meu cabelo. Isso me diz que ela tá gostando. Continuo no clitóris, massageando com a língua e chupando, enquanto com as mãos acaricio os peitos gostosos dela. Ela começa a gemer de prazer, então desço minha mão direita. e começo a meter um dedo bem devagar, mas sem parar de chupar o clitóris dela. Com a mão esquerda, vou acariciando o que dá das nádegas, das pernas, alternando com os peitos, e mesmo eu estando numa posição bem desconfortável, não me importei, verdade, tava adorando aquilo. Os gemidos dela aceleravam e eu me esforçava ainda mais. Começo a meter dois dedos e vou movendo eles, acertei alguma coisa lá dentro que a deixou mais excitada e ela falou: "continua aí, papai, não para". Ela não parava de gemer, mesmo se esforçando pra não fazer muito barulho. Eu continuava no meu trabalho, que tanto amo. Aí ela começa a ficar rígida e apertar minha cabeça contra a bucetinha dela. Teve um orgasmo daqueles, não parava de apertar minha cabeça contra a boceta dela. Aos poucos foi relaxando, e eu só deixei minha língua no clitóris dela até ela terminar de gozar. Uns segundos depois, ela me puxa pra cima e me beija apaixonadamente, dizendo que fazia muito tempo que não tinha um orgasmo assim. Eu falei: "lembra que eu te disse no telefone que você não ia se arrepender se viesse? E viu que não menti."
Ela ajeita o vestido, senta direitinho e, já mais calma, fala: "agora é minha vez de te recompensar." Eu não digo nada. Ela começa a beijar minha orelha e geme bem sexy no meu ouvido, falando: "papai, como você é gostoso, isso que vou fazer com você você nunca vai esquecer." Agora me beija no pescoço, enfia a mão debaixo da minha camiseta, acaricia meus mamilos e belisca eles. Levanta minha camiseta, eu ajudo a puxar o mais pra cima que dá. Ela beija todo o meu peito, apertando e dizendo como eu tô duro: "assim que eu gosto." Beija meus mamilos, eu já tô explodindo. Ela desce a mão e começa a esfregar e apertar minha rola. Depois começa a soltar meu cinto, e eu ajudo. Ela desabotoa minha calça, abaixa o zíper, enfia a mão e tira minha rola pra fora, que tá mais dura que tudo. Ela olha, passa a língua nos lábios e fala: "que rola bonita que você tem, papai, que bonita. que gostoso, ela acaricia meu pau, masturbando devagar e apertando forte, continua beijando meu peito mas agora descendo aos poucos, até chegar no meu pau, onde passa a língua na cabeça fazendo círculos, e dando beijinhos, vira pra me olhar e diz... que pau gostoso. Leva ele pra boca e começa a chupar de um jeito muito sexy, eu diria, porque não era uma chupada desesperada, mas calma, como se tivesse todo o tempo do mundo, enquanto segurava com uma mão e chupava. Com a outra mão, passava as unhas nas minhas bolas como se fosse uma coçadinha, suave. Só as unhas, desde a base das bolas até o começo do pau, que delícia que é sentir isso, cara. Enquanto ela tava abaixada chupando meu pau, aproveitei pra acariciar aquela bundona, que eu tanto gostei, ela adorava como eu passava a mão, e como o vestido era de tecido fininho, eu quase sentia que acariciava ela sem roupa nenhuma, enfiava o dedo no meio da bunda e ela fazia força pra apertar as nádegas o máximo que podia, mas nunca perdeu o ritmo da chupada. De repente parou e me disse: papai, não quero que você goze, tá? Se sentir vontade de gozar, me avisa, por favor... eu era escravo dela naquele momento, falei: o que você mandar, minha rainha. Ela acelerou um pouco as chupadas e continuava fazendo aquilo nas minhas bolas. Depois de alguns minutos, falo que tô sentindo que vou gozar. Ela para de chupar e aperta forte a base do meu pau com três dedos, eu sinto uma dorzinha, que não dura muito, e depois a vontade de gozar passa. Ela era uma mestra mesmo. Depois continua me dando umas chupadas fodas, mas agora mais rápidas, como se quisesse que eu gozasse. Não demora muito e sinto que vou gozar de novo, aviso ela, e ela faz a mesma coisa. Mas dessa vez para de vez, se endireita no banco, e fala no meu ouvido:... papai, vamos embora daqui, quer? O que você mandar, minha rainha, arrumei minha calça. Minha camiseta e a gente se levantou, deu um beijo muito apaixonado, já tava ficando tarde pra eu meter o pau naquela bunda enorme.
Saímos do cinema, e pergunto se ela quer ir pro meu apê ou pra outro lugar. Ela fala: "Me leva pra onde você quiser, papacito"... ok, então pro meu apê. Chegamos em uns 10 min... entramos no meu quarto, e apontando pra cama falo: "Fica à vontade", e ela responde: "Você também, papi". Começamos a nos despir numa velocidade do caralho. Quando olhei ela pelada, que peitos lindos, uns bicos escuros, porque ela era moreninha, os peitos nada caídos, bem formados. A cintura não era muito fina, mas que importava, com aquela rabuda, ela podia ter mais defeitos que eu nem notaria. Umas pernas torneadas, sem celulite.
Ela me olha e fala: "Papacito, você fica muito melhor sem roupa". Começamos a nos beijar agora com uma desesperação. Ela pega no meu pau e começa a me masturbar, e eu pego na buceta dela que tá muito molhada. Deito ela na cama sem parar de beijar, abro as pernas dela e começo a passar a cabeça do pau nos lábios vaginais. Coloco na entrada, meto um pouco a cabeça, tiro e passo de novo nos lábios, e assim mais uma vez. Ela fala: "Já, pussy, já mete, já mete, por favor". Ignorei, me afastei e chupei bem o clitóris dela. Ela tá louca, gemendo de prazer, e não para de pedir pra eu meter logo. Levanto, puxo ela pra beirada da cama, abro bem as pernas, acaricio a buceta com meu pau e começo a meter devagar. Que lindo ver meu pau entrando naquela buceta gostosa, mmmmmmm ela geme de prazer. Seguro ela pelos ombros e puxo pra mim, começo a bombar devagar mas com força, puxando pelos ombros, como se quisesse me enfiar dentro dela. Ela me puxa de qualquer lugar, dos braços, da cintura, crava as unhas nas minhas costas, treme, me aperta com as pernas na cintura, e sozinha começa a acelerar o ritmo. as investidas, instantes depois ela tem um orgasmo forte, seguido de outros, já que a cada um ela se estremecia e me apertava com as pernas, eu já sinto que quero gozar e tento me controlar, então faço o que ela fez comigo no cinema, aperto a base da minha pica com os dedos até perder a vontade de gozar.
Então mudo ela de posição, coloco ela de quatro no tapete, beijo as nádegas dela, meto a língua no meio das nádegas e beijo o cu dela, ela se estremece
-----…que gostoso, papi….mmmmmm….continua….que gostoso você me faz….você gosta das minhas nádegas, né papi?.
-----me enlouquecem, mamacita, como você é gostosa.
Aquela vista das nádegas dela empinadas apontando pra mim e ela abrindo as nádegas com as mãos deixando ver aquele cuzinho lindo, quase me fez gozar, aperto minha pica de novo, então me ajoelho e começo a meter na bucetinha dela, ela me apertava com a boceta, conforme eu ia metendo, e virando pra me olhar diz…
-----você gosta do meu cachorrinho, love, mmmmm que gostoso…você gosta de como eu aperto você, papacito..mmmmm
-----que gostoso você me faz, mamacita, por que não fez isso antes?
-----porque eu guardei pra quando você me tivesse de quatro….mmmmm
-----pois obrigado, mamacita.
Ela sozinha começou a ditar o ritmo das investidas, eu acariciava as nádegas dela, não me cansava de olhar, tava enlouquecido vendo como minha pica entrava nela, era um espetáculo lindo, nádegas grandes, redondas, duras e assim empinada fazia a cintura dela parecer menor, e isso fazia a bunda dela parecer maior e melhor, agarrei ela pelos ombros pra meter mais forte
-----que gostoso, papacito…aggggghhhhh, mete forte assimmm…assimmmm mmmmmm
Desci minha mão direita até a boceta dela, me estiquei o máximo que pude, e acariciei o clitóris dela, e com a outra mão acariciava um peito, só que assim minhas investidas perdiam força, mas fazia ela se estremecer mais, e ela sozinha se jogava pra trás com mais força Os gemidos dela ficaram mais fortes..
----aaaaaaaggggggghhhhh….mmmmmmm vai amor não para por favor mmmmmmmm que gostoso você faz
Parei de acariciar o clitóris dela e comecei a acariciar o cu dela.
-----mmmmmmm que que cê tá fazendo, pai
-----você gosta?
------mmmmm sim
Comecei a enfiar um dedo bem devagar, já que minhas mãos são muito grandes e meus dedos muito grossos.
-----Que gostoso mmmmm, que dedão pai...... mmmmmm.
Eu sentia que não ia aguentar muito mais assim, então comecei a enfiar o dedo inteiro, e com a outra mão segurei ela pelo ombro esquerdo, pra meter mais forte…enquanto meu dedo já entrava e saía como se nada. Ela tava enlouquecida e a ponto de gozar, igual eu.
-----pai não para……quero seu gozo .mmmmmm me enche de seu gozo.
-----mmmm claro mamãe ……..vou te encher toda.
Minhas metidas já estavam muito aceleradas, sentia um prazer enorme, o som da bunda dela batendo em mim, meu dedo entrando e saindo no cu dela, os gemidos fortes dela, a vista que eu tinha de ver meu pau entrando naquela bunda enorme…… já não aguentava mais. Comecei a sentir que ia gozar, tirei meu dedo do cu dela, e com as duas mãos segurei ela pela cintura, e dava umas metidas violentas com toda minha força, ela tremia e gemia, começou a ficar tensa e explodiu num orgasmo do caralho, logo senti os líquidos dela saírem.
------aaaggggggghhhhh mmmmmm que gostoso,,,,, papai.
Eu também tava terminando, mas não parei de me mexer.
------ mmmmmm que delícia que é sentir seu gozo meu amor aggggggghhhhh que gostoso.
------ahhhhh mmmm você gostou mamãe?
------mmmmm amei buceta mmmmm que gostoso foi tudo.
Continuávamos na mesma posição, ela espremia meu pau com a bucetinha dela, eu suava, meu suor caía naquela bunda enorme, ela apertava as mãos no tapete e balançava a cabeça…..
------mmmm mas que delícia, aaaaaggggggghhhhhh não acredito, fazia muito tempo que não sentia algo assim…mmmmmmm…..mmmmmmm.mmmm
Eu continuei Acariciando ela desde a bunda até os ombros, voltava pra bunda e depois pras pernas dela, meu pau foi ficando mole aos poucos... até que eu tirei ele... tava todo banhado nos líquidos dela, escorrendo pelas minhas bolas e parte das pernas. Ela tava com a buceta toda molhada e os sucos escorrendo pelas pernas dela, no tapete ficou a mancha dos fluidos dela.
Deitei do lado dela, minha respiração ainda meio ofegante, ela virou pra mim e se encostou no meu peito, eu abracei ela, dava pra sentir a respiração acelerada dela que foi se acalmando aos poucos, ela me acariciava suavemente...
----- Papai, que gostoso você faz, valeu a pena ter dirigido tanto pra te conhecer.
----- Mamãe, com esse corpo que você tem, principalmente essa bunda, não dava pra ser diferente, fiquei doidão mesmo.
----- Agora sim eu comprovei o que você disse. Que eu não ia me arrepender se viesse.
----- Te falei, mas a verdade é que quem ficou mais surpreso fui eu, não esperava que você fosse ter esse corpanzil.
Falei isso acariciando a bunda e as pernas dela, enquanto beijava ela com paixão... a gente continuou conversando por um tempinho e acabamos dormindo, do jeito que estávamos, no tapete...
Vou continuar com a segunda parte, porque ali não terminou tudo...
1 comentários - Conhecendo uma Buceta Guatemalteca Gostosa