vi como foderam a buceta da minha mãe e irmã

Vou contar essa história que aconteceu comigo há apenas 3 meses. Se eu tô contando é pra me aliviar um pouco do impacto que foi.

Moro numa cidade do sul dos Estados Unidos com meus pais e minha irmã Martita. Eu tenho 19 anos e ela 18. Meu pai viaja bastante a trabalho e minha mãe tem um trabalho de meio período como corretora de imóveis. Ela acabou de fazer 50 anos, é loira, de olhos azuis e tem um corpo muito gostoso por causa da academia. O corpo dela é estilo Jennifer López, embora dois dos meus amigos mais próximos, uns zoeiros do caralho, vivam tirando sarro dizendo que ela parece uma famosa milf pornô. (E tenho que reconhecer que sim, é muito parecida no rosto e no corpo.)

No bairro tem uns vagabundos negros, são 5 caras sem ofício nem benefício, entre 20 e 24 anos, liderados por um babaca de sangue pesado chamado Max. Eles viviam importunando minha irmãzinha. Muitas vezes quis reclamar, mas minha mãe me proibia, dizia pra eu não me meter em confusão.

Uma tarde minha irmã chegou muito assustada em casa. Eu tinha acabado de tomar banho e estava me vestindo no andar de cima quando ouvi Martita dizer: "Não aguento mais esses vagabundos."

"Ignora esses idiotas", respondeu minha mãe, que tinha acabado de chegar do trabalho e parecia ter tido um dia ruim, sem paciência.

"Mas eles estão cada vez mais grosseiros e tarados", respondeu minha irmã.

"Já chega. É hora de botar esses caras no lugar. Vem comigo", disse minha mãe num tom irritado, e logo em seguida saíram de casa. No começo não dei muita importância, mas depois reagi e pensei: melhor eu ir com elas, não vão esses imbecis ficar se achando.

Eles moram numa casa no final do beco, por onde a gente tem que passar, por isso é inevitável as grosserias com minha irmã. Quando saí, já não consegui ver minha mãe e Martita e fui direto pra casa desses caras. A entrada principal fica no final do beco, mas antes tem um portão que dá na porta dos fundos, e ao passar Ali decidi entrar por trás. São uns 10 metros de quintal até chegar numa janela enorme sem vidro, só com cortina de um lado. Me aproxiei silenciosamente. Dali dava pra ver a sala da casa perfeitamente. Ouvi vozes e me escondi na cortina. Mamãe e Martita já deviam estar lá há uns 3 minutos quando ouvi mamãe dizer:

"Espero que tenham entendido o que eu falei. Não vou permitir mais falta de respeito." Entenderam? Mamãe usou uma voz firme e o rosto dela mostrava raiva, assim como a postura corporal que impunha respeito - tanto que aqueles imbecis estavam todos encolhidos.

"Não é pra tanto, senhora," disse um dos vagabundos.

"Como não é pra tanto nada! Respeitem essa menina!" Mamãe continuou falando com autoridade enquanto os babacas olhavam pra ela com cara de moleques assustados.

Me senti orgulhoso da minha mãe!

Ver ela colocando aquela turma de arrombados no lugar era imponente. Até fiz força pra segurar a risada vendo as caras de cu que os vagabundinhos estavam fazendo. Mas aí Max, o líder, se levantou. Um negro de uns 24 anos que disse com deboche, o idiota:

"Já chega, senhora, se acalme. Acho que seu marido não tá te dando manutenção e por isso você tá assim."

Há, há, há, riram os outros, provocando a fúria da minha mãe que respondeu:

"Como você se atreve a dizer essas besteiras?"

"É que parece mesmo, mas não se preocupe. Se quiser, a gente dá seu tratamento aqui."

Isso enfureceu mamãe, que respondeu:

"CALA A BOCA, SEU NEGRO DE MERDA!"

Palavras que até me surpreenderam, porque mamãe quase nunca usa esse tipo de linguagem e nunca tinha ouvido ela fazer comentário racista. Não tinha dúvida: a coitada tinha tido um dia péssimo no trabalho.

Mas essas palavras detonaram a raiva dos vagabundos, tanto que dava pra ver a fúria nos olhos deles.

Max se levantou, pegou mamãe pelo cabelo e disse:

"Isso eu não vou permitir, sua puta maldita. Essa ofensa você vai pagar!"

Rapidamente pensei em intervir, mas fiquei paralisado.

"Me solta, seu infeliz!" Mamãe não se intimidou e se soltou do Max, mas ele a agarrou de novo pelo cabelo e a forçou a se ajoelhar. Mamãe se levantou de novo, mas o desgraciado a forçou a ajoelhar novamente, agora puxando com mais força pelos cabelos, e começou a baixar a calcinha que ela usava, deixando seu pau à mostra e o aproximou da boca da mamãe, dizendo: "Agora você vai ver como eu calo essa sua boca grande do caralho, sua puta arrogante!"

"Me solta, seu cabrão!"

Mamãe nem terminou a frase porque ele enfiou o pau na boca dela, mas ela lutava para impedir. Os gritos da Martita já há um tempo tornavam a cena mais dramática, e Max disse aos seus comparsas: "Cale essa puta!" Os caras se dirigiram à Martita e dois colocaram as mãos na boca dela enquanto os outros a seguravam, enquanto mamãe tentava se soltar do Max, mas ele, com mais força, puxava seu cabelo e enfiava o pau na boca dela. O pau do cabrão era tão grande que desfigurava o rosto da minha pobre mãe, inchando suas bochechas.

Tentei reagir e mal consegui me mover, procurando algo, uma pá, um taco, sei lá, para enfrentar esses cabrões, mas não encontrei nada. Ao voltar para dentro novamente, fiquei paralisado sem conseguir me mexer, não entendo o que aconteceu comigo. Nessa altura, já eram dois cabrões enfiando o pau na boca da mamãe ao mesmo tempo, inchando ambas as bochechas dela.

Mas algo estranho estava acontecendo! Mamãe já não oferecia tanta resistência e até acho que ela olhava para os paus com desejo. Nessa hora, os outros vagabundos já haviam amarrado a Martita em uma cadeira, que estava desmaiada de susto. Max os chamou e disse:

"Venham todos para o banquete, essa puta vai chupar todos nós!"

Nem lentos nem preguiçosos, eles chegaram e cercaram a mamãe, que continuava ajoelhada em um colchão velho que estava no chão no centro da sala, e começaram a esfregar os paus por todo o rosto dela. Mamãe, nesse ponto, já os olhava com avidez, o que confirmei ao ver como ela os devorava com... frenética paixão. Max a puxou pelos cabelos e a colocou de pé, depois a inclinou para frente, ainda em pé, levantou sua saia e puxou sua calcinha para baixo, enfiando seu rosto entre as nádegas da minha mãe. Parecia que ele estava entrando numa daquelas câmeras fotográficas antigas. Com grande desespero, ele amassava as nádegas da mamãe e passava a língua pelo meio delas, enquanto mamãe chupava os paus dos amigos de Max.

"Parece que essa puta tá começando a gostar."

disse Max. Nisso, mamãe abandonou por um momento sua gula, levantou o rosto e percebeu que ali estava Martita, amarrada e desmaiada, e perguntou:

"O que aconteceu com minha filha?"

"Nada, é só um desmaio, mas eu sei como ela vai recuperar a consciência."

disse o babaca do Max, e se dirigiu até ela, aproximando seu enorme pau venoso da boca. "Isso vai fazer ela voltar a si."

"Não, com ela não façam nada, ela é muito pequena." disse minha mãe.

"Mas se a mãe acabou sendo uma puta, com certeza ela também vai ser. Além disso, ela também vai ter o que merece por ficar de dedo-duro." respondeu Max.

E continuou esfregando o pau na Martita, até que ela começou a reagir, botando a língua para fora e, ao sentir algo na boca, abriu os olhos. Ao ver o enorme pau do Max, se assustou e gritou.

"Calma, neném, seja boazinha e não vai acontecer nada." Max disse a ela. Martita, desajeitadamente, começou a chupar seu pau, e Max chamou um de seus amigos: "Vem, Sam, vamos ver como fica a carinha dessa puta com dois paus dentro."

Eles enfiaram as duas enormes barrigas de carne e, assim como fizeram com mamãe, encheram suas bochechas com seus paus enormes. Depois, o babaca disse aos seus companheiros: "Venham, meninos, dar pau pra essa menina."

Eles obedeceram e, em pouco tempo, minha pobrezinha irmãzinha estava cercada por todos os paus e, assim como fizeram com minha mãe, esfregaram eles por todo seu rosto. Até o filho da puta do Max a segurava por suas maria-chiquinhas e a obrigava a engolir inteira aquela anaconda descomunal. Ele fazia isso com tanta brutalidade que quase a fazia vomitar, provocando que as lágrimas da minha irmã... apareciam, mas assim como minha mãe, pouco depois a Martita sozinha já procurava os paus por iniciativa própria, rodava os turnos para mamar pica com uma alegria singular, enquanto mamãe contemplava a cena com uma mistura de surpresa e tesão.

O QUE HADIA ACONTECIDO? Minha mãe e minha irmã estavam transformadas em umas putas devoradoras de pica!

Depois Max voltou com minha mãe e a levou até uma poltrona, onde começou a chupar seus peitos como um bebê faminto. Minha mãe tinha um sorriso de satisfação e eu só contemplava a cena humilhado sem poder fazer nada. Logo em seguida, Max se sentou e chamou mamãe:

"Vem cá, senhora, vem e monta na minha pica pra ver o que é bom"

Minha mãe obedeceu, ficou em pé na poltrona e lentamente foi descendo até ficar bem enfiada na pica daquele preto de merda. Ficou de costas pra mim e pude ver como aquele pau descomunal desaparecia entre suas bundas. Quase desmaiei, mas continuei em pé.

Ali estavam as bundonas da mamãe quicando no pirocão daquele cuzão. Depois ele levou mamãe até o sofá que estava ao lado, a colocou de quatro com os cotovelos apoiados no braço do móvel e começou a comê-la. Mamãe sem dúvida estava adorando.

"Vamos, cabrão, mete toda essa pica, me fode como a puta que eu sou"

Assim ficou por uns três minutos, para depois ele aproximar o rosto da bunda da minha mãe e, com as mãos, separar as nádegas e começar a dar linguadas no cu, para depois introduzir um dedo. Depois de uns segundos, meteu dois dedos. Um suor frio começou a escorrer pelo meu rosto, pressenti que aquele era o prelúdio do que viria:

Aquele filho da puta ia comer o cu da minha sacrossanta mãe!!

Max pegou seu pau enorme e o direcionou para o bumbum da mamãe, que ao sentir o roçar virou imediatamente e perguntou: "O que você vai fazer?" "Pois como assim o que vou fazer? Vou enfiar no seu cu"

O rosto da minha mãe mudou de prazer para preocupação. "Não, por favor, é novo" "O quê, seu marido nunca te deu no Cuzão, né?

- Não - respondeu mamãe. - Pois olha que ele é um cara, como é possível que tendo esse cuzão em casa nunca tenha usado?

- Ele pediu uma vez, mas minha educação não me permite.

- Pois pra mim a sua educação não vale uma merda e eu vou enfiar ela no seu cu, sua puta. - Mamãe baixou a cabeça e mordeu a mão com uma expressão de verdadeira preocupação. Max separou novamente as nádegas de mamãe, deixando seu cu à mercê dele. Ainda assim, mamãe, numa última tentativa de dissuadi-lo, virou-se para olhá-lo e, iludida, com olhos suplicantes e mordendo os lábios, disse:

- Não, por favor, seu pau é grande demais, não, não vai entrar.

- PELOS MEUS OVOS QUE ENTRA, PORRA!

E, em seguida, com uma estocada certeira e letal, ele enfiou toda a pica no cu dela de uma só vez, até os ovos. Mamãe levantou o rosto rapidamente e abriu uns olhões tremendos, de forma tão desorbitada que até cômico ficou (se eu tivesse visto essa cena num pornô, obviamente com outra mulher que não fosse minha mãe, eu teria caído na risada e festejado com um aplauso).

- Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, filho da sua putaaaaaaaaaaaaa, você arrebentou meu cuuuuuuu!

Essas palavras rasgaram minha alma, ao contrário do cuzão do Max, para quem eram um troféu e o motivavam a arremeter com mais fúria e velocidade contra a bunda indefesa da minha coitada mãe.

- Ha, ha, ha, pois é, arrebentei seu cu mesmo, estava bem fechadinho - disse com grande satisfação o fdp, e continuou aniquilando a bunda da mamãe.

Que tipo de enrabada que aquele fdp estava dando na mamãe!

Não havia dúvida de que mamãe estava pagando caro pela sua ousadia, e o cuzão do Max estava curtindo pra valer a lição que estava dando à minha mãe. Dava pra ver no sorrisão de orelha a orelha, com sua cara de tarado descontrolado.

Eu via em primeiro plano como a pica enorme daquele gorilão entrava e saía completamente do cu da minha mãe, só os ovões paravam a penetração, que, por sinal, faziam um barulhão ao bater nas nádegas da mamãe. uma sensação que não consigo descrever pra vocês, uma das piores coisas que pode existir na vida, sem dúvida. Aquela imagem da mamãe de bunda pra cima e aquele canhão do filho da puta perfurando a bunda dela, junto com o som das bolas dele batendo nas nádegas da minha progenitora, eram como facadas pra mim. Facadas que se intensificaram quando, em poucos segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte:

— Vamos, seu cuzão! Arrebenta minha bunda, mais forte! Nossa, isso é uma delícia, no início dói, mas depois é o máximo. Do que eu estava perdendo!

Não havia dúvida, mamãe tinha feito a viagem sem volta.

Ela estava convertida numa puta soberana!

Enquanto isso, os outros cinco vagabundos lambiam o corpo todo da minha irmã e passavam o pau na cara dela. Quando, de repente, um deles virou e viu o que o Max estava fazendo com a mamãe. Ele fez cara de surpresa e disse:

— Ei, porra, Max, você tá comendo a véia? Não seja egoísta e invejoso, eu também quero meter! — ao que Max respondeu: — Tá bom, garotos, venham e façam fila pra dar na bunda dessa puta. — Ele colocou a mamãe de quatro no chão, com a bunda pra cima, e foi até a Martita enquanto os outros cinco vinham fazer fila pra estourar as nádegas da mamãe.

Max se aproximou da Martita e começou a beijá-la e amassar seu bumbum. Juntos, era evidente o contraste entre seus corpos: Max era um mastodonte de 1,80m de altura, e minha irmãzinha mal chegava a 1,50m, com o corpo muito magro, quase sem seios — só se destacava a redondeza do seu traseiro. Então, ele a levantou no ar e se preparou para enfiar o pau nela. Minha irmã apenas apertou os dentes e aguentou valentemente a foda. Seu rosto começou a ficar ruborizado — acho que ela também estava começando a gostar. Depois, ele a colocou de quatro e a comeu assim por um bom tempo.

Nessa mesma posição de quatro, ele abriu as nádegas da Martita e meteu a língua no cu dela, para depois dizer:

— Bom, vamos para sua próxima lição.

— Qual é?

— Vou te meter no cu.

— Mas você... O pau é grande demais"
"Oh, que merda com isso, se entra, entra"

Então ele prepara seu canhão e, diferente da minha mãe, com a Martita eu deixo ir devagar primeiro a cabeça do seu trator. Martita só apertou os dentes. Ao ver que minha irmã aguentou, o cabraço enfiou até a metade. Martita só deu um pequeno resfôlego. Então, envalentoado, o cuzão do Max terminou deixando ir tudo. Minha irmã deu pequenos gritinhos:

"Ai, ai, ai, ai, ai, meu cuzinho, meu cuzinho"

Só durou três minutos dando na bunda da minha irmã, quando ele soltou um grito e estremeceu. O cuzão tinha gozado nas entranhas da minha irmãzinha. Ele se separou e pude ver do cu da Martita jorrar a porra borbulhante.

O puto babaca se levantou e foi em direção ao sofá, sentou e disse:
"Ei, senhora, venha limpar a sujeira que sua filha fez. E vocês, cabrões, agora façam fila para arrombar o cu da neném."

Minha mãe avançou até ele com uma cara de luxúria desenfrenada, de quatro, e começou a limpar o pau dele com a língua, enquanto os cabrões amigos do Max correram para onde estava a Martita, como crianças quando entregam os saquinhos de doces nas festas. Minha pobre irmãzinha estava no chão com a bunda para cima, e um a um foram passando para rechear o cu dela. Ela aguentou valente a metralha que os cabrões davam nela, e na terceira vez disse algo que me surpreendeu:

"Me fode com força, acho que gosto mais pelo cu do que pela buceta."

Então um deles disse:
"Será minha imaginação, mas acho que a dona tinha o cu mais apertadinho que a menina."

Max respondeu: "Não, cara, o que acontece é que com a dona você foi o primeiro depois de mim, e com a menina foi o último a comer ela."

Ha, ha, ha, todos gargalharam. Então Max se levantou do sofá e disse: "Bom, é hora da DP."
"O que é isso?", perguntou minha irmã.
"A penetração dupla", respondeu Max.

"Isso parece interessante", disse minha mãe com cara de excitada.
Poucos minutos depois, ela tinha... Na minha frente, as bundas da minha mãe e da minha irmã sendo duplamente penetradas por aqueles desgraciados. Foi algo muito impactante ver como enfiavam o pau todo na minha mãe e na Martita. Mas essa tarde o destino tinha mais uma surpresa pra mim: vendo aquela cena, comecei a ter uma ereção.

O que estava acontecendo?

Eu não a desejava nem estava excitado, pelo contrário, estava indignado e com raiva. Mas mesmo assim tive uma ereção, que apesar de ter durado pouco, não deixava de ser uma ereção. Que diabos estava acontecendo comigo? Estava refletindo sobre isso quando saí do transe ao ouvir a voz do Max dizer:

"Bom, chegou a hora do grande final." E colocaram minha mãe e minha irmã de joelhos no colchonete no chão e começaram a se masturbar. Os desgraciados iam gozar na cara delas.

E assim foi: eles descarregaram nas caras da minha mãe e da minha irmã. Cena que eu vi como se fosse o filme Matrix – percebia em câmera lenta como os grandes jatos daqueles desgraciados atingiam o rosto delas. Quando terminaram, minha mãe e a Martita tinham o rosto totalmente coberto de creme e ficaram rindo e rindo.

Não acreditava!

No final, elas tinham gostado da brutalidade da foda. Aí o Max falou:

"Bom, suas putinhas, espero que tenham aprendido a lição. Podem ir ao banheiro limpar o betume. O banheiro é lá no fundo, à direita."

Nisso, elas se levantaram totalmente às cegas porque a creme não deixava elas verem. Mal tinham dado alguns passos e tropeçaram numa mesinha de centro, caindo as duas de cara no chão e com as bundas pra cima. O que provocou tremendas gargalhadas daqueles desgraciados.

"Ha, ha, ha, ha! Olha essas branquinhas! O tanto que são putas, são burras também! Ha, ha, ha!" – juntando-se às risadas, minha mãe e a Martita, e minha mãe dizendo com voz de festa:

"Essa menina não presta atenção!"

"Mas mãe, se eu não vejo nada! Me deixaram toda embetunada como se fosse bolo de aniversário!" disse a Martita alegremente. Ha, ha, ha, ha! Todos riram com o comentário da minha irmã.

Essas palavras... Fiquei indignado, minha mãe e minha irmãzinha eram umas verdadeiras putonas.
Não demoraram muito para voltarem já vestidas e com o rosto limpo.
"Bem, meninos, até logo", disse mamãe.
"Já sabe, senhora, quando quiserem estamos aqui às suas ordens", disse Max a ela.

"Bom, não acho que haverá outra ocasião, porque minha filha e eu somos mulheres decentes", e logo em seguida saíram pela entrada da frente.

Reagi e soube que era hora de ir embora, mas ainda consegui ouvir o babaca do Max dizer:
"Esqueci de avisar aquele par de putas que não vão conseguir cagar por uma semana, HA, HA, HA, HA!", explodiram em uma última gargalhada aquele bando de filhos da puta.
(De novo aquela porra de risadinha que ainda me fura os ouvidos)

Me dirigi para a cerca e esperei que mamãe e Martita passassem, então vi a forma evidente como andavam, faziam isso com as pernas visivelmente abertas.

GULP!! (engoli saliva) acho que aquele babaca do Max não estava brincando quando disse que elas não iam conseguir cagar por uma semana.

O caminho para casa foi uma voragem de pensamentos, além da raiva e impotência por ter visto o que aconteceu e não sei se me faltaram bolas ou o que aconteceu comigo que não pude evitar, me perguntei: será que minha mãe e minha irmã eram umas putas de marca ou apenas vítimas da situação?

Depois, tentando justificar o comportamento delas, lembrei do que tinha lido em uma revista: "7 em cada 10 mulheres fantasiam em serem possuídas à força por vários negros e só 1 em cada milhão realiza a fantasia".
Poxa, não há dúvida de que eu poderia me gabar de ter uma mãe e uma irmã que eram uma em um milhão, mas o que a porra da revista não dizia era uma estatística que mencionasse quantos caras como eu tinham visto a mãe e a irmã deles terem o cu arrombado ao mesmo tempo sem fazer nada.

Comentarios Destacados

lamb32 +5
es real esto o joda, parec escrito por un nene d 15 años

8 comentários - vi como foderam a buceta da minha mãe e irmã

Como que es real, y pues no me ha pasado, pero las hubieras grabado y con ese video sobornarlas para que sean tus esclavas, y hagan lo que tu quieres no hiciste nada le hubieras sacado provecho, ya que a ellas no les importo su dignidad, aparte YOLO ue jajaja y si la calentura es cabrona
esta buenísimo solo yo dejo se lo hagan a mi esposa le encantan gruesos o largos
TelameT -1
dejate de escribir boludeces , cuando la agarrana tu mama , no sabes lo que te paso , sos un cagon de mierda , no servis , sos reamargo , verguenza te tendria que dar lo que escribis, nii llegue a la mitad del relato, que cobarde sos ,