A prima Mary tem uns 55 anos, é viúva e mãe de dois filhos, uma menina e um menino, e até hoje mantém o físico muito bem, e como se diz, ainda é uma gostosa. O marido dela morreu faz uns 17 anos, mas não faço ideia do motivo. Ela mora numa vilinha no interior, numa casa onde montaram um mercadinho e um bar que dá pra viver sossegada, mas de certa forma ela fica presa no negócio. Os filhos se emanciparam há anos: a menina casou com um rapaz do povoado vizinho ao meu e mora na casa que restaurou dos avós, a uns 750 metros da mãe; e o menino vive junto há uns 5 anos com uma moça da minha cidade.
Mary é uns 7 anos mais velha que eu, e minha atração pela minha prima vem de longe e vai muito além do sexual. Entre nós dois sempre tivemos uma comunicação muito boa, ela sempre foi muito carinhosa comigo, e nas muitas visitas que fiz àquela família, fui tratado superbem tanto por ela quanto pelos pais e irmãos.
Na juventude, Mary passou uns anos na nossa casa pra terminar os estudos, e por comentários que ouvi dos meus pais, às vezes discussões entre eles, acabei concluindo na época que Mary era uma putinha, além de vê-la andando pela cidade sempre com caras diferentes.
Meus estudos foram pro lado naval, mais especificamente pro mundo "Offshore" do petróleo. Isso marcou de certa forma minha vida e minhas relações com a família, porque passei uma parte importante da minha vida profissional em lugares como Roterdã, Stavanger-Noruega, Cingapura-Malásia, e no norte do Golfo do México. Pra bem ou pra mal, esse afastamento significou de alguma forma menos comunicação com toda a família em geral. Minha trajetória profissional terminou nesse arquipélago maravilhoso que são as Canárias, onde já moro há um bom tempo, mas todo verão vou pra península, onde, felizmente... Recuperei cada um dos laços familiares, o da Mary principalmente, porque a gente resgatou aquele “feeling” que tínhamos quando ela morava na nossa casa.
Quando no verão eu fazia a(s) visita(s) “regulamentar(es)”, a gente sempre se cumprimentava com 3, 4 ou 5 beijinhos, que com o tempo, ficavam cada vez mais perto da comissura dos lábios, e sempre ficávamos um tempinho abraçados, principalmente por parte dela. Era curioso que, depois do par de beijos de costume no cumprimento, se eu beijasse ela, por exemplo, na testa, ela sempre devolvia. E chegou o que tinha que chegar: numa das visitas de despedida do verão, ela me deu um beijinho no final da despedida. Isso me fez ficar matutando durante o inverno, até me decidir no verão seguinte a investir nela. Mas uma coisa é pensar, outra é achar a oportunidade, porque a presença de clientes no bar era constante, talvez pra ver a Mary, já que, como comentei antes, ela ainda é bem gostosa.
Pra clarear um pouco, Mary é uma mulher de formas finas, mas não magra, com um peito normal, quadril normal, e um rosto muito agradável apesar da idade, e o melhor de tudo é o jeito dela e o sorriso eterno.
Uns dois anos atrás, numa visita, ela não me recebeu no bar – tava fechado naquele dia – me recebeu na escada que sobe pra casa. Como os beijos de cumprimento já eram sempre na comissura dos lábios, dessa vez fui eu que dei o beijinho. Fiquei olhando fixo nos olhos dela, e ela começou a falar comigo num tom bem baixinho, sempre me encarando, sem desviar o olhar. Criei coragem e dei um beijinho maior, que ela respondeu entreabrindo um pouco os lábios, ficou me olhando bem fixo nos olhos, e eu aproveitei pra beijar ela na boca. Depois daquele beijo, Mary se apoiou na parede da escada, puxou eu pra perto, e a gente se deu uns amassos e uns linguados. Mas ela me fez relaxar porque a filha dela, Sandra, e o neto Também estavam de visita naquele momento.
Tomei um café com elas e, quando fui levar os talheres pra cozinha, a Mary me seguiu. Já na cozinha, me deu uns beijões e disse que ia me ligar pra me chamar pra almoçar. Naquela noite, fiquei remoendo tudo na cabeça, lembrando do que rolou à tarde na escada, que no fim virou uma punheta porque eu já não aguentava o tesão.
No dia seguinte, ela me ligou pra me chamar pra almoçar e aproveitou pra dizer que, naquela noite, repetiu mentalmente na cama a cena da escada umas quantas vezes.
Peguei o carro e fui pra casa da Mary, que fica uns 15 km do meu chalé na costa. A taverna tava aberta, então entrei pra cumprimentá-la. Como tinha clientes, foi na suave — no cumprimento, ela enfiou no meu bolso uma chave de acesso ao apartamento. Pouco depois, me despedi e, numa manobra safada, entrei no portão do prédio. Sentei no sofá da sala e, rapidinho, já ouvi ela subindo as escadas. Ela sentou no meu colo, passou os braços no meu pescoço e começamos a nos beijar intensamente. Ela me pegou pelo cabelo, levantou minha cabeça e disse: "Por que demorou tanto pra me agarrar? Me fez passar umas noites de inverno pensando em você, e quando você vinha no verão, não me agarrava."
Comecei a beijar o pescoço dela, descendo até o peito. Num movimento rápido, ela tirou os peitos do sutiã e colocou na frente dos meus lábios, então chupei os bicos na hora e eles ficaram duros que nem pedra. Aproveitei pra mordiscar eles. Quis ir com calma porque os suspiros da Mary mostravam que ela tava se divertindo pra caralho.
Desci as mãos devagar até a calcinha e notei que ela tava super molhada. Ela começou a rebolar porque tava frenética, e aproveitei pra deitar ela no sofá, pra poder manobrar com mais conforto. Com os movimentos da minha mão por cima da calcinha, os gemidos começaram, e pra facilitar a massagem, ela começou a abrir as pernas cada vez mais. Você gosta, Mary? — perguntei.
— Nossa, você tá me deixando louca com essa massagem. Fazia tempo que não me sentia tão bem.
Puxei a calcinha dela pra baixo e ela tirou o resto da roupa, ficando completamente nua. Comecei a passar minhas mãos sobre o clitóris inchado dela, e os gemidos quase viravam gritos. Como ela tava muito molhada e já fora de si, minha língua começou a lamber os sucos abundantes que saíam da sua buceta peluda. Quando abri os lábios internos e a língua começou a brincar, os gemidos já eram gritinhos, e o corpo não parava de se mexer. Ela tava muito excitada, e a bunda dela subia e subia, arqueando aquele corpo gostoso.
— Você tá me matando — ela dizia —, mas que gostinho você me dá.
Comecei a brincar com os dedos enquanto continuava lambendo a buceta dela com a língua, e os suspiros pareciam cada vez mais com os trens dos filmes de faroeste, até que veio um orgasmo esplêndido e ela ficou como desmaiada. Eu gosto, eu gostoooo, continua assim, meu amor!
— Meu Deus, nunca pensei que isso fosse possível. Que gostinho, meu amor! Nunca tinham feito isso comigo, o que eu perdi — ela disse. — Obrigada, céu!
Ela começou a me beijar ternamente, aumentando a intensidade aos poucos.
— Você me fez sentir mulher de novo — ela sussurrava no meu ouvido.
Na mesma hora, as mãos dela começaram a explorar meu corpo, massageando primeiro meu peito e descendo até meu membro, que já tava começando a endurecer. Ela pegou meu pau e começou a bater uma. Como eu imaginei, ela nunca tinha chupado um pau na vida, então ofereci pra ela. No começo, ela recusava, dizendo que tinha nojo, mas começou a beijar, depois a passar a língua no freio, e assim foi até enfiar a cabeça na boca. Aos poucos, foi pegando gosto. Quando já tava bem duro de novo, tirei da boca dela e apontei pra aquela buceta tão gostosa, e de uma só vez enfiei até o saco. E como ela ficou, se mexia, levantava a bunda pra que entra melhor.
- Vai fundo, minha gostosa, vai fundo, mete e tira cada vez com mais força até que senti ela gozar e dei uma bela porção do meu leite, e ficamos assim por um bom tempo.
Decidimos que o melhor era preparar a comida e que depois poderíamos continuar com nossa brincadeira.
Durante a comida, ela me contou que com o marido dela o único sexo que praticava era a posição do missionário. Que ele era um bom fodedor e bem dotado, mas que a atividade sexual dele se limitava a isso, o mete e tira, e ele sempre por cima.
Ela também me disse que colocar meu pau na boca dela precisava tirar da cabeça as rejeições, que queria fazer mais vezes porque achava que pegaria o jeito.
- Não me empolgou, mas também não quero perder, foi o comentário dela.
Para animá-la, deixei claro que a mamada era uma coisa que me deixava louco e que por mim podíamos repetir todo santo dia.
Falei que faltavam quase três semanas para minha família chegar e que teríamos tempo de praticar outras coisas. Uma das coisas que sugeri é que na próxima vez que ela me convidasse, eu traria uns vídeos pornô pra ela ver muitas coisas da arte do amor, uma depiladora elétrica e outra de lâminas, pra raspar toda a área pubiana e deixar a buceta dela totalmente lisinha.
Ela disse que a filha Sandra e o neto passariam em casa naquela tarde, então decidimos nos despedir enquanto a cidade tirava a soneca.
Quando eu estava jantando, o celular tocou, era a Mary.
- Como você está?, ela disse. Eu passei a tarde toda nas nuvens! Os clientes de sempre perguntavam o que tinha acontecido, porque fazia tempo que não me viam tão eufórica.
- Você sobe amanhã ao meio-dia?, ela disse. Tô com vontade de repetir a experiência de hoje.
- Como você me deixou, aproveitei como não aproveitava há muito tempo e as novas experiências me encantaram!
Deixei claro que nos próximos 2 dias estava comprometido com minha família, mas que na sexta-feira podia contar comigo, mas que Tínhamos que ser muito discretos porque numa aldeia pequena é muito fácil te vigiarem e podia dar uma merda enorme.
— Te ligo quando souber dos horários dos meus filhos, e aí a gente marca pra sexta à noite!
Na sexta à noite subi até o vilarejo da Mary, passei reto com o carro e estacionei um pouco afastado da casa dela. Fiquei um tempão no carro, de olho nos movimentos, e quando vi que a coisa tava calma, me aproximei da taberna da Mari. Nos cumprimentamos com intimidade e ela foi preparar uns petiscos pra beliscar. Sentou um pouco ao meu lado e me deu de novo a chave da casa dela. Continuou atendendo os poucos clientes que restavam e de vez em quando vinha na minha mesa pegar um dos petiscos. Depois de um tempo fui embora e a Mari ficou cuidando das últimas 3 mesas.
Subi pro apartamento e conectei meu notebook na TV dela, selecionei 2 filmes pornô curtos, um da “X-art” que terminava com anal e outro da netvideogirls. Pouco depois a Mary subiu depois de fechar o bar, trocamos uns beijões e ela disse que ia tomar banho.
— Perfeito, quando terminar me avisa, trouxe as coisas de barbear e se quiser eu raspo essa sua moita peluda, ou se preferir, decoro com a depiladora elétrica!
Ela me deu um sorriso safado e me soltou mais uns beijões. Daqui a pouco me chamou do banheiro e disse:
— Vem fazer essa operação que você falou!
Mandei ela sentar no bidê pra facilitar juntar os pelos raspados e coloquei os pés dela nas laterais pra ficar de frente pra buceta e o cuzinho. Não tinha nem tocado nela e ela já tava toda molhada, e não era do chuveiro não. Aproveitei a chance e passei a depiladora, reduzi todo o pelo pubiano dela, deixando só um triângulo pequeno, e pra finalizar coloquei a proteção das lâminas na depiladora e, pelo lado do cabo, comecei a “sobrevoar” o clitóris. Você não tem noção do estado que ela ficou quando começou a vibrar. sobre a "buceta" dela, passei a gilete e era ela que tava se masturbando o clitóris. Como ela tava se acabando!
Com as mãos livres, comecei a meter e tirar os dedos no útero. A Mary teve um orgasmo do caralho.
Depois que ela se recuperou do sufoco, passei gel de barbear e com a lâmina repassei a área raspada, tirando qualquer pelo restante. Lavamos tudo bem e quando ela passou um creme de bebê, sentiu a maciez que tinha ficado, olhou pra mim e falou:
— Como é que você vai ficar, isso ficou macio pra caralho! Que gostoso passar a mão aqui, uhhmmm!
Fomos pra sala e sentamos no sofá.
— Quer um café?
— Bom, por que não? — respondi.
Daí a pouco ela apareceu com os cafés e uma mistela que a própria Mary faz, que é uma delícia, mas tem que tomar cuidado porque dá pra ficar bem bêbado...
Tomamos os cafés e uns dois goles cada um, tava uma maravilha, mas logo começamos a sentir calor. Liguei a sessão pornô e em nada ela já tava me enlaçando com braços e pernas.
— Que gostosa a mina — ela disse, se referindo à atriz da X-art. E verdade seja dita, todas as minas que vi na X-art são assim.
Ela tava excitadíssima com o que via no filme!
Curiosamente, esse era um dos poucos da X-art que tem anal (claro que procurei de propósito).
— O que você acha do que tá vendo? Tem alguma coisa que te chama atenção e que você queira experimentar?
— O boquete da menina me deixou com tesão e o anal eu gostaria de experimentar, mas acho que deve doer pra caralho. E além disso, normalmente o canal tá sujo, o que você acha? Tem experiência com anal?
— É muito importante não ter pressa e dilatar bem o esfíncter — falei —, além de usar bastante creme ou gel lubrificante. Sobre a limpeza, se você tiver uma pera de borracha, faz uma lavagem e isso facilita muito. Aliás, você gostou da massagem que deu em si mesma com o cabo da gilete?
— No começo... Senti cócegas, mas conforme o clitóris e os lábios foram inchando, a sensação gostosa que eu sentia era muito boa, adorei essa experiência e quero repetir.
—Mãe do amor lindo, olha só quanta coisa eu perdi nessa vida por ficar presa nessa aldeiazinha, não é que nem você, que passou metade da vida por esses mundos de Deus!
Num anal, se você não tá acostumada, pode ser que no começo você contraia o esfíncter interno de forma reflexa e a penetração fique dolorida. Isso quer dizer que, embora o coito anal sempre exija delicadeza e suavidade, no início precisa de muito mais. Começa acariciando a área você mesma, enfia um dedo enquanto se masturba. Pratica várias vezes. Quando a gente for fazer, no seu sinal, eu vou enfiar um dedo, e depois que dilatar um pouco, vou enfiar um segundo dedo... tem que deslizar eles suavemente, num vai e vem, pelo esfíncter do seu cu. Só quando você achar que tá preparada, dá pra acariciar a área sem tentar a penetração, com a ponta do meu pau bem lubrificada. No seu comando, posso começar a penetrar devagar, parando quantas vezes for preciso pra não te machucar.
Como semana que vem eu tenho que ir pra capital, vou comprar uns brinquedinhos numa sex shop pra quando você se sentir sozinha no inverno, eu falei, e aí você pode praticar na frente e atrás.
Na mesma hora, eu deitei ela no sofá e comecei a percorrer o corpo esplêndido dela com a boca e as mãos. Tirei a calcinha e com as mãos comecei a massagear o clitóris e os lábios da buceta, Mary começou a suspirar e arquear o corpinho gostoso dela. Que macio ficou depois de raspar!
Ela baixou uma mão e colocou em cima da minha, pra dar uma pressionada na massagem que tava recebendo, a lubrificação na buceta não demorou a aparecer. Molhei a mão e comecei a massagear a bunda, e o que Mary fazia era berrar em vez de suspirar. Quando coloquei um dos dedos na bunda, com a mão que tava pressionando, Ela começou a dar batidinhas no meu dedo que massageava o esfíncter, deduzi que a Mary queria iniciar o "tratamento anal".
Esperei até que o novo orgasmo chegasse para, com a língua, percorrer a bucetinha linda dela e saborear tudo que saía. Com a língua, dei uma passada no cu dela, coisa que no começo ela relutava, mas ao relaxar, com as duas mãos me mantinha pressionado contra o ânus dela. Tava difícil respirar pela pressão que ela fazia, então deixei ela descansar um pouco.
— Como eu tô gozando, meu amor! — ela disse.
— Você tem muito mais coisas pra me ensinar?
— Tô me empanturrando de sexo, parece impossível que isso seja real!
— Um dia desses vou te dar uma massagem como as que eu ganhava na Tailândia. Você vai ver o que é gozar várias vezes sem penetração nenhuma.
Ela se vestiu e a gente tomou mais umas mistelas pra comemorar a farra que a Mary tava metendo.
— Meu Deus, me falam que essas coisas existem e eu não acredito. Aliás, você vai dormir aqui em casa hoje, né?
Mary é uns 7 anos mais velha que eu, e minha atração pela minha prima vem de longe e vai muito além do sexual. Entre nós dois sempre tivemos uma comunicação muito boa, ela sempre foi muito carinhosa comigo, e nas muitas visitas que fiz àquela família, fui tratado superbem tanto por ela quanto pelos pais e irmãos.
Na juventude, Mary passou uns anos na nossa casa pra terminar os estudos, e por comentários que ouvi dos meus pais, às vezes discussões entre eles, acabei concluindo na época que Mary era uma putinha, além de vê-la andando pela cidade sempre com caras diferentes.
Meus estudos foram pro lado naval, mais especificamente pro mundo "Offshore" do petróleo. Isso marcou de certa forma minha vida e minhas relações com a família, porque passei uma parte importante da minha vida profissional em lugares como Roterdã, Stavanger-Noruega, Cingapura-Malásia, e no norte do Golfo do México. Pra bem ou pra mal, esse afastamento significou de alguma forma menos comunicação com toda a família em geral. Minha trajetória profissional terminou nesse arquipélago maravilhoso que são as Canárias, onde já moro há um bom tempo, mas todo verão vou pra península, onde, felizmente... Recuperei cada um dos laços familiares, o da Mary principalmente, porque a gente resgatou aquele “feeling” que tínhamos quando ela morava na nossa casa.
Quando no verão eu fazia a(s) visita(s) “regulamentar(es)”, a gente sempre se cumprimentava com 3, 4 ou 5 beijinhos, que com o tempo, ficavam cada vez mais perto da comissura dos lábios, e sempre ficávamos um tempinho abraçados, principalmente por parte dela. Era curioso que, depois do par de beijos de costume no cumprimento, se eu beijasse ela, por exemplo, na testa, ela sempre devolvia. E chegou o que tinha que chegar: numa das visitas de despedida do verão, ela me deu um beijinho no final da despedida. Isso me fez ficar matutando durante o inverno, até me decidir no verão seguinte a investir nela. Mas uma coisa é pensar, outra é achar a oportunidade, porque a presença de clientes no bar era constante, talvez pra ver a Mary, já que, como comentei antes, ela ainda é bem gostosa.
Pra clarear um pouco, Mary é uma mulher de formas finas, mas não magra, com um peito normal, quadril normal, e um rosto muito agradável apesar da idade, e o melhor de tudo é o jeito dela e o sorriso eterno.
Uns dois anos atrás, numa visita, ela não me recebeu no bar – tava fechado naquele dia – me recebeu na escada que sobe pra casa. Como os beijos de cumprimento já eram sempre na comissura dos lábios, dessa vez fui eu que dei o beijinho. Fiquei olhando fixo nos olhos dela, e ela começou a falar comigo num tom bem baixinho, sempre me encarando, sem desviar o olhar. Criei coragem e dei um beijinho maior, que ela respondeu entreabrindo um pouco os lábios, ficou me olhando bem fixo nos olhos, e eu aproveitei pra beijar ela na boca. Depois daquele beijo, Mary se apoiou na parede da escada, puxou eu pra perto, e a gente se deu uns amassos e uns linguados. Mas ela me fez relaxar porque a filha dela, Sandra, e o neto Também estavam de visita naquele momento.
Tomei um café com elas e, quando fui levar os talheres pra cozinha, a Mary me seguiu. Já na cozinha, me deu uns beijões e disse que ia me ligar pra me chamar pra almoçar. Naquela noite, fiquei remoendo tudo na cabeça, lembrando do que rolou à tarde na escada, que no fim virou uma punheta porque eu já não aguentava o tesão.
No dia seguinte, ela me ligou pra me chamar pra almoçar e aproveitou pra dizer que, naquela noite, repetiu mentalmente na cama a cena da escada umas quantas vezes.
Peguei o carro e fui pra casa da Mary, que fica uns 15 km do meu chalé na costa. A taverna tava aberta, então entrei pra cumprimentá-la. Como tinha clientes, foi na suave — no cumprimento, ela enfiou no meu bolso uma chave de acesso ao apartamento. Pouco depois, me despedi e, numa manobra safada, entrei no portão do prédio. Sentei no sofá da sala e, rapidinho, já ouvi ela subindo as escadas. Ela sentou no meu colo, passou os braços no meu pescoço e começamos a nos beijar intensamente. Ela me pegou pelo cabelo, levantou minha cabeça e disse: "Por que demorou tanto pra me agarrar? Me fez passar umas noites de inverno pensando em você, e quando você vinha no verão, não me agarrava."
Comecei a beijar o pescoço dela, descendo até o peito. Num movimento rápido, ela tirou os peitos do sutiã e colocou na frente dos meus lábios, então chupei os bicos na hora e eles ficaram duros que nem pedra. Aproveitei pra mordiscar eles. Quis ir com calma porque os suspiros da Mary mostravam que ela tava se divertindo pra caralho.
Desci as mãos devagar até a calcinha e notei que ela tava super molhada. Ela começou a rebolar porque tava frenética, e aproveitei pra deitar ela no sofá, pra poder manobrar com mais conforto. Com os movimentos da minha mão por cima da calcinha, os gemidos começaram, e pra facilitar a massagem, ela começou a abrir as pernas cada vez mais. Você gosta, Mary? — perguntei.
— Nossa, você tá me deixando louca com essa massagem. Fazia tempo que não me sentia tão bem.
Puxei a calcinha dela pra baixo e ela tirou o resto da roupa, ficando completamente nua. Comecei a passar minhas mãos sobre o clitóris inchado dela, e os gemidos quase viravam gritos. Como ela tava muito molhada e já fora de si, minha língua começou a lamber os sucos abundantes que saíam da sua buceta peluda. Quando abri os lábios internos e a língua começou a brincar, os gemidos já eram gritinhos, e o corpo não parava de se mexer. Ela tava muito excitada, e a bunda dela subia e subia, arqueando aquele corpo gostoso.
— Você tá me matando — ela dizia —, mas que gostinho você me dá.
Comecei a brincar com os dedos enquanto continuava lambendo a buceta dela com a língua, e os suspiros pareciam cada vez mais com os trens dos filmes de faroeste, até que veio um orgasmo esplêndido e ela ficou como desmaiada. Eu gosto, eu gostoooo, continua assim, meu amor!
— Meu Deus, nunca pensei que isso fosse possível. Que gostinho, meu amor! Nunca tinham feito isso comigo, o que eu perdi — ela disse. — Obrigada, céu!
Ela começou a me beijar ternamente, aumentando a intensidade aos poucos.
— Você me fez sentir mulher de novo — ela sussurrava no meu ouvido.
Na mesma hora, as mãos dela começaram a explorar meu corpo, massageando primeiro meu peito e descendo até meu membro, que já tava começando a endurecer. Ela pegou meu pau e começou a bater uma. Como eu imaginei, ela nunca tinha chupado um pau na vida, então ofereci pra ela. No começo, ela recusava, dizendo que tinha nojo, mas começou a beijar, depois a passar a língua no freio, e assim foi até enfiar a cabeça na boca. Aos poucos, foi pegando gosto. Quando já tava bem duro de novo, tirei da boca dela e apontei pra aquela buceta tão gostosa, e de uma só vez enfiei até o saco. E como ela ficou, se mexia, levantava a bunda pra que entra melhor.
- Vai fundo, minha gostosa, vai fundo, mete e tira cada vez com mais força até que senti ela gozar e dei uma bela porção do meu leite, e ficamos assim por um bom tempo.
Decidimos que o melhor era preparar a comida e que depois poderíamos continuar com nossa brincadeira.
Durante a comida, ela me contou que com o marido dela o único sexo que praticava era a posição do missionário. Que ele era um bom fodedor e bem dotado, mas que a atividade sexual dele se limitava a isso, o mete e tira, e ele sempre por cima.
Ela também me disse que colocar meu pau na boca dela precisava tirar da cabeça as rejeições, que queria fazer mais vezes porque achava que pegaria o jeito.
- Não me empolgou, mas também não quero perder, foi o comentário dela.
Para animá-la, deixei claro que a mamada era uma coisa que me deixava louco e que por mim podíamos repetir todo santo dia.
Falei que faltavam quase três semanas para minha família chegar e que teríamos tempo de praticar outras coisas. Uma das coisas que sugeri é que na próxima vez que ela me convidasse, eu traria uns vídeos pornô pra ela ver muitas coisas da arte do amor, uma depiladora elétrica e outra de lâminas, pra raspar toda a área pubiana e deixar a buceta dela totalmente lisinha.
Ela disse que a filha Sandra e o neto passariam em casa naquela tarde, então decidimos nos despedir enquanto a cidade tirava a soneca.
Quando eu estava jantando, o celular tocou, era a Mary.
- Como você está?, ela disse. Eu passei a tarde toda nas nuvens! Os clientes de sempre perguntavam o que tinha acontecido, porque fazia tempo que não me viam tão eufórica.
- Você sobe amanhã ao meio-dia?, ela disse. Tô com vontade de repetir a experiência de hoje.
- Como você me deixou, aproveitei como não aproveitava há muito tempo e as novas experiências me encantaram!
Deixei claro que nos próximos 2 dias estava comprometido com minha família, mas que na sexta-feira podia contar comigo, mas que Tínhamos que ser muito discretos porque numa aldeia pequena é muito fácil te vigiarem e podia dar uma merda enorme.
— Te ligo quando souber dos horários dos meus filhos, e aí a gente marca pra sexta à noite!
Na sexta à noite subi até o vilarejo da Mary, passei reto com o carro e estacionei um pouco afastado da casa dela. Fiquei um tempão no carro, de olho nos movimentos, e quando vi que a coisa tava calma, me aproximei da taberna da Mari. Nos cumprimentamos com intimidade e ela foi preparar uns petiscos pra beliscar. Sentou um pouco ao meu lado e me deu de novo a chave da casa dela. Continuou atendendo os poucos clientes que restavam e de vez em quando vinha na minha mesa pegar um dos petiscos. Depois de um tempo fui embora e a Mari ficou cuidando das últimas 3 mesas.
Subi pro apartamento e conectei meu notebook na TV dela, selecionei 2 filmes pornô curtos, um da “X-art” que terminava com anal e outro da netvideogirls. Pouco depois a Mary subiu depois de fechar o bar, trocamos uns beijões e ela disse que ia tomar banho.
— Perfeito, quando terminar me avisa, trouxe as coisas de barbear e se quiser eu raspo essa sua moita peluda, ou se preferir, decoro com a depiladora elétrica!
Ela me deu um sorriso safado e me soltou mais uns beijões. Daqui a pouco me chamou do banheiro e disse:
— Vem fazer essa operação que você falou!
Mandei ela sentar no bidê pra facilitar juntar os pelos raspados e coloquei os pés dela nas laterais pra ficar de frente pra buceta e o cuzinho. Não tinha nem tocado nela e ela já tava toda molhada, e não era do chuveiro não. Aproveitei a chance e passei a depiladora, reduzi todo o pelo pubiano dela, deixando só um triângulo pequeno, e pra finalizar coloquei a proteção das lâminas na depiladora e, pelo lado do cabo, comecei a “sobrevoar” o clitóris. Você não tem noção do estado que ela ficou quando começou a vibrar. sobre a "buceta" dela, passei a gilete e era ela que tava se masturbando o clitóris. Como ela tava se acabando!
Com as mãos livres, comecei a meter e tirar os dedos no útero. A Mary teve um orgasmo do caralho.
Depois que ela se recuperou do sufoco, passei gel de barbear e com a lâmina repassei a área raspada, tirando qualquer pelo restante. Lavamos tudo bem e quando ela passou um creme de bebê, sentiu a maciez que tinha ficado, olhou pra mim e falou:
— Como é que você vai ficar, isso ficou macio pra caralho! Que gostoso passar a mão aqui, uhhmmm!
Fomos pra sala e sentamos no sofá.
— Quer um café?
— Bom, por que não? — respondi.
Daí a pouco ela apareceu com os cafés e uma mistela que a própria Mary faz, que é uma delícia, mas tem que tomar cuidado porque dá pra ficar bem bêbado...
Tomamos os cafés e uns dois goles cada um, tava uma maravilha, mas logo começamos a sentir calor. Liguei a sessão pornô e em nada ela já tava me enlaçando com braços e pernas.
— Que gostosa a mina — ela disse, se referindo à atriz da X-art. E verdade seja dita, todas as minas que vi na X-art são assim.
Ela tava excitadíssima com o que via no filme!
Curiosamente, esse era um dos poucos da X-art que tem anal (claro que procurei de propósito).
— O que você acha do que tá vendo? Tem alguma coisa que te chama atenção e que você queira experimentar?
— O boquete da menina me deixou com tesão e o anal eu gostaria de experimentar, mas acho que deve doer pra caralho. E além disso, normalmente o canal tá sujo, o que você acha? Tem experiência com anal?
— É muito importante não ter pressa e dilatar bem o esfíncter — falei —, além de usar bastante creme ou gel lubrificante. Sobre a limpeza, se você tiver uma pera de borracha, faz uma lavagem e isso facilita muito. Aliás, você gostou da massagem que deu em si mesma com o cabo da gilete?
— No começo... Senti cócegas, mas conforme o clitóris e os lábios foram inchando, a sensação gostosa que eu sentia era muito boa, adorei essa experiência e quero repetir.
—Mãe do amor lindo, olha só quanta coisa eu perdi nessa vida por ficar presa nessa aldeiazinha, não é que nem você, que passou metade da vida por esses mundos de Deus!
Num anal, se você não tá acostumada, pode ser que no começo você contraia o esfíncter interno de forma reflexa e a penetração fique dolorida. Isso quer dizer que, embora o coito anal sempre exija delicadeza e suavidade, no início precisa de muito mais. Começa acariciando a área você mesma, enfia um dedo enquanto se masturba. Pratica várias vezes. Quando a gente for fazer, no seu sinal, eu vou enfiar um dedo, e depois que dilatar um pouco, vou enfiar um segundo dedo... tem que deslizar eles suavemente, num vai e vem, pelo esfíncter do seu cu. Só quando você achar que tá preparada, dá pra acariciar a área sem tentar a penetração, com a ponta do meu pau bem lubrificada. No seu comando, posso começar a penetrar devagar, parando quantas vezes for preciso pra não te machucar.
Como semana que vem eu tenho que ir pra capital, vou comprar uns brinquedinhos numa sex shop pra quando você se sentir sozinha no inverno, eu falei, e aí você pode praticar na frente e atrás.
Na mesma hora, eu deitei ela no sofá e comecei a percorrer o corpo esplêndido dela com a boca e as mãos. Tirei a calcinha e com as mãos comecei a massagear o clitóris e os lábios da buceta, Mary começou a suspirar e arquear o corpinho gostoso dela. Que macio ficou depois de raspar!
Ela baixou uma mão e colocou em cima da minha, pra dar uma pressionada na massagem que tava recebendo, a lubrificação na buceta não demorou a aparecer. Molhei a mão e comecei a massagear a bunda, e o que Mary fazia era berrar em vez de suspirar. Quando coloquei um dos dedos na bunda, com a mão que tava pressionando, Ela começou a dar batidinhas no meu dedo que massageava o esfíncter, deduzi que a Mary queria iniciar o "tratamento anal".
Esperei até que o novo orgasmo chegasse para, com a língua, percorrer a bucetinha linda dela e saborear tudo que saía. Com a língua, dei uma passada no cu dela, coisa que no começo ela relutava, mas ao relaxar, com as duas mãos me mantinha pressionado contra o ânus dela. Tava difícil respirar pela pressão que ela fazia, então deixei ela descansar um pouco.
— Como eu tô gozando, meu amor! — ela disse.
— Você tem muito mais coisas pra me ensinar?
— Tô me empanturrando de sexo, parece impossível que isso seja real!
— Um dia desses vou te dar uma massagem como as que eu ganhava na Tailândia. Você vai ver o que é gozar várias vezes sem penetração nenhuma.
Ela se vestiu e a gente tomou mais umas mistelas pra comemorar a farra que a Mary tava metendo.
— Meu Deus, me falam que essas coisas existem e eu não acredito. Aliás, você vai dormir aqui em casa hoje, né?
2 comentários - Prima Mari gostosa