Para a galera fiel que acompanha meus relatos e vai tecendo as relações familiares, acho necessário dar um resumão pra vocês se situarem no tempo e no espaço dos acontecimentos.
Quando vivi essa experiência, já tinha no currículo a gloriosa trepada que dei com minha sogra, com quem ainda hoje troco uns amassos quando dá chance, of course, e ainda não tinha comido minha cunhada Silvia "a insaciável" 😉 Jejeje!
(Sim, é tudo bagunçado igual ao George Lucas quando filmou primeiro Star Wars 4-5 e 6 e muitos anos depois fez o começo! 😫)
Minha sogra voltou pra Lincoln, cidade no interior da província de Buenos Aires, quando o marido dela ficou bem e lá retomaram a vida normal. Ou seja, ela acumulando uma vontade monstruosa de transar e o velho dando pena com o pau morto há anos e só servindo pra mijar...
Enquanto isso, na minha casa parecia que as coisas com a Sandra, minha mina, iam se recuperar depois da bad que a visita dos pais dela causou no relacionamento (era desconfortável transar e se soltar à vontade com os sogros no quarto ao lado), somado à resistência da Sandy em me deixar levar ela pra um motel, um puteiro ou o porão do prédio (no último caso) pra aliviar minha tesão.
Se a isso somar que, pelo meu temperamento, ando sempre com a vontade de meter no pelo (sou um tarado, bah!), as coisas entre a gente tavam indo pro caralho.
Felizmente, deu super certo a jogada que fiz com minha sogra e pude esvaziar minhas bolas várias vezes.Dentro e ComA sogra da minha legítima esposa. Mas agora chegava a prova de fogo pro nosso relacionamento.
Quando meus sogros foram embora, eu já imaginava a gente feito namorados sozinhos num fim de semana, fodendo como se o mundo fosse acabar na segunda, metendo bomba atrás de bomba até incendiar a buceta dela de porrada, mas não foi o que aconteceu...
Na mesma tarde que os pais da minha esposa foram embora, na volta do terminal de ônibus, ela me avisou que a empresa onde trabalhava tava em expansão e ia abrir franquias no interior do país.
Até aí, nada demais, na minha mente eu já tava rodando o filme das posições sexuais que a gente ia tentar assim que chegasse em casa, eu tava dirigindo com o olho nas tetas dela e no trânsito! A poronga já tava endurecendo de só pensar nas fodas que a gente ia dar.
Mas...
Mas ela, toda felizona, me avisou que foi promovida a supervisora, e que ia ter que viajar IMEDIATAMENTE pra controlar cada nova abertura, aprovar os locais, treinar pessoal, etc. A minha rola foi murchando na mesma proporção que a alegria dela aumentava. Pra não ser um babaca e egoísta, fingi alegria, comemorei o progresso dela e convidei ela pra jantar pra agradar.
Jantamos, brindamos e voltamos pra casa às 11 da noite, ela arrumou a mala, tomou banho, uma foda meia-boca, só meter e pronto (nenhum dos dois tava inspirado, ela percebeu meu desgosto, mas se fez de sonsa e eu não ia ficar de frescura, uma foda é uma foda, a puta da mãe!) depois do "trâmite"; dormir. No outro dia às 6 da manhã ela foi pro aeroporto e voou pra Córdoba.
Passei dois dias de merda, onde só recebi 3 míseras mensagens de texto da Sandra. Pra piorar, comecei a viajar na maionese que a filha da puta tava me botando chifre, que tava tendo um caso com algum otário do trabalho ou que lá ela ia me trair até com a Mona Giménez, etc.
Hipóteses que a gente cria quando a patroa começa a agir feito gaúcho. Mau e não dá de comer pro pinto, hein!
No terceiro dia voltei pro meu grande amor: Poringa! E tava tão ferrado de sexo, que quase bati uma navegando pela categoria "Info" (Isso sim que era desespero!)
Quando de repente o telefone toca; e me tira da matrix pornô pra realidade.
Atendi e era minha sogra! Ouvir a voz dela manteve a ereção que a P! me deixou.
Ela me disse que falou de mim pra irmã dela (faço trampo como técnico de PC) e se eu podia fazer o favor de ir configurar uma impressora, já que ela mora a uns 20 minutos da minha casa.
Me fiz de esperto e avisei minha sogrinha que o favorzinho teria que ser "pago" do jeito que ela sabia.
- Fica tranquilo que quando eu for pra Bs. As. vou te deixar sequinho-sequinho Dany; até a última gotinha de porra vou te tirar, cara! - Ela disse com aquela voz de puta que me esquentou.
- Ok Mary, então avisa sua irmã que eu vou! - Respondi animado.
- Beleza, e você, cuidado com minha irmã que ela é uma senhora! - Me avisou.
Não sei por que, mas toda vez que me falam de uma gostosa e reforçam que é "uma senhora", já imagino a dona em questão agarrada em três picas, levando uma dupla penetração e faciais de uma dúzia de negões de pauzão!
Porque, galera, sejamos realistas, as "senhoras" também costumam comer uma boa rola, também chupam, engolem e até oferecem o cu quando tão loucas de tesão! O estado civil não as transforma em "alienígenas" hehehe!
Resumo: ela me passou o endereço e o telefone da irmã dela, Martha. Mandei uma mensagem e combinamos de eu ir às 14:30 do dia seguinte.
À noite, minha fome sexual piorou, tava quase tendo um derrame de leite. Enquanto comia o marmitex do dia, todo largado no sofá vendo o Telenoche, quase bati uma olhando alternadamente pras tetas da María Laura Santillán e da Catalina Dlugi. Felizmente, a cara de bulldog do Santo foi o tapa que me trouxe de volta à realidade. realidade.
Mais tarde, acabei dormindo vendo um filme. No dia seguinte, acordei tarde, tomei um banho e preparei um sanduíche e um mate. Depois arrumei minha maleta e fui pra casa da Marta.
É aí que a história começa!
A irmã da minha sogra me recebeu super bem;
- Oi, Daniel! Já ouvi falar muito de você! - disse ela, sorrindo e me dando um beijo no rosto.
- Oi, Martha! Muito prazer! Não acredite em tudo que falam de mim. - falei, safado. - Melhor você mesma me conhecer e tirar suas próprias conclusões.
- Bom, olha, primeiro, me trata de você, não me faz sentir uma velha, tá?
- Beleza, Martha, vou te tratar de você, e você também pode me chamar de Dany. - respondi.
- Fechou, Dany, me chama de Tita, é como meus amigos me chamam. - ela piscou um olho. - Prazer, entra e fica à vontade. Vamos tomar algo, que tal?
- Claro, Tita, adorei!
A Tita era uma gostosa, de dar água na boca! (Bom, naquela altura, qualquer bicho que se mexesse ia parar na cama, desde que tivesse uns 50 quilos e pressão 12/8, já servia pra uma trepada!)
Elegante demais pra serem 2 e meia da tarde de um dia de semana. Maquiada, lábios pintados de vermelho paixão, bem putinha a gata!
Ela usava um perfume daqueles que, depois, quando você lembra, associa na hora à mulher que te deixou louco, cheirando a anjinho safado...
A gata era magrinha, mal dava pra ver uma barriguinha. Vestia umas leggings pretas bem justas, e quando falo "bem justas", é daquelas tipo "tamanho 3º andar", porque o único jeito de enfiar tanta carne naquele pano é se jogando do 3º andar e enfiando na queda!
Leggings safadas, meio transparentes, que deixavam ver até os pelinhos da bunda aparecendo. E foi exatamente a bunda dela que quase me fez deslocar a mandíbula quando ela se virou pra buscar uns drinks. Redonda, firme, empinada e divina. O sonho de qualquer privada! 😉
— Como é que essa bunda come pano! — pensei. E como ela sabia rebolar aquela raba, viu! Sumiu pelo corredor rebolando aquele cuzão divino e eu babando no assoalho de parquet dela. Nas profundezas da fenda que divide a bunda no meio, se perdiam sei lá quantos centímetros de lycra.
Sem dúvida não era o tipo de legging que uma "senhora" vestiria, a não ser pra esquentar o marido legítimo. A roupa toda da coroa pintava ela quase como uma puta, e ainda cai eu, com a pica alagando meu cérebro e o pau amotinado exigindo mulher!
Era uma bunda gulosa sem dúvida, mas também era verdade que a prova de fogo pra concluir de verdade sobre a qualidade dela, era admirar sem a ajuda do tecido elástico, recurso que, igual um bom sutiã, "levanta caídos" perfeitamente, vendendo gato por lebre.
Meu pau babava olhando pra ela. A coroa tinha cabelo curto e tingido de loiro. (O que ferrou a rima/piropo/sacanagem imortal: "morena de cabelo curto, abaixa que eu te atendo o cu!" 😉)
Além disso, usava uma regatinha colada no corpo com decote generoso, peitos de bom tamanho, meio caídos, no olho de bom entendedor, e a pele bronzeada. Dava pra ver que ela adorava se jogar no sol quando tinha chance.
Outro detalhe que acendeu meu pau: a gostosa tava usando uns sapatos pretos de salto agulha. Calçado que realçava aquela bunda, empinando mais ainda. Pés lindos, com as unhas pintadas de vermelho.
Não podia ser esse o jeito normal dela se vestir, viajei que talvez ela se produziu pra ocasião, mas se era assim que recebia os técnicos de reparo, o marido dela devia ser MUUUUITO corno...
Mais de uma dúzia de anos mais nova que minha sogra, tinha um filho de 25 que já tinha formado a própria casa na grande São Paulo. O marido dela era caminhoneiro, então passava longas temporadas fora de casa, já que as viagens levavam entre 8 e 10 dias e ele voltava pra carga e descarga, ficando em casa 3 dias seguidos como máximo, pra sair de novo.
Fui sabendo de tudo isso enquanto a gente bebia dois litrões de cerveja bem gelada. A gente sentou no mesmo sofá, cada um numa ponta, e bateu um papo longo pra caralho. Falamos da irmã dela, do meu sogro, do marido dela, da vida, enfim...
Eu gostava da voz da Marthita, aquele timbre nasal, aquela risadinha que ela tinha. Era alegre e muito engraçada, me senti à vontade na hora.
Ela cruzou as pernas bem sensual, deixando o pezinho dela ao alcance da minha mão, com aquele peito do pé divino, onde imaginei minha língua deixando um rastro de cuspe. Tenho um fetiche por pés e essa doida tava detonando meus miolos.
De vez em quando eu dava uma olhada na virilha dela, porque ela ficava mexendo as pernas toda hora, inquieta, e como eu já disse, a legging deixava ver a roupa de baixo, nesse caso o triângulo da tanga, que me deixava louco!
— Vamos ver o computador? — Ela me pergunta, me assustando, já que eu estava justamente "tirando fotos" dos peitos e das pernas dela.
— Sim, sim, Tita, vamos! — Respondo sem saber onde me enfiar. Me xinguei por ser tão punheteiro e disfarcei minha tesão.
Eu a segui. Ela subiu as escadas na minha frente, para meu deleite. Era uma bunda gostosa pra caralho, cujo rebolado endureceu minha pica na hora. Aquela raba estava a 30 centímetros do meu rosto, já que deixei ela ir uns degraus na frente, de propósito.
Era um espetáculocuExcitante, a Martha se movia devagar, como se me desse tempo de apreciar a bunda dela, dava pra ver como o fio da calcinha fio dental se enterrava entre as nádegas gulosas dela, que também devoravam a lycra da legging, a cada degrau "mastigava" o pano sem piedade aquela raba... Uffa!!! Infernal!
Dava pra ver perfeitamente a lingerie, esticando ao se afundar nas profundezas dela. Mostrava o triângulo com detalhes de renda e até umas pintinhas na pele lisa, até isso consegui ver!
Imagina o pau que eu tava! Ia ter que amarrar a piroca pra ela não me entregar de bandeja! Mas por sorte tinha a maleta pra esconder aquela ereção violenta que ameaçava me meter em encrenca.
- "Uma gostosa do caralho!" - Gritava o Bambino interior que todo mundo tem!
Ela virou duas vezes pra me olhar e, puta que pariu!, nas duas vezes me pegou no flagra; com meus olhos cravados na bunda mansa dela. Eu, petrificado, fiquei todo cagado de medo, igual privada do Michael J. Fox. Ela sorriu pra mim e falou;
- Cuidado com os degraus Dany, se se distrair vai cair jijiji! - Me avisou com tom sarcástico.
Claramente tinha percebido meus olhares de tesão, o que teria me preocupado pra caralho, se não fosse porque ela levou numa boa. Boa demais...
Me dava toda a impressão que a filha da puta tava brincando comigo, que tava me cozinhando em fogo baixo.
Tava naquela fase do tesão quando todos os sentidos ficam aguçados, e a menor besteira te excita; até o som dos saltos subindo a escada me deixava todo tarado!
A suculenta tortura terminou no final da escada. Caminhamos por um corredor curto e ela abriu uma porta, me convidando a entrar. Fiquei de boca aberta. Ela tinha o computador no quarto dela!
Vocês vão pensar:
- "Claro, fala mais, filho da puta, tá viajando na maionese, agora vai dizer que ela se jogou de conchinha no seu pau e te chupou até você gozar e engoliu o leite tudo sem antes te mostrar!
Hehehe".
Falo isso porque eu também acreditaria que estão me vendendo gato por lebre, mas é isso que é incrível nas coisas que às vezes acontecem nessa vida; tem dias que tudo vem tão de graça, que é melhor não questionar o destino e embarcar na viagem sem se enroscar em perguntas idiotas.
O pulso acelerou, a tensão aumentou, olhei a cama de casal bem arrumadinha, o cheiro de flores, o espelho grande em cima da cômoda, a escrivaninha de um lado, com uma cadeira e o computador.
A cortina da janela fechada, um frigobar ao lado do criado-mudo. Parecia quarto de hotel! Hehe!
- Senta.-Ela disse.
Sentei e ela explicou o problema.
- Me mostra como você se conecta na internet.-Pedí.
- Sim, sim, deixa eu ver, com licença.-Ela responde e se inclina com os peitos apoiados no meu antebraço pra digitar, meio desconfortável.
- Quer sentar?.-Perguntei com a intenção de dar o lugar pra ela. Ela não respondeu, só empurrou minha cadeira pra trás (era daquelas com rodinhas).
- Sento no teu colo, né?.-Ela fala e afasta meus braços pros lados.- Não pensa mal, hein? Afinal, somos parentes, moleque!.-Exclamou sorrindo e colocou aquela bunda celestial no meio das minhas pernas, não sem rebolá-la umas duas vezes pra se ajeitar do jeito dela.
- Hahaha!.-Ri que nem um idiota.-Eu tava falando pra te dar o lugar!.-Expliquei.
- Ah, para!.-Ela rebateu.-Me deixa aqui que eu não mordo; afinal, só vai me explicar, não dá nada, Dany!.-Completou, safada.
Não vou "encher o saco" de vocês com detalhes de como o pau foi inchando debaixo do peso daquela bunda. Também não vou contar sobre os Saltitos" que a filha da puta dava quando errava e xingava a própria habilidade de digitar. Amei cada erro! Ela ficava quicando na minha pica a toda hora! Era impossível ela não perceber o crescimento súbito do meu pau, já que estava sentada em cima dele, esmagando ele.
Fui ganhando confiança e passei o braço na cintura dela, colocando minha mão sobre a dela pra "guiar" o mouse. Ralava nos peitos dela pra caralho e ela nem aí, impossível não notar minha pica dura debaixo do peso do corpo dela, mas não parecia se importar.
Continuei explicando as dúvidas dela e aos poucos a coisa foi esquentando mais. Ela virava pra perguntar besteiras e ficávamos cara a cara. Aquele perfume tava me matando, ter ela assim, ao alcance da minha boca, toda puta, fingindo de inocente, fazendo biquinho...
Mais uma vez ela hesitou e virou pra me perguntar, e eu nem ouvi, só fiquei olhando pra ela. Fez-se um silêncio e eu meti a língua na boca dela, sem mais. Ela abriu a boca na hora e a gente se pegou que nem bicho, quase batendo dente, lábio, língua, saliva. Um monte de arrepio e tremor sacudiu nós dois naquele beijo selvagem e gostoso pra caralho.
Nossos corpos se apertavam num abraço apertado. Minha pica, dura pra cacete, se espremia furiosa, pressionando a braguilha. Eu passava a mão na bunda dela sem vergonha, apertava os peitos dela feito um bruto. Ela respondia na mesma, com as unhas de uma mão arranhando minha nuca e a outra descendo sorrateira por baixo da minha camisa, na minha pele, roçando meu peito, brincando com meus mamilos, até que finalmente apoiou a palma no meu volume, com força, percorrendo ele de cima a baixo.
Enquanto isso, minha mão esquerda se movia agressivamente, apalpando aquele par de peitos suculentos que balançavam que dava gosto, e cujos mamilos duros, tesos e eretos me convidavam a lamber e chupar com uma vontade danada. Meus dedos acariciavam eles, e minha boca enchia d'água de vontade de possuí-los.
Peguei eles entre meus lábios, primeiro com delicadeza e depois com selvageria, estavam deliciosos e eu não queria soltá-los por nada nesse mundo.
Que peitos gostosos a filha da puta tinha! Chupei, lambi e mordisquei até não aguentar mais, sentindo ela gemer e se contorcer.
Se ela tava curtindo, como mostravam seus tremores e gritinhos, apostava que a buceta dela já devia estar um mar de fluidos, do jeito que eu adoro. Então, pra "verificar o óleo", como quem diz, meus dedos foram descendo e lutando com as roupas dela, apalpando até encontrar aquela caverna úmida de carne, sucos e uns poucos pelos.
O anel dela tava fervendo e os sucos ardentes da paixão dela brotavam como lava de dentro. A vulva inchada pulsava de prazer, e eu sabia que ia precisar de muito esforço pra arrancar o primeiro orgasmo daquela mulher. Pra ajudar, coloquei as pontas dos dedos indicador e médio naquele clitóris em chamas, mas antes lubrifiquei bem com os próprios sucos dela.
Em seguida, comecei as carícias, variando a velocidade e a pressão, e a Tita perdeu toda a compostura, com os gemidos virando gritos e sacudidelas espasmódicas incontroláveis, anunciando a chegada de um orgasmo descomunal, fruto de uma longa abstinência, como ela me contaria depois. Continuei chupando os peitos e os bicos dela enquanto meus dedos entravam, saíam e revoavam dentro da vagina dela.
- Shhplasch! Schaff! - Os vaivéns furiosos dos meus dedos na buceta dela escorrendo suquinho.
O gozo dela foi espetacular, ela tremia arqueando o corpo pra trás. Tive que segurá-la com um braço pra não cairmos daquela cadeira, enquanto a outra mão se regozijava apalpando a buceta encharcada dela. A respiração dela ficou entrecortada e o corpo se agitava da cabeça aos pés.
Levantei ela no colo e levei pra cama.
- O que você vai fazer comigo? - Perguntou ela com aquela vozinha de puta sem rumo.
- Vou te dar a foda da sua vida, bebê. - Respondi, já cego pelo tesão.
Eu comeu a boca, nada de romantismo, nada de sensualidade, a gente era dois canibais tentando devorar um ao outro. Ela arrebentou os botões da minha camisa tentando arrancá-la de mim.
A gente terminou de se despir na base do tapa, mais bagunçado que festa de macaco! Rasguei a calcinha fio-dental dela, a legging ficou presa no salto, mas não liguei, deixei ela toda enroscada.
Continuei beijando a boca dela, lambendo os peitos, e desci pela barriga até aquele vulcão agitado que era a buceta dela. Meus lábios pousaram na vulva dela, e os sucos vaginais queimavam minha língua.
Sentia o grelo dela tremendo e tremendo, sem conseguir se recompor depois do gozo estrondoso. Os músculos se contraíam descontroladamente toda vez que minha boca sugava aquele clitóris inchado, e minha língua entrava, saía e revoava no interior quente dela.
Tita continuou o show de gritos de prazer que ecoaram no silêncio do quarto.
Ela se arqueava, se dobrava e se estremecia de prazer e mais prazer. Minha pika tava doendo de tão dura.
Ela estava tão lubrificada que decidi que já era hora de meter. Pelei a pika, toda babada, e tentei enfiar, mas ela me empurrou e se jogou pra chupar ela com uma voracidade e desespero que quase me fez gozar na hora.
A ponta da minha cabeça bateu no fundo da garganta dela na primeira engolida que ela deu. A língua dela se espalhava pelo tronco e pela cabeça numa velocidade doida.
Eu não conseguia ficar parado, observando a técnica deliciosa de boquete dela, então, com uma mão, abri bem as bandas dela, salivei um dedo e enfiei no cu dela sem muito esforço. Ela deu um pulinho nervoso ao sentir o invasor apalpando a veia do cu.
De olhar aquele rabo gostoso me provocando naquelas escadas inesquecíveis, já tava explorando ele com um dedo, que não demoraria pra trocar pela minha pika. Aquele cu era minha obsessão. Ficou na minha cabeça (ou entre as bolas, melhor dizendo) fazer um Cu antes do cuzão.
Então um dedo percorria a rosquinha, enquanto o outro se enfiava o mais fundo possível nas profundezas dela. Até o cheiro da bunda dela acendia minha tesão ainda mais!
Ela quis retribuir as gentilezas e tirou meu pau um momento do refúgio da boca dela, pra me dar uma lambida maravilhosa no cu. Passou direto pelas bolas e foi encaixar a linguinha safada no meu cu fechado. Mais duro ficou meu pau!
Ela tava me fazendo um boquete negro animal. Ela também abriu minhas pernas pra garantir mais liberdade de movimento, e furou meu buraquinho com a língua broca, me fazendo ver estrelas.
Enquanto isso, meu dedo continuava fuçando nas profundezas do reto dela, mas já decidido a dilatar o máximo possível aquele túnel maravilhoso que prometia ordenhar minha pica em breves instantes.
Titia largou meu cu com uma linguada bem funda e subiu pra cuidar dos gêmeos. Enfiava um e outro na boca, alternando, e dentro dela dava o tratamento linguístico suficiente pra me enlouquecer.
Meu pau pulsava balançando ansioso a centímetros do nariz dela. Ela chupou minhas bolas por um tempo que eu curti pra caralho. Receber uma chupada de saco é relaxante, te dá uma sensação de prazer gostoso e tranquilo, não sei se vocês sentem, pra mim relaxa muito, deve ser porque enchem tanto meu saco, que quando mimam, curto em dobro!
Ela engoliu meu pau de novo e recomeçou um boquete esfomeado. Tive que tirar da boca dela brigando, e coloquei ela de quatro.
— Vai me comer, bebê? — perguntou a putinha.
Nem respondi. Mandei uma cuspida no asterisco, apoiei a cabeça e abri caminho deslizando suavemente, sem resistência. Sentia como se meu pau vibrasse pelo corredorzinho do reto dela, corredorzinho cremoso e apertadinho, e me fazia delirar de prazer.
— Como engole pano essa puta de cu! Tava de olho nessa bunda, agora vai engolir minha pica!
Ela gritou e gemeu de novo, sem se importar nem um pouco com o volume que dava. à sua paixão e o horário de proteção ao menor.
Tava aproveitando aquele cuzinho celestial, devagar, deixando a buceta engolir a pica no próprio ritmo. Mas ela queria mais, então empurrava a raba acelerando tudo, e assim saía e entrava mais rápido, percorria todo o cu dela por dentro, cada vez mais fundo, cada vez mais forte o impacto das minhas bolas batendo na buceta dela.
Tava mais feliz que porco na merda com a enfiada que tava dando nela! Felizmente meu pau saía limpinho, brilhando, não deu, por sorte, a lei do palheiro.
Eu tirava o pau todo pra fora e ela me procurava como uma louca, jogando a bunda pra trás, pra enfiar sozinha de novo o membro naquele pedaço de raba, depois voltava a bombar com aquele ímpeto que a gente coloca numa foda quando quer que a gostosa NUNCA esqueça como a gente comeu.
— Tá gostando, puta? Sente minhas bolas estourando contra teu anel quando enfio tudo nesse cu? — perguntei louco de tesão.
— Siiim, Dany, mete tudo! Bate nessa bunda, gostoso! Sou tua puta! Arrebenta meu cuuuu!!! —
Pedia mais e mais, eu dava, enfiava fundo a pica entre as nádegas dela.
Tirava tudo, metia de novo, um pouco de pressão e entrava deslizando até o fundo!!!!
— Você me deixou putinho desde que chegou com essa raba, Tita, vou te comer bem comido, pra você sempre lembrar de mim, sua puta! — falei com a voz rouca de prazer.
— Siiim, gostoso! Ahh!!! Queria te deixar doido pra você... Ahhh Ahhh Ahhh! me comer toda! E pelo visto, consegui! — respondeu.
Cada vez a bunda dela me desafiava mais, empinando a cada estocada, comecei a gozar de um jeito inédito pra mim, queria que meu pau penetrasse ela até o fundo, meter até as bolas doerem querendo se enfiar também naquele cuzinho alucinante.
Tava tão tarado que comecei a meter sem piedade, ela gritava, esperneava, xingava.
E eu queria partir ela ao meio e tava chegando no auge do prazer, a Meus mamilos pareciam explodir, agarrei essas tetas enquanto metia de quatro, a buceta dela tava molhadíssima e inchada, e ela esfregava o clitóris enquanto eu comia ela, então passei a mão e tomei o lugar, dando estímulo direto no clitóris dela, aumentando os gemidos e gritinhos.
Tinha a sensação de ter um coração no meu pau de como ele pulsava enfiado naquele buraco. O estalo da minha bacia nas nádegas dela era ensurdecedor, meu pau entrava feito faca na buceta, completamente desencaixado, abri as pernas dela um pouco mais, não dava pra muito por causa das porras das calças que ficaram nos tornozelos dela.
A bombada das minhas bolas enlouquecia ela, quando como chicotadas, batiam na buceta dela, naquele momento senti que a égua teve outro orgasmo, uma cachoeira escorria entre as pernas dela, enquanto era empalada pelo meu pau, que quando saía era apertado por aquelas nádegas como se não quisessem deixar sair mais.
- Ahhh!!! Ahhhhhhhhhhhgggggsssrrrr!! Ahhhhhhh!!! MMMMMMMrrrrr!!! AhhhhH!!!
Só tô tentando resumir os sons que saíram da garganta dela, foram gemidos terríveis e gritos de bicho no cio!
A gata tava gozando e espremia meu pau com o esfíncter, tava mais apertada que porca de submarino!
Mesmo assim, não parei nem um segundo, ela se desmanchava de prazer e eu acelerei na reta final, na base da pica, já sem freio.
- Vai minha puta de porra!!! - avisei.
- Enche meu cu, bebê!!! Ahhhh!!! Isso!!! - gritou possessa.
Enfiei fundo e senti um, dois, três jatos intermináveis de porra, e depois gozadas menores, também umas 3 ou 4, que inundaram a bunda dela. Uma porra que pagou por esses putos dias só na punheta!
Senti até o cabelo arrepiado e ela apoiou o rosto no colchão, deixando a bunda bem levantada, empinada com meu pau tremendo dentro, esvaziando as últimas gotas de porra.
Com um pacto silencioso, decidimos não tirar meu pau da bunda dela, deitamos de lado, enquanto eu amassava os peitos dela e Mordia o lóbulo da orelha. Os dois mais suados que saco de carteiro.
Perguntei se ela tinha gostado, ela disse que amou e pediu pra eu não ir embora.
— Fica comigo essa noite, gostosa, quero ser sua mulher até a gente se acabar...
E foi assim. Ela me contou que com a minha sogra não tinha segredos. Que, como boas irmãs, contavam tudo uma pra outra, até minhas sacanagens com a mãe da minha esposa!
Então, sabendo o quanto a Tita tava precisando de uma piroca, armaram um plano pra eu ir lá e acabar com a maldita da tarada dela. De quebra, eu cuidava do machinho da família, segundo ela me confessou que a minha sogrinha falou.
O que veio depois dessa foda, conto na próxima!

Quando vivi essa experiência, já tinha no currículo a gloriosa trepada que dei com minha sogra, com quem ainda hoje troco uns amassos quando dá chance, of course, e ainda não tinha comido minha cunhada Silvia "a insaciável" 😉 Jejeje!
(Sim, é tudo bagunçado igual ao George Lucas quando filmou primeiro Star Wars 4-5 e 6 e muitos anos depois fez o começo! 😫)
Minha sogra voltou pra Lincoln, cidade no interior da província de Buenos Aires, quando o marido dela ficou bem e lá retomaram a vida normal. Ou seja, ela acumulando uma vontade monstruosa de transar e o velho dando pena com o pau morto há anos e só servindo pra mijar...
Enquanto isso, na minha casa parecia que as coisas com a Sandra, minha mina, iam se recuperar depois da bad que a visita dos pais dela causou no relacionamento (era desconfortável transar e se soltar à vontade com os sogros no quarto ao lado), somado à resistência da Sandy em me deixar levar ela pra um motel, um puteiro ou o porão do prédio (no último caso) pra aliviar minha tesão.
Se a isso somar que, pelo meu temperamento, ando sempre com a vontade de meter no pelo (sou um tarado, bah!), as coisas entre a gente tavam indo pro caralho.
Felizmente, deu super certo a jogada que fiz com minha sogra e pude esvaziar minhas bolas várias vezes.Dentro e ComA sogra da minha legítima esposa. Mas agora chegava a prova de fogo pro nosso relacionamento.
Quando meus sogros foram embora, eu já imaginava a gente feito namorados sozinhos num fim de semana, fodendo como se o mundo fosse acabar na segunda, metendo bomba atrás de bomba até incendiar a buceta dela de porrada, mas não foi o que aconteceu...
Na mesma tarde que os pais da minha esposa foram embora, na volta do terminal de ônibus, ela me avisou que a empresa onde trabalhava tava em expansão e ia abrir franquias no interior do país.
Até aí, nada demais, na minha mente eu já tava rodando o filme das posições sexuais que a gente ia tentar assim que chegasse em casa, eu tava dirigindo com o olho nas tetas dela e no trânsito! A poronga já tava endurecendo de só pensar nas fodas que a gente ia dar.
Mas...
Mas ela, toda felizona, me avisou que foi promovida a supervisora, e que ia ter que viajar IMEDIATAMENTE pra controlar cada nova abertura, aprovar os locais, treinar pessoal, etc. A minha rola foi murchando na mesma proporção que a alegria dela aumentava. Pra não ser um babaca e egoísta, fingi alegria, comemorei o progresso dela e convidei ela pra jantar pra agradar.
Jantamos, brindamos e voltamos pra casa às 11 da noite, ela arrumou a mala, tomou banho, uma foda meia-boca, só meter e pronto (nenhum dos dois tava inspirado, ela percebeu meu desgosto, mas se fez de sonsa e eu não ia ficar de frescura, uma foda é uma foda, a puta da mãe!) depois do "trâmite"; dormir. No outro dia às 6 da manhã ela foi pro aeroporto e voou pra Córdoba.
Passei dois dias de merda, onde só recebi 3 míseras mensagens de texto da Sandra. Pra piorar, comecei a viajar na maionese que a filha da puta tava me botando chifre, que tava tendo um caso com algum otário do trabalho ou que lá ela ia me trair até com a Mona Giménez, etc.
Hipóteses que a gente cria quando a patroa começa a agir feito gaúcho. Mau e não dá de comer pro pinto, hein!
No terceiro dia voltei pro meu grande amor: Poringa! E tava tão ferrado de sexo, que quase bati uma navegando pela categoria "Info" (Isso sim que era desespero!)
Quando de repente o telefone toca; e me tira da matrix pornô pra realidade.
Atendi e era minha sogra! Ouvir a voz dela manteve a ereção que a P! me deixou.
Ela me disse que falou de mim pra irmã dela (faço trampo como técnico de PC) e se eu podia fazer o favor de ir configurar uma impressora, já que ela mora a uns 20 minutos da minha casa.
Me fiz de esperto e avisei minha sogrinha que o favorzinho teria que ser "pago" do jeito que ela sabia.
- Fica tranquilo que quando eu for pra Bs. As. vou te deixar sequinho-sequinho Dany; até a última gotinha de porra vou te tirar, cara! - Ela disse com aquela voz de puta que me esquentou.
- Ok Mary, então avisa sua irmã que eu vou! - Respondi animado.
- Beleza, e você, cuidado com minha irmã que ela é uma senhora! - Me avisou.
Não sei por que, mas toda vez que me falam de uma gostosa e reforçam que é "uma senhora", já imagino a dona em questão agarrada em três picas, levando uma dupla penetração e faciais de uma dúzia de negões de pauzão!
Porque, galera, sejamos realistas, as "senhoras" também costumam comer uma boa rola, também chupam, engolem e até oferecem o cu quando tão loucas de tesão! O estado civil não as transforma em "alienígenas" hehehe!
Resumo: ela me passou o endereço e o telefone da irmã dela, Martha. Mandei uma mensagem e combinamos de eu ir às 14:30 do dia seguinte.
À noite, minha fome sexual piorou, tava quase tendo um derrame de leite. Enquanto comia o marmitex do dia, todo largado no sofá vendo o Telenoche, quase bati uma olhando alternadamente pras tetas da María Laura Santillán e da Catalina Dlugi. Felizmente, a cara de bulldog do Santo foi o tapa que me trouxe de volta à realidade. realidade.
Mais tarde, acabei dormindo vendo um filme. No dia seguinte, acordei tarde, tomei um banho e preparei um sanduíche e um mate. Depois arrumei minha maleta e fui pra casa da Marta.
É aí que a história começa!
A irmã da minha sogra me recebeu super bem; - Oi, Daniel! Já ouvi falar muito de você! - disse ela, sorrindo e me dando um beijo no rosto.
- Oi, Martha! Muito prazer! Não acredite em tudo que falam de mim. - falei, safado. - Melhor você mesma me conhecer e tirar suas próprias conclusões.
- Bom, olha, primeiro, me trata de você, não me faz sentir uma velha, tá?
- Beleza, Martha, vou te tratar de você, e você também pode me chamar de Dany. - respondi.
- Fechou, Dany, me chama de Tita, é como meus amigos me chamam. - ela piscou um olho. - Prazer, entra e fica à vontade. Vamos tomar algo, que tal?
- Claro, Tita, adorei!
A Tita era uma gostosa, de dar água na boca! (Bom, naquela altura, qualquer bicho que se mexesse ia parar na cama, desde que tivesse uns 50 quilos e pressão 12/8, já servia pra uma trepada!)
Elegante demais pra serem 2 e meia da tarde de um dia de semana. Maquiada, lábios pintados de vermelho paixão, bem putinha a gata!
Ela usava um perfume daqueles que, depois, quando você lembra, associa na hora à mulher que te deixou louco, cheirando a anjinho safado...
A gata era magrinha, mal dava pra ver uma barriguinha. Vestia umas leggings pretas bem justas, e quando falo "bem justas", é daquelas tipo "tamanho 3º andar", porque o único jeito de enfiar tanta carne naquele pano é se jogando do 3º andar e enfiando na queda!
Leggings safadas, meio transparentes, que deixavam ver até os pelinhos da bunda aparecendo. E foi exatamente a bunda dela que quase me fez deslocar a mandíbula quando ela se virou pra buscar uns drinks. Redonda, firme, empinada e divina. O sonho de qualquer privada! 😉
— Como é que essa bunda come pano! — pensei. E como ela sabia rebolar aquela raba, viu! Sumiu pelo corredor rebolando aquele cuzão divino e eu babando no assoalho de parquet dela. Nas profundezas da fenda que divide a bunda no meio, se perdiam sei lá quantos centímetros de lycra.Sem dúvida não era o tipo de legging que uma "senhora" vestiria, a não ser pra esquentar o marido legítimo. A roupa toda da coroa pintava ela quase como uma puta, e ainda cai eu, com a pica alagando meu cérebro e o pau amotinado exigindo mulher!
Era uma bunda gulosa sem dúvida, mas também era verdade que a prova de fogo pra concluir de verdade sobre a qualidade dela, era admirar sem a ajuda do tecido elástico, recurso que, igual um bom sutiã, "levanta caídos" perfeitamente, vendendo gato por lebre.
Meu pau babava olhando pra ela. A coroa tinha cabelo curto e tingido de loiro. (O que ferrou a rima/piropo/sacanagem imortal: "morena de cabelo curto, abaixa que eu te atendo o cu!" 😉)
Além disso, usava uma regatinha colada no corpo com decote generoso, peitos de bom tamanho, meio caídos, no olho de bom entendedor, e a pele bronzeada. Dava pra ver que ela adorava se jogar no sol quando tinha chance.
Outro detalhe que acendeu meu pau: a gostosa tava usando uns sapatos pretos de salto agulha. Calçado que realçava aquela bunda, empinando mais ainda. Pés lindos, com as unhas pintadas de vermelho.
Não podia ser esse o jeito normal dela se vestir, viajei que talvez ela se produziu pra ocasião, mas se era assim que recebia os técnicos de reparo, o marido dela devia ser MUUUUITO corno...
Mais de uma dúzia de anos mais nova que minha sogra, tinha um filho de 25 que já tinha formado a própria casa na grande São Paulo. O marido dela era caminhoneiro, então passava longas temporadas fora de casa, já que as viagens levavam entre 8 e 10 dias e ele voltava pra carga e descarga, ficando em casa 3 dias seguidos como máximo, pra sair de novo.
Fui sabendo de tudo isso enquanto a gente bebia dois litrões de cerveja bem gelada. A gente sentou no mesmo sofá, cada um numa ponta, e bateu um papo longo pra caralho. Falamos da irmã dela, do meu sogro, do marido dela, da vida, enfim...
Eu gostava da voz da Marthita, aquele timbre nasal, aquela risadinha que ela tinha. Era alegre e muito engraçada, me senti à vontade na hora.
Ela cruzou as pernas bem sensual, deixando o pezinho dela ao alcance da minha mão, com aquele peito do pé divino, onde imaginei minha língua deixando um rastro de cuspe. Tenho um fetiche por pés e essa doida tava detonando meus miolos.
De vez em quando eu dava uma olhada na virilha dela, porque ela ficava mexendo as pernas toda hora, inquieta, e como eu já disse, a legging deixava ver a roupa de baixo, nesse caso o triângulo da tanga, que me deixava louco!— Vamos ver o computador? — Ela me pergunta, me assustando, já que eu estava justamente "tirando fotos" dos peitos e das pernas dela.
— Sim, sim, Tita, vamos! — Respondo sem saber onde me enfiar. Me xinguei por ser tão punheteiro e disfarcei minha tesão.
Eu a segui. Ela subiu as escadas na minha frente, para meu deleite. Era uma bunda gostosa pra caralho, cujo rebolado endureceu minha pica na hora. Aquela raba estava a 30 centímetros do meu rosto, já que deixei ela ir uns degraus na frente, de propósito.
Era um espetáculocuExcitante, a Martha se movia devagar, como se me desse tempo de apreciar a bunda dela, dava pra ver como o fio da calcinha fio dental se enterrava entre as nádegas gulosas dela, que também devoravam a lycra da legging, a cada degrau "mastigava" o pano sem piedade aquela raba... Uffa!!! Infernal!Dava pra ver perfeitamente a lingerie, esticando ao se afundar nas profundezas dela. Mostrava o triângulo com detalhes de renda e até umas pintinhas na pele lisa, até isso consegui ver!
Imagina o pau que eu tava! Ia ter que amarrar a piroca pra ela não me entregar de bandeja! Mas por sorte tinha a maleta pra esconder aquela ereção violenta que ameaçava me meter em encrenca.
- "Uma gostosa do caralho!" - Gritava o Bambino interior que todo mundo tem!
Ela virou duas vezes pra me olhar e, puta que pariu!, nas duas vezes me pegou no flagra; com meus olhos cravados na bunda mansa dela. Eu, petrificado, fiquei todo cagado de medo, igual privada do Michael J. Fox. Ela sorriu pra mim e falou;
- Cuidado com os degraus Dany, se se distrair vai cair jijiji! - Me avisou com tom sarcástico.
Claramente tinha percebido meus olhares de tesão, o que teria me preocupado pra caralho, se não fosse porque ela levou numa boa. Boa demais...
Me dava toda a impressão que a filha da puta tava brincando comigo, que tava me cozinhando em fogo baixo.
Tava naquela fase do tesão quando todos os sentidos ficam aguçados, e a menor besteira te excita; até o som dos saltos subindo a escada me deixava todo tarado!
A suculenta tortura terminou no final da escada. Caminhamos por um corredor curto e ela abriu uma porta, me convidando a entrar. Fiquei de boca aberta. Ela tinha o computador no quarto dela!Vocês vão pensar:
- "Claro, fala mais, filho da puta, tá viajando na maionese, agora vai dizer que ela se jogou de conchinha no seu pau e te chupou até você gozar e engoliu o leite tudo sem antes te mostrar!
Hehehe".
Falo isso porque eu também acreditaria que estão me vendendo gato por lebre, mas é isso que é incrível nas coisas que às vezes acontecem nessa vida; tem dias que tudo vem tão de graça, que é melhor não questionar o destino e embarcar na viagem sem se enroscar em perguntas idiotas.
O pulso acelerou, a tensão aumentou, olhei a cama de casal bem arrumadinha, o cheiro de flores, o espelho grande em cima da cômoda, a escrivaninha de um lado, com uma cadeira e o computador.
A cortina da janela fechada, um frigobar ao lado do criado-mudo. Parecia quarto de hotel! Hehe!
- Senta.-Ela disse.
Sentei e ela explicou o problema.
- Me mostra como você se conecta na internet.-Pedí.
- Sim, sim, deixa eu ver, com licença.-Ela responde e se inclina com os peitos apoiados no meu antebraço pra digitar, meio desconfortável.
- Quer sentar?.-Perguntei com a intenção de dar o lugar pra ela. Ela não respondeu, só empurrou minha cadeira pra trás (era daquelas com rodinhas).
- Sento no teu colo, né?.-Ela fala e afasta meus braços pros lados.- Não pensa mal, hein? Afinal, somos parentes, moleque!.-Exclamou sorrindo e colocou aquela bunda celestial no meio das minhas pernas, não sem rebolá-la umas duas vezes pra se ajeitar do jeito dela.
- Hahaha!.-Ri que nem um idiota.-Eu tava falando pra te dar o lugar!.-Expliquei.
- Ah, para!.-Ela rebateu.-Me deixa aqui que eu não mordo; afinal, só vai me explicar, não dá nada, Dany!.-Completou, safada.
Não vou "encher o saco" de vocês com detalhes de como o pau foi inchando debaixo do peso daquela bunda. Também não vou contar sobre os Saltitos" que a filha da puta dava quando errava e xingava a própria habilidade de digitar. Amei cada erro! Ela ficava quicando na minha pica a toda hora! Era impossível ela não perceber o crescimento súbito do meu pau, já que estava sentada em cima dele, esmagando ele.
Fui ganhando confiança e passei o braço na cintura dela, colocando minha mão sobre a dela pra "guiar" o mouse. Ralava nos peitos dela pra caralho e ela nem aí, impossível não notar minha pica dura debaixo do peso do corpo dela, mas não parecia se importar.
Continuei explicando as dúvidas dela e aos poucos a coisa foi esquentando mais. Ela virava pra perguntar besteiras e ficávamos cara a cara. Aquele perfume tava me matando, ter ela assim, ao alcance da minha boca, toda puta, fingindo de inocente, fazendo biquinho...
Mais uma vez ela hesitou e virou pra me perguntar, e eu nem ouvi, só fiquei olhando pra ela. Fez-se um silêncio e eu meti a língua na boca dela, sem mais. Ela abriu a boca na hora e a gente se pegou que nem bicho, quase batendo dente, lábio, língua, saliva. Um monte de arrepio e tremor sacudiu nós dois naquele beijo selvagem e gostoso pra caralho.
Nossos corpos se apertavam num abraço apertado. Minha pica, dura pra cacete, se espremia furiosa, pressionando a braguilha. Eu passava a mão na bunda dela sem vergonha, apertava os peitos dela feito um bruto. Ela respondia na mesma, com as unhas de uma mão arranhando minha nuca e a outra descendo sorrateira por baixo da minha camisa, na minha pele, roçando meu peito, brincando com meus mamilos, até que finalmente apoiou a palma no meu volume, com força, percorrendo ele de cima a baixo.
Enquanto isso, minha mão esquerda se movia agressivamente, apalpando aquele par de peitos suculentos que balançavam que dava gosto, e cujos mamilos duros, tesos e eretos me convidavam a lamber e chupar com uma vontade danada. Meus dedos acariciavam eles, e minha boca enchia d'água de vontade de possuí-los.
Peguei eles entre meus lábios, primeiro com delicadeza e depois com selvageria, estavam deliciosos e eu não queria soltá-los por nada nesse mundo.
Que peitos gostosos a filha da puta tinha! Chupei, lambi e mordisquei até não aguentar mais, sentindo ela gemer e se contorcer.
Se ela tava curtindo, como mostravam seus tremores e gritinhos, apostava que a buceta dela já devia estar um mar de fluidos, do jeito que eu adoro. Então, pra "verificar o óleo", como quem diz, meus dedos foram descendo e lutando com as roupas dela, apalpando até encontrar aquela caverna úmida de carne, sucos e uns poucos pelos.
O anel dela tava fervendo e os sucos ardentes da paixão dela brotavam como lava de dentro. A vulva inchada pulsava de prazer, e eu sabia que ia precisar de muito esforço pra arrancar o primeiro orgasmo daquela mulher. Pra ajudar, coloquei as pontas dos dedos indicador e médio naquele clitóris em chamas, mas antes lubrifiquei bem com os próprios sucos dela.
Em seguida, comecei as carícias, variando a velocidade e a pressão, e a Tita perdeu toda a compostura, com os gemidos virando gritos e sacudidelas espasmódicas incontroláveis, anunciando a chegada de um orgasmo descomunal, fruto de uma longa abstinência, como ela me contaria depois. Continuei chupando os peitos e os bicos dela enquanto meus dedos entravam, saíam e revoavam dentro da vagina dela.
- Shhplasch! Schaff! - Os vaivéns furiosos dos meus dedos na buceta dela escorrendo suquinho.
O gozo dela foi espetacular, ela tremia arqueando o corpo pra trás. Tive que segurá-la com um braço pra não cairmos daquela cadeira, enquanto a outra mão se regozijava apalpando a buceta encharcada dela. A respiração dela ficou entrecortada e o corpo se agitava da cabeça aos pés.
Levantei ela no colo e levei pra cama.
- O que você vai fazer comigo? - Perguntou ela com aquela vozinha de puta sem rumo.
- Vou te dar a foda da sua vida, bebê. - Respondi, já cego pelo tesão.
Eu comeu a boca, nada de romantismo, nada de sensualidade, a gente era dois canibais tentando devorar um ao outro. Ela arrebentou os botões da minha camisa tentando arrancá-la de mim.
A gente terminou de se despir na base do tapa, mais bagunçado que festa de macaco! Rasguei a calcinha fio-dental dela, a legging ficou presa no salto, mas não liguei, deixei ela toda enroscada.
Continuei beijando a boca dela, lambendo os peitos, e desci pela barriga até aquele vulcão agitado que era a buceta dela. Meus lábios pousaram na vulva dela, e os sucos vaginais queimavam minha língua.
Sentia o grelo dela tremendo e tremendo, sem conseguir se recompor depois do gozo estrondoso. Os músculos se contraíam descontroladamente toda vez que minha boca sugava aquele clitóris inchado, e minha língua entrava, saía e revoava no interior quente dela.
Tita continuou o show de gritos de prazer que ecoaram no silêncio do quarto.
Ela se arqueava, se dobrava e se estremecia de prazer e mais prazer. Minha pika tava doendo de tão dura.
Ela estava tão lubrificada que decidi que já era hora de meter. Pelei a pika, toda babada, e tentei enfiar, mas ela me empurrou e se jogou pra chupar ela com uma voracidade e desespero que quase me fez gozar na hora.
A ponta da minha cabeça bateu no fundo da garganta dela na primeira engolida que ela deu. A língua dela se espalhava pelo tronco e pela cabeça numa velocidade doida.
Eu não conseguia ficar parado, observando a técnica deliciosa de boquete dela, então, com uma mão, abri bem as bandas dela, salivei um dedo e enfiei no cu dela sem muito esforço. Ela deu um pulinho nervoso ao sentir o invasor apalpando a veia do cu.
De olhar aquele rabo gostoso me provocando naquelas escadas inesquecíveis, já tava explorando ele com um dedo, que não demoraria pra trocar pela minha pika. Aquele cu era minha obsessão. Ficou na minha cabeça (ou entre as bolas, melhor dizendo) fazer um Cu antes do cuzão.
Então um dedo percorria a rosquinha, enquanto o outro se enfiava o mais fundo possível nas profundezas dela. Até o cheiro da bunda dela acendia minha tesão ainda mais!
Ela quis retribuir as gentilezas e tirou meu pau um momento do refúgio da boca dela, pra me dar uma lambida maravilhosa no cu. Passou direto pelas bolas e foi encaixar a linguinha safada no meu cu fechado. Mais duro ficou meu pau!
Ela tava me fazendo um boquete negro animal. Ela também abriu minhas pernas pra garantir mais liberdade de movimento, e furou meu buraquinho com a língua broca, me fazendo ver estrelas.
Enquanto isso, meu dedo continuava fuçando nas profundezas do reto dela, mas já decidido a dilatar o máximo possível aquele túnel maravilhoso que prometia ordenhar minha pica em breves instantes.
Titia largou meu cu com uma linguada bem funda e subiu pra cuidar dos gêmeos. Enfiava um e outro na boca, alternando, e dentro dela dava o tratamento linguístico suficiente pra me enlouquecer.
Meu pau pulsava balançando ansioso a centímetros do nariz dela. Ela chupou minhas bolas por um tempo que eu curti pra caralho. Receber uma chupada de saco é relaxante, te dá uma sensação de prazer gostoso e tranquilo, não sei se vocês sentem, pra mim relaxa muito, deve ser porque enchem tanto meu saco, que quando mimam, curto em dobro!
Ela engoliu meu pau de novo e recomeçou um boquete esfomeado. Tive que tirar da boca dela brigando, e coloquei ela de quatro.
— Vai me comer, bebê? — perguntou a putinha.
Nem respondi. Mandei uma cuspida no asterisco, apoiei a cabeça e abri caminho deslizando suavemente, sem resistência. Sentia como se meu pau vibrasse pelo corredorzinho do reto dela, corredorzinho cremoso e apertadinho, e me fazia delirar de prazer.
— Como engole pano essa puta de cu! Tava de olho nessa bunda, agora vai engolir minha pica!
Ela gritou e gemeu de novo, sem se importar nem um pouco com o volume que dava. à sua paixão e o horário de proteção ao menor.
Tava aproveitando aquele cuzinho celestial, devagar, deixando a buceta engolir a pica no próprio ritmo. Mas ela queria mais, então empurrava a raba acelerando tudo, e assim saía e entrava mais rápido, percorria todo o cu dela por dentro, cada vez mais fundo, cada vez mais forte o impacto das minhas bolas batendo na buceta dela.
Tava mais feliz que porco na merda com a enfiada que tava dando nela! Felizmente meu pau saía limpinho, brilhando, não deu, por sorte, a lei do palheiro.
Eu tirava o pau todo pra fora e ela me procurava como uma louca, jogando a bunda pra trás, pra enfiar sozinha de novo o membro naquele pedaço de raba, depois voltava a bombar com aquele ímpeto que a gente coloca numa foda quando quer que a gostosa NUNCA esqueça como a gente comeu.
— Tá gostando, puta? Sente minhas bolas estourando contra teu anel quando enfio tudo nesse cu? — perguntei louco de tesão.
— Siiim, Dany, mete tudo! Bate nessa bunda, gostoso! Sou tua puta! Arrebenta meu cuuuu!!! —
Pedia mais e mais, eu dava, enfiava fundo a pica entre as nádegas dela.
Tirava tudo, metia de novo, um pouco de pressão e entrava deslizando até o fundo!!!!
— Você me deixou putinho desde que chegou com essa raba, Tita, vou te comer bem comido, pra você sempre lembrar de mim, sua puta! — falei com a voz rouca de prazer.
— Siiim, gostoso! Ahh!!! Queria te deixar doido pra você... Ahhh Ahhh Ahhh! me comer toda! E pelo visto, consegui! — respondeu.
Cada vez a bunda dela me desafiava mais, empinando a cada estocada, comecei a gozar de um jeito inédito pra mim, queria que meu pau penetrasse ela até o fundo, meter até as bolas doerem querendo se enfiar também naquele cuzinho alucinante.
Tava tão tarado que comecei a meter sem piedade, ela gritava, esperneava, xingava.
E eu queria partir ela ao meio e tava chegando no auge do prazer, a Meus mamilos pareciam explodir, agarrei essas tetas enquanto metia de quatro, a buceta dela tava molhadíssima e inchada, e ela esfregava o clitóris enquanto eu comia ela, então passei a mão e tomei o lugar, dando estímulo direto no clitóris dela, aumentando os gemidos e gritinhos.
Tinha a sensação de ter um coração no meu pau de como ele pulsava enfiado naquele buraco. O estalo da minha bacia nas nádegas dela era ensurdecedor, meu pau entrava feito faca na buceta, completamente desencaixado, abri as pernas dela um pouco mais, não dava pra muito por causa das porras das calças que ficaram nos tornozelos dela.
A bombada das minhas bolas enlouquecia ela, quando como chicotadas, batiam na buceta dela, naquele momento senti que a égua teve outro orgasmo, uma cachoeira escorria entre as pernas dela, enquanto era empalada pelo meu pau, que quando saía era apertado por aquelas nádegas como se não quisessem deixar sair mais.
- Ahhh!!! Ahhhhhhhhhhhgggggsssrrrr!! Ahhhhhhh!!! MMMMMMMrrrrr!!! AhhhhH!!!
Só tô tentando resumir os sons que saíram da garganta dela, foram gemidos terríveis e gritos de bicho no cio!
A gata tava gozando e espremia meu pau com o esfíncter, tava mais apertada que porca de submarino!
Mesmo assim, não parei nem um segundo, ela se desmanchava de prazer e eu acelerei na reta final, na base da pica, já sem freio.
- Vai minha puta de porra!!! - avisei.
- Enche meu cu, bebê!!! Ahhhh!!! Isso!!! - gritou possessa.
Enfiei fundo e senti um, dois, três jatos intermináveis de porra, e depois gozadas menores, também umas 3 ou 4, que inundaram a bunda dela. Uma porra que pagou por esses putos dias só na punheta!
Senti até o cabelo arrepiado e ela apoiou o rosto no colchão, deixando a bunda bem levantada, empinada com meu pau tremendo dentro, esvaziando as últimas gotas de porra.
Com um pacto silencioso, decidimos não tirar meu pau da bunda dela, deitamos de lado, enquanto eu amassava os peitos dela e Mordia o lóbulo da orelha. Os dois mais suados que saco de carteiro.
Perguntei se ela tinha gostado, ela disse que amou e pediu pra eu não ir embora.
— Fica comigo essa noite, gostosa, quero ser sua mulher até a gente se acabar...
E foi assim. Ela me contou que com a minha sogra não tinha segredos. Que, como boas irmãs, contavam tudo uma pra outra, até minhas sacanagens com a mãe da minha esposa!
Então, sabendo o quanto a Tita tava precisando de uma piroca, armaram um plano pra eu ir lá e acabar com a maldita da tarada dela. De quebra, eu cuidava do machinho da família, segundo ela me confessou que a minha sogrinha falou.
O que veio depois dessa foda, conto na próxima!
Não aspiro ao Nobel de Literatura. Já me dou por muito bem pago quando alguém chega perto de mim e fala: ‘Me caguei de rir com o teu conto’.

34 comentários - Como tragar esse rabão gostoso!
me cague de risa "(Bueno, a esa altura, todo bicho que caminaba iba a parar a la catrera, mientras tuviera unos 50 kilos y 12/8 de presión, calificaba para el polvo!)"
Cuál es la precuela??
Sigue con otro...hay más putitas en la flia...? jaaa!