Continuando com o relato anterior, vou dizer que foi uma fase sexual divina na minha vida, junto com outra que vem mais pra frente. Por enquanto, é a Clau.
Era noite de Natal e cada um ceava com a família, já que o nosso era nosso. A gente tinha combinado de se encontrar num bar. Quando ela chegou... um vestidinho curto, sandália de salto e cabelo liso. Quase morri quando vi ela. De tanta tesão, nem entramos no bar. Fui direto pra casa. No caminho, falei que tinha uma surpresinha pra ela, além de um vibrador anal que já tinha preparado. Chegamos e ela foi pro banheiro. Quando saiu, levei ela pro terraço com duas taças e um champanhe pra brindar. A gente tomou e ficou meloso. Ela disse: "Vamos pro quarto". Não! Aqui mesmo vai rolar tudo. Peguei um colchão e começamos a nos amassar à luz da lua. Ela me chupou, eu chupei ela e comecei a dar umas metidinhas de leve. Aí perguntei se ela queria ver o mar. Coloquei ela contra a grade. Aqueles peitos balançavam sozinhos. Com vergonha de ser ouvida, ela não fazia barulho, só soltava uns suspiros. Na hora, cuspi no cuzinho dela e fui enfiando de pouco em pouco. Que momento lindo quando ela gritou: "VOCÊ É UM FILHO DA PUTA!!!" A coitada não esperava, já que tava tão concentrada em não fazer barulho. Assim a gente seguiu a noite inteira. E o vestidinho tão lindo? Nem ideia, hahaha... Foi assim que passamos o primeiro Natal e começamos o verão a todo vapor: praia e noite de sexo. Como ela trabalhava nos fins de semana, tirei uns dias e a gente fugiu pra Mar de las Pampas. Lá alugamos uma cabana, almoçamos e fomos pra praia. Na volta, tinha um casal de uns 40 a 45 anos, gente boa. A gente conversou e a Clau e a Paola (mulher do José) combinaram de comer algo juntos. Assim foi o jantar. Quando a gente se deitou, a Clau disse: "Que amoroso é o seu filho". A Paola se animou e a Clau não respondeu. SEU FILHO??? AGORA VAI VER QUE TIPO DE FILHO VOCÊ TEM. Mandei ela ajoelhar e me chupar. Na sequência, chupei a buceta e o cuzinho dela até ficarem bem abertos. Coloquei ela de quatro, comecei a bombar a buceta enquanto enfiava o vibrador no cu. Entravam e saíam juntos. Ela arranhava o chão. Paredes como louca. Seguimos assim por um bom tempo até que apagamos. Ao meio-dia, quando saímos, a cara da Paola, entre espanto e curiosidade de perguntar, era espetacular, e o José mandou: "O que aconteceu ontem à noite?" O que tinha que acontecer, foi dito. Nisso tudo, alguém não saía do espanto da foda que a gente deu, coitada da mulher. Os dias passaram e retomamos nossas vidas, e o verão continuava igual de sempre. Nos vendo nos fins de semana e em algum outro dia.
Terminando o verão, no trabalho dela fizeram uma despedida de fim de temporada, pra qual ela me convidou e eu fui. Um gatilho de MILFs tinha!!! De 45 pra cima tudo, era terrível. A mesa, todos casais, e uma morena (Maria) com um decote e 110, não dava pra tirar o olho daquela puta. Lindas e o pior é que tudo combinava com os peitos. Na hora, levantei e fui me mandar uma punheta no banheiro, tava explodindo, coitado. Jantamos, dançamos e foi assim a noite toda. Às 5, voltamos, brincamos um pouco e fomos dormir.
Um tempo depois, sentado, tomando mate, entram no local aos gritos: "Finalmente te encontrei, neném!!!" Minha cara de susto e surpresa... era a Maria, passou andando e me viu. Mandei ela entrar, conversamos um pouco e ela se ofereceu pra convidar nós dois pra jantar, que alegria. Aceitei que a gente ia na sexta. Chegamos com a Clau numa casa em Los Troncos, um Audi (ela tinha toda a pose) e a desgraçada de novo com as tetas de fora... Tomamos algo, jantamos e ficamos os três conversando. Não tive ideia melhor do que dizer: "Vou no banheiro", te mostro, passa por aqui. Ao chegar, Maria me diz: "Não me suja muito, neném." Fiquei vermelho e ela se cagava de rir.
Já entrando no assunto, começaram a puxar temas vergonhosos e eu caí... "Gostou da punheta que você me dedicou na festa?" Maria se ajeitou. Foi rápida e sem graça, eu respondi. Risadas da Clau, já bêbada e com tesão. A noite terminou e quando eu tava com ela de quatro, a Clau me solta: "Você entra na Maria???" (que momento, senhor) "Se rolar, rola, mas por enquanto tô te comendo essa bunda, sua bêbada." Aí terminou a noite...
Continua...
Era noite de Natal e cada um ceava com a família, já que o nosso era nosso. A gente tinha combinado de se encontrar num bar. Quando ela chegou... um vestidinho curto, sandália de salto e cabelo liso. Quase morri quando vi ela. De tanta tesão, nem entramos no bar. Fui direto pra casa. No caminho, falei que tinha uma surpresinha pra ela, além de um vibrador anal que já tinha preparado. Chegamos e ela foi pro banheiro. Quando saiu, levei ela pro terraço com duas taças e um champanhe pra brindar. A gente tomou e ficou meloso. Ela disse: "Vamos pro quarto". Não! Aqui mesmo vai rolar tudo. Peguei um colchão e começamos a nos amassar à luz da lua. Ela me chupou, eu chupei ela e comecei a dar umas metidinhas de leve. Aí perguntei se ela queria ver o mar. Coloquei ela contra a grade. Aqueles peitos balançavam sozinhos. Com vergonha de ser ouvida, ela não fazia barulho, só soltava uns suspiros. Na hora, cuspi no cuzinho dela e fui enfiando de pouco em pouco. Que momento lindo quando ela gritou: "VOCÊ É UM FILHO DA PUTA!!!" A coitada não esperava, já que tava tão concentrada em não fazer barulho. Assim a gente seguiu a noite inteira. E o vestidinho tão lindo? Nem ideia, hahaha... Foi assim que passamos o primeiro Natal e começamos o verão a todo vapor: praia e noite de sexo. Como ela trabalhava nos fins de semana, tirei uns dias e a gente fugiu pra Mar de las Pampas. Lá alugamos uma cabana, almoçamos e fomos pra praia. Na volta, tinha um casal de uns 40 a 45 anos, gente boa. A gente conversou e a Clau e a Paola (mulher do José) combinaram de comer algo juntos. Assim foi o jantar. Quando a gente se deitou, a Clau disse: "Que amoroso é o seu filho". A Paola se animou e a Clau não respondeu. SEU FILHO??? AGORA VAI VER QUE TIPO DE FILHO VOCÊ TEM. Mandei ela ajoelhar e me chupar. Na sequência, chupei a buceta e o cuzinho dela até ficarem bem abertos. Coloquei ela de quatro, comecei a bombar a buceta enquanto enfiava o vibrador no cu. Entravam e saíam juntos. Ela arranhava o chão. Paredes como louca. Seguimos assim por um bom tempo até que apagamos. Ao meio-dia, quando saímos, a cara da Paola, entre espanto e curiosidade de perguntar, era espetacular, e o José mandou: "O que aconteceu ontem à noite?" O que tinha que acontecer, foi dito. Nisso tudo, alguém não saía do espanto da foda que a gente deu, coitada da mulher. Os dias passaram e retomamos nossas vidas, e o verão continuava igual de sempre. Nos vendo nos fins de semana e em algum outro dia.
Terminando o verão, no trabalho dela fizeram uma despedida de fim de temporada, pra qual ela me convidou e eu fui. Um gatilho de MILFs tinha!!! De 45 pra cima tudo, era terrível. A mesa, todos casais, e uma morena (Maria) com um decote e 110, não dava pra tirar o olho daquela puta. Lindas e o pior é que tudo combinava com os peitos. Na hora, levantei e fui me mandar uma punheta no banheiro, tava explodindo, coitado. Jantamos, dançamos e foi assim a noite toda. Às 5, voltamos, brincamos um pouco e fomos dormir.
Um tempo depois, sentado, tomando mate, entram no local aos gritos: "Finalmente te encontrei, neném!!!" Minha cara de susto e surpresa... era a Maria, passou andando e me viu. Mandei ela entrar, conversamos um pouco e ela se ofereceu pra convidar nós dois pra jantar, que alegria. Aceitei que a gente ia na sexta. Chegamos com a Clau numa casa em Los Troncos, um Audi (ela tinha toda a pose) e a desgraçada de novo com as tetas de fora... Tomamos algo, jantamos e ficamos os três conversando. Não tive ideia melhor do que dizer: "Vou no banheiro", te mostro, passa por aqui. Ao chegar, Maria me diz: "Não me suja muito, neném." Fiquei vermelho e ela se cagava de rir.
Já entrando no assunto, começaram a puxar temas vergonhosos e eu caí... "Gostou da punheta que você me dedicou na festa?" Maria se ajeitou. Foi rápida e sem graça, eu respondi. Risadas da Clau, já bêbada e com tesão. A noite terminou e quando eu tava com ela de quatro, a Clau me solta: "Você entra na Maria???" (que momento, senhor) "Se rolar, rola, mas por enquanto tô te comendo essa bunda, sua bêbada." Aí terminou a noite...
Continua...
0 comentários - Clau, minha madura II