A advogada gostosa da Isabel

Ela se chamava Isabel, tinha 46 anos e era casada. Me contou que era advogada e que costumava papear porque o marido não a satisfazia sexualmente. Segundo ela, nas próprias palavras: não dava conta do recado. Parecia que a excitava muito eu ser militar, já que, pelo visto, ela gostava de homens bem dominantes.

Depois de papear um pouco, continuamos pelo Messenger e ela me mostrou uma foto sua. Era uma morena bem gostosa e no final acabamos tendo uma sessão de cibersexo bem quente. Depois de papear mais uns dias e de várias outras sessões de cibersexo, percebi que ela tava muito carente e que curtia a putaria, então, assim que pude, comecei a encher a cabeça dela até que ela aceitou ter um encontro real comigo. A verdade é que não precisei insistir muito. Escolhemos um dia em que o marido dela ia estar fora trabalhando e em que ela ia poder sair do trabalho sem problemas. Como ela sempre sai do escritório pra visitar clientes, não teve problema em sair um pouco mais cedo naquele dia e encontrar comigo num bar.

Ela chegou na hora certa e pude ver que era ainda mais gostosa do que a imagem que eu tinha feito pela foto: morena, corpuda e com uma raba impressionante. Tinha se maquiado bastante, com uns lábios bem vermelhos, e se vestido com uma blusa preta, uma saia justa que marcava as curvas e a bunda, e umas meias pretas de arrastão, o que me deixou de pau duro na hora.

Sentamos numa mesa e começamos a conversar, mas logo resolvi partir pro ataque pra ver como ela reagia. Aproximei minha cadeira ainda mais da dela e, quando ninguém olhava pra gente, coloquei uma mão por baixo da saia dela e acariciei suavemente as coxas. Ela não só não me rejeitou, como vi a respiração dela ficar mais ofegante e ela abrir um pouco mais as pernas, me deixando à vontade. Aproximei minha boca da dela e a beijei, enfiando a língua toda, e ela se entregou. De repente, ela pareceu se dar conta de onde estava e me disse: “Aqui não, por favor, aqui não. Podem nos ver.” Então perguntei se ela tinha um lugar, e ela disse que podíamos ir pra casa dela, que era perto e não tinha ninguém.

Achei perfeito e levei ela até meu carro, que estava estacionado perto. Assim que entramos no carro, aproveitei pra beijar ela de novo, enfiando minha língua até o fundo, e ela se deixou levar. A mão dela tocou meu volume por cima da calça, e minha pica ficou duríssima. Percebi que isso excitava ela. Eu, por minha vez, aproveitei pra apalpar os peitos dela por cima da camisa e senti perfeitamente os bicos duros por baixo do tecido (depois descobri o porquê).

Dirigi até a casa dela, e durante todo o caminho ela foi acariciando minha pica por cima da calça.

Assim que entramos na casa dela, ela me levou até a sala, que era o primeiro cômodo. Sentei no sofá e, abrindo a braguilha, tirei minha pica pra fora, já totalmente dura. Ela olhou com os olhos bem abertos. “O quê? Gostou?” perguntei. Ela disse que sim, e então falei: “Então tá esperando o quê, putinha? Vem aqui e chupa minha pica, vamos!”. Ela se ajoelhou entre minhas pernas sem reclamar e, pegando minha pica com a mão, enfiou tudo na boca e começou a chupar. A putinha chupava como uma viciada. “Porra, essa advogada…”, pensei, “quantas pirocas essa safada já deve ter engolido!”. Ela dava chupadas longas e profundas, sugando e, enquanto fazia isso, olhava nos meus olhos. Eu incentivava ela, dizendo: “Mmmmmm… Assim, bocetuda, assim…! Isso, putinha, isso! Como você chupa bem, porra! Dá pra ver que você tem prática, chupadora! Quantas pirocas você já deve ter comido pelas costas do corno do seu maridinho, sua filha da puta, né?!”. Durante as conversas que tivemos, eu tinha visto que ela ficava muito excitada com linguagem obscena e comigo me dirigindo a ela desse jeito. Ela não disse nada e continuou com o boquete. De vez em quando Ela tirava o pau da boca pra lamber ele inteirinho com a língua, acariciando a cabecinha com a língua, e aí me olhava nos olhos e perguntava com cara e voz de putinha: "Você gosta de como eu te chupo? Eu mamo bem?". Eu tava adorando e falei: "Cala a boca e continua chupando, rabuda! Como você mama bem, safada! Continua assim, chupeteira, não para. Enfia meu pau de novo na boca, vai. Continua assim que você tá mandando muito bem. Mmmmm... Olha, olha... você é uma comedora de rola excelente, Isabel. Isso, agarra bem no piru, puta. Assim, assim... Chupa, Promíscua, chupa!". Ela me obedeceu e continuou mamando sem parar, botando toda a dedicação dela.

Depois que ela chupou por um bom tempo, peguei ela pelo cabelo e tirei o pau da boca dela, falando: "Beleza, já chega, puta, que não quero gozar antes da hora. Quero que isso dure o máximo possível, hehehe".

Aí ela me levou até o quarto dela e lá a gente se pelou. Quando ela tirou a roupa, levei um susto. Acontece que as meias de rede que ela usava não eram meias, mas uma espécie de body de malha que cobria o corpo inteiro dela. "Que puta!", pensei, "tirei a sorte grande com essa rabuda". O mais excitante é que o body tinha um buraco na região da buceta pra poder foder ela sem problemas com ele vestido. A putinha tinha ido pro encontro com aquilo por baixo e a buceta de fora o tempo todo. Não perguntei como ela tinha aquele body. Com certeza já tinha usado mais vezes com mais caras. Comecei a perceber que, mesmo sendo casada e advogada, na real ela era uma puta do caralho.

A primeira coisa que me chamou a atenção é que ela tinha uns bicos enormes. Os peitos dela eram meio caídos pro meu gosto, mas os bicos eram impressionantes. Ideais pra morder ou beliscar. Tava tudo durinho e aparecendo por entre a malha. A outra coisa que me chamou a atenção foi o quanto peluda era a buceta dela. A promíscua tinha um belo matojo. "Mmmmm. Olha, olha, olha... então Dona Isabel é daquelas que não depila a buceta... Sua porca! Que tapete que você tem, Promiscuous... Melhor assim, adoro bucetinhas peludas. Vem, se inclina na cômoda que antes de te foder quero provar um pouco", falei. Ela se inclinou na cômoda e eu fiquei atrás dela, comecei a enfiar os dedos na buceta dela, primeiro mexendo devagar e depois enfiando e tirando cada vez mais rápido. A putinha já começou a gemer de tesão. "Olha, olha!", falei, "Como você molha, porca! Tá escorrendo! Sua safada! Só enfiei os dedos na sua buceta e já parece um bebedouro de pato. Tenho certeza que você vai adorar isso, pode crer..."

Aí ela se deitou de barriga pra cima na cama e abriu as pernas pra eu olhar bem. "Você gosta?" ela perguntou sorrindo e fazendo cara de puta enquanto abria os lábios da buceta com a mão. "Claro, putinha, claro que gosto", falei, "Vai, Isabel, me mostra o quanto você é Promiscuous, quero ver se é tão puta quanto falava nos chats".

Aí ela molhou os dedos com saliva e começou a tocar os próprios peitos, acariciando, esticando e beliscando os bicos até eles ficarem durinhos e bem tesos. Depois abriu bem os lábios da buceta e começou a enfiar um dedo na buceta na minha frente, primeiro devagar e depois, conforme a putinha ia ficando excitada e molhada, cada vez mais rápido. Ela beliscava os peitos com uma mão e com a outra se dedilhava a buceta sem parar. Dava pra ver que o fato de estar ali fazendo aquilo enquanto eu olhava sem perder um detalhe, deixava ela com muito tesão. Parecia uma daquelas putas que atuam nas cabines de vidro dos sex-shops. Meu pau começou a ficar ainda mais duro do que já tava. Logo vi a buceta dela começando a soltar um monte de fluido de tesão. Depois ela ficou de quatro na cama com o cu de rabo pra cima, olhando pra mim, e enquanto com uma mão continuava se tocando na buceta, com a outra enfiava um dedo no cu, ao mesmo tempo que gemia alto igual uma porca. Quando vi que ela já tava quase gozando, falei: "Já chega, Promiscuous. É o bastante, não quero que você goze antes da hora".

Aí eu me deitei na cama com a pica dura olhando pro teto e falei: "Tá esperando o quê, puta? Vem aqui e enfia. Fode você mesma, vamos. Age como uma puta, que é isso que você é". Ela veio até onde eu tava e montou em cima da minha pica, e foi descendo o corpo devagar, enfiando a pica até ter ela toda dentro. Quando ela teve toda dentro, dei um tapa na bunda dela e falei: "Vai! Cavalga, puta, cavalga! Quero ver como você se mexe!" e a safada começou a pular na minha pica, e a cada pulo enfiava a pica completamente até o fundo. Enquanto fazia isso, gritava de prazer e dava pra perceber que os gritos não eram fingidos. A Promiscuous tava adorando com a minha pica dentro. Eu falava: "Assim, puta, assim! Muito bem! Vai, continua, continua, não para!" e, enquanto ela não parava de pular, se fodendo e enfiando a minha pica, eu dava tapas na bunda dela ou agarrava os peitos, beliscando os bicos e puxando eles.

Depois de um bom tempo fodendo ela assim, agarrei ela e coloquei de quatro na cama. "Essa posição eu gosto mais", falei, "Quero te foder como uma puta". Ela se posicionou obediente e se inclinou bem pra frente, empinando a bunda e oferecendo a buceta. Eu agarrei ela pela cintura e enfiei a pica na buceta com um empurrão forte e, sem mais, comecei a foder ela bem forte. Ela gritava de prazer igual uma porca, sem se importar, pelo visto, se os vizinhos podiam ouvir. Enquanto eu fodía ela, dava tapas fortes na bunda com a mão, mas ela não só não se incomodava como parecia gostar. Já tinha descoberto, pelas vezes que tinha chateado com ela, que, apesar de ter um cargo importante no trabalho, no sexo era bem submissa e o que ela gostava era de levar porrada e da boa.

Depois de foder ela assim por um bom tempo, tirei a pica da buceta e, dando um tapa forte na bunda dela, falei: “Mmmmmm… Que rabão você tem, gostosa… Com esse pedaço de bunda e o quanto você é puta, certeza que já te comeram muito. Você gosta de dar o cu, Isabel?”. “Não sei”, ela disse, “Nunca experimentei”. “Não?”, falei surpreso, “Qual é, além de corno o teu marido é viado? Isso tem que resolver. Não dá pra deixar uma puta como você andar por aí com o cu virgem, mas não se preocupa, que disso eu cuido. Que otário o cara, hahaha! Sabe, putinha? O que eu gosto é que peçam, então quero que seja você a me pedir pra te comer o cu, Isabel, e que me ofereça. Me implora, vai, Isabel, me mostra o quanto você é puta e me oferece esse cu pra eu te foder”. Ela me obedeceu e se inclinou na cama, abrindo bem o cu com a mão enquanto dizia: “Me come o cu, por favor, me dá no cu”. Eu respondi: “Muito bem, puta. Se é isso que você quer… vou te satisfazer. Adoro desvirginar cuzinhos. Faz tempo que não como um cu bom… e ainda por cima virgem. Isso vai ser bom, putinha, hahaha. Vamos, se prepara, puta, que vou te arrebentar o cu. Abre bem o cu, gostosa, que você vai gozar como uma louca, já vai ver. Abre ele. Você vai saber o que é sentir uma pica boa no seu cu, vagabunda. Quando eu terminar com você, vai ter o cu mais largo que o túnel do metrô. Já vai ver, vai dar pra enfiar no seu cu até a pica de um cavalo”.

Ela abriu o cu com as mãos e eu cuspi no buraco dela e comecei a lubrificar com minha saliva, enfiando meus dedos dentro, primeiro um e depois dois, mexendo eles. Aos poucos, graças às minhas brincadeiras, comecei a sentir o cu dela se dilatando. Ela começou a se remexer e a gemer de prazer enquanto meus dedos entravam e saíam do cu dela. Eu disse: “Tá gostando, hein, putinha? Kkkk, já sabia… Que vadia você é. Mas espera, puta, que isso vai te agradar mais… isso é mais grosso que meus dedos… Se prepara… Range os dentes, puta, que vou meter”. Aí apoiei a ponta da minha pica no buraco dela e, segurando ela pela cintura, comecei a apertar com força forçando a entrada do cu dela. Custou um pouco pra meter, certeza que tava doendo pra caralho, mas nem por isso parei de empurrar com força. Ela implorava: “Devagar, por favor, devagar… Com cuidado, por favor… cuidado que tá doendo… ahhhh… mais devagar, por favor, que você vai me matar, vai me rasgar…” mas eu não liguei pras súplicas dela: “Cala a boca, puta de merda!, falei, Não aperta o cu, rabuda! Não aperta!! Como você tá dura, porra! É verdade que você era virgem de cu… Relaxa o cu, puta! Relaxa, eu tô falando!! Isso aí…! Assim, assim…! Já tá entrando a cabeça! Ah, sim! Que delícia, rabuda! Deixa eu te sodomizar, puta! Qual é? Nunca meteram um pauzão desse no seu cu, hein? É maior que o do corno do seu marido, né? Kkkkkk Então relaxa e aproveita, rabuda! Agora você vai saber o que é ser comida de cu! Vou te destruir, puta! Toma!!”. Aí dei uma enfiada forte, metendo toda a minha pica no cu dela de uma vez só. Então, depois que enfiei toda a minha pica no cu dela e sem dar tempo dela se recuperar, comecei a comer o cu dela com força. Metia e tirava do cu dela brutalmente. Ela começou a gritar pedindo pra eu parar, mas continuei comendo o cu dela ainda mais forte. Ela gritava: “Ahhhhh! Para, para, para! Para, pelo amor de Deus! Mais devagar! Mais devagar! Para! Ahhhhhh!” e enquanto isso, eu não parava de furar ela com a pica, dando tapas fortes na bunda dela enquanto falava “Isso aí! Grita, puta, grita! Que todo mundo no prédio fique sabendo como eu tô rasgando seu cu, kkkkkk! Tá sentindo bem minha Pau, hein, vagabunda! Tá sentindo bem? Kkkkkkkk.

No entanto, depois de um tempo, assim que a bunda dela começou a se acostumar com minha penetração brutal, ela começou a gozar como uma verdadeira porca e seus gritos passaram, aos poucos, de dor pra prazer: “Sim! Ah, sim! Ah, sim! Mmmmmm… Que delícia, porra, que delícia! Como você é bom! Sim! Me fode o cu, gostosa! Fode ele! Enfia até o fundo! Até as bolas! Assim! Assim! Que pau você tem! Continua, filho da puta, continua! Não para! Arrebenta meu cu, filho da puta! Arrebenta! Me destrói!”, ela dizia. A verdade é que a situação era muito safada. Ali estava eu metendo o pau no cu de uma advogada de prestígio, casada e mãe de família, enrabando ela brutalmente na própria casa dela e na mesma cama onde ela dormia com o marido. Bem perto, numa cômoda, tinha uma foto onde ela aparecia sorrindo com os três filhos, no maior estilo dona de casa respeitável e decente, e ali estava ela, totalmente à minha mercê, vestida com uma roupa de puta e gritando obscenidades como uma puta barata enquanto eu arrebentava o cu dela. Não parecia a mesma pessoa.

Ela me dizia coisas tipo: “Ah, sim, que delícia… Continua, continua, não para… Empurra, empurra forte… Mais forte, mais forte, vamos! Como eu gosto! Como você fode bem, filho da puta! Como você é bom! Ah, sim… Enfia o pau no meu cu, meu amor… Sou toda sua! Toda sua! Crava ele! Enfia tudo!”. Eu sempre gostei de foder pesado e metia no cu dela sem dó e, enquanto enrabava, dava tapas fortes na bunda dela, deixando bem vermelha, enquanto gritava: “Isso aí, porca, isso aí! Aproveita, vagabunda, aproveita! Toma no cu, vagabunda, toma no cu! Cê gosta de como eu te enrabo, Promíscua? Quem te fode melhor, eu ou o maricas do teu marido, hein? Responde, puta de merda!” e ela, que já tava totalmente fora de si, respondia: “Você! Você! Ah, sim! Muito melhor! Que pauzão você tem, filho da puta! Isso sim é um pau, não aquele do maricas do meu marido! Não para! Não Pausa, por favor! Você vai me matar de gosto! Mais forte! Mais forte! Maiss! Assim, assim! Continua assim que eu vou gozar! Ai, Deus! Vou gozar pelo cu! Vou gozaaaar!". "Hahaha, que pena que o corno manso não tá aqui pra ouvir e ver como a puta Promíscua da sua mulher se diverte enquanto eu arrebento o cu dela!, hahaha", falei rindo. Então peguei no cabelo dela, puxando pra cima, forçando ela a arquear o corpo ao máximo sem parar de meter no cu e disse: "Já chega de eu trabalhar! Me mostra o quanto você ama isso, puta! Mexe essa bunda, puta, mexe! Enfia você mesma, vamos! Dá o cu, rabuda! Dá o cu!" e aí parei de meter e foi ela quem continuou rebolando a bunda pra frente e pra trás, se enfiando sozinha, enquanto eu ria e falava "Isso aí! Assim... assim...! Boa, puta, boa...! Me dá prazer, Promíscua! Hahaha" e enquanto ela mesma se dava no cu, eu não parava de dar tapas fortes na bunda dela. "Mais rápido! Mais rápido!", eu dizia, "Com força, puta, com força! Enfia bem, rabuda! Isso aí! Assim, assim! Muito bem, puta!".

Daí a pouco senti que ia gozar e falei: "Ahhhh! Vou gozar! Vou gozar, Promíscua!" e aí tirei a pica do cu dela e, virando ela de barriga pra cima na cama, montei em cima e comecei a gozar na cara dela enquanto dizia: "Toma, Isabel! Toma tudo, putaaa! Tudo pra você! Vou encher você de leite, rabuda! Ahhhhh! Putaaaahhhhhh!" Enchi a cara toda dela de porra e quando terminei de gozar, enfiei minha pica na boca dela e falei: "Limpa bem, vamos. Prova o gosto do teu cu, Promíscua, come tua merda, toma... porra com toddy. É gostoso? Hahaha". Ela chupou obedientemente e quando tirei a pica da boca dela, pegou um pouco da minha porra com o dedo e levou aos lábios, saboreando e dizendo "Mmmmm... que delícia". Eu ri e falei: "Que puta você é, Isabel! Você é mais puta que galinha, hahahaha... Espero te foder de novo". às vezes”.
E de fato, foi assim que aconteceu. Continuamos nos vendo com frequência e eu como ela tudo o que quero e mais um pouco, sempre que ela consegue dar um tempo do trabalho e o apartamento dela fica livre enquanto o marido está trabalhando. O coitado já deve estar com uns chifres que nem cabem mais na porta, haha. Então agora tenho a sorte de ter uma advogada inteira como minha putinha pessoal. Além disso, ela é bem promíscua e submissa, e deixa eu fazer tudo o que peço, até tirar fotos para que, nos dias em que não como ela, eu possa continuar batendo uma punheta pensando nela e me divertindo às custas dela. Então não poderia estar mais satisfeito.

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