Quando conheci a Celeste, ela morava fora do país, era casada, ou melhor, morava junto com um cara. Tinha vindo visitar a família.
A conexão foi imediata, não era nada muito intenso, mas a gente tinha feeling. Ela era uma mulher mais velha, dois anos, com duas filhas lindas, e com um perfil meio estranho, diria que até hoje não consigo descobrir ou conhecê-la 100%.
Enfim, o jeito dela contrastava com o da minha namorada na época, era mais liberada, mais mente aberta, mas bancava a durona, a difícil, e isso, de certa forma, me dava vontade de dar uns socos nela... haha!!
Um dia fiquei sabendo que ela brigou com o marido lá fora e voltou a morar na Argentina, na casa da mãe. Depois de um tempo, procurando trabalho, conseguiu e começou a trabalhar na região de Belgrano.
Enfim, briguei com minha namorada e por muito tempo não tive mais contato com a Celeste. Um dia, saí de uma reunião, estava indo a pé pro meu carro e a vi, do outro lado da avenida, andando sozinha. Imagino que estava indo pro trabalho. Fiquei olhando e pensei: "Uhhhh, olha a Celeste... há quanto tempo não vejo ela... o que será que fez?! Operou os peitos... não tinha esses balões antes..."
Continuei andando pensando naqueles peitos e por instinto peguei o celular, mensagem de texto, torcendo pra ela ainda ter o mesmo número, escrevi: "Oi, chep, as novas pneus ficaram muito boas..."
Na hora ela respondeu perguntando por onde eu andava, que tinha me visto, além de um "haha obrigada pelo elogio" e essas coisas... eu respondi... com um simples: "Chep, quando a gente se encontra pra tomar um copo de água com gás..."
A resposta dela veio um tempinho depois... com um "quando quiser... a gente marca".
Passaram os dias, continuei com minha vida, mas sem esquecer da Celeste. Uma quarta-feira mandei um texto dizendo: "Fiz umas besteiras pra tarde, vem...?? Tô te esperando" e ela respondeu que naquele dia não dava, que podia na quinta... Claro que eu disse que sim.
Na quinta trabalhei até o meio-dia, voltei pra casa, limpei bem a fundo, organizei e Fritei mais 2 pavesas. Preparei cerveja, vinho, chá, café, refrigerantes... todo um arsenal de bebidas por precaução...
Ela chegou pontual, estava calor, desci, ela estava muito gata. Uma calça jeans, sapatos de salto e uma camiseta básica escura, não lembro a cor, claro que a primeira coisa que olhei foram os peitos para confirmar se eram novos e sim... eram novos.
Celeste não é uma gostosinha, tem um bom físico mas a cara deixa a desejar, infelizmente puxou à mãe. Tem olhos bonitos, muito bonitos, que são realçados pelo castanho escuro do cabelo, mas o nariz de boxeadora acaba com ela... hahaha
Nos cumprimentamos com um beijo e um abraço forte e desde o primeiro minuto já estávamos pondo o papo em dia, conversa, cerveja porque estava calor, minha vida, meu trabalho, minhas coisas, sobre esportes, sobre as gostosas, sobre a cidade, sobre isso e aquilo. Ela: as filhas, a mãe, a irmã, o trabalho, os ficantes, os caras... e etc, etc, etc...
Claro que não parava de olhar para ela o tempo todo, seus olhos, seus peitos. Alguma indireta pra cá, uma investida pra lá... ela fingia que não tava ligando, ria mas de forma cúmplice... entendia o jogo... sabia que se vinha pra minha casa corria o risco de eu mandar ver com todo o arsenal à minha disposição. Celeste sempre fingiu ser desligada, mas longe de ser. Uma gata que conhecia a forma de ser dos homens. Sabe que somos básicos...
Quando percebi já eram 8 da noite... ela me diz... "chega, preciso ir..." eu falei... "já vai??!!"..."sim, moço... tenho compromissos"
Ela me ajudou a levantar, arrumar. Comecei a guardar coisas na geladeira, quando me levanto e viro e estava ela parada ali atrás de mim com coisas na mão para me dar para eu continuar guardando. Foi um instante, um segundo, um momento... meu cérebro avaliou tudo em nanossegundos: ela parada, seus peitos, suas mãos ocupadas, seus olhos verdes me encarando, aquela boca..., e pummmm eu estampei um beijo nela...
Longe de me xingar, se afastar, me empurrar... ela retribuiu o beijo... colocou as coisas na mesa, e começamos a nos apertar... Me apoiei contra a mesa, e com minhas mãos agarrei sua bunda bem por baixo para que, enquanto ela apertava, eu a empurrasse contra meu pau que já estava duro como concreto para que ela sentisse. Ela agarrou meu rosto e literalmente devorou minha boca. Sua língua percorria toda a minha boca, a minha percorria a dela.
Comecei a tocar seus peitos, é claro, apertava, apalpava... devorava ela toda.
Ela disse: "Não tenho muito tempo hoje... na próxima vai ser melhor" e, dizendo isso, abaixou o zíper da minha calça jeans... ajoelhou-se, puxou meu pau para fora, me olhou "é o que tem por hoje... tá bom pra você?"
Eu, feito um idiota parado, só ficava olhando para ela, atordoado... e balbuciei "mmm sim, sim, sim, mmme parece bom"
E ela enfiou meu pau na boca. Começou a chupar melhor do que eu jamais sonhei, imaginei ou me masturbei pensando.
Ela agarrava bem na base, enfiava na boca e me punhetava quando tirava. Me molhava bem. Saliva pra todo lado... me punhetava e me olhava. Tocava minha cabeça com a mão e me fazia ver estrelas.
Me olhava nos olhos e dizia: "eeeeee, você gosta...? Tava com vontade que eu chupasse seu pau, não é, safado?"
"Ssim, ssim, eu tava morrendo de vontade, você é foda"... ela chupava e chupava, sugava meu pau. Não tenho como explicar uma coisa dessas. Como sempre digo, é mentira que todas as mulheres gostam de chupar paus e é mais mentira ainda que sabem fazer. Muito poucas sabem fazer bem. Celeste... sabia, sem dúvida...
Me saiu de dentro: "vejo que nas suas viagens pela América você aprendeu a chupar, hein" Longe de se ofender, ela sorriu e deu uma risada...
Chupou, chupou e chupou, até que eu disse: "gata... vou gozar e acho que muito", ela respondeu: "vai, o que tá esperando, filho da puta..."
E aí, com meu pau enfiado na boca dela, ela chupou mais um pouco... mas principalmente punhetou forte e eu gozei... 1 jato, 2 jatos fortes e o resto... Ela me olhava sem se afastar, me olhava e gostava... dava pra ver que ela gosta... me punhetou até tirar o último resto.
Pela primeira vez na minha vida, minhas pernas fraquejaram, eu... ela foi sumindo... ele continuou batendo uma com força, mas mais devagar... até que tirou da boca, me olhou e engoliu tudo.
aiiiiiii meu deus... não dava pra acreditar... uma puta de filme ali, comigo... o máximo do máximo...
Ele se levantou, me olhou, me deu um beijinho e foi ao banheiro. Fechou a porta, ficou um tempinho. Saiu e me disse "bem, negri, vou indo, me abre??"
Não tinha muito o que dizer... "sim, vamos. pego as chaves, espera..."
Descemos pelo elevador sem dizer palavras, só nos olhando e rindo... saímos para o hall... me abraçou, me deu um beijo e disse "semana que vem, venho jantar, quer?! e fico pra dormir". "claro... sem dúvida... cozinho melhor"
E foi embora, não deixou levar ela, nem pagar um táxi, nem nada...
A conexão foi imediata, não era nada muito intenso, mas a gente tinha feeling. Ela era uma mulher mais velha, dois anos, com duas filhas lindas, e com um perfil meio estranho, diria que até hoje não consigo descobrir ou conhecê-la 100%.
Enfim, o jeito dela contrastava com o da minha namorada na época, era mais liberada, mais mente aberta, mas bancava a durona, a difícil, e isso, de certa forma, me dava vontade de dar uns socos nela... haha!!
Um dia fiquei sabendo que ela brigou com o marido lá fora e voltou a morar na Argentina, na casa da mãe. Depois de um tempo, procurando trabalho, conseguiu e começou a trabalhar na região de Belgrano.
Enfim, briguei com minha namorada e por muito tempo não tive mais contato com a Celeste. Um dia, saí de uma reunião, estava indo a pé pro meu carro e a vi, do outro lado da avenida, andando sozinha. Imagino que estava indo pro trabalho. Fiquei olhando e pensei: "Uhhhh, olha a Celeste... há quanto tempo não vejo ela... o que será que fez?! Operou os peitos... não tinha esses balões antes..."
Continuei andando pensando naqueles peitos e por instinto peguei o celular, mensagem de texto, torcendo pra ela ainda ter o mesmo número, escrevi: "Oi, chep, as novas pneus ficaram muito boas..."
Na hora ela respondeu perguntando por onde eu andava, que tinha me visto, além de um "haha obrigada pelo elogio" e essas coisas... eu respondi... com um simples: "Chep, quando a gente se encontra pra tomar um copo de água com gás..."
A resposta dela veio um tempinho depois... com um "quando quiser... a gente marca".
Passaram os dias, continuei com minha vida, mas sem esquecer da Celeste. Uma quarta-feira mandei um texto dizendo: "Fiz umas besteiras pra tarde, vem...?? Tô te esperando" e ela respondeu que naquele dia não dava, que podia na quinta... Claro que eu disse que sim.
Na quinta trabalhei até o meio-dia, voltei pra casa, limpei bem a fundo, organizei e Fritei mais 2 pavesas. Preparei cerveja, vinho, chá, café, refrigerantes... todo um arsenal de bebidas por precaução...
Ela chegou pontual, estava calor, desci, ela estava muito gata. Uma calça jeans, sapatos de salto e uma camiseta básica escura, não lembro a cor, claro que a primeira coisa que olhei foram os peitos para confirmar se eram novos e sim... eram novos.
Celeste não é uma gostosinha, tem um bom físico mas a cara deixa a desejar, infelizmente puxou à mãe. Tem olhos bonitos, muito bonitos, que são realçados pelo castanho escuro do cabelo, mas o nariz de boxeadora acaba com ela... hahaha
Nos cumprimentamos com um beijo e um abraço forte e desde o primeiro minuto já estávamos pondo o papo em dia, conversa, cerveja porque estava calor, minha vida, meu trabalho, minhas coisas, sobre esportes, sobre as gostosas, sobre a cidade, sobre isso e aquilo. Ela: as filhas, a mãe, a irmã, o trabalho, os ficantes, os caras... e etc, etc, etc...
Claro que não parava de olhar para ela o tempo todo, seus olhos, seus peitos. Alguma indireta pra cá, uma investida pra lá... ela fingia que não tava ligando, ria mas de forma cúmplice... entendia o jogo... sabia que se vinha pra minha casa corria o risco de eu mandar ver com todo o arsenal à minha disposição. Celeste sempre fingiu ser desligada, mas longe de ser. Uma gata que conhecia a forma de ser dos homens. Sabe que somos básicos...
Quando percebi já eram 8 da noite... ela me diz... "chega, preciso ir..." eu falei... "já vai??!!"..."sim, moço... tenho compromissos"
Ela me ajudou a levantar, arrumar. Comecei a guardar coisas na geladeira, quando me levanto e viro e estava ela parada ali atrás de mim com coisas na mão para me dar para eu continuar guardando. Foi um instante, um segundo, um momento... meu cérebro avaliou tudo em nanossegundos: ela parada, seus peitos, suas mãos ocupadas, seus olhos verdes me encarando, aquela boca..., e pummmm eu estampei um beijo nela...
Longe de me xingar, se afastar, me empurrar... ela retribuiu o beijo... colocou as coisas na mesa, e começamos a nos apertar... Me apoiei contra a mesa, e com minhas mãos agarrei sua bunda bem por baixo para que, enquanto ela apertava, eu a empurrasse contra meu pau que já estava duro como concreto para que ela sentisse. Ela agarrou meu rosto e literalmente devorou minha boca. Sua língua percorria toda a minha boca, a minha percorria a dela.
Comecei a tocar seus peitos, é claro, apertava, apalpava... devorava ela toda.
Ela disse: "Não tenho muito tempo hoje... na próxima vai ser melhor" e, dizendo isso, abaixou o zíper da minha calça jeans... ajoelhou-se, puxou meu pau para fora, me olhou "é o que tem por hoje... tá bom pra você?"
Eu, feito um idiota parado, só ficava olhando para ela, atordoado... e balbuciei "mmm sim, sim, sim, mmme parece bom"
E ela enfiou meu pau na boca. Começou a chupar melhor do que eu jamais sonhei, imaginei ou me masturbei pensando.
Ela agarrava bem na base, enfiava na boca e me punhetava quando tirava. Me molhava bem. Saliva pra todo lado... me punhetava e me olhava. Tocava minha cabeça com a mão e me fazia ver estrelas.
Me olhava nos olhos e dizia: "eeeeee, você gosta...? Tava com vontade que eu chupasse seu pau, não é, safado?"
"Ssim, ssim, eu tava morrendo de vontade, você é foda"... ela chupava e chupava, sugava meu pau. Não tenho como explicar uma coisa dessas. Como sempre digo, é mentira que todas as mulheres gostam de chupar paus e é mais mentira ainda que sabem fazer. Muito poucas sabem fazer bem. Celeste... sabia, sem dúvida...
Me saiu de dentro: "vejo que nas suas viagens pela América você aprendeu a chupar, hein" Longe de se ofender, ela sorriu e deu uma risada...
Chupou, chupou e chupou, até que eu disse: "gata... vou gozar e acho que muito", ela respondeu: "vai, o que tá esperando, filho da puta..."
E aí, com meu pau enfiado na boca dela, ela chupou mais um pouco... mas principalmente punhetou forte e eu gozei... 1 jato, 2 jatos fortes e o resto... Ela me olhava sem se afastar, me olhava e gostava... dava pra ver que ela gosta... me punhetou até tirar o último resto.
Pela primeira vez na minha vida, minhas pernas fraquejaram, eu... ela foi sumindo... ele continuou batendo uma com força, mas mais devagar... até que tirou da boca, me olhou e engoliu tudo.
aiiiiiii meu deus... não dava pra acreditar... uma puta de filme ali, comigo... o máximo do máximo...
Ele se levantou, me olhou, me deu um beijinho e foi ao banheiro. Fechou a porta, ficou um tempinho. Saiu e me disse "bem, negri, vou indo, me abre??"
Não tinha muito o que dizer... "sim, vamos. pego as chaves, espera..."
Descemos pelo elevador sem dizer palavras, só nos olhando e rindo... saímos para o hall... me abraçou, me deu um beijo e disse "semana que vem, venho jantar, quer?! e fico pra dormir". "claro... sem dúvida... cozinho melhor"
E foi embora, não deixou levar ela, nem pagar um táxi, nem nada...
5 comentários - Minha ex-cunhada gostosa