En el rancho con mi hermano 2da parte

Já tinham passado umas boas horas desde que eu e meu irmão Alex saímos pra "caminhar", a gente tinha se divertido tanto transando que quando percebemos já era quase hora do almoço, então voltamos pro rancho pra ninguém ficar preocupado demais. No caminho, antes de chegar em casa, a gente se esquentou de novo com os amassos e carícias que trocávamos.

— Olha, Alex, sei que não temos muito tempo, mas que tal eu te chupar aqui agora?

— Você me deixou tão tesudo que já não ligo mais, vai, sua putinha, chupa — disse meu irmão, puxando o pau já bem duro pra fora.

Eu deliciava gostosamente com o pau quentinho do meu irmão e me envolvia toda nele, engolindo ele por completo, conseguindo tocar o fundo da minha gargantinha… Hummm… Que delícia de pau, eu chupava com minha língua molhada e quente e lambia o pau dele, deixando ele à beira de gozar, mas ele aguentava como podia enquanto eu olhava direto na cara dele, nos olhos dele, com minha carinha de putinha pra deixar ele mais excitado.

— Tá gostando, irmãozinho? — falei, parando de chupar — Tá gostando de como sua irmãzinha te chupa? — falei com uma voz de puro desejo.

— Claro que tô gostando, meu amor, você tem a boquinha mais gostosa do mundo —

Continuei chupando uma e outra vez, e meu irmão me pegava pela cabeça e me segurava bem fundo até eu ficar sem ar, e me deixava respirar. Dava pra ver na cara de prazer dele como ele adorava me afogar com o pau grande e cheio de veias.

— Já, irmãozinho, me dá seu leite que eu vou tomar tudinho — adicionei enquanto chupava e chupava como uma recém-nascida.

— Isso, sua putinha, vai tomar tudinho e não vai deixar nada, meu amor — disse ele, acelerando as investidas na minha boquinha.

— Isso, hummm… me dá tudo na minha boquinha, meu amor — respondi, impaciente.

A cada movimento do pau dele, eu podia sentir com minha linguinha que ele estava prestes a gozar. Eu sabia muito bem o que estava fazendo, e ele adorava me ver assim.

— Já, Alex… Hummm… Enche minha boca com seu leite quente —

— Isso, meu amor, você vai engolindo todinha como a putinha que você é… Ahhh… – disse ele prestes a gozar

– Dá pra mim… dá tudo… me amamenta como sua putinha, meu amor – falei toda excitada

E então meu irmão não aguentou mais e, segurando minha cabeça firme, começou a gozar na minha boquinha, eu só sentia os movimentos do pau dele na minha gargantinha enquanto engolia todo o leite dele, e minha língua sugando tudo, deixando ele bem vazio. Continuei assim até deixar ele bem limpinho.

– Ahh… Meu amor… que boquinha deliciosa – disse meu irmão recuperando o fôlego depois de tanta gozada

– Viu, Alex? Tomei todo o seu leitinho gostoso e quente –

A gente se limpou como deu e continuou o caminho pra casa dos meus avós rapidinho.

Chegamos na casa, comemos, passamos a tarde normal, convivendo com meus tios, meus avós e meus pais, tendo conversas de quando éramos pequenos e tal. A única coisa estranha foi como meu primo Rolando ficava me olhando. Pra ser sincera, ele não tirava os olhos de mim e do meu irmão, era como se soubesse de algo que a gente não sabia. Enfim, não liguei e a tarde seguiu até cair a noite. Depois do jantar e de passar mais um tempo na sala, todo mundo foi pros quartos dormir.

Já no quarto, ficamos eu, meu irmão Alex e nosso primo Rolando conversando de novo sobre coisas sem sentido. Fomos pra cama umas 12h e apagamos as luzes. Passou pelo menos uma hora ou uma hora e meia até que de repente senti alguém deitar do meu lado. Por um momento, achei que era o Alex que tinha dado vontade de brincar um pouco. Começou massageando meus peitos de um jeito meio tímido e daí passou a tocar minhas pernas, minha bunda e foi pra minha bucetinha. Eu comecei a ficar toda molhada, minha respiração acelerou junto com a dele, e não foi até ele sussurrar no meu ouvido que eu soube quem era.

– Shh, não faz barulho, prima – Era o Rolando, eu congelei na hora – Não fala nada, hoje eu vi uma coisa muito, muito perturbadora, priminha, vi você e o Alex perto Em casa se comportando mal.
- Não sei do que você tá falando, Rola. - falei rápido, com a voz calma.
- Ah, não? Vai negar que tava de joelho chupando uma piroca? Do seu próprio irmão?
- Rola, não sei o que você viu, mas não era eu.
- Não se faz de putinha, vi direitinho quem eram e tirei uma foto com meu celular. Então me escuta bem: você vai fazer o que eu mandar, senão essa foto vai parar na mão dos seus pais, ok?
- Ok, você ganhou. O que você quer fazer?
- Por enquanto, quero que você me chupe igual fez com o Alex, e sem fazer barulho. Não quero que ele acorde.

Não tive outra escolha senão puxar pra baixo o short que ele usava de pijama e começar a lamber o pau dele. Não era tão grande quanto a rola do Alex, nem tão grossa, mas era um pau médio.

Comecei lambendo desde as bolas dele até a ponta do pênis, e o Rolando fazia um esforço danado pra não gritar ou gemer muito alto. Enquanto isso, a situação me deixava com muito tesão, sendo chantageada pelo meu primo pra transar com ele.

- Enfia tudo, sua gostosa. - sussurrou o Rolando.
- Humm, assim mesmo, filho da puta. - respondi.

Se era isso que ele queria, ia levar. Não parei por nada e dei um boquete que ele jamais esqueceria na vida. Enfiava o pau dele, já bem duro e cheio de veias, até o fundo da minha garganta. Como era comprido, isso era super fácil pra mim. Dava pequenas pausas pra masturbar ele de forma agressiva e via a cara de tesão do Rolando enquanto isso rolava. Não demorou muito pra ele gozar na minha boca, e eu aproveitei pra engolir toda a porra dele.

- Gostou, cara? Gostou do meu boquete? - perguntei baixinho.
- Sim, sua putinha. Você chupa muito bem. Mas amanhã quero comer essa sua bucetinha linda. Então dorme bem, porque amanhã vai ser um grande dia. - disse o Rolando.
- O quê? Você tá louco? Não vou transar com você. - respondi.
- Vai transar, sim, senão não apago a foto, ok?
- Ok, mas é melhor que depois disso você apague, hein?
- Fechado. - ele disse isso e foi pra cama dele. Eu fiz o mesmo.

Na manhã seguinte, depois do Depois do café da manhã, levei o Alex pra fora pra conversar e contar o que tinha acontecido. No começo, ele ficou puto e disse que ia quebrar a cara do Rolando, mas depois de um tempo a gente concluiu que era perigoso, já que não sabia se dava pra confiar na palavra dele. Não tivemos outra escolha a não ser aceitar a chantagem. Pouco depois, o Rolando saiu de casa e veio na nossa direção.

— Então, pronta pra foda da sua vida, Ginny?

— Olha aqui, cara, te aviso que se não cumprir sua palavra, eu corto sua pica e é a última vez que você come, hein — meu irmão avisou o primo Rolando.

— Fica tranquilo, primo, vou cumprir. Agora vamos, tenho um lugar onde a gente pode ficar.

A gente caminhou até chegar um pouco longe. Era um lugar limpo, com muitas árvores que escondiam a vista, e tinha uma clareira com grama onde dava pra deitar.

— Então, aqui é meu lugar especial, primos — disse Rolando, tirando a roupa. — Agora vem, Ginny, tira toda essa porra que você tanto adora.

Me despi e fiquei de joelhos pra dar o boquete que o Rolando pediu, enquanto o Alex nos olhava. Ele parecia meio puto por ter que me dividir com o primo Rola, mas com o tempo dava pra ver que o tesão da situação tava vencendo, e a pica dele ficava dura debaixo da bermuda.

— Mm, Ginny, você me enlouquece do jeito que chupa, gostosa. Chupa do jeito que você adora, mm — gemeu o Rolando, desesperado. — Que puta que essa mina é, Alex. Já quero meter nessa bucetinha.

— Então, o que você tá esperando, primo? Ela vai adorar ter você dentro, né, Gina?

— Mm, sim — falei, tirando a pica babada do Rolando da minha boquinha. A verdade é que eu já tava muito tesuda e queria que metessem a pica em mim.

— Então deixa eu comer essa bucetinha — disse Rolando, me colocando de costas no gramado e começando a chupar meu coelhinho.

— Mm… Chupa… Primo… Hahn… como você chupa bem — eu gemia que nem uma louca entre as chupadas.

— Que bucetinha gostosa e linda você tem, puta — disse Rolando enquanto me devorava a ppk. fazendo eu me remexer e gemer de prazer.

Assim ele continuou chupando, mamando e esfregando meu clitóris e meu cu por mais alguns minutos, eu tava como possuída, já tinha gozado pelo menos 2 vezes e o Rolando tomava todos meus fluidos me deixando sequinha. Até que finalmente ele se preparou pra me penetrar.

- Bom, aqui vou eu, gata, não se mexe – disse o Rolando enquanto começava a enterrar o pau na minha bucetinha

- Sim, mete, me parte, me dá tudo, Rola – pedi pro primo

- Nossa, que gostosa e apertada que essa mina tá, primo, sinto que vou estourar o pau – disse extasiado meu primo pro meu irmão, que já tava com o pauzão de fora e se tocava – E nossa, como ela rebola a raba, dá pra ver que ela adora.

- Claro, minha princesinha é uma putinha e adora transar, né, meu amor? – disse meu irmão, que já tinha se despido também e colocava o pau na minha frente pra eu chupar.

- Hummm, sim, é uma delícia – falei sem fôlego e sem parar de gemer pela boa acolhida que meu primo tava me dando.

- Toma, gata, me sente até o fundo, que bucetinha gostosa e apertadinha que você tem, putinha – falava o Rolando, que bombava cada vez mais selvagemente.

- Ahh, vou gozar, Ahh. Sim, me come mais – gemia enquanto me contorcia e começava a gozar, enquanto meu primo gemia e gritava de prazer. Meu irmão então enfiava o pau durasso na minha boca pra calar meus gritos.

- Sim, goza, putinha, você adora ser comida, priminha, olha como você aperta meu pau aí. Que puta – disse meu primo. – Acho que já vou encher a bucetinha dessa mina de porra, posso gozar dentro?

- Claro, ela vai adorar receber, enche ela toda – respondeu meu irmão, que também tava prestes a gozar na minha boca.

- Ah, sim, tô enchendo essa bucetinha tão linda e gostosa, ah, sim, toma toda minha porra na sua bucetinha, princesa. Nossa, que bucetinha gostosa, engoliu toda minha porra – disse ofegante o Rolando, saindo da minha buceta.

Uns segundos depois, meu irmão me segurou firme pela cabeça e me prendeu com as mãos. Pau bem dentro da minha boca, comecei a sentir a porra dele descendo pela minha garganta, comecei a me engasgar e tossir.

— Não, toma toda a minha porra, gostosa, bebe tudinho, chupa toda a porra do pau do teu irmãozinho — dizia Alex.

Mudaram de posição e agora quem me comia a buceta era meu irmão, e o primo Rolando quem se deliciava com a minha boca.

— Ah, acho que essa mina vai me fazer gozar de novo, que jeito de chupar — murmurou Rolando.

Continuaram assim, me enchendo de pau na buceta e na boca por um bom tempo, aumentavam as bombadas uma atrás da outra e eu sentia as bolas do meu irmão batendo na minha bunda repetidas vezes. Só quando ele se deitou é que entendi o que vinha a seguir.

— Agora vem a melhor parte, gostosa, você vai sentir o que é ter dois paus dentro de você ao mesmo tempo — disse Alex enquanto o pau dele começava a fazer pressão no meu cu apertado e delicado — Vem, Rola, enfia na buceta dela.

— Não, Alex, por favor, ao mesmo tempo não, vai doer muito — gritei enquanto me sentia empalada pelos dois paus.

— Shh, você vai ver que vai adorar — disse meu irmão.

— Ahh, não dói, Alex, para, não seja mau, meu cu tá doendo — falei entre lágrimas sentindo aquele pauzão penetrando minhas entranhas.

— Agora você chora, gostosa, mas vai adorar demais — dizia meu irmão, que metia no meu cu cada vez mais forte.

— Ahh, agora tá ainda mais apertado dentro dessa buceta — disse meu primo, que não parava de entrar e sair de mim — Como essa mina chora, primo, mas dá pra ver que ela adora, já gozou duas vezes agora, mesmo dizendo que dói, é uma putinha.

Continuei choramingando, mas já menos. Isso durou um tempinho, até que comecei a gemer como uma verdadeira puta no cio. Senti que gozei mais duas vezes, me sentia no paraíso, era uma sensação totalmente nova e gostosa. Pouco depois de tanto me bombar, senti os dois começando a gozar de novo. vez.

— Ai, vou gozar de novo — disse Rolando.

— Sim, primo, sim, enche minha buceta com essa tua pica enorme, que gostoso, sou sua putinha — eu gritava pro meu primo e pro meu irmão — Aí… Isso… Que gostoso sinto na minha xereca e na minha bunda esses dois paus tão grossos, sim… me comam mais… sou sua putinha… aí… — dizia louca de tesão.

— Ah, Ginna, acho que não aguento mais, vou gozar dentro do teu cuzinho lindo — gemeu meu irmão.

— Sim, me encham de porra dentro da minha bunda pequenininha e da minha xereca, quero a porra de vocês dentro, gozem logo… sou sua putinha — gemi à beira do prazer.

Os dois encheram minhas entranhas com todo o esperma quente deles, estávamos exaustos depois dessa foda do caralho que a gente tinha dado. Deitamos na grama olhando o céu e esperando recuperar as energias.

— Ahh, que mina boa você foi — disse meu irmão me beijando.

— Bom, prima, como prometi, vou apagar as fotos — disse o primo Rolando.

— Valeu, Rolando, no fim das contas acho que o importante aqui é que nós três aproveitamos — falei.

Terminamos de nos vestir e os três voltamos pra casa pra curtir o último dia de folga. O que rolou de tarde e de noite já não foi nada demais, só convivência e uma mamada de despedida. Depois disso, a gente repetiu a dose, eu com meu primo; e também rolou de novo a experiência dos três juntos.

1 comentários - En el rancho con mi hermano 2da parte

mrblow
muy buena la prima,mas 10 por puta y golosa