Uns anos atrás, eu era encarregado numa empresa e tava faltando uma administrativa. A gente era vários funcionários, já tinha testado vários/as funcionários/as e, sinceramente, em um mês ou menos a gente tinha que mandar embora porque não rendiam. Dessa vez, a busca foi mais organizada: a gente chamou os candidatos depois de uma avaliação de currículo e pré-selecionou uma dúzia de candidatas/os. Aí a gente chamou um por um, e com o pessoal da informática eu instruí uma avaliação/prova pra filtrar o melhor possível o futuro funcionário.
Depois de dias de seleção, a gente tinha em vista 3 gatinhas, todas passaram nos testes, e a gente tinha que escolher uma. Mandamos fazer o pré-admissional, e na última reunião o cara da informática me fala: "São as três gostosas, qual a gente pega?" A gente se olhou cúmplice e os dois pensaram a mesma coisa: pegamos a peituda sem pensar duas vezes. A gente caiu na risada. Naquela época a gente era novo, e os dois tinham bastante sorte com as colegas. Já tínhamos várias histórias, e rolava uma competição saudável entre a gente, sem ser competição, mas a gente sempre contava o que fazia dentro da empresa. Então selecionamos a peituda.
A mina, gata, 25 anos, cinturinha fina, e uns peitos de novela, lindos peitos. Além disso, ela sabia que tinha esses peitões e com um decote bem aberto, ela exibia.
Ela começou a trabalhar, eu coloquei ela nas funções dela. No começo, não tinha muita química. Eu naquela época tinha uns 27 anos, casado, me mantinha bem, e um ritmo sexual acima da média.
O pessoal administrativo ganhava roupa de trabalho: calça social, camisa branca, lenço no pescoço e blazer. Com um mês e meio, começaram os dias de primavera, então os lenços voaram e a funcionária nova começou a exibir o decote, uns peitos lindíssimos. Todo mundo ficava louco com aqueles peitos, de vedete, mas naturais, empinados, grandes e lindos.
Os olhares sempre iam pra aqueles peitos.
Ela trabalhava, e o trabalho dela era melhor do que a gente esperava, então tudo Vinha nos trilhos.
Uma vez por dia ela tinha que vir prestar as contas do trabalho, então sentava na minha mesa, de frente pra mim, e a gente fazia o serviço. Aos poucos, conversando, a relação foi ficando mais amigável. Naquela época, ela tava junto com um carinha.
Com o passar dos dias, fui me soltando e comecei, aos poucos, a falar umas coisinhas pra ela, umas gracinhas que ela aceitava com um sorriso, até que o tom subiu. Era normal a gente se reunir com mais colegas aos sábados, e junto com outro colega meu, a gente aumentava a aposta e puxava papo de sexo entre os colegas. Tinha sábado que o clima pedia, então a gente arrancava mais info de cada uma das gostosas, e entre risadas, levava o jogo pra outro nível, mas não passava daquilo, só conversas quentes entre colegas.
Chegando no terceiro mês, a mina começou a perguntar se a gente ia ficar, se gostava do trabalho dela, e se ela ia ser efetivada. A gente disse que sim, sem problema.
Quando recebeu a notícia, foi como se ela tivesse se soltado mais, e aí chegou minha perdição.
As reuniões diárias de trabalho vinham acompanhadas de conversas e brincadeiras mais picantes.
Ela tava junto, o cara vinha buscá-la todo dia, então eu não aspirava a nada além de olhar bem pros peitos dela todo santo dia.
Numa sexta, já no fim do expediente, todo mundo foi embora, ficamos só eu e ela fechando o dia, e o machinho esperando no carro lá fora. Terminando o serviço, e não sei por que, soltei:
— Que inveja, agora esses peitos lindos vão embora com o cara lá fora, não é justo — e olhei pra ela.
Ela sorri e não diz nada. Daí a pouco, ela fala: “Hoje vai ter um churrasco na chácara do fulano, eu vou, você vai, né?”
— Respondi: “Se eu soubesse que depois do churrasco eu podia passar a noite com você, eu iria, mas...”
Ela não respondeu nada, e a gente seguiu com o que tava fazendo. Já terminado o trabalho, ela se levanta, e eu acompanho ela até a saída pra abrir a porta que tava trancada.
Ela chega na porta, para, vira, se aproxima e fala: “Tanto vai o pote à fonte...” Quem canta na fonte, quebra ela" — não terminei de dizer isso e já parti a boca dela com um beijo, um beijo bem quente, mas sem futuro. Depois do beijo, ela me fala:
"Vai pro churrasco, eu vou a pé, mas vai, assim depois você me leva pra casa." Me deu outro beijo e foi embora com o machinho dela.
Coincidiu que naquele fim de semana minha mulher não estava, tinha viajado, então eu tava sozinho.
Fui pro churrasco à noite, compartilhamos um jantar gostoso, só trocamos olhares safados com ela. Passada a meia-noite, levanto e falo: "Pessoal, vou me retirar, amanhã sou eu quem abre a empresa, então me desculpem." Mal terminei de falar e escuto ela:
"Você me faria o favor de me deixar em casa?"
Era ela, me pedindo carona. Saímos como numa corrida e fomos direto pra um hotel que conheço. Nem conversamos no caminho. Entramos no quarto e um tsunami se soltou. Minha vontade de comer ela era igual à que ela tinha. Começamos com uns beijos quentes, enquanto ela tirava minha camisa, eu despia ela sem parar de nos beijar. Num momento, parados na beira da cama, eu de cueca e ela de tanguinha e sutiã, ela me empurrou pra trás e montou em mim. Quando a tenho por cima, solto o sutiã dela e, ao tirar, vejo pela primeira vez ao vivo aqueles peitos grandes, duros, empinados — tirar o sutiã não fez eles caírem um centímetro. Foi como dar um choque de eletricidade no meu pau. Comecei a chupar aqueles peitos lindos, a mina se arqueava, começou a gozar só de eu chupá-los. Com meu nível de excitação, abaixei a cueca, puxei a tanguinha dela pra o lado, encaixei a cabeça do meu pau naquela buceta toda depiladinha e molhada, e meti de uma vez só. Precisava meter tudo, não tinha outra alternativa. Quando meto, com só duas estocadas, vejo ela gozar num orgasmo divino. Ela gritava: "Devagar, devagar." Hesitei, fiquei imóvel ouvindo o que ela pedia, mas vi que ela se esfregava no meu pau. Ela só dizia: "Devagar, cachorro, devagar, cachorro." Foi o suficiente pra comecei a meter sem parar, ela já tava muito excitada, mas comecei a ver que ela tinha um orgasmo atrás do outro, foi aí que percebi que ela era multiorgásmica. fiquei tão tesudo que agarrei ela forte pela cintura, levantei com os braços e empurrava ela de volta até enfiar a pica inteira dentro. foram umas dez dessas metidas e senti minha pica explodir dentro dela, enquanto ela apertava minha pica com os lábios da buceta bem na hora que explodia num novo orgasmo.
ela deitou do meu lado, eu tava com a respiração a mil, a gente ria, tinha sido um incêndio de proporções o que a gente passou, foi um furacão. a gente relaxou um pouco e continuou transando a noite toda. eu gozei mais três vezes, ela, nem ideia, era um orgasmo atrás do outro e isso me tirava do sério...
a gente continuou sendo amantes por muitos anos, outro dia conto outro encontro.
Depois de dias de seleção, a gente tinha em vista 3 gatinhas, todas passaram nos testes, e a gente tinha que escolher uma. Mandamos fazer o pré-admissional, e na última reunião o cara da informática me fala: "São as três gostosas, qual a gente pega?" A gente se olhou cúmplice e os dois pensaram a mesma coisa: pegamos a peituda sem pensar duas vezes. A gente caiu na risada. Naquela época a gente era novo, e os dois tinham bastante sorte com as colegas. Já tínhamos várias histórias, e rolava uma competição saudável entre a gente, sem ser competição, mas a gente sempre contava o que fazia dentro da empresa. Então selecionamos a peituda.
A mina, gata, 25 anos, cinturinha fina, e uns peitos de novela, lindos peitos. Além disso, ela sabia que tinha esses peitões e com um decote bem aberto, ela exibia.
Ela começou a trabalhar, eu coloquei ela nas funções dela. No começo, não tinha muita química. Eu naquela época tinha uns 27 anos, casado, me mantinha bem, e um ritmo sexual acima da média.
O pessoal administrativo ganhava roupa de trabalho: calça social, camisa branca, lenço no pescoço e blazer. Com um mês e meio, começaram os dias de primavera, então os lenços voaram e a funcionária nova começou a exibir o decote, uns peitos lindíssimos. Todo mundo ficava louco com aqueles peitos, de vedete, mas naturais, empinados, grandes e lindos.
Os olhares sempre iam pra aqueles peitos.
Ela trabalhava, e o trabalho dela era melhor do que a gente esperava, então tudo Vinha nos trilhos.
Uma vez por dia ela tinha que vir prestar as contas do trabalho, então sentava na minha mesa, de frente pra mim, e a gente fazia o serviço. Aos poucos, conversando, a relação foi ficando mais amigável. Naquela época, ela tava junto com um carinha.
Com o passar dos dias, fui me soltando e comecei, aos poucos, a falar umas coisinhas pra ela, umas gracinhas que ela aceitava com um sorriso, até que o tom subiu. Era normal a gente se reunir com mais colegas aos sábados, e junto com outro colega meu, a gente aumentava a aposta e puxava papo de sexo entre os colegas. Tinha sábado que o clima pedia, então a gente arrancava mais info de cada uma das gostosas, e entre risadas, levava o jogo pra outro nível, mas não passava daquilo, só conversas quentes entre colegas.
Chegando no terceiro mês, a mina começou a perguntar se a gente ia ficar, se gostava do trabalho dela, e se ela ia ser efetivada. A gente disse que sim, sem problema.
Quando recebeu a notícia, foi como se ela tivesse se soltado mais, e aí chegou minha perdição.
As reuniões diárias de trabalho vinham acompanhadas de conversas e brincadeiras mais picantes.
Ela tava junto, o cara vinha buscá-la todo dia, então eu não aspirava a nada além de olhar bem pros peitos dela todo santo dia.
Numa sexta, já no fim do expediente, todo mundo foi embora, ficamos só eu e ela fechando o dia, e o machinho esperando no carro lá fora. Terminando o serviço, e não sei por que, soltei:
— Que inveja, agora esses peitos lindos vão embora com o cara lá fora, não é justo — e olhei pra ela.
Ela sorri e não diz nada. Daí a pouco, ela fala: “Hoje vai ter um churrasco na chácara do fulano, eu vou, você vai, né?”
— Respondi: “Se eu soubesse que depois do churrasco eu podia passar a noite com você, eu iria, mas...”
Ela não respondeu nada, e a gente seguiu com o que tava fazendo. Já terminado o trabalho, ela se levanta, e eu acompanho ela até a saída pra abrir a porta que tava trancada.
Ela chega na porta, para, vira, se aproxima e fala: “Tanto vai o pote à fonte...” Quem canta na fonte, quebra ela" — não terminei de dizer isso e já parti a boca dela com um beijo, um beijo bem quente, mas sem futuro. Depois do beijo, ela me fala:
"Vai pro churrasco, eu vou a pé, mas vai, assim depois você me leva pra casa." Me deu outro beijo e foi embora com o machinho dela.
Coincidiu que naquele fim de semana minha mulher não estava, tinha viajado, então eu tava sozinho.
Fui pro churrasco à noite, compartilhamos um jantar gostoso, só trocamos olhares safados com ela. Passada a meia-noite, levanto e falo: "Pessoal, vou me retirar, amanhã sou eu quem abre a empresa, então me desculpem." Mal terminei de falar e escuto ela:
"Você me faria o favor de me deixar em casa?"
Era ela, me pedindo carona. Saímos como numa corrida e fomos direto pra um hotel que conheço. Nem conversamos no caminho. Entramos no quarto e um tsunami se soltou. Minha vontade de comer ela era igual à que ela tinha. Começamos com uns beijos quentes, enquanto ela tirava minha camisa, eu despia ela sem parar de nos beijar. Num momento, parados na beira da cama, eu de cueca e ela de tanguinha e sutiã, ela me empurrou pra trás e montou em mim. Quando a tenho por cima, solto o sutiã dela e, ao tirar, vejo pela primeira vez ao vivo aqueles peitos grandes, duros, empinados — tirar o sutiã não fez eles caírem um centímetro. Foi como dar um choque de eletricidade no meu pau. Comecei a chupar aqueles peitos lindos, a mina se arqueava, começou a gozar só de eu chupá-los. Com meu nível de excitação, abaixei a cueca, puxei a tanguinha dela pra o lado, encaixei a cabeça do meu pau naquela buceta toda depiladinha e molhada, e meti de uma vez só. Precisava meter tudo, não tinha outra alternativa. Quando meto, com só duas estocadas, vejo ela gozar num orgasmo divino. Ela gritava: "Devagar, devagar." Hesitei, fiquei imóvel ouvindo o que ela pedia, mas vi que ela se esfregava no meu pau. Ela só dizia: "Devagar, cachorro, devagar, cachorro." Foi o suficiente pra comecei a meter sem parar, ela já tava muito excitada, mas comecei a ver que ela tinha um orgasmo atrás do outro, foi aí que percebi que ela era multiorgásmica. fiquei tão tesudo que agarrei ela forte pela cintura, levantei com os braços e empurrava ela de volta até enfiar a pica inteira dentro. foram umas dez dessas metidas e senti minha pica explodir dentro dela, enquanto ela apertava minha pica com os lábios da buceta bem na hora que explodia num novo orgasmo.
ela deitou do meu lado, eu tava com a respiração a mil, a gente ria, tinha sido um incêndio de proporções o que a gente passou, foi um furacão. a gente relaxou um pouco e continuou transando a noite toda. eu gozei mais três vezes, ela, nem ideia, era um orgasmo atrás do outro e isso me tirava do sério...
a gente continuou sendo amantes por muitos anos, outro dia conto outro encontro.
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