Bom, hoje eu trago, como sempre, um conto picante daqueles que vocês tanto gostam. Mas primeiro... um pequeno aviso... em janeiro vão fazer dois anos que eu posto contos aqui nessa página e quero AGRADECER, sim, AGRADECER toda a galera do P! por serem tão acolhedores comigo e pela boa energia. "Como assim?" vocês devem estar se perguntando... Estou afim de gravar um vídeo. Qual é o problema? Não sei se é medo, desconfiança ou o quê. Eu juro com uma mão no coração e outra na buceta (órgãos sagrados se é que existem) que todas as minas que eu propus a gente se filmar (mais de 15) recusaram a ideia. Por quê? Simples. O pão de cada dia nos programas sensacionalistas são vídeos amadores ou fotos pesadas que viralizam e acabam com a reputação de uma garota.
Cheguei a sugerir, inclusive, que elas usassem uma máscara ou antiface pra não mostrar o rosto, e mesmo assim continuaram negando... Enfim. Eu queria propor pras minas do P! que leem meus contos (sim, eu sei, não sou tão lido assim) que se alguma se animar a fazer um vídeo pra comemorar esses dois anos de histórias picantes com toda a boa energia, a gente pode conversar e, se o clima continuar bom, botar o projeto pra frente...
Sei que vocês são mais animadas do que as minas "comuns". Por isso tô propondo aqui, antes de escrever o conto de hoje. Porque é algo que tô afim de fazer há um tempão e acho que já é hora de realizar pra celebrar esses dois anos de anedotas....
Agora... O CONTO!
Tudo começou como um erro.
Deixei me levar por um grupo de amigos pra uma daquelas festas que eu detesto; cumbia e reggaeton no talo; sem álcool e cheia de otários.
Sim. Minha maneira de ser antissocial é terrível, né? Ok.
Meus amigos se divertiam tirando as minas pra dançar, eu não danço e sem álcool eu costumo ficar entediado, então, por diversão, comecei a conversar com um cara que tava lá igual a mim, com cara de ponto de interrogação.
O cara tinha amigas que eu não hesitei em dar uma olhada. Não eram o meu tipo, mas cê sabe, uma gostosa é uma gostosa; se ela dança reggaeton ou ouve Joy Division é só um parâmetro de compatibilidade pra uma futura parceira, mas eu na época não queria parceira, então foda-se!
Começamos a conversar nós quatro, ou melhor, os três conversaram enquanto eu tava no meu mundinho e de vez em quando soltava umas palavras. Nisso, vejo que uma das duas minas era realmente bonita. Olhos pretos e redondos, pele branquinha e sardenta, com um aspecto suave. Uma mina, mas com peitão e uma bunda gostosa; cabelo comprido, bem comprido, preto com as pontas pintadas de loiro. Aí comecei a tentar puxar papo com ela.
O problema foi o cara. Acontece que esse sujeito, que parecia tão amigável, assim que eu dei um pouco de confiança, virou um daqueles que, sem hesitar, te humilha pra dar risada.
Aqui vem um pequeno limbo pra explicar minha personalidade: Normalmente sou um cara tranquilo, calado, levemente mau-humorado e sarcástico, mas não aparento ser o que sou na minha outra metade. Acontece que no colégio eu passei muito mal por causa de gente assim. E desenvolvi em mim uma espécie de lado "B" aparentemente imperceptível.
De um lado, tem o cara dos livros, tranquilo e pessimista. Cioran, Nietzsche, Heráclito, Descartes, Maquiavel, Bergson, etc.
Do outro, tem meu lado provocador; se você me provoca, eu provoco pior.
Foi isso que me permitiu neutralizar minha situação anterior de sofrer bullying. Metade intelectual extremamente cerebral e metade arlequim zombeteiro, fiquei feito uma espécie de Jim Morrison coberto por um tapete de elegância por minha veneração aos dândis como Baudelaire.
O tal do cara, nem lento nem preguiçoso, começou a me encher o saco por causa das unhas pintadas. Me chamou de viado num tom cômico "ok" aceitável. Me chamou de viado e disse "ah, vai, sai do armário, tá tudo bem agora hahaha arre". E aí explodiu meu lado "provocador".
Na hora, peguei ele pelas bochechas e enfiei um beijo na boca. Imagina a cara? "Pussy, se você me provoca tanto... Você pediu, aqui está, e tem mais, vamos fazer a sacanagem" — falei com um sotaque afeminado, estilo Flavio Mendoza.
O cara meio que ficou parado e meio que queria me bater, mas se deparou com um detalhe: sou um cara que, mesmo não sendo alto, sou grandão e forte. Ele hesitou e no final não brigou porra nenhuma, mas ficou ofendidíssimo. As gatinhas, nisso tudo, estavam se mijando de rir, e eu peguei na cintura a que eu tava afim e falei: "também tem pra você" — "hahaha, você é louco, é bi?" E na hora, sem pensar, enfiei um beijo nela, sem perguntar nome nem nada.
O cara, derrotado e com as duas gatinhas rindo da cara dele de cachorro molhado, olhou pro lado e saiu feito menininha de jardim que mijou na calcinha.
A mina, nisso, quis me puxar pra dançar e me deu um puxão na mão. Eu puxei mais forte e juntei ela contra mim. Levei a mão que tava segurando pra cintura dela e a outra coloquei quase no rabo. Enfiei um beijo longo e profundo, abrindo a boca dela com força.
Eu sugava o hálito de morango dela enquanto uma mão sentia o toque da cintura, acariciando e roçando parte daquele rabo duro e lindo que só as mulheres que curtem cumbia e reggaeton conseguem ter. Com a outra mão, apertava levemente os dedos dela e empurrava ela cada vez com mais força contra mim.
Começou a típica: enfiar uma perna entre as dela e esfregar pra esquentar ela, enquanto continuava comendo a boca dela em beijos intermináveis, muito, mas muito profundos.
A garota tava tão tesuda quanto eu: mas a gente tava no meio de uma festa, e tanto ela quanto eu estávamos lá pelas amigas (ou pelo menos era o que eu supunha), e eu não podia falar "vou pedir um Uber e vamos pra casa" porque seria muito sem educação, muito na cara pro resto do pessoal e tal. Não dava, esse era o ponto.
Então a noite inteira a gente passou saciando levemente só uma parte das nossas ansiedades mais profundas com beijos e esfregadas, nada mais aconteceu.
Como as mulheres são impulsivas e o que Hoje elas gostam, amanhã já acham uma merda; então, naquela noite eu tinha esquentado ela, mas no outro dia um cara "culto" esquenta menos que uma foto pelada do Enrique Pinti. Não me preocupei em pedir Facebook, nem celular, nem nada. Só dei meu nome e fui embora da festa quando meus amigos finalmente encheram o saco de tanta besteira.
Os dias passaram, passou uma semana, duas... Um mês e... a outra mina, a amiga, me adicionou.
Ela me contou como era a parada; o cara que eu "provoquei" era um sujeito "pesado" (pesado pra uns playboyzinhos de Banfield se achando os malandrões) que brigava na rua e não sei mais o quê, mas todo mundo morria de medo dele e não tinha coragem de responder as coisas dele.
Era, digamos, por isso o "líder negativo do grupo", o popular enchedor de saco, em termos mais simples, que ainda pegava todas.
Por ter feito o que fiz, supostamente, segundo ela, a maioria das minas que estavam na festa, todas da escola e que o colocavam num pedestal, estavam agora todas a fim de mim.
De mim? De alguém que pra elas é um nerd?
Sinceramente, não sei. Não tive interesse em saber. Esse tipo de patricinha que se acha a última bolacha do pacote não me desce bem. Na real, ninguém que ouve esse tipo de música pode ter mais que dois neurônios vivos (um pra comer e outro pra foder). Então, passando a tesão, não tava a fim de falar com elas, conhecer, fazer tudo isso.
Mas eu tava a fim da Chuly (era assim que chamavam a mina que eu beijei). Então perguntei pra essa garota se eu agradava ela, e ela disse que sim, bastante, mas que não teve coragem de perguntar meu Facebook pra ninguém.
Depois de uma longa conversa, consegui o celular da amiga. E usei a tática da mensagem misteriosa. Não, não o típico banana falando "você é linda", "me apaixonei por você", esse povo não sabe usar o anonimato a seu favor. Minha mensagem foi a seguinte: "Sabe de uma coisa?"
Em segundos ela respondeu "Não... ke... quem é????" Esperei uma hora e pouco e mandei respondi "ué, não lembra que eu te falei que a gente ia no parque da costa um dia na festa do Julian?..." (Entre os beijos ela comentou que queria ir no parque da costa e eu falei, meio de brincadeira, que a gente ia. Aqui o que faço é lembrar ela desse "vínculo" que a gente criou através de uma memória emocional)
Aí caiu a ficha dela. Ela respondeu "ah, bobo kkkk era você... podia ter me falado..." ... "blá blá blá" umas mensagens como de costume e na hora joguei a terceira bomba: A primeira foi o mistério, a segunda o vínculo emocional, a terceira é marcar um encontro. "Ei... não vai ser o parque da costa, mas a praça vila operária parece bem gostosa pra gente deitar debaixo de uma árvore e conversar. Sábado?" "Kkkk a que horas?" (sim, eu rio da ortografia dela) "Quatro e meia" "bora, vamos 🙂"
E foi só isso, sem mais mensagens até o sábado... se elas não sentem sua falta, como é que vão querer te ver, mano?
Então no sábado. Fomos na praça, como eu falei, a gente deitou debaixo de uma árvore. Usei meu humor pra ela se acabar de rir. Aos poucos fui beijando ela com mais vontade, a tarde foi passando e a nossa vontade aumentando... num momento deitei ela na grama e me esfreguei nela disfarçadamente, e ela respondeu super bem... tava com tesão. Peguei ela pela mão e levei até o ponto de ônibus. A gente continuou se pegando, hein. Num momento falei "Olha, eu tenho que ir daqui a pouco... tipo já... minha avó tá meio mal e minha madrinha não tá em casa, é melhor eu ir cuidar dela, foi mal... Não quer vir na minha casa? A gente pode tomar uma cerveja ou um chocolate quente, depende do clima com você, kkk" "kkk eu até iria mas..." "Vai, não moro tão longe da sua casa" "já sei..." "Então... olha, se em algum momento você se sentir assediada ou ofendida, é só vazar e pronto, sou amigo dos seus amigos, não vou te estuprar ou matar... parei com isso quando saí da cadeia" "você é um bobo, kkk tá bom".
E chegamos em casa!
Primeiro enrolei um pouco Nem dava pra perceber que não só minha madrinha, mas também minha tia e minha mãe estavam ali. Mandei ela pro quarto e fui com a chaleira e o mate. "Bla bla bla bla", uma conversa comum e qualquer. Dei uns beijos nela, fui deitando ela e... PRONTO.
O que me chamou a atenção foi o quanto a mina era lúcida. Sabia muito bem como se posicionar, como beijar naquele momento pra esquentar o clima. Como mexer a língua delicada e pálida que ela tem, como se esfregar devagar e aumentar o ritmo aos poucos conforme a temperatura sobe... uma gênia!
As lambidas delicadas dela e as mordidas fortes no meu pescoço me transmitiam uma eletricidade, uma eletricidade tão forte, quase orgásmica, que me fazia sentir como se a pica estivesse sendo estrangulada dentro da cueca. Ela, por outro lado, ficava molhada e quente; quando passei minha mão na buceta por cima da calça, dava pra sentir aquele calor e aquela umidade típica de uma mulher excitada.
Enfiei a mão por baixo da camiseta dela e levantei o sutiã, deixando à mostra os dois peitões com os bicos durinhos. Passei a língua em volta deles enquanto sentia as pernas dela tremendo e o ritmo das esfregadas aumentando conforme eu lambia mais forte e mais rápido.
Não fiz o famoso "toque de rotina" pra molhar ela. Direto, do tesão que tava, puxei a calça e a calcinha dela com dois puxões, baixei minha calça e esfreguei minha pica na buceta dela enquanto olhava com tesão a carinha de prazer dela mordendo os lábios.
Subi em cima e enfiei pra dentro. Custou, mas aos poucos senti aquele "calor que queima" que dá ao penetrar até o fundo uma gostosa toda molhada.
Ela tava muito apertada... então, por consideração, fiquei um tempo assim, dando beijos e apalpando os peitos dela.
Quando senti que a pele dela foi relaxando, comecei a meter devagar enquanto beijava o pescoço dela. Conforme sentia ela ficar mais molhada, ia aumentando o ritmo. Quando eu empurrava com força até o fundo de uma vez (costume que tenho), ela dava um gritinho e me Me agarrava pela camiseta e me puxava contra o rosto dela com uma expressão meio diabólica, metade prazer, metade ódio. "Devagar, que você me machuca", ela falava, quase de mau humor, mas passava quando eu entrava no ritmo que ela queria: médio e suave.
Depois de uma hora serrando daquele jeito e dela ter molhado até parte da minha camiseta com os orgasmos rápidos dela, falei, subindo nela e segurando os pulsos dela: "Tão devagar não dá, eu fico entediado... se você não quiser, vou ter que te forçar" (na brincadeira). "Ah, sim... me força..." E com as duas mãos segurando as dela, eu meti não só muito rápido, mas bem forte. Os corpos batiam grotescamente, e ela soltava gritos onde se misturava o "ai" de dor, o "ai" de prazer e o "ai" de choro. Muito estranho. E quanto mais forte e rápido eu metia, mais parecia que no fundo ela gostava. Embriagados pelo prazer ardente e doloroso, nos deixamos levar, agora, pelo meu ritmo.
Entre os gritos, ela soltava palavras soltas com a voz rasgada, cheia de delícia: "gostoso... ayyyyyyayyayyayyay... gostoso", ela dizia enquanto gozava e se molhava, e eu continuava impassível, metendo forte e rápido.
Três horas entre o ritmo dela e, agora, o meu, tinham passado. Ela estava muito molhada. Minha camiseta estava manchada com ela, a cama cheirava à bunda dela e aos sucos dela... só faltava gozar na boca dela para fechar com chave de ouro.
Tirei abruptamente e joguei a camisinha de lado, enfiei na boca dela sem dizer nada. Ela engoliu, depois tirou toda cheia de saliva e começou a brincar com a ponta da língua, sem as mãos. "Ah... vai, meu amor, vai..." falei desesperado, já doíam minhas bolas e eu tava com o pau duríssimo.
Ela começou a me masturbar e em dois minutos senti a gozada chegando, empurrei com força o pau entre os lábios dela e segurei a cabeça dela. Literalmente, comi a boca dela.
Depois de gozar toda a boquinha dela e tremer soltando gritos e "sim, meu amor", dei um beijo nela e ficamos abraçados um tempo.
Minutos depois, ela começou com que tinha que ir... bom... eu tava tão satisfeito. que dava no mesmo o que eu fizesse.
Tristemente, depois de acompanhar ela até o ponto de ônibus, nunca mais vi ela e, uma semana mais ou menos, ela me tirou do Facebook... pena que ela fodia tão bem... segundo a amiga, o ex apareceu na história e, bom... toda mina sabe o que rola quando uma matéria pendente aparece... uma pena. Às vezes eu bato uma pensando nela e no corpo dela. No jeito dela ser. Pena, mina, pena.
Cheguei a sugerir, inclusive, que elas usassem uma máscara ou antiface pra não mostrar o rosto, e mesmo assim continuaram negando... Enfim. Eu queria propor pras minas do P! que leem meus contos (sim, eu sei, não sou tão lido assim) que se alguma se animar a fazer um vídeo pra comemorar esses dois anos de histórias picantes com toda a boa energia, a gente pode conversar e, se o clima continuar bom, botar o projeto pra frente...
Sei que vocês são mais animadas do que as minas "comuns". Por isso tô propondo aqui, antes de escrever o conto de hoje. Porque é algo que tô afim de fazer há um tempão e acho que já é hora de realizar pra celebrar esses dois anos de anedotas....
Agora... O CONTO!
Tudo começou como um erro.
Deixei me levar por um grupo de amigos pra uma daquelas festas que eu detesto; cumbia e reggaeton no talo; sem álcool e cheia de otários.
Sim. Minha maneira de ser antissocial é terrível, né? Ok.
Meus amigos se divertiam tirando as minas pra dançar, eu não danço e sem álcool eu costumo ficar entediado, então, por diversão, comecei a conversar com um cara que tava lá igual a mim, com cara de ponto de interrogação.
O cara tinha amigas que eu não hesitei em dar uma olhada. Não eram o meu tipo, mas cê sabe, uma gostosa é uma gostosa; se ela dança reggaeton ou ouve Joy Division é só um parâmetro de compatibilidade pra uma futura parceira, mas eu na época não queria parceira, então foda-se!
Começamos a conversar nós quatro, ou melhor, os três conversaram enquanto eu tava no meu mundinho e de vez em quando soltava umas palavras. Nisso, vejo que uma das duas minas era realmente bonita. Olhos pretos e redondos, pele branquinha e sardenta, com um aspecto suave. Uma mina, mas com peitão e uma bunda gostosa; cabelo comprido, bem comprido, preto com as pontas pintadas de loiro. Aí comecei a tentar puxar papo com ela.
O problema foi o cara. Acontece que esse sujeito, que parecia tão amigável, assim que eu dei um pouco de confiança, virou um daqueles que, sem hesitar, te humilha pra dar risada.
Aqui vem um pequeno limbo pra explicar minha personalidade: Normalmente sou um cara tranquilo, calado, levemente mau-humorado e sarcástico, mas não aparento ser o que sou na minha outra metade. Acontece que no colégio eu passei muito mal por causa de gente assim. E desenvolvi em mim uma espécie de lado "B" aparentemente imperceptível.
De um lado, tem o cara dos livros, tranquilo e pessimista. Cioran, Nietzsche, Heráclito, Descartes, Maquiavel, Bergson, etc.
Do outro, tem meu lado provocador; se você me provoca, eu provoco pior.
Foi isso que me permitiu neutralizar minha situação anterior de sofrer bullying. Metade intelectual extremamente cerebral e metade arlequim zombeteiro, fiquei feito uma espécie de Jim Morrison coberto por um tapete de elegância por minha veneração aos dândis como Baudelaire.
O tal do cara, nem lento nem preguiçoso, começou a me encher o saco por causa das unhas pintadas. Me chamou de viado num tom cômico "ok" aceitável. Me chamou de viado e disse "ah, vai, sai do armário, tá tudo bem agora hahaha arre". E aí explodiu meu lado "provocador".
Na hora, peguei ele pelas bochechas e enfiei um beijo na boca. Imagina a cara? "Pussy, se você me provoca tanto... Você pediu, aqui está, e tem mais, vamos fazer a sacanagem" — falei com um sotaque afeminado, estilo Flavio Mendoza.
O cara meio que ficou parado e meio que queria me bater, mas se deparou com um detalhe: sou um cara que, mesmo não sendo alto, sou grandão e forte. Ele hesitou e no final não brigou porra nenhuma, mas ficou ofendidíssimo. As gatinhas, nisso tudo, estavam se mijando de rir, e eu peguei na cintura a que eu tava afim e falei: "também tem pra você" — "hahaha, você é louco, é bi?" E na hora, sem pensar, enfiei um beijo nela, sem perguntar nome nem nada.
O cara, derrotado e com as duas gatinhas rindo da cara dele de cachorro molhado, olhou pro lado e saiu feito menininha de jardim que mijou na calcinha.
A mina, nisso, quis me puxar pra dançar e me deu um puxão na mão. Eu puxei mais forte e juntei ela contra mim. Levei a mão que tava segurando pra cintura dela e a outra coloquei quase no rabo. Enfiei um beijo longo e profundo, abrindo a boca dela com força.
Eu sugava o hálito de morango dela enquanto uma mão sentia o toque da cintura, acariciando e roçando parte daquele rabo duro e lindo que só as mulheres que curtem cumbia e reggaeton conseguem ter. Com a outra mão, apertava levemente os dedos dela e empurrava ela cada vez com mais força contra mim.
Começou a típica: enfiar uma perna entre as dela e esfregar pra esquentar ela, enquanto continuava comendo a boca dela em beijos intermináveis, muito, mas muito profundos.
A garota tava tão tesuda quanto eu: mas a gente tava no meio de uma festa, e tanto ela quanto eu estávamos lá pelas amigas (ou pelo menos era o que eu supunha), e eu não podia falar "vou pedir um Uber e vamos pra casa" porque seria muito sem educação, muito na cara pro resto do pessoal e tal. Não dava, esse era o ponto.
Então a noite inteira a gente passou saciando levemente só uma parte das nossas ansiedades mais profundas com beijos e esfregadas, nada mais aconteceu.
Como as mulheres são impulsivas e o que Hoje elas gostam, amanhã já acham uma merda; então, naquela noite eu tinha esquentado ela, mas no outro dia um cara "culto" esquenta menos que uma foto pelada do Enrique Pinti. Não me preocupei em pedir Facebook, nem celular, nem nada. Só dei meu nome e fui embora da festa quando meus amigos finalmente encheram o saco de tanta besteira.
Os dias passaram, passou uma semana, duas... Um mês e... a outra mina, a amiga, me adicionou.
Ela me contou como era a parada; o cara que eu "provoquei" era um sujeito "pesado" (pesado pra uns playboyzinhos de Banfield se achando os malandrões) que brigava na rua e não sei mais o quê, mas todo mundo morria de medo dele e não tinha coragem de responder as coisas dele.
Era, digamos, por isso o "líder negativo do grupo", o popular enchedor de saco, em termos mais simples, que ainda pegava todas.
Por ter feito o que fiz, supostamente, segundo ela, a maioria das minas que estavam na festa, todas da escola e que o colocavam num pedestal, estavam agora todas a fim de mim.
De mim? De alguém que pra elas é um nerd?
Sinceramente, não sei. Não tive interesse em saber. Esse tipo de patricinha que se acha a última bolacha do pacote não me desce bem. Na real, ninguém que ouve esse tipo de música pode ter mais que dois neurônios vivos (um pra comer e outro pra foder). Então, passando a tesão, não tava a fim de falar com elas, conhecer, fazer tudo isso.
Mas eu tava a fim da Chuly (era assim que chamavam a mina que eu beijei). Então perguntei pra essa garota se eu agradava ela, e ela disse que sim, bastante, mas que não teve coragem de perguntar meu Facebook pra ninguém.
Depois de uma longa conversa, consegui o celular da amiga. E usei a tática da mensagem misteriosa. Não, não o típico banana falando "você é linda", "me apaixonei por você", esse povo não sabe usar o anonimato a seu favor. Minha mensagem foi a seguinte: "Sabe de uma coisa?"
Em segundos ela respondeu "Não... ke... quem é????" Esperei uma hora e pouco e mandei respondi "ué, não lembra que eu te falei que a gente ia no parque da costa um dia na festa do Julian?..." (Entre os beijos ela comentou que queria ir no parque da costa e eu falei, meio de brincadeira, que a gente ia. Aqui o que faço é lembrar ela desse "vínculo" que a gente criou através de uma memória emocional)
Aí caiu a ficha dela. Ela respondeu "ah, bobo kkkk era você... podia ter me falado..." ... "blá blá blá" umas mensagens como de costume e na hora joguei a terceira bomba: A primeira foi o mistério, a segunda o vínculo emocional, a terceira é marcar um encontro. "Ei... não vai ser o parque da costa, mas a praça vila operária parece bem gostosa pra gente deitar debaixo de uma árvore e conversar. Sábado?" "Kkkk a que horas?" (sim, eu rio da ortografia dela) "Quatro e meia" "bora, vamos 🙂"
E foi só isso, sem mais mensagens até o sábado... se elas não sentem sua falta, como é que vão querer te ver, mano?
Então no sábado. Fomos na praça, como eu falei, a gente deitou debaixo de uma árvore. Usei meu humor pra ela se acabar de rir. Aos poucos fui beijando ela com mais vontade, a tarde foi passando e a nossa vontade aumentando... num momento deitei ela na grama e me esfreguei nela disfarçadamente, e ela respondeu super bem... tava com tesão. Peguei ela pela mão e levei até o ponto de ônibus. A gente continuou se pegando, hein. Num momento falei "Olha, eu tenho que ir daqui a pouco... tipo já... minha avó tá meio mal e minha madrinha não tá em casa, é melhor eu ir cuidar dela, foi mal... Não quer vir na minha casa? A gente pode tomar uma cerveja ou um chocolate quente, depende do clima com você, kkk" "kkk eu até iria mas..." "Vai, não moro tão longe da sua casa" "já sei..." "Então... olha, se em algum momento você se sentir assediada ou ofendida, é só vazar e pronto, sou amigo dos seus amigos, não vou te estuprar ou matar... parei com isso quando saí da cadeia" "você é um bobo, kkk tá bom".
E chegamos em casa!
Primeiro enrolei um pouco Nem dava pra perceber que não só minha madrinha, mas também minha tia e minha mãe estavam ali. Mandei ela pro quarto e fui com a chaleira e o mate. "Bla bla bla bla", uma conversa comum e qualquer. Dei uns beijos nela, fui deitando ela e... PRONTO.
O que me chamou a atenção foi o quanto a mina era lúcida. Sabia muito bem como se posicionar, como beijar naquele momento pra esquentar o clima. Como mexer a língua delicada e pálida que ela tem, como se esfregar devagar e aumentar o ritmo aos poucos conforme a temperatura sobe... uma gênia!
As lambidas delicadas dela e as mordidas fortes no meu pescoço me transmitiam uma eletricidade, uma eletricidade tão forte, quase orgásmica, que me fazia sentir como se a pica estivesse sendo estrangulada dentro da cueca. Ela, por outro lado, ficava molhada e quente; quando passei minha mão na buceta por cima da calça, dava pra sentir aquele calor e aquela umidade típica de uma mulher excitada.
Enfiei a mão por baixo da camiseta dela e levantei o sutiã, deixando à mostra os dois peitões com os bicos durinhos. Passei a língua em volta deles enquanto sentia as pernas dela tremendo e o ritmo das esfregadas aumentando conforme eu lambia mais forte e mais rápido.
Não fiz o famoso "toque de rotina" pra molhar ela. Direto, do tesão que tava, puxei a calça e a calcinha dela com dois puxões, baixei minha calça e esfreguei minha pica na buceta dela enquanto olhava com tesão a carinha de prazer dela mordendo os lábios.
Subi em cima e enfiei pra dentro. Custou, mas aos poucos senti aquele "calor que queima" que dá ao penetrar até o fundo uma gostosa toda molhada.
Ela tava muito apertada... então, por consideração, fiquei um tempo assim, dando beijos e apalpando os peitos dela.
Quando senti que a pele dela foi relaxando, comecei a meter devagar enquanto beijava o pescoço dela. Conforme sentia ela ficar mais molhada, ia aumentando o ritmo. Quando eu empurrava com força até o fundo de uma vez (costume que tenho), ela dava um gritinho e me Me agarrava pela camiseta e me puxava contra o rosto dela com uma expressão meio diabólica, metade prazer, metade ódio. "Devagar, que você me machuca", ela falava, quase de mau humor, mas passava quando eu entrava no ritmo que ela queria: médio e suave.
Depois de uma hora serrando daquele jeito e dela ter molhado até parte da minha camiseta com os orgasmos rápidos dela, falei, subindo nela e segurando os pulsos dela: "Tão devagar não dá, eu fico entediado... se você não quiser, vou ter que te forçar" (na brincadeira). "Ah, sim... me força..." E com as duas mãos segurando as dela, eu meti não só muito rápido, mas bem forte. Os corpos batiam grotescamente, e ela soltava gritos onde se misturava o "ai" de dor, o "ai" de prazer e o "ai" de choro. Muito estranho. E quanto mais forte e rápido eu metia, mais parecia que no fundo ela gostava. Embriagados pelo prazer ardente e doloroso, nos deixamos levar, agora, pelo meu ritmo.
Entre os gritos, ela soltava palavras soltas com a voz rasgada, cheia de delícia: "gostoso... ayyyyyyayyayyayyay... gostoso", ela dizia enquanto gozava e se molhava, e eu continuava impassível, metendo forte e rápido.
Três horas entre o ritmo dela e, agora, o meu, tinham passado. Ela estava muito molhada. Minha camiseta estava manchada com ela, a cama cheirava à bunda dela e aos sucos dela... só faltava gozar na boca dela para fechar com chave de ouro.
Tirei abruptamente e joguei a camisinha de lado, enfiei na boca dela sem dizer nada. Ela engoliu, depois tirou toda cheia de saliva e começou a brincar com a ponta da língua, sem as mãos. "Ah... vai, meu amor, vai..." falei desesperado, já doíam minhas bolas e eu tava com o pau duríssimo.
Ela começou a me masturbar e em dois minutos senti a gozada chegando, empurrei com força o pau entre os lábios dela e segurei a cabeça dela. Literalmente, comi a boca dela.
Depois de gozar toda a boquinha dela e tremer soltando gritos e "sim, meu amor", dei um beijo nela e ficamos abraçados um tempo.
Minutos depois, ela começou com que tinha que ir... bom... eu tava tão satisfeito. que dava no mesmo o que eu fizesse.
Tristemente, depois de acompanhar ela até o ponto de ônibus, nunca mais vi ela e, uma semana mais ou menos, ela me tirou do Facebook... pena que ela fodia tão bem... segundo a amiga, o ex apareceu na história e, bom... toda mina sabe o que rola quando uma matéria pendente aparece... uma pena. Às vezes eu bato uma pensando nela e no corpo dela. No jeito dela ser. Pena, mina, pena.
1 comentários - Quase 2 anos de memórias de um jovem indecente: O vídeo..
PD: todas acaban a chorros? Qué hdp! jaja