Na vida secreta que dorme nas memórias,
essas que a gente acha que apaga com um clique pra sempre,
sobrevivem lembranças de sexo e fogo...É inacreditável o que aconteceu comigo não faz muito tempo. Ainda tô incrédulo, não esperava nem planejei, tudo foi rolando de um jeito que eu diria quase natural.
Uma daquelas histórias que, quando você lê, pensa que tão te enrolando, que é pura zoeira, que uma coisa assim nunca acontece. Mas acontece.
E eu ainda tô confuso pra caralho. Tudo começou com um pedido inocente. Minha sobrinha me trouxe um cartão de memória de uma câmera pra eu baixar as fotos. Foi assim que começaram os fatos que vou contar.
Ficou tarde, chamei um remix pra ela e decidimos que eu baixaria todas as fotos e gravaria num CD, e ela passaria pra pegar durante a semana. Naquela madrugada, entediado, tava navegando na web quando vi o cartão SD ali em cima da mesa, e na hora lembrei de um programinha que tinha baixado há um tempo, que permite recuperar fotos de um cartão de memória (até as apagadas).
De puro fofoqueiro, com aquela tentação voyeur de bisbilhotar um pouco mais, falei: "Por que não?" e coloquei o cartão no leitor, e este na porta USB. Abri o programa e deixei ele trabalhar. Queria ver se, de repente, tinha fotos do bocó do meu cunhado de férias e dar umas risadas, já que ele tem vergonha da barriga e na praia fica de camiseta o dia inteiro.
Depois de uns 20 minutos, a varredura dos arquivos terminou e fui pra pasta que continha as imagens. Recuperou mais de 400 fotos, as cinquenta e tantas que ela calculou do aniversário e um vídeo.
Comecei a olhar e logo meu coração disparou. Não eram as férias do meu cunhado nem de longe. Não dava pra acreditar.
Dezenas de imagens com conteúdo sexual, minha sobrinha em todas elas, minha sobrinha! Pelada, transando nas posições e cenários mais variados, feito uma atriz pornô. Logo notei o toque artístico em cada imagem, sensuais, lindas, eróticas. Mas porno mesmo, porra!!!
Fiquei duro na hora, óbvio, mas não conseguia sair do choque, daquele estado de total surpresa, porque não acreditava no que tava vendo. contemplando.
Embora a "menina" já tivesse idade pra ficar passando o dia inteiro se cuidando, o que eu nunca imaginei foi vê-la assim, se acabando na cama, nos tapetes, na cozinha, numa escada, nos sofás da sala... mas com MULHERES!!!
Nunca teria nem suspeitado disso. Ali estava a intimidade da minha sobrinha, o véu que a escondia tinha sido rasgado.
Na vida secreta que dorme nas memórias, aquelas que a gente acha que apaga com um clique pra sempre, sobreviviam lembranças de sexo e fogo.
Minha sobrinha se chama Mariana, tem 24 anos, um corpo não muito cuidado, porque não curte atividade física, umas tetinhas mais pra pequenas e uma bunda nota 6, nada de rabo empinado, uma bunda mole, grandona, daquelas que de legging faz qualquer cara babar (inclusive eu), mas que sem o suporte da lycra, inevitavelmente caem, vítimas da lei implacável da gravidade.
Pra piorar, já dava pra ver uns sinais de celulite começando. Não é que eu tenha estudado muito, viu. Hehehe. Eu olhava a bunda dela toda vez que tinha chance, praticamente devorava ela com os olhos.
Mas o que sempre mais me atraiu nela é a boca. Uma boquinha bem carnuda, bem grande, com aqueles lábios grossos e sensuais. Minto se disser que nunca fantasiei com um boquete daquela boquinha...
Mas tudo ficava no campo da fantasia. Fantasia incestuosa, mas não passava disso. Como qualquer cara comum, com uma libido nos padrões normais, toda gostosa com quem a gente tem relação de trabalho, família, casual, etc., a gente tende a imaginar as coisas que faria com ela na cama.
Deixar a imaginação voar na melhor parte da anatomia dela, sejam peitos, bunda, boca, aquela xota de lábios carnudos, etc.
Sempre nos demos muito bem com a garota, fui confidente dela mais de uma vez, dei uma mão nas vezes que, sem o pai saber, ela veio me pedir uma grana.
Comigo ela conversava sobre muitas coisas com confiança, porque eu sempre mantive nossas conversas na mais estrita confidencialidade, nem com minha esposa eu falava delas.
Compartilhávamos o gosto pela fotografia (daí os detalhes nas fotos dela, onde dava pra ver a mão de alguém experiente), pelo cinema e pela leitura, então ele vinha direto em casa trocar livros, bater papo sobre algum lançamento ou chamar a gente (eu e minha mulher) pra ir ao cinema.
Como eu disse, mentiria se falasse que nunca olhei pra ela como mulher. Ela me deixava duro mais de uma vez quando me abraçava ou massageava meus ombros enquanto eu procurava algo no computador ou preparava uma compilação de música. O perfume dela, a vozinha, aquela boca (ufffff!) que me sorria inocente... Ai, ai, ai!!!
Tinha que me fazer de otário pra esconder as ereções monstruosas que ela provocava em mim. E quando ela vinha com aquelas calcinhas pretas...
Bom, eu passava a visita inteira com a ponta da pica babando. Mas sempre tive claro que aquilo não passaria de um desejo, pertencia ao terreno do impossível e impensável.
Agora estava ali, na frente da tela do computador que me mostrava a Mariana fazendo um 69 com uma ruiva, lambendo a buceta de uma morena de peitões, com quem ela se beijava de língua e comia as vaginas em outras fotos. Vi ela deitada de bruços no sofá com uma garota que, abrindo as nádegas dela, chupava o cu dela...
Eu pegava fogo só de olhar. As fotos revelavam o lado mais selvagem dela. E pô! Ela tava na idade, com os hormônios numa montanha-russa e com um tesão danado. Revirei as imagens várias vezes.
Ela brincava com as luzes e as sombras, em muitas dava pra ver crepúsculos e amanheceres entrando pela janela, banhando os corpos nus com uma luminosidade delicada.
Minha "sobrinha" (assim que chamo carinhosamente) em primeiro plano, com a língua enterrada numa buceta, outras fotos onde chupavam os peitinhos dela, fazendo tesoura, esfregando as conchas com uma loira deliciosa, lambendo os dedos dos pés de uma japonesa em... outra...
Um verdadeiro festival para os olhos.
Baixei o volume do PC e coloquei o vídeo.
Ufff!!! Uma loucura!
Maru estava pelada, de bruços entre as pernas de outra gostosa, que mostrava os peitos e a monte de Vênus sem depilar, com uma mata abundante de pelo preto formando o triângulo do desejo.
Estavam na cama dos velhos da Mariana, meus cunhados!
Na hora reconheci a Lucía, uma colega de faculdade que veio em casa umas duas vezes, agora gemendo de prazer e esfregando um mamilo com a mão livre.
Mal dava pra ver os olhos e a franja da minha sobrinha, porque ela tinha a cara enfiada na buceta da Lu.
A câmera tremia nas mãos da morena enquanto recebia sexo oral.
-Assim amorrr!!! Assim!!! - Ela implorava pra minha sobrina, que a punhetava e chupava ao mesmo tempo.
Maru levantou o olhar, agora estava em primeiro plano, com a língua escorrendo fluidos e saliva.
Tinha aquele olhar safado que instintivamente me fez acariciar a pica, que transbordava o elástico da cueca, lutando pra ser liberada.
Abaixei o zíper, ajustei o membro tirando pela abertura do tecido da roupa íntima e comecei a bater uma enquanto via a Mariana fodendo.
-Tá gostando, putinha? - Perguntou olhando pra câmera.
-Siiim, meu amor, tô gostando!!! Sou sua putinha, bebê!!! - Gritou Lucía.
A mão dela enroscada nos cabelos de Maru a empurrou de volta pro sexo.
Elas se filmavam uma à outra, passando a câmera.
Dava pra ouvir bem clarinho os chupões, entre os gemidos e gritinhos de Lucía. Minha sobrina a dedilhava enquanto chupava o cuzinho. O braço dela ia e vinha com força, se enterrando uma e outra vez entre aquelas pernas.
-Siiim!!! Siiim!!! Assim, meu amorrrr!!! - Gritou a morena.
Maru arrancou a câmera dela e abriu bem as pernas, pra mostrar como a punhetava.
De vez em quando descia pra dar lambidas no clitóris, e tentava focar a cara de prazer da parceira, que se contorcia arranhando os lençóis.
-Vou te... comer a bunda, bebê! — anunciou Marian.
Em seguida, dava pra ver como ele não só abriu mais as pernas da mina dele, mas também, separando as nádegas dela, deixou à mostra o buraco marrom da bunda dela, no qual começou a dar uma lambida bem dada no início, pra depois enfiar um dedo babado, que alternou com a língua.
Nessa altura, minha punheta já tava a todo vapor, a pica já tava revoltada, cheia de veia e dura. Eu molhava ela cuspindo na mão e passando do tronco até a cabeça.
— Hmmm, Maru! Como eu queria que você chupasse assim minha pica, garota! — pensava eu, totalmente solto, bêbado de prazer.
Escapou um gemido de tão tesuda que as vadias me deixaram, nem percebi, tamanho o estado de putaria que eu tava, e na hora ouvi a voz da minha mulher, do quarto, me chamando:
— Pai, é você? Tá aí?
Me assustei. Escondi a pica, fechei o player, me caguei de medo. Tudo junto, tudo ao mesmo tempo, hahaha! Improvisei um bocejo alto pra disfarçar;
— Sim, neguinha, tava me espreguiçando com uns bocejos, já vou pra cama, vida! — respondi, me fazendo de besta.
Com muita tristeza e pesar, ajustei o zíper da minha calça, prendendo minha porra ereta, e fechei o Windows. Mas a Maru já tava na minha cabeça, tinha as fodas dela gravadas a fogo nos meus pensamentos.
Salvei todo o material num pendrive e escondi ele na minha mochila, dentro da agenda, pra evitar qualquer "acidente" e cair em mãos erradas.
Com a pica dura, fui escovar os dentes, sempre com minha sobrinha na cabeça. Em seguida, me entreguei à tarefa difícil de mijar com a pica dura, tentando domar aquele falo que se revoltava, pedindo no seu idioma silencioso e ereto, mais da Maru, mais daquela garota.
Entrei no quarto. Sol abriu os olhos, sonolenta, e me disse:
— É tarde, pai, você ficou enrolando e não vinha, safado. — Fez biquinho, reclamando.
Nem respondi. Beijei a boca dela de uma vez, enquanto com uma mão massageei uma teta. Respondi com a língua na hora.
Eu fechava os olhos e imaginava a Maru, fazia aquele filme na cabeça que era ela quem tava sendo surpreendida pelo meu fogo. A Sol tava meio dormindo e não deu muita bola pro meu ataque de paixão no começo, então tive que tirar meu trunfo da manga e ir direto ao ponto, matar ou morrer.
Minha mulher morre por uma boa chupada de pussy. É o ponto fraco dela. Depois de muitos anos, aprendi a conhecê-la, a saber como, quanto, quando e em que velocidade ela gosta. Me enfiei entre os lençóis e fui direto pro púbis dela.
Ela tava dormindo com um pijama pequenininho, tipo um minishort de lycra, então só precisei puxar a roupa uns centímetros pra passar minha língua na buceta dela.
-Ahhhhhhh!!!!-Ela gritou, surpresa.
Minha língua percorreu ela, lambidinha por lambidinha, passeando pelos lábios e nas bordas do clitóris.
Ela molhou na hora. Com uma mão eu beliscava os bicos dos peitos dela, com a outra eu batia uma pra ela devagar no começo, depois cada vez mais rápido. Ela tremia, gemia...
- Assim, assim... Assim, assim, assim!!! Ahhhhhhhh
Chupei o grelo dela até fazer ela gozar, terminou num gemido longo e abafado:
- Ahhhhhhhh!!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!.-Ficou toda molinha.
Me levantei e pedi o ass dela, eu tava duro.
Ela terminou de se recuperar com meu cock na boca. Coloquei ele na entrada dos lábios dela e ela chupou com vontade.
Depois se levantou, me empurrou na cama de barriga pra cima e sentou devagar até o butt dela engolir meu cock até as bolas, e aí começou a cavalgar de costas num ritmo frenético.
Pensei que ia arrancar meu cock, porque o butt dela apertava como se fosse uma mão, e ela mexia a bunda como um liquidificador. Não deve ter passado três minutos quando, segurando as nádegas dela e vendo meu pistão de carne entrar e sair brilhando daquele butt escuro, enchi as tripas dela de cum quente.
Minha querida esposa não sabia que na minha mente só tinha a Maru. Eu pensava e fazia de conta que aquele era o butt da Maru, minha sobrinha. Ela curtiu meu frenesi de um jeito nada comum, com cada batida da minha cabeça cuspindo porra no cu dela, ela gritava de prazer.
Depois de um tempo, ela parou, se levantou devagar e meu pau saiu mais morto do que vivo daquele buraco negro, me deu um beijo na boca e foi lavar a bunda, que já tava cuspindo gozo perna abaixo.
Quando ela dormiu, voltei pro computador.
Não saía da minha cabeça aquela descoberta. Tinha no vídeo muito morbo, muita sacanagem, era uma luxúria impressionante.
Não esperava por aquilo, mas tava curtindo. Olhei todas as fotos e o vídeo pelo menos mais três vezes. Entre tantas, só uma tinha ela com um homem. Foto rara, no meio de tantas cenas de lesbianismo.
Com um magrelo todo tatuado, que tirou a foto sem nenhuma pretensão artística, só apontando pro espelho de um hotel enquanto ela beijava a pica dele sem muito entusiasmo.
Não soube o que fazer, mas tinha claro que ela continuava sendo minha sobrinha, que só por ter descoberto essa faceta da sexualidade dela, não tinha carta branca pra tentar algo com ela. A partir daquele momento, soube que teria que fazer um puta esforço pra não olhar pra ela sem pensar nessas fotos.
Por outro lado, tentaria puxar o assunto em alguma das nossas conversas, mais pra fazer ela saber que em mim tinha um confidente, que podia se abrir pra me contar sobre a sexualidade dela sem drama.
Porque com a descoberta, comecei a ligar os pontos.
A lembrar das fases melancólicas dela (que eu atribuía ao jeito dela), mas agora ganhavam outro sentido, porque também tinha na mente a homofobia explícita do meu cunhado; o pai dela, que sempre que tinha oportunidade, berrava contra os gays, xingava e humilhava com nojo e violência.
Ele se gabava sempre que podia, dizendo: "Nunca me deu problema a menina com namoradinhos, aqui no bairro mais de uma vaca deixou engravidar por qualquer punheteiro, mas minha mocinha sempre foi centrada, não Se agarra de qualquer infeliz!"
Obviamente, os gostos da mina não colocavam as rolas em 1º lugar no pódio.
Percebi que a Mariana talvez se sentisse sozinha e incompreendida, porque amava o pai dela, mesmo ele sendo um imbecil, mas pelo amor que sentia, não conseguia revelar essa parte da vida pra ele.
Caiu a ficha do que ela sofria ao não poder se expressar livremente, ao não poder nem pensar em levar uma parceira pra casa e apresentar como tal...
Que solitária uma pessoa deve se sentir, quão infeliz, ao não poder compartilhar com quem ama aquilo que a faz livre, que a eleva, que a faz sentir completa...
Fiquei pensando um bom tempo em tudo aquilo.
Antes de ir dormir, mandei uma mensagem pra Mariana pra gente se encontrar no barzinho de sempre, no dia seguinte.
essas que a gente acha que apaga com um clique pra sempre,
sobrevivem lembranças de sexo e fogo...É inacreditável o que aconteceu comigo não faz muito tempo. Ainda tô incrédulo, não esperava nem planejei, tudo foi rolando de um jeito que eu diria quase natural.
Uma daquelas histórias que, quando você lê, pensa que tão te enrolando, que é pura zoeira, que uma coisa assim nunca acontece. Mas acontece.
E eu ainda tô confuso pra caralho. Tudo começou com um pedido inocente. Minha sobrinha me trouxe um cartão de memória de uma câmera pra eu baixar as fotos. Foi assim que começaram os fatos que vou contar.
Ficou tarde, chamei um remix pra ela e decidimos que eu baixaria todas as fotos e gravaria num CD, e ela passaria pra pegar durante a semana. Naquela madrugada, entediado, tava navegando na web quando vi o cartão SD ali em cima da mesa, e na hora lembrei de um programinha que tinha baixado há um tempo, que permite recuperar fotos de um cartão de memória (até as apagadas).
De puro fofoqueiro, com aquela tentação voyeur de bisbilhotar um pouco mais, falei: "Por que não?" e coloquei o cartão no leitor, e este na porta USB. Abri o programa e deixei ele trabalhar. Queria ver se, de repente, tinha fotos do bocó do meu cunhado de férias e dar umas risadas, já que ele tem vergonha da barriga e na praia fica de camiseta o dia inteiro.
Depois de uns 20 minutos, a varredura dos arquivos terminou e fui pra pasta que continha as imagens. Recuperou mais de 400 fotos, as cinquenta e tantas que ela calculou do aniversário e um vídeo.
Comecei a olhar e logo meu coração disparou. Não eram as férias do meu cunhado nem de longe. Não dava pra acreditar.
Dezenas de imagens com conteúdo sexual, minha sobrinha em todas elas, minha sobrinha! Pelada, transando nas posições e cenários mais variados, feito uma atriz pornô. Logo notei o toque artístico em cada imagem, sensuais, lindas, eróticas. Mas porno mesmo, porra!!!
Fiquei duro na hora, óbvio, mas não conseguia sair do choque, daquele estado de total surpresa, porque não acreditava no que tava vendo. contemplando.
Embora a "menina" já tivesse idade pra ficar passando o dia inteiro se cuidando, o que eu nunca imaginei foi vê-la assim, se acabando na cama, nos tapetes, na cozinha, numa escada, nos sofás da sala... mas com MULHERES!!!
Nunca teria nem suspeitado disso. Ali estava a intimidade da minha sobrinha, o véu que a escondia tinha sido rasgado.
Na vida secreta que dorme nas memórias, aquelas que a gente acha que apaga com um clique pra sempre, sobreviviam lembranças de sexo e fogo.
Minha sobrinha se chama Mariana, tem 24 anos, um corpo não muito cuidado, porque não curte atividade física, umas tetinhas mais pra pequenas e uma bunda nota 6, nada de rabo empinado, uma bunda mole, grandona, daquelas que de legging faz qualquer cara babar (inclusive eu), mas que sem o suporte da lycra, inevitavelmente caem, vítimas da lei implacável da gravidade.
Pra piorar, já dava pra ver uns sinais de celulite começando. Não é que eu tenha estudado muito, viu. Hehehe. Eu olhava a bunda dela toda vez que tinha chance, praticamente devorava ela com os olhos.
Mas o que sempre mais me atraiu nela é a boca. Uma boquinha bem carnuda, bem grande, com aqueles lábios grossos e sensuais. Minto se disser que nunca fantasiei com um boquete daquela boquinha...
Mas tudo ficava no campo da fantasia. Fantasia incestuosa, mas não passava disso. Como qualquer cara comum, com uma libido nos padrões normais, toda gostosa com quem a gente tem relação de trabalho, família, casual, etc., a gente tende a imaginar as coisas que faria com ela na cama.
Deixar a imaginação voar na melhor parte da anatomia dela, sejam peitos, bunda, boca, aquela xota de lábios carnudos, etc.
Sempre nos demos muito bem com a garota, fui confidente dela mais de uma vez, dei uma mão nas vezes que, sem o pai saber, ela veio me pedir uma grana.
Comigo ela conversava sobre muitas coisas com confiança, porque eu sempre mantive nossas conversas na mais estrita confidencialidade, nem com minha esposa eu falava delas.
Compartilhávamos o gosto pela fotografia (daí os detalhes nas fotos dela, onde dava pra ver a mão de alguém experiente), pelo cinema e pela leitura, então ele vinha direto em casa trocar livros, bater papo sobre algum lançamento ou chamar a gente (eu e minha mulher) pra ir ao cinema.
Como eu disse, mentiria se falasse que nunca olhei pra ela como mulher. Ela me deixava duro mais de uma vez quando me abraçava ou massageava meus ombros enquanto eu procurava algo no computador ou preparava uma compilação de música. O perfume dela, a vozinha, aquela boca (ufffff!) que me sorria inocente... Ai, ai, ai!!!
Tinha que me fazer de otário pra esconder as ereções monstruosas que ela provocava em mim. E quando ela vinha com aquelas calcinhas pretas...
Bom, eu passava a visita inteira com a ponta da pica babando. Mas sempre tive claro que aquilo não passaria de um desejo, pertencia ao terreno do impossível e impensável.
Agora estava ali, na frente da tela do computador que me mostrava a Mariana fazendo um 69 com uma ruiva, lambendo a buceta de uma morena de peitões, com quem ela se beijava de língua e comia as vaginas em outras fotos. Vi ela deitada de bruços no sofá com uma garota que, abrindo as nádegas dela, chupava o cu dela...
Eu pegava fogo só de olhar. As fotos revelavam o lado mais selvagem dela. E pô! Ela tava na idade, com os hormônios numa montanha-russa e com um tesão danado. Revirei as imagens várias vezes.
Ela brincava com as luzes e as sombras, em muitas dava pra ver crepúsculos e amanheceres entrando pela janela, banhando os corpos nus com uma luminosidade delicada.
Minha "sobrinha" (assim que chamo carinhosamente) em primeiro plano, com a língua enterrada numa buceta, outras fotos onde chupavam os peitinhos dela, fazendo tesoura, esfregando as conchas com uma loira deliciosa, lambendo os dedos dos pés de uma japonesa em... outra...
Um verdadeiro festival para os olhos.
Baixei o volume do PC e coloquei o vídeo.
Ufff!!! Uma loucura!
Maru estava pelada, de bruços entre as pernas de outra gostosa, que mostrava os peitos e a monte de Vênus sem depilar, com uma mata abundante de pelo preto formando o triângulo do desejo.
Estavam na cama dos velhos da Mariana, meus cunhados!
Na hora reconheci a Lucía, uma colega de faculdade que veio em casa umas duas vezes, agora gemendo de prazer e esfregando um mamilo com a mão livre.
Mal dava pra ver os olhos e a franja da minha sobrinha, porque ela tinha a cara enfiada na buceta da Lu.
A câmera tremia nas mãos da morena enquanto recebia sexo oral.
-Assim amorrr!!! Assim!!! - Ela implorava pra minha sobrina, que a punhetava e chupava ao mesmo tempo.
Maru levantou o olhar, agora estava em primeiro plano, com a língua escorrendo fluidos e saliva.
Tinha aquele olhar safado que instintivamente me fez acariciar a pica, que transbordava o elástico da cueca, lutando pra ser liberada.
Abaixei o zíper, ajustei o membro tirando pela abertura do tecido da roupa íntima e comecei a bater uma enquanto via a Mariana fodendo.
-Tá gostando, putinha? - Perguntou olhando pra câmera.
-Siiim, meu amor, tô gostando!!! Sou sua putinha, bebê!!! - Gritou Lucía.
A mão dela enroscada nos cabelos de Maru a empurrou de volta pro sexo.
Elas se filmavam uma à outra, passando a câmera.
Dava pra ouvir bem clarinho os chupões, entre os gemidos e gritinhos de Lucía. Minha sobrina a dedilhava enquanto chupava o cuzinho. O braço dela ia e vinha com força, se enterrando uma e outra vez entre aquelas pernas.
-Siiim!!! Siiim!!! Assim, meu amorrrr!!! - Gritou a morena.
Maru arrancou a câmera dela e abriu bem as pernas, pra mostrar como a punhetava.
De vez em quando descia pra dar lambidas no clitóris, e tentava focar a cara de prazer da parceira, que se contorcia arranhando os lençóis.
-Vou te... comer a bunda, bebê! — anunciou Marian.
Em seguida, dava pra ver como ele não só abriu mais as pernas da mina dele, mas também, separando as nádegas dela, deixou à mostra o buraco marrom da bunda dela, no qual começou a dar uma lambida bem dada no início, pra depois enfiar um dedo babado, que alternou com a língua.
Nessa altura, minha punheta já tava a todo vapor, a pica já tava revoltada, cheia de veia e dura. Eu molhava ela cuspindo na mão e passando do tronco até a cabeça.
— Hmmm, Maru! Como eu queria que você chupasse assim minha pica, garota! — pensava eu, totalmente solto, bêbado de prazer.
Escapou um gemido de tão tesuda que as vadias me deixaram, nem percebi, tamanho o estado de putaria que eu tava, e na hora ouvi a voz da minha mulher, do quarto, me chamando:
— Pai, é você? Tá aí?
Me assustei. Escondi a pica, fechei o player, me caguei de medo. Tudo junto, tudo ao mesmo tempo, hahaha! Improvisei um bocejo alto pra disfarçar;
— Sim, neguinha, tava me espreguiçando com uns bocejos, já vou pra cama, vida! — respondi, me fazendo de besta.
Com muita tristeza e pesar, ajustei o zíper da minha calça, prendendo minha porra ereta, e fechei o Windows. Mas a Maru já tava na minha cabeça, tinha as fodas dela gravadas a fogo nos meus pensamentos.
Salvei todo o material num pendrive e escondi ele na minha mochila, dentro da agenda, pra evitar qualquer "acidente" e cair em mãos erradas.
Com a pica dura, fui escovar os dentes, sempre com minha sobrinha na cabeça. Em seguida, me entreguei à tarefa difícil de mijar com a pica dura, tentando domar aquele falo que se revoltava, pedindo no seu idioma silencioso e ereto, mais da Maru, mais daquela garota.
Entrei no quarto. Sol abriu os olhos, sonolenta, e me disse:
— É tarde, pai, você ficou enrolando e não vinha, safado. — Fez biquinho, reclamando.
Nem respondi. Beijei a boca dela de uma vez, enquanto com uma mão massageei uma teta. Respondi com a língua na hora.
Eu fechava os olhos e imaginava a Maru, fazia aquele filme na cabeça que era ela quem tava sendo surpreendida pelo meu fogo. A Sol tava meio dormindo e não deu muita bola pro meu ataque de paixão no começo, então tive que tirar meu trunfo da manga e ir direto ao ponto, matar ou morrer.
Minha mulher morre por uma boa chupada de pussy. É o ponto fraco dela. Depois de muitos anos, aprendi a conhecê-la, a saber como, quanto, quando e em que velocidade ela gosta. Me enfiei entre os lençóis e fui direto pro púbis dela.
Ela tava dormindo com um pijama pequenininho, tipo um minishort de lycra, então só precisei puxar a roupa uns centímetros pra passar minha língua na buceta dela.
-Ahhhhhhh!!!!-Ela gritou, surpresa.
Minha língua percorreu ela, lambidinha por lambidinha, passeando pelos lábios e nas bordas do clitóris.
Ela molhou na hora. Com uma mão eu beliscava os bicos dos peitos dela, com a outra eu batia uma pra ela devagar no começo, depois cada vez mais rápido. Ela tremia, gemia...
- Assim, assim... Assim, assim, assim!!! Ahhhhhhhh
Chupei o grelo dela até fazer ela gozar, terminou num gemido longo e abafado:
- Ahhhhhhhh!!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!.-Ficou toda molinha.
Me levantei e pedi o ass dela, eu tava duro.
Ela terminou de se recuperar com meu cock na boca. Coloquei ele na entrada dos lábios dela e ela chupou com vontade.
Depois se levantou, me empurrou na cama de barriga pra cima e sentou devagar até o butt dela engolir meu cock até as bolas, e aí começou a cavalgar de costas num ritmo frenético.
Pensei que ia arrancar meu cock, porque o butt dela apertava como se fosse uma mão, e ela mexia a bunda como um liquidificador. Não deve ter passado três minutos quando, segurando as nádegas dela e vendo meu pistão de carne entrar e sair brilhando daquele butt escuro, enchi as tripas dela de cum quente.
Minha querida esposa não sabia que na minha mente só tinha a Maru. Eu pensava e fazia de conta que aquele era o butt da Maru, minha sobrinha. Ela curtiu meu frenesi de um jeito nada comum, com cada batida da minha cabeça cuspindo porra no cu dela, ela gritava de prazer.
Depois de um tempo, ela parou, se levantou devagar e meu pau saiu mais morto do que vivo daquele buraco negro, me deu um beijo na boca e foi lavar a bunda, que já tava cuspindo gozo perna abaixo.
Quando ela dormiu, voltei pro computador.
Não saía da minha cabeça aquela descoberta. Tinha no vídeo muito morbo, muita sacanagem, era uma luxúria impressionante.
Não esperava por aquilo, mas tava curtindo. Olhei todas as fotos e o vídeo pelo menos mais três vezes. Entre tantas, só uma tinha ela com um homem. Foto rara, no meio de tantas cenas de lesbianismo.
Com um magrelo todo tatuado, que tirou a foto sem nenhuma pretensão artística, só apontando pro espelho de um hotel enquanto ela beijava a pica dele sem muito entusiasmo.
Não soube o que fazer, mas tinha claro que ela continuava sendo minha sobrinha, que só por ter descoberto essa faceta da sexualidade dela, não tinha carta branca pra tentar algo com ela. A partir daquele momento, soube que teria que fazer um puta esforço pra não olhar pra ela sem pensar nessas fotos.
Por outro lado, tentaria puxar o assunto em alguma das nossas conversas, mais pra fazer ela saber que em mim tinha um confidente, que podia se abrir pra me contar sobre a sexualidade dela sem drama.
Porque com a descoberta, comecei a ligar os pontos.
A lembrar das fases melancólicas dela (que eu atribuía ao jeito dela), mas agora ganhavam outro sentido, porque também tinha na mente a homofobia explícita do meu cunhado; o pai dela, que sempre que tinha oportunidade, berrava contra os gays, xingava e humilhava com nojo e violência.
Ele se gabava sempre que podia, dizendo: "Nunca me deu problema a menina com namoradinhos, aqui no bairro mais de uma vaca deixou engravidar por qualquer punheteiro, mas minha mocinha sempre foi centrada, não Se agarra de qualquer infeliz!"
Obviamente, os gostos da mina não colocavam as rolas em 1º lugar no pódio.
Percebi que a Mariana talvez se sentisse sozinha e incompreendida, porque amava o pai dela, mesmo ele sendo um imbecil, mas pelo amor que sentia, não conseguia revelar essa parte da vida pra ele.
Caiu a ficha do que ela sofria ao não poder se expressar livremente, ao não poder nem pensar em levar uma parceira pra casa e apresentar como tal...
Que solitária uma pessoa deve se sentir, quão infeliz, ao não poder compartilhar com quem ama aquilo que a faz livre, que a eleva, que a faz sentir completa...
Fiquei pensando um bom tempo em tudo aquilo.
Antes de ir dormir, mandei uma mensagem pra Mariana pra gente se encontrar no barzinho de sempre, no dia seguinte.
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