anecdota de pareja 5

Amigos e amigas. Seguindo a linha das histórias que foram rolando entre a Sofy (minha ex) e eu, essa aqui não dá pra deixar passar batido.


Amigos/as. Seguindo a linha das histórias que foram rolando entre a Sofy (minha ex) e eu, essa não dá pra deixar passar batido.
Eu trabalhava num bar e isso me dava a chance de conhecer gente, a gente tinha um sistema de recuperação de horas ou compensação de horas, que consistia em deixar um barman/garçom sair um pouco mais cedo, isso compensava um pouco as horas extras que a gente fazia, mais o adicional de verão. Imagina, sendo da gastronomia, poder sair num sábado à 01:00 da manhã ou às 02:00, era um luxo.
Numa oportunidade, chegaram umas minas, que eram universitárias, um par era de fora, de cidadezinhas bem menores e bem inocentes, calcinha de campo, alpargatas e camiseta branca. Olha, não interpretem mal, só tô descrevendo a roupa, e pra quem quiser se ofender, eu fui criado no campo perto da cidade de Tandil.
Esclarecido isso, vamos continuar a história. As minas começaram a ficar alegres e animadas kkkk
Num momento, uma delas me pergunta meu nome. — Como você se chama? — Tonny. Respondo.
— Ah, oi, sou Belén.
— Muito prazer, Belén.
— Que linda que é Mar del Plata, sério, tô amando.
— É, é uma cidade linda, de onde você é?
— Sou de Vidal.
— Ah, olha só, conheço.
— Sério? Que legal, mas olha, não sou nenhuma boba, sei me cuidar bem.
— Sim, imagino, mas eu cuidaria mais de você, se fosse seu namorado, não deixava você sair sozinha.
— Não tenho namorado, tô sozinha.
— Epa, que que houve em Vidal, todo mundo é gay? Ou o quê?
— Kkkk não, é que não dou bola pra ninguém.
— Ah, bom, por sorte eu não sou ninguém.
— Kkkk você é muito bonito, e sua namorada, o que ela diz?
— Ela não diz nada, ela trabalha na mesma área que eu. (Sim, nunca minto que tenho parceira)
— Ah, que legal, bom, já volto, vou com minhas amigas.
— Ok. Se cuida no caminho, e cuida da rabeta kkkk
— Kkkk que atrevido
E ela voltou pra mesa. Belén era dessas minas inocentes, lindas e puras, teve o azar de se encontrar comigo, ou a sorte.
Daqui a pouco, ela voltou a se aproximar de mim e me perguntou que horas eu saía. — Já tô saindo, se quiser a gente vai pra algum lugar. Nisso ela ficou paralisada, acho que não esperava por isso.
Só esclarecendo, naquela época eu pesava 15kg a menos, tava em forma, ganhava uma grana boa, além de ter 9 anos a menos e... e é isso, quem se importa com como eu era, kkkkk.
Ela voltou pras amigas, conversou com elas e partiu pra cima de mim: — Bora, pra onde a gente vai?
— Ué, onde você gostaria que a gente estivesse agora?
— Pra onde você quiser me levar, mas vou com uma amiga. Imaginem minha cara!!!!!
— Beleza, sem problema, tenho pra vocês duas. Sorrisinho safado e me beija com gosto.
Subi, me troquei e saí. Meu carro tava estacionado meia quadra adiante, e ela, a uns metros da porta do bar.
— Oi, sou Vanina, prazer. — a amiga.
— Oi, sou Tonny.
— Vamos pro carro.
— Ok. — disseram as duas.
Partimos viagem, eu já tava imaginando, pelado com as duas, quando Vanina me diz: — Me deixa nessa esquina. — Tem certeza? — pergunto. — Sim, sim, sem problema. A gente se vê, galera, divirtam-se. Me entregou a amiga de bandeja.
Olhei pra ela e falei na lata: — A verdade é que quero te levar pro hotel.
E ela respondeu: — E o que cê tá esperando?
Kkkkkkkkk
Chegamos no hotel, e a coisa ficou interessante. Lembram que eu falei que ela tava de calcinha de vó? Então, comecei a tirar enquanto a beijava loucamente, e descobri uma tanga rosa-claro, com rendinha, enfiada naquela bunda de primeira. Ela, tímida, me diz: — Cuida de mim, você é o segundo homem que me leva pra cama (não acreditei, nem acredito agora). Sem problema. Vou devagar pra ela não se assustar, pensei comigo.
Continuei beijando ela, acariciando a bunda e as costas com massagens, até que não aguentei mais e tirei a camiseta dela, deixando os peitos à mostra (tenho a facilidade de soltar o sutiã com uma mão, mina que quiser testar, mensagem privada). Chupei peito como bezerro órfão.
E parti pra aquela bunda infernal que eu já tinha observado a noite toda e passei a língua bem de leve, enquanto o corpo dela se arrepiou inteiro. Continuei chupando a bunda dela, desci pra buceta dela a ponto dela gozar na minha cara. Ela mesma desceu e, meio tímida, colocou a pica na boca. Quase uma inexperiente em boquete, me perguntou umas três ou quatro vezes se eu tava gostando, e eu disse que sim, óbvio, ela tá aprendendo. Me confessou que sempre fez por baixo, algo que eu falei que a gente ia resolver na hora, então sentei ela na minha pica e, aos poucos, foi entrando tudo, até o talo (não é tanta coisa, mas). Senhores e senhoras, damas e cavalheiros, crianças e adultos.

Ela começou a cavalgar e cada penetrada dava mais tesão nela, rapidinho chegou ao orgasmo, e eu respondi na hora com várias lambidas na buceta rosada quase pálida dela, e isso fez ela continuar gozando. Deixei ela assim por um tempinho e coloquei de quatro, deixando a bunda enorme e linda dela à minha disposição. Voltei a chupar aquele cu e, em seguida, penetrei ela. Devem ter sido uns 40/50 minutos no total, sendo os últimos 10 minutos tão gostosos, porque ela não parava de gozar. Perguntei onde ela queria a porra e ela disse: "onde você quiser". Lembram que eu falei que dediquei muito tempo na bunda? Então, foi lá que a porra foi parar. Tirei da buceta dela, que soltou aquele líquido que a gente tanto gosta, e com isso mesmo, mais um pouco de lubrificante, enfiei no cuzinho dela. Falei: "fica tranquila, não vai dar nada", e com um beijo profundo, meti tudo no cu dela. Ela gemeu, se remexeu e gozou. Foram uns movimentos e comecei a encher ela de porra, muita porra.

Depois, ficamos conversando um pouco e ela disse que eu tinha desvirginado o cu dela. WTF??? Ela falou que adorou, nos beijamos um pouco e saímos. Levei ela em casa e fui visitar a Noé.




Noé trabalhava em outro bar, ela me viu entrar e ficou feliz, —oi, Tonny. —oi, Noé. Um par de beijos e ela me conta que ia sair pra dançar com umas amigas, sem problema, eu só tava passando. Ela me pega pela mão, me leva pro banheiro dos homens, e a gente entra num box. Ela se ajoelhou e me fez um boquete. Ainda tinha gosto de buceta e cu da Belém, porque não tinha tomado banho depois que saí. Em 15 minutos, ela tirou a pouca porra que eu tinha e me perguntou que gostinho era aquele. —Suor, deve ser isso. —É, certeza, e pouca porra. A gente riu e eu segui viagem pra casa.

Chego em casa e encontro a Sofy dormindo de bruços. E o que posso dizer? Essa filha da puta tinha uma bunda de dar inveja, Nac & Pop hahaha. Fiquei com tesão, mas ela sempre me dizia que não. Deito, passo a mão na bunda dela e ela fala: "Tô com vontade." Hahaha, filha da puta, justo hoje você tá com vontade? Claro que isso eu pensei. E então, bora dar pra bruxa. Já tava meio excitado, vendo ela de bunda pra cima, o pau já meio que aparecendo. Ela se jogou em cima de mim e tirou minha rola. Nisso, lembrei do gosto de bunda, usei a palavra: buceta e saliva das outras duas loucas. Quando fui ver, já tava chupando. Ela comentou do gostinho, eu falei a mesma coisa: "Suor." "Hmm, mais gostoso, salgadinho." A questão é que ela começou a chupar que nem uma louca e montou em mim. Me perguntou se ia dar leite pra ela tomar e eu falei que não, que ela tinha se comportado mal por não me deixar fazer amor nos últimos dois dias e que ia encher a bunda dela de porra. A muito filha da puta começou a me montar mais forte. Será que ela percebeu? Pensei. Nisso, coloco ela de quatro e chupo o cu dela. (Esclarecendo: não tinha gosto de nada, só de cu, não de suado hahaha). Desço pra buceta dela e volto pro rabo e meto de novo, fazendo ela gozar como a putinha que era e eu amo. Gozo na buceta dela, o pouco de leite que sobrou. A gente conversou um pouco, ela disse que tava cansada, por isso não transávamos há dois ou três dias, e hoje tava compensando. Então desço de novo e ela começa a chupar. Imaginem minha cara: quatro gozadas, depois de trabalhar seis ou sete horas, mais tudo que tinha bebido. Mas sim, o pau subiu. E de castigo pra ela, foi parar naquele cu lindo. Essa não era virgem, então meti com força, depois de dilatar bem o rabo. Chupei os peitos, 120cm, que peitos lindos que a gata tinha. Então, enquanto chupava os peitos dela, destruía o cu dela. Isso teve reação imediata, chegando ao orgasmo os dois. Depois, um pouco de água, um banho rápido e pra cama. Dormimos de conchinha e eu com dor no pau.

P.S.: Com a Belen a gente se viu várias vezes depois e cada vez foi melhor.

e assim, meus amigos, termina mais uma das minhas anedotas de casal.
Passa nos meus outros posts, que são divertidos e muito bons, comenta e recomenda. desde já, valeu.


http://www.poringa.net/posts/relatos/2391547/Anecdota-entre-pareja-4.htmlDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.http://www.poringa.net/posts/relatos/2388319/Anecdota-entre-pareja-3.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/2088603/Mujeres-perfectas.html

2 comentários - anecdota de pareja 5

Muy buen relato, felicitaciones, buena historia
Te invita a leer las mias:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2401395/Se-armo-la-orgia.html