O que nunca contaria ao meu marido

Oi, meu nome é Lupe e tive duas vidas…

Hoje, começando pela primeira página dessa história, eu me caso… tenho 36 anos e me caso apaixonada.

Depois de um ano e meio de namoro, Carlos e eu decidimos que era o momento de unir nossas vidas e dar um passo à frente… o passo… o grande passo…

Carlos é uma pessoa incrível, liberal, me quer, me aceita como sou e desde que saímos juntos tem demonstrado seu amor em uma porção de pequenos detalhes, é um bom amante e uma pessoa ainda melhor… sou sortuda.

Mas desde o momento em que conheci Carlos, ele criou uma certa dualidade nos meus sentimentos…

Carlos é liberal, eu adoro… não é ciumento, não liga que na praia eu tire o sutiã e mostre meus peitos, não liga que à noite eu use camisetas para sair de festa sem nada por baixo e marcando meus lindos mamilos. Ou camisetas sem manga deixando os peitos aparecerem pelas laterais, o que ele sempre diz que o deixa muito excitado…

Ele sabe que eu gosto de ter meu público e me sentir sexy, e eu o amo porque, no fundo, ele sabe que se alguém vir uma teta, é para ele, e eu o vejo seguro de si… ele não dá importância aos homens que espiram meu decote… conta com isso e leva com orgulho…

Não como aqueles garotinhos que dão pena, brigando com a namorada por um botão a mais aberto na blusa…

Conheci Carlos em uma festa na casa da minha amiga Montse… Assim que o vi, soube que aquele homem seria para mim…

Nasci e, desde que tenho memória, fui exploradora e sexual, tarada e ousada, e desde que pude, alimentei meus desejos sexuais com todo tipo de experiências que carrego na mochila e das quais não me arrependo nem um pouco.

Mas, ao me sentir profundamente apaixonada, inventei para Carlos – não sei bem por quê – uma vida dupla da qual já não consigo escapar.

Todos os homens apaixonados, em algum momento, perguntam à sua garota como foi a primeira vez, com quantos homens ela já ficou (não entendo muito bem para que serve essa informação, se não for para quantificar o quanto você é uma putinha ou você tem sido) e metidos na voragem sexual, querem saber detalhes íntimos de parceiros anteriores e, embora não peçam, adorariam um relato com detalhes picantes... embora, terminado o relato, preferissem não tê-lo ouvido por pura insegurança.

Há coisas que uma mulher não pode contar ao seu futuro marido... como a primeira vez que chupou um pau ou a primeira vez que engoliu e sentiu o sêmen de um amante, ocasional ou não, escorrendo pela sua garganta.

Também não se pode contar, por exemplo, como foi meu caso, que em uma festa da faculdade, transei na mesma noite com três colegas da universidade, um deles provavelmente o cara mais feio do mundo, que com certeza ainda não acredita no pedaço de gostosa que engoliu o sêmen dele, aceitou ele dentro da sua buceta e que deixou nua na cama depois de gozar, com uma desculpa banal... como se eu me importasse.

E aqui começa o relato da minha dupla vida... Como realmente foi e como contei a Carlos, pergunta por pergunta... conforme ele queria saber mais sobre meu passado com homens.

Pouco depois de termos terminado de foder no carro, no início do nosso relacionamento, Carlos me perguntou, com sua boa vibe de sempre, como tinha sido minha primeira experiência sexual e como eu a tinha vivido e aproveitado... ele, um pouco tarado, queria que eu contasse como tinham tocado meus peitos pela primeira vez... e aqui começaram as histórias de parecer uma boa garota... não sei bem porquê.

Mentira 1

Primeira experiência em que meteram a mão

Para Carlos, contei com certa indiferença que foi com um colega gostoso da escola, com quem eu vinha flertando há um bom tempo, que, saindo num domingo e no ponto de ônibus, enquanto nos beijávamos, ele conseguiu tocar meu peito e meus mamilos dentro do sutiã, ao que eu não coloquei obstáculos por estar apaixonada, ter 15 anos e estar descobrindo os encantos do sexo... um clássico, né?

A realidade foi muito diferente

Eu estava apaixonada pelo irmão da minha amiga Montse, que era mais velho então e agora sete anos e eu fantasiava todas as noites em tê-lo nos meus braços.

Um dia de verão, ao chegar na casa da minha amiga Montse, o Luis – assim se chamava o primeiro que me comeu os peitos e que tinha namorada oficial na época – se virou, consciente de que eu gostava dele, para despachar a irmã e ficarmos sozinhos no quarto dele.

Nem me deu tempo de aproveitar uma carícia romântica… nem mesmo de sentir a mão dele apalpando minha camisa por cima. Luis me agarrou pelo pescoço com uma brutalidade contida que eu adorei, rasgou minha camisa e, em silêncio, me encarando, começou a magrear meus peitos com força, amassando, apertando meus mamilos enquanto se masturbava com a outra mão com um pau que eu nunca tinha visto antes, até que ele gozou suspirando sem me dar a gozada e me machucando um pouco o mamilo. Eu não tive coragem de tocá-lo. Depois, pegando a própria porra com os dedos, Luis esfregou nos meus pechos até o sêmen secar, deixando meus seios meio encardidos, enquanto me dizia que com 15 anos eu já era muito putinha.

Vamos lá, um início exemplar e romântico.

Eu gostei… Desde aquele dia desejei que ele repetisse e se passaram muitos anos até que eu pudesse dar pra ele… mas isso já é outra história.

Mentira 2

Já experimentou sexo anal?

Para o Carlos eu respondi que nunca antes, mas que não descartava a possibilidade de fazer com o amor da minha vida e que esse era ele… Encontraríamos o momento certo para experimentar algo tão íntimo e especial.

A realidade foi bem diferente.

Eu trabalhava em Lanzarote com 22 anos quando um chefe veio de Madrid para nos dar os parabéns de Natal no jantar de Natal, para o qual tinham alugado uma boate com bar aberto. Eu, bem sugestiva, tinha escolhido um top que deixava minha costas inteira à mostra sem sutiã e onde pelos lados dava pra ver meus peitos quase por completo. Passamos a noite bebendo juntos e não demorou para ele me beijar na praia e acariciar meus peitos. Não hesitei em subir para o quarto do hotel dele, onde ele se revelou um amante incrível. Depois de me foder com raiva e tomado por uma excitação enorme, pedi que ele me comesse o cu, onde já tinha quase o dedo indicador inteiro dentro e que nunca tinha sido penetrada antes... Ele enfiou o pau aos empurrões e com cuspes até arrombar meu ânus, por ser a primeira vez... mas eu gostei, e muito. Gozei com o pau dele bem fundo no meu intestino e três dedos na minha buceta, e esse homem, finalmente, empurrando até o fundo e gemendo de prazer, gozou dentro do meu cu, sussurrando no meu ouvido palavrões que não vou repetir aqui, mas que me fizeram desejar uma longa temporada com ele.

Até hoje consigo sentir a mormaço do sêmen dele escorrendo pra fora da minha bunda bem aberta... desde aquele dia, sempre adorei que gozem na fenda do meu cu e sempre deixei isso claro para meus amantes casuais.

Como eu poderia contar isso para o Carlos? Que um homem tinha arrombado o cu da namorada dele por pura lascívia e num encontro casual? As garotas que me leem com certeza entendem...

Nunca mais soube do meu chefe e levei vários dias para conseguir sentar sem dor...

Mentira 3

Antes de mim, você já engoliu porra de outro?

Para o Carlos, respondi que ele foi o primeiro e que nunca nem tinha considerado isso antes, já que era uma demonstração de confiança e amor que nunca tive antes... ele era o escolhido.

A verdade é que desde que comecei a transar com caras, a primeira coisa que fazia era um bom boquete... nada deixa um homem mais louco do que uma mulher guardando a porra na boca e engolindo enquanto olha nos olhos dele... é assim mesmo.

A primeira vez que engoli uma gozada foi dentro de um Ford Fiesta, com 17 anos e bêbada como uma piolha... conheci um rapaz no estacionamento de uma boate e depois de nos beijarmos à vontade e dar uma foda daquelas, entramos no carro dele, onde ele tirou minha camiseta e sutiã e, segurando minha cabeça, a... ele mirou direitinho pro pau dele...

Adorei... o jato de porra me pegou de surpresa mas gostei... tanto que passei um tempinho lambendo os vestígios de leite que ainda saíam da cabeça espasmódica dele...

Até hoje fico me perguntando como não perguntei nem o nome do primeiro que me inundou a boca de porra com atitude...

Desde então, apaixonada ou não, eu esperei e engoli... porque adoro a secura que deixa na minha garganta e o cheiro de amêndoas amargas que fica na minha cara.

Como vou contar isso pro meu futuro marido?

Mentira 4

Você transaria por dinheiro?

Resposta pro Carlos:

De jeito nenhum, uma tem sua dignidade...! A dúvida ofende...!

A realidade é que, estudando na faculdade e chegando no fim do mês sem um tostão e muito apertada, conheci num bar um homem de certa idade, uns 60 anos, com barba e ainda com boa forma, que com muita gentileza e educação me contou que, em troca de 400 euros, estava procurando garotas para fazer fotos pra um calendário adulto, ou seja, fotos de peitos.

Tinha terminado com meu namorado oficial há poucos minutos depois de transar e ainda caía porra na minha calcinha de vez em quando.

O homem se comportou de forma extremamente delicada e gentil e me convidou pra subir no estúdio dele, onde eu poderia ver o trabalho que ele fazia e onde eu poderia decidir livremente se me interessava posar nua e em poses sugestivas ou não, em troca daquela grana...

Movida pela falta de dinheiro, mas principalmente pela curiosidade e pelo exibicionismo inato que sempre tive, acompanhei ele ao estúdio, onde me deixei seduzir pelas palavras dele e, negando no começo, continuei presa por uma certa curiosidade e interesse, tirando aos poucos meus peitos pra ele e pra câmera, e assim me senti à vontade posando e fazendo caras de safada e acariciando meus mamilos.

O velho, depois que eu tinha tirado a camisa e o sutiã, me encostou na parede, se aproximou e, de forma decidida, apertou meus peitos com firmeza... Gostei, sabia o que ia acontecer e eu me senti receptiva, ele perguntou o tamanho do sutiã, depois tirou umas fotos dos meus peitos, me convenceu a tirar a calcinha e alguns minutos depois, com algumas fotos e vídeos, ele estava me pedindo para chupar o pau dele em troca dos 400 euros.

Naquele momento, eu comi bem comido o pau dele e teria feito de graça, de tão excitada e molhada que eu estava.

Enquanto meu namorado esperava na porta da faculdade...

Depois de alguns minutos e bem fodida (ele respeitou minha bunda), o velho estava gozando na minha cara com uma câmera de vídeo a três centímetros da minha boca... Como uma boa atriz pornô em ascensão, engoli o sêmen dele, fiz cara de puta e lambi os restos que tinham ficado no meu rosto e peitos, chupando meus dedos e saboreando até a última gota de porra que engoli, sem me importar nem um pouco... a experiência tinha me encantado.

Desde então, sempre desejei ser capa da Interview.

Não sei e nunca saberei o que aconteceu com aquele vídeo pornô onde, com atitude e olhando nos olhos do velho, eu chupava a cabeça do pau dele e que me rendeu 400 euros, nem de todos os filmes e fotos que fiz com o velho e que resolveram aquele mês e muitos meses seguintes... e que meu namorado nunca descobriu, espero que agora que vou me casar não venha a público...

Mas sim... eu fodi, e mais de uma vez por dinheiro... embora a verdade seja que eu me sentia uma deusa posando nua para aquele artista do sexo...

Mentira 5

Já transou com um desconhecido?

Resposta para Carlos:

Não vou dizer que em alguma ocasião meu corpo não tenha pedido, mas eu sou seletiva e com quem fiz amor sempre tive um relacionamento.

Realidade:

Ao longo dos anos, tive sexo casual com um monte de pessoas das quais me interessou apenas praticar, de forma mais ou menos passional, a penetração e gozar. Muitos banheiros de bares são testemunhas disso...

Em algumas ocasiões, fui além por puro tesão; em outras, saí frustrada e/ou até humilhada, mas ninguém tira de mim o que já vivi...

Como eu conto pro Carlos que numa noite de bebedeira, durante a faculdade, me tranquei com três caras estudantes de medicina num apartamento compartilhado e tive a chance de saber como uma mulher se sente sendo penetrada ao mesmo tempo na buceta, no cu e na boca, e como aos poucos eles foram gozando até eu me sentir completamente inundada de porra grossa?

Os caras foram cavalheiros e, depois de aliviarem a carga, me ofereceram a chance de deixar entrar um quarto amigo, visceral e gordinho, que tinha ficado de fora. Aceitei por pena, deixei ele me comer primeiro, e depois acabei curtindo pra caralho.

Mentira 6

Os amigos do seu parceiro são sagrados?

Resposta pro Carlos

Eu só consigo ter olhos pra você... e isso agora é verdade.

Realidade:

Por anos, vivi uma dualidade entre o respeito pelos namorados das minhas amigas e o tesão que eles podiam me dar em certos momentos...

Anos atrás, tive um namorado que durou um verão... cara legal e transava bem... nada a reclamar, mas ele tinha um amigo que era um gostoso do caralho, me deixava louca. Sempre que a gente se encontrava, eu ficava provocando. Se estávamos na praia, ficava de topless e falava com ele olhando direto nos olhos, enquanto aproximava meus peitos dos ombros dele. Pedia pra ele passar protetor nas minhas costas e, quando terminava, virava pra mostrar os peitos de um jeito sugestivo... e, brincando de ser a amiguinha legal, acariciava as costas dele enquanto apertava meus peitos como se fosse sem querer...

À tarde, dispensava o sutiã e procurava um olhar no meu decote.

Ele nunca tomou atitude, e isso me irritava... virou um desafio. Um dia, ele anunciou que ia casar e organizamos a despedida de solteiro. Eu odiava a noiva dele por ser recatada e careta, e a coisa com o Juan virou um desejo de foder com a namorada dele.

A noite da despedida de solteiro, 72 horas antes... Depois do casamento, bêbado, consegui levá-lo para minha casa de madrugada e realizar o tão desejado desafio... Pedi que me beijasse enquanto aproximava sua mão dos meus seios... Pude notar naquele momento sua ereção... Aos poucos, consegui, chupando seu pau, que ele tentasse foder, mas não permiti que me penetrasse vaginalmente... Não parei até que ele me desse pelo cu e gozasse dentro de mim... Quis fazer algo feio e cumpri... Desde então, sempre que nos vemos com os amigos, ele me olha com cumplicidade, e o pobre não sabe até que ponto ele me é indiferente, e sua esposa não sabe que na véspera do casamento, seu marido estava enrabando a amiga.

Última mentira

Estando comigo, você já teve desejos de se deitar com outro homem?

Resposta: A fantasia é livre, e não vou negar que com alguns eu poderia imaginar como seria transar com eles, mas hoje em dia nunca faria isso.

Realidade:

Adoro imaginar situações escabrosas, estranhas, sexo peregrino. Já me masturbei pensando em pessoas e situações que na vida real seriam inaceitáveis e que levarei para o túmulo, por serem pessoais e nada terem a ver com meu futuro marido. Ainda assim, e com todo o amor que sinto por ele, gosto de me sentir desejada, me exibir nua quando tomo banho pela janela do banheiro e saber que alguém à distância me observa, e me divirto deixando-me ser vista nua pela janela.

É inconfessável sentir prazer sabendo que meu namorado gosta das minhas amigas e elas se comportam de forma sugestiva com ele, e é ainda mais inconfessável dizer que ficaria muito excitada vendo meu namorado se pegando com uma amiga enquanto ela chupa ele, e já me masturbei com essa ideia muitas vezes, embora na vida real nunca permitiria...

Outro dia conto minha vida a partir do meu casamento...

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