Valeu mesmo pelos comentários!!!!! Cada vez que vocês fazem isso, dá mais vontade de escrever.Lá por 2008, eu tava solteiro e sem compromisso. Naquele dia, fui na casa do meu melhor amigo pra comer um churrasco.
Entre os convidados, tava a sogra dele, a avó do meu afilhado, querendo fazer uma viagem pra Cuba, mas não queria ir sozinha. Esse era o problema dela.
Eu tinha acabado de me formar, como falei antes, tava sozinho e sem compromisso, e também com vontade de me dar um presente pelo que consegui na faculdade.
Meus amigos começaram a me encher o saco, falando: "Vai, aproveita!!"
Ela, Agustina, mulher de 62 anos, viúva há 12 anos. Tava começando a sentir vontade de viver de novo. A vida tinha batido nela, mas já fazia uns anos que ela tava melhor, muito melhor.
Uma mulher muito vaidosa, cabelo bem prateado, com um corte que deixava ela muito mais jovem do que a idade que tinha. Sempre usava roupas de marca com bom gosto. Sem sair da linha e do estilo dela, mas chamava atenção.
O que sempre me atraía nela eram as pernas. Me dava um tesão danado ver como as botas de couro ficavam nela. Mas não passava disso. Era a sogra do meu amigo.
Entre conversa e conversa, já mais à vontade, ela me diz: "Olha, a gente pode viajar junto. Eu vi um pacote all inclusive onde a gente pode ficar em quartos separados, e depois lá você pode aproveitar e sair ou fazer o que quiser. Pra mim, se você for, me dá segurança, já que é a primeira vez que vou sair do país. Mas pensa aí e me liga, que se quiser, eu cuido de toda a papelada."
A ideia me pareceu muito interessante, principalmente imaginar a praia, o Caribe e as mulheres!!!
Na segunda-feira seguinte, liguei pra ela e falei: "Agustina... vai, compra tudo que a gente vai pra praia!!!"
No dia 15 de agosto, a gente embarcou pro PANAMÁ.
A rotina era bem de praia: drinks a qualquer hora, jantares e mais drinks nos boliches ou bares dos complexos do Resort.
No quarto dia, obviamente eu já tava muito excitado com tantas mulheres gostosas que tinha na praia, e Qualquer coisa me deixava com tesão.
A gente tava deitado nuns espreguiçadeiras na praia, tomando uns drinks, conversando sobre qualquer merda, já que a gente tinha bebido o dia quase inteiro, e achei que era uma boa hora pra ir tomar um banho de imersão. E foi o que fiz.
Me enfiei na banheira com a água quentinha, pelado, e relaxei.
Só conseguia sentir o calor do meu pau, tava inchado pra caralho, parecia bem grosso, tava com uma vontade doida de me masturbar sem parar. Eu acariciava ele, mas bem de leve, só pra sentir o prazer que me dá me tocar. Mas não queria gozar, queria manter a libido lá em cima. Gostava de sentir a excitação só de ver uma bunda gostosa, ou melhor, qualquer bunda, ou até qualquer coisa que se mexesse.
Depois de uma horinha de masturbação tântrica, decidi sair pra deitar um pouco e recarregar as energias pra noite.
Peguei a toalha, coloquei na cintura, ajustei e me joguei na cama.
Em 10 minutos, já tava num relaxamento orgásmico, só sentia a toalha roçando no meu pau, podia sentir o calor e, de vez em quando, umas gotinhas de líquido pré-seminal na minha barriga.
Nesse instante, bateram na minha porta, e era a Agustina. Sempre deixava aberta sem chave, então ela perguntou: "Posso entrar?" Falei: "Sim!", gritei da cama. "Tô meio relaxado, só de toalha, se isso não te incomodar? Pode entrar!"
Ela entrou de uma vez no quarto. Tava de roupão do hotel.
Ela falou: "Vamos pedir algo gostoso pra beber?" Respondi: "Sim! Quero umas caipirinhas!"
Nessa altura do dia, a gente já tava bem adubado de álcool. Nem sei quantos drinks a gente tinha tomado. Mas dava pra continuar o dia inteiro!
A cama do quarto era daquelas gigantes, então ela se acomodou do meu lado, mas virada pro lado oposto ao meu. As conversas eram geniais, quase sem sentido, o clima era todo pra isso: espairecer, relaxar, beber e beber, e também transar... era a única coisa que tava faltando.
Minha excitação só aumentava, mas nada de pensar em... Agustina era a avó do meu afilhado.
A única coisa que eu conseguia sentir no meu corpo inteiro era como a toalha roçava no meu pau, e isso fazia ele inchar cada vez mais.
Num momento da conversa, comecei a observar o olhar dela. Ela estava um pouco alterada, mas olhava pro meu volume com uma expressão que me fez explodir. Meu pau já estava quase duro, dava pra notar muito porque a toalha estava bem apertada. Comecei a fazer movimentos com minha rola pra ver se ela me mostrava, nos gestos, o interesse que tinha naquilo que tanto chamava a atenção dela.
Foi aí que ela me disse: "Mati, não consigo parar de olhar pro pau que você tem." Meu coração acelerou e, quase instintivamente, falei: "Quer ver?" Ela se inclinou sobre mim, puxou a toalha com as mãos quentes, pegou meu pênis e começou a chupar como as mais experientes em boquetes. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. A sensação era de prazer máximo, eu já estava excitadíssimo. Sentia a língua dela na cabeça do meu pau. Sentia como ela enrolava a língua nele, subia e descia. Sentia a saliva escorrendo pelas minhas bolas, ela pegava o tronco e lambia como a melhor de todas as putas. Começou a chupar minhas bolas, segurava elas com firmeza e sugava, primeiro uma, depois a outra. Ficou assim por quase dez minutos. Não trocávamos palavras. Enquanto chupava minhas bolas, ela puxava meu pau com muita suavidade. Começou a descer mais e eu pude sentir a ponta da língua dela lambendo meu cu. Primeiro, fez como se estivesse pedindo permissão, e como o prazer que me dava era muito orgásmico, peguei na cabeça dela e empurrei pra ela continuar. Já sentia a largura da língua passando pelo meu cu. Ela brincava com ele, fazia círculos sem me penetrar, só a língua e a saliva estavam ali. Subia, limpava minhas bolas e descia de novo.
Pedi pra ela ficar por cima de mim pra fazer um 69. Ela se ajeitou e eu pude ver toda a intimidade dela. As nádegas eram flácidas, mas como ela não era gorda, estavam muito boas. Não tinha um único cravo na buceta dela. Glúteos. O buraco do cu tava coberto por uns pelinhos, eu diria meio acinzentados, bem tupido, mas dava pra ver um buraco lindo, dilatado. A cor era escura nas bordas. Comecei a chupar ele devagar, primeiro com a ponta da língua. Senti como o cu dela se abria ainda mais com as minhas investidas de língua. Entrava quase a ponta toda. Aí, naquele momento, senti o primeiro gemido de prazer dela. Mmmmmmm. Fiz o mesmo que ela fazia comigo. Depois comecei a observar a buceta dela. Tinha uma buceta peluda e com alguns fios brancos (fios de prata), os pelos também eram tupidos, mas bem arrumadinhos. O cheiro da buceta dela era delicioso, o gosto já tava bem ácido nessa altura. Dava pra sentir os fluidos escorrendo pela perna dela. Os fluidos já tavam impregnados no meu rosto. Os lábios vaginais dela eram bem carnudos e grandes. O clitóris dela era enorme, rosado, parecia uma cabecinha de pênis em miniatura. Brinquei com ele até começar a ver o cu dela se contraindo. Enfiei meu dedo, quase até o nó, até que o orgasmo dela expulsou ele de uma vez. Senti as pernas dela tremendo, ouvi ela gemendo de prazer, o espasmo orgásmico foi tão forte que até senti o xixi dela escorrendo pelo meu peito. Ela se levantou e começou a me masturbar de novo. "Que cara aguentador, hein, pichão. Ainda não gozou e eu já tô exausta." Começou a brincar de novo com meu cu e a língua dela. O prazer era total, meu pau já tava durasso. Ela batia uma punheta suave, mas firme. Dando uns golpes secos quando descia o punho.
"Quer me foder, bebê?", ela perguntou. "Óbvio", respondi. Ela virou de costas pra mim e começou a se empalar quase sozinha. Dava pra ver a bunda dela subindo e descendo. O cu dela continuava dilatado, dava pra ver. Isso me excitava ainda mais. Peguei uma nádega com a mão e enfiei meu dedão no cu dela.
"Aaaaaah, sim, bebê, cê gostou da minha raba? Mmmmm, deixa eu fazer o mesmo com você?" Nessa altura, eu já tava entregando o rabo, então topei o desejo dela. Umedeceu o dedo e foi brincando e fazendo pressão até a metade da falange. O prazer era extremo, dava pra sentir quase um prazer duplo. Sua buceta e seu dedo.
Comecei a sentir a porra cada vez mais perto, e com um grito forte deixei claro meu orgasmo, já o dedo dele não estava mais no meu cu e ela rapidamente tirou a buceta dela e continuei batendo uma pra tirar toda a porra.
Gozei tão forte que tinha sêmen até no chão, nunca tinha passado por uma situação assim. A avó do meu afilhado me deu de presente os fios de prata dela!!!!!!!!![Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:]
E aí, gostosa? Tô afim de te comer todinha, sentir sua buceta molhada no meu pau. Vem cá, deixa eu lamber cada pedacinho do seu corpo, até você gozar na minha boca. Quero ouvir você gemer bem alto enquanto eu te fodo sem parar.Espero que esse relato também seja do agrado de vocês. Comentem, dá energia pra continuar postando!!!!!!!!!!
Entre os convidados, tava a sogra dele, a avó do meu afilhado, querendo fazer uma viagem pra Cuba, mas não queria ir sozinha. Esse era o problema dela.
Eu tinha acabado de me formar, como falei antes, tava sozinho e sem compromisso, e também com vontade de me dar um presente pelo que consegui na faculdade.
Meus amigos começaram a me encher o saco, falando: "Vai, aproveita!!"
Ela, Agustina, mulher de 62 anos, viúva há 12 anos. Tava começando a sentir vontade de viver de novo. A vida tinha batido nela, mas já fazia uns anos que ela tava melhor, muito melhor.
Uma mulher muito vaidosa, cabelo bem prateado, com um corte que deixava ela muito mais jovem do que a idade que tinha. Sempre usava roupas de marca com bom gosto. Sem sair da linha e do estilo dela, mas chamava atenção.
O que sempre me atraía nela eram as pernas. Me dava um tesão danado ver como as botas de couro ficavam nela. Mas não passava disso. Era a sogra do meu amigo.
Entre conversa e conversa, já mais à vontade, ela me diz: "Olha, a gente pode viajar junto. Eu vi um pacote all inclusive onde a gente pode ficar em quartos separados, e depois lá você pode aproveitar e sair ou fazer o que quiser. Pra mim, se você for, me dá segurança, já que é a primeira vez que vou sair do país. Mas pensa aí e me liga, que se quiser, eu cuido de toda a papelada."
A ideia me pareceu muito interessante, principalmente imaginar a praia, o Caribe e as mulheres!!!
Na segunda-feira seguinte, liguei pra ela e falei: "Agustina... vai, compra tudo que a gente vai pra praia!!!"
No dia 15 de agosto, a gente embarcou pro PANAMÁ.
A rotina era bem de praia: drinks a qualquer hora, jantares e mais drinks nos boliches ou bares dos complexos do Resort.
No quarto dia, obviamente eu já tava muito excitado com tantas mulheres gostosas que tinha na praia, e Qualquer coisa me deixava com tesão.
A gente tava deitado nuns espreguiçadeiras na praia, tomando uns drinks, conversando sobre qualquer merda, já que a gente tinha bebido o dia quase inteiro, e achei que era uma boa hora pra ir tomar um banho de imersão. E foi o que fiz.
Me enfiei na banheira com a água quentinha, pelado, e relaxei.
Só conseguia sentir o calor do meu pau, tava inchado pra caralho, parecia bem grosso, tava com uma vontade doida de me masturbar sem parar. Eu acariciava ele, mas bem de leve, só pra sentir o prazer que me dá me tocar. Mas não queria gozar, queria manter a libido lá em cima. Gostava de sentir a excitação só de ver uma bunda gostosa, ou melhor, qualquer bunda, ou até qualquer coisa que se mexesse.
Depois de uma horinha de masturbação tântrica, decidi sair pra deitar um pouco e recarregar as energias pra noite.
Peguei a toalha, coloquei na cintura, ajustei e me joguei na cama.
Em 10 minutos, já tava num relaxamento orgásmico, só sentia a toalha roçando no meu pau, podia sentir o calor e, de vez em quando, umas gotinhas de líquido pré-seminal na minha barriga.
Nesse instante, bateram na minha porta, e era a Agustina. Sempre deixava aberta sem chave, então ela perguntou: "Posso entrar?" Falei: "Sim!", gritei da cama. "Tô meio relaxado, só de toalha, se isso não te incomodar? Pode entrar!"
Ela entrou de uma vez no quarto. Tava de roupão do hotel.
Ela falou: "Vamos pedir algo gostoso pra beber?" Respondi: "Sim! Quero umas caipirinhas!"
Nessa altura do dia, a gente já tava bem adubado de álcool. Nem sei quantos drinks a gente tinha tomado. Mas dava pra continuar o dia inteiro!
A cama do quarto era daquelas gigantes, então ela se acomodou do meu lado, mas virada pro lado oposto ao meu. As conversas eram geniais, quase sem sentido, o clima era todo pra isso: espairecer, relaxar, beber e beber, e também transar... era a única coisa que tava faltando.
Minha excitação só aumentava, mas nada de pensar em... Agustina era a avó do meu afilhado.
A única coisa que eu conseguia sentir no meu corpo inteiro era como a toalha roçava no meu pau, e isso fazia ele inchar cada vez mais.
Num momento da conversa, comecei a observar o olhar dela. Ela estava um pouco alterada, mas olhava pro meu volume com uma expressão que me fez explodir. Meu pau já estava quase duro, dava pra notar muito porque a toalha estava bem apertada. Comecei a fazer movimentos com minha rola pra ver se ela me mostrava, nos gestos, o interesse que tinha naquilo que tanto chamava a atenção dela.
Foi aí que ela me disse: "Mati, não consigo parar de olhar pro pau que você tem." Meu coração acelerou e, quase instintivamente, falei: "Quer ver?" Ela se inclinou sobre mim, puxou a toalha com as mãos quentes, pegou meu pênis e começou a chupar como as mais experientes em boquetes. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. A sensação era de prazer máximo, eu já estava excitadíssimo. Sentia a língua dela na cabeça do meu pau. Sentia como ela enrolava a língua nele, subia e descia. Sentia a saliva escorrendo pelas minhas bolas, ela pegava o tronco e lambia como a melhor de todas as putas. Começou a chupar minhas bolas, segurava elas com firmeza e sugava, primeiro uma, depois a outra. Ficou assim por quase dez minutos. Não trocávamos palavras. Enquanto chupava minhas bolas, ela puxava meu pau com muita suavidade. Começou a descer mais e eu pude sentir a ponta da língua dela lambendo meu cu. Primeiro, fez como se estivesse pedindo permissão, e como o prazer que me dava era muito orgásmico, peguei na cabeça dela e empurrei pra ela continuar. Já sentia a largura da língua passando pelo meu cu. Ela brincava com ele, fazia círculos sem me penetrar, só a língua e a saliva estavam ali. Subia, limpava minhas bolas e descia de novo.
Pedi pra ela ficar por cima de mim pra fazer um 69. Ela se ajeitou e eu pude ver toda a intimidade dela. As nádegas eram flácidas, mas como ela não era gorda, estavam muito boas. Não tinha um único cravo na buceta dela. Glúteos. O buraco do cu tava coberto por uns pelinhos, eu diria meio acinzentados, bem tupido, mas dava pra ver um buraco lindo, dilatado. A cor era escura nas bordas. Comecei a chupar ele devagar, primeiro com a ponta da língua. Senti como o cu dela se abria ainda mais com as minhas investidas de língua. Entrava quase a ponta toda. Aí, naquele momento, senti o primeiro gemido de prazer dela. Mmmmmmm. Fiz o mesmo que ela fazia comigo. Depois comecei a observar a buceta dela. Tinha uma buceta peluda e com alguns fios brancos (fios de prata), os pelos também eram tupidos, mas bem arrumadinhos. O cheiro da buceta dela era delicioso, o gosto já tava bem ácido nessa altura. Dava pra sentir os fluidos escorrendo pela perna dela. Os fluidos já tavam impregnados no meu rosto. Os lábios vaginais dela eram bem carnudos e grandes. O clitóris dela era enorme, rosado, parecia uma cabecinha de pênis em miniatura. Brinquei com ele até começar a ver o cu dela se contraindo. Enfiei meu dedo, quase até o nó, até que o orgasmo dela expulsou ele de uma vez. Senti as pernas dela tremendo, ouvi ela gemendo de prazer, o espasmo orgásmico foi tão forte que até senti o xixi dela escorrendo pelo meu peito. Ela se levantou e começou a me masturbar de novo. "Que cara aguentador, hein, pichão. Ainda não gozou e eu já tô exausta." Começou a brincar de novo com meu cu e a língua dela. O prazer era total, meu pau já tava durasso. Ela batia uma punheta suave, mas firme. Dando uns golpes secos quando descia o punho.
"Quer me foder, bebê?", ela perguntou. "Óbvio", respondi. Ela virou de costas pra mim e começou a se empalar quase sozinha. Dava pra ver a bunda dela subindo e descendo. O cu dela continuava dilatado, dava pra ver. Isso me excitava ainda mais. Peguei uma nádega com a mão e enfiei meu dedão no cu dela.
"Aaaaaah, sim, bebê, cê gostou da minha raba? Mmmmm, deixa eu fazer o mesmo com você?" Nessa altura, eu já tava entregando o rabo, então topei o desejo dela. Umedeceu o dedo e foi brincando e fazendo pressão até a metade da falange. O prazer era extremo, dava pra sentir quase um prazer duplo. Sua buceta e seu dedo.
Comecei a sentir a porra cada vez mais perto, e com um grito forte deixei claro meu orgasmo, já o dedo dele não estava mais no meu cu e ela rapidamente tirou a buceta dela e continuei batendo uma pra tirar toda a porra.
Gozei tão forte que tinha sêmen até no chão, nunca tinha passado por uma situação assim. A avó do meu afilhado me deu de presente os fios de prata dela!!!!!!!!![Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:]
E aí, gostosa? Tô afim de te comer todinha, sentir sua buceta molhada no meu pau. Vem cá, deixa eu lamber cada pedacinho do seu corpo, até você gozar na minha boca. Quero ouvir você gemer bem alto enquanto eu te fodo sem parar.Espero que esse relato também seja do agrado de vocês. Comentem, dá energia pra continuar postando!!!!!!!!!!
16 comentários - Fios de Prata da avó do meu afilhado
Sos MUY bueno, me recalenté con el relato!
Felicitaciones! Te sigo, como ya verás y espero mas
de tus obras literarias genio!
Besitosssssssss