Cunhada muito puta

Não dormiu a noite inteira. O namorado dela tentou fazer um love nela, mas ela recusou. As cenas com Paco no campo ficaram se repetindo na cabeça dela, sem parar. Ao meio-dia, teve o aniversário da irmã dela, Carmen, no chalé dos pais. Veio a família toda e todos os amigos dos dois, no total mais de quarenta pessoas. Ela, pensativa o tempo todo, não conseguia olhar nos olhos da irmã e ficou de olho no comportamento do cunhado, que mal dava bola pra ela e agia como se nada tivesse acontecido. Ter ele tão perto esquentava a buceta dela, uma sensação frenética tomava conta. Queria evitar, mas era irresistível, até deixou o próprio namorado de lado, que tava bem preocupado com o comportamento dela. Ao anoitecer, o álcool acabou e Paco se ofereceu pra ir até a cidade comprar umas garrafas. Surgia outra chance de ficar a sós com ele. Quando ele tava indo pro carro, ela se aproximou.

- Aonde você vai, Paco?

O cunhado dela examinou. Ela tava de minissaia jeans justa, sem meia, e uma camiseta preta colada, curta, acima do umbigo, que marcava o volume dos peitos dela.

- Buscar uísque.

- Eu tenho umas garrafas em casa. Se quiser, vou com você.

- Bora.

Pablo, o namorado dela, viu ela entrar no carro com Paco. Uma onda de ciúme queimou as entranhas dele. Olhou pra Carmen, a cunhada, e chamou a atenção dela, apontando pro carro.

- Aonde eles vão?

- Minha irmã disse que vocês têm duas garrafas em casa e que não precisa comprar nenhuma. Paco vai levar ela.

Inconformado, ele se levantou e foi dar uma volta pra acalmar os nervos. Sabia que a namorada dele tava com algum problema, mas só se abria com Paco.

Paco dirigia e de vez em quando olhava pra ela e sorria. Numa dessas, deu um tapão nas coxas dela e esperou a reação, mas ela nem se mexeu.

- Como você tá, cunhada?

- Bem, muito bem. — Você se divertiu? — ela sorriu, nervosa. — Não aconteceu nada, mulher. — Ele deu mais um tapa, dessa vez acompanhado de um carinho longo por toda a coxa. — Gostou da minha porra?

— Paco, não seja tarado, para com isso!

— Fala, gostou?

— Sim, e agora olha pra frente.

— Que calcinha você tá usando?

— Uma normal.

— Me mostra.

Obediente e bem excitada, ela levantou a bunda e puxou a saia até a cintura, exibindo a calcinha de cetim cor de creme. Paco esticou o braço e afastou a parte da frente para o lado, deixando a buceta ruiva à mostra. Deu uns tapinhas. Depois, ergueu o braço e enfiou bruscamente dois dedos na boca dela. Ela sentiu um engasgo ao lamber as asperezas das pontas dos dedos. Em seguida, ele meteu o terceiro e o mindinho, e começou a agitar o braço, fodendo a boca dela com a mão enquanto dirigia com a outra. Laura tentava chupar a mão inteira dele com a boca bem aberta, enquanto a baba escorria do canto da boca e pingava no decote. Paco movia a mão bem rápido, como se estivesse enfiando um pau, e ela segurava o pulso dele como se quisesse frear. A baba caía em jorros. Ele tirou a mão de repente, e ela respirou fundo, cuspindo vários cuspes. Ele apalpou a buceta dela de novo com tapinhas e a segurou pelas maçãs do rosto, balançando a cabeça dela. Enfiou o polegar, e ela teve que chupar. Depois, com brutalidade, meteu a mão no decote dela e amassou os peitos com força. Ela reclamava fraquinho com a grosseria do cunhado. Ele continuava dirigindo com uma mão só, sem parar de tocar ela por todo lado.

— Vira, quero ver sua bunda... — Já com os fluidos molhando a buceta, ela subiu no banco de joelhos, de costas pra ele, e colou o rosto no vidro da janela. Se inclinou o suficiente pra oferecer ao cunhado aquela bunda deliciosa e macia. Paco agarrou a calcinha e puxou pra baixo de uma vez. — Abre. Ela jogou os braços para trás e abriu a racha, deixando à mostra o cu tenro e avermelhado. Paco cuspiu na ponta do dedo e passou por cima. De vez em quando olhava pra frente pra não descuidar da direção. Tapou o cu dela de novo com a ponta do indicador e, aos poucos, enfiou o dedo até o nó. Ela contraiu as nádegas e soltou um gemido de dor. Começou a foder ela com o dedo no ritmo dos gemidos fracos. Tirou o dedo e levou à boca.

- Chupa -. Laura lambeu a ponta do dedo, provando o gosto da própria merda -. Você é muito gostosa.

Deu um tapa sonoro nela e deixou a marca da mão. Ela puxou os braços e a racha se fechou. Tavam chegando em casa. Com medo de ser vista pelos vizinhos, sentou de novo e puxou a calcinha. Paco estacionou na porta da frente. Desceram e ela abriu, sabendo que o jogo não tinha acabado. Assim que entrou e empurrou a porta, o cunhado abraçou ela por trás e puxou o decote pra baixo, deixando os peitos de fora. Apertou eles com força enquanto beijava a nuca e as orelhas dela. Com a mesma grosseria, levantou a saia e deixou ela só de calcinha.

- Vamos pro quarto onde você fode com aquele viado.

Abraçados e sem parar de apalpar ela, foram até o quarto. Chegando lá, Paco empurrou ela na cama e ela caiu de costas. Os peitos dela balançavam loucamente. Nervoso, ele começou a desabotoar a camisa e a calça. Ela se sentou enquanto ele tirava a roupa.

- O que a gente vai fazer, Paco?

Quando ele baixou a cueca, mostrando o pauzão duro, agarrou ela pelos braços e, violentamente, jogou ela de bruços.

- Paco, o que você tá fazendo! - implorou ela, com a cabeça enfiada no travesseiro, sentindo ele puxar a calcinha pra baixo -. Paco, isso não tá certo. O que você vai fazer?

- Te foder.

- Paco, não.

Ele se jogou por cima dela, imobilizando os braços. Ela sentiu os peitorais suados colados nas costas e o bafo fedorento na nuca.

- Cala a boca, cunhada. Pô, vai provar uma coisa boa...

- Paco, que nada...

A rola entrou com força pela virilha e perfurou a buceta dela de uma vez. Ela gritou desesperada, se agarrando com força nos lençóis. Ele começou a meter nela com agilidade, rápido e com força, enfiando até o fundo da buceta. Ela se sentia molhada e gemia sem controle, toda suada, com os olhos arregalados e respirando com dificuldade pela boca. Ele mexia a cintura rapidinho e, de vez em quando, esticava os braços pra se levantar e ver ela deitada, sem parar de gritar. Uma das vezes, colocou uma foto do Pablo bem na frente dos olhos dela.

- Olha pra ele, não para de olhar.

Laura, pingando de suor, ofegava que nem uma puta e embaçava o vidro do porta-retrato onde aparecia o namorado dela. Paco batia com violência no fundo da bunda dela, enfiando a rola até as bolas. Ela não parava de gritar, tomada por um prazer do caralho. Os peitos dela, pressionados contra o colchão, escapavam pelos lados. Ela tentava levantar a bunda uns centímetros pra ele meter melhor. Depois de alguns minutos, Paco parou de repente com um gemido e caiu em cima dela, com o rosto na nuca. Laura sentiu a porrada de gozo dentro da buceta dela. O filho da puta tinha gozado dentro. Depois de se acalmar, Paco se jogou de lado, de barriga pra cima, com os braços abertos.

- Chupa.

Tomada pelo prazer, ela se levantou e virou pro pau, de quatro, de costas pro cunhado. Pegou a rola com a mão direita e se inclinou pra lamber os restos da gozada, passando a língua em volta da cabeça. Inclinada pra lá, os peitos roçavam na barriga do cunhado. Ela mantinha a bunda aberta, e Paco viu como o gozo escorria da buceta dela pelas pernas e pelos pelos, até algumas gotas caindo no colchão. Ele deu um tapa forte numa das nádegas antes de se levantar e sentar do lado dela. A cunhada dele... continuava lambendo a pica dela, de quatro, feito uma puta que tá junto do dono dela. Paco passou o braço por cima da bunda dela pra se apoiar. Laura levantou a cabeça e olhou nos olhos dele sem parar de bater uma bem devagar. Ainda tava meio mole, mas não soltava. Paco chegou a cabeça perto e cuspiu dentro da boca dela, e ela engoliu a cuspida sem nem piscar. Os peitos pendiam pra baixo e balançavam devagar.

- Não sabia que você era tão puta, cunhada.

- E você um filho da puta.

Passou a mão direita na buceta dela e lambuzou todos os dedos com a própria porra. Depois pegou a foto do Pablo e passou no vidro como se fosse uma torrada. Em seguida, levou até a boca da Laura.

- Chupa esse viadinho.

Laura esticou a língua e deslizou pelo vidro do porta-retratos, se encharcando da porra viscosa que embaçava o rosto do namorado dela. Saboreou e engoliu antes de olhar pra ele de novo. O cunhado dela tava sorrindo, e ela continuava batendo uma com a mesma lentidão, como se não quisesse soltar aquela pica enorme, uma pica que cada vez ficava mais dura.

- Você é um filho da puta, Paco.

Passou o dedo indicador de novo na buceta e pegou um último pedaço de porra. Colocou num dos mamilos do peitoral dele, e na hora Laura começou a chupar até deixar limpo de porra. Ele relaxou de olhos fechados, deixando ela bater uma com aquela suavidade. Ela mantinha a posição, do lado dele e de quatro. Daí, ele se ajoelhou e Laura teve que soltar. Ele se colocou atrás dela, abriu a bunda dela ao máximo e cuspiu várias vezes. Depois deslizou a língua várias vezes desde a parte de baixo da buceta até em cima do cu, e até provou umas gotinhas perdidas de porra. Ela deixou a cabeça cair no colchão e manteve a bunda pra cima, curtindo o cócegas da língua. Sentiu que tava gozando. Depois de babar toda a rabadinha dela, Paco bateu uma na pica, como se preparando pra meter. Com a cabeça no colchão, Laura jogou os braços pra trás e abriu a bunda. Paco enfiou até o talo com uma sacudida seca que fez ela gemer fundo. Pegou um ritmo forte, sacudindo ela com força, beliscando com raiva aquelas nádegas macias e rosadas enquanto a fodia. Laura gemia escandalosamente e ele apertava os dentes pra acelerar o ritmo. Às vezes dava uns tapas fortes na bunda dela. A pica deslizava até o fundo com uma facilidade enorme, dada a fonte de fluidos que jorrava de dentro da buceta. Ele ficou fodendo ela por uns cinco minutos sem que ela parasse de gemer. Tinha deixado a bunda dela toda vermelha de tanto tapa e sacudida das cadeiras. Paco parou de repente e ofegou de olhos fechados quando derramou o leite dentro da buceta. Ela ainda continuava abrindo a bunda e suando pra caralho, com o cabelo encharcado, sentindo a inundação lá dentro. Paco tirou a pica limpa de porra e se deixou cair sentado, bem cansado do esforço extra. Ela também se levantou, ficando de joelhos em cima da cama. Logo começou a pingar porra da xota e a molhar a calcinha. Olhou pra ele por cima do ombro enquanto subia o decote e cobria os peitos.

- A gente tem que ir, Paco -. Ele concordou. Ela saiu da cama pra ir pro banheiro com a foto do namorado na mão e a calcinha abaixada até a metade da coxa -. A gente ficou louco, Paco.

Voltaram pra festa e ninguém pareceu desconfiar de nada. Durante o caminho de volta, quase não falaram. Ela se juntou ao namorado e se desculpou pela demora, dizendo que não tinha achado as garrafas e que tiveram que ir num posto de gasolina. Tentou agir com carinho com ele pra esquecer o que tinha acontecido e não levantar suspeitas. Seria a ruína dela se a relação com o cunhado viesse à tona, nem ousava olhar pra irmã, muito apaixonada pelo marido. Paco não deu bola pra ela pelo resto da Ficou de bobeira e encheu a cara com os amigos. Pablo chamou ela pra ir embora e ela topou. Fizeram um love bem romântico, do jeito que Pablo gostava, nada a ver com a agressividade que o amante dela usava. Teve que esconder a bunda dos olhares do Pablo pra ele não estranhar as nádegas vermelhas. Mesmo tentando se recompor, precisou bater uma quando o namorado dormiu, porque o Paco tinha deixado ela louca com a performance humilhante dele.

No domingo, não soube nada do cunhado e saiu pra comer com o Pablo. Tava morrendo de vontade de dar pra ele, mas precisava se convencer de que aquela loucura tinha que acabar. Na segunda, mal conseguiu se concentrar no trabalho. Relembrar as cenas com o cunhado deixava ela com tesão e ela gozava na calcinha à toa, até fechou a porta do escritório e pediu pro fiscal que ninguém incomodasse. Ficava olhando o celular e o telefone da mesa, mas não recebeu nenhuma ligação do Paco. Ela também não teve coragem de ligar. Precisava superar aquele trauma, por mais difícil que fosse. Talvez o Paco também tivesse caído na real. Na terça, também não teve notícias dele. Começou a se desesperar e a ficar grossa com todo mundo. Ligou pra casa da irmã, mas deu azar de ser ela mesma quem atendeu.

— E o Paco?
— Muito ocupado, chega tarde em casa. E você?
— Bem, bem.
— Tá melhor com o Pablo?
— Sim, sim, tranquila.

Precisava inventar um plano pra ver ele de novo. Esperou a manhã toda de quarta e nada. Nem durante a tarde. Antes de ir pra casa, ligou pro escritório dele com a desculpa de que tinha um cliente com problemas trabalhistas, mas uma secretária disse que ele já tinha ido embora. Teve uma ideia boa pra atrair ele. Chegou em casa antes do namorado. No quarto, colocou estrategicamente a bolsa em cima da cômoda e enfiou uma câmera de vídeo lá dentro, com o ângulo pra filmar a cama inteira. À noite, ficou toda melosa. Enganou o Pablo de forma vil. Fez um boquete nele e depois ele comeu ela sem mudar de posição, ele por cima e ela por baixo. A cena inteira ficou gravada em vídeo. Na quinta de manhã, passou o filme pra um DVD e esperou uma ligação do cunhado. Não recebeu. Já no fim da tarde, decidiu ligar pra ele no celular.

- E aí, Laura?

- Bem. Olha, pode passar no banco? Quero te mostrar uma coisa.

- O quê?

- Uma coisa que você queria ver.

- Que coisa, Laura, daqui a quarenta minutos tenho que buscar a Carmen na academia.

- Tá, calma, amanhã, eu... - ela corou.

- O que é, Laura?

- Nada, gravei uma cena erótica com o Pablo e como você queria ver...

- Tá, passo lá rapidinho.

Esperou impaciente e nervosa a chegada do amante. Tava muito gostosa, passou dias se arrumando pra ele. Prendeu o cabelo, vestiu uma saia plissada branca, bem soltinha, uma camisa branca de seda amarrada na cintura, meia branca brilhante presa numa cinta-liga e uma calcinha fio-dental de cetim combinando com a cinta. Pra aumentar o tesão, calçou uns saltos. No banheiro, se perfumou e abriu o decote pra mostrar o sulco entre os peitos. Sabia que ia surpreender o amante. Quando o Paco chegou, de paletó e gravata, se beijaram no pátio de operações e foram pro escritório. Ela deu um tapinha carinhoso na bunda dele e, enquanto ela andava na frente, ele levantou a saia dela pra olhar o rabo. As nádegas balançavam a cada passo e escondiam o fio da calcinha.

- Cê tá muito gata. Pena que não tenho muito tempo. - disse ele, sentando no sofá de visitas.

Laura virou o monitor do computador, colocou o DVD e apertou "play". Na hora, sentou do lado do cunhado. A cena começou a rodar, com ela e o namorado se beijando na beira da cama. Paco observava atento. Depois de alguns segundos, sem tirar os olhos da tela, ele se levantou, desabotoou A camisa e baixou as calças e a cueca até os tornozelos. Sentou-se de novo e pegou na rola pra bater uma devagar. Ela ficava de olho na genital dele, com vontade de chupar tudo. Sentiu um fluxo na calcinha. Ele não parava de se masturbar, sem dizer uma palavra e sem tirar os olhos do monitor. Ela tomou a iniciativa e virou-se pra ele, passando a mão direita no peito peludo dele. A esquerda, ela passou devagar pela perna robusta dele. Deu várias passadas antes de descer pra acariciar os ovos dele, apertando eles com suavidade. Ele olhou pra ela e puxou o nó da camisa. Ela se abriu e os peitos balançaram suave.

- Continua você.

Laura segurou a rola com a mão direita e manteve o mesmo ritmo lento. Queria que a cena durasse. Com a esquerda, não parava de acariciar os testículos dele. Ele relaxou, se recostando no sofá enquanto ela batia uma pra ele, ainda ligado na cena que rolava na tela. Não aguentou, a buceta tava fervendo. Tirou a mão esquerda dos ovos e enfiou por dentro da calcinha pra se esfregar na ppk molhada. Paco sorriu ao ver, a mão dela agia rápido por baixo da roupa. Com uma mão ela se masturbava, com a outra batia uma pra ele. Passaram vários minutos sem mudar de posição, até que Paco segurou ela pelos cabelos pra beijar a boca dela com gosto, sem parar a masturbação.

- Tira a saia e chupa.

Com a mesma obediência de sempre, Laura se levantou e tirou a saia. Depois, tirou a tanga e a blusa, ficando nua na frente do cunhado, só com a cinta-liga na cintura e as meias brancas. Em seguida, se ajoelhou pra tirar a cueca e as calças dele e se colocou entre as pernas robustas dele. Primeiro, Paco se ergueu e segurou ela pela nuca pra puxar e beijar com força. As tetonas enormes dela esmagaram a rola e os ovos.

- Vai, chupa.

Laura baixou a cabeça, segurou a rola pela base e começou a chupar como se fosse um sorvete. Ele continuava visualizando o filme enquanto a cunhada fazia um boquete nele. Percebeu que ela balançava suavemente a bunda mole cada vez que enfiava a pica pra dentro. Passou a língua pelo tronco da pica pra baixo e chegou nas bolas. Começou a chupá-las com lambidas bem rápidas. Paco ofegou seco e segurou a pica pra bater uma mais rápido enquanto ela, de quatro, lambia as bolas dele. Ela queria deixar ele satisfeito, que cada momento fosse especial. Continuava babando nos testículos dele quando ele começou a ofegar nervoso. Se ergueu batendo uma com mais força. Ela também levantou a cabeça ao ver que ele ia gozar.

- Continua chupando eles...

Das bolas pendiam vários fios de baba por causa da quantidade de saliva. Voltou a lamber, dessa vez com mais vontade. Ele deu um grito e logo jorrou porra no rosto e no cabelo da Laura, também algumas gotas espalharam pela borda do sofá e no chão. Ela parou de lamber, embora tenha ficado de quatro olhando nos olhos dele. Paco espremeu bem a pica, pegou a calcinha fio dental da cunhada e limpou a glande, depois olhou as horas e, apressado, vestiu a calça, a camisa e a gravata.

- Tenho que ir - Laura se levantou perto do sofá, prostrada diante do amante, com vários borrões de porra espalhados pelo rosto e cabelo -. Amanhã te ligo e a gente se vê à tarde - Tirou o DVD e guardou dentro do paletó -. Amanhã te devolvo.

- Cuidado, Paco.

- Relaxa. Te ligo.

Deu um tapa na cara dela e saiu do escritório. Quando ouviu a porta, ela continuava ajoelhada perto do sofá. Viu algumas gotas na borda. Morta de prazer, se inclinou e lambeu todas as gotas perdidas, até um par que tinha caído no chão. Do mesmo jeito, lambeu os lábios e chupou os dedos encharcados de porra. Depois sentou no sofá, abriu as pernas e enfiou o dedo na buceta. Buceta pra se masturbar de olhos fechados. A ninfomania dela não tinha limites. Ela percebeu que tinha ficado louca e que sentia uma atração obsessiva pelo cunhado. Voltou pra casa envergonhada de si mesma, ciente do risco que tava correndo. Pensou em ir num psicólogo, mas descartou a ideia — o prazer que o cunhado dava era muito maior. Até chorou de impotência por não conseguir afastar aquela luxúria incontrolável.

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