Olá, todo mundo!Antes de mais nada, desculpa se eu cometer algum erro ou algo assim, já que é minha primeira postagem. Espero que vocês gostem. Já aviso antes de continuarem lendo que tem mais texto de uma história do que conteúdo erótico que vocês possam tirar. Mesmo assim, pro seu prazer, vou ser o mais gráfico e explícito possível.
Tudo 100% real, então se esperavam algo melhor, eu posso inventar, mas aí deixaria de ser o que aconteceu…
Tudo aconteceu numa noite de ano novo, onde a gente sempre se reúne na casa de uma das minhas tias pra comemorar em família. Como o ritual mandava em todos os anos, depois do brinde da meia-noite, saíamos pra ver a queima do boneco a umas quadras dali, onde se juntava muita gente, entre eles, alguns amigos da minha prima e conhecidos meus. A gente sempre se encontrava e, no final da queima e dos fogos, íamos de casa em casa deles pra beber algo e continuar a farra.
Às vezes eu ficava mais tempo na casa do ‘namoradinho’ da vez da minha prima, enquanto ela festejava com eles nos quartos; outras vezes, a gente ficava na casa de algumas amigas dela, que, nem preciso dizer, estavam sempre muito animadas. Tinha uma muito especial entre elas, muito gostosa, uma mina muito acima do que eu podia sequer sonhar, era prima de uma colega minha de escola (que, por sinal, também era muito gostosa e com quem também rolou algo, mas talvez eu conte em outro relato), então eu já a conhecia de vista e tinha falado umas duas vezes, nada além disso.
O que posso dizer? Um pouco mais alta que eu, cabelo comprido até o quadril, liso, castanho claro quase como a pele. Olhos azuis e um sorriso lindo. Peitos meio pequenos, mas uma cintura e umas curvas bem acentuadas, com aquela bunda empinada. Uma das minas mais gostosas do bairro, com muitos seguidores e pretendentes, também meio doida, acho que de família, isso era algo que eu adorava, deixava ela muito natural.
Esse ano eu nunca vou esquecer. Tudo começou quando minha prima se encontrou com um dos seus vários namorados da região. um amigo do filho do padeiro, um conhecido meu. Eles e mais uns caras fomos na casa dessa mina. Pra beber e zoar um bom tempo.
Rapidamente ficamos só eu, minha prima, o namorado dela, ela, o filho do padeiro e eu. Aconteceu o mais óbvio, minha prima pediu o quarto pra amiga e foram embora. Depois o cara chegou nela e a coisa ficou sugestiva, começando a falar de sexo. Mesmo não querendo ficar de fora da conversa, minha pouca experiência me limitava, então só me restava escutar.
Ela começou a contar dos ataques de tesão, como ela chamava. Contava umas paradas que faziam em baladas, com colegas de escola e outros caras. Acontece que a mina quando tava com tesão fazia o que queria com qualquer um. Nós dois ficamos tipo, loucos. Eu não esperava essas confissões e pela cara do cara, ele também não.
Com mais álcool e mais tempo, os assuntos foram rapidamente pra lugares mais provocativos. Ela respondia perguntas que tinham cada vez mais um tom pesado, então como era de se esperar, o cara se jogou e perguntou sobre ele. Acabei descobrindo que uns anos atrás, num ano novo também, eles terminaram mais que só uns beijos numa esquina do bairro. O cara disse que nunca se falou sobre o assunto e que quando ele encontrava ela, ela agia como se nunca tivesse rolado nada. Ela acabou contando que o cara dava pra ela, mas não queria parecer a puta do bairro, então evitava fazer coisas na rua e ainda mais a poucas quadras da casa dela.
Com o cara do lado, não teve muito mais o que dizer. Começaram a se beijar e eu me senti um lixo, tipo um resto de semana depois de um feriadão. Levantei como quem vai embora e a mina falou pro outro que não dava pra ficar "assim" agora porque eu tava ali.
"não vamos deixar ele na mão" - Ela disse. Estranhamente, começou a rir.
Insisti pra ir embora mas ela recusou. Na hora, o cara foi no banheiro e pegar algo pra beber na geladeira. Eu me sentia muito sobrando, sabendo o que ia rolar, então estendi a mão pra cumprimentar ele e quando ele saiu, eu Falei pra ela abrir a porta.
Ela parou na minha frente. Me encarou.
Nunca mais esqueço. Uma camisetinha simples, um desses shorts jeans curtos com as pernas dela à mostra. Só isso. Nem sutiã, meia, nada. Não consegui evitar passar o olho nela quando tava na minha frente. Ela só sorriu e me perguntou:
“Você é sempre tão bonzinho assim?”
“Não sei se bonzinho. Mas tô de boa e não vou estragar a noite de ninguém.” Falei com toda sinceridade.
Foi aí que ela me beijou de boca aberta. Mais surpreso do que qualquer outra coisa, não consegui evitar me afastar por um segundo, olhar pra ela e depois devolver o beijo. Quase nos matamos em questão de segundos.
O cara voltou e simplesmente se colocou atrás dela, começou a beijar o pescoço e as costas dela. Ele sussurrava coisas no ouvido dela que eu mal ouvia, enquanto eu começava a segurar a cintura dela e puxar pra perto de mim.
“O que você pensa que eu sou?” ela disse pro cara, se virando, e aí notei que ele tava abaixando o jeans dela. Quando olhei, vi uma calcinha fio dental branca, bem pequena, que mostrava uma depilação total. Não consegui evitar ficar bem excitado com aquilo.
Ela levantou o jeans como pôde, mas rapidamente voltei pra cima dela, dessa vez segurando a bunda dela, apertando contra meu pau. A cara dela foi bem descritiva, sentiu minha ereção roçando nela. O outro cara continuava atrás dela e agarrou os peitos dela, apertando.
“Não, não… assim não, galera.” Ela disse e tirou minhas mãos da bunda dela.
“Vai, vai… você disse que não sabia como era ficar com dois caras.” Ele falou enquanto tentava tirar a calça dela de novo.
“Você é um bruto!” Ela disse alto pro cara e tirou as mãos dele da roupa. “Ou você se acalma ou boto os dois pra fora… ninguém vai me comer assim.” Ela decretou.
Ele me olhou e sorriu. Voltou pra mesa cambaleante, pegou umas coisas e saiu resmungando. Ele já não tava bem, mas tinha razão numa coisa: Ela tava se fazendo de difícil, mas tava excitada. Pelo menos era o que ele tentava dizer.
Naquele momento ela ficou me encarando, começou a passar o dedo na boca e Mordendo de leve.
“Agora tô com vontade de transar” — ela disse com toda naturalidade e caiu na risada. Não consegui evitar sorrir e me aproximar de novo na espreita, mas ela me parou com a mão.
“Não seja bruto, hein, ou fica sem nada… você é bruto?” — ela perguntou.
“Sou” — respondi. Não queria deixar de ser honesto. Pelo menos não tava mentindo se tudo saísse do controle. Como homem que sabia que ia comer uma gostosa daquelas, só queria partir ela ao meio. Nada de frescura, mas também não queria ficar na mão igual o outro cara.
“Você não é bruto, você é bonzinho… quão besta você consegue ser?” — disse ela segurando minha camiseta.
“Só tô te avisando pra você saber e não me mandar embora… sou muito besta” — falei.
Ela se abaixou e começou a pegar no meu volume. Sabia como fazer e sabia que queria me provocar. Tava conseguindo, me deixava mentalmente implorando pra ela enfiar a pica toda na boca.
“Me mostra quão besta você consegue ser” — disse enquanto abaixava meu zíper.
Na hora, baixei a calça e tirei minha pica. Acho que naquele momento ela quis falar algo, mas peguei nos cabelos longos dela e guiei até minha pica.
Ela começou a chupar com força. Com vontade, e isso me deixava mais excitado. Eu pressionava ela devagar pra dentro da boca, enquanto ela fazia barulho misturando saliva com tudo que era meu. Então segurei ela com as duas mãos e comecei a me mexer, batendo a cabeça da minha pica contra a garganta dela. Literalmente tava comendo a boca dela.
Nessa hora, ela começa a bater nas minhas pernas e, quando soltei, ela tirou a pica da boca e cuspiu de lado. No começo, pensei que já tinha acabado, mas não, era a saliva acumulada. Ela me olhou com muita raiva e disse que assim não ia rolar.
Ela se levantou e foi pra mesa. Não consegui evitar ir atrás dela e agarrar por trás.
“Não, não, já percebi que você é um besta… me larga” — disse, mas sem perceber, ainda tava com o jeans desabotoado, então só puxei pra baixo.
Minha pica batia contra as nádegas dela. enquanto eu a segurava pelas pernas. Ela nem conseguiu fingir gemidos ao sentir uma sensação que ela mesma me descreveu: sensibilidade ao duro.
“Me solta porque tô muito molhada e assim entra fácil”… pra mim aquilo era tipo um convite por escrito… Embora ela negasse enquanto eu abaixava a calcinha dela bem devagar, em nenhum momento me parou ou se levantou. Só dizia que não e continuava empinando mais a bunda pra fora.
Quando me abaixei pra tirar a calcinha toda, percebi que ela tava bem molhadinha, tanto que escorria pelas pernas. A calcinha parecia ensopada dela.
Os pedidos dela calaram quando ela sentiu de novo meu pau entre as nádegas, passando por dentro da buceta dela de cima pra baixo.
Aí pedi pra ela se inclinar um pouco mais porque tava difícil de colocar.
Nisso, nunca vou saber por quê, mas ela perguntou: “Nunca meteu?”
Não sei bem por que respondi que sim, embora não fosse totalmente verdade, tava meio bêbado e era minha segunda vez, quase virgem, pode-se dizer, então deixei ela entender que era 0km.
Acho que era a resposta que ela esperava, porque ela disse: “Então enfia tudo.”
Ela se inclinou, colocando os peitos na mesa e, com os dedos, abriu a buceta depilada.
Entendi que era toda a tarra dela em desvirgar alguém. Então não me segurei. Enfiei tudo com força, sem me conter. Ela gemia e pedia mais e mais.
Ela me perguntava se eu gostava de transar, se gostava de comer ela, enquanto minhas bolas batiam contra a virilha dela. Soltava gemidos baixos dizendo “assim, assim” e depois pedia mais.
Depois, fomos pro chão, onde ela ficou de quatro e eu continuei comendo ela como se tivéssemos acabado de começar. Acho que naquela altura nenhum dos dois entendia mais nada do que realmente fazia. Só estávamos nos divertindo muito e com muito prazer.
Depois paramos, pra eu segurar ela com meus braços e colocar ela de barriga pra cima na mesa e continuar metendo até eu tirar e encher parte da barriga dela e até o pescoço de porra. Ela ficou na mesa, nua, só me pediu uma garrafa que tava no chão pra beber e se lavar com aquilo. Acho que era vodka com sprite, mas já não tava nem aí pra nada.
Enquanto passava a camiseta pelo corpo se limpando, ela me fala: "Não sei se te faz feliz saber que você me deu um orgasmo."
"Quando?" perguntei, enquanto vestia a calça. Sinceramente, não sabia.
"Na mesa e no chão. Tô te falando pra você saber que eu curti, porque pelo jeito que você gozou, também deve ter curtido pra caralho" — ela disse, sorrindo.
Daí começamos a ouvir uns barulhos lá fora. Eram os pais dela chegando de carro. Ela saiu correndo pro quarto dela acordar minha prima, que tava dormindo com o cara.
Nós três saímos de fininho pela frente da casa sem os pais verem.
A versão oficial é que o filho do padeiro e eu pegamos ela, e depois ela botou nós dois pra fora por termos sido sem noção. O bom é que muitos duvidaram que eu tava envolvido, o ruim é que ela, seja pelo que falaram, pelo momento, pela reputação dela ou sei lá, nunca mais trocou uma palavra comigo, só um "oi" seco e nada mais, como faria com todo mundo, suponho. Sinceramente, não tô nem aí. Fizemos o que quisemos na hora. Admito que teria adorado ter um lugar cativo ali, mas não rolou.
Até hoje minha prima se pergunta por que eu tava pelada quando cheguei no quarto e, se ela tinha botado nós dois pra fora, como é que eu ainda tava lá dentro.
Espero que tenham gostado e que me digam o que mais curtiram pra eu continuar escrevendo. O que li aqui me deu um gás pra começar, mas quero seguir só se vocês tiverem afim.
Aguardo o comentário de vocês, vai ser sempre bem-vindo 😃
Tudo 100% real, então se esperavam algo melhor, eu posso inventar, mas aí deixaria de ser o que aconteceu…
Tudo aconteceu numa noite de ano novo, onde a gente sempre se reúne na casa de uma das minhas tias pra comemorar em família. Como o ritual mandava em todos os anos, depois do brinde da meia-noite, saíamos pra ver a queima do boneco a umas quadras dali, onde se juntava muita gente, entre eles, alguns amigos da minha prima e conhecidos meus. A gente sempre se encontrava e, no final da queima e dos fogos, íamos de casa em casa deles pra beber algo e continuar a farra.
Às vezes eu ficava mais tempo na casa do ‘namoradinho’ da vez da minha prima, enquanto ela festejava com eles nos quartos; outras vezes, a gente ficava na casa de algumas amigas dela, que, nem preciso dizer, estavam sempre muito animadas. Tinha uma muito especial entre elas, muito gostosa, uma mina muito acima do que eu podia sequer sonhar, era prima de uma colega minha de escola (que, por sinal, também era muito gostosa e com quem também rolou algo, mas talvez eu conte em outro relato), então eu já a conhecia de vista e tinha falado umas duas vezes, nada além disso.
O que posso dizer? Um pouco mais alta que eu, cabelo comprido até o quadril, liso, castanho claro quase como a pele. Olhos azuis e um sorriso lindo. Peitos meio pequenos, mas uma cintura e umas curvas bem acentuadas, com aquela bunda empinada. Uma das minas mais gostosas do bairro, com muitos seguidores e pretendentes, também meio doida, acho que de família, isso era algo que eu adorava, deixava ela muito natural.
Esse ano eu nunca vou esquecer. Tudo começou quando minha prima se encontrou com um dos seus vários namorados da região. um amigo do filho do padeiro, um conhecido meu. Eles e mais uns caras fomos na casa dessa mina. Pra beber e zoar um bom tempo.
Rapidamente ficamos só eu, minha prima, o namorado dela, ela, o filho do padeiro e eu. Aconteceu o mais óbvio, minha prima pediu o quarto pra amiga e foram embora. Depois o cara chegou nela e a coisa ficou sugestiva, começando a falar de sexo. Mesmo não querendo ficar de fora da conversa, minha pouca experiência me limitava, então só me restava escutar.
Ela começou a contar dos ataques de tesão, como ela chamava. Contava umas paradas que faziam em baladas, com colegas de escola e outros caras. Acontece que a mina quando tava com tesão fazia o que queria com qualquer um. Nós dois ficamos tipo, loucos. Eu não esperava essas confissões e pela cara do cara, ele também não.
Com mais álcool e mais tempo, os assuntos foram rapidamente pra lugares mais provocativos. Ela respondia perguntas que tinham cada vez mais um tom pesado, então como era de se esperar, o cara se jogou e perguntou sobre ele. Acabei descobrindo que uns anos atrás, num ano novo também, eles terminaram mais que só uns beijos numa esquina do bairro. O cara disse que nunca se falou sobre o assunto e que quando ele encontrava ela, ela agia como se nunca tivesse rolado nada. Ela acabou contando que o cara dava pra ela, mas não queria parecer a puta do bairro, então evitava fazer coisas na rua e ainda mais a poucas quadras da casa dela.
Com o cara do lado, não teve muito mais o que dizer. Começaram a se beijar e eu me senti um lixo, tipo um resto de semana depois de um feriadão. Levantei como quem vai embora e a mina falou pro outro que não dava pra ficar "assim" agora porque eu tava ali.
"não vamos deixar ele na mão" - Ela disse. Estranhamente, começou a rir.
Insisti pra ir embora mas ela recusou. Na hora, o cara foi no banheiro e pegar algo pra beber na geladeira. Eu me sentia muito sobrando, sabendo o que ia rolar, então estendi a mão pra cumprimentar ele e quando ele saiu, eu Falei pra ela abrir a porta.
Ela parou na minha frente. Me encarou.
Nunca mais esqueço. Uma camisetinha simples, um desses shorts jeans curtos com as pernas dela à mostra. Só isso. Nem sutiã, meia, nada. Não consegui evitar passar o olho nela quando tava na minha frente. Ela só sorriu e me perguntou:
“Você é sempre tão bonzinho assim?”
“Não sei se bonzinho. Mas tô de boa e não vou estragar a noite de ninguém.” Falei com toda sinceridade.
Foi aí que ela me beijou de boca aberta. Mais surpreso do que qualquer outra coisa, não consegui evitar me afastar por um segundo, olhar pra ela e depois devolver o beijo. Quase nos matamos em questão de segundos.
O cara voltou e simplesmente se colocou atrás dela, começou a beijar o pescoço e as costas dela. Ele sussurrava coisas no ouvido dela que eu mal ouvia, enquanto eu começava a segurar a cintura dela e puxar pra perto de mim.
“O que você pensa que eu sou?” ela disse pro cara, se virando, e aí notei que ele tava abaixando o jeans dela. Quando olhei, vi uma calcinha fio dental branca, bem pequena, que mostrava uma depilação total. Não consegui evitar ficar bem excitado com aquilo.
Ela levantou o jeans como pôde, mas rapidamente voltei pra cima dela, dessa vez segurando a bunda dela, apertando contra meu pau. A cara dela foi bem descritiva, sentiu minha ereção roçando nela. O outro cara continuava atrás dela e agarrou os peitos dela, apertando.
“Não, não… assim não, galera.” Ela disse e tirou minhas mãos da bunda dela.
“Vai, vai… você disse que não sabia como era ficar com dois caras.” Ele falou enquanto tentava tirar a calça dela de novo.
“Você é um bruto!” Ela disse alto pro cara e tirou as mãos dele da roupa. “Ou você se acalma ou boto os dois pra fora… ninguém vai me comer assim.” Ela decretou.
Ele me olhou e sorriu. Voltou pra mesa cambaleante, pegou umas coisas e saiu resmungando. Ele já não tava bem, mas tinha razão numa coisa: Ela tava se fazendo de difícil, mas tava excitada. Pelo menos era o que ele tentava dizer.
Naquele momento ela ficou me encarando, começou a passar o dedo na boca e Mordendo de leve.
“Agora tô com vontade de transar” — ela disse com toda naturalidade e caiu na risada. Não consegui evitar sorrir e me aproximar de novo na espreita, mas ela me parou com a mão.
“Não seja bruto, hein, ou fica sem nada… você é bruto?” — ela perguntou.
“Sou” — respondi. Não queria deixar de ser honesto. Pelo menos não tava mentindo se tudo saísse do controle. Como homem que sabia que ia comer uma gostosa daquelas, só queria partir ela ao meio. Nada de frescura, mas também não queria ficar na mão igual o outro cara.
“Você não é bruto, você é bonzinho… quão besta você consegue ser?” — disse ela segurando minha camiseta.
“Só tô te avisando pra você saber e não me mandar embora… sou muito besta” — falei.
Ela se abaixou e começou a pegar no meu volume. Sabia como fazer e sabia que queria me provocar. Tava conseguindo, me deixava mentalmente implorando pra ela enfiar a pica toda na boca.
“Me mostra quão besta você consegue ser” — disse enquanto abaixava meu zíper.
Na hora, baixei a calça e tirei minha pica. Acho que naquele momento ela quis falar algo, mas peguei nos cabelos longos dela e guiei até minha pica.
Ela começou a chupar com força. Com vontade, e isso me deixava mais excitado. Eu pressionava ela devagar pra dentro da boca, enquanto ela fazia barulho misturando saliva com tudo que era meu. Então segurei ela com as duas mãos e comecei a me mexer, batendo a cabeça da minha pica contra a garganta dela. Literalmente tava comendo a boca dela.
Nessa hora, ela começa a bater nas minhas pernas e, quando soltei, ela tirou a pica da boca e cuspiu de lado. No começo, pensei que já tinha acabado, mas não, era a saliva acumulada. Ela me olhou com muita raiva e disse que assim não ia rolar.
Ela se levantou e foi pra mesa. Não consegui evitar ir atrás dela e agarrar por trás.
“Não, não, já percebi que você é um besta… me larga” — disse, mas sem perceber, ainda tava com o jeans desabotoado, então só puxei pra baixo.
Minha pica batia contra as nádegas dela. enquanto eu a segurava pelas pernas. Ela nem conseguiu fingir gemidos ao sentir uma sensação que ela mesma me descreveu: sensibilidade ao duro.
“Me solta porque tô muito molhada e assim entra fácil”… pra mim aquilo era tipo um convite por escrito… Embora ela negasse enquanto eu abaixava a calcinha dela bem devagar, em nenhum momento me parou ou se levantou. Só dizia que não e continuava empinando mais a bunda pra fora.
Quando me abaixei pra tirar a calcinha toda, percebi que ela tava bem molhadinha, tanto que escorria pelas pernas. A calcinha parecia ensopada dela.
Os pedidos dela calaram quando ela sentiu de novo meu pau entre as nádegas, passando por dentro da buceta dela de cima pra baixo.
Aí pedi pra ela se inclinar um pouco mais porque tava difícil de colocar.
Nisso, nunca vou saber por quê, mas ela perguntou: “Nunca meteu?”
Não sei bem por que respondi que sim, embora não fosse totalmente verdade, tava meio bêbado e era minha segunda vez, quase virgem, pode-se dizer, então deixei ela entender que era 0km.
Acho que era a resposta que ela esperava, porque ela disse: “Então enfia tudo.”
Ela se inclinou, colocando os peitos na mesa e, com os dedos, abriu a buceta depilada.
Entendi que era toda a tarra dela em desvirgar alguém. Então não me segurei. Enfiei tudo com força, sem me conter. Ela gemia e pedia mais e mais.
Ela me perguntava se eu gostava de transar, se gostava de comer ela, enquanto minhas bolas batiam contra a virilha dela. Soltava gemidos baixos dizendo “assim, assim” e depois pedia mais.
Depois, fomos pro chão, onde ela ficou de quatro e eu continuei comendo ela como se tivéssemos acabado de começar. Acho que naquela altura nenhum dos dois entendia mais nada do que realmente fazia. Só estávamos nos divertindo muito e com muito prazer.
Depois paramos, pra eu segurar ela com meus braços e colocar ela de barriga pra cima na mesa e continuar metendo até eu tirar e encher parte da barriga dela e até o pescoço de porra. Ela ficou na mesa, nua, só me pediu uma garrafa que tava no chão pra beber e se lavar com aquilo. Acho que era vodka com sprite, mas já não tava nem aí pra nada.
Enquanto passava a camiseta pelo corpo se limpando, ela me fala: "Não sei se te faz feliz saber que você me deu um orgasmo."
"Quando?" perguntei, enquanto vestia a calça. Sinceramente, não sabia.
"Na mesa e no chão. Tô te falando pra você saber que eu curti, porque pelo jeito que você gozou, também deve ter curtido pra caralho" — ela disse, sorrindo.
Daí começamos a ouvir uns barulhos lá fora. Eram os pais dela chegando de carro. Ela saiu correndo pro quarto dela acordar minha prima, que tava dormindo com o cara.
Nós três saímos de fininho pela frente da casa sem os pais verem.
A versão oficial é que o filho do padeiro e eu pegamos ela, e depois ela botou nós dois pra fora por termos sido sem noção. O bom é que muitos duvidaram que eu tava envolvido, o ruim é que ela, seja pelo que falaram, pelo momento, pela reputação dela ou sei lá, nunca mais trocou uma palavra comigo, só um "oi" seco e nada mais, como faria com todo mundo, suponho. Sinceramente, não tô nem aí. Fizemos o que quisemos na hora. Admito que teria adorado ter um lugar cativo ali, mas não rolou.
Até hoje minha prima se pergunta por que eu tava pelada quando cheguei no quarto e, se ela tinha botado nós dois pra fora, como é que eu ainda tava lá dentro.
Espero que tenham gostado e que me digam o que mais curtiram pra eu continuar escrevendo. O que li aqui me deu um gás pra começar, mas quero seguir só se vocês tiverem afim.
Aguardo o comentário de vocês, vai ser sempre bem-vindo 😃
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