Faz pouco tempo que perdi a virgindade. Como aconteceu? Vamo lá:
Acordei bem de boa numa manhã, não lembrava que dia era, olhei meu celular e era quinta-feira, tinha aula e precisava atravessar a cidade inteira em menos de uma hora. Me troquei rápido, do jeito que deu, saí e peguei o busão. Sentei no último banco, e aos poucos o ônibus foi lotando, até ficar tudo ocupado. Um pneu do busão estourou, todo mundo ficou assustado com o barulhão. Um senhor muito gente boa do meu lado me segurou, senão eu caía. Perguntei as horas pra ele, ele disse: "10 da manhã". Fiz uma cara de desgosto, e ele na hora perguntou: "Não gostou da hora que te dei? Posso mudar pra você" — e eu ri, no meio daquela correria toda ele me fez dar risada. Falei: "Tô apressado, tenho meia hora pra chegar na aula e não fiz nem um quarto do caminho." Ele disse: "Moro ali perto e posso te levar no carro da minha esposa." Não tinha outra opção, aceitei. Descemos do busão e começamos a conversar no caminho até a casa dele. Contei por que tava tão apressado, ele contou por que tava de busão. Enfim, nos conhecemos um pouco nesses 5 minutos. Chegamos numa casa grande, branca, de três andares. Entramos e ele falou: "Fica à vontade, vou pegar as chaves." Sentei e aquele móvel era muito confortável. Ele voltou e subimos numa caminhonete Dodge Ram, sentei no banco do carona. E ele ligou o motor. Continuamos conversando e ele me fez rir pra caramba, eu contava as poucas coisas da minha vida e ele me dava uns elogios. Chegamos, mas não tinha aula. Ele sugeriu ir almoçar, eu não tinha nada pra fazer e já tava gostando dele, topei. Fomos a um restaurante chique, afastado da cidade, almoçamos e eu terminei primeiro. Agradeci e falei: "Tô com sono." Ele ofereceu a caminhonete pra eu descansar, fui descansar e nem vi a hora que dormi. Quando acordei, ele tava no banco do motorista e a gente tava num mirante fora da cidade, sozinhos. Ele disse: "Queria que você conhecesse essa parte da cidade, mas não quis te acordar. Abri bem os olhos e vi uma vista linda. Desci da caminhonete pra ver tudo e ele também desceu. Chegou do meu lado e passou a mão na minha bunda, eu me virei e olhei assustado. Ele disse: "Acha que o favor é de graça, putinha?" Tava com medo, tentei correr mas ele me pegou pelo braço, falou: "Tamo a quilômetros da cidade, vão te roubar se descer a pé." Fiquei parado, perguntei: "O que cê quer?"
—"Um pouco de carinho, gatinho, vem, tamo sozinhos."
—"Não me machuca."
—"Vem cá, putinha, não me faz te bater!"
Me aproximei, ele me apalpava, começou passando a mão no meu rosto, depois desceu e beliscou meus mamilos, baixou a mão devagar até meu pau e apertou. Me contorci e ele subiu, ele continuava me tocando, depois minha bunda, apertou e falou: "Que rabão que tu tem, bb, gostoso." Eu tava muito tímido e nervoso. Ele tirou minha camisa e lambeu meus mamilos, disse: "Passa a mão nas minhas bolas, putinha." Enfiei a mão na calça dele, o pau dele tava molhadinho e comprido, ele me fez tirar a roupa, tirou meu uniforme e guardou na caminhonete, eu tava pelado ao ar livre. Ele me fez chupar o pau dele, devagar, quase me engasgando, mas ele me ensinava como fazer, chupei por 10 minutos, eu tava com os lábios doloridos e vermelhos, cheio de líquido pré-gozo, e ele tava com o pau prestes a gozar. Me colocou de quatro, ele só tirou a calça, cuspiu no meu cu, brincou com os dedos no meu rabo, me xingava e disse: "Grita, putinha, que aqui ninguém ouve!" e meteu o pau dele duro e grosso no meu cu, gritei, gemi e depois de um tempo de vai e vem, gozou dentro de mim. Ele se vestiu e eu fiquei pelado no chão. Tava doendo tudo. Ele chegou perto e disse: "Ó, putinha, enfia teu pau no meu cu e quando sentir que vai gozar, tira." Levantei e fiz, é uma delícia, sem palavras pra descrever, gozei na bunda dele. Caí no chão, exausto. Vinha subindo uma mulher lindíssima, e me viu estirado no chão, mas continuou andando. O homem me levantou e me colocou no carro, disse: "Se veste, bb, vamo embora. casa" Eu continuei botando porra pelo meu cu e me vesti rápido. Ele me trouxe pra casa muito gentil depois de tudo que fez comigo, e me deixou pra contatar ele de novo. Será que sou viado?
Acordei bem de boa numa manhã, não lembrava que dia era, olhei meu celular e era quinta-feira, tinha aula e precisava atravessar a cidade inteira em menos de uma hora. Me troquei rápido, do jeito que deu, saí e peguei o busão. Sentei no último banco, e aos poucos o ônibus foi lotando, até ficar tudo ocupado. Um pneu do busão estourou, todo mundo ficou assustado com o barulhão. Um senhor muito gente boa do meu lado me segurou, senão eu caía. Perguntei as horas pra ele, ele disse: "10 da manhã". Fiz uma cara de desgosto, e ele na hora perguntou: "Não gostou da hora que te dei? Posso mudar pra você" — e eu ri, no meio daquela correria toda ele me fez dar risada. Falei: "Tô apressado, tenho meia hora pra chegar na aula e não fiz nem um quarto do caminho." Ele disse: "Moro ali perto e posso te levar no carro da minha esposa." Não tinha outra opção, aceitei. Descemos do busão e começamos a conversar no caminho até a casa dele. Contei por que tava tão apressado, ele contou por que tava de busão. Enfim, nos conhecemos um pouco nesses 5 minutos. Chegamos numa casa grande, branca, de três andares. Entramos e ele falou: "Fica à vontade, vou pegar as chaves." Sentei e aquele móvel era muito confortável. Ele voltou e subimos numa caminhonete Dodge Ram, sentei no banco do carona. E ele ligou o motor. Continuamos conversando e ele me fez rir pra caramba, eu contava as poucas coisas da minha vida e ele me dava uns elogios. Chegamos, mas não tinha aula. Ele sugeriu ir almoçar, eu não tinha nada pra fazer e já tava gostando dele, topei. Fomos a um restaurante chique, afastado da cidade, almoçamos e eu terminei primeiro. Agradeci e falei: "Tô com sono." Ele ofereceu a caminhonete pra eu descansar, fui descansar e nem vi a hora que dormi. Quando acordei, ele tava no banco do motorista e a gente tava num mirante fora da cidade, sozinhos. Ele disse: "Queria que você conhecesse essa parte da cidade, mas não quis te acordar. Abri bem os olhos e vi uma vista linda. Desci da caminhonete pra ver tudo e ele também desceu. Chegou do meu lado e passou a mão na minha bunda, eu me virei e olhei assustado. Ele disse: "Acha que o favor é de graça, putinha?" Tava com medo, tentei correr mas ele me pegou pelo braço, falou: "Tamo a quilômetros da cidade, vão te roubar se descer a pé." Fiquei parado, perguntei: "O que cê quer?"
—"Um pouco de carinho, gatinho, vem, tamo sozinhos."
—"Não me machuca."
—"Vem cá, putinha, não me faz te bater!"
Me aproximei, ele me apalpava, começou passando a mão no meu rosto, depois desceu e beliscou meus mamilos, baixou a mão devagar até meu pau e apertou. Me contorci e ele subiu, ele continuava me tocando, depois minha bunda, apertou e falou: "Que rabão que tu tem, bb, gostoso." Eu tava muito tímido e nervoso. Ele tirou minha camisa e lambeu meus mamilos, disse: "Passa a mão nas minhas bolas, putinha." Enfiei a mão na calça dele, o pau dele tava molhadinho e comprido, ele me fez tirar a roupa, tirou meu uniforme e guardou na caminhonete, eu tava pelado ao ar livre. Ele me fez chupar o pau dele, devagar, quase me engasgando, mas ele me ensinava como fazer, chupei por 10 minutos, eu tava com os lábios doloridos e vermelhos, cheio de líquido pré-gozo, e ele tava com o pau prestes a gozar. Me colocou de quatro, ele só tirou a calça, cuspiu no meu cu, brincou com os dedos no meu rabo, me xingava e disse: "Grita, putinha, que aqui ninguém ouve!" e meteu o pau dele duro e grosso no meu cu, gritei, gemi e depois de um tempo de vai e vem, gozou dentro de mim. Ele se vestiu e eu fiquei pelado no chão. Tava doendo tudo. Ele chegou perto e disse: "Ó, putinha, enfia teu pau no meu cu e quando sentir que vai gozar, tira." Levantei e fiz, é uma delícia, sem palavras pra descrever, gozei na bunda dele. Caí no chão, exausto. Vinha subindo uma mulher lindíssima, e me viu estirado no chão, mas continuou andando. O homem me levantou e me colocou no carro, disse: "Se veste, bb, vamo embora. casa" Eu continuei botando porra pelo meu cu e me vesti rápido. Ele me trouxe pra casa muito gentil depois de tudo que fez comigo, e me deixou pra contatar ele de novo. Será que sou viado?
3 comentários - mi primera vez con un hombre ¿Soy gay?