Volto com outra história que encontrei por aí, aproveitem.Antes de mais nada, vou me apresentar: sou uma jovem de 18 anos, magrinha, loirinha, cabelo comprido (na altura dos peitos), peitos pequenos mas durinhos e uma bundinha gostosa, mas o que eu mais gosto em mim e que sempre tento mostrar são minhas pernas. Tô no 6º semestre da escola e ainda trabalho à tarde. Essa é minha primeira história e espero que vocês gostem.
Era uma segunda-feira de manhã, quando acordei o relógio já marcava 9h da manhã, minha mãe tinha saído pra fazer compras e meu pai pro trabalho. Eu tava de férias, mas mesmo assim minha mãe me fez acordar cedo pra limpar a casa. Ainda meio sonolenta, desci pra cozinha e preparei um cereal pra tomar café. Enquanto comia, ficava andando pela casa (mania minha de caminhar quando como cereal), abri a porta de correr do quintal e saí pra admirar o dia.
Tava um dia ensolarado com umas nuvens, a grama era gostosa debaixo dos meus pés descalços, o calor do sol também era agradável e o vento mexia levemente no meu cabelo. De repente, senti que alguém tava me olhando, virei pra esquerda e era um dos meus vizinhos.
Esse vizinho é novo no bairro, tava fazendo duas semanas que morava na casa ao lado, era um cara alto, de uns 45 anos, características afro-americanas, olhos pretos, careca e um pouco gordinho. Ele me olhava fixamente e era algo que me incomodava. Olhei pra ele por uns instantes e acabei cumprimentando sem querer, ele respondeu com um sorriso e eu vi que os dentes dele eram amarelados.
— Ei, menina, bom dia, que linda você amanheceu hoje — ele disse enquanto se aproximava da cerca que dividia nossos quintais.
— Ahh, oi, bom dia... obrigada... hehehe — respondi com o cumprimento mais falso do mundo. — Era um cara que eu não suportava nem um pouco, não sabia por quê, tinha algo que não me agradava.
— Vejo que você tá acordando — ele falou enquanto me olhava de cima a baixo — Gostei da sua pijama, menina — quando ouvi isso, percebi que tinha saído no pátio, só de camisola velha e grande, que ainda deixava minhas pernas à mostra.
Deixei cair o prato de cereal na grama e entrei correndo em casa, morrendo de vergonha. Subi até meu quarto e fiquei deitada um tempão. Depois que a vergonha passou, tirei a camisola e fiquei só de calcinha, enquanto procurava o que vestir. Meus bicos começaram a ficar durinhos porque tava meio frio dentro do quarto.
No fim, vesti uma blusa top preta sem manga, por baixo um sutiã rosa, um shortinho jeans curto e um tênis preto. Afinal, tinha que limpar a casa e queria ficar confortável.
Quando descia as escadas, ouvi alguém batendo na porta. Pensei que era minha mãe voltando das compras e precisando de ajuda, então abri a porta sem perguntar quem era. Mas não era minha mãe batendo, era o meu vizinho de antes. Fiquei parada na porta sem falar nada até ele falar.
— Oi, vizinha, sua mãe tá em casa? — ele perguntou enquanto me olhava do mesmo jeito de antes.
— Não, desculpa, ela foi fazer compras — respondi na hora.
— Deixa eu entrar, vou pegar um pouco de leite.
— Claro que não pode entrar — respondi quase rindo do jeito que ele falou — se quer leite, vai no mercado da esquina.
— Vizinha, não seja assim, deixa eu entrar — ele disse enquanto já entrava na minha casa.
— Vizinho... o senhor não pode entrar na minha casa assim, desse jeito. Sai, por favor, ou vou ter que chamar a polícia — minha voz saiu fina e assustada.
— Me dá o leite e vou embora, só isso. Tá na geladeira, vai, espero aqui. — Olhei incrédula e fui até a cozinha pegar o leite de má vontade. Voltei na hora com o galão de leite e estendi pra ele pegar.
— Vizinha, você tá muito gostosa — não falei nada. Ficamos em silêncio.
— Aqui está o leite, sai daqui, por favor — de repente ele se aproximou e começou a olhar pros meus peitos, me segurou pelo braço, me virou de costas e me abraçou por trás.
— O que... cê tá fazendo?.... Me solta! me abraçou forte pela cintura e eu senti o gosto dele em mim.
— A senhora me deixa louco, vizinha. Toda vez que sai assim na rua, me dá vontade de… — ele esfregou a pélvis nas minhas nádegas e de repente senti algo crescendo e empurrando minha bunda.
Comecei a lutar para me soltar dele, até que pisei no pé dele. Ele me soltou e eu saí correndo escada acima; subi os degraus e entrei rápido no banheiro. Quando estava prestes a fechar a porta, ele bateu nela e me derrubou para que eu não conseguisse fechar.
— Vizinha, olha como a senhora me deixa o pau — ele segurava a própria virilha obscenamente enquanto me olhava. — Levantei para não olhar para ele e tentar sair do banheiro.
Ele fechou a porta atrás de si e começou a desabotoar a calça até tirar o pau. Sem saber como, ele pegou minha mão e a levou até o pênis dele.
— O que você está fazendo! — gritei, ao mesmo tempo que tentava puxar minha mão.
— Só toca um pouquinho, sente como você me deixa ao te ver — ele dizia enquanto se aproximava de mim.
— Socorro! Socorro! — comecei a gritar. Coisa que ele aproveitou para me soltar e se colocar atrás de mim, só que dessa vez ele me pegou pelos peitos e começou a apertá-los suavemente.
— Tira a blusa, vizinha, quero conhecer seus peitos — ele dizia com um tom lascivo.
Como eu não obedeci, ele levou uma das mãos ao bolso e tirou um canivete.
— Fica quieta, gostosa, não vai querer que eu te machuque — Ele pegou minha blusa e a rasgou pelas costas, junto com o sutiã.
Instintivamente, cobri meus peitos com as mãos e olhei para a cara dele. — Você é um tarado.
— Quer sair daqui, gostosa? — Me deixa em paz — respondi. — Quer sair? — Só me obedece.
— Faz o que eu mandar e vou te deixar em paz, senão… — Ele encostou o canivete no meu pescoço e aí eu entendi o recado.
— Você me deixa louco — Ele pegou minha mão e me levou até meu quarto, fechou a porta assim que entramos e me jogou na cama.
— Ahh… — caí de bruços e imediatamente ele me pegou pela calça e começou a tirá-la. Começou a passar a mão nas minhas pernas, a beijá-las, depois abriu minhas pernas e começou a tocar na minha buceta.
Comecei a gritar, quando senti os dedos dele nos meus lábios vaginais – Cala a boca, vou tentar chupar você. – sentia a língua molhada dele me tocando por dentro.
Às vezes ele enfiava até o fundo, devagar e suavemente. Depois começou a tocar meus peitos, minha cintura, minha bunda, tudo o que queria de mim.
– Eu gosto… ahh… gosto do calor da sua bucetinha, vizinha… – ele dizia enquanto entrava e saía de mim. – Gosto com esses pelinhos, vizinha… mmm… nunca imaginei que você fosse tão gostosa.
De repente, com os dedos, ele separou meus lábios vaginais – que clitóris gostoso você tem, vizinha, adoro como ele incha até parecer um botãozinho. – deu uns toques leves com a ponta da navalha e senti uns espasmos leves na minha pelve.
– Você gosta de mim, vizinha? – ele dizia enquanto passava a navalha pelo meu clitóris, pelos meus mamilos e por todo o meu corpo.
– O que você quer de mim?
– Quero te foder, vizinha, desde que te vi, só quero te foder inteira.
– Então faz logo de uma vez e para de me torturar.
Ele abriu minhas pernas e começou a beijar minha buceta, sentia ele molhando ela enquanto passava a língua, depois começou a chupar meus peitos, primeiro o esquerdo e depois o direito, com os lábios apertava meus mamilos enquanto passava a língua rapidamente na ponta deles. Senti umas cócegas neles ao mesmo tempo que sentia eles endurecerem. Nisso, o vizinho pegou o pinto dele enquanto me colocava de joelhos na cama, me puxou pelo cabelo e enfiou o pinto dele na minha boca.
Fiz cara de nojo e fechei os olhos, mas ele mandou eu abri-los e olhar diretamente na cara dele.
– Olha na minha cara e chupa… vamos… mmmm… enfia tudo, vizinha…
– brbr… brbrb… rbrbrb… – sentia ânsia toda vez que ele me penetrava e meus olhos começaram a lacrimejar por causa disso.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e me empurrou para eu chupar mais. Quando senti que não podia continuar com o pau dele, tirei da minha boca, olhei pra ele enquanto tossia e notei que tava completamente coberto pela minha saliva, fios fininhos dela caindo na cama e alguns conectando o pau dele com a minha boca.
De repente ele me pegou e abriu minhas pernas na cama, devagar e suavemente enfiou o pau ainda molhado pela minha buceta enquanto me olhava nos olhos.
–Me olha! –ele gritou. Sentia o pau dele entrando aos poucos e a dor que me causava.
–Que apertadinho que tá aqui dentro vizinha, nunca imaginei que você fosse virgem. Achava que alguém já tinha te desflorado antes. –Ele me segurou pelos quadris e de uma só enfiada senti ele me rasgar ao entrar completamente.
Deixei escapar um gemido baixinho enquanto ele metia com mais força, senti o sangue escorrendo da minha buceta e descendo pelas minhas pernas.
–Ah, que gostoso que é sentir meu pau dentro da sua bucetinha apertada –ele metia com mais força a cada enfiada, me segurou pela cintura e me puxou contra ele.
Depois de um tempo a dor tinha sumido e no lugar veio um mar de sensações que eu nunca tinha sentido, arrepiando minha pele toda. –Mmm… mmm… mmm… mmm… –eu gemia a cada enfiada.
Quando ele ouviu meus gemidos, me colocou como uma putinha na cama, me agarrou pelo cabelo e começou a meter devagar, e no final forte até o fundo. Depois metia mais rápido, mais rápido e mais rápido.
–Mmmmmmm… aaahhhhh… –eu gemia a cada enfiada –ahhh ahhh ahhh… mmmm… –Pelo jeito que ele me tratava, sabia que adorava meus gemidos.
–Você gosta, hein… ahh ahhh ahhh… você é uma vizinha muito puta… sabia… ahh… ahhh… gosta que eu meta forte, né? –Eu mordi o lábio inferior e fiz cara de santinha, ele me olhou e vi como meu gesto excitava ele.
De repente ele me carregou nos braços e começou a meter. Me levantava e me abaixava, me levantava e me abaixava no pau dele só pra me ouvir gritar enquanto enfiava tudo.
–Ahhhh ahhhh… pa...ra...a...ahhh… mmmm paraaaa!!!
–Não consigo… você me excita demais… não consigo. –ele continuava mais e mais rápido, me comendo.
–Já não aguento maa... ahhhhhh –sinto meu primeiro orgasmo chegando e meu corpo tenso cada vez que sinto um espasmo.
–Sim... goza em cima de mim... isso... vai sim... mais rápido –ele me comia rápido enquanto chupava meus peitos e me dava chupões longos.
Meus mamilos ficam vermelhos por causa dos chupões longos que ele me dava –já, por favor, te imploro, me deixaaaa –nisso ele mordeu meu mamilo e eu fiquei mais excitada.
–Me implora, eu gosto de ouvir você pedir piedade –ele me encostou na parede e parou de me carregar, depois levantou uma das minhas pernas e continuou me comendo. Me olhou e me beijou.
–Me fala se você gosta assim... mmm... você vai fazer eu gozar a qualquer momento... que puta você é, e nem queria no começo.
De repente, ele saiu de dentro de mim e me jogou no chão. Eu caí deitada enquanto ele segurava a pica e começava a se masturbar. –Uiii sim... ahh... se prepara, vizinha... que vou te banhar toda. –ele apontou a pica pra mim e um jato de esperma branco e quente foi parar na minha cara, depois outro e outro. Parecia chuva e ele não parava de gemer e jorrar porra.
–mmmmmmmmmmmmm... uuuuuuuuyyyyyyyyy sim, toma seu leite, gostosa... –ele jogou todo o esperma em cima de mim, meus peitos ficaram completamente cobertos, na minha cara alguns jatos escorriam pelas minhas bochechas e minha barriga foi se enchendo do sêmen que escorria dos meus peitos.
–Tava há meses sem conseguir gozar tão gostoso, tava com as bolas cheias e tudo isso eu guardei pra você, vizinha. Gostou? –eu não respondi, preferi olhar pro lado. O que fez ele rir.
–Olha como você fica bem, menina. Kkkkkkkkk. –do bolso da calça ele tirou o celular e começou a tirar fotos de mim.
–Vou tirar umas fotos sua cheia de porra, se você não me der o que eu quiser quando eu quiser, mostro pra sua mãe, pro seu irmão, pros seus amigos, pra quem eu bem entender. –ele se vestiu enquanto eu continuava no chão.
Quando ele estava quase saindo do meu quarto, me olhou, tirou um pote vazio do bolso e voltou. Se ajoelhou na minha frente, me pegou pelas pernas de novo e Ela abriu pra mim. Começou a me dar uns chupões na buceta muito mais intensos que os de antes, enfiava a língua nos lábios menores da minha buceta enquanto fazia círculos com ela.
– Já, por favor!!!
– É que você me deixa com tesão.
– Senti meus suquinhos começando a escorrer da minha xereca, rapidamente ele colocou o frasco vazio e começou a encher com meus suquinhos.
– Mmmm aqui está meu gozo – ele pegou o frasco enquanto passava a mão em mim e abriu minha buceta pra sair tudo. Enfiou um dedo lá dentro da minha buceta e ele saiu coberto dos meus fluidos, levou à boca pra provar.
– Mmmmmmm que gostoso você é – ele tirou gozo do meu rosto e me deu pra provar.
Tampou o frasco e disse: – Valeu pelo gozo, vizinha, foi um prazer vir na sua casa hahahahahahaha…
*********************************************************************************************************************Foi só isso, espero que tenham gostado. Se curtiram, compartilhem e avaliem, ou façam o que quiserem. E lembrem-se: faço fakes do que vocês quiserem, é só mandar fotos pro meu e-mail.
Era uma segunda-feira de manhã, quando acordei o relógio já marcava 9h da manhã, minha mãe tinha saído pra fazer compras e meu pai pro trabalho. Eu tava de férias, mas mesmo assim minha mãe me fez acordar cedo pra limpar a casa. Ainda meio sonolenta, desci pra cozinha e preparei um cereal pra tomar café. Enquanto comia, ficava andando pela casa (mania minha de caminhar quando como cereal), abri a porta de correr do quintal e saí pra admirar o dia.
Tava um dia ensolarado com umas nuvens, a grama era gostosa debaixo dos meus pés descalços, o calor do sol também era agradável e o vento mexia levemente no meu cabelo. De repente, senti que alguém tava me olhando, virei pra esquerda e era um dos meus vizinhos.
Esse vizinho é novo no bairro, tava fazendo duas semanas que morava na casa ao lado, era um cara alto, de uns 45 anos, características afro-americanas, olhos pretos, careca e um pouco gordinho. Ele me olhava fixamente e era algo que me incomodava. Olhei pra ele por uns instantes e acabei cumprimentando sem querer, ele respondeu com um sorriso e eu vi que os dentes dele eram amarelados.
— Ei, menina, bom dia, que linda você amanheceu hoje — ele disse enquanto se aproximava da cerca que dividia nossos quintais.
— Ahh, oi, bom dia... obrigada... hehehe — respondi com o cumprimento mais falso do mundo. — Era um cara que eu não suportava nem um pouco, não sabia por quê, tinha algo que não me agradava.
— Vejo que você tá acordando — ele falou enquanto me olhava de cima a baixo — Gostei da sua pijama, menina — quando ouvi isso, percebi que tinha saído no pátio, só de camisola velha e grande, que ainda deixava minhas pernas à mostra.
Deixei cair o prato de cereal na grama e entrei correndo em casa, morrendo de vergonha. Subi até meu quarto e fiquei deitada um tempão. Depois que a vergonha passou, tirei a camisola e fiquei só de calcinha, enquanto procurava o que vestir. Meus bicos começaram a ficar durinhos porque tava meio frio dentro do quarto.
No fim, vesti uma blusa top preta sem manga, por baixo um sutiã rosa, um shortinho jeans curto e um tênis preto. Afinal, tinha que limpar a casa e queria ficar confortável.
Quando descia as escadas, ouvi alguém batendo na porta. Pensei que era minha mãe voltando das compras e precisando de ajuda, então abri a porta sem perguntar quem era. Mas não era minha mãe batendo, era o meu vizinho de antes. Fiquei parada na porta sem falar nada até ele falar.
— Oi, vizinha, sua mãe tá em casa? — ele perguntou enquanto me olhava do mesmo jeito de antes.
— Não, desculpa, ela foi fazer compras — respondi na hora.
— Deixa eu entrar, vou pegar um pouco de leite.
— Claro que não pode entrar — respondi quase rindo do jeito que ele falou — se quer leite, vai no mercado da esquina.
— Vizinha, não seja assim, deixa eu entrar — ele disse enquanto já entrava na minha casa.
— Vizinho... o senhor não pode entrar na minha casa assim, desse jeito. Sai, por favor, ou vou ter que chamar a polícia — minha voz saiu fina e assustada.
— Me dá o leite e vou embora, só isso. Tá na geladeira, vai, espero aqui. — Olhei incrédula e fui até a cozinha pegar o leite de má vontade. Voltei na hora com o galão de leite e estendi pra ele pegar.
— Vizinha, você tá muito gostosa — não falei nada. Ficamos em silêncio.
— Aqui está o leite, sai daqui, por favor — de repente ele se aproximou e começou a olhar pros meus peitos, me segurou pelo braço, me virou de costas e me abraçou por trás.
— O que... cê tá fazendo?.... Me solta! me abraçou forte pela cintura e eu senti o gosto dele em mim.
— A senhora me deixa louco, vizinha. Toda vez que sai assim na rua, me dá vontade de… — ele esfregou a pélvis nas minhas nádegas e de repente senti algo crescendo e empurrando minha bunda.
Comecei a lutar para me soltar dele, até que pisei no pé dele. Ele me soltou e eu saí correndo escada acima; subi os degraus e entrei rápido no banheiro. Quando estava prestes a fechar a porta, ele bateu nela e me derrubou para que eu não conseguisse fechar.
— Vizinha, olha como a senhora me deixa o pau — ele segurava a própria virilha obscenamente enquanto me olhava. — Levantei para não olhar para ele e tentar sair do banheiro.
Ele fechou a porta atrás de si e começou a desabotoar a calça até tirar o pau. Sem saber como, ele pegou minha mão e a levou até o pênis dele.
— O que você está fazendo! — gritei, ao mesmo tempo que tentava puxar minha mão.
— Só toca um pouquinho, sente como você me deixa ao te ver — ele dizia enquanto se aproximava de mim.
— Socorro! Socorro! — comecei a gritar. Coisa que ele aproveitou para me soltar e se colocar atrás de mim, só que dessa vez ele me pegou pelos peitos e começou a apertá-los suavemente.
— Tira a blusa, vizinha, quero conhecer seus peitos — ele dizia com um tom lascivo.
Como eu não obedeci, ele levou uma das mãos ao bolso e tirou um canivete.
— Fica quieta, gostosa, não vai querer que eu te machuque — Ele pegou minha blusa e a rasgou pelas costas, junto com o sutiã.
Instintivamente, cobri meus peitos com as mãos e olhei para a cara dele. — Você é um tarado.
— Quer sair daqui, gostosa? — Me deixa em paz — respondi. — Quer sair? — Só me obedece.
— Faz o que eu mandar e vou te deixar em paz, senão… — Ele encostou o canivete no meu pescoço e aí eu entendi o recado.
— Você me deixa louco — Ele pegou minha mão e me levou até meu quarto, fechou a porta assim que entramos e me jogou na cama.
— Ahh… — caí de bruços e imediatamente ele me pegou pela calça e começou a tirá-la. Começou a passar a mão nas minhas pernas, a beijá-las, depois abriu minhas pernas e começou a tocar na minha buceta.
Comecei a gritar, quando senti os dedos dele nos meus lábios vaginais – Cala a boca, vou tentar chupar você. – sentia a língua molhada dele me tocando por dentro.
Às vezes ele enfiava até o fundo, devagar e suavemente. Depois começou a tocar meus peitos, minha cintura, minha bunda, tudo o que queria de mim.
– Eu gosto… ahh… gosto do calor da sua bucetinha, vizinha… – ele dizia enquanto entrava e saía de mim. – Gosto com esses pelinhos, vizinha… mmm… nunca imaginei que você fosse tão gostosa.
De repente, com os dedos, ele separou meus lábios vaginais – que clitóris gostoso você tem, vizinha, adoro como ele incha até parecer um botãozinho. – deu uns toques leves com a ponta da navalha e senti uns espasmos leves na minha pelve.
– Você gosta de mim, vizinha? – ele dizia enquanto passava a navalha pelo meu clitóris, pelos meus mamilos e por todo o meu corpo.
– O que você quer de mim?
– Quero te foder, vizinha, desde que te vi, só quero te foder inteira.
– Então faz logo de uma vez e para de me torturar.
Ele abriu minhas pernas e começou a beijar minha buceta, sentia ele molhando ela enquanto passava a língua, depois começou a chupar meus peitos, primeiro o esquerdo e depois o direito, com os lábios apertava meus mamilos enquanto passava a língua rapidamente na ponta deles. Senti umas cócegas neles ao mesmo tempo que sentia eles endurecerem. Nisso, o vizinho pegou o pinto dele enquanto me colocava de joelhos na cama, me puxou pelo cabelo e enfiou o pinto dele na minha boca.
Fiz cara de nojo e fechei os olhos, mas ele mandou eu abri-los e olhar diretamente na cara dele.
– Olha na minha cara e chupa… vamos… mmmm… enfia tudo, vizinha…
– brbr… brbrb… rbrbrb… – sentia ânsia toda vez que ele me penetrava e meus olhos começaram a lacrimejar por causa disso.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e me empurrou para eu chupar mais. Quando senti que não podia continuar com o pau dele, tirei da minha boca, olhei pra ele enquanto tossia e notei que tava completamente coberto pela minha saliva, fios fininhos dela caindo na cama e alguns conectando o pau dele com a minha boca.
De repente ele me pegou e abriu minhas pernas na cama, devagar e suavemente enfiou o pau ainda molhado pela minha buceta enquanto me olhava nos olhos.
–Me olha! –ele gritou. Sentia o pau dele entrando aos poucos e a dor que me causava.
–Que apertadinho que tá aqui dentro vizinha, nunca imaginei que você fosse virgem. Achava que alguém já tinha te desflorado antes. –Ele me segurou pelos quadris e de uma só enfiada senti ele me rasgar ao entrar completamente.
Deixei escapar um gemido baixinho enquanto ele metia com mais força, senti o sangue escorrendo da minha buceta e descendo pelas minhas pernas.
–Ah, que gostoso que é sentir meu pau dentro da sua bucetinha apertada –ele metia com mais força a cada enfiada, me segurou pela cintura e me puxou contra ele.
Depois de um tempo a dor tinha sumido e no lugar veio um mar de sensações que eu nunca tinha sentido, arrepiando minha pele toda. –Mmm… mmm… mmm… mmm… –eu gemia a cada enfiada.
Quando ele ouviu meus gemidos, me colocou como uma putinha na cama, me agarrou pelo cabelo e começou a meter devagar, e no final forte até o fundo. Depois metia mais rápido, mais rápido e mais rápido.
–Mmmmmmm… aaahhhhh… –eu gemia a cada enfiada –ahhh ahhh ahhh… mmmm… –Pelo jeito que ele me tratava, sabia que adorava meus gemidos.
–Você gosta, hein… ahh ahhh ahhh… você é uma vizinha muito puta… sabia… ahh… ahhh… gosta que eu meta forte, né? –Eu mordi o lábio inferior e fiz cara de santinha, ele me olhou e vi como meu gesto excitava ele.
De repente ele me carregou nos braços e começou a meter. Me levantava e me abaixava, me levantava e me abaixava no pau dele só pra me ouvir gritar enquanto enfiava tudo.
–Ahhhh ahhhh… pa...ra...a...ahhh… mmmm paraaaa!!!
–Não consigo… você me excita demais… não consigo. –ele continuava mais e mais rápido, me comendo.
–Já não aguento maa... ahhhhhh –sinto meu primeiro orgasmo chegando e meu corpo tenso cada vez que sinto um espasmo.
–Sim... goza em cima de mim... isso... vai sim... mais rápido –ele me comia rápido enquanto chupava meus peitos e me dava chupões longos.
Meus mamilos ficam vermelhos por causa dos chupões longos que ele me dava –já, por favor, te imploro, me deixaaaa –nisso ele mordeu meu mamilo e eu fiquei mais excitada.
–Me implora, eu gosto de ouvir você pedir piedade –ele me encostou na parede e parou de me carregar, depois levantou uma das minhas pernas e continuou me comendo. Me olhou e me beijou.
–Me fala se você gosta assim... mmm... você vai fazer eu gozar a qualquer momento... que puta você é, e nem queria no começo.
De repente, ele saiu de dentro de mim e me jogou no chão. Eu caí deitada enquanto ele segurava a pica e começava a se masturbar. –Uiii sim... ahh... se prepara, vizinha... que vou te banhar toda. –ele apontou a pica pra mim e um jato de esperma branco e quente foi parar na minha cara, depois outro e outro. Parecia chuva e ele não parava de gemer e jorrar porra.
–mmmmmmmmmmmmm... uuuuuuuuyyyyyyyyy sim, toma seu leite, gostosa... –ele jogou todo o esperma em cima de mim, meus peitos ficaram completamente cobertos, na minha cara alguns jatos escorriam pelas minhas bochechas e minha barriga foi se enchendo do sêmen que escorria dos meus peitos.
–Tava há meses sem conseguir gozar tão gostoso, tava com as bolas cheias e tudo isso eu guardei pra você, vizinha. Gostou? –eu não respondi, preferi olhar pro lado. O que fez ele rir.
–Olha como você fica bem, menina. Kkkkkkkkk. –do bolso da calça ele tirou o celular e começou a tirar fotos de mim.
–Vou tirar umas fotos sua cheia de porra, se você não me der o que eu quiser quando eu quiser, mostro pra sua mãe, pro seu irmão, pros seus amigos, pra quem eu bem entender. –ele se vestiu enquanto eu continuava no chão.
Quando ele estava quase saindo do meu quarto, me olhou, tirou um pote vazio do bolso e voltou. Se ajoelhou na minha frente, me pegou pelas pernas de novo e Ela abriu pra mim. Começou a me dar uns chupões na buceta muito mais intensos que os de antes, enfiava a língua nos lábios menores da minha buceta enquanto fazia círculos com ela.
– Já, por favor!!!
– É que você me deixa com tesão.
– Senti meus suquinhos começando a escorrer da minha xereca, rapidamente ele colocou o frasco vazio e começou a encher com meus suquinhos.
– Mmmm aqui está meu gozo – ele pegou o frasco enquanto passava a mão em mim e abriu minha buceta pra sair tudo. Enfiou um dedo lá dentro da minha buceta e ele saiu coberto dos meus fluidos, levou à boca pra provar.
– Mmmmmmm que gostoso você é – ele tirou gozo do meu rosto e me deu pra provar.
Tampou o frasco e disse: – Valeu pelo gozo, vizinha, foi um prazer vir na sua casa hahahahahahaha…
*********************************************************************************************************************Foi só isso, espero que tenham gostado. Se curtiram, compartilhem e avaliem, ou façam o que quiserem. E lembrem-se: faço fakes do que vocês quiserem, é só mandar fotos pro meu e-mail.
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