Vou começar me apresentando, meu nome é Fernando, tenho 33 anos e sou contador de profissão. Essa história que vou contar começou no fim do ano passado e ainda continua até hoje.
Tenho uma irmã, Florencia, que é vários anos mais velha que eu, e um irmão ainda mais velho que a Flor, o Juan. Dá pra dizer que caí de paraquedas na família, já que meus pais e meus irmãos já eram bem grandinhos quando eu nasci.
Graças a ter me formado rápido e trabalhado muito, tenho uma situação financeira muito boa, não posso reclamar de nada. Mas mesmo com tudo isso e minha personalidade, nunca consegui, nem quis, largar a farra — saídas a qualquer dia e gastança por todo lado.
Vamos ao que interessa na história. Minha irmã Flor é casada com o Gerardo, um típico empresário que acha que sabe de tudo e que pode tudo. Tem que admitir, o cara é um malandro danado e, às custas de uns negócios que não sei quais, tá fazendo uma fortuna. Eles têm uma única filha, minha sobrinha Guadalupe, de 20 anos. Como já disse, a diferença de idade com minha irmã é grande, então estou mais próximo da Guada do que dela.
Com eles não me dou muito, já que moram na Capital e eu fico a uns 60 km. Mas de vez em quando a gente se vê, mas a verdade é que seria mais seguido se eu não suportasse tanto o Gerardo.
A Guada começou a estudar na faculdade, óbvio, uma particular — o Gerardo não mandaria a princesinha dele pra uma pública. Mas ela sempre foi mais do meu estilo, mais simples, mais do churrasco do que do sushi. Ela é uma escultura viva, e aí reconheço o lado bom do Gerardo: como ele é um cara bonitão e a Flor também não fica atrás… o que poderia esperar da Guada?
Ela deve ter uns 1,75m, mais ou menos. Cabelo castanho claro que, por alguma razão, ela tinge de preto bem escuro, e uns olhos azuis incríveis — puxou do pai. Mas o que mais chama atenção é o corpo que ela tem. Seios mais normais, mas uma bunda que depois eu descobriria ser algo que nunca vi na vida, uma coisa incrível, digna de capa de revista.
Juntando a rebeldia com a vontade de se independer, ela começou a procurar… trampo, óbvio que caíam uns bicos de todos os lados, na maioria das vezes por ela ser tão gostosa, eu também queria uma secretária assim, mas enfim, ela queria outra coisa, algo mais divertido.
Passaram uns meses sem a gente se ver com eles e um dia a Flor me liga chorando, dizendo que queria falar comigo. Claro que fiquei preocupado e queria saber o que tinha acontecido. Ela me perguntou se eu estava em casa, porque tinha vindo pra cidade onde eu moro. Eu disse que sim, e pouco depois ela chegou com os olhos inchados de tanto chorar. Sem dizer nada, me abraçou como nunca e sussurrou no meu ouvido… "O filho da pu… do Gerardo tá me traindo, descobri outro dia". Fiquei surpreso, ou nem tanto, porque dava pra ver que ia rolar — um cara que tava juntando grana a rodo e bonitão… arrumou uma mina.
Ela me disse que ia se separar e que queria vir morar na cidade com a Guada. Isso sim me surpreendeu, mas falei que ia ajudar elas a procurar uma casa. Na minha não dava pra ficar mais que um tempinho, porque já contei que curto muito a bagunça e tava sempre com amigos e umas gatinhas em festa.
Na semana seguinte, elas chegaram com a caminhonete lotada de bolsas e malas. No começo até achei engraçado a quantidade de coisa que trouxeram, mas quando vi elas descarregando, deu uma tristeza enorme pelas duas. Mas, por outro lado, iam ficar mais tranquilas do que com o Gerardo por perto.
Se instalaram em casa sem desfazer muito as bolsas, já que iam ficar só uns dias. Eu entrei em campanha com um amigo que tem imobiliária pra arrumar uma casa pra elas.
Devem ter passado uns 15 dias e encontramos uma linda, um pouco afastada do centro, mas bem ampla e com um jardim enorme — realmente muito bonita. Elas adoraram e no dia seguinte já tavam se mudando.
Dali pra frente, a gente se via quase todo dia com a Flor e a Guada, e a relação tinha melhorado pra caramba.
Aí chega uma sexta à tarde e eu já tava planejando o que fazer à noite, pra qual balada ir, qual gatinha chamar, etc., etc., etc., quando o telefone toca e vejo que era o número da Guada. Atendi e ela… pergunto meio assustado o que foi, e a Fer me diz, não se assusta, e começa a rir, nossa, vacilona, você me assustou, certeza que tá tudo bem?
Sim, fica tranquilo! O que acontece é que minha mãe não quer me emprestar a caminhonete para ir à Capital sair com as meninas até eu voltar para a facul (tinha parado momentaneamente por causa da separação da Flor e do Gerardo, até me reorganizar)
Jajajajaja comecei a rir meio aliviado, bom, Flor, se ela falou isso, eu não vou me meter, é sua mãe
Sim, já sei, ela me diz, é que tô com vontade de sair e aqui não conheço ninguém, só você
Nesse instante imaginei que o pedido ia chegar e me adiantei
Bom, eu ainda não organizei nada com a galera, se quiser a gente vai comer alguma coisa e depois tomar umas por aí, nem terminei de falar e ouvi um vaaaaaaiiiii que quase me deixou surdo
Comecei a rir, ela parecia uma criança quando falam que vão levá-la ao parque de diversões
Bom, digo, às 10 passo para te buscar e a gente come alguma coisa
Ela soltou outro vaaaaaaiiiii mas dessa vez afastei o telefone; ok, combinado assim.
Me arrumei como todo fim de semana enquanto tomava um gin tônica, nada especial, mas devo admitir que vesti uma roupa maneira, mas como sempre, peguei o carro e fui para a casa, toquei a campainha e a Flor abriu com cara de poucos amigos
Me olhou de cima a baixo e disse… você não muda mesmo, né! Gasta tudo com roupa e farra! E começou a rir me fazendo entrar
A Guada estava terminando de se arrumar e enquanto isso preparei um fernet (não tinha gin) e digo para a Flor… vou trazer um gin para quando vier te visitar tomar algo que gosto jajajaja rimos os dois, ficamos conversando sobre a separação e as coisas que faltavam trazer até que a Guada apareceu, a Flor continuava falando e eu não a ouvia, não conseguia acreditar em como ela estava linda, minha sobrinha, era impressionante, o cabelo preso com um rabo de cavalo alto, uma camiseta branca dos Ramones cortada que deixava o umbigo à mostra, um jeans que parecia um body paint e uns salto alto que a deixavam muito mais alta, terminei o que restava no copo e saímos, claro, não sem antes ouvir o... cuidado onde você leva ela, Flor. Saímos e a Guada ficou parada como se estivesse procurando o carro, claro, eu tinha trocado de carro há uma semana e ela não sabia, e se surpreendeu quando destravei o alarme da coupé que tinha comprado. Ela me olhou rindo. Já no caminho, ela me diz: tinha razão, mãe, como você se diverte, fiz-me de desentendido e perguntei o que ela estava com vontade de comer. Decidimos ir ao restaurante de um cliente cujas contas eu cuido, um lugar muito bonito e com um público excelente. Liguei para avisar que reservasse uma mesa. Quando chegamos, fomos recebidos pelo Juan, e ele ficou mudo quando viu a Guada. Claro, ele sempre me via com garotas diferentes, mas nunca com uma mulher assim. Aí eu percebi de vez o quanto minha sobrinha estava gostosa. Apresentei-os, mas nunca disse quem a Guada era, e nos sentamos à mesa. Pedimos o jantar e um vinho muito bom que eu conhecia. Jantamos conversando, cada um contando coisas sem muita importância, e partimos para outro vinho. Quando saímos, estávamos os dois meio bêbados e já rindo de besteiras. Fui me despedir do Juan, e me surpreendi quando ele disse... Fer... essa young lady deve ser cara pra caralho! Eu ri, mas não entendi até cair a ficha: ele achou que minha sobrinha tinha cara de puta cara! Nos despedimos e fomos embora. Estávamos chegando numa balada quando me ligaram meus amigos, que estavam lá mesmo. Propus à Guada não contar a eles que ela era minha sobrina, pra ver como reagiriam (as palavras do Juan tinham me deixado pensativo). Como estávamos os dois meio bêbados, rimos e ela topou. Quando entramos, encontrei eles logo de cara, todos já na festa e bêbados, obviamente. Nos cumprimentamos com gritos e abraços de bêbados, e me perguntaram de onde eu vinha. "De jantar com uma amiga", eu disse, e agarrei a Guada pela mão. As caras desses caras eu nunca vou esquecer: ficaram todos mudos, acho que até... A gente ficou doida.
A gente começou a dançar todo mundo e tinha umas amigas também que na hora incorporaram a Guada no grupo, todo mundo se divertindo pra caralho, só champanhe e mais champanhe, os caras não paravam de dar em cima da Guada e ela me olhava e dava risada.
Já lá pras 7:30 da manhã, num estado de loucura total, meu amigo Rodri solta o grito de guerra… todo mundo pra casa do Fer pro after!!!!!! E todos os bêbados explodiram gritando, no grupo tava a Micaela, uma mina que tava me dando mole faz um tempo e acho que a Guada percebeu e quis ir dormir, mas o Rodri disse que não, que continuasse com a gente e ela no final topou.
Chegamos todos na casa e começamos com a música e a continuar bebendo, quem aguentava, alguns foram dormir no quincho pra não escutar a música, eu comecei a dançar com a Mica e do nada a gente tava se pegando, numa olhada pra trás vejo a Guada num sofá se pegando com o Rodri, deu vontade de matar ele! Era minha sobrinha! Mas enfim, a gente nunca tinha contado pra ele kkkkkk
Fomos eu e a Mica pro quarto e ficamos nos beijando até que a tesão mútua fez a gente, sem dizer nada, ela começar a me chupar, ficamos assim um tempo, tirei a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela e acariciar a bunda dela, a gente tava a mil, já ia enfiar nela e ouço a porta abrir, olhei e era a Guada que ficou parada uns segundos tipo surpresa e fechou de novo.
A Mica queria foder a todo custo, mas eu levantei, me vesti e saí pra ver o que tava acontecendo, o Rodrigo tava falando com a Guada num tom alto que não gostei muito e perguntei o que era, e ele quase gritando comigo disse:
Essa mina que me deixa com o pau latejando e depois não quer transar! No final é uma otária!, quase dei um soco nele por falar assim da minha sobrinha, mas olhei pra ela e ela tava rindo, não entendi nada e perguntei pra ela: o que foi?
Nada, ela me disse, esse otário que acha que por ser descolado uma moça não pode dizer que não quer transar com ele, deixa ele Fer, é um cara coitado e ficou rindo sem parar. Aí a Mica saiu do quarto que nem um furacão, com uma cara de bunda enorme e veio pra cima de mim, achei que ia me dar um soco, mas não, passou direto por mim e falou:
Fica com essa mina aí, porque comigo você não me vê mais, otário!
Eu não entendi nada, quase bati no meu amigo, minha sobrinha não parava de rir e a novinha que eu estava comendo tinha me dado um pé na bunda, que merda.
Os outros perceberam a confusão e, típico, começaram a fugir que nem ratos pelos cantos, enfim, ficamos com a Guada tomando o que sobrou e arrumando um pouco até que acabamos morrendo de rir.
Em um momento, enquanto a gente limpava, ela se abaixou pra pegar uma garrafa que estava no chão e me serviu aquele rabão na bandeja, a costura do jeans entrou até a garganta e eu, entre a bebedeira e a tesão, pensei em pegar ali mesmo, não estava no controle, mas com o tanto que ela tinha bebido, também caiu no chão e ficou toda escanchada, morrendo de rir, eu também não aguentei e aquilo me ajudou a baixar a bola e perceber que era a Guada, minha sobrinha.
Sentei no chão com ela e não parávamos de rir até passar a vontade, e eu falei:
Vamos, eu te levo pra casa, senão sua mãe me mata.
Vamos, Fer, ela disse, não vamos deixar a mamãe brava, porque apesar do babaca do Rodrigo, eu me diverti pra caralho e no fim de semana que vem quero sair de novo com vocês.
Levantamos como deu, rindo de novo do quão bêbados estávamos, e eu levei ela, quando chegamos na casa ela falou:
Viu? Eu cumpro minha palavra, não precisava dizer que era sua sobrina e não falei, então se quiser a gente continua nessa brincadeira mais um tempo e, se quiser, no fim de semana que vem eu falo pras meninas virem pra cá, que vocês são uns caras legais e de quebra te apresento alguma, assim você me perdoa por ter cortado sua transa com a Mica, e começou a rir.
Huuuuuuyyyyyy, eu falei, seria foda! Pode falar pra elas virem, assim a gente sai de novo, e eu vejo de te apresentar alguém que não seja tão mala quanto o Rodri.
A gente riu pra caramba. os dois, nos cumprimentamos e eu digo… igual eu venho durante a semana pra bater um papo com vocês com a garrafa de gin hahahaha Enquanto voltava pra casa não saía da minha cabeça a imagem da bunda da Guada e já queria que fosse sexta-feira de novo. CONTINUA…
Tenho uma irmã, Florencia, que é vários anos mais velha que eu, e um irmão ainda mais velho que a Flor, o Juan. Dá pra dizer que caí de paraquedas na família, já que meus pais e meus irmãos já eram bem grandinhos quando eu nasci.
Graças a ter me formado rápido e trabalhado muito, tenho uma situação financeira muito boa, não posso reclamar de nada. Mas mesmo com tudo isso e minha personalidade, nunca consegui, nem quis, largar a farra — saídas a qualquer dia e gastança por todo lado.
Vamos ao que interessa na história. Minha irmã Flor é casada com o Gerardo, um típico empresário que acha que sabe de tudo e que pode tudo. Tem que admitir, o cara é um malandro danado e, às custas de uns negócios que não sei quais, tá fazendo uma fortuna. Eles têm uma única filha, minha sobrinha Guadalupe, de 20 anos. Como já disse, a diferença de idade com minha irmã é grande, então estou mais próximo da Guada do que dela.
Com eles não me dou muito, já que moram na Capital e eu fico a uns 60 km. Mas de vez em quando a gente se vê, mas a verdade é que seria mais seguido se eu não suportasse tanto o Gerardo.
A Guada começou a estudar na faculdade, óbvio, uma particular — o Gerardo não mandaria a princesinha dele pra uma pública. Mas ela sempre foi mais do meu estilo, mais simples, mais do churrasco do que do sushi. Ela é uma escultura viva, e aí reconheço o lado bom do Gerardo: como ele é um cara bonitão e a Flor também não fica atrás… o que poderia esperar da Guada?
Ela deve ter uns 1,75m, mais ou menos. Cabelo castanho claro que, por alguma razão, ela tinge de preto bem escuro, e uns olhos azuis incríveis — puxou do pai. Mas o que mais chama atenção é o corpo que ela tem. Seios mais normais, mas uma bunda que depois eu descobriria ser algo que nunca vi na vida, uma coisa incrível, digna de capa de revista.
Juntando a rebeldia com a vontade de se independer, ela começou a procurar… trampo, óbvio que caíam uns bicos de todos os lados, na maioria das vezes por ela ser tão gostosa, eu também queria uma secretária assim, mas enfim, ela queria outra coisa, algo mais divertido.
Passaram uns meses sem a gente se ver com eles e um dia a Flor me liga chorando, dizendo que queria falar comigo. Claro que fiquei preocupado e queria saber o que tinha acontecido. Ela me perguntou se eu estava em casa, porque tinha vindo pra cidade onde eu moro. Eu disse que sim, e pouco depois ela chegou com os olhos inchados de tanto chorar. Sem dizer nada, me abraçou como nunca e sussurrou no meu ouvido… "O filho da pu… do Gerardo tá me traindo, descobri outro dia". Fiquei surpreso, ou nem tanto, porque dava pra ver que ia rolar — um cara que tava juntando grana a rodo e bonitão… arrumou uma mina.
Ela me disse que ia se separar e que queria vir morar na cidade com a Guada. Isso sim me surpreendeu, mas falei que ia ajudar elas a procurar uma casa. Na minha não dava pra ficar mais que um tempinho, porque já contei que curto muito a bagunça e tava sempre com amigos e umas gatinhas em festa.
Na semana seguinte, elas chegaram com a caminhonete lotada de bolsas e malas. No começo até achei engraçado a quantidade de coisa que trouxeram, mas quando vi elas descarregando, deu uma tristeza enorme pelas duas. Mas, por outro lado, iam ficar mais tranquilas do que com o Gerardo por perto.
Se instalaram em casa sem desfazer muito as bolsas, já que iam ficar só uns dias. Eu entrei em campanha com um amigo que tem imobiliária pra arrumar uma casa pra elas.
Devem ter passado uns 15 dias e encontramos uma linda, um pouco afastada do centro, mas bem ampla e com um jardim enorme — realmente muito bonita. Elas adoraram e no dia seguinte já tavam se mudando.
Dali pra frente, a gente se via quase todo dia com a Flor e a Guada, e a relação tinha melhorado pra caramba.
Aí chega uma sexta à tarde e eu já tava planejando o que fazer à noite, pra qual balada ir, qual gatinha chamar, etc., etc., etc., quando o telefone toca e vejo que era o número da Guada. Atendi e ela… pergunto meio assustado o que foi, e a Fer me diz, não se assusta, e começa a rir, nossa, vacilona, você me assustou, certeza que tá tudo bem?
Sim, fica tranquilo! O que acontece é que minha mãe não quer me emprestar a caminhonete para ir à Capital sair com as meninas até eu voltar para a facul (tinha parado momentaneamente por causa da separação da Flor e do Gerardo, até me reorganizar)
Jajajajaja comecei a rir meio aliviado, bom, Flor, se ela falou isso, eu não vou me meter, é sua mãe
Sim, já sei, ela me diz, é que tô com vontade de sair e aqui não conheço ninguém, só você
Nesse instante imaginei que o pedido ia chegar e me adiantei
Bom, eu ainda não organizei nada com a galera, se quiser a gente vai comer alguma coisa e depois tomar umas por aí, nem terminei de falar e ouvi um vaaaaaaiiiii que quase me deixou surdo
Comecei a rir, ela parecia uma criança quando falam que vão levá-la ao parque de diversões
Bom, digo, às 10 passo para te buscar e a gente come alguma coisa
Ela soltou outro vaaaaaaiiiii mas dessa vez afastei o telefone; ok, combinado assim.
Me arrumei como todo fim de semana enquanto tomava um gin tônica, nada especial, mas devo admitir que vesti uma roupa maneira, mas como sempre, peguei o carro e fui para a casa, toquei a campainha e a Flor abriu com cara de poucos amigos
Me olhou de cima a baixo e disse… você não muda mesmo, né! Gasta tudo com roupa e farra! E começou a rir me fazendo entrar
A Guada estava terminando de se arrumar e enquanto isso preparei um fernet (não tinha gin) e digo para a Flor… vou trazer um gin para quando vier te visitar tomar algo que gosto jajajaja rimos os dois, ficamos conversando sobre a separação e as coisas que faltavam trazer até que a Guada apareceu, a Flor continuava falando e eu não a ouvia, não conseguia acreditar em como ela estava linda, minha sobrinha, era impressionante, o cabelo preso com um rabo de cavalo alto, uma camiseta branca dos Ramones cortada que deixava o umbigo à mostra, um jeans que parecia um body paint e uns salto alto que a deixavam muito mais alta, terminei o que restava no copo e saímos, claro, não sem antes ouvir o... cuidado onde você leva ela, Flor. Saímos e a Guada ficou parada como se estivesse procurando o carro, claro, eu tinha trocado de carro há uma semana e ela não sabia, e se surpreendeu quando destravei o alarme da coupé que tinha comprado. Ela me olhou rindo. Já no caminho, ela me diz: tinha razão, mãe, como você se diverte, fiz-me de desentendido e perguntei o que ela estava com vontade de comer. Decidimos ir ao restaurante de um cliente cujas contas eu cuido, um lugar muito bonito e com um público excelente. Liguei para avisar que reservasse uma mesa. Quando chegamos, fomos recebidos pelo Juan, e ele ficou mudo quando viu a Guada. Claro, ele sempre me via com garotas diferentes, mas nunca com uma mulher assim. Aí eu percebi de vez o quanto minha sobrinha estava gostosa. Apresentei-os, mas nunca disse quem a Guada era, e nos sentamos à mesa. Pedimos o jantar e um vinho muito bom que eu conhecia. Jantamos conversando, cada um contando coisas sem muita importância, e partimos para outro vinho. Quando saímos, estávamos os dois meio bêbados e já rindo de besteiras. Fui me despedir do Juan, e me surpreendi quando ele disse... Fer... essa young lady deve ser cara pra caralho! Eu ri, mas não entendi até cair a ficha: ele achou que minha sobrinha tinha cara de puta cara! Nos despedimos e fomos embora. Estávamos chegando numa balada quando me ligaram meus amigos, que estavam lá mesmo. Propus à Guada não contar a eles que ela era minha sobrina, pra ver como reagiriam (as palavras do Juan tinham me deixado pensativo). Como estávamos os dois meio bêbados, rimos e ela topou. Quando entramos, encontrei eles logo de cara, todos já na festa e bêbados, obviamente. Nos cumprimentamos com gritos e abraços de bêbados, e me perguntaram de onde eu vinha. "De jantar com uma amiga", eu disse, e agarrei a Guada pela mão. As caras desses caras eu nunca vou esquecer: ficaram todos mudos, acho que até... A gente ficou doida.
A gente começou a dançar todo mundo e tinha umas amigas também que na hora incorporaram a Guada no grupo, todo mundo se divertindo pra caralho, só champanhe e mais champanhe, os caras não paravam de dar em cima da Guada e ela me olhava e dava risada.
Já lá pras 7:30 da manhã, num estado de loucura total, meu amigo Rodri solta o grito de guerra… todo mundo pra casa do Fer pro after!!!!!! E todos os bêbados explodiram gritando, no grupo tava a Micaela, uma mina que tava me dando mole faz um tempo e acho que a Guada percebeu e quis ir dormir, mas o Rodri disse que não, que continuasse com a gente e ela no final topou.
Chegamos todos na casa e começamos com a música e a continuar bebendo, quem aguentava, alguns foram dormir no quincho pra não escutar a música, eu comecei a dançar com a Mica e do nada a gente tava se pegando, numa olhada pra trás vejo a Guada num sofá se pegando com o Rodri, deu vontade de matar ele! Era minha sobrinha! Mas enfim, a gente nunca tinha contado pra ele kkkkkk
Fomos eu e a Mica pro quarto e ficamos nos beijando até que a tesão mútua fez a gente, sem dizer nada, ela começar a me chupar, ficamos assim um tempo, tirei a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela e acariciar a bunda dela, a gente tava a mil, já ia enfiar nela e ouço a porta abrir, olhei e era a Guada que ficou parada uns segundos tipo surpresa e fechou de novo.
A Mica queria foder a todo custo, mas eu levantei, me vesti e saí pra ver o que tava acontecendo, o Rodrigo tava falando com a Guada num tom alto que não gostei muito e perguntei o que era, e ele quase gritando comigo disse:
Essa mina que me deixa com o pau latejando e depois não quer transar! No final é uma otária!, quase dei um soco nele por falar assim da minha sobrinha, mas olhei pra ela e ela tava rindo, não entendi nada e perguntei pra ela: o que foi?
Nada, ela me disse, esse otário que acha que por ser descolado uma moça não pode dizer que não quer transar com ele, deixa ele Fer, é um cara coitado e ficou rindo sem parar. Aí a Mica saiu do quarto que nem um furacão, com uma cara de bunda enorme e veio pra cima de mim, achei que ia me dar um soco, mas não, passou direto por mim e falou:
Fica com essa mina aí, porque comigo você não me vê mais, otário!
Eu não entendi nada, quase bati no meu amigo, minha sobrinha não parava de rir e a novinha que eu estava comendo tinha me dado um pé na bunda, que merda.
Os outros perceberam a confusão e, típico, começaram a fugir que nem ratos pelos cantos, enfim, ficamos com a Guada tomando o que sobrou e arrumando um pouco até que acabamos morrendo de rir.
Em um momento, enquanto a gente limpava, ela se abaixou pra pegar uma garrafa que estava no chão e me serviu aquele rabão na bandeja, a costura do jeans entrou até a garganta e eu, entre a bebedeira e a tesão, pensei em pegar ali mesmo, não estava no controle, mas com o tanto que ela tinha bebido, também caiu no chão e ficou toda escanchada, morrendo de rir, eu também não aguentei e aquilo me ajudou a baixar a bola e perceber que era a Guada, minha sobrinha.
Sentei no chão com ela e não parávamos de rir até passar a vontade, e eu falei:
Vamos, eu te levo pra casa, senão sua mãe me mata.
Vamos, Fer, ela disse, não vamos deixar a mamãe brava, porque apesar do babaca do Rodrigo, eu me diverti pra caralho e no fim de semana que vem quero sair de novo com vocês.
Levantamos como deu, rindo de novo do quão bêbados estávamos, e eu levei ela, quando chegamos na casa ela falou:
Viu? Eu cumpro minha palavra, não precisava dizer que era sua sobrina e não falei, então se quiser a gente continua nessa brincadeira mais um tempo e, se quiser, no fim de semana que vem eu falo pras meninas virem pra cá, que vocês são uns caras legais e de quebra te apresento alguma, assim você me perdoa por ter cortado sua transa com a Mica, e começou a rir.
Huuuuuuyyyyyy, eu falei, seria foda! Pode falar pra elas virem, assim a gente sai de novo, e eu vejo de te apresentar alguém que não seja tão mala quanto o Rodri.
A gente riu pra caramba. os dois, nos cumprimentamos e eu digo… igual eu venho durante a semana pra bater um papo com vocês com a garrafa de gin hahahaha Enquanto voltava pra casa não saía da minha cabeça a imagem da bunda da Guada e já queria que fosse sexta-feira de novo. CONTINUA…
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