Muito bom dia, galera do P!
Agora vou contar pra vocês uma história real que aconteceu comigo quando eu tava prestes a fazer 18 anos.
Claro, eu tava no ensino médio, numa escola que tinha natação como atividade física, num prédio separado do colégio.
No começo, quando ia pro vestiário me trocar, sentia uma certa vergonha de ficar pelado na frente dos outros caras.
Mas com o tempo, fui me soltando e já encarava numa boa, afinal era uma atividade física normal, junto com meus colegas e outros caras que vinham nadar por conta própria.
Aos poucos, a curiosidade foi crescendo e meus olhos começaram a reparar em coisas naquele vestiário que antes não tinham coragem de olhar.
Eu terminava a natação e corria pro vestiário pra me trocar e ir pra casa. Mas dessa vez, demorava mais que o normal, porque entrava sozinho, mas esperava os outros caras e meus colegas chegarem pra se trocar.
Via de tudo, mas principalmente caras de 17 ou 18 anos cujos paus realmente me impressionavam pelo tamanho e grossura já naquela idade.
Tinha uns que, se trocando, viravam de costas (como se também tivessem vergonha) e eu, sem falar nada, pensava: tomara que você vire!! e me deixe ver o que você tem aí...
E finalmente acontecia... eles viravam e eram uns 5 ou 6 caras completamente pelados na minha frente, e eu só conseguia olhar bem de leve, pra guardar aquela imagem na memória e lembrar por vários dias, sozinho.
Mas tinha dois colegas que me deixavam louco. Um era super branquelo, mas quando se despia naquele vestiário de macho, o pau dele era bem preto, grosso e peludinho... lembro como se fosse hoje.
O outro, quase sempre ficava de costas quando se trocava e até então, nunca tinha conseguido ver ele pelado direito. Até que um dia, ele se virou e me deixou Perplexo... ele tinha umas bolas enormes penduradas, e embora o pau dele não fosse grande, esses ovos pareciam de um homem muito mais velho.
Tudo que eu via ficava gravado na minha retina e na minha imaginação, e acontecia que, quando eu saía daquele vestiário direto pra casa, tinha que ir no banheiro me masturbar sem falta, porque não aguentava mais o tesão de tudo que meus olhos tinham visto, há poucos minutos.
Por sorte, minha casa não era longe do complexo de natação e eu ainda conseguia lembrar daquelas imagens dos caras pelados, como se fosse naquele exato momento em que eu estava no meu banheiro.
E acreditem, quando eu imaginava, ficava tão duro que gozava como nunca.
Mesmo assim, apesar de tudo isso, eu não gostava de homens em si, ou seja, não era gay. Mas me excitava e muito pensar que eu tinha aquelas aulas de natação só pra ver meus colegas pelados, com seus paus e bolas grandes pendurados, e me deixava mais louco ainda saber que eles tinham a minha idade, ou seja, entre 17 e 18 anos.
Toda vez que chegavam essas aulas, eu ia preparado pra ver caras diferentes, porque todos estavam à minha mercê, ali, se trocando, mas se pelando sem preconceito e bem despreocupados.
Podiam passar muitos minutos e eles ainda continuavam no pelo, como se gostassem que olhassem pra eles e se deliciassem.
Eu também ficava no pelo, tinha perdido toda a vergonha e também me deixava ver. Era como uma espécie de "cumplicidade" entre todos. Embora nunca tenha rolado nada, os olhos iam e vinham de um lado pro outro, de muitos caras, não só de mim.
Foi, naquela época, uma experiência incrível e extremamente excitante, porque minhas melhores punhetas, lembro bem, foram com aquelas imagens de nudez masculina.
Nada de fotos, nada de vídeos, eu tinha homens todos pelados na minha frente, pro meu deleite e dos meus olhos e mente.
Pena que depois do ensino médio isso acabou, mas sempre lembro e nunca sai da minha mente aqueles momentos...
Nunca tive coragem de ir além, mas as punhetas que eu batia... Eram espetaculares e eu curtia muito, como já vinha comentando.
Não via a hora de a aula acabar, ir pro vestiário, ver tudo aquilo, e depois chegar o mais rápido possível em casa, desesperado, pra poder me satisfazer.
Imagina quando eu via alguém de pau duro (seja na piscina com o short de natação ou no próprio vestiário). Sinceramente, meus olhos grudavam ali, na parte de baixo dele.
Essa foi outra das minhas experiências de gay que nunca vou esquecer, porque, por sorte, vivi ao vivo e a cores e foi lindo enquanto durou.
Aproveitei e curti pra caralho, a ponto de, desde então, começar a me sentir à vontade pra olhar homens, garotas trans, sem nenhum pudor ou preconceito, só me deixando levar...
Espero que tenham gostado desse relato totalmente verdadeiro e me deixem uns pontinhos.
Abraços!!
Agora vou contar pra vocês uma história real que aconteceu comigo quando eu tava prestes a fazer 18 anos.
Claro, eu tava no ensino médio, numa escola que tinha natação como atividade física, num prédio separado do colégio.
No começo, quando ia pro vestiário me trocar, sentia uma certa vergonha de ficar pelado na frente dos outros caras.
Mas com o tempo, fui me soltando e já encarava numa boa, afinal era uma atividade física normal, junto com meus colegas e outros caras que vinham nadar por conta própria.
Aos poucos, a curiosidade foi crescendo e meus olhos começaram a reparar em coisas naquele vestiário que antes não tinham coragem de olhar.
Eu terminava a natação e corria pro vestiário pra me trocar e ir pra casa. Mas dessa vez, demorava mais que o normal, porque entrava sozinho, mas esperava os outros caras e meus colegas chegarem pra se trocar.
Via de tudo, mas principalmente caras de 17 ou 18 anos cujos paus realmente me impressionavam pelo tamanho e grossura já naquela idade.
Tinha uns que, se trocando, viravam de costas (como se também tivessem vergonha) e eu, sem falar nada, pensava: tomara que você vire!! e me deixe ver o que você tem aí...
E finalmente acontecia... eles viravam e eram uns 5 ou 6 caras completamente pelados na minha frente, e eu só conseguia olhar bem de leve, pra guardar aquela imagem na memória e lembrar por vários dias, sozinho.
Mas tinha dois colegas que me deixavam louco. Um era super branquelo, mas quando se despia naquele vestiário de macho, o pau dele era bem preto, grosso e peludinho... lembro como se fosse hoje.
O outro, quase sempre ficava de costas quando se trocava e até então, nunca tinha conseguido ver ele pelado direito. Até que um dia, ele se virou e me deixou Perplexo... ele tinha umas bolas enormes penduradas, e embora o pau dele não fosse grande, esses ovos pareciam de um homem muito mais velho.
Tudo que eu via ficava gravado na minha retina e na minha imaginação, e acontecia que, quando eu saía daquele vestiário direto pra casa, tinha que ir no banheiro me masturbar sem falta, porque não aguentava mais o tesão de tudo que meus olhos tinham visto, há poucos minutos.
Por sorte, minha casa não era longe do complexo de natação e eu ainda conseguia lembrar daquelas imagens dos caras pelados, como se fosse naquele exato momento em que eu estava no meu banheiro.
E acreditem, quando eu imaginava, ficava tão duro que gozava como nunca.
Mesmo assim, apesar de tudo isso, eu não gostava de homens em si, ou seja, não era gay. Mas me excitava e muito pensar que eu tinha aquelas aulas de natação só pra ver meus colegas pelados, com seus paus e bolas grandes pendurados, e me deixava mais louco ainda saber que eles tinham a minha idade, ou seja, entre 17 e 18 anos.
Toda vez que chegavam essas aulas, eu ia preparado pra ver caras diferentes, porque todos estavam à minha mercê, ali, se trocando, mas se pelando sem preconceito e bem despreocupados.
Podiam passar muitos minutos e eles ainda continuavam no pelo, como se gostassem que olhassem pra eles e se deliciassem.
Eu também ficava no pelo, tinha perdido toda a vergonha e também me deixava ver. Era como uma espécie de "cumplicidade" entre todos. Embora nunca tenha rolado nada, os olhos iam e vinham de um lado pro outro, de muitos caras, não só de mim.
Foi, naquela época, uma experiência incrível e extremamente excitante, porque minhas melhores punhetas, lembro bem, foram com aquelas imagens de nudez masculina.
Nada de fotos, nada de vídeos, eu tinha homens todos pelados na minha frente, pro meu deleite e dos meus olhos e mente.
Pena que depois do ensino médio isso acabou, mas sempre lembro e nunca sai da minha mente aqueles momentos...
Nunca tive coragem de ir além, mas as punhetas que eu batia... Eram espetaculares e eu curtia muito, como já vinha comentando.
Não via a hora de a aula acabar, ir pro vestiário, ver tudo aquilo, e depois chegar o mais rápido possível em casa, desesperado, pra poder me satisfazer.
Imagina quando eu via alguém de pau duro (seja na piscina com o short de natação ou no próprio vestiário). Sinceramente, meus olhos grudavam ali, na parte de baixo dele.
Essa foi outra das minhas experiências de gay que nunca vou esquecer, porque, por sorte, vivi ao vivo e a cores e foi lindo enquanto durou.
Aproveitei e curti pra caralho, a ponto de, desde então, começar a me sentir à vontade pra olhar homens, garotas trans, sem nenhum pudor ou preconceito, só me deixando levar...
Espero que tenham gostado desse relato totalmente verdadeiro e me deixem uns pontinhos.
Abraços!!
11 comentários - El vestuario de natacion.