Cedo, assim que chego no trabalho, recebo uma mensagem do Vicente: "Hoje à tarde passo pra te buscar". Meu Deus!, é inacreditável o que esse homem faz comigo. Só de ler as palavras dele, fico toda molhada, tanto que tenho que ir ao banheiro e colocar um absorvente íntimo pra não encharcar a calcinha. Mesmo nos vendo sempre, ainda fico ansiosa com a iminência do encontro. Às 18h em ponto, saio sem me trocar, com o uniforme da Companhia, e pego um táxi até a esquina de sempre. Não quero perder nem um segundo. Quando chego, ele já está lá me esperando. Entro no táxi dele e, sem nem dizer oi, devoro a boca dele, beijo com tudo, mais que um beijo, uma chupada, que revela minha vontade reprimida desde o instante em que recebi a mensagem dele, há nove horas.
— Não pode fazer isso comigo — falo ao me desgrudar dos lábios dele, saboreando a saliva que fica pendurada na minha boca. — Me deixou ansiosa desde de manhã.
— É que não queria que você se comprometesse com outra coisa — ele diz.
— Sabe que largaria tudo pra ficar com você — garanto.
— Gosto de ouvir você dizer isso — ele concorda.
— E... aonde a gente vai? — pergunto, me acomodando no banco.
— É uma surpresa — ele fala e dá partida.
Bom, a surpresa é meio pela metade, porque vamos pra pensão, nosso lugar no mundo, nosso ninho de amor, mas quando entro no quarto, fico muda de boca aberta. Tudo mudou, como se ele tivesse redecorado: uma cama de casal substitui o velho catre onde passamos tão bons momentos. Travesseiros, almofadas, e no centro do quarto uma mesa com velas, petiscos, bombons, duas taças e uma garrafa de champanhe.
— É algo simbólico, sei que você merece algo melhor, mas queria comemorar de algum jeito esse mês que a gente tá... digamos, juntos — ele fala.
— Um mês! — me surpreendo.
Não acredito, pra mim parece uma vida inteira. E tudo que a gente transou nesse mês, penso... e o que a gente vai continuar transando!, respondo pra mim mesma, já me lambendo de antecipação. A única coisa que quero é estar com você, onde for — digo, e começo a beijá-lo toda, enternecida por uma demonstração de afeto tão emocionante.
— Um brinde? — ele propõe.
Estoura o champanhe, fazendo a rolha voar pelo ar e deixando a espuma jorrar como uma gozada masculina incontrolável.
— Hummm… como me faria bem uma coisa dessas agora! — insinuo com safadeza.
— Haha! Tudo a seu tempo — ele ri enquanto enche as taças.
— É uma promessa? — pergunto.
— É uma promessa — ele confirma.
— Então… por nós?
— Por nós.
Batemos as taças, tomamos só um gole e as deixamos de novo na mesa. Sentamos e, enquanto conversamos, começamos a comer um pouco do que está servido. Num dos pratos, tem uns biscoitinhos de chocolate com um topete de chantilly. Sorrio sozinha com a ideia que acabei de ter.
— O quê? Que foi? — Vicente pergunta, vendo meu sorriso enigmático.
— Nada, é que… queria que você provasse uma sobremesinha que preparei especialmente pra você — falo.
— Você trouxe algo? — ele se surpreende, já que não me viu com nenhum pacote, só com a bolsa.
— Sim, é algo bem especial, só pra sua boca.
Levanto, fico na frente dele e, olhando nos olhos dele com toda a safadeza, desabotoo a camisa do uniforme e puxo pra baixo a alça do sutiã. Meus peitos aparecem duros e imponentes na frente dele. Não é só a porra acumulada que deixa eles assim, mas também o tesão que venho segurando desde de manhã.
— Hummm, que gostoso! — Vicente exclama, estendendo a mão pra me tocar, mas antes que ele consiga, afasto a mão dele com um tapinha.
— O que cê tá fazendo? A sobremesa ainda não tá pronta — repreendo.
— Ah, não? — ele sorri.
— Não, falta o toque final, o que diferencia uma sobremesa comum de uma delícia — explico.
Então pego um daqueles biscoitinhos de chocolate que falei, passo o chantilly com um dedo e espalho em cima de um dos meus mamilos. Faço o mesmo com o outro mamilo. Vicente me olha e dá um sorrisinho divertido com a situação. Abrindo as pernas, sento no colo dele, de frente, colocando meus peitos lambuzados de chantilly na frente dos olhos arregalados dele.
— Agora sim, quero sua opinião — falo, como uma chef esperando o veredito sobre o prato.
Vicente não perde tempo, me chupa com frenesi, me mordendo e causando uma certa dor, mas claro, é uma dor deliciosa, estimulante, prazerosa… ahhhhh!… me arrepio, jogando a cabeça pra trás, fechando os olhos, em êxtase total.
— A melhor sobremesa que já provei — Vicente confirma, e mesmo sem ter deixado nenhum vestígio de creme nos meus peitos, volta a me chupar com vontade, sugando avidamente meus mamilos. O que ele saboreia agora não é o creme, mas meu próprio leite materno que jorra livremente por causa da sucção que ele faz. Enquanto ele continua me degustando, começo a me esfregar contra a virilha dele, já sentindo aquela dureza bendita pela qual sou capaz de me arrastar aos pés dele se for preciso.
— Eu também quero minha sobremesa — falo com voz de gata no cio, apertando ainda mais o volume dele, fazendo sentir de forma bem palpável o que estou pedindo.
Levanto pra ele poder se mexer, então ali mesmo ele abaixa a calça, a cueca e mostra aquela pica divina que Deus deu pra ele (e pra mim). Fico de joelhos na frente dela, pego mais um pouco de creme e passo na ponta, como uma coroinha. Meto na boca e chupo, arrasando tudo no caminho, a cabeça, o creme e o resto da pica também. Passo mais creme e desenho uma linha da base até o prepúcio, linha que desaparece na hora com uma rápida investida da minha língua. Mais um pouco de creme nas bolas e chupo elas com gosto, continuo chupando mesmo depois que o creme acaba. Nessa altura, já esqueci do creme, e chupo a pica dele com toda a vontade, olhando pra ele de baixo com olhinhos de pura devoção.
Tiro ela da boca e esfrego no meu rosto, nos meus peitos, passando a febre deles pra ela, e coloco de novo na boca, chupando com ainda mais tesão. Mesmo gostosa pra caralho, e sem creme nenhum, quero que ele me coma, que me coma AGORA!
Levanto e tiro a saia e a calcinha com só dois movimentos, ficando pelada na frente dele, à mercê dele, sem esconder nada. Me apoio na borda da mesa e abro as pernas, Vicente vem na minha direção e de uma só vez mete, me enfia gostoso. Sinto ele deslizar dentro de mim e é como… como… a vida escapa num suspiro, longo, cheio, carregado de amor e safadeza. Abro os olhos e vejo ele, é como um sonho, como a vida que eu queria, do lado dele, sendo só dele o tempo todo. Fico bem agarrada nele, sentindo ele pulsar dentro de mim e beijo ele, a gente se beija, nos fundindo total e completamente. Me afasto dos lábios dele, tentando ficar ligados por um fio de saliva e me prendo no corpo dele com minhas pernas.
— Me come… — sussurro baixinho no ouvido dele.
E ele me fode, começa a bombar gostoso pra caralho, me fazendo cair de costas na mesa, em cima dos doces e bombons, a gente ri do “acidente”, mas mesmo assim ele continua, não para, coloca minhas pernas nos ombros dele e me dá aquilo que me faz tão feliz: pica, pica e mais pica. Num momento ele para, deixando ela dentro de mim, e me levanta. Abraço ele e beijo de novo daquele jeito que quase deixo ele sem ar. Ali, enquanto ele me segura no colo, nos braços dele, me sinto mais dele do que nunca. Ele senta, me levando junto, me fazendo sentar de novo em cima dele. Não demoro nada pra começar a me mexer, pra cima e pra baixo, mantendo contato visual o tempo todo, enquanto a gente trepa a gente se olha, a gente se ama com o olhar, isso é constante em cada um dos nossos encontros. Ele me segura pela cintura, acompanhando meus movimentos com a flexibilidade das pernas dele. Naquele momento Não existe nada nem ninguém, só nós dois, ele e eu, nos amando com fúria, aproveitando um do outro, nos entregando por completo a essa paixão avassaladora que a cada vez mais nos desgraça.
Os gemidos dele, os gestos, o rosto vermelho, tudo me indica que ele tá prestes a gozar… que vem o que tanto espero e eu acelero ainda mais nessa reta final.
— Ahhhhh… ahhhhhh… ahhhhhhh…! — e sem parar de nos olhar, chegamos juntos ao paraíso, nos desmanchando num mar de suspiros, ofegos e tremores, que nos coloca no auge de uma agonia gostosa. Prazer compartilhado é muito mais prazer, disso não tem dúvida.
Depois da foda, eu levanto e cubro a buceta com a mão, não quero que nada se perca, quero ter a essência dele sempre comigo, que se misture com a minha e formem uma só, única e indivisível. Assim, nua, me deito na cama e espero por ele. Ele levanta da cadeira, tira a calça e a cueca que até então estavam enroladas nos tornozelos e vem pra cama comigo, o pau já meia-bomba, balançando entre as pernas. Deita do meu lado e a gente se beija. Fica em silêncio um instante, olhando pro teto, recuperando aos poucos o ritmo normal da respiração. Eu sei o que ele quer, quer fumar mas não tem coragem, sabe que me incomoda a fumaça do cigarro. Tenho pena dele e falo:
— Se quiser, pode fumar seu cigarro.
— Sério?
— Sim, vai.
— Você é uma gênia! — exclama e me beija de novo.
Pega o maço que tá na mesinha de cabeceira e acende um cigarro, soltando a fumaça com uma satisfação visível.
— Um cigarro sempre tem gosto melhor depois de fazer amor — ele fala, e eu adoro que ele diga que a gente fez amor e não só transou.
Enquanto ele curte o cigarro, eu vou acariciando ele, já imaginam onde. Isso é mais que suficiente pra razão da minha vida renovar a energia e alcançar a plenitude de novo, ou seja… o pau dele subiu de novo. Pego com uma mão e vou movendo pra cima e pra baixo. Tá toda molhada pela Descarga recente. Não me importo, eu mesma lambo a mão com que segurei ele e, assim que ele tira o cigarro dos lábios, beijo ele na boca, um beijo mistura de saliva, porra, buceta e tesão. Pode parecer nojento falando assim, mas naquele momento pra nós era puro néctar.
Como retribuição, ele chupa um bom tempo minha buceta e meu cu, e depois sobe em cima de mim, na posição do missionário, nossa pose favorita, já que permite ficarmos cara a cara e manter um contato mais íntimo. Ele mete e eu sinto de novo aquelas sensações que só ele me causa. O que ele tem pra me provocar isso? Não consigo decifrar e acho que nunca vou. Também não me importo, só quero ser dele de corpo e alma, de todas as formas possíveis, gozar dele, gozar com ele, foder, trepar, fazer amor com todos os sentidos, como naquele momento, sentir ele vibrar, estremecer dentro de mim. Com minhas pernas, seguro ele contra meu corpo, pra não deixar ele escapar, pra ter ele sempre comigo, até que uma nova explosão nos une de novo num estouro cheio de alegria e satisfação. A porra derrete dentro de mim, grossa, quente, transbordando.
— Meu Deus, como eu sinto você! — exclamo encantada, me deixando levar pela descarga dele.
Ele me preenche, me embriaga, me transborda, o prazer que sinto não dá pra descrever com palavras, só com sentimentos, com emoções. Mas como diz aquela música velha: “Tudo acaba no fim, nada pode escapar, tudo tem um final, tudo termina…” é hora de voltar à realidade, de acordar desse sonho que vivemos por um instante. Me visto em silêncio, me sentindo ainda cheia, cheia de amor, de prazer, da porra dele. Olho as horas e com pesar digo:
— Preciso ir — não consigo falar mais nada, se falo, com certeza vou desabar no choro.
Mesmo sem ele dizer, sei o que ele quer: que eu fique com ele. Que pela primeira vez eu não tivesse que ir embora assim, na correria.
Eu também não quero ir, queria ficar com ele, mas… meu marido. Meu filho. Pego minha bolsa, mando um beijo no ar e me despeço:
—Tchau, a gente se vê—
Não quero beijar ele, se fizer isso posso acabar cometendo a loucura de ficar e mandar tudo pra… mas não, não posso, minha família me espera. Saio da pensão pensando no que ele me disse daquela vez, que quer passar uma noite inteira comigo, e o que eu quero é passar minha vida inteira com ele, ser sua mulher, sua putinha, seu tudo… porém, poderíamos começar com uma noite, seria lindo acordar do lado dele depois de transar e quanto mais penso nessa ideia, mais ela me seduz. Definitivamente vou ter que fazer algo a respeito.
— Não pode fazer isso comigo — falo ao me desgrudar dos lábios dele, saboreando a saliva que fica pendurada na minha boca. — Me deixou ansiosa desde de manhã.
— É que não queria que você se comprometesse com outra coisa — ele diz.
— Sabe que largaria tudo pra ficar com você — garanto.
— Gosto de ouvir você dizer isso — ele concorda.
— E... aonde a gente vai? — pergunto, me acomodando no banco.
— É uma surpresa — ele fala e dá partida.
Bom, a surpresa é meio pela metade, porque vamos pra pensão, nosso lugar no mundo, nosso ninho de amor, mas quando entro no quarto, fico muda de boca aberta. Tudo mudou, como se ele tivesse redecorado: uma cama de casal substitui o velho catre onde passamos tão bons momentos. Travesseiros, almofadas, e no centro do quarto uma mesa com velas, petiscos, bombons, duas taças e uma garrafa de champanhe.
— É algo simbólico, sei que você merece algo melhor, mas queria comemorar de algum jeito esse mês que a gente tá... digamos, juntos — ele fala.
— Um mês! — me surpreendo.
Não acredito, pra mim parece uma vida inteira. E tudo que a gente transou nesse mês, penso... e o que a gente vai continuar transando!, respondo pra mim mesma, já me lambendo de antecipação. A única coisa que quero é estar com você, onde for — digo, e começo a beijá-lo toda, enternecida por uma demonstração de afeto tão emocionante.
— Um brinde? — ele propõe.
Estoura o champanhe, fazendo a rolha voar pelo ar e deixando a espuma jorrar como uma gozada masculina incontrolável.
— Hummm… como me faria bem uma coisa dessas agora! — insinuo com safadeza.
— Haha! Tudo a seu tempo — ele ri enquanto enche as taças.
— É uma promessa? — pergunto.
— É uma promessa — ele confirma.
— Então… por nós?
— Por nós.
Batemos as taças, tomamos só um gole e as deixamos de novo na mesa. Sentamos e, enquanto conversamos, começamos a comer um pouco do que está servido. Num dos pratos, tem uns biscoitinhos de chocolate com um topete de chantilly. Sorrio sozinha com a ideia que acabei de ter.
— O quê? Que foi? — Vicente pergunta, vendo meu sorriso enigmático.
— Nada, é que… queria que você provasse uma sobremesinha que preparei especialmente pra você — falo.
— Você trouxe algo? — ele se surpreende, já que não me viu com nenhum pacote, só com a bolsa.
— Sim, é algo bem especial, só pra sua boca.
Levanto, fico na frente dele e, olhando nos olhos dele com toda a safadeza, desabotoo a camisa do uniforme e puxo pra baixo a alça do sutiã. Meus peitos aparecem duros e imponentes na frente dele. Não é só a porra acumulada que deixa eles assim, mas também o tesão que venho segurando desde de manhã.
— Hummm, que gostoso! — Vicente exclama, estendendo a mão pra me tocar, mas antes que ele consiga, afasto a mão dele com um tapinha.
— O que cê tá fazendo? A sobremesa ainda não tá pronta — repreendo.
— Ah, não? — ele sorri.
— Não, falta o toque final, o que diferencia uma sobremesa comum de uma delícia — explico.
Então pego um daqueles biscoitinhos de chocolate que falei, passo o chantilly com um dedo e espalho em cima de um dos meus mamilos. Faço o mesmo com o outro mamilo. Vicente me olha e dá um sorrisinho divertido com a situação. Abrindo as pernas, sento no colo dele, de frente, colocando meus peitos lambuzados de chantilly na frente dos olhos arregalados dele.
— Agora sim, quero sua opinião — falo, como uma chef esperando o veredito sobre o prato.
Vicente não perde tempo, me chupa com frenesi, me mordendo e causando uma certa dor, mas claro, é uma dor deliciosa, estimulante, prazerosa… ahhhhh!… me arrepio, jogando a cabeça pra trás, fechando os olhos, em êxtase total.
— A melhor sobremesa que já provei — Vicente confirma, e mesmo sem ter deixado nenhum vestígio de creme nos meus peitos, volta a me chupar com vontade, sugando avidamente meus mamilos. O que ele saboreia agora não é o creme, mas meu próprio leite materno que jorra livremente por causa da sucção que ele faz. Enquanto ele continua me degustando, começo a me esfregar contra a virilha dele, já sentindo aquela dureza bendita pela qual sou capaz de me arrastar aos pés dele se for preciso.
— Eu também quero minha sobremesa — falo com voz de gata no cio, apertando ainda mais o volume dele, fazendo sentir de forma bem palpável o que estou pedindo.
Levanto pra ele poder se mexer, então ali mesmo ele abaixa a calça, a cueca e mostra aquela pica divina que Deus deu pra ele (e pra mim). Fico de joelhos na frente dela, pego mais um pouco de creme e passo na ponta, como uma coroinha. Meto na boca e chupo, arrasando tudo no caminho, a cabeça, o creme e o resto da pica também. Passo mais creme e desenho uma linha da base até o prepúcio, linha que desaparece na hora com uma rápida investida da minha língua. Mais um pouco de creme nas bolas e chupo elas com gosto, continuo chupando mesmo depois que o creme acaba. Nessa altura, já esqueci do creme, e chupo a pica dele com toda a vontade, olhando pra ele de baixo com olhinhos de pura devoção.
Tiro ela da boca e esfrego no meu rosto, nos meus peitos, passando a febre deles pra ela, e coloco de novo na boca, chupando com ainda mais tesão. Mesmo gostosa pra caralho, e sem creme nenhum, quero que ele me coma, que me coma AGORA!
Levanto e tiro a saia e a calcinha com só dois movimentos, ficando pelada na frente dele, à mercê dele, sem esconder nada. Me apoio na borda da mesa e abro as pernas, Vicente vem na minha direção e de uma só vez mete, me enfia gostoso. Sinto ele deslizar dentro de mim e é como… como… a vida escapa num suspiro, longo, cheio, carregado de amor e safadeza. Abro os olhos e vejo ele, é como um sonho, como a vida que eu queria, do lado dele, sendo só dele o tempo todo. Fico bem agarrada nele, sentindo ele pulsar dentro de mim e beijo ele, a gente se beija, nos fundindo total e completamente. Me afasto dos lábios dele, tentando ficar ligados por um fio de saliva e me prendo no corpo dele com minhas pernas.
— Me come… — sussurro baixinho no ouvido dele.
E ele me fode, começa a bombar gostoso pra caralho, me fazendo cair de costas na mesa, em cima dos doces e bombons, a gente ri do “acidente”, mas mesmo assim ele continua, não para, coloca minhas pernas nos ombros dele e me dá aquilo que me faz tão feliz: pica, pica e mais pica. Num momento ele para, deixando ela dentro de mim, e me levanta. Abraço ele e beijo de novo daquele jeito que quase deixo ele sem ar. Ali, enquanto ele me segura no colo, nos braços dele, me sinto mais dele do que nunca. Ele senta, me levando junto, me fazendo sentar de novo em cima dele. Não demoro nada pra começar a me mexer, pra cima e pra baixo, mantendo contato visual o tempo todo, enquanto a gente trepa a gente se olha, a gente se ama com o olhar, isso é constante em cada um dos nossos encontros. Ele me segura pela cintura, acompanhando meus movimentos com a flexibilidade das pernas dele. Naquele momento Não existe nada nem ninguém, só nós dois, ele e eu, nos amando com fúria, aproveitando um do outro, nos entregando por completo a essa paixão avassaladora que a cada vez mais nos desgraça.
Os gemidos dele, os gestos, o rosto vermelho, tudo me indica que ele tá prestes a gozar… que vem o que tanto espero e eu acelero ainda mais nessa reta final.
— Ahhhhh… ahhhhhh… ahhhhhhh…! — e sem parar de nos olhar, chegamos juntos ao paraíso, nos desmanchando num mar de suspiros, ofegos e tremores, que nos coloca no auge de uma agonia gostosa. Prazer compartilhado é muito mais prazer, disso não tem dúvida.
Depois da foda, eu levanto e cubro a buceta com a mão, não quero que nada se perca, quero ter a essência dele sempre comigo, que se misture com a minha e formem uma só, única e indivisível. Assim, nua, me deito na cama e espero por ele. Ele levanta da cadeira, tira a calça e a cueca que até então estavam enroladas nos tornozelos e vem pra cama comigo, o pau já meia-bomba, balançando entre as pernas. Deita do meu lado e a gente se beija. Fica em silêncio um instante, olhando pro teto, recuperando aos poucos o ritmo normal da respiração. Eu sei o que ele quer, quer fumar mas não tem coragem, sabe que me incomoda a fumaça do cigarro. Tenho pena dele e falo:
— Se quiser, pode fumar seu cigarro.
— Sério?
— Sim, vai.
— Você é uma gênia! — exclama e me beija de novo.
Pega o maço que tá na mesinha de cabeceira e acende um cigarro, soltando a fumaça com uma satisfação visível.
— Um cigarro sempre tem gosto melhor depois de fazer amor — ele fala, e eu adoro que ele diga que a gente fez amor e não só transou.
Enquanto ele curte o cigarro, eu vou acariciando ele, já imaginam onde. Isso é mais que suficiente pra razão da minha vida renovar a energia e alcançar a plenitude de novo, ou seja… o pau dele subiu de novo. Pego com uma mão e vou movendo pra cima e pra baixo. Tá toda molhada pela Descarga recente. Não me importo, eu mesma lambo a mão com que segurei ele e, assim que ele tira o cigarro dos lábios, beijo ele na boca, um beijo mistura de saliva, porra, buceta e tesão. Pode parecer nojento falando assim, mas naquele momento pra nós era puro néctar.
Como retribuição, ele chupa um bom tempo minha buceta e meu cu, e depois sobe em cima de mim, na posição do missionário, nossa pose favorita, já que permite ficarmos cara a cara e manter um contato mais íntimo. Ele mete e eu sinto de novo aquelas sensações que só ele me causa. O que ele tem pra me provocar isso? Não consigo decifrar e acho que nunca vou. Também não me importo, só quero ser dele de corpo e alma, de todas as formas possíveis, gozar dele, gozar com ele, foder, trepar, fazer amor com todos os sentidos, como naquele momento, sentir ele vibrar, estremecer dentro de mim. Com minhas pernas, seguro ele contra meu corpo, pra não deixar ele escapar, pra ter ele sempre comigo, até que uma nova explosão nos une de novo num estouro cheio de alegria e satisfação. A porra derrete dentro de mim, grossa, quente, transbordando.
— Meu Deus, como eu sinto você! — exclamo encantada, me deixando levar pela descarga dele.
Ele me preenche, me embriaga, me transborda, o prazer que sinto não dá pra descrever com palavras, só com sentimentos, com emoções. Mas como diz aquela música velha: “Tudo acaba no fim, nada pode escapar, tudo tem um final, tudo termina…” é hora de voltar à realidade, de acordar desse sonho que vivemos por um instante. Me visto em silêncio, me sentindo ainda cheia, cheia de amor, de prazer, da porra dele. Olho as horas e com pesar digo:
— Preciso ir — não consigo falar mais nada, se falo, com certeza vou desabar no choro.
Mesmo sem ele dizer, sei o que ele quer: que eu fique com ele. Que pela primeira vez eu não tivesse que ir embora assim, na correria.
Eu também não quero ir, queria ficar com ele, mas… meu marido. Meu filho. Pego minha bolsa, mando um beijo no ar e me despeço:
—Tchau, a gente se vê—
Não quero beijar ele, se fizer isso posso acabar cometendo a loucura de ficar e mandar tudo pra… mas não, não posso, minha família me espera. Saio da pensão pensando no que ele me disse daquela vez, que quer passar uma noite inteira comigo, e o que eu quero é passar minha vida inteira com ele, ser sua mulher, sua putinha, seu tudo… porém, poderíamos começar com uma noite, seria lindo acordar do lado dele depois de transar e quanto mais penso nessa ideia, mais ela me seduz. Definitivamente vou ter que fazer algo a respeito.
15 comentários - Mesiversário...
QUE LOCO CUANDO PASA DE SER UNA CALENTURA...Y SE CONFUNDE EL CALOR DE UNA AVENTURA CON EL CALOR DE UNA COMPAÑIA...
MUY BUEN POST!!!
que atorranta hermosa sos besos Misko
Me encanta esta historia, que por lo que veo va a tener muchos capitulos mas!
Gracias por compartir
La verdad es que esta historia ya me está asustando, cuánto duraría esa relación sin adornarlo a Vicente?
Hmmm, Vicente, la que te espera amigo, hoy sos el más envidiado, pero te queda poco.
Marita, como siempre hacés que hiervan las sangres y se inflen los huevos de calentura leyéndote tan puta y tan lujuriosa, qué no daríamos por ser los protagonistas y chuparte las tetas hasta dejarte seca.
Pero bueh, hoy el afortunado es ese Vicente, aunque ya sabemos que pronto vendrán otros.
Besos ídola, gracias por tan lindas historias.
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.
Huy Marita, vuelvo a P! después de un tiempo y veo que andás enamorada. Qué garrón, pero no pierdo mis esperanzas ❤️
Genial el relato, como siempre 🔥
Me hizo acordar a una canción de Las Pastillas del Abuelo...
Escuchala...te dejo una partecita
..."ninguno de los dos creía en el destino
y este se vengo para hacerse notar
les va poniendo mas piedras en el camino
pero yo me juro fiel testigo de esa magia que en ellos seguirán
compartiendo eternamente
entre el miedo y la pasión
el instinto y la razón
entre la perseverancia y la cruel resignación
esa magia que no los va a dejar ser
nunca los va a dejar ser
dos amantes del montón..."
Espero te guste...te dejo puntitos y besitos como siempre amiga...