Un trío con la Tía [Todo queda en familia]

Um trio com a Tia

[Tudo fica em família]
Lembro de uma das melhores coisas que me aconteceu na adolescência. Minha Tia Inês.
Era um pedaço de mulher que qualquer um ia querer comer.
A gente sempre trazia ela nas nossas conversas quando eu tava com meu primo Rafael na academia, era tradição puxar o assunto de como nossa tia era gostosa, mas só zoávamos entre nós. A Tia era um assunto de família, então tacitamente a gente considerava que tinha o direito exclusivo de ficar de pau duro por ela, sem deixar ninguém mais participar.
— Que gostosa que a tia Inês tá! — Rafa soltou a frase enquanto eu terminava de tomar banho no vestiário depois do treino.
— Siiim, mano!!! É uma máquina! Viu aquele shortinho que ela veste no sítio? Ainda vai fazer o jardim e aparece metade da bunda! Que rabo, pelo amor!!! E essas pernas!!!! — Respondi com a euforia dos 18 anos, todo excitado, todo punheteiro.

Terminei de me secar correndo e vesti a cueca e a calça jeans, com medo de que percebessem minha ereção. Só de pensar na bunda da tia já ficava duro!

A tia Inês era uma mulher espetacular, na época com 36 anos. Era casada com o irmão do meu pai, doze anos mais velho que ela, com quem tinha um filho, Andrés, dois anos mais novo que eu. Rafa é filho de uma irmã dela, Sônia, e tem a mesma idade de Andrés.

As duas irmãs (minhas queridas tias) sempre tiveram uma situação financeira excelente, meu tio era Vice-Presidente de uma Multinacional e Pedro, o marido da Sônia, dono de uma grande empresa de eletrodomésticos.

Naquele dia, com nossos hormônios à flor da pele, começamos a conversar sobre a tia Inês e seu corpinho.
— Só agora percebeu? — falei — Ela me tem na mão. Viu como ela se veste quando faz calor?
— Sim, me deixa com o pau durasso, a safada! Meu Deus! Que tesão! — respondeu Rafa.

No sábado anterior, meus pais, meus tios e os pais do Rafa tinham organizado um jogo de pôquer em família na luxuosa casa de campo que esses últimos tinham em a cidade de San Vicente, a uns 60 km da Capital, onde a gente se reunia todo fim de semana.

Como a tia Inês tava entediada, veio sentar com a gente, que tava nos sofás comentando o jogo daquela manhã (Rafa e eu jogamos rugby no mesmo clube). Na real, isso já tava rolando todo fim de semana, ela dizia que com a gente se divertia pra caralho, que adorava nossas conversas, nossa linguagem sem vergonha e nossas histórias de vagabundos de 18 anos.

Andrés e Daniel, nossos outros primos, eram mais na deles, mais intelectuais, não participavam dessas reuniões.
Vestida com uma minissaia e botas, ela se jogou no sofá na nossa frente, deixando ver as pernas lindas dela até alturas que deixavam a gente muito excitado. Uma blusa branca e um suéter justo deixavam pra nossa imaginação o contorno de um peitão enorme. Como um colega do clube dizia, nossa tia não tinha peitos, isso era muito suave, ela tinha umas tetas IM-PRES-SIO-NAN-TES!!!

Como sempre acontecia, a conversa foi desviando pra assuntos que divertiam ela mais que rugby; a gente acabou contando pra ela nossas tentativas de pegar algumas minas que jogavam hóquei no clube, com todos os detalhes sobre as anatomias delas que faziam ela rir pra caralho. Nas primeiras conversas, a gente sentia um pouco de vergonha de falar, mas com o tempo a gente ficou mais solto e respondia às curiosidades dela de forma espontânea, descrevendo as situações eróticas que a gente queria chegar com as minas.

A tia tava tão interessada na história que, sem querer, foi abrindo os joelhos, deixando a gente ver a calcinha fio dental branca dela, que a gente não conseguia parar de olhar. Ela parecia muito divertida, com um brilho estranho nos olhos verdes, passava a língua nos lábios carnudos. De repente, perguntou:
- Qual delas deixa vocês mais tesudos?
Eu me segurei pra não responder;
- "Você, filha da puta! Tá pedindo pra ser comida até o Seu Ramão pagar a Renta!" — Mas eu reduzi três marchas e respondi que, na real, quem mais me excitava era minha professora de literatura.

— Ah, você gosta das mais velhinhas. E o que ela tem que te deixa assim?

— Ah, tia, ela tem um par de peitos impressionantes! — Soltei de uma vez, fazendo gesto com as duas mãos, tentando mostrar o tamanhão daquelas tetas.

— Melhores que os meus? — Ela riu, estufando o peito e fingindo estar ofendida.

— Não!!... Os seus são espetaculares!! — Escapou. Assim que falei, fiquei gelado. Na empolgação da conversa, tinha passado do ponto e fiquei com medo dela se irritar. Rafa me fulminou com o olhar.

— E como você sabe que são espetaculares? — Perguntou ela, safada.

— Bom, eu imagino. Dá pra ver que são demais... — Respondi num sincericídio total.

— Que imaginação você tem... — Ela respondeu, mordendo os lábios e sorrindo pra gente.

Os olhos dela brilhavam e um sorriso dançava na boca enquanto ela umedecia os lábios com a língua. Agora Rafa estava fascinado. Eu mal conseguia disfarçar a ereção e acho que ela percebeu, mas não falou nada. Ela se levantou do sofá, nos dando uma nova visão da calcinha fio dental, e se aproximou...

— Bom, hora de ir pra cama. Se comportem, não sujem os lençóis... — E nos beijou no canto dos lábios.

Esperamos nos acalmar um pouco e fomos dormir. No resto do fim de semana, não conseguia parar de pensar no olhar da tia, que me parecia cúmplice e sedutora.

Os fins de semana seguintes foram todos no mesmo estilo. A cumplicidade inconsciente com nossa tia nos excitava pra caralho, nossa relação ficava cada dia mais íntima. Ela recomendava que não comentássemos nada com os outros, que tudo aquilo devia ser nosso segredo de três.

Chegando o verão, a coisa ficava ainda mais quente. A roupa da tia era mais leve, os peitos e a bunda dela marcavam nas blusas e camisetas que usava, às vezes sem sutiã, quando estávamos só nós três. A gente foi se soltando e já brincávamos... em relação àquele corpo que nos deixava babando.

- Tia, seus peitos vão escapar da blusa – comentei num sábado de meio-dia em que os outros tinham ido ao povoado fazer compras. A blusa dela estava aberta até o terceiro botão e ela não usava sutiã.
- Isso é o que você queria, safado – disse ela com um brilho de malícia. – Bem que vocês adorariam me ver pelada.

- Dá pra gente, tia – disse Rafa, encorajado – mostra os peitos um pouquinho.
- Nem louca, já devem estar todos voltando e se seu tio descobre o que a gente tá falando, ele me mata, vocês sabem como ele é ciumento. Ele nem deixa eu usar biquíni!
- Você gosta de usar biquíni? – perguntei com um tesão danado.
- Claro! Assim eu posso me bronzear toda. Com essas sungas que parecem batina é horrível pegar sol.

- Mas mesmo assim você tá bem moreninha... – Rafa devorava ela com os olhos. Ela pareceu hesitar um pouco, mas finalmente se decidiu:
- Se eu contar uma coisa, vocês não contam pra ninguém?
- Você sabe que a gente é um túmulo – falei, pressentindo que vinha coisa boa.
- Durante a semana, o tio vai trabalhar às sete da manhã e volta às seis da tarde. Eu aproveito todas as manhãs pra pegar sol na sacada de casa, já que fico sozinha...

- De biquíni!!!? – perguntou Rafa, já bem excitado. Ela sorriu com malícia, os olhinhos brilhavam.
- Pelada...
- Nããão... – dissemos os dois em uníssono, incrédulos, excitados.

- Bom, não fiquem doidinhos, não é nada demais... – Ela tentou minimizar.
- Como não é nada demais, tia! Não quero nem imaginar o espetáculo, ia me dar punheta um mês inteiro!!! – confessei já totalmente sem vergonha.
A tia soltou uma gargalhada e dava pra ver que ela tava satisfeita.

- Quanto você tem de busto, tia? – perguntou Rafa, olhando descaradamente pro decote dela.
- Acho que 105 centímetros – respondeu ela – e não fiquem babando que já todo mundo tá chegando.
Ela se levantou e entrou no quarto dela. Daí a pouco saiu pra receber o resto da família que chegava da cidade. povoado. A blusa dela tava abotoada e ela tava de sutiã.

A gente passou a tarde toda de bobeira, mas ela com aquele maiô estilo batina não deixava ver nada do que interessava pra gente. Ela conversou animada a tarde toda com a família, entrou na piscina e a gente jogou polo aquático junto, mas não teve chance de tentar nada com ela.

Depois todo mundo foi se trocar pro jantar. Quando ela apareceu na sala, tava com uma saia curtinha rodada, uma regata que deixava adivinhar os peitões dela mal contidos pelo sutiã e umas sandálias de salto anabela. O cabelo ruivo dela caía nos ombros e quando passou perto da gente deu pra sentir o cheiro. Tava uma deusa.

O tio falou alguma coisa baixinho pra ela que claramente deixou ela de mal humor, durante o jantar não falou uma palavra e quando os mais velhos se enfiaram naquela partida de baralho de sempre e o Andrés e o Daniel foram jogar no computador, ela se mandou pro quarto dela.

Eu e o Rafa fomos pra varanda que dava pro jardim, deitamos em duas espreguiçadeiras e comentávamos baixinho a conversa do meio-dia quando ela apareceu e se jogou na espreguiçadeira na nossa frente.

Ela tava puta, bufando de raiva, bolada.
– O que foi, tia? – perguntei
– Nada, seu tio que me enlouquece com o ciúme dele. Falou que por que eu me visto tão provocante, eu falei que a gente tava em família, pra ele parar de encher o saco, que se insistir vou dar motivo real pra ele ter ciúme.
– Bom, não esquenta, cê tá gostosa – disse o Rafa pra puxar o saco dela.

– Ai, meus lindos, se eu não fosse casada, casava com vocês – falou ela dando um sorriso pra gente.

Como quem não quer nada, ela dobrou a perna esquerda e a saia escorregou pra trás. Eu procurei ansioso o branco da fio dental que já devia aparecer, mas não consegui ver. Meu pau deu um pulo dentro da cueca.

– E por que o tio tem tanto ciúme de você? – perguntei me inclinando pra frente pra ver se conseguia um ângulo melhor, igual ao Rafa. Meio-dia.
Ela pareceu hesitar, mordendo o lábio inferior.

- Se eu contar pra vocês, é segredo nosso? – perguntou
- Tia, já mostramos que pode confiar na gente, né? – disse Rafa, meio agitado
- Beleza, mas antes vou pegar algo pra beber – Ela se levantou, abrindo as pernas, e eu continuei procurando a tanguinha.

- Ela não tá de tanguinha!! – Rafa sussurrou no meu ouvido assim que ela saiu.
- Nãão... Tem certeza? A puta da mãe... que filha da puta, vou ficar de pau duro na hora se for verdade. Não é coisa da sua cabeça?
- Não, idiota! Sério, vi a bunda inteira dela!!! – Rafa estava super excitado
A tia voltou com dois copos de refrigerante pra gente e uma caipirinha pra ela.

Passando entre nossas espreguiçadeiras, ela se inclinou pra entregar o copo pro Rafa, e o balanço da saia dela me deixou ver o final daquelas nádegas bem torneadas. Da tanguinha... nem sinal. Me inclinei um pouco pra conseguir um ângulo melhor de exploração, e a bunda linda apareceu em todo seu contorno, mesmo que a luz não fosse tão forte quanto minha excitação queria. Vi que ela virava na minha direção pra me entregar meu copo, e me endireitei fingindo que não era nada.

Ela se inclinou pra mim, oferecendo o copo, e eu morria de inveja do espetáculo que o Rafa devia estar vendo.
- Toma, cuidado pra não engasgar. – ela disse com um brilho nos olhos e foi pra cadeira dela com um sorriso safado.
Olhei pro Rafa, os olhos dele estavam arregalados, e ele tentava esconder a ereção com uma mão enquanto segurava o copo que tremia de tesão.

- Onde a gente tava? – perguntou a tia, enquanto se recostava na frente da gente, a saia subindo até o meio das coxas.
- No ciúme... – comecei a dizer, virando de bruços com o rosto virado pros pés dela pra disfarçar a barraca que meu pau duro fazia no short e, ao mesmo tempo, buscar uma posição melhor pra tentar ver a buceta dela. Rafa fez um movimento parecido, como se quiséssemos nos aproximar pra prestar mais atenção nela.

- Ah, sim. Bem, vou contar pra vocês, eu acho que o ciúme do tio é por insegurança – ela disse, enquanto recolhia a perna esquerda de novo. Falava baixinho, com um tom de intimidade que me deixava louco.
- Por que insegurança? – perguntou Rafa, contagiado pelo tom cúmplice – Eu acho ele muito seguro de si.
- Bem, ele sabe que eu não curto com ele na cama e fica doido pensando que posso arrumar um amante – respondeu a tia Inês.
Eu me esforçava pra tentar mergulhar com o olhar por baixo da saia dela. Dava pra ver as pernas dela descuidadamente entreabertas, mas a pouca luz não me deixava enxergar o fundo daquele túnel tão excitante. Esperava ver os pelos da buceta, mas não conseguia achar, a pele parecia se estender sem fim.
- Cê tá dizendo que ele não te come direito? – perguntei sem medo, já que tava no jogo, tentando disfarçar a ansiedade e torcendo pra pergunta não parecer muito ousada.
Rafa me olhava de boca aberta com a minha audácia e por um segundo fiquei esperando a bronca da minha tia ou um tapa na cara.
- Claro, se o que ele faz é chegar, meter o pau, serrar um pouquinho, gozar e virar pra roncar! – respondeu ela, se inclinando pra gente pra não ter que levantar a voz.
- Muitos homens acham que a gente, mulher, só quer pau – finalizou com raiva.
A conversa tinha esquentado, eu queria aprofundar o assunto que podia levar a gente talvez a novos níveis de intimidade.
- E você, o que gosta que façam contigo? – me arrisquei a perguntar, vendo que ela queria continuar o jogo. Rafa me olhou de novo, apavorado.
- Sei lá! Eu tenho umas tetas boas, gosto que chupem elas, que me acariciem, sou muito fogosa com carícia. Me arrumo pra me olharem, depilo a buceta pra me acariciarem, isso é a parte mais gostosa do sexo – respondeu ela, colocando as mãos debaixo das tetas e levantando elas como se tivesse oferecendo pra gente.
Os olhos dela voltaram a ter aquela malícia, se Ela molhava os lábios com a língua.
— Aposto que vocês gostariam — continuou — Pelo que me contam, ficam loucos se esfregando nas novinhas. Além disso, não tiram os olhos de mim tentando ver minha bunda e meus peitos — acrescentou, arqueando as sobrancelhas.

— Nããão... a gente, tia? — disse Rafa, tentando se safar.
— Qual é, não se faz de otário, até porque eu acho divertido — cortou a tia — Quem não gosta de se sentir admirado, desejado, é super normal — continuou — Além disso, vocês dois são uns gostosos, mesmo sem experiência com mulheres.
Ela nos olhava divertida, faíscas nos olhos verdes.

— Bom, alguma experiência a gente tem... — falei, tentando me engrandecer.
— Tô falando de mulher, não de novinha — me cortou — Aposto que ainda são virgens.
O olhar dela, entre divertido e provocativo, despertou minha rebeldia:
— E você, tem muita experiência com homem? — falei, tentando provocá-la.
Ela mordeu o lábio inferior de novo, como se hesitasse.

— Fica entre nós três? — resistiu.
— Qual é, você sabe que sim — Rafa entrou, ansioso.
— Muita não tenho — ela se defendeu.
— Mas você ficou com alguém além do tio? — pressionei. Tava louco pra ver até onde ela iria.

— Que curioso você é! — disse ela, molhando os lábios de novo. As pernas dela abriam e fechavam de leve. Eu já sabia por que não via os pelos da ppk, ela tinha dito que depilava a buceta. Amaldiçoei por dentro a pouca luz que me impedia de ver os lábios da vagina dela.

— Qual é, a gente conta tudo pra você... — apressou Rafa.
— Bom, sim — ela cedeu.
— Depois de casada? — perguntei. No fundo, queria que ela dissesse que sim, que era capaz de uma traição.

— Nããão... antes — ela se animou — Na verdade, foi quando eu estreou. Parecia disposta a continuar, resolvi aproveitar a chance.
— Conta pra gente, vai — falei.
— Fico meio com vergonha...

— Qual é, não seja chata, a gente tem confiança — apertou Rafa, com uma ansiedade mórbida.
— Tá bom, mas primeiro vou buscar Mais alguma coisa pra beber. Posso trazer pra vocês? – disse ele, levantando-se da espreguiçadeira.

Assim que entrou pra pegar as bebidas, o Rafa sussurrou no meu ouvido:
– Vi ela toda, a alma, a bunda, a buceta, tudo!! – disse ele – Quando ela se abaixou pra te dar o copo, ficou tudo na altura do meu rosto!! – cochichou.

– Que sorte, eu não consegui ver nada com essa pouca luz – me lamentei.

A tia apareceu na porta da sala e disse que os outros tinham ido dormir, que a gente podia entrar e se acomodar nos sofás pra ficar mais confortável. Ela ia se trocar no quarto e voltava, que a gente se ajeitasse.

Entramos e pegamos as bebidas, que tinham um gosto diferente, e nos jogamos nos almofadões no chão, na frente do sofá, esperando ela sentar lá pra poder espiar a boceta dela à vontade. A gente pressentia uma noite bem quente.

Ela voltou do quarto e quase me faltou o ar, tava vestindo um pijama do tio com os dois primeiros botões desabotoados. Pelo movimento dos peitos dela ao andar, adivinhei que não tava de sutiã. Pra passar e pegar a caipirinha dela que ainda tava no bar, ela passou por cima de mim, e aí pude confirmar que não tava de calcinha. Que puta! Exatamente como a gente esperava, ela se jogou no sofá, o pijama abriu o suficiente pra revelar uma boa parte dos peitos. Eu me inclinei pra tentar ver os bicos, mas não deu.

– Bom, vou contar pra vocês – disse ela sorrindo. Parecia que tava curtindo a nossa excitação, percebia que a gente olhava descaradamente pros peitos dela sem ela fazer nada pra impedir.

– Tá confortável? – perguntei pra ver se ela mudava um pouco de posição e eu pudesse espiar a buceta dela, já que a luz agora tava mais forte.

– Tô – disse ela, ajustando um pouco a pélvis, e com isso a parte de baixo do pijama abriu, mas sem mostrar tudo o que eu queria. – Acontece que quando eu tava no último ano do colégio, quase todas as minhas amigas já tavam namorando. Eu não queria me prender a nenhum dos caras pesadas que me rondavam, eu era bem independente pra época.

Ficava olhando pra gente alternadamente e minha pica continuava tão dura, tão ereta que doía. Ela continuou:
– Tinha sim dois amigos com quem eu ia pra todo canto, eram dois anos mais velhos que eu, Júlio e Raul, estavam em belas artes, que era o curso que eu pretendia fazer, então tínhamos uma grande afinidade.
Durante a primavera eu fugia do colégio aproveitando que minha mãe trabalhava e não tinha muita chance de me controlarem. Às vezes ligava pra eles e a gente ia os três pro rio em Quilmes pegar sol. Como não podia passar em casa com medo de algum vizinho me ver, ia com o uniforme do colégio. A gente tinha um lugar na praia onde ninguém ia, precisava caminhar uns 500 metros entre os matos pra chegar, mas lá ficávamos sozinhos. Tinha muita intimidade com eles, o que me permitia tirar o uniforme e pegar sol de calcinha e sutiã sem me sentir desconfortável.

Nossa imaginação voava. Ela adorava nos provocar.
– Minhas amigas me contavam as experiências delas com os namorados, os beijos, as carícias e, chegando o início do verão, meus hormônios começaram a ferver.
Júlio e Raul não tinham namorada, então me acompanhavam nas festas e bailes. Minha mãe via tudo com muito bons olhos porque os dois tinham famílias de boa condição financeira e ela esperava que eu namorasse um deles.
Numa sexta fomos numa festa os três. Dançamos e bebemos bastante sidra, era o que a gente gostava de beber naquela época. Alguns casais se beijavam e se acariciavam nos cantos mais escuros, o que despertou minha ansiedade. Comentei isso com meus amigos, e quando saímos da festa a gente brincava sobre se eu queria experimentar. Eu, meio corajosa por causa da sidra, disse que sim, que nunca tinha sido beijada e que queria saber como era.

Enquanto ela contava, entre goles e goles de caipirinha, tinha mudado um pouco de posição no sofá, e agora a vista dos peitos dela por entre a botões desabotoados era espetacular, dois volumes deliciosos como nunca tínhamos imaginado se ofereciam generosamente à nossa vista.

— Que estranho esse refrigerante — comentei, tentando disfarçar, porque tinha me pego olhando pra os peitos dela.
— Ah, sim, é que coloquei um pouquinho de vodka, vocês gostaram? — ela disse, olhando fixamente pra gente, como se estivesse acesa.
— Tá uma delícia — disse o Rafa — mas vai, continua contando.
— Parece que você tá ansioso — comentou ela com malícia — Não tá ficando excitado demais, não? — perguntou debochada, enquanto olhava pro volume que não dava pra esconder debaixo do short.

— Vai, continua — falei, tentando esconder minha própria ansiedade.
— Bom, o caso é que entre uma brincadeira e outra, me beijaram na boca e eu comecei a esquentar. Como a gente tinha chegado no meu bairro, falei que não queria ir pra minha casa, que a gente procurasse um lugar tranquilo pra continuar experimentando.
A gente entrou num galpão abandonado que tinha na quadra da minha casa; lá começaram a me beijar de vez em quando, sentados num banco de praça velho que tava largado lá. Eles também foram acelerando e logo comecei a sentir as mãos deles explorando meus peitos por cima da blusa e do sutiã.
Deixei eles fazerem, tava muito tesuda e queria que avançassem. Disfarçadamente, deixei minhas mãos caírem de vez em quando nos paus deles, que estavam duros como dois mastros. Mais ou menos como os de vocês agora — disse ela, rindo baixinho.

A gente também riu, sem tentar esconder o que era mais que óbvio, enquanto olhava pros botões que tinham aparecido no pijama, imaginando os mamilos da tia Inês. Ela percebeu a direção do nosso olhar —
— Eu também fiquei com tesão contando isso — disse ela, enquanto se tocava — Bom, a questão é que eu tava a mil, sou muito fogosa quando me acariciam bem. Além disso, a situação de estar vivendo algo proibido me excitava ainda mais.

Eles me davam beijinhos dos dois lados do Pescoço, desabotoando os botões da minha blusa, chegaram no sutiã, que naquela época era uma espécie de armadura. Eu nessa idade já tinha umas tetas iguais às de agora, vocês imaginam a putaria dos meus amigos. Uma mão passou por entre minhas pernas e chegou até minha calcinha, que era bem menos sexy que as tanguinhas que se usam hoje. Abri as pernas e senti a carícia na buceta, fiquei louca.

Eu tava com vontade de me masturbar ali mesmo, mas disfarçava. Ela continuava com a história:
- Já sem disfarçar, coloquei uma mão em cada pau e comecei a esfregar, foi o caos. Nem o Júlio nem o Raúl tinham muita experiência sexual, gozaram seco quase ao mesmo tempo. A situação quebrou o clima e, como já era tarde, vesti a blusa e eles me levaram pra casa, onde me despediram com um beijo na testa.

Descuidada, ela tinha ido flexionando uma das pernas, com o que a parte de baixo do pijama abriu totalmente, e agora eu tinha na minha frente a buceta dela totalmente depilada e iluminada, então fiquei besta olhando os lábios carnudos, que estavam molhados de tesão. Ela percebeu meu olhar e deve ter achado que tava mostrando demais, porque esticou a perna juntando os joelhos e me privando daquele espetáculo maravilhoso.

Em troca disso, ela se inclinou sobre mim e o decote abriu totalmente. Os mamilos dela, enormes, uns 7 cm de diâmetro, se ofereceram aos meus olhos enquanto ela, me olhando com uma cara de deboche, dizia:
- Me deixa provar um pouquinho do seu copo?
- Tá bom - respondi enquanto aproximava o copo da boca dela. Ela deu um gole me olhando nos olhos e depois repetiu a operação com o Rafa.

- Vocês imaginam o meu tesão quando fui pra cama - retomou a história - Enquanto tentava dormir, prometi que tinha que provocar outra situação igual àquela.
Parece que o Júlio e o Raúl devem ter pensado a mesma coisa, porque na manhã seguinte, às 10, o telefone da minha casa tocou. Minha mãe atendeu e disse que era o Júlio, perguntando se eu queria ir estudar com ele. Eles dois foram pra casa dele pra ir adiantando a entrada na faculdade (que papo furado!).
Pedi pra ele dizer que sim, que daqui a pouco eu ia pra lá. Tomei banho, me perfumei e coloquei uma blusa e um solero por cima, não podia sair de casa vestida de um jeito muito provocante. Antes de chegar na casa do Júlio, entrei num terreno baldio e tirei a blusa, guardando na bolsa. Fiquei só com o solero, que era bem decotado, e a roupa de baixo. Eu sabia que os pais do Júlio iam todo fim de semana pra casa de campo deles. Queria deixar os dois loucos, excitar ao máximo, a situação me divertia pra caralho.

– Você era bem putinha quando era nova – disse o Rafa, se acariciando descaradamente no volume.
"Aqui vai dar merda" – pensei comigo.
– Sim, né? Kkkk! – respondeu a tia, divertida – Bom, a questão é que quando o Júlio abriu a porta, ficou de boca aberta me olhando. Eu perguntei o que ele tinha, se não me conhecia, enquanto entrava e cumprimentava o Raul, que também me olhava besta, igual vocês – comentou. Tava se divertindo pra caralho, claramente.

Antes que a gente reagisse, ela continuou a história:
– Do jeito que eu imaginava, estavam sozinhos, os olhares deles eram de um tesão do caralho. Me ofereceram sidra e eu perguntei se não tinham música. A gente tava num quiosque pequeno perto da piscina, e enquanto o Raul colocava um disco no aparelho, o Júlio me servia outro copo de sidra. Me perguntaram se eu queria dançar, e eu respondi que sim, mas que éramos três, um teria que me abraçar pela frente e o outro por trás.

Começamos a dançar e foram me apertando cada vez mais, eu sentia os volumes deles contra minha bunda e minha barriga. Rapidinho esquentei e começamos a nos beijar, eu chupava a boca dos dois, alternando. Começaram a beijar meu pescoço, as mãos acariciavam meus peitos, baixaram as alças do solero, que caiu no chão, e fiquei só de calcinha e sutiã. Totalmente sem vergonha, desabotoei as camisas deles e comecei a beijar o peito dos dois. —Você tava era muito tarada!! — falei — Gostava tanto dos seus amigos?
— Na verdade, eles não eram tão bonitos assim, vocês são muito mais gostosos que eles, o que acontece é que eu tava era com muito tesão, como você bem disse — respondeu. O olhar dela percorria nossos corpos com um ardor especial. — Eu gosto de caras altos, magros e musculosos.

— Igual a gente — disse Rafa se achando.
— Já falei que se eu não fosse casada, vocês não escapavam — riu com malícia. — Bom, eu já tava bem alegre por causa da sidra, falei pra eles que se não estivessem com calor, tirassem as calças e ficassem só de cueca, eu ri de puro tesão. Fui até o bar pra pegar mais sidra, sentando num banco alto. Julio chegou perto e começou a beijar meu pescoço enquanto Raúl acariciava meus peitos por cima do sutiã. Eu rezava pra ele ter coragem de meter a mão por dentro, e parece que ele me adivinhou, porque enfiou uma e ficou massageando meu mamilo, que ficou duro, igual estão agora. — apontou enquanto olhava pros próprios peitos — Julio começou a brincar com o fecho do meu sutiã até que conseguiu abrir. A verdade é que hesitei um momento em deixar, mas no fim me deixei levar e, abaixando os braços, permiti que ele tirasse. Começaram a acariciar meus peitos com frenesi, as bocas deles procuraram meus mamilos, eu sentia um prazer indescritível. Com minhas mãos, procurei as picas deles e vi que estavam duras, comecei a acariciar por baixo das cuecas, elas ficavam molhadas e pulsavam. Raúl enfiou as mãos entre minhas pernas, acariciando minha buceta por cima da calcinha. Eu tava toda molhada. Puxou pra baixo e eu me afastei do banco pra ele conseguir tirar. Fiquei pelada entre os dois. Tava louca de tesão, queria ver as picas deles, nunca tinha visto uma, então puxei as cuecas deles pra baixo. Eles perceberam e tiraram, sem parar de me acariciar.

Os olhos dela soltavam faíscas douradas, a boca se molhava com a língua enquanto nos contava sua experiência, meu pau tava pedindo pra ser liberado e Rafa ficava acariciando ele sem nenhum pudor.
— Tia, que festinha, não me diga que os dois te pegaram!! — falei totalmente doidão, olhando pra as tetas dela que já estavam aparecendo por entre o pijama, quase até a metade do mamilo.
— Ai, Rafa, não fica batendo tanto que você vai gozar seco — ela disse baixinho, toda excitada — Não, agora você vai ver — ele respondeu e continuou;

— Bom, eles estavam chupando meus peitos enquanto eu acariciava os paus deles e já tava pensando seriamente em chupar os dois quando o telefone tocou. Era minha mãe, dizendo que eram três da tarde e que eu não esquecesse que tinha que voltar cedo pra casa. Quando me afastei, esfriei um pouco e me deu uma culpa danada, fiquei com vergonha de me ver pelada daquele jeito, me vesti, me despedi deles e fui pra casa. Me senti um lixo. Passei o domingo inteiro estudando (ou melhor, fingindo que estudava), me perguntando o que eles pensariam de mim, que eu era uma puta, naquela época as coisas eram bem mais rígidas do que hoje.
Na segunda-feira não conseguia me concentrar na escola, só pensava que talvez meus amigos não fossem mais me dar bola, que nossa amizade tinha acabado. Vocês não imaginam minha surpresa ao vê-los me esperando na saída da escola. Cumprimentei eles e eles devem ter notado meu estado de espírito, porque perguntaram preocupados o que estava acontecendo. Falei que tava triste porque com certeza eles achavam que eu era uma puta e que eu ia perder a amizade deles. Eles foram uns amores, me consolaram, me mimaram, disseram que eu era amiga deles pra sempre, que eu não pensasse aquilo porque senão eles iam ficar bravos comigo.

Rapidamente meu humor mudou, esse tipo de apoio é importante pra mim como pra qualquer mulher. Daqui a pouco já estávamos rindo e brincando como sempre. Tava fazendo bastante calor e Raúl sugeriu que fôssemos pro rio pegar um sol. Eu hesitei porque já era meio tarde, mas no final eles me convenceram.
Ao descer do ônibus, Júlio disse que ia comprar algo pra beber na praia e entrou num barzinho, voltando rapidinho com duas garrafas de sidra bem gelada e três copos descartáveis. Caminhamos entre os matos rindo e brincando, e quando chegamos no nosso lugar, estávamos bem acalorados, então Júlio abriu uma das garrafas de sidra, encheu os três copos e a gente bebeu rapidinho. O álcool me relaxou, me senti muito à vontade com eles. Raul disse que ia pegar sol e tirou a camisa e a calça, ficando só de cueca, e tanto Júlio quanto eu imitamos ele, eu com minhas já conhecidas calcinha e sutiã nada sensuais — enquanto contava, a tia se inclinava repetidamente pra beber dos nossos copos alternadamente, e os peitos dela se ofereciam em todo o esplendor.

Eu não conseguia parar de olhar pra eles, o volume entre minhas pernas era impossível de disfarçar, e ela olhava de vez em quando de soslaio, assim como pro do Rafa.

— A gente entrou no rio — continuou o relato dela — quando a água batia na cintura, começaram a me afundar de brincadeira, eu me defendia e nossos corpos se roçavam mais do que o normal. De repente, me seguraram abraçada e me deram uns beijinhos no pescoço, eu esquentei e fiquei meio tensa.
Eles me perguntaram solícitos se eu tava gostando, e eu respondi que tava adorando, beijando Júlio na boca, sentindo a língua dele brincar com a minha. Sem soltar do abraço duplo, me virei e beijei Raul, enquanto Júlio me abraçava por trás, encostando o pau dele, que tava duríssimo. Raul enfiou a perna entre as minhas, roçando minha buceta, enquanto Júlio metia as mãos dentro do sutiã, me beijando no pescoço sem parar de esfregar o pau na minha bunda.
Totalmente excitada, falei rindo que eles queriam me despir, e eles perguntaram se eu queria. Eu disse que sim, mas que ali podiam nos ver, que voltássemos pra praia. Corremos pra beira, os paus deles eretos debaixo das cuecas molhadas eram um imã pros meus olhos, eu tava toda molhada de novo.

— Te gosta de ver que os caras ficam de pau duro quando te olham... — perguntei, tentando explorar a perversão dela e chamar a atenção dela pros nossos membros.
— E... se vocês ficam assim quando me olham, quer dizer que não tô tão ruim assim — ela me encarou nos olhos enquanto bebericava o copo — Aliás, vocês ficam olhando pras minhas tetas, tudo, mas eu não vejo nada dos seus.

— Quer ver? — perguntou Rafa num ataque inesperado de ousadia.
— Não, obrigada! — respondeu a tia, provocante, e continuou o relato — Quando chegamos no nosso lugar, eles me abraçaram e começaram a me beijar na boca, no pescoço, nos ombros, enquanto o Raúl soltava meu sutiã e chupava minhas tetas, e o Júlio enfiava a mão entre minhas pernas, que eu abri pra ele poder acariciar minha buceta. Eu enfiei a mão dentro das cuecas deles e acariciava os paus deles, até que o Júlio tirou minha calcinha enquanto eu puxava a cueca do Raúl pra baixo. Eles foram me chupando toda, descendo pelo meu corpo até chegar na minha buceta e no meu cu, as línguas deles entraram dentro da minha buceta e no meu ânus, eu nunca tinha experimentado nada assim, então tive o primeiro orgasmo da minha vida — agora os mamilos dela estavam totalmente duros, o olhar era fogo e os lábios se abriam molhados num sorriso cheio de tesão.

— Era tão bom assim? — perguntei
— Siiim... até me excito de novo contando agora... acho que o tio vai ter festa hoje à noite... — disse ela, acariciando as próprias tetas distraidamente.
— Que inveja! — exclamou Rafa, que cada vez se soltava mais.

— Bom... vocês são jovens e ainda vão ter tempo... — ela disse e continuou o relato — Eles se levantaram e eu, acariciando os paus deles, me ajoelhei e comecei a chupar um e outro, alternando, enquanto eles acariciavam minha cabeça. De repente, os gemidos aumentaram, as cabeças dos paus incharam e começaram a jorrar porra dentro da minha boca e por toda a minha cara. Tinha um gosto agradável e era morna, eu passava a língua por... pontas e juntava tudo que podia.... Eles me acariciando me levaram até a água, onde nos lavamos entre risadas e brincadeiras. Eu já estava totalmente desinibida, não me importava com minha nudez e curtia a deles. Queria que eles se animassem a me foder.

Voltamos e abrimos a outra garrafa de sidra enquanto nos acariciávamos, bebemos pela metade enquanto eles me perguntavam se eu gostava mais do que do esperma deles e eu dizia “e o meu fluxo, hein?”. As bocas deles percorriam meu corpo todo, as mãos queimavam minha pele. Eu estava meio tonta, me deitei na toalha e eles ao meu lado, suas carícias e beijos me enlouqueciam. Subi em cima do Raúl pra ele chupar meus peitos, que o Júlio segurava por trás de mim. Os paus deles estavam duros de novo, eretos, eu sentia o do Raúl entre minhas pernas e o do Júlio no meio da minha bunda...

- Ai tia, você tá me deixando louco!! – eu disse, querendo focar nela. Levantei do chão e sentei ao lado dela no sofá.
- Bom, vocês queriam que eu contasse... – ela me olhou com malícia – se quiserem, paro...
- Não... – disse o Rafa, que tinha se acomodado na frente dela, com o rosto quase encostando nos joelhos dela.

- Bom, como eu tava dizendo, sentia os paus deles duros e comecei a me mexer, roçando neles. Eles foram me ajeitando até que eu senti a cabeça do pau do Raúl na entrada da minha buceta, que estava encharcada de tesão. Dei um leve movimento pra frente e percebi que ele começava a me penetrar. Abri as pernas o máximo que pude e me inclinei pra ele continuar chupando meus peitos. Não queria que ele parasse. O pau do Raúl ia entrando centímetro por centímetro dentro de mim, e eu sentia a ponta do do Júlio no meu cu. O tesão me fez me mexer mais violentamente, o Raúl me penetrou por completo, eu sentia ele entrando e saindo. Eu pensava que ia doer, mas não, era mínimo, era totalmente prazeroso. De repente ele tirou, e foi o Júlio quem meteu até a alma. Agora eu me inclinava pra trás pra Sentir ela toda.
O Júlio tirou ela de mim e o Raúl colocou ela de volta enquanto o Júlio, que agora tinha ela bem lubrificada com meus sucos, apoiava ela no meu cu e começava a empurrar devagar. Hmmmmm que gostoso lembrar disso!!! Foi uma mistura gostosa de dor e prazer que me invadia enquanto sentia ele me penetrar por trás, já tinha os dois paus dentro de mim, entravam e saíam, meus esfíncteres se dilatavam com a bombada e finalmente senti o líquido morno do Júlio derramar nos meus intestinos, enquanto o Raúl continuava bombando furiosamente na minha pussy. Um segundo depois ele gozou também e eu experimentei o segundo orgasmo, dessa vez muito mais profundo e intenso que antes. Ficamos os três abraçados em sanduíche, eles beijavam ternamente meus ombros, meus lábios, meus olhos... que prazer! .... acho que nunca mais senti nada igual – disse segurando minha mão, que eu tinha ousado passar sobre os ombros dele e movia devagar, tentando fazer ele sentir meu carinho. Deitada para frente como estava, eu podia ver os mamilos dele, que não ousava tocar, enquanto o Rafa olhava por entre os joelhos dela, abertos pela excitação.

Ela nos olhou com aquela expressão de êxtase que a gente sabia reconhecer nas nossas aventurinhas quando as garotas queriam que a gente apertasse elas.

– Tia, que estreia inesquecível deve ter sido – falei e, decidido a aproveitar a situação, dei um beijo o mais perto que pude da boca dela. – Foi a única vez? – quis continuar perguntando.

– Não, por um tempo a gente continuou se divertindo, eles iam me buscar na saída do colégio e a gente ia pro galpão abandonado. Eles me comiam todo dia, os dois juntos, um depois do outro, era um descontrole. Aquele verão foi espetacular. No inverno seguinte, o Raúl conseguiu uma bolsa pra estudar na França, o Júlio foi morar em Bariloche e eu comecei a namorar o tio – enquanto falava, ela tinha se recostado no encosto do sofá, eu acariciava os ombros e o pescoço dela e beijava o rosto, as orelhas, sem me animar a comer a boca dela que pulsava entreaberta, suculenta. Rafa, enquanto isso, acariciava a parte interna das coxas dela, que estavam voluptuosamente abertas. Dava pra imaginar pelo olhar dela a buceta molhada que ele tava observando.
A tia tava totalmente tesuda, dava pra perceber. Como que sem querer, roçou a mão no meu volume e tava me puxando pra boca dela quando um barulho de banheiro no setor onde os primos mais novos dormiam pareceu trazê-la de volta à realidade.

- Não, alguém pode nos ver – disse me dando um selinho, enquanto acariciava a cabeça do Rafa entre os joelhos dela – Se divertiram? – perguntou maliciosamente.

- Qual é, quem vai nos ver... – eu relutava em deixar o momento acabar.

- Não, já é tarde, temos que ir dormir – deu outro selinho no Rafa – Se comportem, não sujem os lençóis... – levantou e foi pro quarto dela.

Não sobrou outra alternativa pra gente senão ir dormir também, comentando baixinho o que cada um tinha conseguido.
Continua...






SEGUNDA PARTE CLIQUE AQUI


http://www.poringa.net/posts/relatos/2395746/Un-trio-con-la-Tia-II-Todo-queda-en-familia.html
" rel="nofollow" target="_blank">
http://www.poringa.net/posts/relatos/2395746/Un-trio-con-la-Tia-II-Todo-queda-en-familia.html

7 comentários - Un trío con la Tía [Todo queda en familia]

cojeman +1
muy buen relato me encanto. te dejo puntits. te invito a pasar a mis post a conocer mí Sra. y sí te gusta comentar
terrible relato, me dejó al palo en el trabajo!!!!!! con la verga como la pata de morgan!
nooo me quiero morir!! ya quiero saber como sigue esto papa!
Gracias!
Aqui tenes el link de la 2º parte!

http://www.poringa.net/posts/relatos/2395746/Un-trio-con-la-Tia-II-Todo-queda-en-familia.html
que buen relato yo tengo relaciones con mi tia